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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Famelab 2017

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Doze portugueses disputam lugar no maior concurso de comunicação de ciência do mundo

 



A final nacional da 8.ª edição do FameLab, o maior concurso de comunicação de ciência do mundo, é já no dia 14 de Maio, às 16.00, no Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva.
Doze comunicadores de ciência de todo o país vão pisar o palco do auditório José Mariano Gago para provar, em apenas três minutos e sem qualquer apoio audiovisual, que são a melhor escolha para representar Portugal na final internacional do FameLab, a decorrer em Junho no Cheltenham Science Festival, no Reino Unido.

O conteúdo da comunicação, a clareza e o carisma demonstrados serão os critérios de avaliação utilizados pelo júri, composto por Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra), Jonathan Howard (Instituto Gulbenkian de Ciência), Carlos Catalão (Ciência Viva) e Ana Armada-Moreira (vencedora da edição de 2016). A entrada é livre e o público também terá oportunidade de eleger o seu candidato preferido.

O FameLab é um concurso de comunicação de ciência dirigido a quem trabalha ou estuda nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia ou matemática. Foi criado em 2005 no Cheltenham Science Festival e ganhou expressão internacional, contando actualmente com mais de 30 países concorrentes, da Europa à Ásia. Em Portugal é organizado pela Ciência Viva, pelo British Council e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Mais informação sobre os 12 finalistas da 8.ª edição do FameLab Portugal em www.cienciaviva.pt.

PROGRAMA:

16.00 - Abertura

16.15 - Comunicações dos finalistas

Luís Oliveira, Sagar Pratapsi, Andreia Maia, David Bidarra, Cátia Santos, Hugo Bettencourt, Mónica Ribau, Helena Calhau, Rita Trindade, Nádia Santos, Inês Freitas e Rúben Oliveira

17.45 - Reunião do júri

18.00 - Anúncio dos resultados e entrega dos prémios

Movimento Código Portugal põe o país a programar

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Até ao próximo domingo, será uma semana dedicada à nova literacia para o século XXI: a programação e o pensamento computacional. Este é o Movimento Código Portugal.

Hoje foi o primeiro dia e 270 escolas já resolveram 20 290 desafios gerando 134 876 blocos de código. Cada escola que participa faz acender uma luz numa árvore digital projectada no exterior do Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva, no Parque das Nações, em Lisboa. Ao longo da semana muitas mais serão as escolas a programar esta árvore virtual, visível, a partir de amanhã, em tempo real em https://www.codemove.pt/

No dia 11 de Dezembro, domingo, o Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva tem um programa especial, com entrada gratuita. Serão dezenas de actividades, demonstrações, workshops e instalações artísticas para miúdos e graúdos. E iremos mostrar os resultados desta primeira iniciativa do Movimento Código Portugal que quer pôr Portugal a programar.

O Movimento Código Portugal é uma iniciativa governamental nas áreas da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Educação, Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e tem como parceiros a Direcção-Geral da Educação, a Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Mais em https://www.codemove.pt/

Robôs, Cuidados de Saúde e Bioética em debate no próximo Dia C

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Esta sexta-feira, 25 de Novembro, às 19.30, a ligação entre os Robôs, os Cuidados de Saúde e a Bioética vão estar em debate no Pavilhão do Conhecimento, na 8.ª edição do Dia C. Este mês a iniciativa integra a programação da Semana da Ciência e da Tecnologia, que decorre em todo o país de 21 a 27 de Novembro.

São oradores convidados João Sequeira (Instituto de Sistemas e Robótica/LARSysS) e Porfírio Silva (Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa e Instituto de Sistemas e Robótica/LARSysS). A moderação estará a cargo de Ana Noronha (Ciência Viva).

Os robôs são cada vez mais procurados para prestar cuidados de saúde a idosos ou a pessoas com outras limitações físicas. Esta procura parece justificar-se pelo aumento exponencial da população idosa e uma correspondente diminuição da população jovem activa, pela explosão dos custos de cuidados de saúde, e pelos avanços consistentes na robótica e da inteligência artificial.

