Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Sofia Areal Antes, Durante e Depois - Centro Cultural de Lagos

Invite_Lagos.jpg

 

 

R. Lançarote de Freitas 7, 8600-315 Lagos, Portugal
Google Maps

Entrada livre | Free entrance
Patente até dia 14 de Outubro | Showing until the 14th of October

Horário Centro Cultural | Schedule Cultural Centre
Julho e Agosto: 3.ª feira a sábado | 15h - 23h
1 Setembro - 30 Junho: 3.ª feira a sábado | 10h - 18h

 

Encerra à segunda-feira, domingo e feriados: Dia de Ano Novo (1 janeiro), Páscoa, Dia do Trabalhador (1º maio ) e Natal (25 dezembro).

"O tempo..." - Exposição de pintura de Ana Paula Gaspar | Galeria da Biblioteca Municipal de Palmela

_MG_0362.JPG

 

Exposição “O tempo…”

Pintura de Ana Paula Gaspar patente na Biblioteca Municipal de Palmela

 

 

Abre ao público no dia 3 de junho, às 18h30, na Galeria da Biblioteca Municipal de Palmela, a exposição de pintura de Ana Paula Gaspar, intitulada “O tempo…”, numa organização da Câmara Municipal.

Docente nos cursos de Design de Comunicação e Design de Animação e Multimédia da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre desde 1998, Ana Paula Gaspar é doutorada em Design pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa e mestre em História da Arte.

A sua exposição pode ser visitada em Palmela até 12 de agosto, no horário de funcionamento da Biblioteca.

 

 

«As palavras que dão voz à Poesia. A caligrafia na dança e na arte da escrita emocional. A paixão dos ritmos, no ciclo da vida, o tempo que se repete infinitamente… As viagens continuam e as palavras fluem como rios… O Sol, a Lua, o Tempo na criação, o universo da matéria. O espaço vazio e espaço preenchido, no cruzar dos dois encontra- se o equilíbrio.»

 

 

Casa Medeiros e Almeida e a Fundação AFID Diferença apresentam exposição ‘VISLUMBRE DESLUMBRE”

Cartaz VislumbreDeslumbre.jpg

 Mostra de trabalhos estará em exposição até 29 de julho

 

A Fundação AFID Diferença, que apoia jovens com deficiência, crianças e idosos no concelho da Amadora, apresenta no próximo dia 18 pelas 17h30, a exposição ‘VISLUMBRE DESLUMBRE”, na Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa.

 

A Fundação AFID Diferença apresenta a exposição ‘VISLUMBRE DESLUMBRE’ na Casa Museu Medeiros e Almeida. Uma coletânea de trabalhos feitos pelos artistas da Fundação AFID Diferença, com especial enfoque na diversidade de expressões individuais através da pintura e da ilustração.

 

Esta exposição conta também com um conjunto de peças representativas do trabalho realizado nos ateliers de cerâmica, de papel e de tecelagem manual. O título escolhido para a exposição reflete um encantamento e fascínio pelos trabalhos dos artistas da AFID, expostos lado a lado com o espólio de artes decorativas da Casa Museu.

 

Segundo Domingos Rosa, Presidente do Conselho Executivo da Fundação AFID Diferença, “A arte está no ADN da Fundação AFID Diferença. Esta exposição é mais uma prova de que o talento sobrepõe as barreiras da diferença. Esperamos que as pessoas que se deslocarem à Casa-Museu Medeiros e Almeida apreciem os trabalhos desenvolvidos pelos clientes da AFID, enriquecido pelo belíssimo espaço onde se realiza a exposição, a Casa Museu Medeiros e Almeida. Desde já, aproveito para fazer a todos um singelo convite: apareçam e Vislumbrem-se com esta exposição Deslumbrante.”

 

“A Casa-Museu Medeiros e Almeida investe desde 2001 num trabalho de procura de sintonias com o pensamento atual, mantendo para o efeito uma intercomunicação entre a arte, público e sociedade. É nesta relação da sociedade - solidariedade que está a base da parceria desta Casa-Museu com a AFID com 30 anos de existência e que atua na integração da pessoa deficiente, pelo segundo ano consecutivo. Viver a solidariedade é indispensável pois é um valor capaz de requalificar e reconstruir o tecido da cidadania, obrigação de qualquer agente cultural,” afirma Teresa Vilaça, diretora da Casa Museu Medeiros e Almeida.

