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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EMARP - Atividades culturais junho 2017

 
 


Pintura de MIGUEL PONCEANO
 
Até 30 de junho de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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A exposição “Reflexos” de Miguel Ponceano, continua patente na EMARP até dia 30 de Junho.

O artista nasceu em dezembro de 1989 em Portimão e a apetência pelas artes já é antiga, pois confessa que “Desde que me lembro sempre desenhei com regularidade”.

Prosseguindo a sua vocação, após terminar em 2007 o curso de artes na Escola Secundária Poeta António Aleixo, aos 17 anos Miguel Ponceano partiu para Lisboa onde foi estudar Design no Instituto de Arte, Design e Empresa (IADE). Nesta universidade, em 2010 iniciou a frequência do Mestrado em Design e Comunicação Visual, tendo terminado o curso dois anos mais tarde.

Continuando muito focado em projetos pessoais na área da ilustração e das artes plásticas, Miguel Ponceano trabalha atualmente na promoção de produtos algarvios.

A exposição disponível no Atendimento da EMARP aborda o conceito de identidade, como nos vemos, as facetas que temos e o que compõe cada ser humano, uma reflexão (“Reflexos”) da pessoa sobre a pessoa, enquadrada numa história onde se reconhecem algumas paisagens do algarve, desde o castelo de Aljezur até à própria Praia da Rocha.

EMARP - Atividades Culturais Maio 2017 - Portimão

 
EX-VOTOS
Obras de JOÃO MARQUES
 
Até 26 de maio de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30Deus

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Charitas et Hilaritas est
Sem a intenção de me considerar pintor, até porque não é essa a minha área académica, apenas quero divulgar uma antiga tradição Religiosa de Graças recebida através de pinturas populares de ex-votos religiosos da minha autoria ou encomendados a outros.
Como os originais, na sua maioria pintados a óleo sobre madeira, já foram oferecidos a diversas paróquias e ao Vaticano, disponho apenas de algumas cópias, tendo-se perdido outras. Esta exposição é uma possibilidade de dar a conhecer em vida que Deus é Amor e Humor, na perspetiva deste humilde pecador que, apesar da idade e já perto dos 70, usando uma expressão de S. Exª Revª D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve, “com sessenta ainda se tenta mas aos setenta só se senta", mas continua a tentar propagar as tradições regiliosas.
JOÃO MARQUES


Os ex-votos são ofertas votivas a um santo ou divindade, que tanto podem acompanhar um pedido de feliz desenlace, como constituir já o pagamento da promessa relacionada com tal pedido. Podem ser quadros, imagens ou inscrições que personificam uma intervenção miraculosa ou o recebimento de uma grande graça e, geralmente, são colocados em igrejas, capelas, estátuas, cemitérios ou cruzeiros.
A designação ex-voto vem precisamente da expressão latina ex voto suscepto, que significa “pela promessa realizada” ou “em resultado da promessa realizada”. A origem cristã do ex-voto remonta ao século IV, tendo-se generalizado na orla norte do Mediterrâneo no século XVII.
Sendo uma forma de arte popular muito genuína, na maioria dos casos o que motiva o pedido é uma situação de doença, a proteção da gravidez ou das colheitas a cura de alguma dependência, o sucesso de determinado projeto ou o encontro de alguém ou alguma coisa que tenha desaparecido. Sair ileso de algum acidente, catástrofe ou acontecimento violento constitui também motivo para os ex-votos.
De acordo com a doutrina católica, o ex-voto é uma manifestação de fé, sendo a exposição presente na EMARP constituída por réplicas, uma vez que os originais foram oferecidos a instituições religiosas, nomeadamente ao Vaticano e ao Papa.

Exposição "Água é vida e memória" - Pintura de Manuela Caneco

ÁGUA É VIDA E MEMÓRIA
Pintura de Manuela Caneco
 
20 de março a 21 de abril de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Manuela Caneco, nasceu em Barão de São Miguel, Vila do Bispo em 1951.

Artista plástica, vive atualmente onde nasceu, dá aulas particulares de pintura e trabalha exclusivamente com materiais reciclados.

