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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

100 anos de história de Macau em exposição no Museu do Oriente

Fotografias seleccionadas por Rogério Beltrão Coelho

 

 

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Edifícios e bairros, entretanto desaparecidos ou profundamente alterados, os grandes acontecimentos locais e nacionais e as vivências quotidianas das comunidades macaenses, as suas tradições e costumes, estão retratados em “Macau. 100 anos de fotografia”, a exposição que o Museu do Oriente inaugura a 9 de Novembro.

 

Reunidas por Rogério Beltrão Coelho, jornalista com larga experiência em Macau e comissário da exposição, a colecção de cerca de 120 imagens integra o vasto acervo fotográfico do Museu do Oriente e aborda a história social e política de um território que esteve sob administração portuguesa durante 450 anos.

 

Neste século de imagens recorda-se a passagem por Macau de figuras políticas como Henrique Galvão e Gomes da Costa, ou do cinema, como Orson Welles e Clark Gable. São ainda lembrados acontecimentos como as celebrações do IV Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia (1898), as primeiras travessias aéreas de Lisboa a Macau (1924 e 1931), a trágica explosão do paiol da Flora (1931) e o bombardeamento do hangar da aviação civil, pelos americanos, durante a Guerra do Pacífico (1945).

 

Como em muitos outros domínios, Macau esteve à frente do seu tempo também na fotografia, datando de 1844 os daguerreótipos do fotógrafo amador Jules Itier, que são as mais antigas imagens da região que se conhecem. A obra fotográfica produzida desde então, por amadores e profissionais sobre a temática Macau, anda dispersa pelo mundo integrando colecções particulares para além dos espólios de museus e instituições.

 

“Em Portugal, o Museu do Oriente detém, seguramente, uma das melhores colecções de imagens de Macau. Com esta exposição traz agora a público parte do seu acervo, franqueando-nos as portas para uma viagem de estudo e lazer pelo passado histórico de Macau”, afirma Rogério Beltrão Coelho. Nos dias 10, 17 e 24 de Novembro, pelas 18.30, o comissário fará visitas guiadas à exposição

 

“Macau. 100 anos de fotografia” está patente até 7 de Janeiro de 2018.

 

Exposição “Macau. 100 anos de fotografia”

Inauguração | 9 de Novembro | 18.30

Patente até 7 de Janeiro de 2018

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

Galeria shairart: Exposição de Alexandre Rola explora cultura do consumo e do desperdício | Entrada Gratuita

 

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Coleção “LOOK BACK, GO AHEAD” para visitar na galeria shairart dst

EXPOSIÇÃO DE ALEXANDRE ROLA EXPLORA

CULTURA DO CONSUMO E DO DESPERDÍCIO

* 134 obras de arte e uma instalação site-specific do artista para ver gratuitamente

“LOOK BACK, GO AHEAD” é o nome da coleção de Alexandre Rola, em exposição na galeria shairart, em Braga. O artista português apresenta, até 4 de novembro, uma mostra com mais de 130 obras e uma instalação site-specific, através da qual explora o aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano.

Com um vasto currículo, em que se incluem vários prémios nacionais e internacionais, dos quais se destacam “Personalidade do Ano em Artes Plásticas” (Portugal) e “Prémio Internacional de Pintura Desigual” (Espanha), Alexandre Rola evidencia, nesta exposição com curadoria de Helena Mendes Pereira, a sua desvinculação dos suportes tradicionais da criação artística, sendo evidentes as muitas referências à cultura do consumo, ao desperdício e à degradação da sociedade pós-moderna.

Para Helena Mendes Pereira, chief curator da shairart, “o aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano e a apropriação de imagens provenientes da cultura de massas é uma tendência crescente dos nossos dias, que tem o seu histórico numa reinterpretação de conceitos da pop art, da art povera e dos movimentos de pendor conceptual.”