 

A exposição ‘VISLUMBRE DESLUMBRE’ estará patente até 29 de julho na Casa Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa. A inauguração começa às 17h30 e contará com a participação da AFID Dance.

 

Sobre a Fundação AFID Diferença: 

A AFID – Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência celebrou em 2016 31 anos de existência. Ao longo do seu vasto percurso criou também a Fundação AFID Diferença, que por sua vez comemorou 11 anos, uma instituição particular de solidariedade social que se dedica a iniciativas de reabilitação, educação, formação e inserção socioprofissional de pessoas com deficiência. Desenvolve igualmente um conjunto de atividades de apoio à comunidade e serviços de proximidade nos domínios da assistência e solidariedade social, apoio à infância e à terceira idade. É a primeira Instituição da área social, em Portugal, certificada pelas Normas ISO 9001:2008, pela Marca ISS, Nível A e pelo EQUASS Excellence.  

Atualmente, a AFID, na sua globalidade, atende perto de 1500 pessoas – Infância (AFIDKIDS), Pessoas com Deficiência (AFIDREAB) e Pessoas Idosas (AFIDSÉNIOR) - e para as quais trabalham diariamente 211 colaboradores. Trata-se de uma das principais instituições sociais do país – pela dimensão, abrangência e complementaridade dos seus serviços e, sobretudo, pela qualidade impressa na gestão e intervenção técnica. A AFID enquanto associação de famílias mantém o seu objetivo ao nível da representação dos direitos das famílias e das pessoas com deficiência.  

Mais em: www.afid.pt

“Tanto Mundo” nas fotografias de João Martins Pereira

Até 10 de Setembro

 

“Tanto Mundo” nas fotografias de João Martins Pereira

 

Tanto Mundo (1).jpg

 

 

Os rostos e expressões captados pelo fotógrafo João Martins Pereira no decurso das suas viagens pela China, Nepal, Butão, Tanzânia, Senegal, Indonésia, Etiópia e Índia, podem ser vistos na exposição “Tanto Mundo”, a partir de 14 de Julho, no Museu do Oriente.

 

A geografia humana e sensível de dois continentes mostra-se em 50 retratos que, nas palavras do seu autor, foram captados numa “descoberta de quem somos, a tentar perceber a diversidade que nos deveria unir, mas que, tantas vezes e quase sempre, nos separa”.

 

Num registo exclusivamente a preto e branco, surgem retratados, entre outros, devotos em oração na cidade sagrada de Varanasi, membros da comunidade Mursi da Etiópia, ou ainda um bailarino da dança ritual indonésia do Barong, na qual se joga o eterno confronto ente o bem e o mal, como deixam antever as pinturas faciais e impressionantes esgares dos seus intérpretes.

Economista de formação, João Martins Pereira é um fotógrafo com particular interesse pela fotografia de viagem, de rua e de vida selvagem. Viajante apaixonado, cultiva o retrato espontâneo de rua, focando-se no elemento humano, na sua diversidade cultural, étnica e geográfica. “Faço retratos de rua, espontâneos. Surgem inesperadamente quando alguma força estranha me atrai. Um momento, um sentimento, uma emoção genuína que vem de outros olhares ao encontro do meu. Não há segunda oportunidade, não é possível encenar nem refazer”.

 

Exposição “Tanto Mundo” - Fotografia de João Martins Pereira

Inauguração | 13 de Julho | 18.30

Até 10 de Setembro

Horário: terça-feira a domingo | 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

 

IMARGEM > A decorrer a Exposição Comemorativa do 35º Aniversário da Imargem I patente até 22 julho I Fórum Municipal Romeu Correia/Sala Pablo Neruda

 
 Exposição Comemorativa do 35º Aniversário da Imargem 
 
 
 Fórum Municipal Romeu Correia/Sala Pablo Neruda
 
Patente até 22 de julho

Livro 35 Anos imargem - capa net.jpg

 

 

Exposição Documental sobre os 35 Anos de Actividade da Imargem e Obras do Acervo Municipal de Almada dos Artistas da Imargem

 

Estão expostas 23 obras de Albino Moura, Alice Anjos, Ana Margarida David, Aníbal Sequeira, António Júlio, Carlos Canhão, Carlos Morais, Cecília Guimarães, Céu Vigário, Cidália Rodrigues, Fernanda Guerreiro, Francisco Bronze, Ilda Bragança, Jorge Norvick, Jorge Pé-Curto, José de Azevedo, José Zagallo e Mello, Louro Artur, Luzia Elias Garcia, Maria Aurora Bargado, Maria Dâmaso, Nuno Avelar Pinheiro e Rogério Amaral.

