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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Apresentação do Livro "Contos que vos conto"

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No próximo dia 29 abril, pelas 16h00, terá lugar a apresentação do livro “Contos que vos conto”, de Emanuel Góis.

A sessão contará com a presença do orador Pedro Mourão (Juiz Desembargador).

A entrada é livre.

 

Biografia de Emanuel Góis   

Emanuel Góis é natural do Barreiro, cidade onde tem vivido, excetuando três anos em Cernache do Bonjardim e Santarém, altura em que cursava o antigo ensino liceal.

Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, passando a exercer advocacia até hoje.

Prestou serviço na Força Aérea durante seis anos na especialidade de Controlo de Tráfego Aéreo.

Foi jornalista desportivo durante doze anos (entre 1970 e 1982), colaborando nos jornais “Record” e nos extintos “Diário Popular” e “Século”, tendo ainda publicado alguns textos na “Gazeta da Sertã”, “Jornal do Barreiro” e “Revista da Força Aérea”.

Foi autor da última peça de teatro carnavalesco representada na SIRB “Os Penincheiros”, do Barreiro, no Carnaval de 1974.

Leccionou História no ensino particular nocturno.

Na área desportiva, a que tem dedicado grande parte da sua vida, foi atleta, treinador, dirigente de clube, de Associações Distritais e Federações, nas modalidades de futebol e basquetebol.

Na área cívica foi co-fundador da Associação Cívica do Barreiro e da Persona- Associação de Apoio a Doentes Mentais Crónicos, onde durante vários anos desempenhou diversos cargos directivos.

Foi vereador da Câmara Municipal do Barreiro no período de 1997/2001.

Distinguido pelo Jornal “Rostos On Line” como Rosto do Ano de 2016 na área Escritor. 

 

 

Sinopse

“Contos que vos conto” é o novo livro que o autor nos apresenta depois da publicação de “Algures no tempo” e “Momentos”, ambos ligados à sua vertente poética.

Nesta obra, agora em prosa e ao longo dos 14 contos que a compõem, o autor procura ficcionar diversos temas, alguns deles de grande atualidade e reflexão.

Na leitura proposta, encontrará o leitor questões relacionados com ética, moral social, amores, guerras e suas vítimas, justiça e política, esta através de uma escrita metafórica e de ironia.

Trata-se de um livro bastante agradável de ler e que prende a atenção até ao desfecho de cada conto onde só no final dos temas abordados o leitor se apercebe do enredo que o integra.

Como refere o autor no início desta sua obra, trata-se de um convite à sua leitura.

Porque escrevo? Ora, porque gosto de conversar.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | Sexta, 28, pelas 19h: apresentação do livro “A sua Majestade a Rainha D. Amélia de Portugal – Um raro acervo musical"

Amanhã, sexta, 28 de Abril, pelas 19h | Apresentação do livro "A Sua Magestade a Rainha D. Amélia de Portugal - Um raro acervo musical".

 

No dia 28 de Abril, pelas 19h, irá ser apresentado o quarto volume da Coleção Livros de Muitas Cousas, com o título “A Sua Majestade a Rainha D. Amélia de Portugal – Um raro acervo musical" no Museu Nacional da Música. A apresentação contará com a presença do autor, Rui de Castilho de Luna. Agradecemos a divulgação. A entrada é livre.

 

Rui de Castilho de Luna é natural de Lisboa.

Fez a sua formação musical e operática em Veneza na Fundação Morello e posteriormente em Londres no Royal College e Royal Academy of Music. Recebeu inúmeros prémios e distinções em Concursos Internacionais de Canto (Jovens Músicos de Roma e Mérito Artístico de Brasília,…).Foi nos últimos dez anos músico da AIM de New York. Tem actuado em palcos por todo o mundo, acompanhado por prestigiadas orquestras  e pianistas (Sinfónica de Budapeste, China,Roménia…).

