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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

BIENAL TEATRARTES ARRANCA SEXTA-FEIRA EM LOURES

O Incorruptível de Hélder Costa, patrono do evento, marcará a abertura da Bienal

 

Loures recebe, de 03 de maio a 01 de junho, a BIENAL TEATRARTES, uma mostra de teatro e outras artes de palco cujos objetivos passam por fomentar hábitos culturais junto da população. A abertura do evento será marcada pelo espectáculo O INCORRUPTÍVEL de Hélder Costa, que também apadrinha esta sexta edição da Bienal. A entrada é livre.

 

Organizada pelo Teatro Independente de Loures, com o apoio da Camara Municipal e da Junta de freguesia daquela localidade, “desde 2003 a Bienal TEATRARTES tem sido uma mostra de Teatro e de outras artes como a Dança, Música, Pintura, Fotografia e etc., restabelecendo o hábito cultural da população relativamente ao Teatro”, afirma João Paniágua, diretor da Bienal. Para este responsável, “o certame é igualmente é uma oportunidade de trazer até Loures os trabalhos daqueles com quem nos vamos relacionando através da actividade teatral e que amavelmente nos trazem a qualidade das suas produções dos mais diversos tipos”.

 

O programa da bienal integra 13 espectáculos. E de 03 de maio a 01 de junho, no Cine-Teatro dos Bombeiros Voluntários de Loures, todas sextas e sábados, o público poderá assistir a espectáculos, visitar exposições e participar em oficinas. No dia 03 de maio, às 21h30, O Incorruptível de Hélder Costa – abre as festividades. Trata-se de uma comédia hilariante que conta as desventuras de um político incapaz de concretizar o seu maior desejo – ser corrupto.

 

Com encenação do próprio Hélder Costa – diretor e fundador d ‘A Barraca e também ele patrono da 6º edição da Bienal Teatrartes - e interpretação dos atores Jan Gomes e Jozé Sabugo, a peça dá-nos a conhecer : Anthôunio, um político que ninguém quer corromper, transformando-se assim num incorruptível. A total e frustrante inépcia de Anthôunio leva-o a ter que recorrer ao psicanalista e a pedir ajuda ao bispo e até de uma bruxa. Tudo inutilmente. A família e os amigos viram-lhe as costas e este político, cuja maior ambição é ser corrupto, acaba por ser demitido do Governo e expulso do partido, em consequência da sua flagrante incompetência para a corrupção.

 

Os meandros da política são, deste modo, apresentados de «uma forma exageradamente satirizada» fazendo da peça “O Incorruptível” um espectáculo para partilhar alegria e refletir...