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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Grupo Fidelidade promove obra de Fernando Pessoa em Madrid

Através da Fidelidade España

 

Exposição do poeta português vai ser inaugurada pelo Primeiro-Ministro António Costa, no dia 6 de fevereiro, no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madrid.

 

 O Grupo Fidelidade, através da sucursal Fidelidade España, vai apoiar a maior exposição sobre a obra de Fernando Pessoa – Toda a Arte é uma Forma de Literatura, que será inaugurada amanhã, dia 06 de fevereiro pelo Primeiro-Ministro português, António Costa, no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madrid.

 

Comissariada por João Fernandes e organizada em coprodução com a Fundação Calouste Gulbenkian, de cujas coleções provém uma grande parte das obras de Fernando Pessoa expostas, esta exposição é patrocinada pelo Grupo Fidelidade com o objetivo de partilhar a cultura portuguesa no contexto internacional, promovendo uma maior aproximação às obras e artistas portugueses de renome.

 

Dedicado ao tema “Pessoa e a modernidade sensacionalista”, a exposição é inspirada nos primeiros projetos de publicação de Fernando Pessoa da poesia dos seus heterónimos, aprofundando o período artístico da modernidade portuguesa dos postulados estéticos do escritor.

 

O Grupo Fidelidade está presente em Espanha desde 1995, através da Fidelidade España, disponibilizando soluções globais e inovadoras nos ramos Vida e Não-Vida, através de uma rede de mediadores especializados em seguros para empresas e particulares.

Prémio Literário Joaquim Mestre

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Cerimónia de Entrega do Prémio Literário Joaquim Mestre |10 fevereiro | 16h00 | Biblioteca Municipal de Beja – José Saramago

No dia 10 fevereiro, pelas 16h00, a Biblioteca Municipal de Beja – José Saramago recebe a Cerimónia de Entrega do Prémio Literário Joaquim Mestre.

Na sequência da 1.ª edição do Prémio Literário Joaquim Mestre, instituído pela ASSESTA - Associação de Escritores do Alentejo, em parceria com a Direção Regional de Cultura do Alentejo e com o apoio da Câmara Municipal de Beja, as entidades promotoras divulgam, por ocasião do 2.º aniversário da ASSESTA, os resultados desta primeira edição, que contou um total de 22 textos originais recebidos para concurso.

O júri do Prémio apurou 14 trabalhos finalistas, tendo sido atribuídas as seguintes distinções: menção honrosa para os textos «A Mulher do Sargento Espanhol», da autoria de Rui Manuel Aragonez Marques, e «Alentejo, Alentejo», da autoria de Ivo Daniela Lima de Carmo e na categoria de texto vencedor do prémio «Um certo incerto Alentejo», da autoria de António José da Costa Neves.

O prémio é instituído com o objetivo de promover, defender e valorizar a Língua Portuguesa e a Identidade e Diversidade cultural da Região Alentejo, suas tradições, de promover e incentivar a Criação Literária nas modalidades de conto e romance, o gosto pela Leitura e pela Escrita e ainda, simultaneamente, homenagear o romancista e contista alentejano Joaquim Mestre.

Obra Aberta 2018 no CCB

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11 de janeiro | 18:30 | Sala de Leitura

Quinzenalmente, o CCB acolhe um escritor e um leitor para conversar com Maria João Costa, sobre os livros que leem e as obras que recomendam a futuros leitores, num programa da Rádio Renascença com edição e organização de João Paulo Cotrim. Neste mês, poderá assistir em direto às gravações. José Anjos e Inês Fonseca Santos serão entrevistadas no dia 11.
Entrada Livre

Dia Literário Manuel Ferreira no CCB

 
 

16 de dezembro | 15:00 | Centro de Congressos e Reuniões
Dia Literário Manuel Ferreira

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No ano do centenário de Manuel Ferreira, escritor que introduziu os estudos sobre literatura africana de expressão portuguesa em 1974, na universidade, o CCB dedica-lhe este Dia Literário, com a participação da escritora angolana Ana Paula Tavares e do escritor cabo-verdiano Filinto Elísio. Deolinda Pereira de Barros fará um testemunho e lerá textos de Manuel Ferreira.
Entrada Livre

Óbidos | Óbidos lança prémio literário Armando Silva Carvalho

2.º aniversário de Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO 

Óbidos lança prémio literário Armando Silva Carvalho

 

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No dia em que se celebra o segundo aniversário de Óbidos como “Cidade Criativa da Literatura” da UNESCO, foi apresentado o prémio literário

“Armando de Silva Carvalho”, poeta natural do concelho de Óbidos. O prémio foi anunciado por Celeste Afonso, a nova diretora executiva do projeto Óbidos Cidade Criativa da Literatura, no Centro Design de Interiores, em Óbidos, espaço que passará a ser a sede deste programa.

