Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CDMG | Outubro é sinónimo de oficinas, conversas e visitas às exposições da Casa da Memória

E2B2E0CE-E81D-4A4A-85EB-817C62A0DCA7.png

 

Em outubro, a programação da Casa da Memória de Guimarães (CDMG) dá o pontapé de saída no dia 07 com o Guia de Visita, a cargo de Jorge Castelar. No dia 14, é tempo de arregaçar as mangas e apurar o paladar para uma oficina de cozinha pedagógica com sabores outonais. A 21 de outubro, a Casa acolhe uma conversa com Tiago Gil para explorar a memória sob uma perspetiva neurobiológica e, no dia seguinte (no habitual último domingo do mês), realiza-se mais um Domingos em Casa, desta vez com uma oficina que vai pôr os participantes com as mãos no barro. Outubro é também o último mês para visitar a exposição temporária do ciclo “Memento”, sob o tema “Jantar de Domingo à Tarde”. Até 15 de outubro, a mostra está aberta ao público e exibe, através de vários documentos, as profundas transformações no mundo do trabalho no início do séc. XX. Em novembro, o ciclo “Memento” inaugurará uma nova exposição.

 

No dia 07 de outubro, às 17h00, o Guia de Visita faz-se com Jorge Castelar como convidado. Há muito tempo que Jorge Castelar – advogado, associativista, Nicolino – tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães noc noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de outubro na Casa da Memória, precisamente em sábado de noc noc – uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.

 

A programação da Casa da Memória prossegue no dia 14 de outubro, às 16h00, com uma oficina de cozinha pedagógica. “À Roda das Estações #Outono” leva os participantes numa exploração pelos sabores típicos desta época. Nesta oficina, dar-se-á ênfase a dois produtos da terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo, o calondro e a nêspera, e exploram-se as histórias e receitas que têm sido protagonistas deste seu ressurgimento. A oficina será conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados. Esta atividade carece de inscrição prévia até ao dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt.

 

No dia 21 de outubro, às 17h00, há uma nova sessão do Memórias da Memória, um ciclo de conversas que convoca convidados das mais distintas áreas para ajudar a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Desta feita, o convidado é Tiago Gil Oliveira, Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho que abordará o tema da memória sob uma perspetiva neurobiológica, esclarecendo os presentes sobre o lado orgânico da memória, as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais.

 

No dia 22 de outubro, às 11h00, realiza-se mais um Domingos em Casa, iniciativa que acontece no penúltimo domingo de cada mês com oficinas que promovem a descoberta de atos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos, sempre num ambiente informal e de convívio. Nesta edição, sob o mote “Histórias de Cântaros e Cantarinhas”, propõe-se aos participantes que metam as mãos no barro e se sentem numa roda de oleiro para descobrir as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.

 

Outubro é o último mês para visitar a primeira exposição do ciclo “Memento (Lembra-te)”, sob o título “Jantar de Domingo à Tarde”, que terminará a 15 de outubro. “Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir. Em novembro, a Casa da Memória inaugurará uma nova exposição no âmbito deste ciclo de mostras temporárias.

 

A Casa da Memória encontra-se aberta de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada é gratuita. A programação pode ser consultada em www.casadamemoria.pt.

 

Guimarães na Europa das artes com novos projetos ligados ao Westway Lab, Novo Circo e CIAJG

A Oficina tem três novos projetos europeus aprovados

no domínio das artes

 

Guimarães na Europa das artes com novos projetos ligados ao Westway Lab, Novo Circo e CIAJG

image001.png

 

A Oficina firmou recentemente o envolvimento em três projetos de cariz europeu que tocam as áreas da música, artes visuais e novo circo, todos com um ponto comum: o apoio aos novos autores, reforçando o caminho percorrido pel’ A Oficina no apoio à criação nas várias vertentes artísticas. No que toca ao universo da música, o Westway Lab Festival, juntamente com oito parceiros europeus, deram origem ao INES – Innovation Network of European Showcases, uma nova rede de cooperação para descoberta de artistas e desenvolvimento da indústria da música. O envolvimento do Westway Lab no INES tem como um dos seus objetivos fomentar a internacionalização da música portuguesa.

 

O Innovation Network of European Showcases visa potenciar sinergias entre festivais, artistas e profissionais desta área, ligando os mercados da música dos países participantes e promovendo o fortalecimento da indústria da música europeia. Este projeto de cooperação, que agrega oito festivais showcase europeus (entre os quais o Westway Lab) e a plataforma digital gigmit, tem a duração de quatro anos e uma comparticipação de dois milhões de euros da parte do programa Europa Criativa da União Europeia.

 

O INES consiste em quatro áreas de financiamento e intercâmbio: além do programa INES#talents, que permitirá que os jovens talentos tenham uma exposição europeia, e do INES#pro, dirigido a profissionais da área musical, o INES pretende também ampliar a digitalização da indústria da música, tornando o conhecimento mais sustentável e acessível para todos ao disponibilizar os vídeos das conferências na biblioteca INES#conference. Por último, o programa INES#festivals oferece ainda a oportunidade para bandas se candidatarem online, de forma simples, aos festivais showcase na Suécia, Áustria, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Polônia, Eslovênia e Reino Unido.