É formado em História na Universidade Livre e Lusófona, preparando-se para um doutoramento sobre a música erudita em Portugal na viragem do século XIX/XX. A par da carreira musical, dedica-se à investigação de fundos musicais, como o do 8º Marquês de Fronteira e da Rainha D. Amélia. Tem sido convidado a participar em seminários, palestras e conferências nas Universidades Católica, Lusófona, Clássica de Lisboa e Universidade de Sevilha, assim como o Instituto Camões, Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, Biblioteca Nacional,etc. A convite da Fundação da Casa de Bragança, iniciou em 2013 uma intensa investigação sobre o acervo musical da Rainha D. Amélia, existente na Biblioteca-Museu do paço Ducal de Vila Viçosa, agora visível nesta publicação da Colecção “Livros de Muitas Cousas”.

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Hoje, 27, pelas 19h | concerto "À la joie … Um recital em festa!" | obras de M.Ravel, A. Honneger, A. Zemlinsky, E.W. Korngold, A. Fragoso
 
A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:
À la joie … Um recital em festa! 
Bilhetes: €5 | Sócios: €3
 

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Amanhã, sexta, 28 de Abril, pelas 19h | Apresentação do livro "A Sua Magestade a Rainha D. Amélia de Portugal - Um raro acervo musical".

 

No dia 28 de Abril, pelas 19h, irá ser apresentado o quarto volume da Coleção Livros de Muitas Cousas, com o título “A Sua Majestade a Rainha D. Amélia de Portugal – Um raro acervo musical" no Museu Nacional da Música. A apresentação contará com a presença do autor, Rui de Castilho de Luna. Agradecemos a divulgação. A entrada é livre.

 

Rui de Castilho de Luna é natural de Lisboa.

Fez a sua formação musical e operática em Veneza na Fundação Morello e posteriormente em Londres no Royal College e Royal Academy of Music. Recebeu inúmeros prémios e distinções em Concursos Internacionais de Canto (Jovens Músicos de Roma e Mérito Artístico de Brasília,…).Foi nos últimos dez anos músico da AIM de New York. Tem actuado em palcos por todo o mundo, acompanhado por prestigiadas orquestras  e pianistas (Sinfónica de Budapeste, China,Roménia…).

É formado em História na Universidade Livre e Lusófona, preparando-se para um doutoramento sobre a música erudita em Portugal na viragem do século XIX/XX. A par da carreira musical, dedica-se à investigação de fundos musicais, como o do 8º Marquês de Fronteira e da Rainha D. Amélia. Tem sido convidado a participar em seminários, palestras e conferências nas Universidades Católica, Lusófona, Clássica de Lisboa e Universidade de Sevilha, assim como o Instituto Camões, Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, Biblioteca Nacional,etc. A convite da Fundação da Casa de Bragança, iniciou em 2013 uma intensa investigação sobre o acervo musical da Rainha D. Amélia, existente na Biblioteca-Museu do paço Ducal de Vila Viçosa, agora visível nesta publicação da Colecção “Livros de Muitas Cousas”.

 


Hoje, 27, pelas 19h | concerto "À la joie … Um recital em festa!" | obras de M.Ravel, A. Honneger, A. Zemlinsky, E.W. Korngold, A. Fragoso

 

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:

À la joie … Um recital em festa! 

Bilhetes: €5 | Sócios: €3

 

Marina Pacheco (soprano), Tiago Matos (barítono) e Pedro Costa (piano) juntam-se para celebrar a genialidade musical de diversos compositores, cujos aniversários de nascimento ou morte se assinalam em 2017, ano em que este projecto tem início.

Com o intuito de anualmente se homenagearem diferentes figuras da composição de música erudita para canto e piano ou piano solo, o ponto de partida é sempre a comemoração de efemérides, contribuindo para manter viva a memória destes nomes que enriquecem a História da Música.

Numa viagem musical e estilística são exploradas, em 2017, obras de M.Ravel, A. Honneger, A. Zemlinsky, E.W. Korngold, A. Fragoso e G. Gershwin.

Um projecto em forma de brinde... A celebração de um legado... Uma partilha constante de memórias… 

"À la joie!”

