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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Os portugueses em Macau para conhecer no Museu do Oriente | Filme e concerto

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Filme e concerto

 

Os portugueses em Macau

para conhecer no Museu do Oriente

 

O Museu do Oriente explora a relação entre Portugal e Macau com a exibição do documentário “Portugueses em Macau, o outro lado da história” de Carlos Fraga, a 7 de Janeiro, e de um concerto de homenagem a Fernando Pessoa, pela banda macaense Sunny Side Up, no dia 12. Ambas as iniciativas são de entrada gratuita.

 

O segundo de uma série de cinco documentários que o realizador português Carlos Fraga está a gravar sobre Macau, “Portugueses em Macau, o outro lado da história” mostra a realidade da actual comunidade portuguesa radicada neste território, através de entrevistas a expatriados. À exibição do filme, marcada para as 17.00, segue-se um debate que conta com a participação do realizador.

 

Os Sunny Side Up sobem ao palco do Museu do Oriente no dia 12, às 21.00, para apresentarem o seu segundo álbum “Pessoa”, composto por dez poemas de Fernando Pessoa musicados pela banda.

 

Este projecto tem como objectivo dar a conhecer o trabalho cultural e pedagógico que se desenvolve em Macau, tendo o álbum sido concebido com o intuito de sensibilizar os alunos portugueses e os alunos chineses estudantes de Português para a cultura portuguesa através da poesia e da música. 

 

O concerto conta com o apoio da Casa de Portugal em Macau, da Direcção dos Serviços de Turismo de Macau, da Fundação Jorge Álvares e da Fundação Stanley Ho.

Documentário de Carlos Fraga

“Portugueses em Macau, o outro lado da história”

7 de Janeiro

Horário: 17.00

Duração: 57’, sem intervalo

Gratuito, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

Produção: Livremeio

Co-produção: Casa de Portugal em Macau

 

PESSOA

Concerto por Sunny Side Up

12 Janeiro

Horário: 21.00

Duração: 90’, sem intervalo

Gratuito, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

Tomás Ramos de Deus (voz e guitarra acústica) | Felipe Fontenelle (voz e baixo) | Miguel Noronha Andrade (guitarra e voz) | Jaume Pradas (bateria) | Diogo Santos (teclados) | João Rato (guitarra)

 

Museu do Oriente, Avenida Brasília | Doca de Alcântara (Norte) | 1350-362 Lisboa

www.museudooriente.pt

Estreia Filme de Jorge Silva Melo s/ Sofia Areal | Inauguração Sofia Areal Galeria João Esteves de Oliveira

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SOFIA AREAL: UM GABINETE ANTI-DOR
de Jorge Silva Melo

Imagem José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Paulo Menezes Som Armanda Carvalho Montagem Vítor Alves e Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Uma Produção Artistas Unidos/RTP (2016)

Estreia na Sala Luís Miguel Cintra, S. Luiz Teatro Municipal, 28 de Novembro, às 18h30

Sofia Areal, pintora, é um caso singularíssimo nas artes portuguesas. A sua pintura é expansiva, aberta, solar, vital, afirmativa (chamou mesmo “Sim!” à sua primeira exposição antológica), ela não recua perante noções como “o belo” ou “a alegria”. “É uma promessa de felicidade?”, perguntei-lhe num dia de filmagens. “Ou é mesmo a felicidade.”, respondeu.
Com SOFIA AREAL: um gabinete anti-dor que concluímos em 2016 filmámos a artista em várias ocasiões a partir de 2011, ao sabor de vários encontros e dos trabalhos que íamos fazendo. Não se trata de um documentário retrospectivo, mas sim um filme que está ao seu lado, a seguir o seu fazer, as suas dúvidas, certezas, conquistas. Aquilo que me interessou foi ver a Sofia Areal pensar pintando, pintar pensando. Pois nela, “o que em mim pensa está pintando”, é o seu ofício, o dessa mão que todos os dias faz a alegria.
E a Sofia Areal continua a pintar. E eu preciso tanto da sua pintura afirmativa. Que, como ela diz, “é uma questão de sobrevivência.”
Jorge Silva Melo

No final da sessão, convidam-se os espectadores a visitar a exposição INQUIETAMENTE - variações sobre um mesmo tema - de Sofia Areal, na Galeria João Esteves de Oliveira, Rua Ivens, 38.

 

SOFIA AREAL
- variações sobre um mesmo tema

Exposição de Sofia Areal na Galeria João Esteves de Oliveira

"Inquietamente
hoje e
inquietamente
sempre
e o tempo não passa
e sempre e
sempre e
sempre
inquietamente"

Sofia Areal, Lisboa, Agosto 2016

Serão apresentadas quatro séries de desenhos, todos eles inéditos, cujo tema que os une é exatamente o titulo da exposição: a inquietude. O preto e o branco nos trabalhos de menores dimensões e as cores contrastantes nos trabalhos maiores. Tinta da china, grafite e tinta acrílica são os materiais utilizados tendo o papel como suporte nestes novos trabalhos. Um ponto de viragem no trabalho de Sofia Areal
Esta exposição celebra também o lançamento do filme de Jorge Silva Melo – Artistas Unidos.

