Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Jardim do CCVF recebe Lydia Ainsworth, Noiserv, Dead Combo e Lula Pena na 11ª edição do Manta

CCVF abre nova temporada cultural no primeiro fim de semana de setembro com música para degustar ao ar livre

 

image001.jpg

 

 

 

No primeiro fim de semana de setembro, dias 01 e 02, os jardins do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, cumprem uma tradição que se vai repetir pela 11ª vez. O Manta volta a marcar a despedida do verão de forma descontraída, ao som de música que enche a alma e convida todos a sentarem na relva e a desfrutar das últimas noites estivais. Este ano, o Manta convoca artistas mais jovens com caráter autoral forte, como o encantatório Noiserv e a eletrizante Lydia Ainsworth, donos do palco na primeira noite, a par de outros mais experientes, como a misteriosa Lula Pena e os carismáticos Dead Combo que se apresentam em formato trio, na segunda noite. Quatro concertos em duas noites que farão as delícias de todos aqueles que rumarem ao tapete verde do CCVF. Os espetáculos têm hora marcada para as 21h30.

 

No dia 01 de setembro, às 21h30, o Manta arranca com os concertos de dois jovens artistas de qualidade inquestionável, Lydia Ainsworth e Noiserv. O músico português apresenta no manto verde o seu último trabalho, “00.00.00.00”, disco em que o artista põe os relógios no zero para um momento diferente na sua já longa carreira. Com este projeto, o músico que sempre se caraterizou por carregar consigo uma “orquestra de sons” segue um rumo diferente e entrega-se às sublimes notas do piano. David Santos, a pessoa por detrás do artista, descreveu este projeto como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”.

 

Na primeira noite, o palco pertence também a Lydia Ainsworth. Proveniente do Canadá, a cantora sobe ao palco do Manta para brindar o público com a melhor electropop produzida em tempos recentes. Lydia Ainsworth, cuja carreira vai ganhando fulgor a nível internacional, vem a Guimarães demonstrar, ao vivo e a cores, por que é uma das artistas emergentes mais aclamadas pela crítica especializada. A cantora e compositora traz ao CCVF os temas do mais recente trabalho, “Darling of the Afterglow”, que se carateriza por uma sonoridade cativante que une a simplicidade à exuberância. Ao agregar a influência da sua formação musical clássica com estilos mais ecléticos e pop, Lydia cria uma assinatura muito própria, carimbada por uma elevada sofisticação estética.

 

No dia 02 de setembro, à mesma hora, o Manta apresenta Dead Combo e Lula Pena, dois concertos nos quais os seus protagonistas revelam a maturidade de uma carreira de êxitos consistentes. Lula Pena, artista de carisma singular, nasceu em Portugal mas tem a alma de uma mulher do mundo. A sua música colhe várias influências como blues, flamenco, chanson française, phado (como ela prefere chamar-lhe), bossa nova, entre outros. A cantora, muita parca em aparições, traz ao Manta o seu último disco, “Archivo Pittoresco”, cuja sonoridade vai levar o público para viagens infindáveis cujas margens se fazem de continentes distantes.

 

Os Dead Combo atuam por último, encerrando mais uma edição do Manta. Dez anos depois de atuarem no primeiro número do festival, o duo traz consigo o baterista Alexandre Frazão para juntos interpretarem os temas do último álbum de Pedro Gonçalves e Tó Trips, “A Bunch of Meninos”. Um concerto cuja aura certamente evocará paisagens longínquas e viagens no tempo onde, ora se sentirá a brisa quente de um cenário desértico, ora se sentirá o cheiro de uma taberna burlesca numa rua recôndita de um outro século. Os Dead Combo têm a capacidade inebriante de contar histórias através do dedilhar rebuscado nas cordas das guitarras, fiéis companheiras de todas as horas. Música de encher a alma, poética, quase cinematográfica, cuja narrativa se faz simplesmente com os sons que emanam das guitarras. Não é preciso mais nada.

 

Como já é habitual, o Manta tem entrada livre. É assim que (re)começa a celebração cultural que assinala uma nova temporada em Guimarães, num mês igualmente marcado pelo 12º aniversário do Centro Cultural Vila Flor.