 

 

 

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MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos

Rua João de Freitas Branco

1500-359 LISBOA

  1. (351) 21 771 09 90 / F. (351) 21 771 09 99
  2. geral@mmusica.dgpc.pt/ S: www.museudamusica.pt

 

 

PRÓXIMOS EVENTOS NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA: 
https://www.facebook.com/pg/museunacionaldamusica/events

 

 

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Vem a Fátima Falar Comigo, de João Ermida

 

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“Na vida o teu caminho está traçado há muito tempo”

Vem a Fátima Falar Comigo, de João Ermida

João Ermida, o executivo que deixou tudo pela fé. Antigo responsável global da tesouraria e mercados financeiros do Santander, abandonou a sua carreira de sucesso em 2003.

Numa manhã, quando saiu da sua casa em Madrid, João entrou numa igreja e falou com Deus, pedindo ajuda para tentar perceber o rumo que devia dar à sua vida. Um dia mais tarde, demitiu-se e começou um novo caminho espiritual.

Este é um livro que também poderá mudar a vida de quem o lê.

No momento em que a vida se encontrava numa encruzilhada, João (personagem fictícia) começou a ouvir uma voz que lhe dizia: «Sacrificai-vos pelos pecadores.» Essa voz irá levá-lo ao Santuário de Fátima, onde uma transformação terá lugar na sua vida.

Uma meditação que o aproximará de Nossa Senhora e que lhe fará entender os vários pedidos que Ela fez aos três Pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta. Foi a forma como o autor, devoto de Nossa Senhora de Fátima, quis homenagear a comemoração dos 100 anos das aparições de 1917.

João Ermida nasceu a 8 de janeiro de 1965 no Porto. Desde os anos 80 trabalhou em várias instituições financeiras, incluindo o Citibank e o Banco Santander. Neste último atingiu o cargo máximo de responsável global dos Mercados Financeiros, no período entre 1999 e 2003. Nesse ano, demite-se da instituição e retira-se da atividade dos Mercados Financeiros Globais, para se dedicar a vários projetos, nos quais se incluem o serviço de aconselhamento de investimentos a várias famílias (Multi-family Office), a vice-presidência de um centro social paroquial e palestras sobre o VHS Method em empresas, universidades e escolas. No ano de 2008 publicou o seu primeiro livro, Verdade, Humildade & Solidariedade, e em 2010 Agarrem o Futuro. Em 2013 veio a lume o seu primeiro romance, O Dono do Mundo.

PVP 13,90€ / 112 páginas / ISBN 9789897416941

Comemorações do Dia Mundial do Livro | Município de Palmela

Palmela assinala Dia Mundial do Livro

com Feira, encontro com escritora e ofertas para novos leitores

 

 

O Município de Palmela comemora o Dia Mundial do Livro e o Dia Internacional do Livro Infantil, datas assinaladas este mês, com a iniciativa “Um Livro para um Novo Leitor”, que decorrerá em todas as Bibliotecas da Rede Municipal de Bibliotecas Públicas do Concelho de Palmela, entre 18 e 29 de abril, em parceria com a Ronda das Letras. No âmbito desta iniciativa, a autarquia oferece um livro às duas primeiras pessoas que se inscrevam como leitoras/es, por biblioteca da Rede, de acordo com os seguintes escalões etários: 0-6; 7-12; 13-17 e mais de 17 anos.

Entre os dias 18 e 26, o Mercado Municipal de Pinhal Novo acolhe uma Feira do Livro, com 15% de desconto sobre o preço de capa, promovida pela Câmara Municipal com o apoio do grupo Porto Editora.

            No dia 21 de abril, entre as 10h00 e as 12h00, a escritora Luísa Ducla Soares participa num encontro com os alunos dos 3.º e 4.º anos da EB Joaquim José de Carvalho e EB Palmela n.º 2, na Biblioteca Municipal de Palmela.