 

Todos os parceiros do projeto – Liverpool Sound City, Live at Heart, MENT Ljubljana, Monkey Week, Sonicvisions, Spring Break, Waves Vienna, Westway Lab e gigmit – estabeleceram o objetivo de prosseguir um caminho de crescimento para estabelecer uma rede cada vez mais forte que conecte os festivais showcase por toda a Europa.

 

Relevante referir, no âmbito do Westway Lab, que as candidaturas para as Residências Artísticas (direcionadas a artistas portugueses) e para os City Showcases (para artistas internacionais) do Westway Lab Festival 2018 já se encontram abertas, podendo ser realizadas através do sítio do festival na internet, www.westwaylabfestival.com.

 

Recentemente, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) viu aprovada a integração na PARALLEL, plataforma que reúne 18 organizações culturais de 16 países europeus dispostas a contribuir para estabelecer um novo padrão de qualidade para a fotografia contemporânea europeia, ao melhorar a cooperação internacional entre agentes culturais europeus e desenvolver a mobilidade transnacional de artistas e do seu trabalho. Com uma rede que assegura uma ampla e diversificada disseminação geográfica, a PARALELL tenciona, assim, estabelecer uma plataforma eficaz para a exposição de artistas e curadores emergentes europeus e promover elos de ligação mais eficientes e funcionais entre estes e os espaços expositivos (museus, galerias e festivais). A PARALLEL pretende também remover fronteiras artificiais entre artistas e curadores para promover novas ideias e novas formas de cooperação artística.

 

A juntar à música e às artes visuais, também a aposta d’A Oficina no Novo Circo ganha igualmente destaque por intermédio do envolvimento na CircusNext PLaTFoRM, plataforma europeia que visa promover artistas emergentes ao fomentar a mobilidade e a visibilidade destes a nível internacional e estimular uma verdadeira programação europeia de atividades culturais e artísticas.

 

A CircusNext PLaTFoRM é um novo passo no investimento que até agora foi feito no Novo Circo a nível europeu, nomeadamente após a conclusão do projeto CircusNext. Ao ganhar uma nova configuração, deixa de ser apenas um projeto de cooperação para se transformar numa plataforma com o objetivo de identificar e apoiar autores emergentes ao mesmo tempo que tenta impulsionar, cada vez mais, o reconhecimento do Novo Circo a nível europeu. Esta plataforma é inicialmente constituída por vários parceiros (18) de diferentes países (12) para defender a indispensável diversidade, tendo também o propósito de promover a apresentação e circulação a nível europeu de vários artistas a serem identificados ao longo deste processo. Neste sentido, trata-se de uma evolução em termos de configuração do apoio aos jovens autores. Este projeto foi selecionado pela Comissão Europeia e abrange os próximos quatro anos, com uma ambição renovada de identificar os criadores emergentes mais singulares e com a vontade de os apresentar na Europa.

 

Neste âmbito, A Oficina irá integrar na sua programação alguns destes trabalhos em desenvolvimento (work-in-progress) e outros já finalizados, continuando assim a apresentar (e a representar) em Portugal a cena europeia do Novo Circo, sobretudo no que toca aos jovens autores.

 

Recordamos que A Oficina é a entidade cultural responsável pela gestão e programação do Centro Cultural Vila Flor, do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, do Centro de Criação de Candoso e da Casa da Memória de Guimarães.

CCVF | Miguel Moreira e Romeu Runa apresentam "Operários" no palco que os viu crescer (30 setembro)

Atualmente a celebrar 20 anos de percurso criativo, o Útero junta-se às duas cidades que contribuíram para o seu crescimento, Almada e Guimarães

 

Miguel Moreira e Romeu Runa apresentam “Operários” no palco que os viu crescer

223AD53C-FAE0-4947-9994-03AE2B995D48.png

 

No próximo sábado, 30 de setembro, às 21h30, o Útero sobe ao palco do Centro Cultural Vila Flor para apresentar a mais recente criação, “Operários”. A peça, cuja estreia aconteceu no Festival Internacional de Almada, vem agora a Guimarães num gesto simbólico que enaltece a importância destas duas cidades no percurso criativo da companhia, que se encontra a comemorar 20 anos de existência. Interpretado por Miguel Moreira e Romeu Runa, acompanhados por Sara Garcia, Beatriz Bizarro, Teresa Esteves da Fonseca e ShadowMan, “Operários” é uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.

 

O Útero faz 20 anos. Para celebrar este percurso, a companhia assinala a data com um regresso às raízes, a dois espaços que foram fundamentais para o seu crescimento criativo – Lémauto e Espaço Ginjal (em Almada) e Fábrica Asa (em Guimarães) – lugares de grande escala que permitiram, e permitem, ao corpo dos criadores e ao público estabelecer lugares emocionais únicos e irrepetíveis. Lugares que obrigam, aos espetadores, militância e sacrifício para poderem absorver na totalidade uma obra de arte. Almada e Guimarães foram, sem dúvida, duas cidades que abraçaram o Útero de forma apaixonada. Cidades com histórias diferentes, mas com o mesmo amor pela cultura. Cidades com uma relação forte com as fábricas e os trabalhadores que diariamente lutam pela vida e pela dignidade da sua vida. Uma parábola igual ao percurso dos artistas que tentam ocupar o vazio, dando um significado ao mundo. “Operários” é, por isso, uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.