As artes em festa no 12º aniversário do Centro Cultural Vila Flor

CCVF abre temporada a comemorar 12 anos, com destaque para a companhia belga Peeping Tom que se apresenta a 17 de setembro,

e revela destaques da programação dos próximos meses

 

 

image002.jpg

 

Setembro, mês que assinala os 12 anos do Centro Cultural Vila Flor, é prenúncio de celebração artística com lastro até ao final do ano. Para abrir da melhor forma a temporada 2017/2018, os jardins do CCVF convocam-nos para a 11ª edição do Manta a 01 e 02 de setembro que, este ano, recebe os carismáticos Dead Combo em formato trio, uma rara aparição da cantora Lula Pena, o universo encantatório de Noiserv e a artista canadiana em ascensão Lydia Ainsworth. A 17 de setembro, data que marca a abertura do CCVF, todas as atenções se viram para o regresso da conceituada companhia belga Peeping Tom, com o seu mais recente espetáculo “Moeder” (Mãe), internacionalmente aclamado pela crítica. A programação estende-se mês adentro, dia 23 com “O Pato Selvagem”, obra de Ibsen encenada por Tiago Guedes, e dia 30 com “Operários”, de Miguel Moreira e Romeu Runa (Útero). Avançando para o último trimestre do ano, destaca-se na música a 26ª edição do Guimarães Jazz e o segundo tomo do ciclo “SOM de GMR”. Nas artes visuais, novas exposições no CIAJG. No teatro e na dança, relevo para as novas criações do Teatro Oficina, Nuno Cardoso, Raquel Castro, João dos Santos Martins com Rita Natálio e Companhia Paulo Ribeiro, as 3 últimas em regime de coprodução.

 

As primeiras canções da nova temporada fazem-se ouvir no tapete verde do CCVF que volta a acolher o Manta logo no primeiro fim de semana de setembro. O Manta chega aos 11 anos de existência mantendo intacta a missão de convocar todas as gerações para um só lugar, o jardim do Centro Cultural Vila Flor, vivenciando arte e cultura. No palco, encontraremos artistas da nova geração a par de outros já estabelecidos que dispensam qualquer apresentação.

 

No dia 01 de setembro, a partir das 21h30, a celebração na relva faz-se ao som das canções sublimes de Noiserv e Lydia Ainsworth. Propostas que nos apresentam a música pop na sua forma mais contemplativa. Se David Santos, reconhecido como Noiserv, vem ao Manta com o seu mais recente projeto, descrito pelo músico como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”, já a canadiana Lydia Ainsworth, que tocará em trio, promete revelar por que razão a sua carreira vai ganhando um fulgor internacional cada vez maior. A cantora e compositora sobe ao palco com os temas do mais recente álbum, “Darling of the Afterglow”. Canções simples, mas ao mesmo tempo majestosas e exuberantes. No segundo dia de concertos, à mesma hora, o regresso dos Dead Combo – 10 anos depois da sua presença na 1ª edição do Manta – será certamente especial, desta vez com a particularidade de Tó Trips e Pedro Gonçalves surgirem em formato trio na companhia do baterista Alexandre Frazão. A noite de sábado abre com Lula Pena, artista nascida em Portugal mas criada no mundo, alvo de culto por um crescente número de seguidores, que nesta noite nos traz o seu novo álbum, “Archivo Pittoresco”. A sua voz é inquietante e comovente, o seu estilo na guitarra é único, a sua abordagem é profundamente emocional.

 

A 17 de setembro, às 21h30, o CCVF celebra o seu 12º aniversário com um espetáculo verdadeiramente marcante, que assinala também o regresso a Guimarães da consagrada companhia belga Peeping Tom, que neste dia levará a sua última criação ao palco do Grande Auditório. “Moeder” (Mãe) é a segunda parte de uma trilogia que se iniciou em 2014 com “Vader” (Pai) – peça a apresentar no CCVF em 2018 – e que fechará em 2019 com “Kinderen” (Filhos). Num espaço cénico hiper-realista, “Moeder” cruza o teatro, a dança e o cinema, para nos levar numa viagem à condição humana. A peça cria conexões que inundam o limite entre sofrimento, luto e festejo, entre manter ou deixar ir, estrutura e loucura. Passado, presente e futuro tentam desesperadamente aguentar o tempo cíclico de um arquétipo da natureza humana: a figura da mãe. Os bilhetes para este espetáculo podem ser adquiridos pelo valor de 12,12 euros, numa alusão ao 12º aniversário do CCVF.

