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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Galeria SALA 117 inaugura exposição "Limites ao longo do caminho" de Sílvia Simões

No próximo dia 30 de setembro

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A Galeria SALA 117, no Porto, inaugura no próximo dia 30 de setembro uma exposição da artista Sílvia Simões, intitulada “Limites ao longo do caminho”. Patente ao público até 11 de novembro, esta mostra traz ao público o mais recente trabalho de uma artista que é já um nome de referência nas artes plásticas em Portugal.

“Limites ao longo do caminho” assume-se como a maturação de um trajecto iniciado pelo desenho de Sílvia Simões, que assumiu maiores dimensões em 2012, na exposição “Várias hipóteses sobre a mesma coisa”. Se nas exposições anteriores, existia um certo imediatismo entre a acção e o resultado, “Limites ao longo do caminho” é uma exposição que encontra nos diferentes meios a construção do seu relato. Ou seja, a pintura, os objetos instalados e o desenho, alimentam-se e interagem de forma a proporcionarem uma narrativa mais poética e especulativa sobre as questões da paisagem e da natureza.

Para a artista, esta é uma exposição mais complexa, uma vez que, diz, “resulta dum trabalho que assenta fundamentalmente na construção processual entre a prática e a sua reflexão, na rejeição e aceitação, no fundo numa relação dialógica permanente entre o discurso e a prática”. Com este corpo de trabalho, Sílvia Simões tentou criar uma história, uma ligação entre o desenho, o objeto instalado e a pintura. Não uma história com princípio, meio e fim. É mais um convite a viajar, a deixar que os sentidos percorram a exposição num diálogo que se pode estabelecer entre as peças e as memórias de cada um.     “” Limites ao longo do caminho” é um todo que se edifica em várias partes”, sustenta a artista.

O ponto de partida destes desenhos são as memórias sensoriais que Sílvia Simões guarda das suas viagens. Não de todas, mas aquelas em que natureza e paisagem são evidências do território. “A ausência de “norte” agrada-me. Tenho verdadeira fixação por desertos vulcões, terras negras e inóspitas.  É quase mágico, o poder da natureza e do tempo. Destrói e renova.  Também por isso, nestes territórios da paisagem, o que me interessa são os “restos” o vestígio de qualquer coisa que não sobreviveu mas que está presente”, frisa Sílvia Simões, lembrando, no entanto, não estarmos perante tentativas de fixação da realidade. “São construções de outras realidades”, adianta.

Sobre a artista

Sílvia Simões nasceu no Porto em 1974. É formada em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, instituição onde lecciona e é professora auxiliar da subunidade de Orgânica de Desenho. Iniciou a prática artística em 1995, que continua a desenvolver dando particular destaque à área do desenho, fotografia e pintura. Como investigadora é membro integrado do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (I2ADS) no Núcleo de Desenho. Fez o mestrado em Artes Digitais Multimédia, pela Universidade Católica em 2001. Em 2013, conclui o Doutoramento em Arte e Design pela Faculdade de Belas Artes do Porto. A tese foi distinguida com o Prémio Excelência 2014.

Sobre a Galeria SALA 117

Constituída inicialmente como uma galeria itinerante, a SALA 117 dá particular atenção a projectos de relevante qualidade artística no domínio da Arte Contemporânea, pelo que a abertura do espaço na Rua Damião de Góis, 200, no Porto, veio possibilitar um novo e alternativo ambiente, ponto de encontro entre artistas, obras de arte e público. Os seus promotores asseguram aos clientes um serviço de aconselhamento, avaliação e certificação de obras de arte.

Actividades na exposição | "A Partir do Surrealismo" | Galeria Millennium | 26 Set a 6 Jan

A PARTIR DO SURREALISMO
26 Set 2017 - 6 Jan 2018
Galeria Millennium | Fundação Millennium bcp

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@Rui Macedo
 
 
A PARTIR DO SURREALISMO e (LAND)SCAPING NORMATIVE THINKING
decorrem no mesmo espaço e tempo com diferentes razões de ser.
 
A PARTIR DO SURREALISMO é uma mostra colectiva de oito artistas da Colecção Millennium bcp: visa divulgar esta importante Colecção e, simultaneamente, valorizar a arte portuguesa contemporânea. 
 
