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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Prémio Bárbara Virgínia

 

 

Prémio Bárbara Virgínia atribuído à colorista Teresa Ferreira

Sábado, dia 12 de janeiro, às 21h00, terá lugar na Cinemateca Portuguesa a cerimónia de entrega do Prémio Bárbara Virgínia, que este ano será atribuído à colorista Teresa Ferreira.

Nascida em Lisboa em 1940, Teresa Ferreira trabalhou desde 1958 no cinema português, assumindo um trabalho relevante, mas que fica sempre no anonimato na produção cinematográfica, o de etalonagem, ou seja, correção e ajuste de cor na película fílmica. Estudou na Escola António Arroio, trabalhou nos laboratórios da Tobis, passou pela Ulisseya Filmes e teve experiências profissionais em laboratórios em Bruxelas e em Paris.

Teresa Ferreira é a terceira mulher a receber o Prémio Bárbara Virgínia, cujo troféu foi concebido pelo pintor e escultor Leonel Moura, sucedendo às atrizes Leonor Silveira (2015) e Laura Soveral (2016).

O júri do prémio de 2017 foi constituído pelo realizador Jorge Pelicano, pela diretora de produção Cândida Vieira, pela atriz Teresa Madruga, pela caracterizadora Helena Batista e pelo argumentista Tiago R. Santos.

Durante a sessão de entrega do prémio será projetado o filme documentário de Luísa Sequeira, “Quem é Bárbara Virgínia”.

 

AGENDA

  • Cerimónia de entrega do Prémio Bárbara Virgínia
  • Cinemateca Portuguesa, Rua Barata Salgueiro, nº 39, Lisboa
  • 12 de janeiro, 21h30
  • Programa:

21h30 – Entrega do Prémio Bárbara Virgínia e exibição do filme documentário de Luísa Sequeira, “Quem é Bárbara Virgínia”.

 

Vítor Aguiar e Silva vence Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural

Vitor Manuel Aguiar e Silva.jpg

 

 

O Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural foi atribuído a  Vitor Manuel Aguiar e Silva, escritor e poeta, camoniano reputado, professor catedrático da Universidade de Coimbra e antigo vice-reitor da Universidade do Minho.

 

O Júri, que decidiu por maioria, considerou Vitor Aguiar e Silva um “exemplo de cidadania cultural, que liga a dimensão didáctico-cientifica à pedagógica, com um percurso incomum nos domínios da Teoria Literária, instrumento fundamental na formação de gerações, da Literatura Portuguesa e na fixação e estudo de parte relevante da obra camoniana, num brilhante exercício de intervenção pública, quer pelo seu magistério universitário, quer pelas altas missões no campo da política da Língua e da Educação”.

 

Natural da freguesia de Real, no concelho de Penalva do Castelo, onde nasceu em 1939, Vítor Manuel Aguiar e Silva, fez os seus estudos, primeiro, no Liceu Nacional de Viseu, licenciando-se posteriormente em Filologia Românica na Universidade de Coimbra, onde se doutorou em Literatura Portuguesa e ali leccionou. Transferiu-se, depois, para a Universidade do Minho, onde foi catedrático do Instituto de Letras e Ciências Humanas, fundou e dirigiu o Centro de Estudos Humanísticos e a revista Diacrítica.

 

Além de ter estado na génese do Instituto Camões, Vítor Aguiar e Silva também coordenou a Comissão Nacional de Língua Portuguesa (CNALP), tendo sido ainda membro do Conselho Nacional de Cultura.

 

No plano cívico e enquanto professor, foi um dos signatários da petição em defesa da Língua Portuguesa contra o Novo Acordo Ortográfico, ao lado de Vasco Graça Moura, que nunca se conformou com a entrada em vigor do diploma que o instituiu.

 

Foi distinguido com vários prémios. Em 2002, recebeu o Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora. Depois, em 2007, foi a vez do Prémio Vida Literária, da Associação Portuguesa de Escritores e em 2009, o Prémio D. Dinis, pela obra "A Lira Dourada e a Tuba Canora: Novos Ensaios Camonianos", num júri do qual fazia parte Vasco Graça Moura.

 

Vítor Aguiar e Silva, tem-se dedicado sobretudo ao estudo da Teoria da Literatura - área em que o seu trabalho como professor e investigador tem sido nacional e internacionalmente reconhecido - bem como da Literatura Portuguesa do Maneirismo, do Barroco e do Modernismo.

 

Publicou, entre outros trabalhos "Camões: Labirintos e Fascínios", obra distinguida com o Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Críticos Literários e da Associação Portuguesa de Escritores.