As obras de arte da exposição “LOOK BACK, GO AHEAD” encontram-se disponíveis para aquisição na shairart, plataforma online de arte contemporânea, sediada na galeria shairart dst.

Horário galeria shairart dst
Segunda-feira a sábado: 14h às 19h
Encerra em feriados nacionais.
Outros horários mediante marcação.
Entrada livre

Neighbourhood Where Álvaro Meets Aldo no CCB

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14 de novembro a 11 de fevereiro | Garagem Sul

A representação oficial portuguesa na XV Bienal de Arquitetura de Veneza escolheu, como tema central, o notável trabalho de Álvaro Siza no domínio da habitação social, abarcando os seus projetos em diferentes contextos – Campo di Marte (Veneza), Schlesisches Tor (Berlim), Schilderswijk West (Haia), e Bairro da Bouça (Porto). A exposição, agora apresentada em parceria com a DGARTES, documenta não só este trabalho, mas também o regresso do arquiteto aos quatro bairros, em 2016, neles confrontando-se com fenómenos como a imigração, a guetização, a turistificação e a gentrificação das cidades.

Casino Estoril inaugura XXXI Salão de Outono a 25 de Novembro

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O Casino Estoril inaugura no próximo dia 25 de Novembro, às 17 horas, o XXXI Salão de Outono. Para a edição deste ano, a Direcção da Galeria de Arte do Casino Estoril decidiu incluir, na modalidade de Pintura, algumas alterações em relação às mostras colectivas de anos anteriores.

 

A mostra do presente ano poderia ser chamada de Salão de Pequeno Formato, dado que foi lançado aos artistas o desafio de executarem os seus trabalhos em dimensões que no mundo da Arte são geralmente definidas com essa designação. 

 

“Com estas características que poderão, eventualmente, ter continuidade em futuras edições, pretendemos alcançar os seguintes objectivos: convidar um maior número de artistas; tornar a Arte mais acessível em tempo de apregoada crise económica; permitir que coleccionadores emergentes possam investir em trabalhos de artistas de qualidade comprovada; que os clientes com grandes colecções possam adquirir obras, mesmo que eventualmente tenham falta de espaço em suas casas e, finalmente, que os turistas que diariamente visitam o Estoril possam adquirir alguns trabalhos de artistas portugueses, o que não sucedia em alguns casos por condicionantes de portabilidade”, explica Nuno Lima de Carvalho, Director da Galeria de Arte.

 

Na edição deste ano participam os seguintes artistas: Abílio Febra, Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Carlos Ramos, Clo Bourgard, Cohen Fusé, Denis Cavalcanti, Diogo Navarro, Edgardo Xavier, Eduardo Eloy, Fernando Gaspar, Filipa Oliveira Antunes, Filipe Curado, Francisca de Magalhães Barros, Gustavo Fernandes, Ivald Granato, João Feijó, João Sotero, Jorge Pé-Curto, Lima Carvalho, Luzia Lage, Mário Vinte e Um, Mariola Landowska, Marius Moraru, Moisés Preto Paulo, Nadir Afonso, Paulo Ossião, Pedro Castanheira, Renato Rodyner, Rogério Timóteo e Rogério Tunes.

 

“Esta exposição é pelo número de trabalhos expostos e qualidade dos 31 artistas participantes, uma mostra representativa do estado da Arte em Portugal, nas modalidades de Pintura e de Escultura”, conclui Nuno Lima de Carvalho.

 

 

Com entrada livre, esta exposição ficará patente ao público até ao dia 10 de Janeiro, todos os dias, das 15 às 24 horas. Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos. 

 

"ATTERO": a exposição de BORDALO II é inaugurada amanhã, dia 4 de novembro

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Attero by Bordalo II
A exposição é inaugurada amanhã, dia 4 de novembro.
Calendário das atividades paralelas atualizado.


4 - 26 Novembro 2017
Rua de Xabregas 49, Beato. Lisboa.
Entrada Gratuita.