Os artistas presentes – Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, António Dacosta, Carlos Calvet, Vespeira, Eduardo Luíz, Paula Rego e Graça Morais – têm em comum o gosto pela pintura figurativa contadora de histórias, sugeridas pelos títulos e pelo modo imaginoso como as formas (nem sempre identificáveis) usam a cor e a composição para perturbar o entendimento comum das coisas. Destes artistas, só alguns (Cruzeiro, Cesariny, Calvet, Dacosta) pertenceram aos movimentos surrealistas do meio do século XX mas todos pintam a realidade como se ela tivesse a natureza dos sonhos: confusa, disparatada, surpreendente.
 
Nesta exposição histórica, intromete-se (LAND)SCAPING NORMATIVE THINKING do pintor Rui Macedo, especialmente convidado, que gosta de trabalhar em espaços de museus e em diálogo com as memórias da pintura. 
 
A partir do tema da paisagem, constrói uma inesperada história: eram os seus quadros que ali estavam primeiro, nos espaços da Galeria, e foram “os quadros dos outros” que vieram sobrepor-se parcialmente, deixando ainda assim peças suficientes para que se possa inventar diálogos entre uns e outros...
 
Mas há um objectivo conjunto nas duas exposições: deixar-nos entrar, por via
surrealista, no inesgotável mundo da arte proposto por obras históricas num lugar
partilhado com um artista que acabou de realizar as suas. (RHS)






Casino Estoril acolhe exposição "Fado – Um outro Olhar" até 24 de Setembro

Exposição Fado Um Outro Olhar 1.JPG

 

O Casino Estoril exibe, até ao próximo Domingo, 24 de Setembro, uma original exposição fotográfica intitulada “Fado – Um outro Olhar”, da autoria de Carlos Duarte. Em destaque no átrio principal, esta inédita mostra tem suscitado o interesse do público. A entrada é livre.

 

Em “Fado – Um outro Olhar”, o autor Carlos Duarte viaja pelo universo do Fado e da tradição representado por alguns dos elementos chave como a guitarra portuguesa, o xaile, a calçada portuguesa e os tradicionais azulejos. 

 

Os visitantes do Casino Estoril podem observar uma singular exposição que engloba um total de 10 imagens, nas quais poderão identificar temas comuns a alguns fados como, por exemplo, a paixão, o desamor, a garra ou o desalento.

 

Todos estes elementos são conjugados em cada composição com traços de arte contemporânea como o grafitti a dança ou a acrobacia. Foi, precisamente, desta união do tradicional ao contemporâneo que nasceu um novo olhar sobre o Fado e os seus elementos, o olhar do autor.

 

 

Notas biográficas de Carlos Duarte

Carlos Manuel da Silva Duarte nasceu, em Lisboa, a 22 de Junho de 1976. Demonstrou desde cedo interesse pelo audiovisual tendo uma longa carreira enquanto Técnico de Som. 

 

O gosto pela fotografia desenvolve-se desde a adolescência, tomando maiores proporções nos últimos anos. Fotógrafo amador, do seu currículo fazem parte algumas exposições bem como a publicação de fotografias em publicações impressas e online.

 

 

O átrio principal do Casino Estoril acolhe até 24 de Setembro, a exposição “Fado – Um outro Olhar”, da autoria de Carlos Duarte. Esta mostra de fotografia estará em exibição durante o horário de funcionamento do Casino Estoril, ou seja, das 15 horas às três horas da madrugada. A entrada é gratuita.

 

Recorde-se que, por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

 

Em contagem decrescente "O Mundo Fantástico de Paula Rego" no Centro Colombo está a chegar ao final

Exposição conta já com mais de 210 mil visitas

 

Em contagem decrescente “O Mundo Fantástico de Paula Rego”

no Centro Colombo está a chegar ao final

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A Exposição O Mundo Fantástico de Paula Rego”, patente ao público até ao próximo dia 27 de setembro na Praça Central do Centro Colombo, está prestes a chegar ao fim. Tendo já recebido mais de 210.000 visitas desde a sua inauguração, esta é a última oportunidade para todos aqueles que ainda não tiveram oportunidade de visitar o estilo único de Paula Rego e querem muito fazê-lo ainda neste espaço comercial.