Nos anos de 1973 e 1974 esteve fortemente envolvida na ambiência política e cultural lisboeta, devido à sua frequência da Escola Superior de Belas Artes, em Lisboa, e à ligação estreita que manteve com a Galeria "Opinião" e o Jornal "República", locais de referência cultural à época. 
É nesta altura que trabalha e convive com o crítico de arte contemporânea José Ernesto de Sousa, com o pintor "naif" Hipólito Clemente e com o musicólogo Madeira Luís. 

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EMARP - Atividades Culturais Março 2017

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MAR OCEANO
Exposição de Fotografia de SEBASTIÃO PERNES
 
Até 17 de março de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
Até ao próximo dia 17 continua patente no espaço público de Atendimento da EMARP a exposição de fotografia “MAR OCEANO”, de autoria de Sebastião Pernes. O fotógrafo vive e trabalha da zona de Sagres há mais de trinta anos, como guia da natureza e capitão de uma embarcação e, geralmente, anda sempre de binóculos e máquina fotográfica na mochila.

Este hábito permite-lhe, em qualquer altura, registar a grandiosidade da paisagem quando o momento acontece e, conhecendo o mar, saber quando vem aí algo que deve ser fotografado. Um desses momentos em que se sabia que algo de grande iria acontecer foi em 2014, quando a tempestade Hércules empurrou o Atlântico contra as arribas de Sagres. O fotógrafo estava lá e algumas das imagens estão patentes na exposição.

Por opção estética Sebastião Pernes fotografa a preto e branco, o que se justifica plenamente quando se olha para as fotografias do “MAR OCEANO”.

EMARP - Exposição de Fotografia de Sebastião Pernes


MAR OCEANO
Fotografia de Sebastião Pernes
 
13 de fevereiro a 17 de março de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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40 anos de convívio íntimo com os mares das Cíclades e de Sagres, mais de 30 a caminhar pelas arribas do Sudoeste português, quase sempre com uma máquina fotográfica na mochila - um costume “a preto e branco” desde a juventude - resultaram neste desejo de partilhar, com estas fotografias, a minha paixão pelo mar. Partilhar, acima de tudo, o meu mais que respeitoso fascínio pelo Mar Oceano, seus tremendos vendavais, seus mares revoltos, sua poderosa vaga atlântica…
Procurando conjugar o olhar do marinheiro atento às voltas de mar e o olhar do fotógrafo à espreita da luz reveladora, aqui fica este apontamento do magnífico e assombroso encontro do Atlântico com o promontório vicentino.
Sebastião Pernes


Fotografias tiradas entre 2008 e 2015 na Costa Vicentina
Tiragens em papel Epson com montagem “Diasec” ®

EMARP - Exposição de Pintura de Laurentino Cabaço

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CORES E FORMAS EM HARMONIA
Pintura de Laurentino Cabaço
 
9 de janeiro a 10 de fevereiro de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30

 

Laurentino Cabaço nasceu no ano de 1943 em Zambujal, Loures.
Desde os 11 anos que gostava de desenhar e pintar a guache.
Alguns anos mais tarde pensou em desenvolver mais este seu pequeno talento e começou a apresentar se em pequenas exposições.
É também conhecido por Tino e foi professor do ensino básico durante 40 anos. Após muitos anos de insistência dos seus alunos, amigos e familiares, apresenta-se em 1978 numa exposição mais séria para iniciados.
Após esta apresentação passa então a dedicar mais tempo
à pintura e à escultura.                                     
Na pintura tem desenvolvido todos os géneros, não aderindo a escolas ou a correntes.
Autodidata, adquiriu um estilo de pintura muito próprio em que a forma e a cor são uma presença constante e variada.
A luminosidade e a intensidade do jogo de cores cria uma visualização repousante e contemplativa.
A arte do artista identifica-se um pouco com a pintura “naïf”, baseada nos traços puros e delicadamente infantis das crianças, a quem “Tino” dedicou muitos anos da sua vida e a quem muito deve.