 

"ATTERO" (*), a primeira grande exposição a solo de BORDALO II, abre as portas já amanhã, dia 4 de novembro e estará patente até ao dia 26 deste mês no armazém/atelier do artista, no Beato.

A inauguração da exposição conta com a presença de BORDALO II e da curadora Lara Seixo Rodrigues. A exposição arranca às 16H00 e o espaço está aberto ao público até às 21H00. Ao longo de todo o mês, até ao dia de encerramento, ATTERO está aberto de quarta-feira a domingos das 14H00 às 20H00.

Esta exposição irá contar com inúmeras sessões de atividades paralelas que pretendem ser um veículo de transmissão do manifesto ambiental que o artista foca no seu trabalho. O calendário destas ações acaba de ser atualizado e pode ser consultado mais abaixo.

 ATTERO by BORDALO II assume-se como um comentário à nossa sociedade consumista e à forma como exploramos, muitas vezes de forma abusiva, os recursos que a Natureza nos dá. Surge assim uma vontade pedagógica e de transmissão de uma consciência ecológica, por parte do artista, que propõe aos seus visitantes um grande conjunto de atividades de sensibilização para os temas para os quais a exposição remete.
Inevitavelmente, o visitante será convidado a refletir sobre o seu próprio papel enquanto ator na sociedade em que se insere.

Atividades paralelas:
11 Nov ’17 

15h00 — Atividade reservada para a SPECO — Sociedade Portuguesa de Ecologia, no âmbito do Encontro Nacional de Ecologia. 
16h00 — Visita Temática com João Farinha, biólogo de Recursos Faunísticos e Ambiente, actual Chefe de Divisão de Valorização de Áreas Classificadas e Coordenador da marca Natural.PT do ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Inscrições gratuitas e limitadas a 20 pessoas

12 Nov ’17 
16h00 — Tertúlia do "Lixo Marinho" com a moderação de Paula Sobral, bióloga Doutorada em Ciências do Ambiente e Professora da FCT-UNL, fundadora e Presidente da APLM — Associação Portuguesa do Lixo Marinho, entidade sem fins lucrativos convidada pela SPECO — Sociedade Portuguesa de Ecologia.
Entrada livre.

18 Nov ’17 
16h00 — Apresentação da AIRLITE, empresa parceira da exposição com o COO Arun Jayadev.  
Entrada Livre; Sessão em Inglês.
17h30 — Apresentação do projecto FORCE com a Eng. Carla Tamagnini (CML).

19 Nov ’17 
15h00 — Workshop do Artista com um grupo de crianças desfavorecidas.
17h30 — Visita guiada da Curadora, Lara Seixo Rodrigues.
Inscrições gratuitas e limitadas a 30 pessoas. 

25 Nov ’17 
15h00 — Workshop do Artista para um grupo de crianças.
Inscrições gratuitas e limitadas a 15 crianças (dos 8-12 anos).
17h30 — Visita guiada da Curadora, Lara Seixo Rodrigues.
Inscrições gratuitas e limitadas a 30 pessoas. 

26 Nov ’17  
16h00 — Visita guiada pelo Artista.
Inscrições gratuitas e limitadas a 30 pessoas.  
18h00 — Encerramento da exposição.

Incluído nas atividades paralelas à exposição, haverá ainda o lançamento de um livro com sessão de autógrafos., com data a definir. 

Este evento tem a curadoria de Lara Seixo Rodrigues (Mistaker Maker) e é patrocinado por 1908 Lisboa Hotel, Feeders e Villa de Santa Ana - Hotelaria e Turismo. ATTERO by BORDALO II conta com o apoio do Ministério do Ambiente, da Câmara Municipal de Lisboa, da Junta de Freguesia do Beato, doTurismo de Lisboa, do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, da SPECO - Sociedade Portuguesa de Ecologia e FORCE - Cities Cooperating for Circular Economy. 

(*) _ ATTERO é o termo em latim para "desperdiçar".