 

Nesta nova temporada, o teatro desperta às 21h30 do dia 23 de setembro com “O Pato Selvagem”. Um elenco de luxo dá vida ao icónico texto de Henrik Ibsen, escrito em 1884, que surge agora em cena pela apurada visão estética do encenador Tiago Guedes. A peça gira em torno de várias questões morais que a todos assolam e que fazem parte do quotidiano. O que será melhor? Viver em harmonia sob a fina película de uma mentira ou sofrer com a realidade de uma verdade que tudo põe em causa? Considerado por muitos o melhor e mais profundo texto de Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça carregada de simbolismo, que questiona o significado da verdade nas nossas vidas.

 

A fechar o mês, a 30 de setembro, às 21h30, Miguel Moreira e Romeu Runa apresentam “Operários”. A assinalar 20 anos de percurso criativo, o Útero liga-se às duas cidades que mais contribuíram para o seu crescimento, Almada e Guimarães. Lugares de uma relação forte com as fábricas e os trabalhadores que diariamente lutam pela vida e sua dignidade. “Operários” é uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.

 

Se setembro é fértil em propostas no domínio das várias artes, os últimos meses de 2017 prometem um calendário cultural intenso diversificado. Música, artes visuais, teatro, dança, tudo se conjuga no programa deste último trimestre. O ciclo SOM de GMR propõe uma segunda e última ronda de atuações, com os This Penguin Can Fly (13 outubro), Ana (03 novembro) e Smartini (01 dezembro) no Café Concerto do CCVF. Também na música, em inevitável destaque surge o Guimarães Jazz, que se apresenta para a sua 26ª edição entre os dias 08 e 18 de novembro. A Casa da Memória de Guimarães (CDMG), centro de interpretação e conhecimento, continua a explorar a memória da cidade enquanto território e a memória das pessoas que escrevem a sua existência nesta cidade, em permanência ou de passagem, através da sua programação regular e das suas exposições.

 

O Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) terá novas exposições que poderão ser descobertas pelo público a partir de 27 de outubro. Na área das artes performativas, o Teatro Oficina leva à cena uma nova criação a 28 e 29 de outubro, “Auto das Máscaras”, em relação com a coleção de José de Guimarães patente no CIAJG. A 04 de outubro, o CCVF acolhe uma coprodução no âmbito da rede 5 Sentidos, “O Olhar de Milhões”, espetáculo da criadora de Raquel Castro. Continuando pelas artes de palco, Nuno Cardoso apresenta a 08 de dezembro a sua mais recente criação, “Canas de Senhorim”, um trabalho que completa a trilogia “A vida, a morte e Canas de Senhorim”, numa referência à vila beirã onde nasceu. Uma oportunidade para ver o encenador vestir a pele de intérprete. Saltando para a dança, importa referir duas coproduções do CCVF. A 20 de outubro, João dos Santos Martins apresenta um novo projeto em colaboração com Rita Natálio, “Antropocenas”. O movimento dos corpos não esmorece e a 25 de novembro (a Companhia) Paulo Ribeiro traz a Guimarães a sua nova peça “Never Stop Searching, walking with Kylián”, espetáculo criado em homenagem ao importante coreógrafo internacional Jiří Kylián.

 

Na nova temporada do CCVF, os espetáculos apresentados nos auditórios passarão a ter início às 21h30 e no Café Concerto às 23h00. Os bilhetes poderão ser adquiridos, como habitualmente, nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, da Plataforma das Artes e da Criatividade e da Casa da Memória de Guimarães, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

De relevar ainda que, na temporada de 2016/2017, o Centro de Criação de Candoso acolheu um total de 25 residências artísticas. O Centro Cultural Vila Flor foi coprodutor de 15 criações e acolheu no seu palco 28 estreias de espetáculos.

«PAW Patrol Live!: Entrar em Ação» pela primeira vez em Portugal!

ee2f69d4-3d0d-4b41-969f-5375140af60e.png

 

 

Anuncia as primeiras datas da nova Tour!
 

Junta-te aos teus agentes de quatro patas preferidos numa heróica aventura musical que vai Invadir os Palcos Nacionais.

 
 

Baseado na série de animação de grande sucesso do Nickelodeon, produzida pela Spin Master, Patrulha Pata Ao Vivo! “Entrar em Ação”, chega a Portugal e vai invadir os Palcos Nacionais a partir de Setembro, trazendo os teus cães preferidos para uma aventura musical recheada de ação e muita energia. Quando a Presidente Goodway desaparece no dia da Grande Corrida da Baía da Aventura, a Patrulha Pata vai salvá-la.  Junta-te a Ryder, Chase, Marshall, Rocky, Rubble, Zuma, Skye e Everest para a primeira tour deste espetáculo em Portugal.

