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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

FILHO ÚNICO - Anúncio das NOITES DE VERÃO

NOITES DE VERÃO 2017

concertos às Sextas-feiras 

em Julho no Jardim dos Coruchéus

em Agosto no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado

pelas 19h30 e com entrada livre

 

No seu oitavo ano de vida, o ciclo de concertos Noites de Verão apresentar-se-á entre o Jardim dos Coruchéus, em Alvalade, pela primeira vez, e o habitual Jardim das Esculturas do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, mantendo-se o horário das Sextas-feiras, pelas 19h30, e com entrada livre.

Este programa de música ao vivo programado pela Filho Único é co-produzido com a EGEAC, as Galerias Municipais e o MNAC.

 

 

 

 

4 de Agosto - Ricardo Rocha (PT)

11 de Agosto - Gigi Masin (IT)

18 de Agosto - Calhau! (PT)

25 de Agosto - Primeira Dama (PT)

 

Topografias Imaginárias: cinema ao ar livre e visionamentos comentados sob o tema Lisboa, cidade do Sul, em Setembro

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Nos dias 1 a 3 e 8 a 10 de setembro, entrada livre

Topografias Imaginárias: cinema ao ar livre

e visionamentos comentados sob o tema Lisboa, cidade do Sul

O ciclo de visionamento comentado Topografias Imaginárias - organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca e, nesta quarta edição, integrado no Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura 2017 e com sessões de cinema ao ar livre - realiza-se nos primeiros dois fins-de-semana de setembro (dias 1, 2, 3, 8, 9 e 10), num percurso de seis paragens em locais menos óbvios da cidade de Lisboa, onde serão exibidos onze filmes, com entrada livre e transporte gratuito.

Sob o lema Lisboa, cidade do Sul, descobrem-se os modos pelos quais o cinema reinventa Lisboa. Cada sessão é uma experiência de visionamento comentado, um exercício de visão e uma revisão de filmes na relação com a cidade, um trabalho sobre o olhar cinematográfico como agente transformador.

Cada sessão de cinema ao ar livre é antecedida por um visionamento comentado. Guiados pelos realizadores dos filmes, nomeadamente José Filipe Costa, Salomé Lamas e Dominga Sottomayor, entre outros, mas também por investigadores, críticos ou historiadores (como Eduardo Victorio Morettin, João Mário Grilo, Tiago Baptista, Olivier Hadouchi, Maria do Carmo Piçarra, Fernando Rosas, Anabela Moutinho, Raquel Henriques da Silva, António Preto, Luísa Veloso, Ana Alcântara, António Roma Torres, Álvaro Domingues, Teresa Castro ou André Cepeda, entre outros), são vistos e revistos excertos dos filmes projetados, percebendo assim que o olhar é um agente transformador. Estas sessões de visionamento comentado são a preparação da viagem onde é possível imaginar e mapear o Sul que será depois explorado nas sessões de cinema ao ar livre.

Os filmes que fazem parte do programa são de épocas e latitudes muito diferentes, são uma troca de olhares entre a América do Sul e Lisboa que, em contacto com os espaços de projeção, criam uma outra cidade que só pode existir através do cinema.

Estas viagens passam pela exibição de filmes em locais como a Ponte Vasco da Gama, o Museu da Carris, a Quinta do Alto, em Alvalade, o Vale Fundão, em Marvila, o Miradouro de Santo Amaro e o Teatro de Carnide.

Fazem parte do programa O Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro, O Caso J., de José Filipe Costa, Milagre na Terra Morena, de Santiago Álvarez, Outro País, de Sérgio Tréfaut, Zéfiro, de José Álvaro de Morais, La Ilusión viaja em tranvía, de Luís Buñuel, Los barcos, de Dominga Sottomayor, Fuera de quadro, de Márcio Laranjeira, Mauro em Caiena, de Leonardo Mouramateus, Où est la jungle?, de Iván Castiñeras Gallego e El Dorado XXI, de Salomé Lamas.

Lisboa, cidade do Sul é, assim, uma viagem de exploração, uma redescoberta (também imaginária) da cidade e muito particularmente de Lisboa enquanto lugar do Sul.

A programação completa e mais informações podem ser consultadas em http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/noticias/topografias-imaginarias-lisboa-cidade-do-sul e https://www.facebook.com/topografias.imaginarias.
 