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Mais informações:

"ATTERO" by BORDALO II
Rua de Xabregas 49, Beato
1900-439 Lisboa.
Inauguração a 04 de Novembro, das 16h00 às 21h00.
Exposição de 04 a 26 de novembro. Aberto de Quarta a Domingo, das 14H00 às 20H00.
Entrada gratuita.

Entidades:
Curadoria:
Lara Seixo Rodrigues

Produção:
Mistaker Maker

Patrocinadores:
1908 Lisboa Hotel
Feeders

 Villa de Santa Ana - Hotelaria e Turismo

Apoios Institucionais:
Ministério do Ambiente
Câmara Municipal de Lisboa
Junta de Freguesia do Beato
Turismo de Lisboa
ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
SPECO - Sociedade Portuguesa de Ecologia

FORCE - Cities Cooperating for Circular Economy  

Parceiros Logísticos:
Airlite
Super Bock
 

Comunicação:  
Sara Does PR 

Design Gráfico:
Desisto

 

CENTRO CULTURAL DE CASCAIS - Exposição de Luís Athouguia

LUÍS ATHOUGUIA                         

Apocalipse ou revelação

 

Na Fundação D. Luís, uma exposição de Pinturas temáticas inspiradas no "Livro do Apocalipse ou Revelação segundo o Apóstolo João".

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Sobre a sua Pintura disse Manuel da Silva Ramos:

Luís Athouguia é um pintor que eu admiro pela sua independência de espírito. Gosto dos artistas que criam em total liberdade de movimentos e que não pertencem a nenhum areópago. Vão firmes pelos caminhos que escolheram, e a sua mensagem é só uma: «só o sonho traz a felicidade artística». Já uma vez dissemos, falando da pintura deste artista nascido em Cascais, que ela vai sempre no coruto da vaga, vive por ela própria, voga em veleiro solitário em exposições constantes em vários pontos do país, num momento grave em que a pintura é desleixada em Portugal por falta de galeristas, inatenção dos críticos e uma evidente perda de poder financeiro dos amantes de arte. Já outra vez afirmámos que depois dos desaparecimentos de Mário Botas, Álvaro Lapa, Mário Cesariny, só nos resta o Luís Athouguia para nos levar para lá do espelho onde os coelhos têm relógios de pulso e não chegam nunca a horas. Hoje confirmo isso.

Despachem-se pois para ver esta apoteose de cores de um artista que se abriu à aventura fascinante. E, claro, conhecer um pintor que tem por missão de transformar o quotidiano ou a literatura religiosa em poesia. É que, com Luís Athouguia, os sonhos ficam sempre disponíveis, após boa ou má cobrança.

 

LUÍS ATHOUGUIA (Cascais 1953) vem apresentando desde 1983 os seus trabalhos em centenas de relevantes Exposições e Bienais de Arte em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália. Considerado um dos grandes talentos no mundo artístico da sua geração, está representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras e foi distinguido com o Prémio Vespeira na Bienal do Montijo 1997 e o Prémio do Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes 2011.

 

 

Centro Cultural de Cascais – Fundação D. Luís   ver site  

Avenida Rei Humberto II de Itália, Nº16, 2750-800 Cascais

Telefone: 214 815 660/5 | email: geral@fundacaodomluis.pt

Coordenadas: 38º 41’ 38” N  -  90º 25’ 16” S

 

Horário: 

terça a domingo das 10h00 às 18h00, excepto 24 e 25 de Dezembro

Patente até 7 de Janeiro de 2018 

 

Shairart e Fundação Bienal de Cerveira apresentam exposição de Ricardo de Campos | “Apropriação, Acumulação e Anulação” inaugura no sábado

 “Apropriação, Acumulação e Anulação” inaugura no próximo sábado

SHAIRART E FUNDAÇÃO BIENAL DE CERVEIRA

APRESENTAM EXPOSIÇÃO DE RICARDO DE CAMPOS

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“Apropriação, Acumulação e Anulação” é a exposição de Ricardo de Campos que inaugura já no próximo sábado, dia 11 de novembro, pelas 16 horas, no Fórum Cultural de Cerveira. A iniciativa artística, com curadoria de Helena Mendes Pereira, curadora da shairart, nasce de uma parceria entre a galeria shairart e a Fundação Bienal de Cerveira, que se unem para expôr o trabalho de pintura e escultura de um dos artistas plásticos mais promissores da nova geração.

