10 de Fevereiro de 2012
21h45
Trienal de Arquitectura de Lisboa
Campo de Santa Clara 142-145
Se pudesse escolher chamava-lhe Eduardo e dizia-lhe que queria que fosse arquiteto e português. Dizia-lhe que esboçasse no ar, além de sorrisos – gosto de homens a sorrir – linhas de cimento, vidro e madeiras, reflexos e entradas. Dizia-lhe que me erguesse quatro paredes para ter uma morada, mesmo que não fosse minha. Dizia-lhe que podia ser abstrato no papel e real nos dias dos homens. Eduardo aconteceu. E agora dá-se em livro, em lançamento e em conferência: Eduardo Souto de Moura: Atlas de Parede, Imagens de Método. Um atlas de parede – de uma parede só – que um homem que esteja sempre entre quatro paredes está encurralado. O mapa de um homem nacional que nos internacionaliza. Eduardo Souto de Moura vivifica-nos. / Inês Pires
Fonte: LeCool
6 de Dezembro de 2011
19h
Lux
Avenida Inf.D. Henrique (Cais da Pedra Armazém A)
Santa Apolónia
Não sei porque hão-de ligar sempre o uma discoteca a algo boémio. Desta vez, tenho razão. Arquitetos: conferência sobre reabilitação de edifícios (bem que precisamos de fazer isso à nossa cidade). Ouçam, falem, sejam criativos (mais do que o que já são) e ajudem-nos a recuperar a velha Lisboa: dêem-lhe um elixir da juventude e ponham-nos a cidade a sorrir e a nós com ela. O que é que é preciso fazer, meus senhores? / Francisco (Foto de intervenção por parte de Ana Pinto e João Alves Arquitectos)
Fonte: Lecool
24 a 26 de Novembro
Instituto Francês de Portugal, Av. Luís Bivar 91
Três dias a debater a arte contemporânea. Coordenação científica de José Gil e Ana Godinho. Um tema preciso: que arte contemporânea? Yves Michaud, Brian Massumi, Nicolas Bourriaud, Marc Jimenez e outros. António Guerreiro a desenvolver as suas vinhetas semanais, sem data e com aspas: «Todos aqueles que criticam o sistema em que vivemos, hoje à beira do colapso, parecem querer salvá-lo, incapazes de dar o salto que lhes permitiria pôr a questão de um recomeço – esse recomeço que já Walter Benjamin, no início dos 30 do séc. XX, dizia ser a atitude própria dos grandes construtores, daqueles que, fazendo tábua rasa do que vigorava antes, são induzidos a construir a partir do pouco que têm, sem olhar à direita nem à esquerda. Para essa atitude dos construtores capazes de fazer tábua rasa reservou Benjamin o conceito de barbárie positiva. Onde estão estes bárbaros?» Reflexão em tempo de greve
Fonte: LeCool
22 de Novembro de 2011
18h
Museu do Oriente
Lisboa
Conferência por Harumitsu Hanya
Sempre que falamos do Japão actual, as palavras que mais rapidamente nos vêm à memória são tecnologia, robótica, futurismo… E a tendência é relacionar estas palavras com o desenvolvimento que se verificou no Japão em finais do século XX, sabendo que o país se converteu num aluno excelente em matéria de conhecimentos técnicos do ocidente, a ponto de se tornar no país avançado em tecnologias de ponta.
Porém, nem sempre temos em conta que muitos dos êxitos do Japão actual têm origem na tradição e em épocas distantes, Se bem que as noções técnicas que estiveram na base deste processo provenham do intercâmbio cultural verificado no período Muromachi, com a presença de portugueses, espanhóis e chineses, o primeiro desenvolvimento importante da engenharia mecânica do Japão remonta ao período Edo.
Neste contexto, a Fundação Japão e o Museu do Oriente apresentam, pela primeira vez em Portugal, Harumitsu Hanya, mestre artesão de bonecos karakuri. Numa conferência com tradução, falará da origem desta técnica e da sua evolução, ilustrando a sua exposição com alguns exemplares da sua autoria.
Num dos mais antigos compêndios de engenharia mecânica do Japão, datado de 1798, surgem as primeiras referências aos bonecos karakuri. Nele se detalhava a estrutura e o processo de construção de diversos engenhos mecânicos, nomeadamente os bonecos autómatos. Estas técnicas mecânicas eram ocultadas do grande público, passando de mestres para alunos. Os movimentos dos bonecos conseguiam-se através de molas, mercúrio ou areia e podiam ser construídos sem parafusos ou pregos metálicos, recorrendo à madeira ou a peças cerâmicas; a técnica de construção seria semelhante à utilizada pelos mestres relojoeiros.
Os bonecos karakuri foram o expoente máximo da alta tecnologia do período Edo e o legado da sua técnica de construção foi difícil de manter de mestre para aprendiz, já que exigia não apenas conhecimentos mas também uma grande perícia técnica.
Na actualidade, estes bonecos são considerados tesouros a conservar sobretudo porque já não existem praticamente exemplares daquele período.
HARUMITSU Hanya nasceu em 1942 e dirige a oficina de Restauro de Bonecos Mecânicos Karakuri onde se restauram e fabricam bonecos autómatos utilizando as técnicas antigas. Na sua conferência, o mestre mostrará e explicará o funcionamento de três exemplares de bonecos: o boneco que serve chá, o boneco acrobata e o boneco mágico.
Uma oportunidade de descobrir um dos aspectos mais desconhecidos da tradição japonesa que une passado e futuro da alta tecnologia do país do sol nascente.
17 de Outubro e 11 de Novembro de 2011
18h30
Rua Arco do Cego - Edifício Sede da CGD
Lisboa
“Não gosto, não gosto mesmo nada, não gostei nem gosto”, declara Jorge Silva Melo numa espécie de nota introdutória à série de conferências, na Culturgest de Lisboa, em que assume o papel de orador.
E de que não gosta? Diz o encenador que não gosta “dos críticos que temos”, “dos programadores-autores” ou “dos ministros, directores-gerais”. Ressalva que, afinal, não se trata de não gostar das pessoas — “há de quem gosto e gostarei” —; do que não gosta “é das funções, do tempo que perdem, do tempo que fazem perder, do mundo que tapam”. E de que gosta Jorge Silva Melo? De “actores, actrizes, técnicos”.
Culturgest
Jorge Silva Melo, encenador, actor, cineasta e crítico, protagoniza quatro conferências, entre Setembro e Novembro. As três primeiras falam do que não gosta: não gosta de críticos, não gosta de programadores (nem sabe muito bem o que isso é) e não gosta de ministros, secretários, chefes de gabinete, vereadores, assessores, directores-gerais (não das pessoas que fazem essas coisas, mas por causa do tempo que se perde a fazer e a desfazer). A última conferência é a única que é dedicada àquilo que gosta. E Silva Melo gosta de actores, também era o que mais faltava se não gostasse.
Não Gosto de Programadores, Não Sei o que Fazem
10 Out/11: 18h30
Não Gosto de Ministros, Secretários, Chefes de Gabinete, Vereadores, Assessores, Directores-Gerais e em Geral
17 Out/11: 18h30
Gosto de Actores, Ai de mim
7 Nov/11: 18h30
