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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

FILIPE MELO REGRESSA AO CINEMA COM SLEEPWALK

 

 

Após um intervalo de 10 anos, o músico e autor de BD regressa à realização com a curta-metragem Sleepwalk, uma co-produção Portugal / EUA.

 

Sleepwalk é a adaptação ao cinema do conto de BD com o mesmo nome, de Filipe Melo e Juan Cavia, publicado pela primeira vez na revista Granta Portugal – a convite de Carlos Vaz Marques. A história de um homem que percorre o interior dos EUA em busca de uma tarte de maçã deu também origem ao livro Comer/Beber, editado pela Tinta da China.

 

Em 2018, Sleepwalk chega ao grande ecrã, em formato de Curta-Metragem. Rodado em Los Angeles, na California, em Novembro de 2017, o filme é produzido por Sandra Faria (Força de Produção, PT), em co-produção com Carlos Berrizbeitia (Libre, EUA) e conta com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. 

 

Filipe Melo assina a realização, argumento e a banda sonora original – que conta com a participação de Norberto Lobo, na guitarra. Dillon Bennett (Black MirrorAlien: ConvenantCapitão Phillips, A Teoria de Tudo) é o responsável pelo desenho de som e Juan Cavia  (O Segredo dos Seus Olhos ) juntamente com Walter Cornás assinam a direcção de arte. 

 

Filipe Melo estreou-se no cinema em 2003 com a curta-metragem de culto I’ll See you in my dreams, vencedora do Fantasporto, do Méliès d´Or e de mais 12 prémios internacionais. Em 2008 escreveu e realizou Um Mundo Catita, a primeira série de ficção produzida pela RTP2. Sleepwalk marca o seu regresso à realização e é o primeiro registo cinematográfico produzido pela Força de Produção. 

 

O filme encontra-se, neste momento, em pós-produção, tendo estreia prevista para 2018. 

 

BLACK PANTHER | CURIOSIDADES | NOS CINEMAS A 15 DE FEVEREIRO

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CURIOSIDADES DO FILME


Sabia que a personagem Black Panther, fez a sua estreia no universo da banda desenhada, em "Fantastic Four Vol. 1", Edição 52, publicada em 1966?

Ou que desde o início do filme, foi decidido que Xhosa, uma das línguas oficiais da África do Sul, seria a língua de Wakanda? Começou em "Capitão América: Guerra Civil", da Marvel Studios, quando o famoso ator sul-africano John Kani, que intrepreta o rei T'Chaka (o seu filho, Atandwa Kani, interpreta esta personagem na versão jovem) usou o seu sotaque nativo. Chadwick Boseman, que faz de T'Challa/Black Panther também o adotou.

E que o jovem Zuri é interpretado por Denzel Whitaker. Apesar de partilhar o mesmo sobrenome de Forest Whitaker, que interpreta Zuri na versão mais velha, não são familiares. No entanto, já tinham feito de pai e filho no filme "The Great Debaters", de Denzel Washington.

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A cena do carro de alta velocidade para a sequência do Casino, foi filmada na agitada cidade costeira de Busan, na Coreia do Sul, durante quase duas semanas. Como o realizador Ryan Coogler queria que ficasse perfeita, levou um editor para o cenário, para cortar as imagens em tempo real, algo que geralmente não é feito durante a produção.

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MIra Maia Shopping oferece bilhetes de cinema no Dia dos Namorados

Dois bilhetes de cinema pelo preço de um

 

O amor acontece
no Mira Maia Shopping

 

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O Dia dos Namorados no Mira Maia Shopping é celebrado junto às telas da Sétima Arte, com uma promoção que vai permitir aos mais apaixonados assistirem às grandes estreias cinematográficas da actualidade por um preço sem igual.

Ao longo de todo o dia 14 de Fevereiro, na compra de dois bilhetes de cinema para qualquer sessão com classificação acima de M12, só se paga um, não sendo necessário apresentar qualquer talão ou cartão específico. Basta pedir dois bilhetes na bilheteira do Cineplace do Mira Maia Shopping e a promoção é automática.

Este Dia dos Namorados pode também ser celebrado com um jantar a dois num dos muitos espaços de restauração que o Mira Maia Shopping disponibiliza para um programa apaixonante.