Programa completo:
(mais informações clicando na imagem de cada filme)

SEXTA, 1 SETEMBRO

O Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro, Brasil, 1937
O Caso J., de José Filipe Costa, Portugal/Brasil, 2017

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18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)
Visionamento comentado de O Descobrimento do Brasil por:
José Filipe Costa (cineasta), Eduardo Victorio Morettin (historiador do cinema brasileiro, professor, investiga as relações entre História e Cinema) e Tiago Baptista (historiador do cinema e diretor do ANIM - Arquivo Nacional de Imagem e Movimento)

21h30 Quinta do Alto (Alvalade)
Projeção de cinema ao ar livre O Descobrimento do Brasil [60’] + O Caso J. [20’]

Encaramos desde logo e de frente uma das questões fundamentais deste programa: a relação entre centro e periferia e entre o “nós” e os “outros” na base da ideia de “capital ibero-americana” (relações que todo o programa desta Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura procura questionar). Seguimos a visão de um brasileiro sobre os portugueses que lhe “descobriram” o país e a visão de um português sobre um caso do Brasil contemporâneo. A uni-los está uma certa conceção do cinema como teatro documental e da cena cinematográfica como lente de aumentar.

21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção

 

SÁBADO, 2 SETEMBRO

Milagre na Terra Morena, de Santiago Álvarez, Cuba/Portugal,1975
Outro País, de Sérgio Tréfaut, Portugal, 1999

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18h30 Salão de Festas do Vale Fundão (Marvila) (Azinhaga Vale Fundão, 25)
Visionamento comentado por:
Olivier Hadouchi (programador e investigador, tem trabalhado sobre o “terceiro cinema”), Maria do Carmo Piçarra (jornalista, professora, tem investigado o cinema de propaganda produzido durante o Estado Novo) e Fernando Rosas (historiador)

21h30 Bairro Vale Fundão (Marvila) (Rua João Graça Barreto)
Projeção de cinema ao ar livre de Milagre na Terra Morena [21’] + Outro País [70’]

O filme de Sérgio Tréfaut segue as viagens que cineastas e fotógrafos fizeram a Portugal durante o 25 de Abril de 1974. Por entre essas viagens está a de Santiago Alvarez, cujo filme, realizado em Lisboa por essa altura, abre a sessão. A projeção é feita num bairro construído e habitado por emigrantes que viajaram para o Sul vindos do Norte de Portugal. No centro da sessão está então a viagem, aquela que a liberdade provocou e permitiu, e estão também as afinidades que os povos da América do Sul sentiram com Portugal nesse momento de ruptura.

18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção

 

DOMINGO, 3 SETEMBRO

Zéfiro, de José Álvaro de Morais, Portugal, 1994

 

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18h30 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)
Visionamento comentado por:
Anabela Moutinho (professora, programadora de cinema) Raquel Henriques da Silva (historiadora) e António Preto (professor, programador de cinema, ensaísta)

21h30 Miradouro de Santo Amaro (Alcântara) (Calçada de Santo Amaro)
Projeção de cinema ao ar livre de Zéfiro [52’]

Filme fundamental para a história do cinema português, Zéfiro é também um filme incontornável para a história de Lisboa e introduz neste programa uma outra maneira pela qual esta é uma cidade do Sul. Essa frase, título deste ciclo, é dita pelo narrador e resume o retrato que José Álvaro de Morais constrói: organizando uma viagem por Lisboa que é tanto temporal como espacial, o cineasta conta uma história da cidade, dos seus espaços e arquitetura, mas também dos povos que a habitaram ao longo dos tempos. A este nível, Lisboa aparece como resultado de uma inversão do mecanismo da aculturação: ela resulta, não de uma cristianização do islamismo, como habitualmente se pensa, mas sim de uma islamização do cristianismo, religião que permanece, hoje, na base da sua cultura. No adro da Capela de Santo Amaro, o filme levar-nos-á a olhar para os contornos da cidade que daí se vêem de uma maneira totalmente nova.