 

Paula Rego aborda as principçais obras literárias inspirando-se nas mesmas para a sua criação artística dando-lhe a sua interpretação e toque pessoal. Na série “Peter Pan”, que está em exibição desde 22 de agosto (data em que se realizou a troca dos quadros criados pela artista inspirados na obra literária de Jane Eyre), pode ser visto o distanciamento da obra literária do mesmo nome, tendo a artista retratado alguns episódios mais distantes e frios da história do “rapaz que não queria crescer”, onde a realidade se cruza com a fantasia.

 

Para assinalar a 7ª edição do projeto “A Arte Chegou ao Colombo”, o Centro Colombo surpreendeu os seus visitantes com a exposição “O Mundo Fantástico de Paula Rego”, artista portuguesa conhecida do grande público, que pela primeira vez expôs o seu trabalho num espaço comercial. Com entrada gratuita esta iniciativa é uma verdadeira democratização da arte. Ao todo são 59 obras que englobam uma diversidade artística muito grande que inclui gravuras, pintura, pastel (pintura) e litografias.

 

Paula Rego é uma artista com uma visibilidade mundial que não deixa ninguém indiferente em relação àquilo que é o seu estilo. Contemporaneidade, irreverência e surpresa são alguns dos ingredientes que consegue conjugar numa tela, proporcionando uma arte muito própria. E é com estes ingredientes que lançamos o convite para visitar os últimos dias em que a exposição “O Mundo Fantástico de Paula Rego” está patente na Praça Central do Centro Colombo, até dia 27 de setembro.

 

Desenvolvida em parceria com a Casa das Histórias Paula Rego, com a Fundação D. Luís I e com a Câmara Municipal de Cascais, a Exposição “O Mundo Fantástico de Paula Rego” pode ser visitada, gratuitamente, até 27 de setembro, todos os dias, das 10H00 às 24H00.

 

“O mundo de Norio Fujishiro” no Museu do Oriente | Exposição inaugura a 28 de Setembro

Exposição inaugura a 28 de Setembro

 

“O mundo de Norio Fujishiro” no Museu do Oriente

 

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O designer gráfico japonês Norio Fujishiro escolheu o Museu do Oriente para apresentar uma selecção de 70 trabalhos recentes em formato cartaz, inspirados nas tradições japonesas do teatro Noh e da técnica artesanal do trabalho em vidro. A exposição inaugura a 28 de Setembro.

 

Durante a década de 2000, foram inúmeras as obras gráficas que o artista criou com motivos de Noh-men, as máscaras utilizadas no teatro Noh, uma das artes de palco mais reverenciadas do Japão. Elaboradas sob os temas da paz, da preservação do ambiente e da conservação do património mundial, estas peças têm sido distinguidas com vários prémios a nível internacional.    

 

Mais recentemente, Norio Fujishiro tem transposto para o desenho de serigrafias e cartazes os seus conhecimentos sobre a técnica artesanal em vidro, a qual se traduz numa abordagem singular e expressiva na linha e no traço. Esta exposição de 70 obras,  conta ainda com trabalhos das artistas convidadas Motoko Hoshi e Yumi Shimojima.

 

Organizada em colaboração com a Embaixada do Japão, “O Mundo de Norio Fujishiro” está patente até 5 de Novembro.

 

Exposição “O Mundo de Norio Fujishiro”

Inauguração | 28 de Setembro | 18.30

Até 5 de Novembro

Horário: terça-feira a domingo | 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00,

com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

Sofia Areal Antes, Durante e Depois - Centro Cultural de Lagos

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R. Lançarote de Freitas 7, 8600-315 Lagos, Portugal
Google Maps

Entrada livre | Free entrance
Patente até dia 14 de Outubro | Showing until the 14th of October

Horário Centro Cultural | Schedule Cultural Centre
Julho e Agosto: 3.ª feira a sábado | 15h - 23h
1 Setembro - 30 Junho: 3.ª feira a sábado | 10h - 18h

 

Encerra à segunda-feira, domingo e feriados: Dia de Ano Novo (1 janeiro), Páscoa, Dia do Trabalhador (1º maio ) e Natal (25 dezembro).