O Dia Mundial do Livro é comemorado desde 1996, por decisão da UNESCO, no dia 23 de abril, uma data simbólica que teve origem na Catalunha, onde se celebra o Dia de S. Jorge e se oferece uma rosa a quem comprar um livro. O Dia Internacional do Livro Infantil foi assinalado no dia 2 de abril, data em que se comemora o nascimento do escritor Hans Christian Andersen, chamando a atenção para o papel fundamental dos livros para a infância.

 

 

O Homem que Duvidava: O aclamado monstro literário, segundo o New York Times, considerado um dos melhores livros de 2016 pela Amazon, chega a Portugal

 

Acaba de chegar a Portugal o bestseller do New York Times - O Homem que Duvidava, da autoria de Ethan Canin, pela chancela Minotauro. Canin, aclamado como um dos mais maduros autores americanos da sua geração, explora a natureza do génio, a rivalidade, a ambição e o amor ao longo de diversas gerações de uma família talentosa.

 

O Homem que Duvidava é a mais recente obra do norte-americano Ethan Canin e conta-nos a história de Milo Andret, um génio matemático incompreendido, obcecado pela sua mente brilhante, e da sua família, iluminada e atormentada por este dom ao longo de diversas gerações. Considerado um dos melhores livros de 2016 segundo a Amazon, foi aclamado pelos críticos literários mais proeminentes, desde o The Guardian Books, que vê esta «ficção grandiosa» como «rara nos dias de hoje», até ao The New York Times Book Review, que o destaca como um «romance maravilhosamente bem escrito».

 

Milo Andret é dotado de uma mente extraordinária. Criança solitária entre as florestas do Michigan nos anos 1950, pouco valorizava o seu próprio talento. Contudo, após ingressar na Universidade de Berkeley, apercebe-se da extensão, e dos riscos, do seu dom tão singular. A Califórnia dos anos 1970, revela-se um jogo sedutor, desvelando a Milo o encanto da ambição, mas também da indulgência. A investigação que lá inicia elevá-lo-á à categoria de lenda; a mulher que lá conhece (assim como o seu arquirrival) atormentá-lo-á para o resto da vida. De facto, a verdade é que o brilhantismo de Milo se encontra finamente entrançado com um desejo obscuro que em breve ameaçará o seu trabalho, a sua família e até a sua própria vida.

 

O Homem que Duvidava narra o percurso de uma família, revelando que a ambição caminha de mãos dadas com a destrutividade, a obsessão namora com o tormento e o amor encanta-se com a dor.

 

O Homem que Duvidava é uma obra da chancela Minotauro, do Grupo Almedina, e encontra-se nas livrarias pelo pvp de 22.90€.

 

 

Críticas

«Esta é uma ficção grandiosa, séria e completamente envolvente, rara nos dias de hoje.», in The Guardian Books

«Um escritor brilhante que se superou a si mesmo.», in BBC

«Uma pérola!», in People (livro do mês)

«551 páginas de felicidade… devastadoras e maravilhosas… deslumbrantes! Acabamos a leitura com o desejo de repensar as nossas escolhas e relacionamentos. É raro um livro conseguir fazê-lo e é raro encontrar alegria nessa leitura.», in Esquire

«Um romance maravilhosamente bem escrito.», in The New York Times Book Review, Editor's Choice

«Brilhante.», in The Guardian

«Uma obra-prima.», in The Daily Mail (UK)

 

 

 

Sobre o autor

Ethan Canin nasceu em Ann Arbor, no Michigan. Talento precoce, chamou a atenção, logo na escola preparatória, de uma das professoras: a aclamada autora Danielle Steel.

O Homem que Duvidava é o seu livro mais recente, uma obra aclamada pela crítica, revelando-se um dos mais maduros autores americanos da sua geração.