 

Sobre o Mira Maia Shopping

Inaugurado em 2009, o Mira Maia Shopping posiciona-se como um espaço único e diferenciador, com uma vasta oferta de espaços comerciais que privilegiam uma relação de proximidade com os seus visitantes. Estendendo-se por 19 mil metros de área bruta locável, é um espaço pensado para toda a família, com uma praça de restauração diversificada e insígnias de referência, como Continente, Cineplace, Burger King, DeBorla, Fitness Maia, Worten, SportZone, MO, Wells e Springfield, para além da esplanada que convida a momentos de convívio e lazer. Contando com cerca de 850 lugares de estacionamento e excelentes acessos, e próximo do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, é gerido pela INOGI ASSET MANAGEMENT, tendo no conceito SMART PRICE a âncora da sua oferta comercial. “Mais Giro! Mais Vivo! Mais Maia!” é o mote para uma experiência cada vez mais próxima de quem visita o Mira Maia Shopping.

11ª Festa do Cinema Italiano apresenta imagem, datas e locais

A Festa do Cinema Italiano realiza-se a partir de abril nas seguintes cidades: Lisboa (4 a 12 abril), Porto (4 a 8 Abril), Cascais (5 a 8 abril), Setúbal (5 a 8 abril), Almada (6 a 8 abril), Coimbra (7+12+13 abril), Évora (11 a 13 abril), Aveiro (16 e 17 abril), Viseu (17 a 19 abril), Beja (2 a 4 maio), Moita (11+18+25 maio), Tomar (15 a 19 maio), Loulé (18 a 20 maio), Viana do Castelo (22 e 23 maio), Caldas da Rainha (22 a 24 maio), Funchal (6 a 9 junho), entre outras a confirmar em breve.

É universal que Itália é um dos países onde mais se comunica com as mãos. O que não é tão óbvio é que para além dos gestos mais conhecidos, existem outros que os não italianos não dominam ou nem suspeitam que existem. Gestos que já todos vimos ou costumamos ver, mas não sabemos o que significam.

A imagem da 11ª Festa do Cinema Italiano – com design de Clara Barbacini e fotografia de Joana Linda – tem como base inúmeros gestos utilizados por italianos com o objetivo de dar a conhecer o seu significado e convidar o público para o festival. Um conjunto de gestos de mãos tipicamente italianos feitos por não italianos, onde, neste caso, os protagonistas são os atores portugueses Ana Valentim e Diogo Bento. Algo que o festival também representa: Itália em Portugal ou Itália fora de Itália.

Os italianos são exímios em dizer, apenas com gestos, que estão contentes, aborrecidos, exaltados, com fome, que não percebem alguma coisa, que algo está perfeito, que um local está cheio de gente, que querem spaghetti ou perguntar “o que se passa?”, entre muitos outros.

É com base nesta ideia que a 11ª Festa do Cinema Italiano constrói um vocabulário que dará a conhecer alguns códigos, mostra que “um gesto vale mais do que mil palavras” e que podemos comunicar com uma maior liberdade de expressão, mais universal e acessível, onde não existem barreiras linguísticas. Na Festa do Cinema Italiano, para além de cultura e filmes italianos, cada um pode ficar a saber mais sobre Itália, libertando, ao mesmo tempo, o italiano que há em si.

Todos os portugueses, todos os italianos e não italianos estão convidados a viver Itália, o seu cinema, a sua cultura, a sua gastronomia, a sua linguagem oral e gestual durante o período do festival. Pelo menos, durante uns dias, #somostodositalianos.

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Os gestos são utilizados num conjunto de elementos, nomeadamente, em dois cartazes principais, um spot de TV, gifs e mini-vídeos diversos e um conjunto de materiais gráficos e digitais de divulgação do festival.

A produção da campanha contou com o apoio da marca de vestuário italiana OVS, que cedeu algumas peças de roupa, e do espaço Rua das Gaivotas 6, onde foi realizada a sessão de fotografias e vídeo.

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Ficha técnica
Protagonistas: Ana Valentim e Diogo Bento
Design: Clara Barbacini
Fotografia: Joana Linda
Consultores da linguagem gestual italiana: Anette Dujisin, Stefano Savio
Maquilhagem e cabelos: Sara Marques de Oliveira
Produção: Helena César, Joana Linda
Luzes e apoio à produção: Filipe Pureza
Roupa: OVS
Agradecimentos: Cristina Correia, Rua das Gaivotas 6
 

A Festa do Cinema Italiano é organizada pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália, do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa e da EGEAC.