Bilhetes disponíveis em www.blueticket.pt , na Bilheteira Online e nos locais habituais.

 
Com um elenco repleto das personagens preferidas da Patrulha Pata e apresentado pela VStar Entertainment Group e Nickelodeon, Patrulha Pata Ao Vivo! “Entrar em Ação”, vem demonstrar que “nenhum trabalho é demasiado grande, nenhum cão é demasiado pequeno”, e partilha lições para todas as idades sobre cidadania, valores sociais e a capacidade única de cada uma das personagens para a resolução de problemas em equipa. O espetáculo está dividido em duas partes, com um intervalo, e vai cativar o publico com os fatos Bunraku (uma abordagem inovadora aos fatos de mascote que dão vida às personagens Patrulha Pata), e também com os seus carros e equipamentos.

“Com a técnica Bunkaru, é possível adicionar elementos de marionete a fatos de mascote utilizados por atores, de modo a criar uma incrível combinação de cães em tamanho real e que cria também uma maior conexão com o publico. O elenco da Patrulha Pata canta e dança, mostrando um paralelo divertido e realista entre os desenhos animados e o espetáculo ao vivo” -  Jim Waters, Produtor, VStar Entertainment Group.

“Estamos muito felizes por esta parceria com o VStar Entertainment Group, Life Like Touring e Lemon Live Entertainment / Pandora Producciones, que trazem a Patrulha Pata Ao Vivo! às famílias em Portugal. Esta produção única promete aventuras a cada esquina, em que o público trabalha em conjunto com as personagens de modo a ajudar os nossos agentes de quatro patas a salvar o dia” -  Thomas Kingsley, Senior Manager, Recreation Business Development  para a Nickelodeon.
 

O espetáculo inclui música enérgica e um novo guião, cuidadosamente escrito, que é uma boa introdução ao Mundo dos espectáculos ao vivo para os mais pequenos. Um cenário teatral clássico, juntamente com um ecrã de vídeo de alta tecnologia, transporta as famílias para um ambiente autêntico da Patrulha Pata, incluindo locais da série televisiva, como a Baía da Aventura, a Base, a Ilha das Focas, a quinta da Sra. Yumi e a Montanha do Jake. Um vídeo interativo permite que o público participe no espetáculo através de entrevistas, resolver pistas com os cães, seguir a Presidente Goodway e muito mais.
O espetáculo tem a duração de 1 hora e 20 minutos (dividido em duas partes, com intervalo).
www.PawPatrolLive.com/PT

 

Local de Espectáculo
 

Santa Maria da Feira | Europarque | 2 de Setembro
Guimarães | Multiusos Guimarães | 9 de Setembro
Faro | Pavilhão Municipal da Penha | 16 de Setembro
Évora | Multiusos de Évora | 23 de Setembro

Lisboa | MEO Arena | 30 de Setembro

 

Horário do Espetáculo:
11h00
15h00

Preço dos Bilhetes (inclui taxas):
Entre os 15€ e os 40€

Bilhetes disponíveis em www.blueticket.pt , na Bilheteira Online e nos locais habituais

NICKLODEON TOUR ANIMA ESPAÇO GUIMARÃES | 12 A 16 DE JULHO | Realidade virtual, Desfiles e Shows musicais

image002.png

 

 

A partir de dia 12 de Julho o Espaço Guimarães recebe a Nicklodeon Tour Portugal 2017,

com a Patrulha Pata a prometer fazer as delícias dos mais novos.

 

De 12 a 16 de Julho as personagens mais emblemáticas do canal Nickelodeon vão animar o Espaço Guimarães com inúmeras atividades gratuitas que prometem proporcionar momentos inesquecíveis a todas as crianças que visitem o centro comercial.

Noite Branca regressa a Guimarães a 08 de julho

Noite Branca regressa a Guimarães

 

08 de julho é a noite mais branca

do ano

image002.jpg

 

No próximo sábado, 08 de julho, Guimarães volta a vestir-se de branco, naquela que é uma das festas mais acarinhadas pelos vimaranenses, mas também por todos os que visitam a cidade nesta data. A noite é longa, com muita música e animação nos locais mais emblemáticos de Guimarães e só há um requisito: vestir branco e pintar as ruas que, nesta noite, se transformam num enorme palco. A Rua de Sto. António, o Largo João Franco, a Praça de S. Tiago, o Largo Condessa do Juncal, a Plataforma das Artes e da Criatividade e o Coreto do Jardim da Alameda serão os palcos centrais do evento, que será ainda acompanhado pelo habitual Trio Elétrico desde o Largo da Mumadona até ao Largo do Toural.