Informações Úteis: Entrada livre (levantamento de senha de acesso 30 min antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo por pessoas 2 senhas)
6 de Outubro de 2011
das 10h às 19h
ICS-UL
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt
Lisboa
Pirata, s. m., [...] pessoa cruel; malandro; velhaco; manhoso; homem sem escrúpulos. Esta definição de dicionário pede que se acrescente “homem a abater”, tal a carga pejorativa da palavra. Mas será assim? O pirata afinal faz parte da galeria das figuras românticas e hoje usa-se a palavra quando nos referimos àqueles que defendem a partilha da informação no ciberespaço sem restrições autorais. Com as novas tecnologias de replicação, esperar que um autor esteja morto há 70 anos para a obra não estar sujeita a copyright é absurdo, impedindo até a evolução científica e cultural
– isto para os novos piratas. Já os autores têm, obviamente, outra visão do assunto... A conferência Cultura pirata na sociedade da informação está aí para debater a questão. Sem atavismos nem dogmas. / Lino Palmeiro
Fonte: LeCool
29 de Setembro de 2011
a partir das 14h30
Teatro do Bairro
Rua Luz Soriano, 67
LIsboa
O Futuro da Liberdade é um direito. É um direito civil, de todos e de cada um de nós. São as protecções e privilégios de poder pessoal dados a todos os cidadãos por lei, estabelecidos pelas nações limitados aos seus limites territoriais. És tu e eu, somos nós. Um colectivo de pessoas que em sociedade defende o mesmo fim, o respeito mútuo e a defesa humana como liberdade para as gerações futuras. O aprendizado de séculos, discutido em prol deste novo século XXI. / Francisco Pinheiro
Fonte: LeCool
Palácio Foz
Praça dos Restauradores, Lisboa
A Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa (CCLBL), com o apoio das Embaixadas da Bélgica e do Luxemburgo, vai promover no segundo semestre de 2011 um Ciclo de Conferências sobre a Europa, a decorrer no Palácio Foz, em Lisboa.
Aceda aqui ao programa.
Em 2011, completam-se 60 anos sobre a assinatura do tratado de Paris, pela França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo, que estabeleceu a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA).
Por seu turno, Portugal aderiu à Europa (CEE, CECA e CEEA), em paralelo com a Espanha, há precisamente 25 anos, em 1986. Portugal não teve, por isso, um envolvimento directo nas primeiras décadas de construção europeia e também, afortunadamente não participou na Segunda Guerra Mundial.
Assinalando estas efemérides, as conferências irão versar sobre o contexto histórico que moldou o projecto europeu, enquanto obra que, nas palavras de Robert Schuman, “não se fará de uma só vez” mas que “será construída através de realizações concretas”.
É por isso importante cultivar-se a memória da história que moldou o projecto europeu nas suas origens profundas e reavivar este acquis que é hoje parte de uma história comum a Portugal, à Bélgica e ao Luxemburgo, bem como aos povos dos restantes Estados-Membros da União Europeia.
Esperamos por si no Palácio Foz!
Primeira Conferência:
Programa:
18h00 Visita guiada ao Palácio (limite de 30 participantes)
19h00 Introdução
Luís Neto Galvão, Presidente da Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa
19h05 Palestra
Jean-Michel Veranneman de Watervliet, Embaixador da Bélgica
Convidamos todos os interessados a participar neste evento. Porém, uma vez que a visita guiada ao Palácio tem um limite de 30 participantes, caso esteja interessado em fazer essa visita, convidamo-lo a preencher e enviar-nos a ficha de inscrição abaixo.
Participam também nesta iniciativa:
Câmara do Comércio e Indústria Luso-Chinesa
Câmara de Comércio Luso-FInlandêsa
Câmara do Comércio Portugal-Holanda
Câmara de Comércio Portugal-India
"----------------------------------------
FICHA DE INSCRIÇÃO
A entrada é gratuita, a visita guiada sujeita inscrição
Favor de reenviar à CCLBL até ao dia 6 de Setembro de 2011
Nome(s) e título(s):
........................................
Empresa representada:
........................................
Actividade:.............................
Sector:.................................
Função:.................................
Morada:
........................................
Tel : ........................................
Fax :.......................................
Email: ........................................
Data : ............................
NB: Pedimos às pessoas inscritas que por qualquer motivo não possam assistir à visita guiada para confirmarem a sua desistência à CCLBL, com 48 horas de antecedência.
Para mais informações, por favor contactar:
Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa
Av. Duque d’Ávila, 203 - 5º – 1050-082 Lisboa
Tel.: (+351) 213.152.502/03 – Fax.: (+351) 213.547.738
E-mail: info@cclbl.com
– Web: www.cclbl.com
17 de Junho de 2011
Avenida de Berna, 45 A
Lisboa
Conferência integrada no programa Gulbenkian Próximo Futuro.
Com os seguintes intervenientes:
09:30 - Achille Mbembe (Camarões)
Democracia e a Ética do Mutualismo.
Apontamentos sobre a Experiência Sul-Africana
11:30 - Ralph Austen (Estados Unidos da América)
As grandes incertezas da historiografia africanista: Existe um tempo "africano" e pode o seu passado anunciar o seu futuro?
14:30 - Eucanãa Ferraz (Brasil)
Da poesia – o futuro em questão
16:00 - Margarida Chagas Lopes (Portugal)
Produção, utilização e partilha do conhecimento na economia global
Última conferência do ciclo ‘10 anos do 11 de Setembro’
Dia 7 de Junho, a partir das 18h, o Grémio Literário, em Lisboa recebe a última conferência do ciclo organizado pela Fundação Luso-Americana (FLAD), dedicado aos 10 anos do atentado e que, dada a recente morte de Bin Laden, assinala também o encerrar de um “ciclo” que teve início a 11 de Setembro de 2001.
A cobertura mediática e o impacto do 11 de Setembro na opinião pública é o tema desta conferência que é também a data escolhida para a inauguração da exposição fotográfica New York Landmarks, sobre a cidade de Nova Iorque.
A conferência conta com a presença de Abderrahim Foukara, responsável pelo Aljazeera Satellite Channel em Washington, Wally Dean, director do Committee of Concerned Journalists (CCJ), e Adelino Gomes, jornalista.
Maria de Lurdes Rodrigues, presidente da FLAD, preside à sessão, que vai ser moderada por Sara Pina, comissária do ciclo de conferências. Na conferência vão estar também presentes estudantes da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, que irão participar no debate. A entrada é livre.
Por Graziela Costa | gcosta@mundouniversitario.pt
26 de Maio de 2011
19h
Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva
Praça das Amoreiras 58
Lisboa

