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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Há Dias Assim" é o segundo single de Rodrigo Serrão, incluído no seu segundo álbum "Do Amor e Outras Histórias" a ser editado em 2018

Rodrigo Serrão - Há Dias Assim
Gravado em Outubro 2017
Rodrigo Serrão - Voz e Instrumental solo em Chapman Stick (Railboard, 10 String), sem recurso a overdubs.

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"Há Dias Assim" é o segundo single a ser revelado do novo álbum de Rodrigo Serrão "Do Amor e outras Histórias"  com lançamento marcado para a primavera 2018.
Tema onde se confirma a dupla missão deste artista: explorar a sonoridade do seu Chapman Stick enquanto, ao mesmo tempo, oferece a própria voz para dar voz às pessoas, encontrando nas suas letras uma forma de expressar o que sempre houve para dizer.
Fluindo num universo muito particular, a batida Pop deste tema destaca a riqueza criativa do artista: a musica dançando com a poesia e a entrega clara de uma mensagem.

 

 

 

DO AMOR E OUTRAS HISTÓRIAS  NOVO ALBUM |
Com edição prevista para a Primavera 2018, "Do Amor e outras Histórias" é um disco em que tudo se estrutura e unifica em torno de relatos concretos, onde Rodrigo Serrão acompanhado pelo seu Chapman Stick® mergulha definitivamente na música das palavras e se revela por completo como Contador de Histórias, trovador no Séc. XXI, assumindo influências tão marcantes como José Afonso, Chico Buarque ou Tom Waits


 

Da Chick Foxy Band em concerto único dia 8 de Dezembro no Lux

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DA CHICK

 

Da Chick Foxy Band em concerto único no
dia 8 de Dezembro, no Lux

Falta pouco mais de um mês para Da Chick invadir a mítica sala da noite lisboeta com a sua super banda e alguns convidados muito especiais. 


A noite mais foxy do ano está marcada para dia 8 de Dezembro e a anfitriã não poderia ser outra que não Da Chick. Em palco, a artista que lançou este ano o EP "Call me Foxy" estará em formato Live, no Lux, em Lisboa, com uma banda digna de referência. Gui Salgueiro (teclas), Pestana (baixo), Ariel (bateria), Sandro (trompete), Dinis (saxo), Cavalo (bombardino) e Mike El Nite (mc/host) juntam-se à voz e irreverência de Da Chick para uma noite única. 

A receita é simples, vestir o outfit mais vistoso que exista no guarda-fatos e  receber a "queen of funk" da melhor maneira: dançando até perder os sentidos. Se tudo isto não fosse suficiente, Teresa de Sousa, AKA Da Chick encarregou-se de convidar ilustres personalidades, anunciadas oportunamente, para tornar este espectáculo único.

O formato é especial, os músicos brilhantes e os convidados de luxo. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e locais habituais e terão o custo único de 10€.

 

Tontos - Primeiro Single já disponível

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PRIMEIRO SINGLE DE TONTOS "DEMORAS" JÁ SE ENCONTRA DISPONÍVEL EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS

"Demoras" é o primeiro single de TONTOS, uma banda de elementos com muita experiência e muita estrada. 
Composto por Vasco Boucinha (Wonderland), Joel Cabeleira Costa, Júlio Guerreiro, Sérgio Julião e David Campos, é uma banda maioritariamente habituada a tocar a música dos outros, mas que agora se aventura na escrita da sua própria música.

Pedro Teixeira Silva apresenta "Primeiro Ato" em formato digital | 17 de Novembro

 

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"PRIMEIRO ATO”, é o titulo do primeiro trabalho em nome individual de Pedro Teixeira Silva.

Este é sem duvida um trabalho aguardado com expectativa, do músico oriundo da Clássica, apostando numa forma diferente de ver, ouvir e sentir a música.

 

Da sua carreira como compositor, constam sete álbuns editados com os “Corvos” e “Secret Lie”, várias bandas sonoras para cinema, inúmeros temas que fazem parte do universo das telenovelas e obras eruditas estreadas por diversas orquestras e solistas.

 

Cruzando os mundos entre a música clássica e o “Pop Rock” como lhe é peculiar, Pedro Teixeira Silva reúne neste projeto amigos músicos cantores e letristas nacionais, a darem vida às suas composições de forma versátil e adaptando o seu estilo musical aos diferentes intérpretes.

