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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Faltam quatro dias para conhecermos a ciência que vai inspirar o futuro

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Já estamos em contagem decrescente para a Noite Europeia dos Investigadores (NEI). Esta sexta-feira, 29 de Setembro, das 18.00 às 02.00, vamos espreitar o futuro no Pavilhão do Conhecimento e antever como a ciência e tecnologia irão contribuir para uma existência mais optimista, da saúde à exploração espacial, da energia à agricultura, passando pela economia e pela sustentabilidade.

Será uma noite de tirar o fôlego: 120 investigadores e 60 projectos marcam presença nesta grande iniciativa de celebração da ciência, com 8 horas non-stop de espectáculos, experiências e demonstrações, conversas longas e outras mais aceleradas, instalações e workshops para todas as idades. A entrada é livre.

Luís Marcelo Mendes, jornalista brasileiro e consultor de projectos de comunicação, media digitais e exposições vem à NEI a convite da Ciência Viva falar sobre o futuro dos museus e dos centros de ciência. Outro debate juntará à mesma mesa Alexandre Quintanilha (Comissão parlamentar de Educação e Ciência), Henrique Martins (Direcção-Geral de Saúde) e Pedro Veiga (Centro Nacional de Cybersegurança) para reflectirem sobre a questão da privacidade da informação no sistema de saúde.

Em matéria de espectáculos, as atenções estarão viradas para os Tricycles, uma banda composta por quatro investigadores de biomedicina que irão actuar num palco muito especial: a Casa Inacabada. Já Magalie Lanriot propõe-nos uma performance de dança contemporânea em cordas suspensas sobre a representação da evolução humana em direcção a um futuro tecnológico.

Com o relógio a contar, iremos debater o futuro da agricultura e da exploração espacial em sprint-debates de 16 minutos. Vamos investir na inovação tecnológica do futuro com uma moeda virtual e descobrir os avanços de uma nova vacina para a malária.

Nesta noite queremos conhecer os nossos cientistas nas suas várias dimensões, da bancada do laboratório à bancada da cozinha. Por isso desafiámos Galopim de Carvalho e Maria Amélia Martins-Loução (Universidade de Lisboa) a fazerem-nos o jantar, servido na Cafetaria do Pavilhão do Conhecimento.

A Ciência Viva organiza a NEI pelo quinto ano, nesta edição em parceria com o i3S-Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, o Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) e a Universidade de Coimbra, com o apoio da Rede Nacional de Centros Ciência Viva.

No mesmo dia e à mesma hora, dezenas de instituições científicas, museus e centros de ciência em 24 pontos do país promovem uma noite de convívio informal entre a comunidade científica e a sociedade civil. Mostrar aos cidadãos quem são os nossos investigadores e conhecer a ciência que se faz em Portugal são os objectivos desta iniciativa celebrada à escala europeia em mais de 300 cidades.

Programa completo em www.pavconhecimento.pt
 
Programação nacional em noitedosinvestigadores.pt.

Férias de Verão: 30 mil exploradores levam a ciência na bagagem

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 É há 21 anos o programa de divulgação científica mais aguardado da época estival. A edição deste ano da Ciência Viva no Verão em Rede tem mais de 800 acções de norte a sul do país. Até 15 de Setembro, há ciência para todas as idades e para todos os gostos em www.cienciaviva.pt.


As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida
É um passeio para famílias todo o terreno, daquelas que se alimentam de adrenalina e que não têm problemas em se enfiar dentro de buracos (neste caso grutas) ou ir ao chão num declive mais acentuado. E já, agora, que não se intimidem a olhar para precipícios (neste passeio há vários). O local desta aventura é a Serra da Arrábida, não a parte que toda a gente conhece, mas sim as suas entranhas, sítio só acessível aos especialistas da Sociedade Portuguesa de Espeleologia. De manhã segue-se por um trilho rochoso e ziguezagueante, junto ao Cabo Espichel, que desemboca no Focinho do Cabo. Descer não é fácil, subir ainda é pior, por isso a melhor opção é continuar. Com a ajuda de material de escalada, os resistentes seguem por um "corrimão" de 15 metros junto à arriba, com o mar lá em baixo, até à Lapa das Pom! bas. A vista é de cortar a respiração. Lá em baixo avista-se a entrada da Gruta dos Morcegos, um dos mais importantes abrigos da espécie em Portugal. É um dia inteiro com o coração nas mãos onde o único momento fácil acontece durante o piquenique no parque de merendas do Alambre. As crianças a partir dos oito anos podem participar. Resta saber se há adultos com pedalada para as acompanhar.