 

A Noite Branca regressa a Guimarães para mais uma noite de magia e diversão. A cidade volta a transformar-se na verdadeira pista ao ar livre com música para todos os gostos. Vários Dj’s espalham-se por diversos locais do centro da cidade, contagiando todos os que saem à rua para a noite mais branca do ano. Há ainda várias animações de rua e o comércio local volta a associar-se ao evento, permanecendo de portas abertas até de madrugada. À semelhança do ano passado, também vários museus e espaços culturais da cidade se associam à Noite Branca, como é o caso do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, situado na Plataforma das Artes e da Criatividade, que ficará de portas abertas até à meia-noite para oferecer ao público a oportunidade de conhecer as novas exposições inauguradas no final do mês de junho.

 

Nesta edição da Noite Branca, são vários os DJs convidados. O DJ João Vaz atua na Rua Sto. António, o DJ Nuno Luz toma conta do palco do Largo João Franco e o DJ Wilson Honrado é o animador de serviço na Praça de S. Tiago. No Largo Condessa do Juncal é a DJ Joana Perez a dar música, na Plataforma das Artes e da Criatividade a mesa de mistura pertence ao DJ Francisco Gil e, no coreto do Jardim da Alameda, é o DJ Rob Willow a animar a noite. Claro que a Noite Branca não seria a mesma sem o famoso Trio Elétrico, que volta a descer do Largo da Mumadona em direção ao Largo do Toural com os DJs The Fucking Bastards a comandar a viagem e a garantir a animação pela noite dentro. Para tornar a festa memorável pede-se a todos que vistam branco, criando um ambiente único em Guimarães.

: Noite Branca regressa a Guimarães a 08 de julho

image001.jpg

 

Noite Branca regressa a Guimarães

 

08 de julho é a noite mais branca do ano

 

A 08 de julho, Guimarães volta a vestir-se de branco, naquela que é uma das festas mais acarinhadas pelos vimaranenses, mas também por todos os que visitam a cidade nesta data. A noite é longa, com muita música e animação nos locais mais emblemáticos de Guimarães e só há um requisito: vestir branco e pintar as ruas que, nesta noite, se transformam num enorme palco. A Rua de Sto. António, o Largo João Franco, a Praça de S. Tiago, o Largo Condessa do Juncal, a Plataforma das Artes e da Criatividade e o Coreto do Jardim da Alameda serão os palcos centrais do evento, que será ainda acompanhado pelo habitual Trio Elétrico desde o Largo da Mumadona até ao Largo do Toural.

 

A Noite Branca regressa a Guimarães para mais uma noite de magia e diversão. A cidade volta a transformar-se na verdadeira pista ao ar livre com música para todos os gostos. Vários Dj’s espalham-se por diversos locais do centro da cidade, contagiando todos os que saem à rua para a noite mais branca do ano. Há ainda várias animações de rua e o comércio local volta a associar-se ao evento, permanecendo de portas abertas até de madrugada. À semelhança do ano passado, também vários museus e espaços culturais da cidade se associam à Noite Branca, como é o caso do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, situado na Plataforma das Artes e da Criatividade, que ficará de portas abertas até à meia-noite para oferecer ao público a oportunidade de conhecer as novas exposições inauguradas no final do mês de junho.

 

Nesta edição da Noite Branca, são vários os DJs convidados. O DJ João Vaz atua na Rua Sto. António, o DJ Nuno Luz toma conta do palco do Largo João Franco e o DJ Wilson Honrado é o animador de serviço na Praça de S. Tiago. No Largo Condessa do Juncal é a DJ Joana Perez a dar música, na Plataforma das Artes e da Criatividade a mesa de mistura pertence ao DJ Francisco Gil e, no coreto do Jardim da Alameda, é o DJ Rob Willow a animar a noite. Claro que a Noite Branca não seria a mesma sem o famoso Trio Elétrico, que volta a descer do Largo da Mumadona em direção ao Largo do Toural com os DJs The Fucking Bastards a comandar a viagem e a garantir a animação pela noite dentro. Para tornar a festa memorável pede-se a todos que vistam branco, criando um ambiente único em Guimarães.