 

Jorge Palma, José Cid, Pedro Chagas Freitas, Mundo Segundo, elementos da orquestra sinfónica portuguesa entre muitos outros são alguns dos seus convidados.

CAMILA MASISO - 1ºSINGLE "REI DO POVO"- SHOWCASE

 

 

CAMILA MASISO CHEGOU PARA (EN)CANTAR PORTUGAL

Masiso. Camila Masiso. Este é o nome a reter da nova geração que começa a cruzar o oceano para mostrar ao público português o que de melhor se faz atualmente na Música Popular Brasileira (MPB) e na Bossa Nova. Com dois álbuns a solo editados, inúmeros espetáculos no Brasil, e por esse mundo fora, Camila tem nos diversos galardões conquistados desde 2010 uma das imagens de marca.

A residir atualmente em Portugal, a cantora e compositora revela “Rei do Povo”, primeiro single retirado do segundo disco de originais, “Patuá”. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas também um pouco de Samba e de Jazz, criando uma sonoridade orgânica, sendo que a maioria das composições é de autores do Rio Grande do Norte, região que vê a sua congénere apresentar-se ao público português através do selo da Music For All numa série de três showcases intimistas e especiais.

Confere as datas abaixo:

10.11 | Showcase FNAC Almada, 22h, Entrada Livre
17.11 | Showcase FNAC Alfragide, 21h30, Entrada Livre
23.11 | Showcase FNAC Vasco da Gama, 18h30, Entrada Livre

Músicos da Ventre, Bratislava e Tuyo unem projetos solos em EP colaborativo “F.Y.M”

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Arte de capa por Arte por João Fujioka

 

O som surge como se fosse um mergulho em um mundo novo, em uma realidade nova. É o que o F.Y.M se propõe a ser, uma nova faceta para artistas que se destacam no cenário da música independente nacional. O autodenominado EP  de estreia do projeto já está disponível nas plataformas de música digital.

 

 

O power trio é formado por Hugo Noguchi (Yukio), baixista da Ventre (atração do Lollapalooza 2018); Lucas Felipe Franco, baterista da paulistana Bratislava (atração da edição desse ano do mesmo festival) e guitarras do curitibano Machado, das bandas Tuyo e Simonami.

 

Com clima experimental e de jam session, o novo trabalho caminha muito diferente dos projetos principais dos artistas e foi gravado no Estúdio Polo Norte, no Rio de Janeiro, em um único final de semana. Esse formato de criar álbuns no estúdio foi utilizado pelo supergrupo Xóõ, do qual Noguchi também participa.

 

“O F.Y.M surgiu da ideia de juntarmos os trampos solo meu, do Franco e do Machado num final de semana aqui no Rio. Eu sou muito fã do trampo deles em suas respectivas bandas, e queria muito ver no que daria esse encontro. E além dessa união musical, tem uma amizade transregional mesmo, que foi se formando em Curitiba, Sampa, Rio... gosto muito deles e sou muito grato por tê-los como amigos”, conta Noguchi.

 

Composto, arranjado e executado por Franco, Machado e Hugo, o projeto traz todos os artistas assumindo os vocais principais. Além disso, conta com a participação especial da artista e tatuadora mineira Paola Rodrigues, em “Enxurrada (Ideia, Memória Devolve)”. Ela faz parte do coletivo Geração Perdida de Minas Gerais, um dos mais atuantes da cena independente.

 

“Acho que essa coisa de ser um som meio Rio, Curitiba, Sampa e Belo Horizonte é bem maneiro, adoro essa coisa da música atravessando fronteiras”, conclui Noguchi. Essa sonoridade múltipla já está disponível nas principais plataformas de streaming.

 

 

Ficha técnica:

 

Composto, arranjado e executado por Franco, Machado e Yukio*

*Exceto pela letra de Enxurrada (Ideia, Memória Devolve) que foi escrita, cantada e lida por Paola Rodrigues.

 

Produzido por Franco, Machado e Yukio no Estúdio Polo Norte (antigo Swing Cobra) em um final de semana de agosto de 2016.

 

Arte por João Fujioka.