Olhó Peixe Fresquinho - Ciência Viva nos Mercados
"Ó freguesa, olhó peixe fresquinho!". O pregão é bem conhecido de quem tem por hábito frequentar praças e mercados. Mas quantos dos fregueses conhecerão a fundo o peixe que consomem? Ou quais as espécies marinhas comercialmente mais importantes em Portugal? Como são capturadas? Existem épocas preferenciais para o seu consumo? As peixeiras dos mercados da Figueira da Foz e de Alvalade, juntamente com os investigadores do MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e do MAREFOZ, respondem a estas e outras perguntas enquanto se amanha o robalo fresco para o almoço. As idas à banca do peixe nunca mais serão as mesmas depois desta actividade da Ciência Viva nos Mercados.

Ciclo do Sal
Há quem diga que a vida sem sal não teria graça. Em todo o Tejo existe actualmente uma única salina em produção, a Marinha do Canto, que produz sal de forma artesanal. Este Verão o Complexo das Salinas do Samouco abre as portas aos exploradores da Ciência Viva, que ficarão a conhecer, desde o mar aos saleiros, uma actividade que ao longo dos anos tanto tem marcado a vida económica e cultural da vila de Alcochete. Estas salinas são também um local privilegiado de alimentação, refúgio e nidificação para milhares de aves como a chilreta, o pernilongo e o borrelho-de-coleira. Cada participante terá a oportunidade de ser salineiro por umas horas e rapar o sal marinho dos cristalizadores. No final poderá embalar e levar para casa 1kg de sal marinho artesanal, que decerto fará a diferença nas saladas e petiscos deste Verão.

Outras sugestões de reportagem:
No trilho do lobo-ibérico
O ouro das Portas de Almourão
Era uma vez... Uma visita ao Farol da Barra
Rota das Águas Livres
Passeio geológico da Foz do Douro
Vulcões na terra e no mar
C.S.I. na Mina!
Céus estrelados no Castelo
Venha conhecer a Ria Formosa
Caviar Portugal - Visita guiada a instalação piloto de aquicultura para produção de esturjão - Faro
Ciência na Rua
Vida marinha a bordo - Na rota dos golfinhos

SOBRE O PROGRAMA CIÊNCIA VIVA NO VERÃO EM REDE
A Ciência Viva no Verão é organizada desde 1996 pela Ciência Viva em colaboração com instituições científicas, Centros Ciência Viva, associações, autarquias e empresas.

O programa teve início com acções de Astronomia, tendo-se alargado mais tarde a outras áreas do conhecimento e integrado visitas guiadas com especialistas a praias, estuários, florestas, minas e pedreiras, faróis, pontes, barragens, castelos e empresas de diferentes áreas da engenharia. Em média participam por ano neste programa 30 000 pessoas.

Programa completo e inscrições em www.cienciaviva.pt.

O que pode um telhado verde fazer pela maior ETAR do país? Ciência Viva no Verão abre as portas da Fábrica de Água de Alcântara

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No campo, na praia ou na cidade, a ciência está na rua: a Ciência Viva no Verão é há 21 anos o programa de divulgação científica mais aguardado da época estival, com mais de 800 acções e saídas de campo para todas as idades e em todo o país.

Esta sexta-feira, 28 de Julho, às 11.00, a Ciência Viva convida os jornalistas a acompanharem uma das acções deste programa: uma visita à ETAR de Alcântara, organizada em parceria com a Águas do Tejo Atlântico e na companhia de especialistas.

A Fábrica de Água de Alcântara é a maior estação de tratamento de águas usadas do país, servindo cerca de 800 000  habitantes da zona ocidental da cidade de Lisboa e de parte dos municípios de Amadora e Oeiras.

A água tratada em Alcântara é devolvida ao rio Tejo em condições que respeitam os mais elevados padrões de segurança ambiental e de saúde pública, contribuído também para um rio e um estuário mais limpo e cheio de vida. Parte do caudal tratado é reaproveitado e reutilizado para diversos fins, como rega e lavagens, quer na própria instalação, quer pelo município de Lisboa. As lamas resultantes do processo de tratamento são também valorizadas, nomeadamente como fertilizante agrícola.

Um dos aspectos mais inovadores desta ETAR é o seu telhado verde, com 27 mil m², que permite reduzir o impacto paisagístico desta grande infraestrutura, situada junto a um parque florestal. O telhado verde traz ainda um melhor isolamento térmico e acústico das instalações.