18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção


 

SEXTA, 8 SETEMBRO

La Illusión viaja em tranvia, de Luís Buñuel, México, 1953

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18h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)
Visionamento comentado por:
Luísa Veloso (investigadora, coordena o projeto “o trabalho no ecrã”), Ana Alcântara (historiadora, trabalha sobre Lisboa, o operariado e os transportes) e António Roma Torres (psiquiatra, crítico de cinema)

21h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)
Projeção de cinema ao ar livre de La Illusión viaja em tranvia [90’]

Clássico do cinema mexicano, o filme segue a evasão de um grupo de trabalhadores da companhia de elétricos da Cidade do México. A sua viagem dura uma noite, desde que roubam um elétrico até que o devolvem, na manhã seguinte. Ao longo dessa noite, entram e saem do elétrico roubado personagens do quotidiano mais escondido da cidade. Numa sessão que decorrerá junto às oficinas da Carris, a magia da projeção transformará a Cidade do México em Lisboa (ou vice-versa).

18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção


 

SÁBADO, 9 SETEMBRO

Los barcos, de Dominga Sotomayor, Chile/Portugal, 2016
Fuera de cuadro, de Márcio Laranjeira, Portugal/Argentina, 2010
Mauro em Caiena, de Leonardo Mouramateus, Brasil, 2012
Où esta la jungle?, de Iván Castiñeiras Gallego, França/Portugal/Brasil, 2015

 

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17h30 Teatro de Carnide (Azinhaga das Freiras)
Visionamento comentado pelos realizadores e Álvaro Domingues (geógrafo, professor, o seu trabalho centra-se na Geografia Humana) e Teresa Castro (professora, tem investigado as relações entre cartografia e cinema).

21h00 Azinhaga do Serrado (Carnide) GPS 38.763144,-9.185550
Projeção de cinema ao ar livre de Los barcos [24’], Fuera de cuadro [10’], Mauro em Caiena [18’] e Où esta la jungle [33’]

No centro da sessão está o encontro entre questões de território e representação. Em Los barcos, a visão de uma turista (atriz argentina que vem a Lisboa apresentar um filme, num festival de cinema) sobre Lisboa, à procura do cliché em espaços imprevistos e periféricos. Em Fuera de cuadro, a relação entre mãe e filho é descrita através dos quadros que ela pinta e dos quais ele está fora, naquilo que acaba por ser um exercício que confunde o fora do quadro com o fora de campo cinematográfico. Mauro em Caiena segue a transformação do espaço pelos olhos e jogos de uma criança e Où est la jungle?, filme-deriva, age pela força da deslocação, problematizando o lugar contemporâneo dos índios amazónicos. Em todos eles o olhar (incluindo o cinematográfico) é operador de transformação.

17h00 e às 20h30 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção


 

DOMINGO, 10 SETEMBRO

Eldorado_XXI, de Salomé Lamas, Portugal/França/Perú, 2016

 

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18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)
Visionamento comentado por: Salomé Lamas (cineasta), João Mário Grilo (cineasta, professor de cinema) e André Cepeda (fotógrafo)

21h30 Parque Tejo - Pista de Skaters (Parque das Nações) (Passeio do Tejo)
Projeção de cinema ao ar livre de Eldorado_XXI [125’]

Apesar de acompanhar a comunidade que vive na mais alta localidade do mundo, em La Rinconada y Cerro Lunar, nos Andes peruanos, Eldorado_XXI é um filme subterrâneo. É uma espécie de ensaio sobre o mais profundamente escondido e esquecido do mundo contemporâneo e que, contudo, sustém aquilo que decorre na superfície – é por isso mesmo o último filme deste programa, resume bem os movimentos deste Sul que temos vindo a explorar. Homens e mulheres que procuram ouro nas encostas descrevem aquela como uma “terra de ninguém” – impossível não ver este em continuidade com o filme anterior de Salomé Lamas, precisamente com esse título. As suas vozes descrevem o medo e a iminência da morte, morte e medo que vão ganhando forma e imagem, e vão assim afirmando-se numa presença simultaneamente terrível e fantástica que se vai instalando sobre todo o filme para no fim aparecer violentamente trancada naquela montanha, e não ser mais do que um sopro lançado por uma abertura escura na encosta nevada.

21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção

"Arquitectos do Imaginário" regressa em agosto ao Museu do Oriente

Animação japonesa de Studio Ghibli 

 

“Arquitectos do Imaginário” regressa em agosto ao Museu do Oriente

 

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O ciclo de animação japonesa “Arquitectos do Imaginário” regressa ao Museu do Oriente, aos domingos do mês de Agosto, para quatro exibições da mestria artística de Studio Ghibli.

 

Nausicaä do Vale do Vento, de Hayao Miyazaki, Contos de Terramar, de Goro Miyazaki, O Castelo Andante, de Hayao Miyazaki e O Mundo Secreto de Arriety, de Hiromasa Yonebayashi são os quatro filmes exibidos neste ciclo, com entrada gratuita.