Argumenta quem os procura que os robôs assistentes podem garantir a independência dos recipientes de cuidado e promover o envelhecimento ou convalescença num ambiente familiar, ao mesmo tempo que se reduz o esforço e o custo associados aos sistemas de saúde e famílias.

Outras vozes, no entanto, argumentam que a utilização de robôs de serviço contribuem apenas para um maior conforto dos prestadores de cuidados, com importantes consequências ao nível do isolamento social, depressão e perda de dignidade ou liberdade pessoal dos pacientes ou idosos afectados.

Que desafios éticos e morais devem ser considerados no desenvolvimento destas interacções entre humanos e robôs?

A entrada na conferência é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

O Dia C tem como media partner o jornal Público.

CerCiência - Atividades para famílias na BMDD

 

A Biblioteca Municipal D. Dinis recebe, nos dias 29 de outubro e 26 de novembro, às 11h00, a iniciativa CERCiência - Atividades para famílias.

Com a duração de uma hora, esta iniciativa destina-se a crianças dos 6 aos 12 anos acompanhadas por um adulto.

 

No dia 29 de outubro, o tema a desenvolver é a Ciência na cozinha. O mote é dado por livros como Herança Culinária e as Bases da Gastronomia Molecular, de Hervé This. Através deles podemos descobrir fenómenos físico-químicos que ocorrem durante a confeção dos alimentos, conhecer melhor os vários componentes da nossa alimentação, a sua história, novos pratos e novas formas de preparar as nossas refeições.

A Ciência está presente no nosso dia-a-dia, inclusivamente na nossa cozinha, e ajuda-nos a perceber melhor os fenómenos que acontecem quando preparamos os mais variados alimentos. Permite-nos também explorar novos ingredientes e novas formas de cozinhar.

 

 

 

O segundo tema, Ciência por trás das câmaras realiza-se no dia 26 de novembro. Inspirando-nos em livros como Secrets of Hollywood Special, de Robert McCarthy e Special Effects: The History and Technique, de Richard Rickitt, exploramos a presença da ciência na realização de filmes e séries, nomeadamente ao nível dos efeitos especiais.

O que está por trás daquilo que vemos nos filmes e séries de televisão? As imagens que vemos no ecrã têm segredos que a Ciência ajuda a revelar.

 

Ciência e Música no Teatro Thalia

 

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16 de Setembro, sexta-feira, às 20.00

Ciência e Música no Teatro Thalia

 



 No próximo dia 16 de Setembro, sexta-feira, às 20.00, o Teatro Thalia recebe o segundo concerto Tejo no Thalia. Com direcção de Marcos Magalhães e Marta Araújo, Os Músicos do Tejo apresentam, em versão de concerto, a ópera de Gluck "Paride ed Elena" (1770) − a terceira das suas óperas reformistas − com Carla Simões e Ana Quintans nos protagonistas. Completam o elenco Joana Seara e Sandra Medeiros.

Sob o tema "Emoções e Consciência", esta ópera sobre os amores de Páris e Helena foi dedicada pelo compositor ao Duque de Lafões, co-fundador da Academia das Ciências de Lisboa. A apresentação científica estará a cargo do Professor Miguel Castelo-Branco, da Universidade de Coimbra.

Este é o segundo concerto do ciclo "Ciência na Música", com curadoria do Professor Jorge Calado, produzido pela Ciência Viva em articulação com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Os Músicos do Tejo são um conjunto instrumental de música antiga fundado em 2005 por Marco Magalhães (cravista e director musical) e Marta Araújo (cravista e directora). As suas actuações e discografia têm merecido críticas entusiásticas da imprensa portuguesa e estrangeira. O elenco compreende algumas das melhores cantoras portuguesas com reputação internacional.

O concerto terá a duração de três horas (incluindo apresentação e intervalo de 20 minutos).

Bilhetes à venda na Ticketline, Pavilhão do Conhecimento, locais habituais e no Teatro Thalia, uma hora antes do espectáculo. Custo: 10 euros.

