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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Mexico Amigos vencem competição no Global Champions League em Cascais

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Longines Global Champions Tour | Global Champions League

 

 

Mexico Amigos vencem competição no Global Champions League em Cascais

 

A equipe Mexico Amigos, composta pelos cavaleiros Henrik von Eckermann, Yuri Mansur Guerios e Yuri Mansur Guerios, foram os grandes vencedores da 2ª classificativa da prova por equipes Global Champions League, que teve hoje inicio, às 18h00, no Hipódromo Manuel Possolo em Cascais. O prize money em jogo foi de 180.000,00 euros.

 

O Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, assistiu hoje à vitória dos Mexico Amigos, a equipe composta pelos cavaleiros Henrik von Eckermann, Yuri Mansur Guerios e Yuri Mansur Guerios. Na disputa pelo primeiro lugar da prova “Tabela A ao cronómetro”, a segunda classificativa da prova Global Champions League, ficou marcada pela excelente atuação desta equipe que alcançou o primeiro lugar com um tempo de 143 segundos e 45 centésimos e 4 penalidades.

Em segundo e terceiro lugar classificaram-se, respetivamente, os Paris Panthers, com 8 penalidades, em 155 segundos e 88 centésimos, e os Valkenswaard United, com 12 penalidades, em 139 segundos e 96 centésimos.

Na prova individual, o grande vencedor da noite foi o espanhol Sergio Alvarez Moya que, montando em Carlo, se classificou em primeiro lugar, sem penalidades, na competição individual e por grupos, com 65 segundos e15 centésimos.

Atualmente, os Valkenswaard United seguem em primeiro lugar no ranking da Global Champions League, com 170 pontos.

Esta noite, às 21h30 tem inicio o Grande Prémio-Grand Prix com obstáculos a 1,60m de altura do chão. O prémio disputado é de 300.000,00€.

Festas do Barreiro 2017 de 11 a 20 de agosto

 

Içar do “Mastro” ou “Painel” a 11 de julho, pelas 21h00

 

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De 11 a 20 de agosto, o Barreiro vai estar em Festa. Na próxima terça-feira, 11 de julho, pelas 21h00, será içado o “Mastro” ou “Painel”, cumprindo-se, mais uma vez, a tradição de assinalar a realização das Festas do Barreiro, a exatamente, um mês do seu início. Este ato simbólico, recentemente recuperado, terá lugar no Largo em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário.

 

O içar do “Mastro”, também conhecido por “Painel”, era uma tradição antiga: era colocado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário lembrando o passado piscatório e a lenda da chegada da imagem da Santa ao Barreiro. Era colocado um «Mastro» de tartaranha (que estavam à popa e proa da Muleta), mais tarde passaram a ser mastros de fragata ou dos lugres bacalhoeiros. Esta tradição manteve-se até 1972.

 

Durante 10 dias são esperados, à semelhança de anos anteriores, milhares de visitantes. Serão 10 dias de muita música, desporto, convívio, animação, gastronomia num espaço de reencontro e de amizade.

 

Projeto de criação e investigação artística, com equipa Portuguesa, está agora em Manchester

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O Under 25 Alternative routes to ripen through theater, um projeto internacional de criação e investigação artística no qual a Companhia João Garcia Miguel (Cia JGM) está associada, encontra-se agora em Manchester. No dia 13 de Julho, em Islington Mill, Salford, é apresentado o espectáculo que resulta de toda a criação artística desenvolvida. Em Setembro vai ser apresentado em Valência e também em Lisboa.
 
UNDER 25 Alternative routes to ripen through theater é financiado pela Europa Criativa, foi desenvolvido em conjunto pela Companhia João Garcia Miguel, o Espaço Rambleta, ESAC - Escuela Del Actor (de Valência) e a Peshkar Production LTD (de Manchester). 

Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Beja (CEUSPCI) abre portas no espaço a 12 de julho

 
 
 

Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Beja (CEUSPCI) abre portas no espaço a 12 de julho

 

Protocolado a 6 de Junho de 2016, o Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Beja (CEUSPCI) abre agora portas no edifício emblemático do antigo Clube Bejense, na próxima quarta-feira, dia 12 de julho. Este Centro resulta de uma vontade expressa do Município de Beja, da UNESCO, e parceiros como a Direção Regional de Cultura do Alentejo, o Centro Nacional de Cultura, a Fundação Aga-Khan, o CENA - Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, a MODA – Associação do Cante Alentejano e a Confraria Gastronómica do Alentejo, em salvaguardar e promover as várias manifestações do património cultural intangível.

Num momento em que, resultado das últimas inscrições portuguesas na Lista Representativa da UNESCO, o Património Cultural Imaterial ganha um espaço de reconhecimento cada vez mais amplo na consciência colectiva, o CEUSPCI pretende assumir a missão de potenciar essa consciência, procurando a sua integração no trajecto de vida das populações. A inventariação de práticas e saberes populares, a promoção o Cante Alentejano e outras manifestações musicais tradicionais e a implementação do programa UNESCO “Tesouros Humanos Vivos”, valorizando os portadores de memória e sabedoria de inegável valor universal, são alguns dos objectivos que este Centro UNESCO pretende assumir.

A criação deste Centro deve ser, por isso, vista como uma reacção à crescente debilidade demográfica do interior, em particular do Alentejo, que partindo da valorização das suas gentes pretende projectar uma sociedade para o futuro ancorada nas práticas e memórias que estes patrimónios imateriais evocam.

As atividades de dia 12 de julho, dedicado à inauguração do Centro UNESCO, terão início pelas 9h00 com o atelier para crianças “Artes e Ofícios d’Antigamente” e continuará com uma cerimónia agendada para as 18h00, no edifício do antigo Clube Bejense, Rua do Sembrano. Terá ainda lugar a apresentação da exposição fotográfica Cante: Alma do Alentejo da foto-jornalista Ana Baião e um apontamento musical a cargo das Vozes Búlgaras Angelite e Cantadores do Desassossego que atuam no mesmo dia, pelas 22h00, na Praça da República, com a participação de António Zambujo.

Grupo dst celebra cultura na Feira do Livro de Braga | Entrega do Grande Prémio de Literatura dst

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Entrega do Grande Prémio de Literatura dst decorreu no Theatro Circo

GRUPO DST CELEBRA CULTURA NA FEIRA DO LIVRO DE BRAGA

O espaço dst, presente na Feira do Livro de Braga, é de paragem obrigatória, com um programa imperdível para todas as famílias. Até dia 16 de julho, o espaço dedica-se a celebrar a literatura, em parceria com várias entidades culturais da cidade. O calendário de iniciativas inclui leituras de excertos de livros, entre os quais “Astronomia”, de Mário Cláudio, pela companhia de Teatro de Braga no âmbito do projeto Bragacult, nos dias 11 de julho (terça-feira) e 14 de julho (sexta-feira).

De destacar a “conversa com Alfredo Cunha”, apresentado pelo fotografo José Bacelar, no dia 8 de julho (sábado), que falará sobre os livros e o fotojornalismo, que levou Alfredo Cunha a ser distinguido com prémios nacionais e internacionais, como a Comenda do Infante D. Henrique, em 1995. Vai ser também apresentado o livro “Mário Soares – 1974-2017”, uma obra do fotojornalista que compila mais de 40 anos de fotografias ao político português, e que reúne textos de Adelino Gomes, António Costa, José Manuel dos Santos e Marcelo Rebelo de Sousa.

O Museu Nogueira da Silva, em parceria dst, acolhe também no sábado, dia 8, a apresentação da obra “Maria Ondina Braga – Em busca de um Centro”, de Maria Adelina Vieira e apresentado por João Lobo, e no dia 14 de julho (sexta-feira), o lançamento da obra “Maria Ondina Braga – (Re)leituras de um obra”, com coordenação de José Cândido Martins e Isabel Cristina Mateus.