 

Com esta peça, o Útero celebra também um ciclo que começou em 2011 com “The Old King” e que deu início a um processo artístico de cocriação que se alastrou para outras peças deste período como “Pele”, “Pântano” ou, mais recentemente, “Duelo”. Com estes espetáculos, o Útero desenhou um caminho comum, feito da “apropriação” de lugares onde os artistas se unem por uma vontade conjunta, pela partilha de processos, pela criação de obras de arte num sentido de união e unidade. Todos os processos criativos do Útero são assentes em ideias bem claras. Em “The Old King”, por exemplo, os autores partiram de um corpo invertido de um homem que constrói um palanque para falar às massas, que simboliza a procura de sentido para o homem de hoje. A coluna do corpo deste homem desfaz-se ou não aguenta o peso do mundo. Por isso inverte-se.

 

Outro conceito marcante deste percurso são os corpos soterrados das peças “Europa” e “Pele” que emergem para a nossa realidade. É a repetição de lugares, dando-lhes novas camadas, que tem permitido ao Útero perceber esta máquina de emoções a que chamam “espetáculo”. Há ideias que aparecem num processo e que só são usadas muito tempo depois, como o pó-farinha de “Pântano” que começou a ser trabalhado no processo da peça “The Old King”.

 

Outra das questões centrais presente nas criações do Útero está intimamente relacionada com as condições ideais para criar uma obra de arte na área da dança, do teatro e da performance. A importância da existência de mais semanas de ensaios, uma pré-preparação mais prolongada e, acima de tudo, a escolha de espaços que ampliem as possibilidades que surgem durante o processo criativo foi fundamental para o crescimento da companhia. É a partir de todas estas premissas que surge esta nova criação, “Operários”, uma celebração dos 20 anos do Útero e uma homenagem aos lugares referenciais que confrontam o percurso do Útero com a história das cidades que influenciaram diretamente o caminho singular da companhia. “Operários” estreou, no passado mês de julho, no Festival Internacional de Almada e chega agora a Guimarães, ao palco do Centro Cultural Vila Flor.

 

Os bilhetes já se encontram à venda e poderão ser adquiridos, como habitualmente, nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, da Plataforma das Artes e da Criatividade e da Casa da Memória de Guimarães, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

Penha Music Trail 14 outubro

Depois de uma excelente afluência em 2016, o Penha Music Trail está de volta a Guimarães no dia 14 de outubro. 

 

A organização, com as sugestões dos participantes do ano anterior, introduziu várias melhorias e novidades: Reforço dos controlos intermédios, sinalização e segurança reforçada, novos prémios de finisher, introdução de uma caminhada de 8 Km, todos os pontos de abastecimento com animação musical, são algumas delas. 

 

Jorge Veloso, produtor do evento ressalva que “assumimos desde o início uma identidade própria e que se destaca dos restantes eventos de trail running”. O Penha Music Trail além dos 4 percursos, desde 8 km até o mais longo de 25 km, tem animação musical em todos os pontos de abastecimento. 

Os percursos escolhidos pela organização passam por vários locais de património histórico e ambiental. Guimarães é uma referência internacional em setores como o turismo, a cultura, o desporto, o património, o ambiente, sendo o cenário escolhido para esta competição. Guimarães é ainda “uma cidade inserida numa região onde há muitos atletas federados em todos os desportos e havendo uma enorme massa crítica para a participação neste tipo de eventos” reforça a organização. 

 

O Trail são corridas pedestres em natureza, com um mínimo de percurso pavimentado/alcatroado que não deverá exceder 10% do percurso total, em vários ambientes e terrenos. O Trail Running é um tipo de corrida na montanha que consiste essencialmente em correr por trilhos técnicos, preferencialmente inacessíveis de qualquer outra forma. É uma atividade caraterizada por possuir grandes desníveis e elevada dureza. 

Esta atividade desportiva é habitualmente procurada por atletas das variantes ligadas ao atletismo. No entanto, o Penha Music Trail incluiu uma caminhada de 8 km para envolver todos os praticantes de desporto em geral, assim como envolver toda a comunidade na participação deste evento. 

Como defende a Vibes & Beats, o conceito deste evento não é um mero trail como atividade desportiva, mas sim, uma combinação de animação, desporto e lazer. 