 

Fundado em 1985, o Studio Ghibli tem conquistado o público e a crítica com os seus filmes de animação capazes de criar universos de fantasia quase poéticos. Com uma impressionante atenção ao detalhe, construção cuidada e uma imagética que combina realidade e imaginação, as animações de Studio Ghibli são hoje uma referência incontornável no seu género.

 

Esta iniciativa conta com a co-organização da Outsider Films.

 

Arquitectos do Imaginário III - Animação japonesa de Studio Ghibli

6 a 27 de agosto, aos domingos

18.00

Auditório do Museu do Oriente

Entrada gratuita (mediante levantamento de bilhete no próprio dia)

M/6 anos

 

6 agosto   | Nausicaä do Vale do Vento, de Hayao Miyazaki [1984]

13 agosto | Contos de Terramar, de Goro Miyazaki [2006]

20 agosto | O Castelo Andante, de Hayao Miyazaki [2004]

27 agosto | O Mundo Secreto de Arriety, de Hiromasa Yonebayashi [2010]

 

Sinopses:

 

Nausicaä do Vale do Vento, de Hayao Miyazaki [1984]

6 agosto

Duração: 117’, sem intervalo

 

Após mil anos de uma guerra mundial catastrófica, a humanidade sobrevive em pequenos reinos à beira de uma terra estéril, contaminada com gases tóxicos e insetos mutantes gigantes. O Vale do Vento é um reino minúsculo, rodeado de reinos mais poderosos e hostis. Nausicaä é a princesa do Vale do Vento, a única filha do rei e uma grande guerreira. Ela sente uma misteriosa afinidade com a natureza e procura encontrar um sentido para aquele lugar contaminado, negando-se a ver como inimigos os insetos, sobretudo os Ohms, artrópodes gigantescos e temíveis. Mas a paz é quebrada quando o reino vizinho de Tolmekia, sob comando da princesa Kushana, invade o Vale do Vento, e Nausicaä se vê perante uma corrida contra o tempo para travar uma destruição maciça.

 

Sendo a primeira longa-metragem independente de Hayao Miyazaki, Nausicaä do Vale do Vento é um conto brilhantemente realizado, com uma imaginação transbordante e uma poesia visual, que irão caracterizar para sempre as suas futuras obras.

 

Contos de Terramar, de Goro Miyazaki [2006]

13 agosto

Duração: 115’, sem intervalo

 

O equilíbrio do mundo está a entrar em colapso e uma série de acontecimentos bizarros - como o aparecimento de dragões no mundo oriental - levam Sparrowhawk, um poderoso feiticeiro, a procurar a sua origem. No caminho encontra Arren, um misterioso príncipe e juntos atravessam vastas ruínas, montanhas, vales e quintas abandonadas, até chegarem a Hort Town, uma cidade devastada.

 

Sparrowhawk e Arren procuram refúgio com Tenar, uma ex-sacerdotisa dos túmulos de Atuan. Com ela vive Therry, uma jovem órfã que gradualmente vai abrindo o seu coração ao jovem príncipe enquanto este trabalha nos campos, interagindo com a natureza e aprendendo como o universo depende de equilíbrio. Mas Arren continua assombrado pelo medo de uma Sombra que o persegue…

 

O Castelo Andante, de Hayao Miyazaki [2004]

20 agosto

Duração: 119’, sem intervalo

 

Sophie, uma típica adolescente de 18 anos, vê a sua vida virada do avesso quando se cruza acidentalmente com o misterioso e belo feiticeiro Howl e, subsequentemente, é transformada numa mulher de 90 anos pela vaidosa e perversa Bruxa do Nada. Ao embarcar numa incrível odisseia para quebrar a maldição, ela encontra refúgio no castelo andante onde conhece Markl, o aprendiz de Howl, e um impetuoso demónio de fogo, com o nome de Calcifer. O amor e o apoio de Sophie vão ter um enorme impacto em Howl, que vai arriscar a sua vida para ajudar a trazer a paz ao reino.

 

O Mundo Secreto de Arriety, de Hiromasa Yonebayashi [2010]

27 agosto

Duração: 94’, sem intervalo

 

Esta é a história de uma família de pessoas minúsculas. Por debaixo do chão de uma mansão nos arredores de Tóquio, vive a minúscula Arrietty, de 14 anos, com a sua também minúscula família. A casa é habitada por duas velhas senhoras que não fazem a mínima ideia da existência destas criaturas em miniatura.