No dia 12 de julho, o espaço dst recebe Pedro Melo, o cantor bracarense de 23 anos, que passou pelo programa de talentos da RTP 1, “The Voice”, e que vai apresentar o seu mais recente projeto, “Giant’s Magazine”. Acolhe também o Grupo de Cantares Tradicionais Mulheres do Minho.

No dia seguinte, 13 de julho, vai ser exibida a curta-metragem “Os Maias”, do grupo dst, que em parceria com a artista Ângela Mendes Ferreira, desenvolveu um projeto inserido na multiplataforma de divulgação de literatura portuguesa, que envolve uma curta-metragem e a obra ilustre “Os Maias”, de Eça de Queirós. Este ano, a curta-metragem dos Maias entrou para o Plano Nacional de Leitura.

 

Entrega do Grande Prémio de Literatura dst

A cerimónia de entrega do Grande Prémio de Literatura dst (GPL) decorreu, na passada sexta-feira, no emblemático Theatro Circo. O evento, que marcou o arranque da Feira do Livro de Braga, premiou Mário Cláudio pela obra “Astronomia” e contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, da vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Dias, do membro do júri do GPL e representante do vencedor, que não pode estar presente, José Manuel Mendes, e do presidente do grupo dst, José Teixeira, que subiram ao palco para refletir sobre a cultura e a importância da mesma para uma sociedade competitiva.

José Teixeira afirmou que o grande investimento na cultura por parte do grupo dst é realizado pelo “interesse económico e suas imensas externalidades positivas derivadas”. Para o presidente do grupo, que desempenha um papel fulcral no panorama cultural da cidade de Braga, a cultura é mais do que responsabilidade social, uma vez que é através desta que se criam empresas competitivas. “Nós decidimos a forma de sermos competitivos. Escolhemos o óbvio, termos talento, termos conhecimento e sermos cultos”, porque um trabalhador culto será “capaz e criará muito mais valor económico para si, para a empresa, para a cidade e para o seu país”.

O ministro da Cultura sublinhou esta ideia, frisando que o conhecimento e a inovação são fatores essenciais para que haja competitividade, e definiu a dst como uma “empresa responsável”, por saber assumir esse papel. No âmbito do prémio literário, Luís Filipe de Castro Mendes abordou também a temática das novas tecnologias, nomeadamente dos novos suportes de leitura, tendo deixado assente que a tecnologia não vai matar os livros, tal como a televisão não matou o cinema, e por isso, no futuro, vão coexistir, lado a lado.

A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga deixou também uma palavra de apreço ao trabalho desenvolvido pelo grupo dst no âmbito cultural, através de um discurso pontuado pela necessidade de se fazer cultura, de se criar iniciativas que devem partir de todos e não só dos poderes públicos, apesar de estes serem “os primeiros promotores quando a ação da sociedade civil for insuficiente”. Segundo Lídia Dias, “seria um grave erro assumirmos que a cultura depende meramente dos poderes públicos instituídos, porque a cultura está em toda a parte”.

Para José Manuel Mendes, membro do júri do Grande Prémio de Literatura dst, o grupo dst vai para além da competência e da inovação, uma vez que é um “núcleo de cultura viva, acolhendo, patrocinando e assumindo iniciativas”. Para finalizar o discurso, e porque representou o autor premiado, leu uma mensagem de Mário Cláudio, para quem o galardão foi “duplo motivo de júbilo e de gratidão”, uma vez que também ele cresceu nas cercanias da cidade de Braga.