Jardim do CCVF recebe Lydia Ainsworth, Noiserv, Dead Combo e Lula Pena na 11ª edição do Manta

CCVF abre nova temporada cultural no primeiro fim de semana de setembro com música para degustar ao ar livre

 

image001.jpg

 

 

 

No primeiro fim de semana de setembro, dias 01 e 02, os jardins do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, cumprem uma tradição que se vai repetir pela 11ª vez. O Manta volta a marcar a despedida do verão de forma descontraída, ao som de música que enche a alma e convida todos a sentarem na relva e a desfrutar das últimas noites estivais. Este ano, o Manta convoca artistas mais jovens com caráter autoral forte, como o encantatório Noiserv e a eletrizante Lydia Ainsworth, donos do palco na primeira noite, a par de outros mais experientes, como a misteriosa Lula Pena e os carismáticos Dead Combo que se apresentam em formato trio, na segunda noite. Quatro concertos em duas noites que farão as delícias de todos aqueles que rumarem ao tapete verde do CCVF. Os espetáculos têm hora marcada para as 21h30.

 

No dia 01 de setembro, às 21h30, o Manta arranca com os concertos de dois jovens artistas de qualidade inquestionável, Lydia Ainsworth e Noiserv. O músico português apresenta no manto verde o seu último trabalho, “00.00.00.00”, disco em que o artista põe os relógios no zero para um momento diferente na sua já longa carreira. Com este projeto, o músico que sempre se caraterizou por carregar consigo uma “orquestra de sons” segue um rumo diferente e entrega-se às sublimes notas do piano. David Santos, a pessoa por detrás do artista, descreveu este projeto como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”.

 

Na primeira noite, o palco pertence também a Lydia Ainsworth. Proveniente do Canadá, a cantora sobe ao palco do Manta para brindar o público com a melhor electropop produzida em tempos recentes. Lydia Ainsworth, cuja carreira vai ganhando fulgor a nível internacional, vem a Guimarães demonstrar, ao vivo e a cores, por que é uma das artistas emergentes mais aclamadas pela crítica especializada. A cantora e compositora traz ao CCVF os temas do mais recente trabalho, “Darling of the Afterglow”, que se carateriza por uma sonoridade cativante que une a simplicidade à exuberância. Ao agregar a influência da sua formação musical clássica com estilos mais ecléticos e pop, Lydia cria uma assinatura muito própria, carimbada por uma elevada sofisticação estética.

 

No dia 02 de setembro, à mesma hora, o Manta apresenta Dead Combo e Lula Pena, dois concertos nos quais os seus protagonistas revelam a maturidade de uma carreira de êxitos consistentes. Lula Pena, artista de carisma singular, nasceu em Portugal mas tem a alma de uma mulher do mundo. A sua música colhe várias influências como blues, flamenco, chanson française, phado (como ela prefere chamar-lhe), bossa nova, entre outros. A cantora, muita parca em aparições, traz ao Manta o seu último disco, “Archivo Pittoresco”, cuja sonoridade vai levar o público para viagens infindáveis cujas margens se fazem de continentes distantes.

 

Os Dead Combo atuam por último, encerrando mais uma edição do Manta. Dez anos depois de atuarem no primeiro número do festival, o duo traz consigo o baterista Alexandre Frazão para juntos interpretarem os temas do último álbum de Pedro Gonçalves e Tó Trips, “A Bunch of Meninos”. Um concerto cuja aura certamente evocará paisagens longínquas e viagens no tempo onde, ora se sentirá a brisa quente de um cenário desértico, ora se sentirá o cheiro de uma taberna burlesca numa rua recôndita de um outro século. Os Dead Combo têm a capacidade inebriante de contar histórias através do dedilhar rebuscado nas cordas das guitarras, fiéis companheiras de todas as horas. Música de encher a alma, poética, quase cinematográfica, cuja narrativa se faz simplesmente com os sons que emanam das guitarras. Não é preciso mais nada.

 

Como já é habitual, o Manta tem entrada livre. É assim que (re)começa a celebração cultural que assinala uma nova temporada em Guimarães, num mês igualmente marcado pelo 12º aniversário do Centro Cultural Vila Flor.

11ª edição do Manta apresenta Lydia Ainsworth, Noiserv, Dead Combo e Lula Pena no jardim do CCVF a 01 e 02 de setembro

CCVF abre nova temporada cultural no primeiro fim de semana de setembro com música para degustar ao ar livre

 

Jardim do CCVF recebe Lydia Ainsworth, Noiserv, Dead Combo e Lula Pena na 11ª edição do Manta

image001.jpg

 

Esta sexta e sábado, dias 01 e 02 de setembro, os jardins do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, cumprem uma tradição que se vai repetir pela 11ª vez. O Manta volta a marcar a despedida do verão de forma descontraída, ao som de música que enche a alma e convida todos a sentarem na relva e a desfrutar das últimas noites estivais. Este ano, o Manta convoca artistas mais jovens com caráter autoral forte, como o encantatório Noiserv e a eletrizante Lydia Ainsworth, donos do palco na primeira noite, a par de outros mais experientes, como a misteriosa Lula Pena e os carismáticos Dead Combo que se apresentam em formato trio, na segunda noite. Quatro concertos em duas noites que farão as delícias de todos aqueles que rumarem ao tapete verde do CCVF. Os espetáculos têm hora marcada para as 21h30.