 

Um dos seus outros trabalhos de referência foi “Jorge de Sena e Camões. Trinta Anos de Amor e Melancolia”, obra editada em 2009.

 

 

 

Sobre esse estudo diria numa entrevista então publicada que “Sena foi o camonista do século XX que mais ampla e aprofundadamente estudou Camões, desde o plano filológico, histórico-literário e comparatista até ao plano hermenêutico e filosófico–doutrinário, com uma preparação teórica e metodológica de rigoroso scholar”.

 

Numa alusão à génese do projecto, Vitor Aguiar e Silva explicava ainda que “ a raiz afectiva e autobiográfica tem a ver com a minha memória universitária: quando, na década de sessenta do século XX, elaborei a minha tese de doutoramento, foi com Sena que aprendi a «ler» Camões e a poesia portuguesa do seu tempo sob o signo do Maneirismo, rompendo com tradições e esquemas historiográfico-literários dominantes na Universidade portuguesa”.

 

Considerou também, na altura, António José Saraiva como “um camonista do século XX que me desperta muito interesse, por diversas razões” confessando que “os grandes desafios que se colocam a quem hoje se dispõe a estudar a obra de Camões são velhos desafios: a elaboração de uma edição crítica de Os Lusíadas e de uma edição crítica das Rimas. A edição crítica do poema épico não é hoje uma tarefa ciclópica, mas a edição crítica das Rimas é uma empresa temível. Fazem depois muita falta os bons comentários à obra de Camões. Em comparação com as modernas edições de Dante, Petrarca ou Ariosto, as edições de Camões são de uma pobreza proletária… No fundo, os grandes desafios são de ordem filológica e de ordem hermenêutica”.

 

Instituído pela Estoril Sol, em parceria com a Editora Babel, o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural, com periodicidade anual e no valor de 40 mil euros, foi criado em homenagem à memória de Vasco Graça Moura e é divulgado no dia em que celebraria o seu aniversário.

 

O Júri que atribuiu o Prémio, presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, foi integrado por Maria Alzira Seixo, José Manuel Mendes, Manuel Frias Martins, Maria Carlos Gil Loureiro, Liberto Cruz e, ainda, por José Carlos Seabra Pereira, em representação da Babel e Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

 

Nos termos do Regulamento, o Prémio Vasco Graça Moura “visa distinguir um escritor, ensaísta, poeta, jornalista, tradutor ou produtor cultural que ao longo da carreira - ou através de uma intervenção inovadora e de excepcional importância -, haja contribuído para dignificar e projectar no espaço público o sector a que pertença”.

 

A cerimónia da entrega do Prémio será anunciada oportunamente. 

 

Academia Portuguesa de Cinema escolhe "Fábrica do Nada" para representar Portugal no México

 

 

Prémios Ariel 2018

Academia Portuguesa de Cinema escolhe “Fábrica do Nada” para representar Portugal no México

 

A Direção da Academia Portuguesa de Cinema escolheu o filme “Fábrica do Nada” de Pedro Pinho, para representar Portugal na edição de 2018 dos Prémios Ariel, como candidato a Melhor Filme Ibero-americano da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do México.

A longa-metragem que teve estreia mundial a 25 de maio de 2017 já arrecadou o prémio da Federação Internacional de Críticos de Cinema no Festival de Cannes, e também o Prémio CineVision de Melhor Novo Filme no Festival de Cinema de Munique.

“Fábrica do Nada” é um drama musical que segue a vida de um grupo de operários que tentam segurar os postos de trabalho. Esta é a primeira longa-metragem do realizador, com produção de Terratreme, que conta nos principais papéis, com Carla Galvão, José Smith Vargas, Daniele Incalterra, Njamy Sebastião, Joaquim Martins, Rui Ruivo, entre outros.

Os prémios Ariel são celebrados desde 1947 com o objetivo de distinguir o melhor do cinema ibero-americano. Os vencedores da 60ª edição dos prémios Ariel serão anunciados durante o próximo ano.

 

Sobre “Fábrica do Nada”:

Com a intenção de salvaguardar os postos de trabalho, um grupo de operários tenta evitar a todo o custo o encerramento da fábrica através de um sistema de autogestão coletiva. Perante a situação de que a administração da fábrica está a roubar máquinas e matérias-primas, os trabalhadores decidem organizar-se para impedir a deslocalização da produção e como forma de retaliação, enquanto decorrem as negociações para os despedimentos, os chefes obrigam os operários a permanecerem nos seus postos de trabalho, sem nada que fazer.