 

“Aproveitamos esta data, dois anos depois, para revelar aquilo que é o resultado da consolidação de uma estratégia”, revela Celeste Afonso, sublinhado que este novo prémio literário “é o reconhecimento de um nome ímpar da literatura em língua portuguesa e a um filho de Óbidos”. A diretora do projeto explica que este será um prémio que galardoará obra já editada. “Este é um prémio destinado a todos os autores que escrevem poesia em língua portuguesa, no espaço da Lusofonia”, explicou, acrescentando que “o vencedor estará numa das cidades criativas da literatura [da UNESCO] e, durante 3 a 7 dias, estará num conjunto de ações de promoção da poesia, da obra e com encontros com outros autores”. A primeira cidade a receber o vencedor de 2018 do prémio Armando Silva Carvalho será Granada, em Espanha. O prémio será anunciado na próxima edição do FOLIO – Festival Internacional de Literatura de Óbidos que, em 2018, terá lugar de 27 de Setembro a 7 de Outubro.

 

Neste dia 11 de Dezembro foi ainda anunciado o novo espaço onde o projeto Óbidos Cidade Criativa da Literatura vai passar a ter um vasto conjunto de iniciativas. Trata-se do Centro de Design de Interiores “e é nesta casa que vamos dar a conhecer as outras cidades criativas da literatura da UNESCO, onde vamos, todos os meses, ter várias atividades ligadas com a literatura”, revela Celeste Afonso. A responsável anunciou ainda a data da próxima edição do Festival Latitudes - Literatura e Viajantes que, em 2018, decorre de 26 a 29 de Abril.

 

Recorde-se que o poeta e tradutor Armando Silva Carvalho morreu a 1 de Junho deste ano, vítima de doença prolongada. Armando Silva Carvalho nasceu em 1938, no Olho Marinho, Óbidos, e era um dos mais importantes poetas portugueses da atualidade, tendo ainda recentemente vencido os mais importantes prémios literários nacionais, com o seu último livro “A Sombra do Mar”, publicado pela Assírio & Alvim. A sua obra está traduzida para castelhano, russo, francês, inglês, sueco, letão, alemão, italiano e holandês.

  

Estoril Sol e a Editorial Babel renovam atribuição do Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural

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Está aberto o concurso para atribuição da 3ª edição do Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural, instituído pela Estoril Sol, em parceria com a Editora Babel. Com o valor pecuniário de 40 mil euros, este Prémio foi lançado em 2015, sendo já considerado uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos culturais a nível nacional. O prazo de recepção das candidaturas exteriores ao júri termina a 14 de Dezembro.

 

Com periodicidade anual, o Prémio Vasco Graça Moura, está reservado a uma personalidade de nacionalidade portuguesa, que se tenha notabilizado por um conjunto de obras, ou por uma obra original e inovadora de excepcional valia para a Cidadania Cultural do País. 

 

Segundo o regulamento, o Prémio poderá ser atribuído a um escritor, ensaísta, poeta, jornalista, tradutor ou produtor cultural que, ao longo da carreira haja contribuído para dignificar e projectar no espaço público o sector a que pertença.

 

Ao promover este Prémio, a Estoril Sol e a Babel assumem a convicção de que a sua natureza e abrangência serão o justo reconhecimento pela obra multidisciplinar de Vasco Graça Moura, e pela sua imensa, profícua e invulgar polivalência criativa.      

 

As candidaturas deverão ser apresentadas e fundamentadas pelos membros do Júri e por personalidades ou entidades que o desejem fazer.

 

Todas as candidaturas exteriores ao Júri deverão ser remetidas em correio registado, ou serem entregues, por protocolo, até 14 de Dezembro de 2017, no seguinte endereço: “Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural ” Gabinete de Imprensa da Estoril-Sol – Casino Estoril – Av. Dr. Stanley Ho - 2765-190 Estoril."

 

Recorde-se que, o escritor e ensaísta Eduardo Lourenço venceu, em 2016, a primeira edição e o director do quinzenário JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias” José Carlos Vasconcelos ganhou, já este ano, a segunda edição do Prémio Vasco Graça Moura.

 

O Prémio será atribuído por um Júri presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, cuja base é comum ao dos Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís - ao qual presidiu Vasco Graça Moura - acrescentado pelos representantes da Editora Babel, parceira da iniciativa.

Entrega do III Prémio Literário Nortear para Jovens Escritores

 

 

A entrega do III Prémio Literário Nortear para Jovens Escritores está agendada para o próximo dia 22 novembro, pelas 12h00, no Museu do Mar, em Vigo. Na mesma ocasião será lançada a convocatória da 4ª edição do Prémio Literário Nortear.

