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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Juventude em palco | 1 e 2 Abril | Museu do Oriente

Um encontro musical entre duas orquestras juvenis de cordas, um concerto ilustrado ao vivo por um artista plástico, uma “viagem” até à Índia e um ateliê dramatizado para bebés são as sugestões do Museu do Oriente para o fim-de-semana de 1 e 2 de Abril.

 

A diversão começa no sábado, às 10.00 - com uma segunda sessão às 11.00 -, com a oficina “O Rei Não Vai Nu!” para famílias com bebés entre os 12 e os 24 meses. Entre trajes coloridos, mangas esvoaçantes e sapatinhos de seda bordados, alia-se a componente teatral a uma diversidade de estímulos e incentivo à participação. Esta actividade repete no dia 15.

 

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Às 17.00, o Concerto de Primavera das Orquestras e Coro da Academia de Música de Lisboa conjuga os ingredientes necessários para agradar a toda a família: música, virtuosismo e energia, com a música interpretada a ser ilustrada, ao vivo, pelo artista plástico Ligeiramentecanhoto através de artes digitais. Uma oportunidade de “ver” a música a ganhar forma, cor e expressão visual.

 

No domingo, também pelas 17.00, a Camerata de Cordas do Instituto Gregoriano de Lisboa encontra-se em palco com a Orquestra Juvenil da Academia Musical dos Amigos das Crianças para um concerto inédito que teve origem numa ideia de partilha de experiências musicais e artísticas dos membros destas orquestras. A entrada é gratuita.

 

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Antes, às 11.00, desafiam-se as famílias com crianças a partir dos 5 anos a viajar até ao Oriente para descobrir “Quem foi Buda?” e de que forma o Budismo se expandiu pelo mundo. Esta oficina repete no dia 30 de Abril.

 

Oficina

“O Rei Não Vai Nu!”

Ateliês Primeiros Passos

1 ou 15 de Abril

10.00-10.30 ou 11.00-11h30

Público-alvo: bebés de 1 e 2 anos, acompanhados por um adulto

Preço: € 4/participante [adulto ou criança]

Participantes: mín. 10, máx. 20

 

Concerto de Primavera

Orquestra e Coro da Academia de Música de Lisboa

Com ilustrações digitais ao vivo por Ligeiramentecanhoto

1 de Abril

17.00

Duração: 75’, sem intervalo

Preço: € 8

 

Oficina “Quem foi Buda?”

Domingos em Família

2 ou 30 de Abril

11.00-12.30

Público-alvo: famílias com crianças a partir dos 5 anos

Preço: € 4/participante [adulto ou criança]

Participantes: mín. 10, máx. 24

 

Concerto de Orquestras de Jovens

Orquestra Juvenil da Academia Musical dos Amigos das Crianças e Camerata de Cordas do Instituto Gregoriano de Lisboa

2 de Abril

17.00

Duração: 70’, sem intervalo

Gratuito [mediante levantamento de bilhete no próprio dia]

 

  1. I . TCHAIKOVSKY (1840-1893) | Elegia em Sol Maior - Andante non troppo
  2. S. BACH (1685-1750) | Musikalisches Opfer, BWV 1079: Ricercare a 6
  3. SIBELIUS (1865-1957) | Romance, Op. 42
  4. F. HAENDEL (1685-1759) | Abertura do Messias, HWV 56
  5. VIVALDI (1678-1741) | Concerto L’ estro harmonico, Op. 3, n.º 11, RV 565:
  6. GRIEG (1843-1907) | Suite Peer Gynt: Na Gruta do Rei da Montanha
  7. MASCAGNI (1863-1945) | Ópera Cavalleria Rusticana: Intermezzo
  8. HOLST (1874-1934) | St Paul’s Suite, Op. 29, N.º 2: Jig

 

Direcção: maestros Alexandre Delgado e António Carrilho

 

 

Museu do Oriente, Avenida Brasília | Doca de Alcântara (Norte) | 1350-362 Lisboa

www.museudooriente.pt

Dia Mundial da Poesia no CCB

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25 março | 14:00 às 19:00 | Vários Espaços

Tributo a Mário Cesariny
No CCB o Dia Mundial da Poesia comemora-se a 25 de março. Os espaços vão ser vividos num ambiente de festa com muita poesia, para todas as idades. Neste dia terão lugar várias iniciativas: Feira do Livro de Poesia; Exposição Mário Cesariny: De cor e salteado; Diga lá um poema – espaço aberto para leituras de poesia em voz alta; programação para os mais novos; concertos da Big Band Júnior e da Orquestra Sinfónica Juvenil, num tributo a Mário Cesariny.
Entrada Livre

 

A Calçada Portuguesa no Mundo | Conferência no Museu do Oriente | 24 Março, 18.30, Entrada livre

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Nas suas viagens pelo mundo, o fotógrafo Ernesto Matos foi-se deparando com um elo comum em todos os lugares por onde os portugueses andaram ao longo dos séculos, que traduziu em imagens e sobre o qual reflecte na conferência “A Calçada Portuguesa no Mundo”, dia 24 de Março, às 18.30, no Museu do Oriente, com entrada livre.