Sobre o projecto Músicos do Tejo

Sobre o concerto

Ciência Viva no Verão celebra 20 anos com cruzeiro científico a bordo da caravela Vera Cruz. Segunda escala: Lisboa

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 Esta quinta-feira, dia 4 de Agosto, às 09.00, o cruzeiro científico que assinala os 20 anos da Ciência Viva no Verão chega a Lisboa. A caravela Vera Cruz irá atracar na Estação Fluvial de Belém e os jornalistas interessados poderão subir a bordo para um passeio no Tejo na companhia dos oito jovens investigadores e da tripulação, falando sobre as experiências científicas realizadas durante a expedição e os detalhes da vida a bordo. A viagem será acompanhada pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

No jardim junto à Torre de Belém terá lugar durante todo o dia um festival de ciência ao ar livre, organizado pelo Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva, no qual participam 25 unidades de investigação, museus, Centros Ciência Viva e empresas. Aprender a pilotar um veículo telecomandado de exploração do fundo do mar, observar o sol, participar em percursos geológicos e botânicos, degustar espécies de pesca sustentável e pão feito com algas, recriar os instrumentos de navegação da época dos Descobrimentos e descobrir os recursos que o mar nos dá, da alimentação aos fármacos, são algumas das experiências disponíveis para o grande público.

A viagem Ao Leme com Ciência Viva é feita em colaboração com a Aporvela - Associação Portuguesa de Treino de Vela. Os jovens investigadores que participam nesta expedição, todos na casa dos 20 anos, pertencem a laboratórios das áreas da astronomia, geofísica e das ciências do mar: Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (Lisboa), Instituto Dom Luiz (Lisboa), Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (Porto), Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (Aveiro), MARE (Lisboa e Figueira da Foz) e Centro de Ciências do Mar (Faro).

Ao longo deste cruzeiro científico serão abordados alguns dos grandes temas do oceano para as próximas décadas: a subida do nível do mar, as alterações climáticas, os microplásticos, a poluição, a erosão do litoral, a sobrepesca e a exploração dos recursos marinhos. Durante o percurso os cientistas farão também observações e medidas de parâmetros oceanográficos, como a salinidade e a temperatura, e recolha de água e de materiais biológicos para análise. Esta aventura científica poderá ser acompanhada pelo público em tempo real através do blogue Ao leme com Ciência Viva

Em cada escala da caravela os Centros Ciência Viva organizam um festival de ciência, integrado no programa Ciência Viva no Verão em Rede, que continua até 15 de Setembro com mais de 1 000 actividades em todo o país.

Calendário dos Festivais de Ciência:
2 de Agosto, terça-feira, Sines
Organizado pelo Centro Ciência Viva do Lousal, a Câmara Municipal de Sines, a Administração do Porto de Sines e Algarve e o Sines Tecnopolo em Sines, em colaboração com os Centros Ciência Viva de Estremoz, Lagos, Faro e Tavira.

4 de Agosto, quinta-feira, Lisboa 
Organizado pelo Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva no Jardim da Torre de Belém, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e os Centros Ciência Viva de Sintra, Planetário Calouste Gulbenkian, Constância e Alviela.

7 de Agosto, domingo, Ílhavo
Organizado pela Fábrica - Centro Ciência Viva de Aveiro no Porto de Aveiro, em colaboração com a Câmara Municipal de Ílhavo e os Centros Ciência Viva de Coimbra (Exploratório) e Proença-a-Nova.

9 de Agosto, terça-feira, Porto
Organizado pelo Planetário do Porto - Centro Ciência Viva no Jardim do Passeio Alegre, em colaboração com a PortoLazer e os Centros Ciência Viva de Bragança, Vila do Conde e Guimarães.

Quem são os investigadores? Descubra-os aqui  

Outros destaques da Ciência Viva no Verão em Rede aqui

Todos os alunos estão em férias escolares. Todos? Não!

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 Há um grupo de irredutíveis estudantes do ensino secundário que está em laboratórios de investigação, a trabalhar lado a lado com os cientistas. São mais de 1200 em todo o país, em Julho, Agosto e Setembro.

Esta é já a 20.ª edição da Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias, que iremos assinalar esta sexta-feira, 15 de Julho, às 12.00, no Centro de Investigação de Materiais da Universidade Nova de Lisboa - CENIMAT, no Monte de Caparica. A visita será acompanhada pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e pela Presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas.