Apesar de ser dedicada à literatura, a cerimónia ficou também marcada pela dança, pelo teatro e pela música, que no palco do Theatro Circo mostraram o poder inigualável da cultura. Na dança, a bailarina Maria Teresa Teixeira interpretou “A Morte do Cisne” e “Shostasolo”, os dois momentos de bailado da noite, com coreografia do Estúdio Helena Mendonça. No teatro, a Companhia de Teatro de Braga subiu ao palco, para leituras do livro vencedor, que revelaram ao público um pouco da essência de “Astronomia”. E para fechar a gala, o momento musical foi protagonizado por Linda Martini, a banda de rock portuguesa conhecida por temas como “Amor Combate” e “Cem Metros Sereia”.

Antigo edifício da GNR de Palmela receberá reservas arqueológicas municipais

Município submete candidatura a fundos comunitários

Antigo edifício da GNR de Palmela receberá reservas arqueológicas municipais

 

A Câmara Municipal de Palmela submeteu, no dia 14 de junho, uma candidatura a fundos comunitários para  requalificação do antigo edifício da GNR de Palmela, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano – Plano de Ação de Regeneração Urbana (PEDU-PARU).

 

Com um valor global de 219.987,50 euros, esta intervenção obterá um cofinanciamento de 50%, caso a candidatura seja aprovada. A recuperação do referido edifício, para instalação das reservas arqueológicas municipais, com valências de laboratório e espaço de estudo de acervos é o objetivo central desta operação, que contribuirá para a implementação de um espaço aberto à comunidade em geral, investigadores, estudantes e demais interessados.

 

Terras sem Sombra premeiam Alberto Zedda, Campo Arqueológico de Mértola e fundação alemã

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Alberto Zedda, Campo Arqueológico de Mértola e fundação alemã distinguidos pelo Festival

Sines recebe, no dia 1 de Julho, a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras sem Sombra. O júri distinguiu, este ano, o maestro italiano Alberto Zedda, a título póstumo (Música); o Campo Arqueológico de Mértola (Património); e a Fundação Stiftung Schloss Dyck, de Jüchen, na Alemanha (Biodiversidade).

Criado em 2011 pelo Conselho de Curadores do Festival Terras sem Sombra, este prémio homenageia, anualmente, uma personalidade ou instituição que se tenham salientado, ao nível global, em cada um dos pilares do festival: a promoção da música, a defesa do património cultural e a salvaguarda da biodiversidade. É considerado, hoje, um dos prémios europeus de maior prestígio, pelo seu carácter independente, nesses três âmbitos.

A cerimónia tem lugar no auditório da Administração do Porto de Sines, às 17h30, sob a presidência de D. Amalio de Marichalar, Conde de Ripalda, que tem desenvolvido acções a nível internacional, no mundo do empreendedorismo social e ambiental. Lançou o Forum Sória 21 e é conselheiro da Fundação Europeia para o Meio Ambiente, com sede em Freiburg im Breisgau.

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 O Maestro Alberto Zedda
Falecido a 6 de Março deste ano, Alberto Zedda destacou-se, como director de orquestra e musicólogo, pela interpretação do repertório italiano do século XIX, em particular de Rossini. Após a formação em Milão, onde nasceu, em 1928, debutou em 1956 com O Barbeiro de Sevilha. Cedo ascenderia a uma carreira internacional que o levou a triunfar nos principais palcos do mundo. Esteve à frente da Deutsche Oper, de Berlim e do Teatro alla Scala de Milão.

Activo até aos últimos dias de vida – ganharia justamente o título de “mais velho maestro do mundo” –, manteve-se sempre um jovem de espírito, atento a tudo o que o rodeava e generoso para quem iniciava a carreira artística. Dirigiu no Festival Terras sem Sombra, a 2 de Abril de 2016, na igreja matriz de Santiago do Cacém, uma versão da Petite Messe Solennelle, de Rossini, gravada pela Antena 2.

Um humanista, o maestro italiano apadrinhou em 2016 a cauda da defesa do antigo convento de Nossa Senhora do Loreto, nas imediações desta cidade alentejana, um monumento franciscano do século XV, propriedade do Estado, cujas ruínas vêm sendo utilizadas como estábulo, pondo em causa a sobrevivência de um sítio de grande interesse patrimonial e paisagístico.