 

Partindo de imagens soltas, foi construindo um inventário exaustivo sobre este gosto de atapetar o chão com pequenas pedras de duplas cores, talhadas à mão, colocadas conforme um molde passado a escantilhão, cujo resultado final são desenhos elaborados ou de linhas simples e geométricas, de autores anónimos ou grandes mestres. É parte deste trabalho de muitos anos que agora aborda, na perspectiva de divulgar o património existente na Europa, África, América, Ásia e várias ilhas de todo o mundo.

 

Em todos os países visitados, o autor encontrou uma diversidade de motivos, onde os valores étnicos e as culturas autóctones parecem ter sido assimiladas e reinterpretadas, quer pelos calceteiros de então, como pelos de hoje que, em muitos casos, aprendem a recuperar os padrões há muito esboroados.

 

A palestra assenta sobre um conjunto de fotografias que revelam lugares onde a técnica foi aplicada, como Macau, um dos pontos onde a representatividade mais evidencia a presença portuguesa, dotando de requinte e de significados humanistas o espaço urbano, quer no exterior como em interiores.

 

A palestra conta com a presença de dois experientes calceteiros, Mestre Zé da Clara e Manuel Barbosa. Mestre Zé da Clara é um antigo calceteiro da região de Fanhões, local onde se formaram nos anos 40 uma geração dos melhores artífices do nosso país e que levaram esta arte um pouco por todo o mundo. Manuel Barbosa é um calceteiro com larga experiência que, desde cedo, começou a trabalhar no estrangeiro. Participou na execução de calçadas na Alemanha, Espanha, França, Macau e mais recentemente no Qatar. Em Macau trabalhou na elaboração do emblemático Largo do Senado. Foi também, neste local, formador para trabalhadores macaenses.

 

 

“A Calçada Portuguesa no Mundo”

Conferência com Ernesto Matos

24 de Março

Horário: 18.30

Entrada livre

 

Museu do Oriente, Avenida Brasília | Doca de Alcântara (Norte) | 1350-362 Lisboa

www.museudooriente.pt

Exposição Mário Cesariny: De cor e salteado

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7 março a 16 abril | Centro de Congressoes e Reuniões
Exposição Mário Cesariny: De cor e salteado
Nos dez anos da sua morte, homenageia-se o grande poeta e pintor, tornando presente a sua obra e a sua vida, criadas uma e outra sob o lema surrealista: Liberdade, Poesia e Amor.
No CCB, e em colaboração com a Fundação Cupertino de Miranda, detentora de um importante e representativo acervo de arte do surrealismo português, apresenta-se a pexposição “De cor e salteado”, com cerca de trinta obras da coleção de Mário Cesariny.

Entrada Livre

Exposição “Quando o vinho encontra a arte” no Espaço Cultura Ageas

 

De 1 de março a 31 de março

Exposição “Quando o vinho encontra a arte” no Espaço Cultura Ageas

 

A Ageas Seguros alia-se à cultura e às artes para a exposição “Quando o vinho encontra a arte”, uma mostra de pintura de Isabel Pinheiro que inaugura no próximo dia 1 de março, às 17h30, no Espaço Cultura Ageas, no Parque das Nações, em Lisboa, e aí ficará patente até dia 31 de março.

Depois de participar em várias exposições tanto em Portugal como no estrangeiro, Isabel Pinheiro acrescentou, há algum tempo, à sua atividade criativa, uma outra da qual era apaixonada desde sempre. O vinho!

Vinho e pintura são ambos arte dada a exposição de cores, o trabalho de pormenor e a sensibilidade necessários para criar qualquer deles. Aliás, neste projeto, prova-se que vinho e arte podem não só coexistir como valorizar-se mutuamente; isto é, uma experiência tão sublime como aquela de saborear um bom vinho, neste caso do Dão, aparece agora aliada à de apreciação de uma obra de pintura, ambos de origem portuguesa.

Isabel Pinheiro iniciou esta atividade em 2006, tendo efetuado diversos trabalhos de pintura específicos para decorações particulares assim como desempenhado várias atividades sempre ligadas à arte, pintura, decoração e design.