CORES E FORMAS EM HARMONIA

 

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Exposição de Pintura de LAURENTINO CABAÇO
 
Até 10 de fevereiro de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
Há toda uma geração que conhece o Tino, o professor do Ti-Té, e que não o esquece tal a forma como ficaram marcados, devido à sua entrega e dedicação à arte de ensinar. Mas o Tino também é o Laurentino Cabaço, o pintor que atualmente expõe na EMARP, nascido em 1943 em Zambujal, Loures.
Estas duas personagens da mesma pessoa não se conseguem separar uma da outra, pois de um professor que adora lecionar e em 40 anos de serviço não deu uma única falta, fazia desenhos e poemas nos cadernos dos alunos só poderia sair uma pintura otimista, alegre, luminosa, de traços puros e delicadamente infantis, com contornos naïf.
Após muitos anos de insistência dos alunos, amigos e familiares, em 1978 o Tino fez com que o Laurentino Cabaço realizasse a sua primeira exposição e, a partir daí, o tempo dedicado à pintura e a escultura passou a ser mais constante.
Dono de um leque de interesses muito variado, adorando o mar, este artista autodidata foi praticando vários desportos, desde o paraquedismo ao surf, encenou e dirigiu musicais para crianças, realizou o cartaz e o cenário do 1º Festival da Canção Infantil do Algarve de 1984. Com uma história de vida muito intensa, Laurentino Cabaço tanto pintou com os aborígenes australianos como apoia causas humanitárias, cooperando com entidades de solidariedade a crianças, reinserção social e centros de apoio a reformados e idosos.
Toda esta vivência está patente na exposição que agora está no Atendimento da EMARP, a que o pintor chamou “Cores e Formas em Harmonia”. São quadros pintados com prazer, com uma textura muito própria e onde se combina uma influência tropical com a lua e o sol quase sempre presentes, pormenores como uma pequena flor aqui e ali, uma pauta musical a enquadrar uma figura, as pombas associadas à paz, enfim, são obras que criam uma envolvência repousante e contemplativa.
Visita a exposição até ao próximo dia 10 de Fevereiro e calmamente aprecie a harmonia das cores e das formas proporcionadas pelo Laurentino Cabaço.

EMARP - Atividades Culturais Dezembro 2016

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DAR SABOR À VIDA
Exposição Solidária da ADRA
 
Até 6 de janeiro de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
A ADRA (Associação Adventista Para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência) está presente em cerca de 140 países, e tem como missão apoiar as pessoas que vivem em condições de pobreza e vulnerabilidade, independentemente da etnia, opinião política ou religião.
 
A ADRA ACREDITA QUE É POSSÍVEL TORNAR O MUNDO UM LOCAL ONDE TODOS DEVEM TER A OPORTUNIDADE DE VIVER DE FORMA DIGNA E PLENA, NUMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E NUM PLANETA SUSTENTÁVEL.

As fotografias e o material informativo exposto documentam as atividades desta Associação, assente no voluntariado, e que está presente em Portugal desde o ano 2000, tendo atualmente mais de uma centena de delegações locais espalhadas pelo país.
No meio da exposição está um armário com artigos que podem, de uma forma solidária, contribuir para resolver a questão das prendas de natal. Por dois euros tem à disposição uns pequenos frascos de vidro com bom aspeto, e que dão melhor sabor, pois contêm uma mistura de segurelha com sal tradicional. Também tem uma prenda útil para os miúdos/graúdos, um conjunto com copo, terra e sementes que lhes permite cultivar salsa, coentros e manjericão.
 

EMARP - Atividades Culturais Dezembro 2016

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DAR SABOR À VIDA
Exposição Solidária da ADRA
 
Até 6 de janeiro de 2017
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
A ADRA (Associação Adventista Para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência) está presente em cerca de 140 países, e tem como missão apoiar as pessoas que vivem em condições de pobreza e vulnerabilidade, independentemente da etnia, opinião política ou religião.
 
A ADRA ACREDITA QUE É POSSÍVEL TORNAR O MUNDO UM LOCAL ONDE TODOS DEVEM TER A OPORTUNIDADE DE VIVER DE FORMA DIGNA E PLENA, NUMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E NUM PLANETA SUSTENTÁVEL.

As fotografias e o material informativo exposto documentam as atividades desta Associação, assente no voluntariado, e que está presente em Portugal desde o ano 2000, tendo atualmente mais de uma centena de delegações locais espalhadas pelo país.
No meio da exposição está um armário com artigos que podem, de uma forma solidária, contribuir para resolver a questão das prendas de natal. Por dois euros tem à disposição uns pequenos frascos de vidro com bom aspeto, e que dão melhor sabor, pois contêm uma mistura de segurelha com sal tradicional. Também tem uma prenda útil para os miúdos/graúdos, um conjunto com copo, terra e sementes que lhes permite cultivar salsa, coentros e manjericão.