 

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 Entre ciência, cultura e desenvolvimento: o Campo Arqueológico de Mértola

Fruto da visão estratégica de Cláudio Torres para a sustentabilidade de territórios de baixa densidade, o Campo Arqueológico de Mértola (CAM) é uma associação cultural e científica que tem por objectivo fomentar o levantamento, estudo e pesquisa dos bens arqueológicos, etnográficos e artísticos da região de Mértola e proceder à sua conservação e salvaguarda. Desde a fundação, em 1978, concilia a investigação científica com um programa museográfico, o projecto Mértola Vila Museu, vocacionado para a valorização e a divulgação do património, buscando o envolvimento das populações na consolidação da sua identidade, ao serviço do desenvolvimento local.

Para além da intensa actividade científica e museográfica, é de salientar o programa editorial do CAM, com mais de 50 títulos publicados, as exposições temporárias e permanentes, a organização de congressos e reuniões científicas, as acções de educação patrimonial e o seu plano de formação.
 

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Stiftung Schloss Dyck, instituição de referência para os jardins históricos

O actual castelo-palácio, rodeado por fossos de água, foi construído, no século XVII, sobre quatro ilhas. É este o coração de um vasto parque, desenhado no século XIX pelo arquitecto paisagista escocês Thomas Blaikie, por iniciativa do príncipe Joseph zu Salm-Reifferscheidt-Dyck, grande admirador da tradição dos jardins românticos ingleses.

Na década de 1990, a herdeira da propriedade, Condessa Marie Christine Metternich, estabeleceu, de acordo com as autoridades da Renânia, uma fundação destinada a garantir o futuro deste notável património, tornando-o a sede de um centro de Arte dos Jardins e de Arquitectura Paisagística. A Stiftung Schloss Dyck tem vindo a realizar, desde então, um papel destacado na salvaguarda dos jardins históricos, cruzando-a com o planeamento urbano, a protecção da paisagem e a promoção da biodiversidade. Entre outras iniciativas, deve-se-lhe a criação do International Institute for Garden Art and Landscape Design e do European Garden Network.

Coro Juvenil de Lisboa

A entrega do Prémio Terras sem Sombra finaliza com uma homenagem ao maestro Alberto Zedda do Coro Juvenil de Lisboa, agrupamento também profundamente ligado ao repertório a que o famoso director italiano dedicou a sua carreira. É um coro residente no Teatro Nacional de São Carlos, com o qual tem colaborado, desde a sua formação, em 2011, o maestro Nuno Margarido Lopes.

Finda assim, a edição de 2017 do Terras sem Sombra que é organizado pela Pedra Angular – Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja.

Plano Ecológico do BONS SONS com "Sê-lo Verde"

BONS SONS 2017 —
PLANO ECOLÓGICO DO BONS SONS
COM "SÊ-LO VERDE"
 

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O BONS SONS é um dos festivais de música abrangidos pelo novo Programa "Sê-lo Verde", uma iniciativa do Ministério do Ambiente e Fundo Ambiental. Além das acções implementadas nas edições anteriores, este ano há um total de quatro medidas que terão apoio financeiro para sair do papel: a instalação de torneiras redutoras de caudal, a instalação de casas de banho secas no parque de campismo, eco-vídeos de sensibilização para boas práticas ambientais e actividades educativas dirigidas aos mais novos.

 

O COMPROMISSO
DO BONS SONS COM
A ECOLOGIA



O Plano Ecológico desta edição do BONS SONS abarca as medidas já implementadas em anos anteriores do festival, indo mais além com a proposta de novas medidas. Centrado na necessidade de o festival marcar a aldeia e de a aldeia marcar o festival, não só cultural mas ambientalmente, foram definidas medidas adicionais que terão por base a poupança de recursos durante e após festival. A sua implementação será feita numa perspectiva de melhoria contínua, através da instalação de equipamentos e a adopção de práticas que envolvam toda a comunidade BONS SONS: habitantes, visitantes, concessionários e as estruturas regionais em que a Aldeia se insere.