Uma vez, disseram-me que o arquitecto não é artista, que é coisa de preto no branco e já está. A mim não me enganam. Eu sei. Eu sei que a arquitectura é a arte a crescer, a ganhar volume sem adubos; é suor e labor humanos. Começa na massa cinzenta, em ponto inicial, e precipita-se, em linha, na ponta dos dedos electrónicos ou de grafite ou de tinta. Nestes dias em que nos querem fazer ceder perante o capital metálico desestruturado, a ruir, falem-nos é do capital cultural. Demos voz à dimensão artística do homem, à continuidade histórica do património artístico e à sua renovação. Do abstracto ao papel construído. Do Conceito à Obra, em conferência aberta, o arquitecto João Pedro Serôdio toma balanço no processo criativo, segue pela construção até à obra feita. O homem no espaço, uma viagem a três dimensões. / Inês Pires
Fonte: LeCool

26 de Maio de 2011
9.30 às 18.00
Museu do Oriente
Lisboa
Coordenador: João Ferreira do Amaral
Horário: Público-alvo: Adultos
Participantes: Máx.90
Entrada livre sujeita a inscrição
A resposta à crise por parte das instituições europeias foi frouxa e tardia. A consciência destas deficiências levou a União Europeia a avançar com novas regras para a governança económica da Europa. A intenção da conferência é debater estas regras e avaliar o impacte da sua entrada em vigor tanto sobre a economia europeia como sobre a economia portuguesa.
Ficha de Inscrição aqui.
A d’Orfeu Associação Cultural e os Presidentes das Câmaras Municipais de Águeda, Albergaria-a-Velha, Estarreja, Ovar e Sever do Vouga convidam toda a Comunicação Social para a Conferência de Imprensa conjunta de apresentação da 3ª edição do “Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo”, que contará ainda com a presença do Director-Geral das Artes.
A apresentação terá lugar na próxima quinta-feira 5 de Maio de 2011, pelas 15h30, no Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha (Rua Castro Matoso – junto à Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha).
Contamos com a V/ presença e colaboração na difusão jornalística desta 3º edição do Festim.
http://www.festim.pt/
contactos com imprensa:
<dorfeu@dorfeu.pt>
Sara Vidal 936006313
Luís Fernandes 936006370
http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
www.facebook.com/dorfeu.associacao.cultu

