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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Clique Sem Idade” | Viaje online… visita à exposição 1926 Restauração do Concelho de Palmela – Uma vitória de todos os munícipes há 90 anos”

“Clique Sem Idade”

População de Idade Maior visita Exposição

que celebra o 90.º aniversário da Restauração do Concelho

 

 

No dia 17 de fevereiro, entre as 14h15 e as 16h30, a Biblioteca Municipal de Palmela acolhe a iniciativa do Projeto Clique Sem Idade “Viaje online…visita à exposição 1926 Restauração do Concelho de Palmela – Uma vitória de todos os munícipes há 90 anos”. A população de idade maior terá, assim, oportunidade de aceder ao site da Câmara Municipal de Palmela, de partilhar memórias e fazer uma visita orientada à referida exposição.

Destinada à população 55+ com conhecimentos de Informática, esta iniciativa é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através dos contactos 212336606 e deis.geral@cm-palmela.pt (Divisão de Educação e Intervenção Social).

O Projeto Municipal “Clique Sem Idade” contribui, deste modo, para alargar os conhecimentos nas áreas das TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação, de forma a garantir o exercício dos direitos de cidadania, o reforço das relações de convívio e a aproximação das gerações.

Exposição "Anime Caramelo" - desenhos de Patrícia Guerreiro | CRJ de Palmela - 6 de janeiro a 13 de fevereiro

Em exposição no CRJ de Palmela

Anime Caramelo” cruza animação japonesa e tradições pinhalnovenses

 

A exposição de desenhos de Patrícia Guerreiro “Anime Caramelo” estará patente no Centro de Recursos para a Juventude de Palmela entre 6 de janeiro e 13 de fevereiro. Esta mostra, organizada pela Câmara Municipal de Palmela com a artista, cruza personagens do universo da animação japonesa com os cenários das Festas Populares de Pinhal Novo. A autora, Patrícia Guerreiro, tem 20 anos e é estudante de design e produção gráfica no Instituto Superior de Educação e Ciências em Lisboa. A entrada é livre.

 

«E se um dia alguém desenhasse a viagem das nossas conhecidas personagens da anime pelo mundo das festas populares do Pinhal Novo? Invulgar? Talvez! Divertido? Sem dúvida.

Esta exposição tem como objetivo unir gosto e tradição. Podem contar com personagens de series intemporais como “SailorMoon” e DragonBall”,

e também com outras de animes recentes como “K-on!”, “Kuroko no Basket” e “Free!”».

 

 

JÓIAS DA CARREIRA DA ÍNDIA no Museu do Oriente

COMISSÁRIO: HUGO MIGUEL CRESPO

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13 Novembro 2014 a 26 Abril 2015

Pimenta de Cochim, canela do Ceilão ou cravinho das Molucas não foram os únicos tesouros cobiçados pelos Portugueses na Ásia. Gemas preciosas e jóias cativaram, desde logo, os primeiros aventureiros que desembarcaram das naus da Carreira da Índia. A grande aventura do Oriente, feita por comerciantes, sacerdotes, aventureiros e militares, foi alimentada pelo apelo das preciosidades orientais, “pelo amor do dinheiro e afeição da pedraria”, no dizer de Fernão Mendes Pinto. Essa “vã cobiça” que cabia num bolso de viajante, fosse agente, perito ou comerciante de ocasião, todos confiantes no retorno lucrativo de um tráfico não controlado pela coroa. Expansão e conquista territorial, foi também uma jornada missionária que, longe do reino, tornou necessária a criação de instrumentos de doutrina e novas alfaias para maravilhamento dos recém-convertidos. Esse império de objectos lavrados em prata e ouro nasceu da confluência artística de mundos diferentes, estranhos e afastados, cada qual imprimindo uma marca própria, tornando-se variação de modelos trazidos na bagagem de nobres e missionários. Circulação dos modelos que se faz de Ormuz a Goa, descendo pelo Malabar, de Cochim a Bengala pela costa do Coromandel, passando a Taprobana, mas também por esse “Mediterrâneo” do mar da China, desde os estreitos de Malaca aos mares de Java e que entra pelos rios da Ásia ao compasso das monções.

Dá-se a conhecer nesta exposição um impressionante conjunto de várias dezenas de peças de ouro e prata, delicadamente trabalhadas e enriquecidas com preciosas gemas e esmaltes de cores vibrantes. Objectos preciosos que não surgem isolados, para serem fruídos apenas pelos seus méritos artísticos ou valor material, mas contextualizados e enquadrados nas dinâmicas dos tempos que os viram nascer. Um conjunto de obras que nos surpreende e que, como Mendes Pinto, nos levam a dizer: que em meus dias nunca vi cousa tão maravilhosa.