 

Sid Ferreira faz viagem nostálgica pela noite carioca em nova música

 

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O Rio de Janeiro é uma das cidades mais reverenciadas em canções mundo afora - ao lado de Paris e Nova York, capitais igualmente romantizadas no cancioneiro popular - por vezes com desolação, paixão e nostalgia. Reunindo esses três elementos, Sid Ferreira canta a Cidade Maravilhosa em “Silent Rio (Carioca)”, canção que irá integrar seu novo álbum, “Outros 500”. Para divulgar a novidade, Sid disponibiliza um vídeo da faixa, que tem participação especial da cantora sul coreana Yumi Park.

 

 

 

 

 

No novo trabalho, como já demonstrou na primeira canção divulgada, “F.D.P. (Filosofia dos Políticos)”, Sid Ferreira vai além dos relacionamentos amorosos. Em “Silent Rio”, o amor pelo Rio de Janeiro recebe destaque, ganhando forma em cenas das belezas naturais e paisagens urbanas da cidade, que dividem espaço com momentos da gravação do clipe em estúdio. Piano, baixo acústico, flauta, violão e bateria compõem um arranjo sutil e elegante na fronteira entre jazz e bossa nova, que casa perfeitamente com a atmosfera carioca, dos pontos turísticos aos lugares mais cotidianos.

 

 


A inspiração para “Silent Rio” veio ouvindo outro artista também muito influenciado pela bossa nova: Ivan Lins, que assim como o gênero musical carioca, é reverenciado pelo mundo todo.

 

"Faz quase dez anos, durante o show de lançamento do CD ‘Nossas Canções’, no SESC de Madureira, Ivan Lins conversava com seu parceiro de palco, Celso Viáfora, sobre o orgulho de ser carioca e que apesar de estar sempre rodando o mundo fazendo shows, o Rio de Janeiro era o seu lar. Eu estava na plateia ouvindo as conversas que eles tinham entre uma música e outra, e em dado momento Ivan comentou de uma frase que havia lido em algum lugar (não lembro se em um livro ou poema) que dizia algo como: o Rio tem algo especial que amanhece e aqui parece que tudo se amou. Ao ouvir essa fala, os versos do que viria a se tornar a letra de ‘Silent Rio’ vieram à minha mente”, relembra Sid.

 

O cantor, violonista, compositor, arranjador e produtor consegue criar pontes com sua arte, unindo histórias e banindo preconceitos. Músico desde os 15 anos, sua carreira começou oficialmente em 2016, quando produziu e lançou o disco de estreia “Sem Fantasia”, com um repertório autoral que reuniu as composições criadas durante o período de sua formação musical. Em 2011, ao iniciar curso básico de música na Escola de Música Villa Lobos, passou a fazer parte do coro de câmara da Escola, onde criou seu primeiro arranjo vocal para a música “Ciranda da Bailarina”, de Chico Buarque e Edu Lobo. Sua formação também inclui o bacharelado em Música e Tecnologia, no Conservatório Brasileiro de Música. Agora, com o disco “Outros 500”, Sid Ferreira desabafa sobre o Brasil atual e temas polêmicos como política, intolerância religiosa e racismo. O álbum será lançado em breve.

 

Assista “Silent Rio (Carioca)”: https://youtu.be/w2zRPK8mbRo

 

Curta a página do artista: https://www.facebook.com/sidferreiraoficial


FICHA TÉCNICA:

Baixo acústico: Rômulo Duarte
Bateria: Vitor Vieira
Flauta: Fernanda Vaz
Piano elétrico: Sérgio Pinheiro
Voz e violão: Sid Ferreira
Participação Especial: Yumi Park

Arranjo e Produção Musical:  Sid Ferreira
Mixagem e masterização: Carlos Fuchs
Imagens: Sérgio Carvalho, Sid Ferreira, Renato Oliveira e Max Weber
Foto da capa: Lucas Santos
Projeto Gráfico: Rodrigo Pinheiro
Álbum gravado entre fevereiro e julho de 2017 no estúdio Camelo Azul.