O Programa "Sê-lo Verde" visa incentivar, nos grandes eventos de música, a adopção de boas-práticas ecológicas com impacto ambiental, social e económico, através do financiamento de medidas verdes. Este programa apoia medidas tangíveis e intangíveis que promovam junto do público a vertente ambiental do evento. Recorrendo a esta linha de financiamento do Ministério do Ambiente, o BONS SONS conseguiu apoio financeiro para a implementação de 4 medidas. Serão apoiadas, como medidas tangíveis, a redução dos consumos de água, através da instalação de torneiras redutoras de caudal, assim como a instalação de sanitários secos no Parque de Campismo. Ao nível das medidas intangíveis, o BONS SONS irá desenvolver um conjunto de vídeos de sensibilização, dinamizados por quem "Vive a Aldeia" e destinados a quem "Vem viver a Aldeia", bem como a dinamização de acções de educação ambiental no Espaço Criança.




O BONS SONS A
EVITAR O DESPERDÍCIO
DE ÁGUA



Serão instaladas torneiras com redutores de caudais nos locais mais adequados, onde se poderão promover usos mais equilibrados (ex. pontos de lavagem de canecas) ou com maiores poupanças de água (ex. banhos no parque de campismo), ou locais que sejam utilizados durante todo o ano (ex: equipamentos da associação cultural SCOCS). Com a instalação destas torneiras são esperados três resultados: a natural redução dos consumos de água, uma melhoria na gestão da água por parte dos utilizadores, e uma redução que se irá estender para lá do período do festival.

Outra medida que racionaliza a utilização de água é a instalação de casas de banho secas no Parque de Campismo. Será a primeira vez que acontece no BONS SONS e prevê-se que, em próximas edições, se aumente a sua utilização, aprendendo com a experiência e melhorando a sua eficácia. Com estes dispositivos prevê-se a redução do volume de efluentes líquidos encaminhados para tratamento em ETAR. Paralelamente, e numa perspectiva de reutilização de recursos, o composto resultante das pilhas de compostagem destes resíduos será disponibilizado à população para utilização nas suas hortas e jardins.




MUDAR ATITUDES,
MUDAR COMPORTAMENTOS —
ECO-VÍDEOS E ACTIVIDADES
PARA CRIANÇAS



Através de mensagens em vídeo, serão sugeridos ao visitante comportamentos simples que melhoram a pegada ecológica, compreendendo que o espaço não é apenas um recinto, é a casa de muitas pessoas. Os residentes serão eles próprios os protagonistas destes vídeos, tonando-se embaixadores das boas práticas ambientais e, assim, perpetuando a sua actuação além do festival.

No Espaço Criança irão mais além, com actividades dirigidas aos mais novos directamente focadas na aprendizagem de boas práticas ambientais e na transmissão de conhecimentos relacionados com as funções dos ecossistemas (ex. ciclo da água). As faixas etárias mais jovens podem, desta forma, ser sensibilizadas de forma lúdica e didáctica, promovendo a aprendizagem conjunta entre crianças, bem como a transmissão destes valores no regresso à família.




UM PLANO ECOLÓGICO
EXTENSO E AMBICIOSO



O estabelecimento de um Plano Ecológico do BONS SONS tem sido uma preocupação desde o início do festival. Destaca-se, este ano, a eliminação definitiva dos copos descartáveis de cerveja e refrigerantes, promovendo-se a utilização de copos reutilizáveis. O Plano Ecológico do BONS SONS não se esgota nesta nem nas 4 medidas financiadas através do Programa "Sê-lo Verde". No plano estão previstas ainda a melhoria do sistema de segregação e recolha diferenciada, a promoção da utilização de cinzeiros portáteis e a definição de "Recomendações de Melhoria de Desempenho Ambiental do Concessionário". Todas as acções do Plano Ecológico serão enquadradas por um plano de monitorização das medidas adoptadas.