 

Malick Sidibé

Sidibe

24 a 31 de Outubro de 2010

3ª a 6ª das 10h-19h

 

Galeria do Palácio Galveias

Campo Pequeno
LIsboa

 

Excrescência do Festival DocLisboa em termos de programação e espaço físico, a exposição dedicada a Malick Sidibé será a sua protuberância última, prologando-se até ao fim de Outubro num momento em que o Festival já saltou de Lisboa. No entretanto há o filme a ele dedicado em sessão especial no Cinema Londres dias 21, 23 e 24, o Dolce Vita Africana de Cosima Spender (ainda o único documentário existente sobre Malick Sidibé e que por isso e pelo homem-artista merece ser visto). Voltando à exposição, esta é um retrato extraordinário de um Mali que desde 1962 Malick ainda captura, tendo formado uma extraordinária colecção de gentes em frames de vida. O obturador era ali o seu próprio olhar, partilhando também os primeiros momentos da Négritude. / Rafaleta

Transboavista

Até 20 de Novembro de 2010

às 22h

 

Transboavista

Rua da Boavista 84

Lisboa

Sou desajeitada com palavras faladas. Prefiro-as impressas. Menos gasosas, volúveis, mais físicas. Escrevo segredos ente parêntesis. Mentira. (Escrevo segredos entre parêntesis). Agora sim. Como um redoma que os protege de ouvidos e paredes alheias. (As paredes têm ouvidos). Vou contar um segredo. Contar nada, que sou desajeitada com palavras. Vou aqui deixar aqui impresso um segredo. Aliás (vou deixar aqui impresso um segredo). Hoje é um dia fervilhante no Transboavista. E devia escrevê-lo entre parêntesis, para espantar olheiros indiscretos. Dizia eu que (hoje é um dia fervilhante no Transboavista). São 3 as exposições que inauguram no caldeirão de arte mais efervescente da capital. E mais não digo. Mãos nos bolsos, assobio insuspeito, um arzinho levemente aparvalhado de quem-não-quer-a-coisa. É aparecer e deixar-se maravilhar. / Inês Alvim

Por um Fio

10 a 18 de Julho de 2010

Das 10h às 20h

 

Praça das Amoreiras

Amoreiras

Lisboa

Receita simples para uma para-exibição em três passos: 1 – ter obra, 2 – escolher espaço central, de preferência Praça ampla e de fluente passagem e 3 – chegar e expor. Montar os tarecos com amigos e expor. Por um Fio é uma colectiva que surge do desejo de um grupo de fotógrafos brasileiros que rumando a/por Lisboa, desejam partilhar a sua obra da maneira mais imediata e inteligente possível: montando galeria bem perto de ti, na rua por onde passas. Além de objecto fotográfico, a peça assume-se também como instalação pontual numa táctica de guerrilha artística que tão bem Haring e os primeiros artistas conscientes de rua lançaram. Todos ao estendal das Amoreiras – estende-se o fio para que dances o limbo sob a imagem, estica-se a guita para que ensaies o slacklining pela arte. Sem quedas. / Anicleto Cachaça

O Prazer é Todo Meu

10 a 21 de Julho de 2010

Inaugura às 18h

De 2ª a Sáb. 10h-20h

 

Fabrica Features

Rua Garrett 83

4º Andar

Lisboa

 

Ora, o prazer é é todo meu em apresentar-te uma obra que se dissemina por tantas e diversas áreas como a de Bráulio Amado, desde o mais detalhado corpo de cd musical até à mais burilada tshirt ou identidade. Fortemente enraizado numa temática e forma street art e devedora do punk-diy, Bráulio aproveita aqui para se mostrar pela primeira vez com todas as suas armas de criativo. Há que ser homem do Renascimento e expandir horizontal e verticalmente tudo o que fazemos, diversificar, fazer mais, produzir. E sobretudo – ouve – vir a esta exposição. / Rafamplan

Out of a Singularity

8 de Julho até 11 de Setembro de 2010

Inaugura às 22h

2ª a 6ª 12h-20h | Sáb. 15h-20h

Cristina Guerra

Contemporary Art

Rua de Santo António à Estrela, nº33
Mapa

 

No fundo, o que é um ponto? O que pode nascer dele? Lembro-me, quando era pequeno, de ficar horas deitado na areia a olhar para os grãos de terra e de areia e imaginar que cada um, cada ponto, podia ser uma concentração de um mundo inteiro, onde viviam pessoas como nós e onde eu, por instantes, também queria viver. Mas não era só com o infinitamente pequeno com que eu me maravilhava, mas também com o desmesuradamente grande – o poder olhar para o céu e imaginar que cada ponto para onde olhasse era uma vastidão que não conhecia fim. Em várias conversas que tive depois – daquelas que se fica toda a noite deitado na rua a olhar para o céu – percebi que quase toda a gente tinha tido o mesmo deslumbramento em criança. Parece que o Rui Toscano ainda o relembra. E tu? / AugustoAugusto