Nos 27 estágios de uma semana realizados nesta unidade de investigação, liderada pela cientista Elvira Fortunato, os alunos têm a oportunidade de criar dispositivos electrónicos para gadgets com uma impressora a jacto de tinta, utilizar a gelatina para fazer biossensores, aplicar fibras sintéticas em Medicina semelhantes a teias de aranha, produzir osso sintético a partir da casca de camarão ou utilizar um simples micro-ondas para desenvolver materiais antibacterianos, entre outros desafios.

O CENIMAT é reconhecido a nível nacional e internacional pela investigação nas áreas da engenharia e da ciência dos materiais. O Centro integra, desde 2006, o Laboratório Associado i3N - Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação.


SOBRE O PROGRAMA CIÊNCIA VIVA NO LABORATÓRIO

Criada em 1997 pela Ciência Viva, a Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias já proporcionou a cerca de 15 mil estudantes do ensino secundário o contacto directo com o trabalho de investigação em laboratórios e instituições científicas em todo o País através de mais de 4500 estágios.

A edição deste ano conta com mais de 300 estágios em 80 instituições científicas, abrangendo um total de 1240 estudantes. Descobrir a Matemática dos mercados financeiros, perceber a relação entre neurónios, obesidade e envelhecimento, construir micro-robôs, analisar o consumo de álcool na população portuguesa ou participar numa escavação arqueológica são apenas alguns exemplos dos estágios que os alunos poderão realizar até ao início de Setembro. Esta é sem dúvida uma oportunidade de contacto directo com os investigadores e com o seu trabalho diário.

Ponto de encontro: CENIMAT
Morada: Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Campus Caparica, Monte da Caparica
Mapa

Ver lista completa de estágios.

Mais informações:
Unidade de Comunicação e Imagem
Catarina Figueira: 96 156 09 26

Ciência Viva no Verão em Rede arranca com peixe fresquinho

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No campo, na praia ou na cidade, a ciência está na rua: 20 Anos de Ciência Viva no Verão

 

Ciência Viva no Verão em Rede arranca com peixe fresquinho

 

A edição deste ano da Ciência Viva no Verão em Rede, que assinala os 20 anos do programa, arranca na próxima quarta-feira, dia 20 de Julho, às 10.30, no mercado da Figueira da Foz. O evento conta com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

Durante a acção "Olhó o peixe fresquinho", integrada na iniciativa "Ciência Viva no Mercado", os participantes, acompanhados pelos investigadores do laboratório MAREFOZ, vão visitar a área de venda de peixe fresco, descobrir a diversidade de espécies marinhas habitualmente comercializadas, as suas características fisiológicas e a forma como são exploradas.

A "Ciência Viva no Mercado" pretende levar o público à descoberta dos mercados municipais, dos vendedores de peixe e do peixe que vendem dando-lhes a conhecer a investigação para a gestão sustentável das pescas. Mas não só. E também sensibilizar o público para a importância de diversificar os seus hábitos de consumo de pescado. Em todo o território nacional realizam-se mais de 50 visitas, acompanhadas por investigadores da área da Biologia Marinha, promovidas pela Rede de Centros Ciência Viva.

O MAREFOZ resulta de uma parceria entre a Universidade de Coimbra, o MARE, a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Incubadora de Empresas da Figueira da Foz para o desenvolvimento da Economia Azul. Participam na visita, organizada pelo Centro Ciência Viva de Coimbra - Exploratório Infante D. Henrique, o Vice-Reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, a Presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas, o Director do Centro de Ciência Viva de Coimbra, Paulo Trincão, e o Coordenador do MAREFOZ, João Carlos Marques.

A Ciência Viva no Verão é o programa de divulgação científica mais aguardado da época estival. Este ano verificaram-se 3000 inscrições só nos primeiros 15 minutos e até às 15.00 de hoje inscreveram-se 10957 pessoas. São mais de 1100 acções e passeios científicos em todo o território nacional, organizadas em parceria com mais de 150 entidades.

SOBRE A CIÊNCIA VIVA NO VERÃO

A Ciência Viva no Verão é organizada desde 1996 pela Ciência Viva em colaboração com instituições científicas, centros ciência viva, associações, autarquias e empresas. Decorre todos os anos entre 15 de Julho e 15 de Setembro.