FERDINANDO Sessão Família no Cine Teatro de Estarreja

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Domingo, 18 de fevereiro às 10h30

Realizado por Carlos Saldanha, que já assinou sucessos como “A idade do gelo", Ferdinando é um touro que prefere estar calmamente no campo, à sombra dos sobreiros e a cheirar as flores. Um dia, cinco

homens chegam em busca do maior e mais feroz touro para as touradas de Madrid. Por engano, escolhem Ferdinando...

 

Na versão em português, sob a direção de Cláudia Cadima, conta com as vozes de Tiago Retrê, Filomena Cautela, Tomás Andrade, Sara Mestre, Mafalda Luís de Castro, João Cabral e António Vaz Mendes, entre outros.

ALIAS MARIA + Andorra Liechtenstein no Cine Teatro de Estarreja

 

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Quinta, 15 de fevereiro às 21h30

Em dia de mais umaEstreia Nacional, o Cine-Teatro apresenta ALIAS MARIA um filme e uma visão do conflito armado desumano da Colômbia, visto através dos olhos de uma menina soldado, jovem e grávida.

Maria, 13 anos, soldado de guerrilha, recebe uma missão com três outros soldados-crianças: trazer o bebê recém-nascido do comandante para a segurança de uma cidade vizinha. Mas ninguém sabe o segredo que ela

esconde: Maria está grávida, e terum filho é proibido na guerrilha.

‘Alias María’ esteve no Festival de Cannes em 'Un Certain Regard'.

Filme português sobre o atleta de surf adaptado Nuno Vitorino corre o país em digressão

Uma Vida Melhor - Vitorino” é o nome do filme português da autoria do fotógrafo Ricardo Bravo e do realizador João Rito, que estreou no SAL - Surf At Lisbon Film Fest no mês de Novembro, e que quer dar a conhecer a inspiradora história de vida do surfista Nuno Vitorino. 

 

Nuno Vitorino é o protagonista do filme onde vê retratada a história do acidente com arma de fogo que sofreu aos 18 anos e o deixou tetraplégico. A história de um homem que encontrou naquele que parecia ser o pior dia da sua vida, uma porta aberta para uma vida melhor. Tendo feito bodyboard desde os 12 anos, o incidente colocou Nuno numa cadeira de rodas e fê-lo ficar 10 anos sem surfar. No entanto, a capacidade de autossuperação foi mais forte e, atualmente, com 40 anos, Nuno é atleta paralímpico e representa a Seleção Portuguesa de Surf nos campeonatos de Surf Adaptado por todo o mundo.

 

Uma Vida Melhor - Vitorino” é uma curta-metragem dramática, mas inspiradora onde Nuno conta na primeira pessoa como viu toda a sua vida desmoronar-se devido a uma brincadeira entre amigos, de como arranjou a força e a motivação necessárias para voltar a construir uma vida o mais normal possível e fazer aquilo que mais ama – surfar! "Nós não queremos saber se é difícil, apenas se é possível!", é o lema de vida deste atleta que só quer surfar ondas grandes e motivar todos os que não acreditam, que afinal tudo é possível quando há força de vontade, família e amigos prontos a ajudar.

 

A realização do filme
O filme demorou cerca de cinco meses a ser produzido desde o primeiro contacto com o Nuno e foi idealizado em conjunto pelo Ricardo Bravo e pelo João Rito, que começaram a alinhavar as primeiras ideias deste projeto em janeiro de 2017 com um grande objetivo: estar no Surf At Lisbon Film Fest. Nesse mesmo festival, “Uma Vida Melhor – Vitorino” conquistou uma menção honrosa para melhor curta.

 

Apesar da carga emocional inerente à realização do filme, tanto Ricardo como João admitem que nos dias de filmagens o ambiente era sempre excelente, especialmente nos dias de surf em que a boa disposição foi uma constante. O Nuno é o primeiro a brincar com as suas limitações, transformando-as rapidamente em pontos positivos e motivo de riso.

 

Apesar de ser um projeto totalmente pro bono, João e Ricardo contaram com o apoio de várias marcas, entidades e pessoas, que facilitaram e tornaram possíveis alcançar os objetivos propostos. A Canon cedeu o equipamento utilizado nas filmagens incluindo uma Canon C300 Mark II e o kit de objetivas de cinema (24mm, 50mm e 85mm), bem como uma Canon EOS 1DX Mark II e uma Canon 5D Mark IV para as filmagens na água, com recurso a uma caixa estanque da Wave Solutions. Nas filmagens aquáticas foram utilizadas as objetivas Canon EF 50mm 1.2 L e EF 70-200 f4 L. Tiveram também o apoio da Planar à produção e da Push e Wall Collective na pós-produção. Todos contribuíram de forma decisiva para o resultado final.

