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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Inauguração da Instalação "Mais Saúde Mental para Todos" | 10 de outubro | 12H00 | NorteShopping

12h00

 

Segunda-feira

 

10 de outubro

 

NorteShopping – Praça Central, Piso 0

 A inauguração pública da Instalação da campanha “Mais Saúde Mental para Todos”, que assinala o Dia Mundial da Saúde Mental, será presidida pelo Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João, António Oliveira e Silva, e do diretor do NorteShopping, João Alberto Fonseca.

 

O escultor Paulo Neves, um dos nomes mais conhecidos da escultura, é o consultor escolhido para idealizar e acompanhar os trabalhos da estrutura em forma de labirinto da campanha “Mais Saúde Mental para Todos” que vai contemplar a exposição de cerca de 25.000 cabeças de papel com os vários testemunhos e a ilustração de todas as peças está a cargo da ilustradora Ana Aragão.

 

A Instalação “Mais Saúde Mental para Todos” é a etapa final da campanha pública de promoção da Saúde Mental que foi desenvolvida durante seis meses pela Clínica de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar São João, e que recolheu milhares de contribuições sobre a importância da saúde mental.

 

Esta Instalação pode ser vista até ao próximo dia 16 de outubro, na Praça Central do NorteShopping, no piso 0.

CASA PARTIDA no LX FACTORY - Exposição| Instalação

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Teatro do Vão inaugurou no dia 12 de Setembro um espaço no Lx Factory que é um "muitos em um", é um escritório de produção, um espaço de ensaios (também disponível para acolher outras companhias), um espaço para realização de workshops e um espaço de exposições.
 
É neste ultimo que se insere o novo evento que decorrerá neste próximo fim de semana, de 10 a 12 de Outubro das 19:00 ás 23:00 no Espaço Vão no Lx Factory no Edifício 1, Entrada 2, Piso 4, Espaço 4.0 (onde era antigamente a discoteca Lollipop) 
 
CASA PARTIDA é uma exposição, é uma instalação.
 
CASA PARTIDA é um trabalho autobiográfico da actriz CÁTIA TERRINCA, que vem assim dar a conhecer os seus textos e poemas "é um livro objeto a partir do que vou escrevendo: a minha forma ausente de ser atriz."
 
"Temo falar de mim com faca e garfo. Mas CASA PARTIDA é um exercício autobiográfico feito com curiosidade e amor, de quem quer companhia. Abro a porta de casa como escritora entre aspas à procura de leitores tangíveis, que sejam pais precários, a seu tempo, para as palavras de quem me sinto mãe: a domesticação de um poema."
Cátia Terrinca
 
 

Arte urbana de pés bem assentes na Praça D. João I

É já a 18 de Janeiro que a cidade do Porto pode conhecer a instalação Take a Walk de Anthony Heywood, na Praça D. João I. Resultado da residência artística do escultor britânico em Portugal, a convite da CAT, esta obra de intervenção urbana convida todos a visitarem o coração da Invicta até ao dia 31 de Janeiro.

Este projeto, cujo mecenas exclusivo é a CAT, contou com o apoio da Câmara Municipal do Porto e do Porto Lazer.

 

Take a Walk pretende explorar o sedentarismo contemporâneo contrapondo-o à mobilidade sustentada, convidando os espectadores a explorar a pé os centros urbanos. Como refere o artista, “esperamos que [Take a Walk] inicie um debate acerca de temas como o da importância do ambiente que nos rodeia e como a audiência interage com esse ambiente.”

 

O resultado é esta instalação de grandes dimensões na forma de um par de botas composto essencialmente de botas usadas doadas por todo o país para este efeito. A assistir o artista durante este projeto estiveram quatro alunas da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Cláudia Almeida, Luísa Amaral, Miroslava Kachalka e Nádia Ferreira.

 

Sobre Anthony Heywood

 

O artista plástico Anthony Heywood inspira-se na história da arte e na cultura contemporânea bem como na atualidade politica. Trabalhando materiais “pobres”, produtos da cultura de massas, Heywood transforma-lhes o sentido, subvertendo desta forma os valores e cânones da arte ao mesmo tempo que questiona o sistema de classificações jogando com as funções dos objetos trabalhados.

Anthony Heywood, nasceu em 1952 em Hartlepool, Inglaterra, frequentou a Hartlepool College of Art, o Newcastle Polytechnic e a University Christ Church Canterbury. Colabora desde 1989 com a University for the Creativy Arts em Canterbury onde actualmente diride o departamento de escultura.

