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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Mais um "WINE IN AZORES"

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tradições que são para manter. O festival Wine in Azores é já uma delas. De 20 a 22 de Outubro realiza-se, na Ribeira Grande, a 9ª edição daquele que já é um dos maiores eventos vínicos nacionais.

Se os Açores foram desde sempre um cenário privilegiado, de uma beleza natural única, foi recentemente (e significativamente no último ano) que as ilhas registaram um aumento considerável de visitantes, tanto nacionais como estrangeiros. As razões do incremento turístico são conhecidas e têm de ser acompanhadas por eventos agregadores como é o Wine in Azores. 

Mais que um certame onde participam mais de cem produtores, que dão a conhecer e a provar os seus vinhos, é um ponto de encontro com outras atividades, nomeadamente a gastronomia. Além das já famosas Tascas Gourmet, onde é sempre possível experimentar as propostas que têm como ingrediente principal o incrível peixe açoreano, estarão presentes conceituados chefs, como é o caso do australiano Justin Jennings que no espaço pop up do seu restaurante lisboeta DownUnder apresentará surpresas como uma Asian Infunsion Boillabaisse, inspirada no célebre caldo de peixe de Rabo de Peixe e que dá o mote ao Festival que ocorre neste lugar açoreano, só para referir uma... Haverão showcookings pedagógicos e serão apresentadas várias sugestões para degustar enquanto se (a)provam os vinhos presentes no festival.

Numa altura em que os Açores são “The place to be”, o Wine in Azores (Business and Pleasure) é mais uma porta de entrada. Quer seja para fazer negócio, provar vinhos ou experimentar novos sabores.

MUDE FORA DE PORTAS | Performance "Translúcida" de Mana Bernardes no Palácio Calheta | 27 julho | 19h

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Mana Bernardes 
 
Performance "Translúcida"
27 julho | 19h
Palácio Calheta
 
Mana Bernardes, artista brasileira, apresenta a performance "Translúcida"  no Palácio Calheta.
 
A artista e designer estará em Lisboa durante a próxima semana a convite do MUDE, para desenvolver uma instalação específica para a exposição "Tanto Mar. Fluxos transatlânticos pelo design", que inaugura a  27 de janeiro no Palácio Calheta, no âmbito da programação MUDE FORA DE PORTAS.
 
 
Site da artista:
http://manabernardes.com/
 
 

Caldos de Peixe solidários em Rabo de Peixe

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Visitar os Açores é obrigatório. Por todas as razões conhecidas – beleza natural, autenticidade, natureza em estado puro – e outras menos óbvias mas igualmente surpreendentes. É o caso da vila de Rabo de Peixe. Uma surpresa e uma lição de vida. O facto de ser considerada uma das localidades mais pobres da Europa não a determina. Pelo contrário. Aviva o espírito solidário que se traduz na realização de iniciativas como o Festival do Caldo de Peixe. Já na sua quinta edição, tem este ano lugar de 21 a 23 de Julho, no Porto de Pescas da vila.

Além da possibilidade de experimentar várias versões de caldos de peixe – uma especialidade regional que traduz, em sabor, a alma de uma comunidade que vive da atividade piscatória – poderá ainda participar nas várias iniciativas paralelas preparadas para este ano – presença da Confraria da Caldeirada de Peixe e do Camarão de Espinho, prova do hambúrguer de cavala de autoria da chef Patrícia Borges, entre outras.

Convém salientar que esta será a primeira edição internacional do festival, graças à presença da Confraria dos Ouriços-do-mar de Gijón (Asturias) e, num âmbito lúdico, do músico Lou Bega (que se popularizou como o êxito Mambo No. 5).
Destaque ainda para a realização, na sexta-feira, dia 21 de Julho, no Cine Teatro Miramar, do Seminário Mar, Gastronomia e Inovação. Como amuse-bouche do festival em si e da degustação dos caldos, serão abordados temas fundamentais ao desenvolvimento de Rabo de Peixe: como potenciar espécies menos valorizadas, a gastronomia local ou a importância da procura turística.

Não faltam, pois, boas razões, para visitar o Festival do Caldo de Peixe. Mas há uma que se sobrepõe a todas pela sua relevância social: o lucro das vendas dos caldos de peixe reverte inteiramente para o apoio do serviço educativo das crianças de Rabo de Peixe. Quantos mais caldos se venderem – este ano a fasquia eleva-se para os 5 mil caldos – mais futuro se pode garantir às crianças de uma localidade que tendo vivido exclusivamente da pesca, precisa urgentemente de se reinventar e aprender a aplicar a sua relação única com o mar dos Açores ao serviço de atividades remuneratórias paralelas, como o turismo.

E é por tudo isto que Rabo de Peixe é uma surpresa, uma lição de vida e uma localidade que é essencial conhecer. O Festival do Caldo de Peixe é o melhor dos pretextos para tomar contacto com uma comunidade única no nosso país. Disposta a mudar mas sem nunca perder de vista o que sempre lhe deu sentido: o mar.

Merrell apoia o Walk&Talk 2017 – Festival de Artes – de 14 a 29 de Julho, em São Miguel, Açores

Merrell é o calçado oficial do Walk&Talk 2017

Festival anual de artes começa hoje, 14 de Julho

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A Merrell, marca de calçado outdoor número um do mundo, apoia a 7ª edição do Festival de Artes Walk&Talk – Walk&Talk Açores – Festival de Artes​, que se realiza em São Miguel, nos Açores, entre 14 e 29 de Julho.