Até dia 30 de dezembro, é possível conhecer e descobrir o trabalho de Ricardo de Campos, que reúne na Sala Principal do espaço emblemático da Vila das Artes mais de cem obras de arte, entre as quais algumas desenvolvidas em parceria com outros artistas. A grande exposição do artista, que completou este ano quarenta anos, assinala o final de uma importante fase do seu percurso académico, após a conclusão do Mestrado de Arte Contemporánea. Creación e Investigación, pela Faculdade de Belas Artes de Pontevedra.

Para Helena Mendes Pereira, que volta a cruzar-se com o artista pela terceira vez este ano, é evidente a “evolução plástica de Ricardo de Campos”, cuja mostra espelha “a destruição literal do ícone, do símbolo imagético de Cristo, numa metáfora clara à destruição do seu exemplo, numa análise de fé ou, simplesmente, histórica e geográfica”. A curadora da shairart, para quem esta exposição é mais uma prova de que o artista “não parará de nos surpreender”, afirma ainda que o artista se libertou “do seu espaço interior, da sua zona de conforto, da sua geografia doméstica, aventurando-se num caminho em que somou ao desvirtuamento do suporte tradicional da obra de arte à reutilização de objetos materiais do quotidiano, a afirmação dos seus grandes formatos e a adoção de um figurativo de contorno, de vanguarda e de mensagem mais corrosiva.”

Natural de Monção, Ricardo de Campos conta já com múltiplas exposições individuais e coletivas em espaços públicos e privados. Para além da Bienal de Vila Nova da Cerveira, das galerias Art de Pontevedra, Arte do Tempo, em Viana do Castelo, Lucília, em Guimaraes, e IPSA, em Roma, o artista apresentou o seu trabalho em vários mosteiros, como o de Silos de Burgos, de Oseira de Ourense, de Samos de Lugo, assim como na Igreja de S. Denys, em Paris, entre outros espaços. Das suas exposições coletivas, destaque para Dallas Award 2012 do Museum of the Americas (Dallas, EUA), Art Shanghai 2011, Hispanic Heritage in America do Museum of the Americas em Miami (EUA), Concurso Internacional C. Antonio Gualda, em Espanha, e VII Bienal Eixo Atlântico, entre outras.

Além de “Apropriação, Acumulação e Anulação”, de Ricardo de Campos, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira inaugura também, no dia 11 de novembro, uma exposição individual do artista William Ramirez. Trata-se de uma iniciativa que vai ao encontro da missão da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, que procura dar continuidade ao lugar cativo de jovens artistas em início de carreira. No sábado, haverá ainda lugar para a exibição do filme Pina, do realizador Wim Winders, no âmbito do Prémio Lux de Cinema Europeu, que será exibido no Fórum Cultural de Cerveira.

 

Santander Totta e Fundação Banco Santander organizam exposição de pintura e escultura ibéricas

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ALMADA NEGREIROS, PICASSO E VIEIRA DA SILVA ENTRE OS ARTISTAS EXPOSTOS  

 

25 NOV 2017 | 17 DEZ 2017

 

O Banco Santander Totta promove juntamente com a Fundação Banco Santander, uma exposição de pintura e escultura Ibéricas, subordinada ao tema: “Luzes e Sombras, Diálogos e Perspetivas Ibéricas”.