 

Sobre a CAT

 

Benjamin Holt e Daniel Best criaram a Caterpillar Inc em 1904, nos EUA, uma das 100 marcas mais reconhecidas no mundo pela revista Fortune. Há cerca de 20 anos a empresa diversificou-se nascendo a CAT, a marca que ficaria associada ao calçado de trabalho confortável e durável por excelência e que teria uma evolução a par e passo com as tendências da moda, de forma a acrescentar ao seu portefólio, modelos que agradam a quem tem um estilo definido entre o clássico e o casual. Atualmente a CAT encontra-se à venda em 141 países e mantém a sua filosofia: “Forged by work, Driven by Life”. Os variados modelos da CAT primam pela sua autenticidade, qualidade e estilo.

 

 

 

PARA FAZER DOWNLOAD DAS IMAGENS E VIDEO TEASER CLIQUE AQUI:

http://www.mediafire.com/?6am2ajamk6z1egu

 

Marta Traquino

 

 

 

Até 4 Dezembro de 2011

 

 

14h-19h

 

 

Rua de O Século

157, 1º andar

Lisboa

 

Ouvi dizer que, ali no Bairro Alto, uma casa onde nos deixam entrar. Curioso como sou, pego no telefone. "Bom dia, é para marcar uma visita à Instalação/Acção da Marta Traquino. Sim, para 2 pessoas". Dirijimo-nos ao nº 157 da Rua do Século, subimos aoandar. É a artista quem nos abre a porta, para nos conduzir à sala, onde vamos dar com um desafio: activar e desactivar um espaço, nas suas possibilidades "para um estado de encontro". Questioná-lo, senti-lo, sobre ele reflectir. dicas e meios que a artista nos propõe. Numa galeria ou museu, somos observadores. Aqui, a arte faz de nós participantes, convida-nos a manipular o que observamos, a fazer acontecer a obra, através da experiência de "um estar convergente", seguindo a razão e a intuição. Querem saber como? O convite estende-se até 4 de Dezembro. / Rui Clemente

 

Gratuito mediante marcação prévia (911786816)

 

Fonte: LeCool

Festival CCB Fora de Si - Casulo

15 de Julho A 14 de Agosto de 2011

Todos os dias 24h.

  

Centro Cultural de Belém

Fundação Centro Cultural de Belém
Praça do Império
Lisboa

www.ccb.pt
ccb@ccb.pt

Unidade híbrida móvel feita a partir de materiais reutilizados, entre eles um carrinho de compras e varetas de chapéus-de-chuva. Concebida pelo arquitecto Duarte Rato esta instalação foi colocada no exterior do CCB. Parte integrante da iniciativa CCB Fora de Si.

INSTALAÇÃO “SOLAR DANCING FLOWERS” ALEGRA DIAS EUROPEUS DO SOL

A PARTIR DE AMANHÃ E DURANTE O FIM-DE-SEMANA EM FRENTE AO MUDE

 

 

 

A entrada do Museu do Design e da Moda (MUDE) vai estar diferente a partir de amanhã, dia 13 de Maio, e durante este fim-de-semana com a instalação “Solar Dancing Flowers”, no âmbito da celebração dos Dias Europeus do Sol organizados em Portugal pela APISOLAR.

 

Assim, esta manifestação artística pretende sensibilizar a população para o uso da energia solar. Cem flores, cada uma com uma célula solar fotovoltaica inserida, vão dançar entre as 10 e as 18 horas ao receberem a luz directa do Sol.

 

As Solar Dancing Flowers foram criadas em 2004 pelo artista plástico belga Alexandre Dang. Estas flores especiais serão colocadas num automóvel híbrido com um painel solar integrado no tejadilho, o Toyota Prius.

 

Os Dias Europeus do Sol (www.diaseuropeusdosol.apisolar.pt) decorrem entre os dias 1 e 15 de Maio em 17 países da Europa.

 

 

 

INFORMAÇÕES ÚTEIS

 

Instalação “Solar Dancing Flowers” na Rua Augusta, 24, em frente à entrada do MUDE.

 

MUDE - Museu do Design e da Moda

R. Augusta, 24

1100-053 Lisboa

 

[(5-2) + 1]

Até 11 de Janeiro de 2011
Terça a sexta das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00
Sábado, domingo e feriados das 15h00 às 18h00

 

Galeria Municipal Artur Bual

Avenida Movimento das Forças Armadas, 1

Amadora

 

Raquel Terenas, Francisco Pereira Ramos, Jorge Castanho, Luís Teixeira Alves

"Tempo de Imagem" de Miguel Palma

Actualmente a expor em Nova Iorque, Miguel Palma cria instalação exclusiva para a Casa Museu Medeiros e Almeida

 

“TEMPO DE IMAGEM” MOSTRA O DESVANECER DA IMAGEM

 

“A imagem, de uma imagem, de uma imagem, de uma imagem…
Um projecto sobre a memória, mas também sobre a revitalização
e utilização da mesma no futuro e no presente”

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Durante dois meses, a Casa Museu Medeiros e Almeida (CMMA) recebe a instalação “Tempo de Imagem” de Miguel Palma. O artista internacional criou exclusivamente sete esculturas/instalações que estarão expostas ao longo do museu, proporcionando um momento inesquecível para os verdadeiros amantes da arte e da cultura.