 

Na sexta-feira, dia 01 de setembro, às 21h30, o Manta arranca com os concertos de dois jovens artistas de qualidade inquestionável, Lydia Ainsworth e Noiserv. O músico português apresenta no manto verde o seu último trabalho, “00.00.00.00”, disco em que o artista põe os relógios no zero para um momento diferente na sua já longa carreira. Com este projeto, o músico que sempre se caraterizou por carregar consigo uma “orquestra de sons” segue um rumo diferente e entrega-se às sublimes notas do piano. David Santos, a pessoa por detrás do artista, descreveu este projeto como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”.

 

Na primeira noite, o palco pertence também a Lydia Ainsworth. Proveniente do Canadá, a cantora sobe ao palco do Manta para brindar o público com a melhor electropop produzida em tempos recentes. Lydia Ainsworth, cuja carreira vai ganhando fulgor a nível internacional, vem a Guimarães demonstrar, ao vivo e a cores, por que é uma das artistas emergentes mais aclamadas pela crítica especializada. A cantora e compositora traz ao CCVF os temas do mais recente trabalho, “Darling of the Afterglow”, que se carateriza por uma sonoridade cativante que une a simplicidade à exuberância. Ao agregar a influência da sua formação musical clássica com estilos mais ecléticos e pop, Lydia cria uma assinatura muito própria, carimbada por uma elevada sofisticação estética.

 

No sábado, à mesma hora, o Manta apresenta Dead Combo e Lula Pena, dois concertos nos quais os seus protagonistas revelam a maturidade de uma carreira de êxitos consistentes. Lula Pena, artista de carisma singular, nasceu em Portugal mas tem a alma de uma mulher do mundo. A sua música colhe várias influências como blues, flamenco, chanson française, phado (como ela prefere chamar-lhe), bossa nova, entre outros. A cantora, muita parca em aparições, traz ao Manta o seu último disco, “Archivo Pittoresco”, cuja sonoridade vai levar o público para viagens infindáveis cujas margens se fazem de continentes distantes.

 

Os Dead Combo atuam por último, encerrando mais uma edição do Manta. Dez anos depois de atuarem no primeiro número do festival, o duo traz consigo o baterista Alexandre Frazão para juntos interpretarem os temas do último álbum de Pedro Gonçalves e Tó Trips, “A Bunch of Meninos”. Um concerto cuja aura certamente evocará paisagens longínquas e viagens no tempo onde, ora se sentirá a brisa quente de um cenário desértico, ora se sentirá o cheiro de uma taberna burlesca numa rua recôndita de um outro século. Os Dead Combo têm a capacidade inebriante de contar histórias através do dedilhar rebuscado nas cordas das guitarras, fiéis companheiras de todas as horas. Música de encher a alma, poética, quase cinematográfica, cuja narrativa se faz simplesmente com os sons que emanam das guitarras. Não é preciso mais nada.

 

Como já é habitual, o Manta tem entrada livre. É assim que (re)começa a celebração cultural que assinala uma nova temporada em Guimarães, num mês igualmente marcado pelo 12º aniversário do Centro Cultural Vila Flor.

Regresso de Peeping Tom a Guimarães marca 12º aniversário do CCVF (17 setembro)

A 17 de setembro, em data de aniversário, o Centro Cultural Vila Flor apresenta o espetáculo “Moeder” da conceituada companhia belga

image001.jpg

 

No próximo dia 17 de setembro, o Centro Cultural Vila Flor celebra 12 anos de existência com um espetáculo verdadeiramente marcante que assinala também o regresso a Guimarães da consagrada companhia belga Peeping Tom. Descrito pela crítica internacional como uma obra “absolutamente fora de série”, “Moeder” (Mãe) cruza o teatro, a dança e o cinema, para nos levar numa viagem à condição humana. A peça cria conexões que inundam o limite entre sofrimento, luto e festejo, entre manter ou deixar ir, estrutura e loucura. Passado, presente e futuro tentam desesperadamente aguentar o tempo cíclico de um arquétipo da natureza humana: a figura da mãe. O espetáculo tem início marcado para as 21h30, no Grande Auditório do CCVF.

 

Conhecida em todo o mundo pela sua peculiar estética artística, a companhia Peeping Tom, através da sua coreógrafa e cofundadora Gabriela Carrizo, traz ao CCVF uma peça de uma sensibilidade extrema que junta o belo ao grotesco numa obra que parte do luto sobre a morte da sua mãe para se ampliar para outros sentimentos, sentidos e sensações. O cenário, em si mesmo uma obra de arte, retrata uma série de locais bem reconhecíveis que se vão transmutando para dar corda à narrativa da história: uma maternidade, um velório, um estúdio de gravação, um museu, todos eles locais onde o público e o privado se fundem.

 

A estética hiper-realista do cenário assume uma importância extremamente relevante para retratar universos instáveis que desafiam a lógica do espaço e do tempo. A perda da mãe da coreógrafa é assim a ignição para que a peça se lance sobre outras emoções complexas do ser humano como a ausência e o vazio, as angústias e as ansiedades, o medo, as fantasias.