O conto ‘34, Rue Saint Jacques’, da escritora Cecilia Fernández Santomé, de Lugo, é o vencedor do III Prémio Literário Nortear para Jovens Escritores, promovido pela Consellería de Cultura da Xunta de Galicia, pela Direção Regional de Cultura do Norte de Portugal e pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza – Norte de Portugal.

«34, Rue Saint Jacques» foi eleito entre 31 trabalhos de autores e de autoras, de Portugal e da Galiza, com idades compreendidas entre os 16 e os 36 anos.

Presidido por Carla Sofia Amado, Diretora do Instituto Camões e integrado por Carlos Árias, em representação da Secretaría Xeral de Cultura, pela escritora galega Inma López Silva, o escritor português João Pedro Mésseder, a editora Edita-Me, representada por Carlos Lopes e Celeste Pereira, o júri valorizou no conto a estrutura com base sólida e coerência na escrita, a base muito humana e a tradução das emoções.

Desta votação, resultou como vencedor o conto "34, Rue de Saint Jacques”, de um grupo de finalistas do qual fizeram parte também os originais: "Eu, o supremo”, "O desejado” e "De passo em passo”.

Dotado com 2.000 euros e a publicação da obra, o prémio tem como principais objetivos distinguir anualmente obras literárias originais de ambas as margens do Minho, incentivar a produção literária entre a juventude galega e portuguesa e favorecer a circulação e distribuição de obras literárias entre a Galiza e Portugal, para reforçar o diálogo cultural entre os dois territórios. 

A Literatura no Cinema

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Virgílio Ferreira, ao contrário daquilo que era defendido por Ingmar Bergman, considerava que o Filme poderia ser um meio de projecção das ideias literárias de um escritor. Do livro ao filme, pouco se perde quanto ao conceito que fundamenta a Obra, mudando apenas o seu formato e meio para apreensão do leitor-espectador.
Consideramos que o que une a Literatura ao Cinema é a participação activa daquele que lê e que assiste ao filme. Seja transformar palavras em quadros imagético-imaginários pela mente do leitor, ou a transformação de imagem fixa em movimento pelo cérebro do espectador, há uma necessidade premente da mente daquele que se submete à recepção da Obra.

Mais que um meio de comunicação de texto, através do argumento por exemplo, o Filme que se baseia no Livro é uma oportunidade de mudança de perspectiva. O que o Filme consegue fornecer, é a capacidade de ver com olhos abertos a forma como o Realizador montou mentalmente o texto que leu e assim o explorou. Na prática, o que o Realizador faz é desviar o olhar do leitor convencional, que olha para baixo, levando-o a erguer os olhos para a tela, ouvindo e vendo o esqueleto narrativo deixado pelo Escritor, enriquecido com elementos técnicos e estéticos cinematográficos para uma apreensão do cerne argumentativo.

Neste ciclo, pretende-se que o típico espectador seja arrastado para o mundo da Literatura, deixando-lhe a semente da curiosidade literária, ao mesmo tempo que aproximamos os apaixonados pelos clássicos a uma nova forma de ver o texto em movimento. Viajando pelo mundo criativo de diversos autores, o espectador terá a oportunidade de ver o Texto e o Escritor em tela, deixando-se marcar pela capacidade criativa num sentido duplo: da Escrita e da Realização. É a oportunidade de juntar leitores e cinéfilos, ambos com o desejo de assimilação da arte pela sua contribuição activa: sem leitor, o escrito não ganha vida; sem espectador, a tela apresenta meras imagens sem movimento.

Programação

12 de Outubro – 22h00
Comboio de Sal e Açúcar de Licínio Azevedo

19 de Outubro – 22h00
Longe dos homens de David Oelhoffen

26 de Outubro – 22h00
Estive em Lisboa e Lembrei de Você de José Barahona

31 de Outubro – 00h00
A Instalação do Medo de Ricardo Leite
O Barão de Edgar Pêra

2 de Novembro – 22h00
Filme do Desassossego de João Botelho

9 de Novembro – 22h00
Ensaio sobre a Cegueira de Fernando Meirelles

Entrada Livre

+ em: A Literatura no Cinema

“A noite não é eterna” de Ana Cristina Silva vence Prémio Fernando Namora

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Ao décimo romance publicado, Ana Cristina Silva venceu com “A noite não é eterna”, por unanimidade do Júri, o Prémio Literário Fernando Namora, promovido pela Estoril Sol, com o valor pecuniário de 15 mil euros.

 

O Júri, presidido por Guilherme D ´Oliveira Martins reconheceu ter sido outro ano literário de vincada qualidade, tendo seleccionado ainda, com muito apreço, numa lista de finalistas votados, os romances concorrentes de  Álvaro Laborinho Lúcio (“O homem que escrevia azulejos”), Ana Teresa Pereira (“Karen”), Dejan Tiago Stankovic (“Estoril – um romance de guerra”), J.Rentes de Carvalho (“O Meças”) e Possidónio Cachapa ( “Eu sou a árvore”).