Galeria João Esteves de Oliveira
Rua. Ivens 38, 1200-224 Lisboa, Portugal
www.jeogaleria.com

3ª a Sábado das 11h00 às 19h30

CECI N'EST PAS UN FILM DUETO PARA MAÇÃ E OVO no Cine Teatro de Estarreja

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De Paulo Ribeiro

Dança Contemporânea

Sábado, 29 de outubro às 21h30

“Não ilustramos um filme. Dialogamos com imagens, imagens com passado mas futuro incerto.

Imagens que se vão habitando de gente, de vida, de vivências, de histórias suspensas...

Imagens que caminham para o dueto da maçã e do ovo, que sugere a elevação do amor. Amor que se torna possessivo, exigente, dependente, desesperado exaltado, sufocante.

Amor que derrapa nos fantasmas da negritude da alma, da hiperatividade como forma de exorcizar! Amor, imagem entre o tempo que se arrasta rodopiando sobre si próprio e o dueto que de tanto querer voar, se amarra ao seu próprio chão.” Paulo Ribeiro

Douro Film Harvest produz o filme "Encontradouro" com realização de Afonso Pimentel

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  • O actor Afonso Pimentel é o convidado a realizar a produção própria do Douro Film Harvest 2014
  • Uma iniciativa inédita: alunos de Santa Marta de Penaguião estão a receber formação e vão também participar no filme “Encontradouro”

As filmagens no magnífico cenário do Douro já começaram e vão prolongar-se até ao próximo mês de Novembro

Depois do lançamento do concurso ibérico “MEO Curtas da Casa” e da homenagem ao icónico realizador americano Oliver Stone, a programação do Douro Film Harvest está na fase de produção própria – o único festival do mundo com essa característica! Afonso Pimentel é o convidado para realizar o “Encontradouro”. Um filme com argumento do actor, que vai ter a região do Alto Douro Vinhateiro como pano de fundo e (também) como actores alunos de Santa Marta de Penaguião.

«Mais uma vez inovamos», começa por sublinhar Manuel Vaz. «Este é claramente um formato 360 graus. Ambicioso, sem dúvida, mas já com cinco anos de desenvolvimento. E, a verdade, é que nos revemos totalmente no formato! Hoje, o festival assume-se como um projecto transformador (no sentido estrito do termo) não apenas das três expressões culturais em que assenta – cinema, vinhos e gastronomia – mas também da marca territorial Douro», conclui o Director do Douro Film Harvest.

Ao abrigo do projecto “Formação Escola” que, pela primeira vez, integra a programação do festival, um grupo de jovens de Santa Marta de Penaguião está a ter aulas de cinema. No papel de “professor”, Afonso Pimentel tem despertado e sensibilizado os jovens para a importância do cinema como manifestação cultural. As aulas prolongam-se pelo mês de Novembro e servem, igualmente, para escolher um grupo de alunos para fazerem parte do elenco.

Com este género de oportunidades a serem mais comuns nos grandes certos urbanos, esta é uma experiência de sonho para os jovens abrangidos por esta inédita iniciativa promovida pela comissão organizadora do Douro Film Harvest.

Como sublinha Afonso Pimentel, «encontrar no Douro crianças com um nível de interesse tão forte na sua terra e gentes, com uma vontade tão grande de contar histórias e poder  aprender com elas, é um presente que nunca recusaria. A entrega destes miúdos deixa-me comovido. A ideia de descentralizar este tipo de eventos e investir nas próprias gentes locais para os desenvolver tem, sem dúvida, um nome e um carimbo. O DFH é, a meu ver, o melhor brasão do Manuel Vaz».

Uma referência, também, para o facto de, pelo sexto ano consecutivo, a marca de distribuição Continente assumir o papel de patrocinador principal do Douro Film Harvest.

A vertente competitiva do festival tem início no cenário do Alto Douro Vinhateiro (entre os dias 4 e 7 de Dezembro, nas vilas de Santa Marta de Penaguião e Sabrosa), seguindo-se a cidade do Porto, (entre os dias 8 e 14 de Dezembro).

A edição 2014 do Douro Film Harvest volta assim a combinar os melhores filmes com o melhor da gastronomia e vinhos, numa harmonização perfeita de três distintas expressões culturais. Um festival único no panorama internacional da Sétima Arte e uma importante ferramenta para o desenvolvimento e valorização, não apenas da região do Alto Douro Vinhateiro, mas também da cidade do Porto.