 

CCVF | Companhia Nacional de Bailado assinala 40 anos de vida no Centro Cultural Vila Flor (18 junho)

Guimarães recebe programa especial constituído por quatro peças dos coreógrafos Olga Roriz, Vasco Wellenkamp, William Forsythe e Ohad Naharin

 

Atualmente a comemorar 40 anos de existência, a Companhia Nacional de Bailado apresenta no próximo dia 18 de junho, às 21h30, no Centro Cultural Vila Flor, um programa constituído por quatro peças em reposição, cujo êxito de público foi marcante em temporadas recentes. “Treze Gestos de um Corpo”, de Olga Roriz, “Será que é uma Estrela”, de Vasco Wellenkamp, “Herman Schmerman”, de William Forsythe, e “Minus 16”, de Ohad Naharin, são as peças que compõem o programa especial que será apresentado em Guimarães.

 

Treze Gestos de um Corpo” é um clássico e uma das coreografias mais carismáticas de Olga Roriz, onde um elenco masculino alterna com um feminino numa sucessão de solos e num crescendo de intensidade dramática. “Esta peça é sobre o reflexo de uma pessoa em frente de dois espelhos paralelos que formam uma multiplicação de imagens até ao infinito. No entanto em cada um desses espelhos a imagem não é igual. É como se em cada um houvesse uma evolução, uma transformação do movimento, uma continuação do gesto do anterior. Como se cada imagem fosse autónoma da anterior. Com vida própria e independente. Com sentimentos, emoções e estares diferentes. Uma personalidade dividida.”, explica Olga Roriz. Ainda que concebida para um elenco de homens, após a sua estreia em 1987 no Grande Auditório da Gulbenkian, “Treze Gestos de um Corpo” tem sido também frequentemente interpretada por elencos femininos. A peça entrou para o repertório da CNB a 8 de março de 2007, e, tal como nessa altura, volta a ser dançado por treze homens ou por treze mulheres.

 

Será que é uma Estrela?” é uma peça recentemente coreografada por Vasco Wellenkamp, numa sentida homenagem à bailarina Graça Barroso. Vasco Wellenkamp iniciou a sua carreira, quer como bailarino, quer como coreógrafo, no Ballet Gulbenkian, onde obteve muitos dos seus êxitos, tanto em Portugal, como em espetáculos internacionais realizados por esta companhia. Foram muitos os bailarinos com quem trabalhou, mas a sua intérprete inspiradora foi Graça Barroso, uma das primeiras bailarinas desta companhia que cedo se tornou referência na dança em Portugal. Nesta criação, Vasco Wellenkamp coreografou três canções de amor (“Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes; “Eu te amo”, de Tom Jobim e Chico Buarque; e “Beatriz”, de Edu Lobo e Chico Buarque), interpretadas por Maria João e o pianista João Farinha.

 

O programa reserva, ainda, duas peças de criadores internacionais. “Herman Schmerman”, dueto do coreógrafo norte-americano William Forsythe, cujo título não pretende ter qualquer significado, mostra-nos o encontro de um casal que, através de uma execução técnica quase impossível – como são, aliás, todas as obras de reportório deste coreógrafo – não deixa de nos sugerir uma narrativa de humor muito subtil. “Herman Schmerman” estreou em 1992 no Ballet da cidade de Nova Iorque, coreografado para cinco bailarinos. Quatro meses mais tarde, para o Ballet de Frankfurt, Forsythe criou um dueto adicional a este bailado. Desde então é apresentado em diversas companhias no mundo, tanto a versão completa como apenas o dueto. Esta é uma aparente competição homem-mulher. Para o coreógrafo é uma simples peça sobre dança.

 

A fechar o espetáculo sobe ao palco “Minus 16” do israelita Ohad Naharin, um dos mais reconhecidos coreógrafos contemporâneos a nível mundial. Sobre “Minus 16”, o atual diretor artístico da companhia israelita Batsheva diz “não é um novo trabalho, é mais uma reconstrução: gosto de pegar em peças ou secções de peças minhas e trabalhá-las de novo, reorganizá-las criando a possibilidade de as ver sobre um outro ângulo. Isso ensina-me sempre algo novo sobre o meu trabalho e a composição. Nesta peça eu peguei em diferentes secções de diferentes trabalhos meus. Foi como se eu estivesse apenas a contar o princípio ou o meio, ou o fim de várias histórias os quais depois de organizados resultam num trabalho tão ou mais coerente do que o original.”. Com “Minus 16”, confirma-se, sem dúvida, a habilidade de Ohad Naharin em saber como fazer o público dançar.

 

Quatro obras icónicas, de quatro coreógrafos consagrados, são a garantia de uma grande celebração no palco do Centro Cultural Vila Flor que, ao comemorar o 40º aniversário da Companhia Nacional de Bailado, comemora também a dança e a sua história.