Os seus trabalhos centram-se na elaboração de quadros onde aplica técnicas mistas e materiais diversos, que vão desde as tintas acrílicas, óleos, aplicações de sedas e tules, transparências, às colagens com produtos de diverso teor tais como pedras, tecidos, papel de diferentes texturas, areias, cristais, etc.

Diz Isabel Pinheiro que não é necessariamente obrigatório seguir uma linha artística convencionada com esta ou aquela designação para criar. Para criar um trabalho bonito, elegante, com bom gosto basta, muito pura e simplesmente, deixar fluir a imaginação e a inspiração que o trabalho vai nascendo de forma natural, dando origem a um conjunto harmonioso de cores e materiais. O seu lema é: A imaginação é o limite e não há limite para a criação.

De entre as constantes participações em mostras individuais e coletivas, destaque para as exposições em Londres, no Bvlgari Hotel; em Miami na Biennnal de Miami; na Nina Torres Fine Art, em Miami; na Internacional TOP 60 Masters, em Miami; na Merlino Bottega d’Arte, em Florença; entre outras.

A Ageas Seguros continua a investir ao nível da cultura, particularmente através do apoio a artistas nacionais, abrindo-lhes um espaço privilegiado, de entrada livre, que facilita a sua aproximação ao público.

 

 

Marta Sampaio Soares - 'Repetição' I Inauguração 31 Março I 18h

 

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MARTA SAMPAIO SOARES
REPETIÇÃO 
INAUGURAÇÃO  30 MAR. 18h
31 MARÇO  -  20 ABRIL 201

No próximo dia 30 de Março inaugura na galeria da Livraria Sá da Costa, em Lisboa, a mais recente exposição da artista plástica Marta Sampaio Soares.

 

Intitulada 'Repetição', esta mostra, patente até 20 de Abril, reúne desenhos e esculturas que são, nas palavras da artista, 'o resultado de gestos - riscar, embeber, deixar escorrer, sobrepor - repetidos até à exaustão do corpo, os quais deixam que o acidental e o impreciso componham nuances, aceitem desvios e desafiem a perícia.'

 

Marta Sampaio Soares nasceu em Lisboa, em 1968, onde vive e trabalha actualmente.  Realizou o mestrado em Fine Arts, na UAL Chelsea College of Arts, Londres, em 2014, depois de ter concluído, no ano anterior, os Estudos Completos de Artes Plásticas e Projecto individual, no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual).

 

Livraria Sá da Costa  .  Rua Garrett 100, 1º  .  1200-205 Lisboa

Março no Museu Coleção Berardo

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Vista da exposição Visualidade e Visão – Arte Portuguesa na Coleção Berardo II, com a obra Uma Floresta dentro da Catedral, 1999, de Rui Chafes. Museu Coleção Berardo, 2016. Fotografia: David Rato.

 

Em março, destaque para o último mês da exposição Fernando Lemos: Para um retrato coletivo em Portugal, no fim dos anos 40, e para a inauguração da exposição Nouveau Réalisme, Figuração Narrativa e Pop pela Europa Continental, no dia 29. O sucesso da exposição Visualidade e Visão – Arte Portuguesa na Coleção Berardo II, permitiu o seu prolongamento até 16 de abril. A entrada é gratuita.

 

Exposições temporárias

Inauguração

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Jacques Villeglé, Libération-Thorez, 22 août 1964, 1964. Museu Coleção Berardo.



Nouveau Réalisme, Figuração Narrativa e Pop pela Europa Continental
29/03 – 01/05/2017 | Entrada gratuita

Exposição que procura dar a ver os diferentes posicionamentos artísticos que a linguagem pop assumiu no contexto europeu e que foram muito diversificados e, por vezes, criadores de grandes tensões e debates. Ao isolar o contexto europeu continental das manifestações dominantes da Pop Art, protagonizadas pelo Reino Unido e pelos EUA e que ocupam maioritariamente a atenção das exposições mais globais sobre o movimento, torna-se possível dar conta da emergência de outras problematizações sobre o estatuto do objeto artístico.


Curadoria de Pedro Lapa.

 

 

 

Últimas semanas

Fernando Lemos: Para um retrato coletivo em Portugal, no fim dos anos 40
Até 2 de abril | Entrada gratuita

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Fernando Lemos, Azevedo / Pilar / Vespeira / Mirar para serem vistos, 1949. Prova cromogénea / chromogenic print, 60 x 50 cm.