 

Os autores
João Rito, apesar de nascido em Lisboa, foi no Porto que descobriu a sua paixão por filmes e fotografia. Estudou cinema na Universidade Católica onde fundou sua empresa de produção. No início da sua carreira, viajou pelo mundo fazendo filmes sobre surf, e mais recentemente decidiu trabalhar como Realizador independente. O seu objetivo é filmar em todo o mundo continuando a contar histórias e ajudar as marcas a comunicar!

 

Ricardo Bravo é um fotógrafo freelancer, nascido em Lisboa, e cuja residência é normalmente nas praias mais próximas de onde estiver. Produz trabalho editorial e comercial para diversas marcas e publicações como Quiksilver, Meo, Redbull, Torq Surfboards, SurfCloud, Surfline, A-Frame, Surf Portugal, Surf Europe. Em 2017 ganhou o primeiro prémio da Canon Professional Network Editor’s Choice, na categoria de Retrato. Gosta de visitar cidades e conhecer praias acompanhado das suas câmaras.

 

Apesar das dificuldades que fomos enfrentando nos dias de filmagem, tínhamos um objetivo bem definido, estarmos presentes no Surf At Lisbon Film Fest, e com toda a gente a trabalhar nesse sentido, conseguimos. Demorou algum tempo para que o Nuno se mostrasse disposto a falar abertamente sobre a sua vida (das luzes e das sombras) indo mais longe do que a sua mensagem de otimismo e coragem que transmite a todos os que têm a sorte de o conhecer. Enfrentar as câmaras e falar do que “já estava enterrado no passado” foi um processo duro para ele, mas fulcral para que o filme ganhasse uma densidade que de outra forma nunca alcançaríamos”, revelam os realizadores desta obra motivacional que todos devem ver pelo menos uma vez na vida. “Agora gostávamos de conseguir mostrar o filme por todo o país, e vamos também inscrevê-lo em diversos festivais de cinema pelo mundo fora.

 

As filmagens foram realizadas em casa do Nuno Vitorino, no ginásio (Académica Fitness) e piscina (CNA) onde treina regularmente. As imagens de surf foram captadas na Costa de Caparica e Carcavelos.

 

 

 

THE POST, de Steven Spielberg, tem estreia de sucesso nas salas de cinema nacionais

Na primeira semana de exibição, THE POST foi o filme mais visto em Portugal

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O filme THE POST conquistou o primeiro lugar na semana de estreia com 64.015 espectadores e uma receita de bilheteira de 346.642 mil euros. Depois de anunciadas as nomeações para os Óscares da Academia de Hollywood, no qual o filme de Steven Spielberg foi nomeado nas categorias de Melhor Filme e de Melhor Actriz, o filme foi um sucesso na primeira semana de exibição em Portugal .

Além da realização do conhecido cienasta, THE POST junta também pela primeira vez no ecran dois grandes atores, Meryl Streep e Tom Hanks e relata a história da improvável parceria entre Katharine Graham (Streep) do Washington Post, a primeira mulher na liderança de um dos principais jornais norte-americanos e Ben Bradlee (Hanks), o editor do jornal, na corrida com o New York Times para expor um dos maiores encobrimentos de segredos governamentais que durou três décadas e passou pelo mandato de quatro presidentes americanos.

Com mais esta nomeação por causa da sua interpretação da personagem de Katherine Graham, Meryl Streep bate o seu próprio recorde, tendo agora um total de 21 nomeações, 17 como Melhor Atriz e quatro como Melhor Atriz Secundária.

 

John Parish no IndieLisboa em Maio

John Parish em filme-concerto no IndieLisboa

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O IndieLisboa, em colaboração com a Culturgest, e o Hard Club apresentam pela primeira vez em Portugal Screenplay, o projecto do músico John Parish. O filme-concerto acontece no Hard Club, no Porto, dia 3 de Maio, às 21h30 e em Lisboa no Grande Auditório da Culturgest, no dia 4 de Maio, às 21h30, integrado na programação do IndieLisboa.

