Sábado, 23 de Outubro de 2010
Malick Sidibé
24 a 31 de Outubro de 2010
3ª a 6ª das 10h-19h
Galeria do Palácio Galveias
Campo Pequeno
LIsboa
Excrescência do Festival DocLisboa em termos de programação e espaço físico, a exposição dedicada a Malick Sidibé será a sua protuberância última, prologando-se até ao fim de Outubro num momento em que o Festival já saltou de Lisboa. No entretanto há o filme a ele dedicado em sessão especial no Cinema Londres dias 21, 23 e 24, o Dolce Vita Africana de Cosima Spender (ainda o único documentário existente sobre Malick Sidibé e que por isso e pelo homem-artista merece ser visto). Voltando à exposição, esta é um retrato extraordinário de um Mali que desde 1962 Malick ainda captura, tendo formado uma extraordinária colecção de gentes em frames de vida. O obturador era ali o seu próprio olhar, partilhando também os primeiros momentos da Négritude. / Rafaleta
Sábado, 2 de Outubro de 2010
Transboavista
Até 20 de Novembro de 2010
às 22h
Transboavista
Rua da Boavista 84
Lisboa

Sou desajeitada com palavras faladas. Prefiro-as impressas. Menos gasosas, volúveis, mais físicas. Escrevo segredos ente parêntesis. Mentira. (Escrevo segredos entre parêntesis). Agora sim. Como um redoma que os protege de ouvidos e paredes alheias. (As paredes têm ouvidos). Vou contar um segredo. Contar nada, que sou desajeitada com palavras. Vou aqui deixar aqui impresso um segredo. Aliás (vou deixar aqui impresso um segredo). Hoje é um dia fervilhante no Transboavista. E devia escrevê-lo entre parêntesis, para espantar olheiros indiscretos. Dizia eu que (hoje é um dia fervilhante no Transboavista). São 3 as exposições que inauguram no caldeirão de arte mais efervescente da capital. E mais não digo. Mãos nos bolsos, assobio insuspeito, um arzinho levemente aparvalhado de quem-não-quer-a-coisa. É aparecer e deixar-se maravilhar. / Inês Alvim
Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
Por um Fio
10 a 18 de Julho de 2010
Das 10h às 20h
Praça das Amoreiras
Amoreiras
Lisboa

Receita simples para uma para-exibição em três passos: 1 – ter obra, 2 – escolher espaço central, de preferência Praça ampla e de fluente passagem e 3 – chegar e expor. Montar os tarecos com amigos e expor. Por um Fio é uma colectiva que surge do desejo de um grupo de fotógrafos brasileiros que rumando a/por Lisboa, desejam partilhar a sua obra da maneira mais imediata e inteligente possível: montando galeria bem perto de ti, na rua por onde passas. Além de objecto fotográfico, a peça assume-se também como instalação pontual numa táctica de guerrilha artística que tão bem Haring e os primeiros artistas conscientes de rua lançaram. Todos ao estendal das Amoreiras – estende-se o fio para que dances o limbo sob a imagem, estica-se a guita para que ensaies o slacklining pela arte. Sem quedas. / Anicleto Cachaça
O Prazer é Todo Meu
10 a 21 de Julho de 2010
Inaugura às 18h
De 2ª a Sáb. 10h-20h
Fabrica Features
Rua Garrett 83
4º Andar
Lisboa

Ora, o prazer é é todo meu em apresentar-te uma obra que se dissemina por tantas e diversas áreas como a de Bráulio Amado, desde o mais detalhado corpo de cd musical até à mais burilada tshirt ou identidade. Fortemente enraizado numa temática e forma street art e devedora do punk-diy, Bráulio aproveita aqui para se mostrar pela primeira vez com todas as suas armas de criativo. Há que ser homem do Renascimento e expandir horizontal e verticalmente tudo o que fazemos, diversificar, fazer mais, produzir. E sobretudo – ouve – vir a esta exposição. / Rafamplan
Quinta-feira, 8 de Julho de 2010
Out of a Singularity
8 de Julho até 11 de Setembro de 2010
Inaugura às 22h
2ª a 6ª 12h-20h | Sáb. 15h-20h

Cristina Guerra
Contemporary Art
Rua de Santo António à Estrela, nº33
Mapa