 

 

__________________________________

Fórum Municipal Romeu Correia/Sala Pablo Neruda

Horário: terça a sábado das 10:00 às 18:00

 

 

 

APOIO

CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

UNIÃO DE FREGUESIAS DE ALMADA, COVA DA PIEDADE, PRAGAL E CACILHAS

 

 

Já comeu frutos secos hoje? Nova exposição do Pavilhão do Conhecimento mostra-lhe os seus benefícios

TrincaSecos-convite.png

 

 

Quais as vantagens para a saúde do consumo de frutos secos? Serão eles uma fonte de nutrientes, conservantes ou medicamentos naturais?

A exposição Trinca-Secos: um mundo a descobrir inaugura este sábado, dia 15 de Julho, às 17.00, no Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva. Estará presente o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor. 

Esta mostra itinerante evidencia os benefícios do consumo de frutos secos (castanhas, nozes, amêndoas ou alfarrobas) e revela a ciência e algumas curiosidades destes pequenos, deliciosos, crocantes e saborosos frutos. 

Trinca Secos: um mundo a descobrir surge no âmbito do projecto Portugal Nuts e é uma produção do Centro Nacional de Competências dos Frutos Secos (CNCFS). Contou com a colaboração do Centro Ciência Viva de Bragança e de uma equipa de nutricionistas da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança. 

A exposição inclui informação botânica e nutricional sobre os seis frutos secos abrangidos pelo CNCFS: alfarroba, amêndoa, avelã, castanha, noz e pistácio. A mostra pode ser visitada no Pavilhão do Conhecimento até ao próximo dia 24 de Julho.

Exposição WTF ? ! ?

 

guttguff-1-making_waves_out_of_nothing-2017.jpg.pn

 

No próximo dia 22 de junho, às 19 horas, inaugura na Editora da Livraria Sá da Costa, na Praça Luís de Camões, uma exposição de desenhos originais de António Salvador Carvalho, Guttguff e Pedro Zamith. Produzida pela Ocupart, esta exposição é comissariada por António Cerveira Pinto, que sobre a mesma escreveu um texto particularmente vivo, do qual se destaca a sua referência às relações de amizade e criatividade, ao longo de mais de uma década, entre os três artistas, bem como ao sentido de humor particularmente ácido e contundente dos seus “bonecos”. A exposição vai estar patente de 23 de junho a 21 de julho, das 12h às 19h, na Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, em Lisboa.

“WTF?!? é um estado de alma que paira sobre uma fatia cada vez maior do mundo e que um número muito razoável de artistas traduzem na forma escrita e visual dos seus escritos, vídeos, músicas, instalações e… “bonecos” - designação mordaz usada pelos bem formados artistas António Salvador Carvalho, Guttguff (pseudónimo que responde pela série de desenhos apresentados nesta exposição e por uma concorrida conta do Instagram) e Pedro Zamith. Este trio de excelentes inventores de imaginários cáusticos uniram-se por uma espécie de matrimónio estético inabalável desde os seus tempos colegiais, ou mais precisamente desde que profanaram o velho convento das Belas Artes de Lisboa com as suas bonecadas (a expressão ilustração era já então um anátema). Documento hoje raro da sua passagem pelo Largo da Biblioteca foi um fanzine fotocopiado, povoado de heróis discentes e docentes locais, baptizado com o título Nova Gina. Quem me dera ter um exemplar! Artistas malditos por uma nomenclatura local dominada por descendentes degenerados do conceptualismo e suas derivas comerciais intermináveis, este trio de observadores mordazes de uma cultura pós Pop que se auto devora numa espécie de repetição macabra dos anos 20-30 do século passado, valoriza, sobre tudo o resto, o prazer compulsivo de desenhar os demónios da nossa contemporaneidade. Desenham como respiram, e desenham como pensam, à mesma velocidade!