 

A memória é também “figura” central neste trabalho, uma vez que é ela que nos define enquanto seres humanos, pela capacidade de carimbar na nossa alma sensações, sentimentos ou emoções, pessoas, espaços ou objetos. Na peça, Gabriela Carrizo expõe o corpo como um armazém onde uma multitude de lembranças conscientes e inconscientes se fundem, colidem e definem quem somos. Esta mescla cria uma série de conexões inesperadas que esbatem as fronteiras entre o sofrimento e a celebração, entre segurar ou deixar ir, entre estrutura e caos, vida e morte. Além do fluxo de memórias individuais da coreógrafa e dos performers, emerge também uma memória universal e coletiva que despoleta reflexões perturbadoras sobre o complexo significado de ser mulher, de ser mãe.

 

O cenário da peça acrescenta laivos abstracionistas e o recurso a um humor contorcido, enaltecendo sempre a empatia. Meios para atingir aquilo que temos de mais pessoal e reconhecível: a família e as suas constelações. O som desempenha também um papel crucial no relato da história pela imediaticidade com que desperta memórias e pela forma eficaz como traz a audiência para o universo que lhe é proposto. Os sons estão intimamente ligados com as personagens, com a dança e com os objetos. Assim, Gabriela Carrizo expõe a visceralidade do corpo e a simbologia dos objetos na performance, bem como um universo mental de medos e fantasias. Enquanto estamos habituados a ouvir o som em palco como uma ferramenta, aqui ele é transformado em matéria tangível para destacar aspetos relevantes.

 

A dança que Carrizo impõem aos seus intérpretes parece desafiar as leis da física, transportando o público para lugares onde o real e o onírico se esbatem. Imagens surreais quebram-se por um humor negro que nos afunda nos aparentes estados alterados das personagens numa estética que por vezes roça o absurdo, sem nunca perder a humanidade. A compaixão pelas fragilidades, defeitos e incoerências está presente em toda a obra e é uma das caraterísticas mais vincadas da companhia, transversal em quase todos os seus trabalhos. Dentro de toda a surrealidade da peça, nunca se perde uma certa lógica sensível, sublime. A humanidade é assim mesmo.

 

É com este aclamado espetáculo que o Centro Cultural Vila Flor celebra mais um aniversário. Brinda-se, assim, ao percurso feito ao longo destes 12 anos de cultura, celebra-se o presente num mês particularmente especial e evoca-se o futuro que se promete repleto de desafios e propostas vibrantes. De referir que os Peeping Tom estarão de regresso a Guimarães em 2018 para apresentar no CCVF a primeira parte deste tríptico, “Vader” (Pai), que nos ajudará a (des)construir este mosaico artístico.

 

Os bilhetes para o espetáculo “Moeder” podem ser adquiridos pelo valor de 12,12 euros, numa alusão ao 12º aniversário do CCVF, e já se encontram disponíveis nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, da Plataforma das Artes e da Criatividade e da Casa da Memória de Guimarães, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

As artes em festa no 12º aniversário do Centro Cultural Vila Flor

CCVF abre temporada a comemorar 12 anos, com destaque para a companhia belga Peeping Tom que se apresenta a 17 de setembro,

e revela destaques da programação dos próximos meses

 

 

image002.jpg

 

Setembro, mês que assinala os 12 anos do Centro Cultural Vila Flor, é prenúncio de celebração artística com lastro até ao final do ano. Para abrir da melhor forma a temporada 2017/2018, os jardins do CCVF convocam-nos para a 11ª edição do Manta a 01 e 02 de setembro que, este ano, recebe os carismáticos Dead Combo em formato trio, uma rara aparição da cantora Lula Pena, o universo encantatório de Noiserv e a artista canadiana em ascensão Lydia Ainsworth. A 17 de setembro, data que marca a abertura do CCVF, todas as atenções se viram para o regresso da conceituada companhia belga Peeping Tom, com o seu mais recente espetáculo “Moeder” (Mãe), internacionalmente aclamado pela crítica. A programação estende-se mês adentro, dia 23 com “O Pato Selvagem”, obra de Ibsen encenada por Tiago Guedes, e dia 30 com “Operários”, de Miguel Moreira e Romeu Runa (Útero). Avançando para o último trimestre do ano, destaca-se na música a 26ª edição do Guimarães Jazz e o segundo tomo do ciclo “SOM de GMR”. Nas artes visuais, novas exposições no CIAJG. No teatro e na dança, relevo para as novas criações do Teatro Oficina, Nuno Cardoso, Raquel Castro, João dos Santos Martins com Rita Natálio e Companhia Paulo Ribeiro, as 3 últimas em regime de coprodução.

 

As primeiras canções da nova temporada fazem-se ouvir no tapete verde do CCVF que volta a acolher o Manta logo no primeiro fim de semana de setembro. O Manta chega aos 11 anos de existência mantendo intacta a missão de convocar todas as gerações para um só lugar, o jardim do Centro Cultural Vila Flor, vivenciando arte e cultura. No palco, encontraremos artistas da nova geração a par de outros já estabelecidos que dispensam qualquer apresentação.