Ponto de encontro:
Fábrica de Água - ETAR de Alcântara
Av. de Ceuta, Lisboa (Coordenadas:38.718674676966316N -9.174715876579285S)

SOBRE A CIÊNCIA VIVA NO VERÃO

A Ciência Viva no Verão é organizada desde 1996 pela Ciência Viva em colaboração com instituições científicas, Centros Ciência Viva, associações, autarquias e empresas. Decorre todos os anos entre 15 de Julho e 15 de Setembro.

O programa teve início há 21 anos com acções de Astronomia, tendo-se alargado mais tarde a outras áreas do conhecimento e integrado visitas guiadas com especialistas a praias, estuários, florestas, minas e pedreiras, faróis, pontes, barragens, castelos e empresas de diferentes áreas da engenharia. Em média, participam por ano neste programa 50 000 pessoas.

Para continuar a garantir a diversidade e a riqueza das actividades, a edição deste ano inclui mais de 25 experiências únicas em 50 datas cuja participação não é gratuita, como passeios de barco para observação de golfinhos, percursos pelo Aqueduto das Águas Livres para conhecer o circuito da água que serve Lisboa e visitas à Salina do Samouco, a única em produção em toda a região do Tejo e onde os participantes terão oportunidade de serem salineiros por algumas horas.

Programa completo e inscrições em www.cienciaviva.pt

Mais de 1200 estudantes do Secundário fazem férias no laboratório

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Julho é sinónimo de férias escolares mas não para todos os estudantes. Há um grupo de irredutíveis alunos que está em laboratórios de investigação, a trabalhar lado a lado com os cientistas. São mais de 1200 em todo o país, em Julho, Agosto e Setembro.

Esta é já a 21.ª edição da Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias, que iremos assinalar amanhã, 19 de Julho, às 11.00, no MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente. A visita será acompanhada pela Presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas.

Nos estágios do MARE, os estudantes aprendem as técnicas básicas de campo e de laboratório para estudar os ecossistemas dos estuários, com especial interesse pelo do Tejo, no qual um melhor tratamento dos efluentes domésticos e a alteração da actividade industrial nas suas margens levaram a uma melhoria da biodiversidade. No entanto, as alterações climáticas e as espécies invasoras têm já um impacto significativo: já são encontradas corvinas de origem tropical e a amêijoa japonesa será difícil de erradicar.

Na companhia de cientistas, os estudantes do Ensino Secundário aprendem a recolher amostras de água e de sedimento, a identificar espécies estuarinas e a avaliar a qualidade ambiental das diferentes zonas do estuário a partir da análise dessas recolhas. 

SOBRE O PROGRAMA CIÊNCIA VIVA NO LABORATÓRIO

Criada em 1997 pela Ciência Viva, a iniciativa Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias já proporcionou a cerca de 15 mil estudantes do ensino secundário o contacto directo com o trabalho de investigação em laboratórios e instituições científicas em todo o País através de mais de 5 000 estágios.

A edição deste ano conta com mais de 300 estágios em 80 instituições científicas, abrangendo um total de 1 230 estudantes.

Como habitualmente os temas são variados, da biologia à programação, da astrofísica às ciências sociais. Pesquisar princípios activos para medicamentos em plantas, cogumelos ou microalgas, saber como o "biohacking" está a tornar a biologia molecular acessível a todos, participar num bootcamp de biologia marinha ou construir um órgão electrónico são alguns dos estágios propostos.

Ponto de encontro:
MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Edifício C2, 5.º piso

Ver lista completa de estágios.

Mário Cláudio vence XXII Grande Prémio de Literatura dst com "Astronomia"

Prémio no valor pecuniário de 15 mil euros

“ASTRONOMIA” DE MÁRIO CLÁUDIO VENCE

XXII GRANDE PRÉMIO DE LITERTURA DST

*Prémio será entregue no dia 30 de junho, no Theatro Circo, no âmbito da Feira do Livro de Braga

 

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Mário Cláudio é o grande vencedor do XXII Grande Prémio de Literatura dst, que todos os anos premeia o melhor da literatura em Portugal. “Astronomia”, um romance de 2015, conquistou o júri por unanimidade pela “invulgar qualidade da narrativa”, onde impera a harmonia “num tecido em que os tempos se estabelecem, dialogam e reconstituem”. São tempos que retratam as diferentes fases da vida do autor - infância, maturidade e velhice -, através de uma autobiografia, que espelha uma visão fantasiosa de Mário Cláudio sobre o seu percurso.

O artista, que também se dedica à poesia, ao ensaio, à dramaturgia e aos livros infantis, trilhou um percurso ímpar na literatura portuguesa, onde se distinguem obras como “Amadeo”, “Guilhermina” e “Tiago Veiga”. Mário Cláudio é o pseudónimo de Rui Manuel Pinto Bardot Costa, que nasceu em novembro de 1941, no Porto, e se licenciou em Direito na Universidade de Coimbra. Soma também o diploma como Bibliotecário-Arquivista pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o título de “Master of Arts” em Biblioteconomia e Ciências Documentais, pela Universidade de Londres.