 

Sobre a Minotauro

A Minotauro é uma chancela do Grupo Almedina que embarca agora numa nova aventura nas áreas da Ficção e Não Ficção para adultos e para o público infantojuvenil. Os livros desta nova era da Minotauro têm como missão conquistar um novo universo de leitores e guiá-los nos labirintos da leitura. Mais informações em: http://www.grupoalmedina.net/

A História do Pedro Dias, por Tânia Laranjo

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O FUGITIVO – A História do Pedro Dias

de Tânia Laranjo

160 págs / PVP 13,90€

Um documento único sobre o homem mais procurado do país durante vinte e oito dias. Em outubro de 2016 Portugal acordava com a notícia de dois homicídios em Aguiar da Beira. O suspeito dos crimes acabaria por fugir e tornar-se-ia, durante vinte e oito dias, o homem mais procurado do país.

Tânia Laranjo foi destacada, inicialmente, para cobrir a notícia dos homicídios. Acabou por ficar durante os dias da fuga, acompanhar a acção das forças policiais, descobrir casos de Justiça em que Pedro Dias esteve envolvido e que, na maioria das vezes, não chegaram à barra dos tribunais. Porquê? Em Arouca ainda se acredita na inocência do deste homem, mas em quem acreditar?

A jornalista vai para além dos dados cronológicos, situa-nos numa vila que viveu dias de medo, descreve-nos cada passo da investigação, revela-nos o estado psicológico dos jornalistas que acompanharam o caso, leva-nos ao local e aos dias do crime e da fuga e deixa-nos com a pergunta: quem é afinal Pedro Dias?

Tânia Laranjo relembra «o primeiro directo nocturno aterrador. A escuridão, a urgência dos directos, o vento gelado da serra, o medo criado pela situação. Apesar de tudo, a adrenalina que surge nestes momentos compensava, de certo modo, o desconforto».

Fique a saber onde se escondeu Pedro Dias; quem o ajudou; como conseguiu sobreviver e o outro lado, o mediático, revelou uma polícia muitas vezes descoordenada.

Tânia Laranjo é redactora principal do Correio da Manhã e da CMTV.  Começou a sua carreira no Jornal de Notícias, em 1995, mudando-se, dez anos depois, para a redacção do jornal  Público, já com a categoria de grande repórter. Em 2007, transitou para o Correio da Manhã e faz parte da equipa fundadora da CMTV. Como jornalista, sempre se dedicou a trabalhar na área da Justiça e acompanhou os mais mediáticos casos, como a investigação ao desaparecimento de Maddie, o escândalo Casa Pia, o processo Monte Branco, a Operação Furacão e a Operação Marquês.

 

A Primavera na Cordão de Leitura - Reserve estas datas!

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5 MAIO 21h30 

Apresentação do livro «as conversas que tenho contigo» de Maria Luísa Silva

Café Literário - PORTO

2 JUNHO 21h30 

Apresentação do livro «as conversas que tenho contigo» de Maria Luísa Silva

Café Disha Gourmandise - AVEIRO

3 JUNHO 15h30 

Lançamento do livro «Na Rota de Camilo no Porto» de César Santos Silva

Antiga Cadeia da Relação do Porto - PORTO

8 JUNHO 21h15 

 

 

Apresentação do livro «Na Rota de Camilo no Porto» de César Santos Silva

Serões Bonjóia - PORTO

 

Pr. General Humberto Delgado, 267, 6.º, s/9 

 4000-288 Porto

Telf.: +351 222 081 074

Tlm.: +351 914 960 333

E-mail: geral@cordaodeleitura.pt 

APÓCRIFA - PROJECTO LITERÁRIO EM CURSO na Rua das Gaivotas 6

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Lançamento

12 mai | sex | 21h | entrada livre
Com mais de 1000 exemplares vendidos e cinco números esgotados, a Apócrifa – PLEC tem firmado um espaço próprio na poesia portuguesa contemporânea; na formulação de João Barrento no prefácio do número antológico: “A poesia «apócrifa», que veio abrir algumas brechas no edifício algo desconjuntado da nossa poesia de hoje”.