Vem viver uma Aldeia mais verde.





 

BILHETES À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS
PASSE 4 DIAS: Março—Agosto 40€ / Agosto (recinto) 45€
BILHETE DIÁRIO: Março—Agosto 20€ / Agosto (recinto) 22€

NOS ALIVE´17: JÁ PLANEOU A SUA DESLOCAÇÃO? O ALEGRO DÁ-LHE BOLEIA!

Chegar ao NOS Alive’17 em grande estilo e sem complicações!

 

A MELHOR BOLEIA PARA O NOS ALIVE ESTÁ NO ALEGRO!

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Faltam apenas 3 dias para o arranque da 11ª edição do NOS Alive que apresenta um dos melhores cartazes de sempre. Já planeou a sua deslocação? O Alegro dá-lhe boleia!

 

Nos dias 6, 7 e 8 julho todos os caminhos vão dar ao Passeio Marítimo de Algés para um fim de semana prolongado de muita animação e boa música. O estacionamento e o acesso ao recinto, para o qual rumam milhares de pessoas, é uma das preocupações dos festivaleiros que querem desfrutar ao máximo deste festival único.

 

Com o Alegro Alfragide é fácil chegar ao NOS Alive’17. Basta deixar o carro no parque de estacionamento e ir de boleia no Alegro BUS, que estabelece ligações com o recinto de 30 em 30 minutos, num horário alargado entre as 16h00 e as 03h00.

 

 

s viagens de ida e volta são gratuitas, evitando filas de trânsito e dificuldades de estacionamento. Basta ser portador de bilhete diário ou passe para o Festival e levantar no Alegro Alfragide a pulseira que dá acesso ao autocarro. Tudo sem qualquer custo associado.

 

Mas há mais! Para os mais aventureiros, o Alegro vai ter um desafio na zona de partidas que os pode levar ao NOS Alive´17 em grande estilo à boleia de um Beetle, mais conhecido por Carocha**! Já se imaginou a chegar ao festival num clássico descapotável, com motorista e sem preocupações logísticas? Quem vai resistir a uma selfie para fazer inveja aos amigos?

 

E, por falar em selfies, nas horas que antecedem o início dos concertos, a make up artist Marta Alves, do blog The Pink Lemonade, vai estar no Alegro a realizar maquilhagem festivaleira, todos os dias, entre as 16h e as 20h. Para se habilitar a esta sessão de maquilhagem (mediante disponibilidade), basta apresentar um talão em compras cujo valor seja superior a 5€.

 

Já agora, enquanto espera pela boleia, aproveite para pedir um menu McDonald's e leve o jantar consigo, sem ter que sair da fila. Um serviço pensado para facilitar a vida a todos os clientes Alegro e que ainda oferece a possibilidade de participar no desafio para ir de Beetle.

 

Para além destas ações, o Alegro Alfragide é o único local onde, nos dias 5 e 6 de julho, pode trocar o passe de 3 dias para o NOS Alive pela pulseira.

 

Aceita a nossa boleia?

 

HER NAME WAS FIRE - Duo português foi o grande vencedor do concurso SUBEROCK.

HER NAME WAS FIRE FORAM OS VENCEDORES DO SUBEROCK 2017

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O concurso internacional coloca à prova bandas de pop, rock e electrónica e este ano celebrou o seu 10 aniversário.


Na semana do lançamento de "WAY TO CONTROL", segundo single retirado do álbum de estreia "Road Antics", a banda deslocou-se a Espanha onde acabou por vencer o SubeRock. Localizado na Extremadura, mais precisamente em San Vicente de Alcantára, o Festival/Concurso celebrou este ano o seu décimo aniversário.