 

Nesta exposição, poderão ser apreciadas algumas das melhores obras de cada uma das duas coleções (Banco Santander Totta e Banco Santander), refletindo o cruzamento do pensamento intelectual e das expressões e movimentos artísticos que marcaram o séc. XX ibérico, através das obras de artistas como Almada Negreiros, Picasso, Solana, Vieira da Silva, Sorolla, Malhoa, entre outros. Trata-se de duas coleções em contraste, reveladoras dos mestres que marcaram o Século XX em Portugal e Espanha.

 

Esta exposição destina-se ao público em geral, associando-se ao facto de Lisboa ser a Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, e pode ser visitada aos sábados e domingos das 10h00 às 16h00, entre os dias 25 de Novembro e 17 de Dezembro, no edifício sede do Banco Santander Totta, localizado na Rua do Ouro, 88, em Lisboa.

 

A entrada na exposição está associada a uma causa social, uma vez que os visitantes realizam um donativo mínimo de 2€ que reverterá integral e diretamente para o Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa.

 

Exposição de pintura e fotografia sobre Zagreb

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Museu Nacional dos Coches, 3 novembro a 3 de dezembro de 2017

 

A história da capital da Croácia dá o mote à exposição “Arte de Zagreb em Lisboa”, que pode ser visitada no Museu Nacional dos Coches entre os dias 3 de novembro e 3 de dezembro de 2017.

 

Esta mostra realiza-se no contexto da celebração dos 40 anos de amizade entre as cidades de Zagreb e de Lisboa. Sob um título comum, estrutura-se em dois percursos, “Fugas Centrípetas”, da autoria do pintor croata Vatroslav Kuliš e “Zagreb de outro ângulo”, que contempla a arte fotográfica de Marija Braut e Slavka Pavić.

 

As obras expostas poderão ser visitadas de 3ª feira a domingo, entre as 10:00 e as 18:00, na Galeria do 2º piso (núcleo de pintura) e na Sala do Jardim de Belém (núcleo de fotografia) do novo Museu Nacional dos Coches. 

 

 

 

Actividades na exposição | "A Partir do Surrealismo" | Galeria Millennium | 26 Set a 6 Jan

A PARTIR DO SURREALISMO
26 Set 2017 - 6 Jan 2018
Galeria Millennium | Fundação Millennium bcp

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@Rui Macedo
 
 
A PARTIR DO SURREALISMO e (LAND)SCAPING NORMATIVE THINKING
decorrem no mesmo espaço e tempo com diferentes razões de ser.
 
A PARTIR DO SURREALISMO é uma mostra colectiva de oito artistas da Colecção Millennium bcp: visa divulgar esta importante Colecção e, simultaneamente, valorizar a arte portuguesa contemporânea. 
 
Os artistas presentes – Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, António Dacosta, Carlos Calvet, Vespeira, Eduardo Luíz, Paula Rego e Graça Morais – têm em comum o gosto pela pintura figurativa contadora de histórias, sugeridas pelos títulos e pelo modo imaginoso como as formas (nem sempre identificáveis) usam a cor e a composição para perturbar o entendimento comum das coisas. Destes artistas, só alguns (Cruzeiro, Cesariny, Calvet, Dacosta) pertenceram aos movimentos surrealistas do meio do século XX mas todos pintam a realidade como se ela tivesse a natureza dos sonhos: confusa, disparatada, surpreendente.
 
Nesta exposição histórica, intromete-se (LAND)SCAPING NORMATIVE THINKING do pintor Rui Macedo, especialmente convidado, que gosta de trabalhar em espaços de museus e em diálogo com as memórias da pintura. 
 
A partir do tema da paisagem, constrói uma inesperada história: eram os seus quadros que ali estavam primeiro, nos espaços da Galeria, e foram “os quadros dos outros” que vieram sobrepor-se parcialmente, deixando ainda assim peças suficientes para que se possa inventar diálogos entre uns e outros...
 
Mas há um objectivo conjunto nas duas exposições: deixar-nos entrar, por via
surrealista, no inesgotável mundo da arte proposto por obras históricas num lugar
partilhado com um artista que acabou de realizar as suas. (RHS)