O Grande Prémio de Literatura dst, instituído em 1995 pelo grupo dst, afirma-se ano após ano como um dos mais importantes no panorama cultural português. José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, sublinha que “a existência do Grande Prémio de Literatura dst cumpre uma estratégia empresarial onde a leitura é entendida como um fator crítico de sucesso no desempenho económico do grupo e o pensamento dos poetas representa uma oportunidade para sermos capazes de ver o que de outra forma nunca o conseguiríamos sentir”.

Com um prémio pecuniário de 15 mil euros, apresenta um funcionamento rotativo, premiando num ano uma obra de prosa e, no seguinte, uma obra de poesia. Depois de ter distinguido nos últimos cinco anos nomes como Luísa Costa Gomes, Armando Silva Carvalho, Jacinto Lucas Pires e Maria Velho Costa, o galardão é agora entregue a Mário Cláudio, que sucede a Manuel Alegre, vencedor da edição do ano passado, com “Bairro Ocidental”. O autor de “Astronomia” receberá o prémio por ocasião da Feira do Livro de Braga, um evento que também conta com o apoio do grupo dst.

Risco sísmico e costeiro em debate no próximo Dia C

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O que está a ser feito para gerir o risco sísmico ou o risco costeiro? Em que medida está a comunidade envolvida na antecipação, mitigação e resposta a estes riscos?

Esta quinta-feira, 25 de Maio, às 19.30, Esperar o pior: a gestão do risco vai estar em debate no Pavilhão do Conhecimento, na edição deste mês do Dia C. São oradores convidados Mário Lopes, do Instituto Superior Técnico, e José Luís Zêzere, da Universidade de Lisboa.

Os riscos de origem natural podem ser agravados ou diminuídos conforme a qualidade do ordenamento territorial e urbanístico, da preparação da população e das medidas de limitação de danos.

A faixa costeira de Portugal Continental está sujeita a vários riscos - erosão costeira, inundações e galgamentos, maremotos, acidentes de poluição, degradação ambiental com impacto na qualidade das águas, etc. Podemos esperar que todos estes riscos se intensifiquem com a crescente concentração de populações no litoral e com o agravamento das alterações climáticas.

Devido à sua localização, o nosso território tem sofrido os efeitos de sismos de magnitude moderada a forte, com danos significativos em cidades e vilas do país. Para os sismólogos, é quase certo que o território volte a sofrer um sismo de magnitude como o de 1755 - mas não é possível dizer quando.

O Dia C: Desafios para a sustentabilidade é um ciclo de conversas inspiradas nos objectivos para o crescimento sustentável da ONU.

A entrada na conferência é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

Esta iniciativa tem como media partner o jornal Público.

Famelab 2017

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Doze portugueses disputam lugar no maior concurso de comunicação de ciência do mundo

 



A final nacional da 8.ª edição do FameLab, o maior concurso de comunicação de ciência do mundo, é já no dia 14 de Maio, às 16.00, no Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva.
Doze comunicadores de ciência de todo o país vão pisar o palco do auditório José Mariano Gago para provar, em apenas três minutos e sem qualquer apoio audiovisual, que são a melhor escolha para representar Portugal na final internacional do FameLab, a decorrer em Junho no Cheltenham Science Festival, no Reino Unido.

O conteúdo da comunicação, a clareza e o carisma demonstrados serão os critérios de avaliação utilizados pelo júri, composto por Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra), Jonathan Howard (Instituto Gulbenkian de Ciência), Carlos Catalão (Ciência Viva) e Ana Armada-Moreira (vencedora da edição de 2016). A entrada é livre e o público também terá oportunidade de eleger o seu candidato preferido.

O FameLab é um concurso de comunicação de ciência dirigido a quem trabalha ou estuda nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia ou matemática. Foi criado em 2005 no Cheltenham Science Festival e ganhou expressão internacional, contando actualmente com mais de 30 países concorrentes, da Europa à Ásia. Em Portugal é organizado pela Ciência Viva, pelo British Council e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Mais informação sobre os 12 finalistas da 8.ª edição do FameLab Portugal em www.cienciaviva.pt.