No fundo, o que é um ponto? O que pode nascer dele? Lembro-me, quando era pequeno, de ficar horas deitado na areia a olhar para os grãos de terra e de areia e imaginar que cada um, cada ponto, podia ser uma concentração de um mundo inteiro, onde viviam pessoas como nós e onde eu, por instantes, também queria viver. Mas não era só com o infinitamente pequeno com que eu me maravilhava, mas também com o desmesuradamente grande – o poder olhar para o céu e imaginar que cada ponto para onde olhasse era uma vastidão que não conhecia fim. Em várias conversas que tive depois – daquelas que se fica toda a noite deitado na rua a olhar para o céu – percebi que quase toda a gente tinha tido o mesmo deslumbramento em criança. Parece que o Rui Toscano ainda o relembra. E tu? / AugustoAugusto
Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Cenas Urbanas
Até 15 de Julho
De 3ª a 6ª das 11h às 19h
Sáb. das 11h às 17h
Galeria Actual, Av da República 12 A
Lisboa
André Crespo é cosmopolita e expressa as suas emoções mais puras e mais reais através da pintura de uma forma muito humana e perspicaz. “Cenas Urbanas” é a primeira mostra deste artista brasileiro em Portugal. Nascido em São Paulo, cidade densa, caótica, cheia de tudo, carregada de memórias, cheiros, cores e sons, esta imensa cidae serviu com certeza de inspiração ao trabalho do artista. Agora em Portugal pelas mãos da Galeria Actual, Cenas Urbanas, retrata isso mesmo: imagens e passagens do quotidiano das grandes metrópoles, o passado e o presente em forma de emoções positivas. André Crespo soube criar a beleza da tensão, das banalidades diárias, das pessoas, dos edifícios e de tudo o que as cidades repletas de vida carregam em si. / Daniela Catulo
Terça-feira, 29 de Junho de 2010
ão
Até 31 de Julho
3ª a Sáb. das 15h às 19h
Alt Fabrik, LX Factory
Rua Rodrigues Faria n103, Calvário
Lisboa
Todos o fizemos – por acidente, acaso ou por gostarmos mesmo do focinho do nosso ou do cão do outro – todos já tirámos uma foto de um cão a apontar o seu faro sobre a objectiva, estranhando o mecanismo. Todos o fizemos e pelo meio do álbum de férias em Isla Cristina ou no Facebook, de certeza que tens pelo menos uma foto de um canídeo snifando a lente, amistosamente. Mas foi Bruno Espadana que o coleccionou e que o traz agora aqui em exposição, que é como que a colecção dos melhores focinhos (leia-se os melhores focinhos captados, pela visão do Bruno) ao longo de viagens pelo exterior e por cá e de visitas a canis. É como a caderneta de cromos canina – não se resiste a dar uma olhada a tanto focinho mirando-te! / Rás
Domingo, 27 de Junho de 2010
Eduardo Nery + Noronha da Costa
Até 31 de Julho de 2010
2ª a 6ª das 11h às 20h, Sáb. das 15h às 20h
Galeria António Prates
Rua Alexandre Herculano 39A
Lisboa
Um reencontro entre duas coisas, por mais improváveis que sejam, pode dar-se em tempos e espaços separados… as obras recentes de Noronha da Costa encontram uma reverberação em outras mais antigas de Eduardo Nery. É um encontro desfasado, perdido – como nas suas telas – em espaços espectrais. Mas como num verdadeiro encontro, essa reverberação é viva, electrizante, espiritual, misteriosa e, sobretudo, luminosa. Um encontro é uma aurora, e esta em especial pode ser vista – ou melhor, sentida – “indoors”… e assim permanece, indefinidamente crepuscular, como uma longa anunciação que está sempre por vir, mas que nunca desaparece. Faltas lá tu para os unir. Participas neste ponto de encontro? / AugustoAugusto
Sábado, 26 de Junho de 2010
Povo
Até 19 de Setembro de 2010
Todos os dias das 10h às 18h
Sáb. até às 20h
Museu da Electricidade
Av. de Brasília
Central Tejo
Portão Poente
Lisboa