Espaço Amoreiras recebe exposição sobre refugiados

 

 

Exposição é inaugurada a 28 de setembro pelo Edge Arts



A partir de 28 de setembro, o Edge Arts promove a exposição“3.041,19 km”, de Pedro Pires, que apresenta uma instalação composta por conjunto de estandartes e vitrines, sobre a atual crise de refugiados e as novas demografias europeias. A curadoria é de Inês Valle e pode ser visitada até 2 de novembro, no Espaço Amoreiras.

O nome da exposição, “3.041,19 km”, representa a distância entre Lisboa e Lesbos, locais que se encontram em extremos opostos na Europa. Em março de 2016, Pedro Pires viajou até à ilha grega para iniciar este projeto, através de voluntariado e pesquisa de campo. Durante o período em que trabalhou com a organização não governamental Emergency Response Centre International (ERCI), recebeu vários barcos de refugiados e migrantes nas praias da ilha, recolheu diversos objetos abandonados e contactou de perto com esta realidade.

O projeto foi também inspirado num artigo publicado no jornal The Guardian sobre o envolvimento de uma cônsul honorária francesa em negócios relacionados com a venda de barcos de borracha a redes de tráfico turcos. Estes barcos transportavam ilegalmente emigrantes e refugiados da Turquia para a Grécia, por valores entre os 1000 e os 1500 euros por pessoa.

Consciente do número de refugiados que chega à Europa diariamente, o projeto tem como objetivo questionar o envolvimento e a reação do continente europeu, as consequências políticas e sociais, os ideais da União Europeia e a relação entre os países que a compõem. Pretende analisar o presente e debater as ações futuras.

A exposição“3.041,19 km” é constituída por documentação real e obras artísticas realizadas com materiais recolhidos em Lesbos. É possível ver no interior das vitrines objetos como mapas de Lesbos, fotografias impressas, bilhetes de avião, cobertores de emergência, pedaços de barcos ou coletes salva-vidas. A instalação de estandartes no átrio do Espaço Amoreiras suporta retratos de cidadãos europeus e políticos pintados sobre cobertores de emergência.

No dia da inauguração oficial, no auditório LEAP, é projetado o vídeo “9 Days – From My Window in Aleppo”, do artista internacional sírio Issa Touma, que retrata o início da guerra civil em Aleppo, em 2012. Realiza-se, ainda, um debate sobre a temática da crise de refugiados com a intervenção do artista Pedro Pires, da Dra. Margarida Pinto Correia (em representação da Plataforma de Apoio aos Refugiados), do Dr. Pedro Calado (em representação do Alto Comissariado para as Migrações) e do público presente, momento mediado pela curadora Inês Valle.

Veja imagens da exposição aqui.​​

 

 

Pedro Pires (Luanda)

Nasceu em Angola, em 1978, e vive em Lisboa.

Realizou o mestrado em Visual Art no Central Saint Martins College of Art & Design, em Londres e a licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

Realizou várias exposições e projectos dos quais se destacam: a residência artística na Delfina Foundation em Londres (Uk, 2017); a exposição colectiva “Another Antipodes” em Perth (Australia 2017); a exposição individual “Doppelganger” na Gallery Momo em Joanesburgo (Africa do Sul, 2016); a residência artística e exposição colectiva “Jaango” em Luanda (Angola, 2015); a escultura pública “Homem Muralha” no Parque das Nações em Lisboa (2008).

No seu trabalho explora questões sobre identidade e estereótipos, em relação direta com sistemas de educação e instituições. Este particular interesse vem da sua história pessoal em que mistura uma herança angolana e portuguesa. Trabalha com diferentes materiais, media e objetos quotidianos com os quais cria vários significados através de abordagens figurativas e conceptuais.

 
Inês Valle

Licenciada em Artes Visuais, especializada em pintura e um mestrado em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Atualmente é candidata ao mestrado no Centro de Estudos Culturais, na Goldsmiths, Universidade de Londres.

Inês Valle é uma curadora transcultural, consultora de arte, investigadora, artista e fotógrafa especializada em arte contemporânea e cultura aborígenes, curadoria global, práticas internacionais de arte social, arte e comunidades e diálogos interculturais.