PROGRAMA:

16.00 - Abertura

16.15 - Comunicações dos finalistas

Luís Oliveira, Sagar Pratapsi, Andreia Maia, David Bidarra, Cátia Santos, Hugo Bettencourt, Mónica Ribau, Helena Calhau, Rita Trindade, Nádia Santos, Inês Freitas e Rúben Oliveira

17.45 - Reunião do júri

18.00 - Anúncio dos resultados e entrega dos prémios

Movimento Código Portugal põe o país a programar

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Até ao próximo domingo, será uma semana dedicada à nova literacia para o século XXI: a programação e o pensamento computacional. Este é o Movimento Código Portugal.

Hoje foi o primeiro dia e 270 escolas já resolveram 20 290 desafios gerando 134 876 blocos de código. Cada escola que participa faz acender uma luz numa árvore digital projectada no exterior do Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva, no Parque das Nações, em Lisboa. Ao longo da semana muitas mais serão as escolas a programar esta árvore virtual, visível, a partir de amanhã, em tempo real em https://www.codemove.pt/

No dia 11 de Dezembro, domingo, o Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva tem um programa especial, com entrada gratuita. Serão dezenas de actividades, demonstrações, workshops e instalações artísticas para miúdos e graúdos. E iremos mostrar os resultados desta primeira iniciativa do Movimento Código Portugal que quer pôr Portugal a programar.

O Movimento Código Portugal é uma iniciativa governamental nas áreas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Educação, Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e tem como parceiros a Direcção-Geral da Educação, a Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Mais em https://www.codemove.pt/

Robôs, Cuidados de Saúde e Bioética em debate no próximo Dia C

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Esta sexta-feira, 25 de Novembro, às 19.30, a ligação entre os Robôs, os Cuidados de Saúde e a Bioética vão estar em debate no Pavilhão do Conhecimento, na 8.ª edição do Dia C. Este mês a iniciativa integra a programação da Semana da Ciência e da Tecnologia, que decorre em todo o país de 21 a 27 de Novembro.

São oradores convidados João Sequeira (Instituto de Sistemas e Robótica/LARSysS) e Porfírio Silva (Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa e Instituto de Sistemas e Robótica/LARSysS). A moderação estará a cargo de Ana Noronha (Ciência Viva).

Os robôs são cada vez mais procurados para prestar cuidados de saúde a idosos ou a pessoas com outras limitações físicas. Esta procura parece justificar-se pelo aumento exponencial da população idosa e uma correspondente diminuição da população jovem activa, pela explosão dos custos de cuidados de saúde, e pelos avanços consistentes na robótica e da inteligência artificial.

Argumenta quem os procura que os robôs assistentes podem garantir a independência dos recipientes de cuidado e promover o envelhecimento ou convalescença num ambiente familiar, ao mesmo tempo que se reduz o esforço e o custo associados aos sistemas de saúde e famílias.

Outras vozes, no entanto, argumentam que a utilização de robôs de serviço contribuem apenas para um maior conforto dos prestadores de cuidados, com importantes consequências ao nível do isolamento social, depressão e perda de dignidade ou liberdade pessoal dos pacientes ou idosos afectados.

Que desafios éticos e morais devem ser considerados no desenvolvimento destas interacções entre humanos e robôs?

A entrada na conferência é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

O Dia C tem como media partner o jornal Público.

CerCiência - Atividades para famílias na BMDD

 

A Biblioteca Municipal D. Dinis recebe, nos dias 29 de outubro e 26 de novembro, às 11h00, a iniciativa CERCiência - Atividades para famílias.

Com a duração de uma hora, esta iniciativa destina-se a crianças dos 6 aos 12 anos acompanhadas por um adulto.

 

No dia 29 de outubro, o tema a desenvolver é a Ciência na cozinha. O mote é dado por livros como Herança Culinária e as Bases da Gastronomia Molecular, de Hervé This. Através deles podemos descobrir fenómenos físico-químicos que ocorrem durante a confeção dos alimentos, conhecer melhor os vários componentes da nossa alimentação, a sua história, novos pratos e novas formas de preparar as nossas refeições.

A Ciência está presente no nosso dia-a-dia, inclusivamente na nossa cozinha, e ajuda-nos a perceber melhor os fenómenos que acontecem quando preparamos os mais variados alimentos. Permite-nos também explorar novos ingredientes e novas formas de cozinhar.

 

 

 

O segundo tema, Ciência por trás das câmaras realiza-se no dia 26 de novembro. Inspirando-nos em livros como Secrets of Hollywood Special, de Robert McCarthy e Special Effects: The History and Technique, de Richard Rickitt, exploramos a presença da ciência na realização de filmes e séries, nomeadamente ao nível dos efeitos especiais.

O que está por trás daquilo que vemos nos filmes e séries de televisão? As imagens que vemos no ecrã têm segredos que a Ciência ajuda a revelar.