 

image003.jpg

 

Também para assinalar os 40 anos da Companhia Nacional de Bailado, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor apresenta no dia 13, às 15h00, um filme da realizadora Cláudia Varejão e da sua assistente de som Adriana Bolito. “No escuro do cinema descalço os sapatos” é um documentário que resulta da recolha de imagens do quotidiano da companhia, ao longo de doze meses. Dançar, mais do que uma profissão, é um modo de vida, e o título do filme, um poema de Adília Lopes, gentilmente cedido pela autora, remete-nos para a vulnerabilidade dessas vidas. Este filme acompanha, por um lado, as criações, estreias e digressões da companhia de dança mais antiga do país e, por outro, o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino. A projeção do filme “No escuro do cinema descalço os sapatos” tem entrada livre.

 

Os bilhetes para o espetáculo encontram-se à venda nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor e da Plataforma das Artes e da Criatividade, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

CCVF | Jacinto Lucas Pires, Teatro da Garagem e Teatro Oficina marcam segunda semana de Festivais Gil Vicente (até 11 junho)

image001.jpg

 

Após uma primeira semana preenchida por espetáculos no Centro Cultural Vila Flor, os Festivais Gil Vicente regressam já esta quinta-feira aos palcos para levar o teatro até outros espaços menos convencionais da cidade berço. Nesta segunda semana serão apresentadas as peças “Henrique IV parte 3”, de Jacinto Lucas Pires, “Ela Diz”, do Teatro da Garagem, e, a encerrar o cartaz, o Teatro Oficina apresenta a sua mais recente criação, “Álbum de Família”. As atividades paralelas também prosseguem com o 1º Encontro do Gangue de Guimarães, organizado pelo Teatro Oficina.

 

A segunda semana dos Festivais Gil Vicente arranca esta quinta-feira, dia 08, às 21h30, na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, com uma criação de Jacinto Lucas Pires, que aqui se estreia como encenador. Com “Henrique IV parte 3”, Jacinto Lucas Pires alerta-nos para a urgência de reaprender a viver. Numa sociedade que adia constantemente os sonhos pelas exigências da vida quotidiana, o encenador convoca um tradutor, Henrique, como um príncipe precário. Quer mudar Shakespeare para a língua portuguesa, mas tem de passar os dias a fazer traduções técnicas de empilhadoras e autoclismos para ganhar a vida. Até que lhe surge Falstaff, o gordo genial de Shakespeare, para lhe lembrar que a vida é muito mais do que este triste tempo, feito de tempos mortos.

 

Na sexta-feira, 09 de junho, também às 21h30, o Espaço Oficina recebe a estreia da nova criação do Teatro da Garagem, “Ela Diz”, uma peça que narra o conflito entre duas mulheres, Mãe e Filha, interpretadas pelas atrizes Fernanda Neves e Ana Palma. As personagens, num face-a-face desafiante, dizem uma à outra o que nunca disseram, o que precisam dizer. Assiste-se a um desabafo urgente e torrencial, matizado por diferentes estados de alma, cujo desenlace é o esgotamento, a pacificação abrupta. Num dispositivo cénico simples, um lugar definido por dois planos e uma mesa e duas cadeiras, o texto, original de Carlos J. Pessoa, assume um papel preponderante, como matéria, que tornada som e música, desafia as categorias tradicionais da palavra e da escuta.

 

No fim de semana de encerramento dos Festivais Gil Vicente, a 10 e 11 de junho, sempre às 22h00, o pátio da Casa de Memória serve de palco para a apresentação da nova produção do Teatro Oficina, “Álbum de Família”. O impressionante espólio de fotografias d’ A Muralha - Associação de Guimarães para a Defesa do Património serve de inspiração a uma criação em duas partes, dirigida por Isabel Costa e Tânia Dinis e interpretada pelos alunos das Oficinas do Teatro Oficina (OTO’s). A história da representação das famílias de Guimarães, a sua iconografia tornada performance de teatro e dança encontra o espaço ideal para ser apresentada: o pátio da Casa da Memória (o melhor lugar metáfora deste trabalho).