Entre 1949 e 1952, Fernando Lemos desenvolveu um impressionante trabalho fotográfico, que assumiu múltiplas direções. Esta exposição reúne o vasto conjunto de retratos, que realizou no seu atelier, de muitos protagonistas do mundo intelectual, nos meados do século XX, em Portugal. Pela sua extensão, poder-se-á dizer que inventaria parte significativa de uma geração, encerrada num país isolado e alheio ao mundo que despontava depois da devastação do conflito mundial.

Curadoria de Pedro Lapa.

 

Visualidade & Visão – Arte Portuguesa na Coleção Berardo II
Até 16 de abril | Entrada gratuita

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  For Mozambique (model n°1 screen-kiosk-tribune celebrating a post independence utopia), 2008, de Ângela Ferreira. Fotografia: Luís Colaço.



Exposição que procura definir alguns dos fios condutores entre o entendimento da visualidade e uma perspetiva sobre o mundo. As práticas artísticas têm suscitado variadas interrogações sobre estas relações. Desde um processo de racionalização normativa ao de uma subtração material pelo digital, o espaço de uma visão crítica parece estreitar-se. Estas obras põem em questão os limites supostos pelos regimes da visualidade referidos e procuram dar lugar ao acontecer de uma outra visão da imagem e do mundo.
 
Com: Ângela Ferreira, Helena Almeida, Joaquim Bravo, José Barrias, José Luís Neto, Miguel Palma, Pedro Barateiro, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes. Curadoria de Pedro Lapa.

 

Coleção Berardo (1900-1960)

 

Coleção Berardo (1960-1990)

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Entrada do Museu Coleção Berardo, 2016. Vista com obras de Alexander Calder e Jean Dubuffet. Fotografia: David Rato.

 
 

As exposições permanentes da Coleção Berardo apresentam um vasto conjunto de obras representativas dos maiores artistas e movimentos que definiram a história da arte ocidental do século XX.

 

 

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Atividade do serviço educativo. Museu Coleção Berardo, 2016. Fotografia: Orlando Franco.

Férias da Páscoa no museu

Estão abertas as inscrições para as atividades das Férias da Páscoa no museu, que decorrerão de 5 a 7 de abril (70€ por criança), de 10 a 13 de abril (90€ por criança), e nos dias 17 e 18 de abril (30€ por criança). Todos os preços com almoço e seguro incluídos.

5-18 abril | 9h30-17h30 | 4-13 anos | Inscrição prévia

 

Adultos

Visita orientada à exposição "Fernando Lemos: Para um retrato coletivo em Portugal, no fim dos anos 40"
26 março | 16h00 | Entrada gratuita, sem inscrição prévia

Visita temática “Dia das mentiras: mentira e humor na Coleção Berardo”
1 abril | 16h00 | Entrada gratuita, sem inscrição prévia

 

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Fernando Lemos, Fernando Lemos / Auto-retrato,1949.

 

Famílias

Cucú! Estou aqui!
5 março | 11h00 | 2-4 anos | Inscrição Prévia | 2€ por participante

Laboratório de fotografia
12 março | 15h00 | 5-10 anos | Inscrição prévia | 2€ por participante

Um museu a descobrir
26 março | 11h00 | 2-4 anos | Inscrição prévia | 2€ por participante

Aniversários temáticos no museu
Consulte o novo programa de atividades para aniversários.
3-12 anos | Inscrição prévia | 12€ por participante

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Conferência

Travelling – O «acontecimento» arquivial
Oradores: José Maçãs de Carvalho e Ana Rito

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José Maçãs de Carvalho e Ana Rito.
Apresentada no âmbito do VII Ciclo de Conferências Internacionais, organizado pela Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias de Informação da Universidade Lusófona, em conjunto com o Museu Coleção Berardo.

22 março | 18h00 | Auditório do museu | Entrada gratuita, sujeita ao número de lugares disponíveis

 

A ModaLisboa passa pelo Museu Coleção Berardo

 

BOUNDLESS – ModaLisboa
11 de março

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A próxima edição da ModaLisboa, sob o tema BOUNDLESS, inclui dois desfiles no Museu Coleção Berardo no dia 11 de março, onde serão apresentadas as propostas de Ricardo Andrez e Lidija Kolovrat.

A história da ModaLisboa é, ao mesmo tempo, a história da Moda nacional e BOUNDLESS pretende destacar o valor coletivo dessa identidade individual. Vinte e cinco anos de uma vida dedicada às artes e à indústria, trabalhando os novos talentos nacionais e as assinaturas de referência, refletindo o compromisso da ModaLisboa para com o empreendedorismo nacional, a divulgação cultural e a partilha de um património comum.

 

 

Atividade do serviço educativo. Museu Coleção Berardo, 2015. Fotografia: Orlando Franco.