O Douro Film Harvest é organizado pela Expanding World Portugal.

Roman Holiday

8 de Março de 2011

Filme às 21h

 

Bacalhoeiro

Rua dos Bacalhoeiros 125
Lisboa

Em 1953 a Princesa Ann de uma qualquer nação real europeia choca a sociedade quando aparece em Roma de cabelo à garçonete. Mal sabe a opinião pública o porquê de radical mudança de visual. 'Férias em Roma' é a proposta do Bacalhoeiro para um jantar vegetariano abrilhantado pela presença aúrea de Audrey Hepburn neste grande clássico do cinema a preto e branco! Um filme premonitório para uma actual geração de princesas em busca da dita vida normal. / Francisco Pinheiro

#24 Offbeatz

2 de Março de 2011

A partir das 23h

MusicBox

Rua Nova do Carvalho 24
Lisboa

Um evento regular é sempre bom de destacar. Palavra de lisboeta que gosta de cirandar por aí a ver a cidade e as suas coisas. O Offbeatz assenta pelo Cais e é a cada semana - invariavelmente às Quartas - que nos dá excelentes concertos e videoclips com presença dos culpados (equipas, músicos e demais participantes). E ainda bem. Pois esta semana e já que é sempre bom ter coisas com que podemos sempre contar, temos a dar-nos música os Iconoclasts e os Alma Fábrica e outros dois videoclips para fechar a noite como deve ser. Em bem. Querer. Se não conheces esta noite Offbeatz, não há problema, não o direi a ninguém - a não ser que faltes esta vez! Aí desboco-me! / Vieirini

Lisboa também celebra a d’Orfeu!

17 de Dezembro de 2010

 

Fábrica do Braço de Prata

Lisboa

22h00 - apresentação livro-filme “Contexto e Significado”
de António Pires e Tiago Pereira, com a presença dos autores
http://dorfeu.blogspot.com/2010/11/contexto-significado-aos-15-anos-da.html
+
23h30 - concerto OuTonalidades / “Toques do Caramulo”
último concerto OuTonalidades 2010 em Lx, parceria TradBalls
http://www.dorfeu.pt/OuTonalidades



http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
www.facebook.com/dorfeu.associacao.cultural

Jazz em Agosto

 

sábado 7 Agosto 2010
18:30 — Auditório 3
Han Bennink “Hazentijd”
um filme de jellie dekker e dick lucas (países baixos), 2009, 58’
(versão original neerlandês/inglês sem legendas)

 

Num olhar que os autores querem que seja total sobre o desenvolvimento artístico deste baterista único, estandarte de uma estética e além dos seus relevantes primórdios musicais, conhecemos também o seu trabalho visual, dando ênfase à dualidade do mundo em que vive, em contraponto, entre a Natureza e a Metrópole.

 

sábado 14 Agosto 2010
17:00 — Auditório 3
Albert Mangelsdorff
“Die Posaune des Jazz” O Trombone do Jazz
um filme de torsen jess (alemanha), 2005, 52’
(versão original alemão/inglês sem legendas)

Ícone do jazz Europeu e mundial, pelo seu contributo definitivo às técnicas expandidas do trombone, Albert Mangelsdorff (1928-2005) foi parte activa das mais importantes manifestações do jazz avantgarde a partir dos anos 1960. Neste filme documenta-se com rigor o percurso artístico de um músico de referência.

 

domingo 15 Agosto 2010
17:00 — Auditório 3
“Jazz Europeu e Jazz Americano: um diálogo não interrompido”
conferência por francesco martinelli (itália)

Jornalista, historiador, produtor e promotor, Francesco Martinelli, natural de Pisa (n.1954) onde se licenciou em Química, detém largo espólio editado sobre modos de pensar o jazz contemporâneo em maior profundidade. Esta conferência, assente num permanente intercâmbio entre dois continentes, fundamenta a concepção da programação do Jazz em Agosto 2010.

Conferência + Filme Nikias Skapinakis

 

22 de Outubro

18h

 

FSCH

Av. de Berna

Auditório 1- Torre B

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Fugir da Universidade Versus Votar à Universidade. Eis a batalha. Sabemos que, se o pintor português Nikias Skapinakis (apesar do nome grego) não tivesse fugido da universidade de arquitectura provavelmente não se teria tornado no pintor que é. Por outro lado se nós não voltarmos à universidade para este encontro pessoal com o artista, também não saberemos como ele se tornou quem é. Eis os paradoxos sempre tão presentes nisto chamado Arte. Hoje somos convidados a conhecer o homem por detrás da obra, através da conversa e o homem à frente da obra, através do filme de Jorge Silva Melo sobre o pintor, intitulado «O Teatro dos Outros».Voltemos todos hoje à Universidade, vai valer a pena.Mami