 

Arrietty e a sua família vivem de “empréstimos”. Tudo o que têm pedem emprestado ou fazem a partir de coisas emprestadas. Bens essenciais como gás, água e alimentos. Mesas, cadeiras, utensílios de cozinha. E guloseimas – um cubo de açúcar aqui e ali. Mas só um pouco de cada vez, para as senhoras não notarem.

 

Um dia, Sho, de 12 anos, vem morar para a mansão, enquanto aguarda por tratamento médico na cidade. Os pais de Arrietty sempre a avisaram: “nunca deixes que os humanos te vejam”. Se tal acontecesse, as pequenas criaturas teriam de se mudar. Mas a aventureira Arrietty não lhes dá ouvidos e Sho descobre-a. Os dois começam a confiar um no outro e, em pouco tempo, a amizade começa a florescer...

Noites de Novo Circo no Casino Lisboa de Quarta-Feira a Sábado

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Aplaudido pelos visitantes do Casino Lisboa, o Duo Dream estreia, na próxima Quarta-Feira, 16 de Agosto, mais um original número de Novo Circo no Arena Lounge. Bruno & Daniela distinguem-se por uma singular linguagem corporal de harmonia e desafios. A arte e a sensualidade são quem comanda as performances deste duo que é parte da companhia de circo Les Farfadais. A entrada é livre.

 

O Duo Dream protagoniza, assim, Rock&Roll, de Quarta-Feira a Sábado, a partir das 23 horas. Trata-se de um novo exercício de elevado grau de dificuldade que promete surpreender os visitantes do Casino Lisboa.

 

 

Bruno

Bruno nasceu em Vila Franca de Xira. O seu percurso artístico iniciou-se com 10 anos no Grupo de Teatro de Alverca do Ribatejo. Aos 15, integrou o curso de Artes do Espectáculo no Chapitô e desenvolveu a sua paixão pelas artes circenses. O processo de formação nesta Escola terminou com o Espectáculo "Há", co-criação/encenação com colegas de curso, em cena na Tenda do Chapitô.

 

Em 2007 viajou para Vigo, Espanha, onde integrou a companhia internacional Pablo Mendez Perfomances, durante 6 meses com viagens e performances por todo o mundo. Mais tarde, regressou a Portugal para um workshop da Plural Portugal Lda, sob a direcção de António Melo e Lucinda Loureiro, resultante na participação em "Morangos com Açúcar", "Rebelde Way" e "Deixa que te Leve". Posteriormente, fez vários projectos de teatro com Cecília Sousa, estagiou com Benvindo da Fonseca e fez parte de um projecto da Companhia CDCE, em Évora. Em 2009, nasceu o projecto “Armazém 13”, onde fez parte da direcção durante 3 anos e foi professor das aulas de Técnicas Circenses. Juntamente com João Godinho, foi semi-finalista do programa "Portugal tem Talento" em representação do projecto "Armazém 13".

 

Em 2010, teve o seu primeiro trabalho com Filipe La Féria, em "Fado, a História de um Povo", seguido de "O Melhor de La Féria". Foi Peter Pan, no musical infantil e distinguiu-se em "A Noite das Mil Estrelas". Trabalha, actualmente, com a companhia francesa "Les Farfadais", em espectáculos internacionais e cruzeiros pelo mundo fora. 

 

Daniela

Daniela nasceu em Génova, Itália e, aos 6 anos, iniciou a prática de ginástica, entrando para a equipa nacional. Em 1991, competiu no Campeonato Mundial de Indianápolis, tendo-se qualificado para os Jogos Olímpicos de Barcelona. Começou, aos 20 anos, a competir com a equipa nacional italiana "Rock&Roll" e ganhou o primeiro lugar no Campeonato do Mundo. 

 

Posteriormente, iniciou a carreira como acrobata e bailarina na "Italian Compagnia de la Rancia" onde fez parte da criação de "Pinocchio o Musical".  Em seguida, com Franco Dragone, participou na criação "Le Reve" como personagem principal, durante 3 anos, em Las Vegas. Entre os vários espectáculos, trabalhou como solista e em duo no Casino Lisboa e para a NCL Cruises. Em 2010 juntou-se à famosa companhia "Les Farfadais" com quem se mantém actualmente em trabalho. Em 2013 Voltou a Franco Dragone com bailarinas em Abu Dhabi.