 

No dia 01 de setembro, a partir das 21h30, a celebração na relva faz-se ao som das canções sublimes de Noiserv e Lydia Ainsworth. Propostas que nos apresentam a música pop na sua forma mais contemplativa. Se David Santos, reconhecido como Noiserv, vem ao Manta com o seu mais recente projeto, descrito pelo músico como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”, já a canadiana Lydia Ainsworth, que tocará em trio, promete revelar por que razão a sua carreira vai ganhando um fulgor internacional cada vez maior. A cantora e compositora sobe ao palco com os temas do mais recente álbum, “Darling of the Afterglow”. Canções simples, mas ao mesmo tempo majestosas e exuberantes. No segundo dia de concertos, à mesma hora, o regresso dos Dead Combo – 10 anos depois da sua presença na 1ª edição do Manta – será certamente especial, desta vez com a particularidade de Tó Trips e Pedro Gonçalves surgirem em formato trio na companhia do baterista Alexandre Frazão. A noite de sábado abre com Lula Pena, artista nascida em Portugal mas criada no mundo, alvo de culto por um crescente número de seguidores, que nesta noite nos traz o seu novo álbum, “Archivo Pittoresco”. A sua voz é inquietante e comovente, o seu estilo na guitarra é único, a sua abordagem é profundamente emocional.

 

A 17 de setembro, às 21h30, o CCVF celebra o seu 12º aniversário com um espetáculo verdadeiramente marcante, que assinala também o regresso a Guimarães da consagrada companhia belga Peeping Tom, que neste dia levará a sua última criação ao palco do Grande Auditório. “Moeder” (Mãe) é a segunda parte de uma trilogia que se iniciou em 2014 com “Vader” (Pai) – peça a apresentar no CCVF em 2018 – e que fechará em 2019 com “Kinderen” (Filhos). Num espaço cénico hiper-realista, “Moeder” cruza o teatro, a dança e o cinema, para nos levar numa viagem à condição humana. A peça cria conexões que inundam o limite entre sofrimento, luto e festejo, entre manter ou deixar ir, estrutura e loucura. Passado, presente e futuro tentam desesperadamente aguentar o tempo cíclico de um arquétipo da natureza humana: a figura da mãe. Os bilhetes para este espetáculo podem ser adquiridos pelo valor de 12,12 euros, numa alusão ao 12º aniversário do CCVF.

 

Nesta nova temporada, o teatro desperta às 21h30 do dia 23 de setembro com “O Pato Selvagem”. Um elenco de luxo dá vida ao icónico texto de Henrik Ibsen, escrito em 1884, que surge agora em cena pela apurada visão estética do encenador Tiago Guedes. A peça gira em torno de várias questões morais que a todos assolam e que fazem parte do quotidiano. O que será melhor? Viver em harmonia sob a fina película de uma mentira ou sofrer com a realidade de uma verdade que tudo põe em causa? Considerado por muitos o melhor e mais profundo texto de Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça carregada de simbolismo, que questiona o significado da verdade nas nossas vidas.

 

A fechar o mês, a 30 de setembro, às 21h30, Miguel Moreira e Romeu Runa apresentam “Operários”. A assinalar 20 anos de percurso criativo, o Útero liga-se às duas cidades que mais contribuíram para o seu crescimento, Almada e Guimarães. Lugares de uma relação forte com as fábricas e os trabalhadores que diariamente lutam pela vida e sua dignidade. “Operários” é uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.

 

Se setembro é fértil em propostas no domínio das várias artes, os últimos meses de 2017 prometem um calendário cultural intenso diversificado. Música, artes visuais, teatro, dança, tudo se conjuga no programa deste último trimestre. O ciclo SOM de GMR propõe uma segunda e última ronda de atuações, com os This Penguin Can Fly (13 outubro), Ana (03 novembro) e Smartini (01 dezembro) no Café Concerto do CCVF. Também na música, em inevitável destaque surge o Guimarães Jazz, que se apresenta para a sua 26ª edição entre os dias 08 e 18 de novembro. A Casa da Memória de Guimarães (CDMG), centro de interpretação e conhecimento, continua a explorar a memória da cidade enquanto território e a memória das pessoas que escrevem a sua existência nesta cidade, em permanência ou de passagem, através da sua programação regular e das suas exposições.

 

O Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) terá novas exposições que poderão ser descobertas pelo público a partir de 27 de outubro. Na área das artes performativas, o Teatro Oficina leva à cena uma nova criação a 28 e 29 de outubro, “Auto das Máscaras”, em relação com a coleção de José de Guimarães patente no CIAJG. A 04 de outubro, o CCVF acolhe uma coprodução no âmbito da rede 5 Sentidos, “O Olhar de Milhões”, espetáculo da criadora de Raquel Castro. Continuando pelas artes de palco, Nuno Cardoso apresenta a 08 de dezembro a sua mais recente criação, “Canas de Senhorim”, um trabalho que completa a trilogia “A vida, a morte e Canas de Senhorim”, numa referência à vila beirã onde nasceu. Uma oportunidade para ver o encenador vestir a pele de intérprete. Saltando para a dança, importa referir duas coproduções do CCVF. A 20 de outubro, João dos Santos Martins apresenta um novo projeto em colaboração com Rita Natálio, “Antropocenas”. O movimento dos corpos não esmorece e a 25 de novembro (a Companhia) Paulo Ribeiro traz a Guimarães a sua nova peça “Never Stop Searching, walking with Kylián”, espetáculo criado em homenagem ao importante coreógrafo internacional Jiří Kylián.