 

A exposição WTF?!? é apenas o destapar de um baú de iguarias visuais e narrativas, onde as memórias mais góticas (góticas mesmo) da representação europeia se fundem com as imagens do mundo flutuante que do século 17 até aos nossos dias fizeram a magnífica tradição icónica japonesa, ou ainda com o que de melhor a Pop e a Banda Desenhada trouxeram ao século 20. Estes não são jovens artistas à procura de uma oportunidade nos corredores mais ou menos sórdidos da arte contemporânea, mas autores maduros cuja obra começa neles mesmos, e não no teatro de vaidades e ambições angustiadas que vemos por aí. Boa parte da mal dita arte contemporânea é hoje um armazém infinito de nada. Ninguém sabe o que é (começando pelos seus autores zombies), para que serve, e porque é tão escandalosa e ostensivamente cara. Temos que rever, talvez numa grande exposição a começar em Rafael Bordalo Pinheiro, a figuração artística portuguesa desde o fim do século 19 até hoje.” António Cerveira Pinto




António José Carvalho (#guttguff), nasceu em Lisboa em 1969. Em 1995 licenciou-se em artes plásticas - escultura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa Durante anos foi assistente de escultura, colaborando com vários artistas de renome mundial e conta no seu currículo com inúmeras exposições coletivas e individuais. Especialista em fazer “bonecos” nas mais diversas formas e estilos, é também professor de Desenho A no St. Peter´s International School.

António Salvador Carvalho nasceu em Lisboa em 1969. Cursou pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e Animação 3D na Bournemouth University no Reino Unido. Trabalha há décadas como criativo para publicidade TV num exercício de autoflagelaçao e puro masoquismo, que o inspira para projectos pessoais em torno do desenho, pintura e animação.

Pedro Zamith nasceu em Lisboa em 1971. É licenciado em pintura pela FBAUL, possui um Bacharel em Cenografia pela Escola Superior de Teatro e Cinema e um curso de Cinema de Animação, pela Fundação Calouste Gulbenkian. Atualmente é professor de Visual Arts no Oeiras International School. Foi professor de Visual Arts no Colégio Planalto e professor de pós-graduação em Ilustração na ESTC até 2012. Pedro Zamith conta com inúmeras exposições individuais e coletivas. Publicou três livros, intitulados “Frank Sinatra” (2003), “Louis Jordan” (2004) e “O homem que desenhava na cabeça

Joana BC leva objetos e criaturas estranhas ao Espaço Amoreiras

 
Exposição de escultura inaugura a 22 de junho pelo Edge Arts

x - BC e os Grandes Invisíveis, 2015.jpg

 


O Edge Arts prepara a exposição “Aqueles que ouvem os sons (e os muitos gritos) do mundo”, um conjunto de esculturas insólitas da artista portuguesa Joana BC, que poderá ser visitada de dia 22 de junho até ao dia 31 de agosto, no Espaço Amoreiras.

Joana BC trabalha maioritariamente com materiais comuns e objetos estranhos que encontra em lojas antigas e feiras de velharias. A obra da artista consiste em colecionar todo o tipo de objetos, quebrados e inúteis, e manipulá-los para construir algo mais precioso e extraordinário.

“Aqueles que ouvem os sons (e os muitos gritos) do mundo” são histórias e personagens às quais a artista dá vida e forma, através de seres e objetos estranhos entre o inconsciente e a realidade. Cabeças de manequim, abajures, conchas e tecidos variados, são alguns dos materiais usados para construir as criaturas que vão habitar esta instalação, um templo, onde a artista apresenta histórias e viagens das personagens, que se revelam de uma forma no exterior e de outra no interior, pois é no interior do templo, no domínio do sagrado, que ganham a sua forma verdadeira.
 
Horário
Espaço Amoreiras
2ª a 6ª feira 7h – 23h
sábados 9h - 21h
domingos e feriados 9h – 18h

Edge Arts
2ª a 6ª feira 8h30 – 17h30   

Museu de Lamego - Exposição do Centenário e Video Mapping | 15 de julho

canvas.png

 

 

Com inauguração marcada para o próximo dia 15 de julho, às 22h30, a exposição comemorativa do Centenário do Museu de Lamego - “Museu de Lamego: Since 2017” - promete um novo olhar sobre o museu e as suas coleções, através de uma experiência imersiva, onde o público é o maior protagonista...

Tudo brindado no dia da inauguração com duas sessões de um espetáculo multimédia de Video Mapping que vai trazer novas cores, luzes e sons à fachada do museu...