 

Tem até ao final do ano para concorrer ao Prémio António Arnaut 2017

 

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Grupo Almedina promove 4ª Edição do PPA

Tem até ao final do ano para concorrer ao Prémio António Arnaut 2017

Podem ser entregues até às 24h do dia 31 de dezembro todos os trabalhos candidatos à 4ª Edição do Prémio António Arnaut (PPA), instituído pela Edições Almedina. Ao vencedor, que será anunciado em março de 2018, será atribuído um prémio de 3000€ e assegurada a publicação do trabalho premiado. De realçar que este galardão visa distinguir o melhor trabalho escrito sobre investigação em sistemas de saúde.

Escreveu um trabalho sobre investigação em sistemas de saúde? Concorra ao Prémio António Arnaut 2017, instituído pela Edições Almedina!

 

Os trabalhos admitidos a concurso devem ser enviados até às 24h do dia 31 de dezembro, por correio eletrónico para a editora através do e-mail paa@almedina.net. Cada texto deve ter um mínimo de 250 000 e um máximo de 400 000 caracteres, incluindo espaços.

 

São critérios de valoração dos trabalhos a qualidade científica, a relevância e a originalidade, a clareza dos objetivos e a adequação da metodologia utilizada. 

 

Aos vencedores, que serão conhecidos em março de 2018, será atribuído um prémio, que é constituído por uma remuneração pecuniária no valor de 3000€, assegurado integralmente pelo apoio atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian, e pela publicação do trabalho premiado através da editora Almedina.

 

Para os trabalhos a concurso em 2017, importa ainda destacar que o Júri da 4ª edição do PPA é constituído pelos Professores Alexandre Abrantes, Paulo Ferrinho e Sérgio Gulbenkian, e por um representante da Edições Almedina.

 

O Prémio Arnaut visa premiar a excelência da investigação em sistemas de saúde.

 

Gestão em Saúde – Organização Interna dos Serviços”, da autoria de Mário de Figueiredo Bernardino, foi o terceiro trabalho escrito a ser galardoado com este prémio, que este ano já vai na sua quarta edição.

CMB lança “Cria o teu Projeto” para 15ena da Juventude 2018

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A Câmara Municipal do Barreiro, através do seu Gabinete da Juventude (GJ), lança, mais uma vez, o desafio aos jovens do Concelho com o “Cria o teu Projeto”. Com o mote: «Se tens entre 14 a 30 anos de idade (inclusive) e tens um projeto, uma ideia ou um sonho que gostasses de realizar, inscreve-te já e apresenta a tua proposta, pois a 15ena da Juventude já tem data marcada».  A 15ena realiza-se de 9 de março a 1 de abril de 2018.

 

As inscrições estão abertas até 3 de fevereiro de 2018. A ficha de inscrição do “Cria o Teu Projeto” poderá ser encontrada na página do Facebook do GJ, http://www.facebook.com/espacoj.juventude, no site oficial do Município, www.cm-barreiro.pt, ou solicitada através do endereço eletrónico do GJ, cmb.juventude@gmail.com.

 

Esta iniciativa visa apoiarpropostas das estruturas juvenis, grupos informais e jovens em nome individual, através dos meios à sua disposição - financeiros, logísticos e técnicos - criando condições para a realização dos projetos.

 

Mais informações no Espaço J, 1º andar do Mercado Municipal 1º de Maio.

Óbidos | Óbidos lança prémio literário Armando Silva Carvalho

2.º aniversário de Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO 

Óbidos lança prémio literário Armando Silva Carvalho

 

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No dia em que se celebra o segundo aniversário de Óbidos como “Cidade Criativa da Literatura” da UNESCO, foi apresentado o prémio literário

“Armando de Silva Carvalho”, poeta natural do concelho de Óbidos. O prémio foi anunciado por Celeste Afonso, a nova diretora executiva do projeto Óbidos Cidade Criativa da Literatura, no Centro Design de Interiores, em Óbidos, espaço que passará a ser a sede deste programa.

 

“Aproveitamos esta data, dois anos depois, para revelar aquilo que é o resultado da consolidação de uma estratégia”, revela Celeste Afonso, sublinhado que este novo prémio literário “é o reconhecimento de um nome ímpar da literatura em língua portuguesa e a um filho de Óbidos”. A diretora do projeto explica que este será um prémio que galardoará obra já editada. “Este é um prémio destinado a todos os autores que escrevem poesia em língua portuguesa, no espaço da Lusofonia”, explicou, acrescentando que “o vencedor estará numa das cidades criativas da literatura [da UNESCO] e, durante 3 a 7 dias, estará num conjunto de ações de promoção da poesia, da obra e com encontros com outros autores”. A primeira cidade a receber o vencedor de 2018 do prémio Armando Silva Carvalho será Granada, em Espanha. O prémio será anunciado na próxima edição do FOLIO – Festival Internacional de Literatura de Óbidos que, em 2018, terá lugar de 27 de Setembro a 7 de Outubro.