SILENT RIO (CARIOCA)
Sid Ferreira

Rio, de janeiRo a dezembro
Ciclo de eterna inspiração
Rio, não Escondo o sentimento
Crio para ti uMa canção

Da LEopoldina até Saens Peña
Tá Tudo azul, tá tudo em paz
Na janela, o meio-fio
E o reflexo do olhar vazio
Amanhece, mal o tempo passou
AmAnhece e o sono acabou
Uma pRece, e o sono acabou

Rio, apesar dO desalento
Brilho da sua luz é um clarão
Rio, passa o dia Fica o tempo
Amigo, pra guardar recordação

Da zona sul até a Penha
No céu azul o sol se vai
Ele senta no meio-fio
Ele sente o peito vazio
Anoitece, o cansaço passou
E carece só de samba e amor
E carece só de samba e amor

Rio, samba, levanta poeira
Filhos de São Sebastião
Rio, um exagero de beleza
Digo de todo coração

Barra, Copa, Ipanema
Ama tanto esse mar
Nem faz tanto frio
A noite aquece o Rio
Amanhece, mas o tempo parou
E parece que aqui tudo se amou
E parece que aqui tudo se amou

 

Professor Jorge | apresenta "Festa do Pijama" em formato digital | 17 de Novembro

 

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Jorge Courela é músico, educador musical e autor dos livros e álbuns, “As Canções do Professor Jorge “, “Zé Maria Catatua” e “Capitão Miau Miau”, que têm encantado as crianças. 

 

“As Canções do Professor Jorge” é um trabalho temático em que as canções acompanham as principais datas festivas e que serão comemoradas pelas escolas.

 

O Professor Jorge para celebrar o Dia Nacional do Pijama, compôs para os mais pequenos  o tema “Festa do Pijama”.  O Dia Nacional do Pijama (20 de Novembro) é um dia educativo e solidário feito por crianças e com o objectivo de ajudar outras crianças

A data coincide com o Dia da Convenção Internacional dos Direitos da Criança.

BLESS THE MESS - 3º SINGLE “PRODIGAL CHILD”

 

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

 

Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

 

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Sound Bullet lança disco de estreia “Terreno” via Sagitta Records

Sound Bullet lança disco de estreia “Terreno” via Sagitta Records

Álbum teve produção de Patrick Laplan

 

O papel de cada um na busca de uma sociedade melhor, empatia, as responsabilidades da vida adulta e as relações interpessoais e fraternais na vida urbana. É mirando em temas tão complexos que a Sound Bullet apresenta “Terreno”, seu álbum de estreia. O disco está disponível nas principais plataformas de música digital via Sagitta Records.

 

Ouça “Terreno”: http://bit.ly/TerrenoSBSpotify

 

Após o bem sucedido EP "Ninguém está sozinho" (2013), a banda formada por Guilherme Gonzalez (guitarra e voz), Fred Mattos (contrabaixo e voz), Henrique Wuensch (guitarra) e Pedro Mesquita (bateria) ganhou destaque com o single “When It Goes Wrong”. Gravada no Converse Rubber Tracks, a música foi escolhida como representante mundial do projeto, alavancando a banda para centenas de milhares de plays no Spotify. Foi uma época em que a Sound Bullet redefiniu sua identidade e tudo isso está visível em “Terreno”.

 

“Nesses últimos anos vivemos uma nova fase, de maior liberdade dentro da nossa proposta musical, e fomos ousando cada vez mais pra fazer um disco que nos satisfizesse. ‘Terreno’ é o resultado disso. E dentro desse caminho, ele conta uma história sobre humanidade, falibilidade, medo, coragem e alegria”, conta Fred Mattos.

 

Veja o clipe de “Amanheci”: https://youtu.be/9hUbMaHGE6A

 

E a banda fez isso misturando o indie rock com levadas de math rock e caminhos que culminam em levadas de metais inspiradas em música latina. “Terreno” começa já colocando o ouvinte no meio de uma explosão rítmica em “Incorporar” até chegar no em “Amanheci”, primeira música do disco a ganhar clipe.  “Em um mundo de milhões de busca” e “O Vazio que Habitamos (está dentro de nós)” são exemplos de experimentação rítmica em prol da melodia. O disco traz a participação da cantora Aline Lessa nas faixas “O Que Me Prende?” e “Atlas” e teve produção de Patrick Laplan (Eskimo, Rodox). A mixagem do álbum foi feita por Pedro Garcia e a masterização foi feita no Hanzsek Audio, em Seattle (EUA).

 

“O Patrick entendeu muito bem a proposta, deu suas percepções, ampliou as nossas, puxou nossas orelhas, nos ajudou a escolher o que seria melhor pra nossa obra. Sem ele, o disco não seria da forma como é. Somos muito gratos por esse trabalho”, conta Fred.

 

A inspiração das letras veio da ficção científica, e seu modo como reflete a humanidade sob um olhar externo. A dualidade que o nome do disco sugere aponta isso: uma banda voando alto sem perder o contato com o chão.