 

A Merrell estará presente no festival a apoiar o Circuito de Arte Pública, que terá uma ativação surpresa com uma proposta de tour Merrell no encerramento do festival, naquela que será a visita a todos os pontos que compõem o circuito ao longo da ilha. Para além disso, a Merrell será a marca de calçado oficial da equipa de produção, assumindo a máxima de “walk the talk”.

 

“Para a Merrell, o Festival Walk&Talk é um evento que nos orgulha apoiar, dada a sintonia que existe entre os projetos culturais e a própria envolvente geográfica. A Merrell sempre se inspirou na natureza e explorar cenários tão magníficos como os de São Miguel com esta componente cultural à mistura é um motivo acrescido para apoiarmos a organização”, afirma Tiago Veloso, CEO da Merrell Portugal.

 

Walk&Talk, uma plataforma para as artes

 

O Walk&Talk é um festival anual de artes que incentiva a criação no contexto cultural e geográfico específicos dos Açores. Das artes visuais às artes performativas, o Walk&Talk reúne e explora múltiplas expressões artísticas contemporâneas, durante o festival e ao longo de todo o ano. Constitui-se um ponto de encontro para artistas oriundos de qualquer parte do globo, uma plataforma de exposição e reflexão artística que se estabelece em diálogo permanente com o território, a cultura e a comunidade açoriana. Dos Açores para o mundo, são duas semanas de programação intensiva que combinam um circuito de arte, residências artísticas, exposições, performances, espetáculos, concertos, encontros temáticos e workshops.

 

Para consultar o programa em detalhe consulte www.walktalkazores.org

 

O Walk&Talk foi fundado em 2011 e já acolheu mais de duas centenas de criadores e coletivos em residência, para a apresentação de projetos artísticos ou criação de trabalhos inéditos. Em 2016 alargou pela primeira vez a dinâmica do festival a uma nova ilha do arquipélago – a Terceira, e ao longo de sete edições tem dado forma a um Circuito de Arte Pública, composto por intervenções de carácter mais ou menos efémero, mapeado e visitável ao longo de todo o ano entre as ilhas de São Miguel e da Terceira, que hoje conta com cerca de 100 obras.

Presidente da Academia Portuguesa de Cinema homenageado nos Açores

Paulo Trancoso, Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, foi homenageado no passado sábado, dia 1 de outubro, no “Curta Açores” – VII Festival de Cinema Internacional de Curta Metragem, que decorreu no Teatro Ribeira Grande, na Ilha de São Miguel, nos Açores.

“Curta Açores” é o mais antigo Festival de Cinema dos Açores. Este ano o evento realizou-se em dois núcleos da ilha de São Miguel - Ribeira Grande e Ponta Delgada - de forma a chegar a um público mais alargado e a dar a conhecer uma maior variedade de curtas-metragens.

Durante a cerimónia foram anunciados os prémios da competição internacional e regional e ainda houve lugar para a atribuição dos Prémios Carreira ao ator Nicolau Breyner, a título póstumo, e ao Produtor e Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, Paulo Trancoso.

Na sexta-feira, dia 30 de setembro, o Presidente da Academia esteve também na Universidade dos Açores onde participou numa masterclass, sobre cinema, com os professores universitários Leonor Sampaio, da Universidade dos Açores, e António Costa Valente, da Universidade de Aveiro.

 

 

Sobre Paulo Trancoso:

Nasceu em Lisboa, em 1945, tendo frequentado os cursos de Medicina e Arquitetura em Paris e Lisboa. Passou também pelo jornalismo, como crítico de cinema, antes de iniciar a sua carreira internacional como produtor de cinema e televisão.

Em 1982 fundou a Costa do Castelo Filmes, uma das mais dinâmicas produtoras do cinema nacional. Teve também uma passagem marcante pelos meandros da publicidade, tendo sido um dos fundadores da “Casa das Máquinas” e da “Stress”, que agitaram o mercado publicitário nos anos 90.

Na televisão esteve ligado a êxitos de audiência como “A Viúva do Enforcado” e “A Banqueira do Povo”. Investiu também na internacionalização do cinema português através de coproduções de sucesso, como “A Casa dos Espíritos” ou “Comboio Noturno Para Lisboa” de Billie August e ainda “A Rainha Margot” de Patrice Chereau, que foi nomeado para um Óscar e recebeu dois prémios em Cannes.

Para o cinema português produziu documentários como “Pare, Escute e Olhe” de Jorge Pelicano e “A Vossa Terra” de João Mário Grilo, assim como algumas longas-metragens de ficção - “A Selva” de Leonel Vieira, “Manô” de Jorge Felner da Costa ou “Duas Mulheres” de João Mário Grilo.

Na distribuição de cinema e vídeo foi responsável pela edição de grandes clássicos do cinema nacional e internacional.

Ao longo de 30 anos esteve ligado a vários movimentos associativos tendo sido Presidente da Associação de Produtores de Cinema, da Associação dos Produtores e Realizadores de Filmes Publicitários, e ainda administrador em Portugal dos programas Eve e EuroAim.

Em 2011, fundou a Academia Portuguesa de Cinema juntamente com 30 atores, produtores e realizadores, tendo sido nomeado Presidente logo no ano da fundação.