Alguém que lava a roupa no rio. Alguém que se revolta. Alguém que compra um bilhete de avião para a Republica Dominicana. Alguém que apanha o metro. Alguém que cobre a cabeça com uma capa preta para ir à missa. Alguém que dorme num colchão de água. Alguém que dorme num colchão de palha. Alguém que compra uma marca XPTO. Alguém que passa os Domingos nos jardins públicos ou a passar a roupa a ferro ao pé da televisão. Alguém que vai de férias para um spa. Alguém que não tem sapatos. Alguém que pasta ovelhas. Alguém que tem um gabinete com vista para o rio. Alguém que come sardinhas à mão. Alguém que passeia o cão à beira da estrada. Alguém que se levanta todos os dias às 11:30. Alguém que vê uma exposição como esta, sobre “o povo”. O que é “<a href=” http://www.edp.pt/pt/sustentabilidade/fundacoes/fundacaoedp/agenda/Pages/POVOPEOPLE.aspx” class=”review” target=”_blank”>o povo” afinal? Alguém? / AugustoAugusto
Quinta-feira, 24 de Junho de 2010
A.Ventura
Até 27 de Junho de 2010
Projecto No1
Rua da Atalaia nº31
Lisboa
O espaço do Projecto no.1 é daqueles a que convém pregar o olho de quando em quando e a ele voltar sempre para ver o que se vai fazendo – fervilha-se por ali, seja trabalhando, seja em música e projectos diversos ou em exposições. É mesmo dentro desta última hipótese que nos chegam as obras a óleo de V. Abel – A. Aventura mostrando o trabalho experiente de duas décadas pincelando sobre tela. O espaço merece visita demorada ou não, mas se o Bairro pode ser casa, o Projecto no.1 pode ser o primeiro entre o programa para hoje. Caminha para aqui, sê o no.1 a entrar. / Ricardina Secalhar
De heróis está o inferno cheio
Até 24 de Junho de 2010
De 2ª a Sáb. das 14h às 19h30
Plataforma Revólver
Rua da Boavista, 84
Lisboa
Dizem que já não há heróis! É uma espécie de desencanto… Olhamos para cima e ali, no céu, é só um avião (!), nunca o Super-Homem; aquele feixe de luz que vemos ao longe nunca poderá ser um sinal do Batman (!), mas um laser marado de uma discoteca que se quer fazer notar à distância; aquela teia de aranha no canto da casa nunca é um vestígio da passagem do Homem-Aranha (!), mas a sujidade acumulada de um mês… Parece que os perdemos algures pelo caminho. Aquela Kryptonite, “mais mortífera do que uma bomba-H para o Super-Homem” já não tem efeito. Os Clarks Kents dos nossos dias voltaram a precisar de óculos e ninguém os reconheceria como Super-Homens se os tirassem… provavelmente visitariam como nós, diluídos entre os comuns mortais, exposições sobre a relevância dos heróis na sociedade. Vens também? / AugustoAugusto
Matxaxulana + Marrabenta
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24 de Junho de 2010 até 25 de Setembro de 2010
Inauguração às 18h30
De 4ª a Sáb. das 15h às 19h
Fundação PLMJ
Av. da Liberdade
224 Edifício Eurolex
Inicia-se aqui um ciclo dedicado à pintura vinda da África que articula em português, inaugurando-se desta-feita com obras dos moçambicanos Ídasse e Pinto (ou seja, ligando os pontos – a Matxaxulana e Marrabenta). Pintura e desenho com sabor a África meridional em traço fino e grosso e bem fincados no crescer como nação desse toco país que já foi nosso e que deve o seu nome à magnífica ilha de Moçambique. É de ver – e de seguir o traço das próximas exposições em pleno africanar. Venham lá à Matxaxulana e à Marrabenta. / R
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010
Pequenos Pessoas
Até 16 de Julho
10h-18h
Casa Fernando Pessoa
Rua Coelho da Rocha, 16-18
Lisboa
Pequenos Pessoas, a exposição que a Casa Fernando Pessoa inaugura no dia 16 de Junho, mostra os trabalhos realizados por alunos das escolas Engenheiro Ressano Garcia, Fernanda de Castro, Santo Condestável e Vale de Alcântara. O projecto, que envolveu 265 alunos com idades entre os seis e os nove anos, tinha como missão sensibilizar para a importância da língua portuguesa recorrendo à expressão plástica, à palavra e à partilha de conhecimentos. Pretendia-se incutir o gosto pela leitura e pela escrita, incentivando a criatividade em volta do autor – Fernando Pessoa. Os resultados estão à vista, até 16 de Julho.