 

Iniciou, em 2014, a colaboração com o Cirque Gruss e Les Farfadais, como acrobata aérea nos espectáculos "PEGASE et Icare" (2014/2016) e em "Quintessence" (2016/2017). A juntar à formação artística é graduada na Universidade de Arquitetura em Génova. 

 

Com entrada livre, a arte do Novo Circo continua em destaque, de Quarta-Feira a Sábado, a partir das 23 horas, no Arena Lounge do Casino Lisboa:

Duo Dream - Aerial Rock & Roll: De 16 a 19, seguindo-se de 23 a 26 e, posteriormente, a 30 e 31 de Agosto.

 

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

 

MERCADO DE FUSÃO DO MARTIM MONIZ RECEBE O STREET MARKET SQUARE, TODOS OS DIAS, DE JUNHO A OUTUBRO DE 2017

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O coração cosmopolita da cidade, onde cabem todas as culturas do mundo irá receber  de Junho a Outubro de 2017, diariamente - o Street Market Square na Praça do Martim Moniz trazendo, uma lufada de ar fresco aos lisboetas. Este evento diário, junta projetos de street food, projetos de artesanato urbano e muita música, aos 10 quiosques de Comida do Mundo do Mercado de Fusão.

 

Este é um bom motivo para sair de casa - pode degustar sabores de exceção, ouvir música e balançar o corpo ao som de vários DJ´s, assistir a concertos, danças e passear. Na Feira do Mercado de Fusão: encontrará “de tudo um pouco”: artesanato, roupas vintage, em segunda-mão, peças únicas de assinatura, condimentos, produtos artesanais e regionais, fruta e a palavra de ordem é diversidade

 

O espaço do Mercado de Fusão Martim Moniz oferece-lhe os ingredientes perfeitos para desfrutar de uma tarde diferente. Todos os dias das 12h00 às 24h00 de Junho a Outubro na Praça do Martim Moniz e a é entrada Livre.

 

 

Espaço Amoreiras recebe exposição viva de Joana BC

A exposição de escultura e pintura é habitada por criaturas animadas a 25 de julho


 

A exposição “aqueles que ouvem os sons (e os mutos gritos) do mundo”, promovida pelo Edge Arts, ganha vida hoje, dia 25 de julho, pelas 18 horas, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. O conjunto de esculturas insólitas recebe a visita de criaturas animadas e personagens desconhecidas que vão contar histórias. A artista portuguesa Joana BC também estará presente vestida de uma personagem.

Joana BC, jovem artista contemporânea, transforma materiais comuns e objetos estranhos, inúteis e quebrados em obras de escultura. Coleciona peças que encontra em feiras de velharias e lojas antigas e manipula-as para construir algo extraordinário.

As personagens e histórias de “aqueles que ouvem os sons (e os muitos gritos) do mundo” são construídas através de cabeças de manequim, conchas, abajures e de uma variedade de tecidos. Vivem num templo, constituído por 13 pinturas de grande escala, e revelam-se de uma forma no exterior e de outra diferente no interior, uma vez que é no interior do templo que ganham a sua forma verdadeira e mostram os seus poderes totais.

A exposição de Joana BC é gratuita e pode ser visitada até dia 31 de agosto, no Espaço Amoreiras.



Joana BC (Porto)

Vive e trabalha no Porto.

Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, instituição na qual é agora docente, e na Slade School of Fine Art, em Londres. Recebeu recentemente a bolsa Künstlerhaus Schloss Balmoral como artista residente em Bad Ems, Alemanha. Em 2016 e 2017 o seu trabalho fez parte da exposição Seepferdchen und flugfische / Seahorses and flying fish que foi apresentada, entre outros museus, no Arp Museum Banhof Rolandseck, na Alemanha. O seu trabalho já foi mostrado em Portugal, Reino Unido, França, Alemanha e Suíça.

Exposição “aqueles que ouvem os sons (e os muitos gritos) do mundo”

22 de junho 2017 – 31 de agosto 2017

 
Horário

Espaço Amoreiras

2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

MÁRCIO VILELA | Exposição "Estudo cromático sobre o azul"

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Inaugura no próximo dia 14 de setembro, às 19 horas, a exposição Estudo Cromático sobre o Azul, de MÁRCIO VILELA.

