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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Tenda do Chapitô acolhe Mulheres Palhaço Escandinavas

 


 

 

É o 6º Ciclo a realizar-se nos fins-de-semana entre 12 e 28 de Abril em Lisboa.

 

Três fabulosas artistas do norte da Europa: Katja Lindeberg, Kajsa Bohlin, e Moa Prescott.

 

Uma oferta cultural para a cidade de Lisboa: renovar o humor e o riso, e sensibilizar para as questões da igualdade de género e à não discriminação. Mulheres Palhaço.

 

As artistas convidadas dão formação aos jovens que frequentam a Escola de Artes e Ofícios do Espectáculo do Chapitô, e também aos jovens dos Centros Educativos tutelados pelo Ministério da Justiça.

No final de cada espectáculo, debates, nos quais serão envolvidos vários agentes culturais, contrapondo as artes do Circo a outras artes performativas.

Tendo em conta os objectivos artísticos e culturais deste evento, o Chapitô tem atraído um público heterogéneo de diversas idades e formações, conseguindo-se trabalhar no sentido da democratização e divulgação culturais. 

Vinda da Noruega, vamos acolher artista Katja Lindeberg com o seu espectáculo “Klinsj” entre 12 e 14 de Abril, que fala de uma mulher-boxer que deseja ser amada. Perante um desporto brutal, mistura a modalidade com a lógica anarquista, a sensibilidade, ingenuidade e brincadeiras de um palhaço, e quando as normas e expectativas da sociedade se encontram, várias perguntas surgem sobre a maneira como nos relacionamos uns com os outros.

 

Kajsa Bohlin, é uma jovem artista sueca, que vai abrilhantar a tenda do Chapitô com o espectáculo “Reality´s Neighbour”, no fim-de-semana seguinte, de 19 a 21 de Abril, com uma peça filosófica na qual o palhaço investiga o conceito da realidade. Combina movimentos acrobáticos com poesia e humor. Um espectáculo sobre crescer, para jovens e adultos.

 

Também da Suécia, Moa Prescott que chega até nós com”Zenit am/fm”, a encerrar este ciclo de 26 a 28 de Abril. Este espectáculo fala-nos sobre a solidão e as suas causas, e leva o público a uma viagem para o ego, onde a fronteira entre a realidade interna e externa se dissolvem. Uma comédia trágica que abraça a necessidade de estarmos com outras pessoas. Especialista em corda bamba, este espectáculo expressa a busca do equilíbrio entre o ser capaz de decidir sobre ser autónomo e ser solitário.