|
Rua Coelho da Rocha, 16-18 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/
Bíblia & Poesia O que sabe a Bíblia sobre a palavra – João Lourenço (Teólogo) Os Poetas abrem a Bíblia |
| Informações Úteis: Entrada livre |

12, 19 e 26 Abril de 2011
Às 18h30
Culturgest
Edifício Sede da CGD
Rua do Arco do Cego, Piso 1
Lisboa

Comunicação confidencial de Agente Especial Banana, infiltrada na vida de todos os dias, célula adormecida de uma pessoa só, em batalha contínua contra exércitos de variável dimensão entre o intervalo de zero e milhões. Nunca peguei numa arma e já matei sem saber a conta, não sei de biologia mas posso espalhar vírus por todo o mundo, não preciso de uma base para reunir o meu exército, mas não tenho a certeza porque luto. Gostava que a minha guerra fosse pelo direito a viver à minha vontade, mas não consigo compreender porque lutam contra mim. Sei que se não aparecer na televisão não existo, portanto talvez faça algo imponderado um destes dias para ver se oiço falar de mim. Depois posso sempre pôr na net. / Bananita
Gratuito (Levantamento de senhas a partir das 18h)
8 de Abril de 2011
18h30
Universidade Autónoma de Lisboa
Auditório 1

Promovida pelo Departamento de Psicologia e Sociologia da UAL, a conferência ‘O Sono e os Sonhos’ vai ser coordenada pelo Prof. Dr. António Mendes Pedro, Docente da UAL, Psicanalista e Membro da Sociedade Americana de Psicossomática, contando também com a participação da Mestre em Psicossomática Teresa Vasconcelos e com a Mestre em Psicologia, Andreia Borges.