 

Na acta, o Júri salientou no romance “A noite não é eterna”, tratar-se de “uma obra que se articula a partir da realidade social, politica e humana das crianças romenas, e das suas famílias, no período da ditadura de Nicolae Ceausescu”.

 

O Júri foi ainda sensível ao facto do romance vencedor ser “uma belíssima composição narrativa com linguagem sóbria e cuidada, que valoriza em particular a narrativa de um drama pungente, num quadro político sufocante e obsessivo. É uma história construída sobre os labirintos da tirania”.

 

Numa entrevista recente, Ana Cristina Silva referiu que “a infância tem muita influência na forma como somos capazes de nos relacionar uns com os outros e aquilo que acontecia nos orfanatos da Roménia necessariamente teve consequências na forma como vivem agora aquelas crianças” e que “há dois níveis de opressão no livro: daquilo que se passa na sociedade e em casa. Esses dois níveis interagem, até porque o marido da personagem é um daqueles funcionários de partido que querem subir a todo o custo. Aliás é isso que está na base do drama que aquela mulher enfrenta”.

 

Presidido por Guilherme d`Oliveira Martins, o Júri desta 20ª edição do Prémio Literário Fernando Namora foi ainda integrado por José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e por Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

 

Professora e psicóloga, Ana Cristina Silva, é natural de Vila Franca de Xira, onde reside, leccionando sobre a psicologia da linguagem. Especializou-se na área da aprendizagem da leitura e escrita, desenvolvendo investigação no domínio das aquisições precoces da linguagem escrita, ortografia e produção textual.

 

Publicou o seu primeiro livro “Mariana, todas as cartas” em 2002 e já foi anteriormente finalista no Prémio Literário Fernando Namora com o seu romance “Cartas Vermelhas”, publicado em 2010, eleito livro do ano pelo jornal Expresso. Foi ainda finalista do Prémio SPA/RTP, em 2012, com o romance “Rei do Monte Brasil “ com o qual ganhou o Prémio Urbano Tavares Rodrigues.

 

No plano académico, tem obra científica dispersa por jornais e revistas especializadas, em Portugal e no estrangeiro.

 

O Prémio Literário Fernando Namora será entregue oportunamente em cerimónia a anunciar. 

 

 

Ageas Seguros promove cultura com apoio ao Festival Doclisboa e Festival Literário Internacional de Óbidos

A Ageas Seguros, no âmbito do trabalho desenvolvido em prol da cultura nacional, patrocina dois dos festivais importantes do panorama português: o Festival Doclisboa 2017 e o FOLIO -  Festival Literário Internacional de Óbidos. A marca estará presente no Doclisboa 2017 como seguradora oficial e através da promoção de um Cocktail Ageas na sessão de abertura Heart Beat no Cinema São Jorge.

Haverão ainda duas sessões Ageas Seguros no sábado e domingo:

Dia 21/10 pelas 21h: Documentário “Becoming Cary Grant” – Grande Auditório da Culturgest - http://www.doclisboa.org/2017/filmes/becoming-cary-grant/

Dia 22/10 16h15: Documentário “Cantores de Paris” - Sala Manuel de Oliveira no Cinema São Jorge - http://www.doclisboa.org/2017/filmes/os-cantadores-de-paris/

 

No FOLIO 2017, além do patrocínio ao evento, a Ageas Seguros marca ainda presença através do seu stand dinamizado pelos Agentes Ageas Seguros na Praça da Criatividade do recinto.

 

“A Ageas Seguros tem o objetivo de estimular o potencial artístico e cultural. Iniciativas de elevado valor como o Doclisboa e o Folio são para nós uma honra apoiar. Queremos estar ao lado daqueles que colocam o seu talento à disposição dos outros – um gesto que se traduz num ato generoso de partilha das suas sensibilidades no âmbito da música, cinema, literatura, design e muitas outras formas de expressão artística”, refere Alexandra Catalão, Diretora de Marketing da Ageas Seguros.

 

De 19 a 29 de outubro, o Doclisboa pretende promover, uma vez mais, o cinema como um modo de liberdade. O evento recusa a categorização da prática fílmica e procura novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo e procura ser um lugar de imaginação da realidade.

Também de 19 a 29 de outubro, desenrola-se o Festival Literário Internacional de Óbidos, um evento organizado pelo Município de Óbidos, que este ano tem a Revolução como tema principal. Na edição de 2017, Óbidos coopera com outras cidades literárias criativas, declaradas pela UNESCO, num programa que combina a música, a literatura e o design.