 

Na nova temporada do CCVF, os espetáculos apresentados nos auditórios passarão a ter início às 21h30 e no Café Concerto às 23h00. Os bilhetes poderão ser adquiridos, como habitualmente, nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, da Plataforma das Artes e da Criatividade e da Casa da Memória de Guimarães, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

De relevar ainda que, na temporada de 2016/2017, o Centro de Criação de Candoso acolheu um total de 25 residências artísticas. O Centro Cultural Vila Flor foi coprodutor de 15 criações e acolheu no seu palco 28 estreias de espetáculos.

«PAW Patrol Live!: Entrar em Ação» pela primeira vez em Portugal!

ee2f69d4-3d0d-4b41-969f-5375140af60e.png

 

 

Anuncia as primeiras datas da nova Tour!
 

Junta-te aos teus agentes de quatro patas preferidos numa heróica aventura musical que vai Invadir os Palcos Nacionais.

 
 

Baseado na série de animação de grande sucesso do Nickelodeon, produzida pela Spin Master, Patrulha Pata Ao Vivo! “Entrar em Ação”, chega a Portugal e vai invadir os Palcos Nacionais a partir de Setembro, trazendo os teus cães preferidos para uma aventura musical recheada de ação e muita energia. Quando a Presidente Goodway desaparece no dia da Grande Corrida da Baía da Aventura, a Patrulha Pata vai salvá-la.  Junta-te a Ryder, Chase, Marshall, Rocky, Rubble, Zuma, Skye e Everest para a primeira tour deste espetáculo em Portugal.

Bilhetes disponíveis em www.blueticket.pt , na Bilheteira Online e nos locais habituais.

 
Com um elenco repleto das personagens preferidas da Patrulha Pata e apresentado pela VStar Entertainment Group e Nickelodeon, Patrulha Pata Ao Vivo! “Entrar em Ação”, vem demonstrar que “nenhum trabalho é demasiado grande, nenhum cão é demasiado pequeno”, e partilha lições para todas as idades sobre cidadania, valores sociais e a capacidade única de cada uma das personagens para a resolução de problemas em equipa. O espetáculo está dividido em duas partes, com um intervalo, e vai cativar o publico com os fatos Bunraku (uma abordagem inovadora aos fatos de mascote que dão vida às personagens Patrulha Pata), e também com os seus carros e equipamentos.

“Com a técnica Bunkaru, é possível adicionar elementos de marionete a fatos de mascote utilizados por atores, de modo a criar uma incrível combinação de cães em tamanho real e que cria também uma maior conexão com o publico. O elenco da Patrulha Pata canta e dança, mostrando um paralelo divertido e realista entre os desenhos animados e o espetáculo ao vivo” -  Jim Waters, Produtor, VStar Entertainment Group.

“Estamos muito felizes por esta parceria com o VStar Entertainment Group, Life Like Touring e Lemon Live Entertainment / Pandora Producciones, que trazem a Patrulha Pata Ao Vivo! às famílias em Portugal. Esta produção única promete aventuras a cada esquina, em que o público trabalha em conjunto com as personagens de modo a ajudar os nossos agentes de quatro patas a salvar o dia” -  Thomas Kingsley, Senior Manager, Recreation Business Development  para a Nickelodeon.
 

O espetáculo inclui música enérgica e um novo guião, cuidadosamente escrito, que é uma boa introdução ao Mundo dos espectáculos ao vivo para os mais pequenos. Um cenário teatral clássico, juntamente com um ecrã de vídeo de alta tecnologia, transporta as famílias para um ambiente autêntico da Patrulha Pata, incluindo locais da série televisiva, como a Baía da Aventura, a Base, a Ilha das Focas, a quinta da Sra. Yumi e a Montanha do Jake. Um vídeo interativo permite que o público participe no espetáculo através de entrevistas, resolver pistas com os cães, seguir a Presidente Goodway e muito mais.
O espetáculo tem a duração de 1 hora e 20 minutos (dividido em duas partes, com intervalo).
www.PawPatrolLive.com/PT

 

Local de Espectáculo
 

Santa Maria da Feira | Europarque | 2 de Setembro
Guimarães | Multiusos Guimarães | 9 de Setembro
Faro | Pavilhão Municipal da Penha | 16 de Setembro
Évora | Multiusos de Évora | 23 de Setembro

Lisboa | MEO Arena | 30 de Setembro

 

Horário do Espetáculo:
11h00
15h00

Preço dos Bilhetes (inclui taxas):
Entre os 15€ e os 40€

Bilhetes disponíveis em www.blueticket.pt , na Bilheteira Online e nos locais habituais