 

Na segunda semana do festival prosseguem também as atividades paralelas que, nesta edição, se concentram no 1º Encontro do Gangue de Guimarães, uma iniciativa do Teatro Oficina que visou cartografar os artistas de artes performativas – intérpretes, criativos(as) criadores(as) e/ou dramaturgos(as) – de Guimarães espalhados pela cidade, pelo país e pelo mundo. A partir desse mapa de artistas nascidos ou criados na cidade berço, o Teatro Oficina e os Festivais Gil Vicente montam um primeiro encontro/residência em que se revela o que é este Gangue e os projetos em que estará envolvido – formação, criação e um olhar para o futuro. No âmbito deste encontro, decorre até 10 de junho uma residência artística no Centro de Criação de Candoso que engloba, também, uma oficina de dramaturgia orientada por José Maria Vieira Mendes. A primeira apresentação pública do Gangue de Guimarães está marcada para o dia 06 de junho, às 21h30, no Café Concerto do CCVF, onde está previsto um momento para debates de ideias. A 10 de junho, às 15h00, no Centro de Criação de Candoso, finalizadas as duas semanas de trabalho intensivo, o Gangue de Guimarães convida o público a conhecer de perto os processos de criação e a fazer perguntas difíceis de responder.

 

Os bilhetes para os espetáculos encontram -se à venda nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor e da Plataforma das Artes e da Criatividade, bem como nas Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten, entidades aderentes da Bilheteira Online, e via online em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros para todos os espetáculos.

 

CDMG | Visitas, conversas, oficinas e a inauguração da exposição "Pergunta ao Tempo" preenchem a programação de junho da Casa da Memória

image001.jpg

 

Visitas, conversas, oficinas e a inauguração da exposição “Pergunta ao Tempo” preenchem a programação de junho da Casa da Memória

 

Em junho, além da programação regular que se faz de várias visitas, conversas e oficinas, a Casa da Memória inaugura a exposição “Pergunta ao Tempo” que resulta de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães. O “Guia de Visita” deste mês está a cargo de Carlos Mesquita e o “Espalha Memórias” conta com Eduardo Brito e Raul Pereira como guias convidados. O ciclo de conversas “Memórias da Memória” propõe um encontro com Daniel Blaufuks e o “Domingos em Casa” proporciona mais uma manhã de convívio em família. Ao longo do mês, recordamos ainda que é possível visitar a exposição temporária “Memento (Lembra-te)” e a exposição permanente “Território e Comunidade”.

 

Em junho, o “Guia de Visita” – atividade que a Casa da Memória organiza no primeiro sábado de cada mês – terá como convidado Carlos Mesquita, cineclubista, cinéfilo, fotógrafo amador e exímio contador de histórias de Guimarães. A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG, o Presidente do Cineclube de Guimares,﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽çaes, Cineclube de Guimar? Confirma.hem?tografia pode nnça da luz no cunho das imagens ães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães. O “Guia de Visita” acontece já no próximo dia 03 de junho, às 17h00.

 

No dia 09 tem lugar a inauguração da exposição “Pergunta ao Tempo”, um projeto que resulta de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos. O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge, assim, como lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria. A exposição “Pergunta ao Tempo” ficará patente até dia 01 de outubro.

 

No dia 10, às 10h30, o programa de visitas orientadas “Espalha Memórias” está de regresso com Eduardo Brito sob o mote “Entre Imagens da Cidade”. A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães. No dia 24, à mesma hora, o Espalha Memórias terá Raul Pereira como guia convidado, numa alusão a Guimarães e ao Dia 1 de Portugal. Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido. Recordamos que o “Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória, onde os participantes são convidados a conhecer e descobrir diferentes percursos da cidade.

 

Junho reserva, ainda, uma nova edição do ciclo de conversas “Memórias da Memória”. No dia 17, às 17h00, o fotógrafo e cineasta Daniel Blaufuks é o convidado de uma conversa que terá como eixo a importância das imagens e das relações que as mesmas propõem, as múltiplas refrações do que lembramos e de como lembramos – do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição.

 

No dia 18, às 11h00 – como é habitual no penúltimo domingo de cada mês – a Casa da Memória proporciona mais uma manhã de convívio em família. Em junho, o Domingos em Casa propõe uma oficina de construção de fanzines que irá reinterpretar momentos da memória relacionada com lugares da cidade de Guimarães.

 

Ao longo do mês, para além da exposição permanente da Casa da Memória, recordamos que poderá ainda visitar a exposição temporária “Memento (Lembra-te)” que reúne um conjunto de objetos e imagens provenientes de coleções particulares, onde se propõe recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães – a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado, embora timidamente, já se fazia sentir.

 

A Casa da Memória encontra-se aberta de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada é gratuita. A programação da CDMG pode ser consultada em www.casadamemoria.pt.