É fundadora e curadora do “the Cera Project” (Abril 2016), uma plataforma de troca transcultural que estimula o dialogo em arte, música, som, performance, cultura e ciência entre narrativas do hemisfério. Co-Fundadora e curadora N’WE Collective. Gerente e curadora do projecto AoK (Outubro 2016) e consultante cultural na TAFETA (Agosto 2014), ambos como trabalhadora independente. Anteriormente trabalhou como curadora na Omenka Gallery/ Ben Enwonwu Foundation (Lagos, NG), Assistente de Curadoria na Canberra Contemporary Art Space (Canberra, AU), curadora e produtora no Centro Cultural Belém (Lisboa, PT) e Assistente de Curadoria no Carpe Diem Arte e Pesquisa (Lisboa, PT).

Acredita na interdisciplinaridade, preservação internacional e na troca de ideias que promove. Os projectos que desenvolve que visam estimular a troca global e compreensão da noção do “outro”, não para encaixar ou apresentar narrativas alternativas hegemónicas dominantes, mas para interromper, questionar e investigar efeitos e possibilidades ignoradas ou omitidas.

 
Issa Touma (Tartus, Síria)

Nasceu em Tartus, na Síria,  e vive em Aleppo.

O seu trabalho está presente em várias coleções internacionais, como por exemplo no Museum Victoria & Albert, em Londres. Em 1992 inaugurou a galeria Black and White, o primeiro espaço dedicado à fotografia do Médio Oriente.

Depois do seu encerramento em 1996, Touma fundou Le Pont, uma organização independente e galeria que promove a liberdade de expressão e estimula panorama da arte local através de eventos internacionais: the International Photo Festival (1997) e o International Women’s Art Festival ( 1999).

Em 2012, logo a seguir ao início da Guerra Civil Síria Le Pont começou Art Camping para refugiados Sírios e cidadão de Aleppo.  Este singular trabalho colaborativo entre participantes com diferentes origens religiosas e étnicas, promoveu a resistência ao radicalismo político e religioso através de intervenções artísticas e do diálogo cultural.


Exposição “3.041,19 km”

28 de setembro 2017 – 2 de novembro 2017

 

Inauguração

28 de setembro 2017 pelas 18h

 
Horário

Espaço Amoreiras


2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

MÁRCIO VILELA | Exposição "Estudo cromático sobre o azul"

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Inaugura no próximo dia 14 de setembro, às 19 horas, a exposição Estudo Cromático sobre o Azul, de MÁRCIO VILELA.

 

A exposição, com produção da Ocupart, vai estar patente no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, de 15 de setembro a 13 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19 horas.

O Espaço Camões está localizado na Praça Luís de Camões, 22, no 4º andar, em Lisboa.

Exposição de Gravura "Extintos" de Fernanda Guerreiro I 29 setembro 21h I Galeria de Arte Imargem

EXPOSIÇÃO DE GRAVURA "EXTINTOS"
de FERNANDA GUERREIRO

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GALERIA DE ARTE IMARGEM
INAUGURAÇÃO 29 SETEMBRO 21H
PATENTE ATÉ 17 OUTUBRO
 
HORÁRIO: TER 14H - 20H I QUA 9:30 - 13:00 I QUI 16H00 - 20H
Um conjunto de monotipias e gravuras de pequeno formato que expressam uma preocupação com a forma como a nossa relação abusiva com a natureza leva à extinção de espécies e à deterioração do ambiente.
 
APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA
____________________________________
GALERIA DE ARTE IMARGEM
Rua Torcato José Clavine nº19 Piso 03 2804-501 PRAGAL
21 273 12 72  I  imargem.arte@gmail.com  I  www.imargem 82.wordpress.com
 
 
 

Exposição de Gravura "Extintos" de Fernanda Guerreiro I 29 setembro 21h I Galeria de Arte Imargem

EXPOSIÇÃO DE GRAVURA "EXTINTOS"
de FERNANDA GUERREIRO
 
GALERIA DE ARTE IMARGEM
INAUGURAÇÃO 29 SETEMBRO 21H
PATENTE ATÉ 17 OUTUBRO

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HORÁRIO: TER 14H - 20H I QUA 9:30 - 13:00 I QUI 16H00 - 20H
Um conjunto de monotipias e gravuras de pequeno formato que expressam uma preocupação com a forma como a nossa relação abusiva com a natureza leva à extinção de espécies e à deterioração do ambiente.