O programa teve início há 20 anos com acções de Astronomia, tendo-se alargado mais tarde a outras áreas do conhecimento e integrado visitas guiadas com especialistas a praias, estuários, florestas, minas e pedreiras, faróis, pontes, barragens, castelos e empresas de diferentes áreas da engenharia. Em média, participam por ano neste programa 50 000 pessoas.

A Ciência Viva no Verão é uma iniciativa de divulgação científica aberta a todos, aproximando os cidadãos da ciência sob a forma de uma experiência directa e vivida, na companhia de investigadores e especialistas de empresas, museus, autarquias e associações científicas. Desde 2015 o programa é organizado em parceria com a Rede de Centros Ciência Viva, permitindo uma optimização de recursos e um contacto mais próximo com as populações.

Programa completo em www.cienciaviva.pt

 

 

Doze portugueses prestam provas para o maior concurso de comunicação de ciência do mundo

 

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Já estamos em contagem decrescente para a final nacional do FameLab Portugal, que terá lugar este sábado, 7 de Maio, às 16.30, no Pavilhão do Conhecimento. 

Doze talentosos comunicadores de ciência vão pisar o palco do auditório José Mariano Gago e tentar convencer o júri de que são a melhor escolha para representar Portugal na final internacional do FameLab, que terá lugar em Junho no Cheltenham Science Festival, Reino Unido. 

Os candidatos dispõem de apenas três minutos para apresentar o seu tema, sem qualquer apoio de audiovisuais. O conteúdo da apresentação, a clareza e o talento demonstrados são critérios fundamentais de avaliação pelo júri, composto por Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra), João Caraça (Fundação Calouste Gulbenkian) e Bárbara Teixeira (vencedora da edição 2015 do FameLab Portugal).

O FameLab é um concurso de comunicação científica dirigido ao grande público. Teve início em 2005 e ganhou expressão mundial, com mais de 25 países concorrentes, da Europa à Ásia. Em Portugal é organizado pela Ciência Viva, pelo British Council e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Mais informação sobre os 12 finalistas da 7.ª edição do FameLab Portugal em www.cienciaviva.pt.

PROGRAMA:

16.30 - Abertura

16.45 - Comunicações dos finalistas: Ana Armada-Moreira, Susana Silva, Catarina Loureiro, Jorge Ferreira, Carla Lourenço, Inês Guimarães, Patrick Ferreira, Daniel Oliveira, Carlos Teixeira, João Rodrigues, Carolina Figueira e Bernardo Peixoto

18.00 - Reunião do júri

18.20 - Anúncio dos resultados e entrega dos prémios

Bioética e Vacinação Infantil em discussão no Pavilhão do Conhecimento

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Que razões culturais, religiosas ou filosóficas poderão estar por trás da recusa de alguns pais em vacinar os filhos? Deverá esta situação ser encarada como um direito individual? E quais as consequências para a sociedade?

É já no próximo dia 28 de Abril, quinta-feira, às 19.30, que o tema Bioética e Vacinação Infantil vai estar em debate no Pavilhão do Conhecimento. São oradores convidados Filipe Almeida (Universidade do Porto e Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida), Graça Freitas (Direcção-Geral de Saúde) e Virgínia Calado (Universidade do Minho).

A disseminação de muitas doenças graves pode ser substancialmente limitada se parte considerável da população estiver vacinada. Esta protecção beneficia mesmo os poucos indivíduos não vacinados ou aqueles para quem a vacinação não é eficaz. Esta imunidade de grupo poderá ficar seriamente comprometida se um número elevado de pessoas não for vacinado.

Portugal dispõe desde há 50 anos de um Programa Nacional de Vacinação. Poderá a sua eficácia estar em risco devido a decisões individuais e controvérsias sobre a vacinação?

Esta iniciativa integra as Conversas Ciência Conhecimento (Dia C) organizadas em parceria com o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, que decorrem no Pavilhão do Conhecimento até Novembro na última quinta-feira do mês.

A entrada é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

O Dia C tem como media partner o jornal Público.