 

 

 

 

 

“Em todo o processo de criação do álbum, nós queríamos falar sobre temas mais complexos, de um ponto de vista que às vezes não é abordado. Essa parte do processo de criação foi muito interessante para nós, por nos colocar em situações diferentes e tentar dialogar com cada vez mais pessoas. No fundo, estamos falando de empatia. Nos colocamos em lugares diferentes para entender não só os outros, mas também a nós mesmos”, conclui o vocalista Guilherme Gonzalez.

 

Ouça Terreno:

 

http://bit.ly/SoundBulletTerreno

 

Spotify: http://bit.ly/TerrenoSBSpotify

Deezer: http://bit.ly/TerrenoSBDeezer

iTunes: http://bit.ly/TerrenoSBApple

YouTube: http://bit.ly/TerrenoSBYT

Google Play: http://bit.ly/TerrenoSBGoogle

Soundcloud: http://bit.ly/TerrenoSBSC

BandCamp: http://bit.ly/TerrenoSBBC

 

Faixa-a-faixa por Guilherme Gonzalez:

 

Incorporar

Essa é uma canção muito divertida de tocar, mas foi bem difícil de acertar por conta dos compassos diferentes dela. Teoricamente, é a nossa canção que não possui 4/4, mas é a forma que escrevemos apenas. As pessoas podem enxergar de forma diferente.

 

Amanheci

O segundo single do CD, primeiro clipe, é também a primeira música composta integralmente com o Henrique na banda. Um fato curioso é que ela surgiu de um estudo de harmonia que fiz usando um livro, sobre harmonia no jazz, do Fred.

 

Em um mundo de milhões de buscas

Uma das primeiras ideias pro disco, mas demorou a ganhar forma. É nosso elo entre o que fizemos em When It Goes Wrong e o momento que estamos agora. Talvez seja uma das letras mais alegres que nós temos. Espero que consigamos passar esse sentimento para as pessoas com ela. Como diria um review que tivemos do nosso EP e que se encaixa nessa faixa, é uma música "para escuchar optimismo".

 

Atlas

Se a anterior tem essa aura de otimismo e felicidade, Atlas trata de uma questão diferente. É bem óbvia, pra falar a verdade, então, quem ouvir vai saber. Nossa, e como tem reverb. Nunca usamos tanto um space echo.

 

Esquece

Esquece tem partes integralmente tocadas em um iPad. Além disso, foi a primeira música que escrevemos juntos em ensaios e me parece uma evolução de Ninguém Está Sozinho.

 

O que me Prende?

O que me prende? é a pioneira do CD em muitos quesitos: foi provavelmente a primeira ideia composta que acabou no CD, além de ser nosso primeiro single do álbum e também a primeira música do CD que a gente tocou ao vivo. Apresentamos essa faixa constantemente. A letra dela foi inspirada pelos casos de pessoas sofrendo ataques nas ruas, pessoas sendo apedrejadas por homofobia, por exemplo.

 

Doxa

Doxa talvez seja a canção mais pesada do disco em termos de instrumentação, já que a afinação é Drop D, usamos guitarra barítona e a linha de baixo é quase toda na quinta corda. A letra fala sobre como um senso comum de uma sociedade é pertencente somente a ela e naquele espaço de tempo específico. O Henrique diz que se trata sobre a efemeridade de um discurso.

 

Terreno Pt. 1: Extemporânea e Terreno Pt. 2: Quando você voltar

Duas canções que, na verdade, são uma só. Terreno pt: 1 e 2 são uma obra só com dois momentos distintos. Uma curiosidade é que a voz e a guitarra do Henrique nessa música foram gravadas ao mesmo tempo sem metrônomo.

 

Humano

Essa canção parece que foi escrita para se tocar com guitarra barítona, fuzz e oitavador. Ela foi uma das ideias iniciais pro CD que foram sendo postergadas. Inicialmente, era em 5/4, mas foi sendo adaptada para uma melodia com uma métrica mais padronizada.

 

O Vazio que Habitamos (está dentro de nós)

Se O que me Prende  é meio pioneira, O Vazio é retardatária: última letra, último instrumental e última a ficar pronta. É uma música que gostamos muito e é a canção de maior duração do nosso catálogo (não que ele seja muito grande). Curtimos muito nela o fato de ser composta por dois momentos distintos, sendo que o segundo tem um quê de eterno retorno no ciclo.