 

A exposição, com produção da Ocupart, vai estar patente no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, de 15 de setembro a 13 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19 horas.

O Espaço Camões está localizado na Praça Luís de Camões, 22, no 4º andar, em Lisboa.

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Os :PAPERCUTZ tem vindo a desvendar a sua nova sonoridade em festivais entre Ásia e Estados Unidos. A nova vocalista, Catarina Miranda conhecida pelo seu trabalho como Emmy Curl, é um dos elementos responsáveis por essa nova abordagem sonora, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais. Polirritmia e melodias interpretadas por sintetizadores analógicos, batidas urbanas, texturas ambientais e percussões de raiz tribal são outros dos elementos que se dispersam pela estética renovada do projecto Portuense, presente no novo álbum 'King Ruiner' com lançamento no fim de 2017. O grupo encontra-se a apresentar o álbum em lugares seleccionados pelo País fora e quem se dirigir ao Musicbox vai poder assistir a alguns dos novos temas em primeira mão.
 
As portas abrem às 22h, os bilhetes custam 5€ e podem ser adquiridos aqui: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/52309-papercutz-musicbox/

O SANTO FAZ ANOS | 14-15 AGO Largo de Santo António: doc. Gonçalo Cadilhe e concerto de Carminho

Para assinalar o nascimento de Santo António em Lisboa, 826 anos depois e no mesmo local onde nasceu, onde fica agora o largo e a Igreja de Santo António, o Museu de Lisboa convida para assistir ao documentário de Gonçalo Cadilhe Nos Passos de Santo António, no dia 14 de agosto, e ao concerto de Carminho, no dia 15.

Diz a tradição que Santo António nasceu a 15 de agosto de 1195 em Lisboa, numa casa em frente à Sé. Para assinalar esta data, tão importante para a cidade de Lisboa, o Museu de Lisboa – Santo António propõe um programa especial para os dias 14 e 15 de agosto.
No dia 14, às 21h30, será exibido, numa sessão ao ar livre, o documentário de Gonçalo Cadilhe Nos Passos de Santo António e na noite seguinte, 15 de agosto às 20h, Carminho canta ao Santo na Igreja de Santo António. A entrada é livre e sujeita à lotação.
Durante estes dois dias o museu estará aberto em horário alargado (até às 22h) e haverá visitas orientadas: às 11h30, O Santo de Lisboa - A vida de Santo António e às 15h, As Profissões Medievais. O custo das visitas é de 3€ e a marcação deve ser feita através do endereço: servicoeducativo@museudelisboa.pt.

 

Santo António morreu em Arcela, próximo de Pádua, a 13 de junho de 1231, com fama de santidade. Os pedidos para que seja considerado santo iniciam-se imediatamente após a sua morte, tornando-se necessário reunir informações sobre a sua vida para a criação da biografia que acompanhará o processo de beatificação.

Para isso, foram recolhidos elementos junto de quem conhecera e convivera com frei António, bem como entre religiosos portugueses, que forneceram informações essenciais e que figurarão em todas as biografias que a partir daí foram sendo divulgadas. Ficou assim instituído que Santo António nasceu em Lisboa, no ano de 1195, numa casa frente à Sé, onde foi batizado com o nome de Fernando. A sua história irá sempre referir a importância de Lisboa onde viveu cerca de 20 anos. Foi Menino do Coro na Sé e continuou a sua formação intelectual em S. Vicente de Fora, junto dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Passará 10 anos em Coimbra, onde continuará os seus estudos no Mosteiro de Santa Cruz e onde conhecerá os franciscanos de quem toma o hábito e a radicalidade da Ordem. Muda o nome para António e muda de vida, tornando-se missionário em Marrocos. Irá mudar novamente de vida em Itália e no sul de França, ao revelar a sua eloquência e conhecimento das Escrituras, tornando-se num dos principais defensores da fé católica.

Uma tradição tardia do século XVII vai estabelecer o dia 15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora, como o dia do seu nascimento. A coincidência da data reforça a grande devoção de Santo António à mãe de Jesus manifestada desde muito cedo pelo santo lisboeta. Mas é sobretudo um marco simbólico de grande pertinência para que em Lisboa se celebre esta data, comemorando a perseverança de uma população que nunca deixou esquecer a proveniência de tão ilustre Santo seu conterrâneo.

 

Pedro Teotónio Pereira

Coordenador do Museu de Lisboa – Santo António

In Mensageiro de Santo António, julho/agosto 2017