Arquitectonicamente pensada e criada, a exposição estará integrada nos ambientes, proporcionando um cenário envolvente. Durante o percurso, poderá acompanhar as alterações temporais sofridas pelo famoso relógio BREGUET, que pertenceu ao General Junot. O relógio faz parte desta colecção e que será projectado em cada uma das seis esculturas, através de um sistema audiovisual de mini câmaras de filmar e pequenos projectores de vídeo.

A imagem do relógio que é filmada na primeira instalação é posteriormente projectada na segunda, criando uma imagem de segunda geração. Consequentemente, esta projecção é filmada por uma segunda mini câmara e a imagem da mesma será projectada na terceira instalação, criando uma imagem de terceira geração. O sistema desenvolve-se consequentemente desta forma até à sexta instalação. A imagem final de todo o processo será projectada juntamente à zona onde o relógio é pela primeira vez filmado, de forma a que se possam comparar os dois. 

Miguel Palma, artista internacional, nasceu em Lisboa em 1964 e estudou na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL). Com uma carreira artística invejável, já apresentou exposições em Portugal e em vários países europeus, como Espanha, Holanda, França, Áustria, Japão e E.U.A, sendo também representado em inúmeras colecções públicas e privadas.

O seu trabalho integra maquinismos e objectos com frequente alusão aos contextos lúdicos das miniaturas e dos brinquedos, projectando com imaginação e humor a sua visão sobre o mundo contemporâneo.

O seu mais recente trabalho estará em exposição na Casa Museu Medeiros e Almeida, fundada por António de Medeiros e Almeida, figura de notável actividade social e empresarial em Portugal, o que lhe permitiu dedicar a maior parte da sua fortuna a coleccionar obras de arte da Pré-História ao século XIX.

Na colecção incluem-se as mais díspares peças, desde a raridade das terracotas chinesas, do período Han (220 a.c) às primeiras encomendas de porcelana vindas da China para a Europa com as Armas Reais de Portugal e de D. Manuel I, a sofisticação e apuro técnico da relojoaria inglesa e suíça, salientando o relógio inglês, de noite do século XVII, com iluminação interior por candeia de azeite, que pertenceu à rainha Catarina de Bragança, mulher de Carlos II de Inglaterra, um relógio em cristal de rocha, prata e lápis azul que pertenceu à imperatriz Sissi da Áustria, oferecido por Luís da Baviera, uma máquina do tempo, de Augsburg, datada de 1660 em âmbar e marfim, e ainda 36 relógios Breguet, um dos mais famosos artesãos relojoeiros do mundo. Nesta sequência destaca-se também o mobiliário português, as pinturas holandesas e flamengas dos séculos XVI e XVII, os retratos Ingleses do século XIX, os adereços de joalharia, as baixelas de prata inglesa e as tapeçarias flamengas bordadas a fio de ouro. 

A exposição decorre entre 15 de Maio e 15 de Julho, de segunda a sexta, das 13H00 às 17H30 e sábados das 10H00 às 17H30 sendo que nos dias 15 e 18 de Maio a entrada na CMMA será gratuita.

No dia da inauguração, (15 de Maio) a CMMA estará aberta ao público excepcionalmente até às 24horas.

A visita à CMMA tem o custo de 5€ para adultos e 3€ para crianças dos 10 aos 16 anos e mais de 65 anos. Caso prefira uma vista guiada, pela CMMA, terá que fazer antecipadamente a reserva que terá um custo de 6€ por pessoa.

Instalação Under €50, selected by Dino Alves

 

Até 16 de Janeiro

Segunda a sexta das 10h às 22h

Fim de semana das 12h às 22h

 

WHO galeria

Rua Luz Soriano, 71

Bairro Alto
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Depois do shampoo 2 em 1, a década dos vários em 1. Agora, exposição que é exposição tem que ter várias formas de arte em simbiose. Senão vejamos a Instalation Store na WHO. O “criador de imagens, que veste de irreverência, reciclando histórias e peças de vestuário”, isto é, o Dino Alves, seleccionou vários objectos representativos do seu gosto e juntou-os numa instalação. Até aqui nada de (muito) novo. O curioso começa quando se pode comprar os artigos – de diversos autores nas áreas de Moda, Vintage, Design, Beleza, Sabores, Arte, Música e Comunicação Visual- por menos de 50 euros. Como vês, não é preciso cravares a tua lista de contactos até à exaustão para conseguires convites para a moda Lisboa e ver as criações do Dino Alves. Até porque aqui tens o acréscimo da componente social, a ideia do Un habit, conceito desenvolvido pelas Nações Unidas. Mais razões? Sara Vale