31 de Março de 2011
19h
Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva
Praça das Amoreiras 58
Lisboa

São necessários novos paradigmas para a sociedade pós-moderníssima em que nos encontramos. Acho que toda a gente já percebeu isso. Estamos fartos de guetos, de bairros sociais desumanos e mal enjorcados (como eu gosto desta expressão). Estamos fartos do senhor “Henrique Cimento” e seus camaradas patos-bravos. E estamos fartos de políticas urbanas que se esquecem deliberadamente dos espaços verdes. É necessário abrandar o ritmo alucinante com que se constrói (e destrói), recorrer a materiais alternativos e mais sustentáveis na arquitectura. Um futuro melhor é possível e viver nas cidades não tem de ser desumano. Há que agir, trocar ideias, gerar debates, brainstormings e think tanks. Se os políticos que nos governam não percebem patavina disto, façamos nós por eles. Chega de conversas ressabiadas de café. Let’s just do it. / Raquel Ponte
18 de Março de 2011
Conferência às 19h
Centro Galego de Lisboa
Rua Júlio de Andrade 3
Lisboa

Este ano comemora-se o centenário e não só (faleceu em 1981, em Vigo), do nascimento de Álvaro Cunqueiro. O escritor de Mondoñedo escreveu certa vez que todas as notícias verdadeiras têm mais de 300 anos. E isto em 1953. Certa vez escreveu sobre «aquellos ousados navegantes, cuyas madres, cuando era posible, iban a parirlos al mar» a propósito dos irlandeses e de São Brandão. Bilingue, foi director do Faro de Vigo e até suspeito de franquismo. A Xuventude em Lisboa serve lacón con grelos, filloas e licor café ao jantar. Moito galego... Depois de António Mira falar de don Álvaro. / Pedro Ventura
17 e 18 de Março de 2011
Faculdade de Letras da UL e Faculdade de Belas-Artes da UL
Lisboa

A maior prova de que a beleza é relativa, é esse provérbio tão repetido por todos os que namoram com alguém muito pouco parecido com uma Gisele Bundchen ou um Brad Pitt: quem feio ama, bonito lhe parece. Ou melhor: antes marido feio e laborioso, do que bonito e preguiçoso! A lista é longa, o que só por si daria um colóquio. O feio é hoje em dia mais credível do que o belo uma vez que este pactua, desde o início da propaganda e da difusão dos média, com o imoral. Ser patinho feio passou a ser uma vantagem, quase um sinónimo de inteligente. A base da conversa que se propõe neste seminário é esta: reflectir sobre o feio, desvinculando-o da tradicional oposição ao belo. Dissecar o abjecto, o nonsense, o kitsch, o monstruoso, o caricatural, o grotesco. Já dizia a minha Mãe: não há feio sem sua graça, nem bonito sem seu senão. / Marta D'Orey
12 de Março de 2011
Às 17h palestra | Exposições até 11 Mar
Carpe Diem Arte & Pesquisa
Rua do Século 79
Lisboa

A par com a série de novas exposições que se lançam no nosso palácio pombalino preferido, o Carpe Diem atira mais uma acha de conferências, destafeita (é que gosto mesmo de usar assim estas palavras como semente em terra estéril de palavras esperadas, à queima-fato) de Hans Belting e Andrea Buddensieg, Onde Está a Arte Contemporânea. Não é que me apeteça responder já, deixo o interesse vogar no éter até assistir à palestra - mas diria que está aqui, aqui mesmo na Carpe Diem, entre paredes e tectos setencentistas a chave para a pergunta que aflige: Onde está a arte contemporânea? / Rafik
19 de Janeiro de 2011
18h
Fundação Calouste Gulbenkian - Auditório 2
Avenida de Berna, 45 A
Lisboa
A Fundação Calouste Gulbenkian, e o seu serviço de Ciência, encetaram em Novembro passado um ciclo de conferências públicas que se desenrolam até Fevereiro, sobre o tema A Imagem na Ciência e na Arte. Em discussão as relações e interacções entre os dois saberes.
Como ponto de conflito temos o sujeito que na linguagem artística vem assumindo ao longo dos tempos um papel dominante, contrastando com a linguagem científica em que o sujeito é eliminado do quadro de observação da realidade. Como ponto de concórdia entre os dois saberes temos a indispensabilidade de se tornarem públicos e acessíveis.
A decorrer em Janeiro, a conferência Visiting Time: The Renegotiation of Time through Time-Based Art, presidida por Boris Groys, (filósofo, ensaísta, crítico de arte e teórico de comunicação social), analisa a perturbação que a instalação vídeo cria no público dos museus, habituado a contemplar imagens artísticas estáticas, contribuindo para novas experimentações, conceptualizações e esquematizações do tempo na arte

6 de Janeiro de 2010
19h
Conferência por Paulo Ferreira de Castro:
Da casa dos mortos: Entre Dostoevski e Janácek, uma obra-prima a descobrir
Avenida de Berna, 45 A
Lisboa