Screenplay é um álbum e um concerto do aclamado compositor, músico e produtor John Parish, habitual colaborador de PJ Harvey, mas também conhecido pelo seu trabalho com Eels, Giant Sand, Rokia Traoré ou Aldous Harding (de quem produziu o seu álbum de estreia Party, considerado um dos melhores de 2017), entre outros. O concerto apresenta Parish, juntamente com os músicos Marta Collica, Giorgia Poli, Jean-Marc Butty and Jeremy Hogg, e uma projecção de excertos de filmes, alguns deles com uma íntima ligação à história da programação do IndieLisboa.

Parish compõe para cinema, teatro e dança contemporânea desde o final dos anos 90. Foi o autor da música de inúmeros filmes, entre os quais Rosie (Patrice Toye, 1998), pelo qual recebeu o Prémio Especial do Júri na Bienal de Bona de Música para Cinema e Televisão. Compôs ainda a música de L’enfant d’en haut (Ursula Meier), filme vencedor do Urso de Prata da Berlinale em 2012.

Filmes apresentados:
L’enfant d’en haut (Ursula Meier, 2012)
Little Black Spiders (Patrice Toye, 2012)
The Farmer’s Wife (Francis Lee, 2012)
She, a Chinese (Xiaolu Guo, 2009)
Plein sud (Sebastien Lifshitz, 2009)
Nowhere Man (Patrice Toye, 2008)
Waltz (Norbert Ter Hall, 2006)
Water (Jennifer Houlton, 2004)
Rosie (Patrice Toye, 1998)

Bilhetes: 15€ (à venda a partir de hoje nas salas e na Ticketline)

 

Cinema português em força no IndieMusic

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A história da música e do cinema também se conta em português no IndieMusic e duas das grandes surpresas reservadas para 2018 podem desde já ser desvendadas. Apresentamos Hip to da Hop, de António Freitas e Fábio Silva, um documento filmado de norte a sul de Portugal com o intuito de compreender uma cultura que se afirmou através da música, da pintura e da dança no mundo inteiro. Ouviremos as histórias de Mundo Segundo, Ace, Odeith, Bambino, Nomen, Chullage, Orelha Negra, DJ X-Acto, YouthOne, NBC, Exas, Slow J, DJ Ride, Stereossauro, Bdjoy, TNT, Sanryse, Robinho, Sensei D e SãoOneArt, entre outras.

 

O passado e o presente da música portuguesa estão também no centro de Não Consegues Criar o Mundo Duas Vezes, de Catarina David e Francisco Noronha. No filme revisita-se a memória do rap do Porto: uma viagem no tempo pela cidade, os seus lugares e as suas gentes, desde o final dos anos 80 e 90 até hoje. O documentário tem as vozes de Dealema (Maze, Mundo, Expeão, Fuse e Guze), Mind da Gap (Ace, Presto e Serial), L.C.R. (Nocas e Berna), Triângulo Dourado, Conjunto Corona (dB e Logos), Capicua, M7, Virtus, Deau e Minus, entre outros.

As duas sessões terão o seu espelho no IndiebyNight, programação de concertos e festas do festival, em diálogo directo com os filmes apresentados, em noites certamente inesquecíveis. Mas essas surpresas ficarão para mais tarde, como a programação completa da secção IndieMusic a ser revelada no dia 26 de Fevereiro.

 

THE POST, ultrapassa 100.000 espetadores em Portugal

Com pouco mais de uma semana de exibição

THE POST, ultrapassa 100.000 espetadores em Portugal

 

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O filme THE POST, do aclamado realizador vencedor de 3 óscares da Academia Steven Spielberg, já levou 103.342 espetadores às sala de cinema portuguesas. Em apenas 10 dias após a estreia, as receitas em Portugal rondam já os 565.738 mil euros e o filme continua no Top dos mais vistos do cinema.

A improvável parceria entre Katharine Graham (Meryl Streep) do Washington Post e Ben Bradlee (Tom Hanks), o editor do jornal, na corrida com o New York Times para expor um dos maiores encobrimentos de segredos governamentais que durou três décadas e passou por quatro presidentes americanos, cativou os portugueses e levou, apenas na semana de estreia, mais de 64.000 espetadores às salas de cinema.

THE POST está nomeado para os Óscares da Academia de Hollywood nas categorias de Melhor Filme e de Melhor Actriz. Com mais esta nomeação pela interpretação da personagem de Katherine Graham, Meryl Streep bate o seu próprio recorde, tendo agora um total de 21 nomeações, 17 como Melhor Atriz e quatro como Melhor Atriz Secundária.