Biografia de Américo Thomaz, o último presidente do Estado Novo, de Orlando Raimundo, hoje à venda

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O Último Salazarista, A Outra Face de Américo Thomaz, obra do jornalista e investigador Orlando Raimundo, é hoje colocada à venda pela Dom Quixote.

Américo Thomaz, o último Presidente da República do Estado Novo, é frequentemente recordado como uma figura patética: o caricato «corta-fitas» do regime fundado por Salazar com o apoio dos militares que cometia gafes e falava com exasperante lentidão. Bastará, porém, acompanhar a biografia que lhe traça o jornalista Orlando Raimundo para perceber que essa é uma perspectiva manifestamente redutora e que o seu papel como facilitador das manobras da ditadura ao longo de quase 40 anos de vida política teve consequências bastante mais nefastas do que as anedotas que sobre ele se contam fariam adivinhar.

Entre muitos episódios em que participou e que condicionaram a História portuguesa do século XX, a sua intervenção foi determinante quando traiu o general Botelho Moniz, fazendo abortar o golpe que iria derrubar Salazar, e no momento em que obrigou Marcello Caetano a assumir o compromisso solene de não abrir mão das Colónias. Como nos diz o autor do presente volume, «na procissão dos devotos do salazarismo esteve sempre na linha da frente, a segurar o andor». Deste modo, justifica-se amplamente dar a conhecer essa outra face de Américo Thomaz e revelar dados menos conhecidos deste Presidente da República que era um adepto da monarquia. Até para evitar que a tragédia possa dar lugar à farsa. Escritor e jornalista,

Orlando Raimundo é o investigador que mais tempo tem dedicado, nos últimos anos, à temática cruzada da Comunicação e da pesquisa do Estado Novo. Nascido em Évora em 1949, frequentou o curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa, licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais, pós-graduou-se no ISCTE e foi bolseiro do Governo Francês e da Fundação Calouste Gulbenkian nos Journalistes en Europe, em Paris, e da Nihon Shinbun Kyokai, a maior federação de editores de jornais do mundo, em Tóquio. Jornalista durante mais de três décadas, foi um dos repórteres da Revolução, cobrindo para O Século o 25 de Abril, e integrando depois o Diário Popular e a editoria de Política do Expresso. Distinguido sete vezes com prémios nacionais de reportagem, é autor de A Última Dama do Estado Novo, obra de referência sobre os anos finais da ditadura, e António Ferro: O Inventor do Salazarismo, ambos disponíveis nas Publicações Dom Quixote.

Apresentação do livro "Quando Portugal Ardeu" de Miguel Carvalho. Divulgação de excertos áudio das gravações dos operacionais da rede bombista.

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“QUANDO PORTUGAL ARDEU” - Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril

Sessões de apresentação no Porto (dia 8) e Lisboa (dia 12) vão incluir a divulgação de excertos áudio das gravações dos operacionais da rede bombista de extrema-direita e a presença de protagonistas do livro.

Em agosto de 1976, na sequência de uma operação coordenada pela Polícia Judiciária e PJ Militar, foram detidos vários elementos relacionados com a rede bombista de extrema-direita, responsável por perto de 600 atentados no País, alguns deles mortais.

Este é o tema principal de “Quando Portugal Ardeu”, o mais recente livro do jornalista Miguel Carvalho para a Oficina do Livro sobre a violência política no pós-25 de Abril, o “Verão Quente” e os bastidores dos tempos de brasa de 1975/1976, que terá dois lançamentos nacionais:

- Dia 8 de abril, às 17.30, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto (jardins do Palácio de Cristal), com apresentação do historiador MANUEL LOFF.

- Dia 12 de abril, às 18.30, no bar do Teatro A Barraca, em Lisboa, com apresentação do jornalista JOÃO PAULO GUERRA.

Nestas duas sessões serão divulgados excertos de gravações dos principais operacionais da rede bombista, aquando da sua detenção.

Está também garantida a presença de vários entrevistados e protagonistas do livro, alguns dos quais quebraram, para esta obra, um silêncio de mais de 40 anos sobre os acontecimentos daquela época.