casafernandopessoa.cm-lisboa.pt
Segunda-feira, 21 de Junho de 2010
Pavlina e o Dr Erlenmeyer
Até 25 de Junho de 2010
Das 12h às 20h
Chiado 8
Largo do Chiado, 8
Lisboa
E se de repente uma traça te aparecesse e te pedisse para a classificares como uma nova espécie? E tu até sabes que ela é uma espécie já conhecida? Coisa estranha, não é? Surreal mesmo. Mas é este o ponto de partida para uma exposição magnífica. João Penalva pega num relato de um sonho de uma entomologista e constrói um universo onde não se sabe bem o que é realidade e ficção. Também não interessa nada para o caso, porque o resultado final é brilhante. Vagueamos em salas obscuras que nos remetem para os anos 20, descobrimos quem foi Erlenmeyer (criador da naftalina e inventor de um espécie de tubo de ensaio ainda hoje utilizado) e acabamos com um filme que mistura imagens aliens com discurso psicológico. Realmente é tão bom passear no mundo dos sonhos. / Folha
Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Colectivo SSS
Até 26 de Julho de 2010
De 3ª a Sáb. das 12h às 23h
Associação 25 de Abril
Rua da Misericórdia 95
Bairro Alto
Lisboa
O 25 de Abril vive todos os dias no plano do desejo, umas quantas vezes por mês nas acções dos cidadãos, uma vez por ano no Calendário Gregoriano, e seis dias por semana na Rua da Misericórdia a quebrar as fronteiras da arte instituída. Estamos bem para além do território das calças skinny, dos sapatos brancos em bico e dos óculos de ver Clark Kent style sem lentes. Temos exposição colectiva com Schööuwt (Jaime Raposo), Francisco Noá, Guilherme Almeida Ribeiro, e Rita Frazão, temos Live Acts todas as Sextas-feiras, que é tão mais emocionante do que ter concertos ou performances, temos entrada livre e ainda bem porque 1,5€ por UNIDADE de sardinha deixa pouco espaço de manobra nesta proximidade do solstício de Verão. Pequenas grandes alegrias que ainda nos assistem. / Bananita
Contentores
17 de Junho de 2010
Às 21h
Doca de Santo Amaro, sob a Ponte 25 de Abril
E se quatro contentores de carga – daqueles que já têm o passaporte carimbado por todo o mundo – se transformassem em autênticas caixas de surpresa? Seriam uma espécie de portal para um outro “mundo”, a partir de cenários urbanos industriais, cinzentos e monótonos. Este projecto, denominado mesmo de “Contentores”, vem juntar precisamente isso: uma espécie de pré-fabricados que se transformam em galerias de arte mais ou menos móveis, que se podem colocar onde se quiser e da forma que se quiser. São uma espécie de ovos Kinder das galerias – cada contentor com a sua imprevisível, mas nunca decepcionante, surpresa. Não me cabe a mim estragá-las. Posso adiantar que apresentam trabalhos de Bruce Nauman, Luísa Cunha e Fernando Ribeiro. Vens desembrulhá-las? / AugustoAugusto
Domingo, 9 de Maio de 2010
Exposição Pierre Coulibeuf
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Exposição "Habitantes de Lugar Nenhum"
Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
Out There Over Here
15 de Setembro
11 - 20h
Hotel Altis Belém
Lisboa

Do fazer ao pensar, da relação entre o corpo e o objecto, da reflexão sobre o tempo e o espaço, do fora e do dentro, 11 alunos do curso de Joalharia do Ar.Co criaram verdadeiras obras de arte. A eles juntou-se mais uma Joalheira que trabalhou no mesmo sentido. Da observação à criação, transformaram paisagens em colares, que reflectem a relação do exterior com o interior, com toda a sua carga emocional. Vem as caras que estão por detrás destes colares, pulseiras e outros objectos. Uma exposição de Joalharia Contemporânea organizada no âmbito da EXD09. Vemo-nos por lá!Felisa
Domingo, 5 de Julho de 2009
Ana Mandillo
Até 5 de Agosto
Segunda a sábado das 12h30 às 16h00 e das 19h00 às 23h00
Clube de Jornalistas
R. das Trinas, 127-R/C
Lisboa
Exposição de Pintura de Ana Mandillo.
Amanhecer Sul e Sueste
Até 10 de Julho
Segunda a sexta das 09h00 às 14h00 e das 15h00 às 18h00
Sábado das 09h00 às 23h00
Domingo das 09h00 às 18h00
Galeria Arte e Mar
Av. 25 de Abril, Edifício Âncora 9 C
Sesimbra
Exposição de pintura de Real Bordalo.
Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Colectiva dos funcionários da Câmara Municipal da Amadora na Casa Roque Gameiro
18 de Abril a 16 de Maio
Casa Roque Gameiro Praceta
1.º de Dezembro, n.º 2 (Venteira)
Terça a Sábado – das 10.00h às 12.30h e das 14.00h às 17.30h
Encerra às Segunda, Domingos e feriados
A Casa Roque Gameiro apresenta a 2.ª edição da Funcion’Arte, uma mostra colectiva de trabalhos dos funcionário da Câmara Municipal da Amadora. Vitral, fotografia, pintura, poesia, artesanato, ourivesaria e instrumentos musicais, são alguns dos trabalhos que podem ser apreciados.
Entrada livre

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Apartamentos
Até 10 de Abril
Pavilhão 28 - Júlio de Matos
10h - 17h
"A arte encontra os mais insólitos sítios para se expor, para se revelar e ser partilhada. O que é arte então se não também o incomum? E o que é arte e o porquê de se dividir em maior ou menor? Estará em tudo e em nós, em potência? É porvir ou para ficar? E o insólito o que é? Os artistas que expõem no Pavilhão 28 exercitam esse acto muito pessoal de criar dentro de portas, essa intimidade na criação que levamos todos dentro do nosso casulo-apartamento, seja escrevendo poesia, pintando rostos ou até esculpindo nuvens. Sempre que olho para uma tela ou fotografia ou outro qualquer objecto fruto do pensamento criativo alheio, catapulto-me! Que fraca razão poderás ter para recusar vires a esta?"
Rafael Vieira