 

Neste dia 11 de Dezembro foi ainda anunciado o novo espaço onde o projeto Óbidos Cidade Criativa da Literatura vai passar a ter um vasto conjunto de iniciativas. Trata-se do Centro de Design de Interiores “e é nesta casa que vamos dar a conhecer as outras cidades criativas da literatura da UNESCO, onde vamos, todos os meses, ter várias atividades ligadas com a literatura”, revela Celeste Afonso. A responsável anunciou ainda a data da próxima edição do Festival Latitudes - Literatura e Viajantes que, em 2018, decorre de 26 a 29 de Abril.

 

Recorde-se que o poeta e tradutor Armando Silva Carvalho morreu a 1 de Junho deste ano, vítima de doença prolongada. Armando Silva Carvalho nasceu em 1938, no Olho Marinho, Óbidos, e era um dos mais importantes poetas portugueses da atualidade, tendo ainda recentemente vencido os mais importantes prémios literários nacionais, com o seu último livro “A Sombra do Mar”, publicado pela Assírio & Alvim. A sua obra está traduzida para castelhano, russo, francês, inglês, sueco, letão, alemão, italiano e holandês.

  

Diogo Amaral e Helena Canhoto animam noite no CCB

 

 

Sophia Estudante 2017

Diogo Amaral e Helena Canhoto animam noite no CCB

A quarta edição dos Prémios Sophia Estudante, organizado pela Academia Portuguesa de Cinema, decorre na próxima quinta-feira, dia 7 de dezembro, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Os atores Helena Canhoto e Diogo Amaral vão conduzir a entrega de prémios aos três primeiros classificados em cada uma das quatro categorias em concurso (ficção, documentário, animação e experimental).

Durante a manhã, a Academia vai promover duas masterclass para alunos, professores e outros profissionais das artes e do espetáculo orientadas pelo diretor de fotografia italiano Vittorio Storaro e pelo engenheiro português Carlos Alberto Henriques.

Após o período de almoço serão projetados no pequeno auditório do CCB os 27 filmes previamente selecionados por um júri, de um universo de 86 filmes em concurso.

Os bilhetes para assistir às masterclass e às sessões da tarde são gratuitos, e encontram-se disponíveis a partir de amanhã, dia 6 de dezembro, na bilheteira do CCB.

(Consulte aqui o programa)

 

Estoril Sol e a Editorial Babel renovam atribuição do Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural

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Está aberto o concurso para atribuição da 3ª edição do Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural, instituído pela Estoril Sol, em parceria com a Editora Babel. Com o valor pecuniário de 40 mil euros, este Prémio foi lançado em 2015, sendo já considerado uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos culturais a nível nacional. O prazo de recepção das candidaturas exteriores ao júri termina a 14 de Dezembro.

 

Com periodicidade anual, o Prémio Vasco Graça Moura, está reservado a uma personalidade de nacionalidade portuguesa, que se tenha notabilizado por um conjunto de obras, ou por uma obra original e inovadora de excepcional valia para a Cidadania Cultural do País. 

 

Segundo o regulamento, o Prémio poderá ser atribuído a um escritor, ensaísta, poeta, jornalista, tradutor ou produtor cultural que, ao longo da carreira haja contribuído para dignificar e projectar no espaço público o sector a que pertença.

 

Ao promover este Prémio, a Estoril Sol e a Babel assumem a convicção de que a sua natureza e abrangência serão o justo reconhecimento pela obra multidisciplinar de Vasco Graça Moura, e pela sua imensa, profícua e invulgar polivalência criativa.      

 

As candidaturas deverão ser apresentadas e fundamentadas pelos membros do Júri e por personalidades ou entidades que o desejem fazer.

 

Todas as candidaturas exteriores ao Júri deverão ser remetidas em correio registado, ou serem entregues, por protocolo, até 14 de Dezembro de 2017, no seguinte endereço: “Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural ” Gabinete de Imprensa da Estoril-Sol – Casino Estoril – Av. Dr. Stanley Ho - 2765-190 Estoril."

 

Recorde-se que, o escritor e ensaísta Eduardo Lourenço venceu, em 2016, a primeira edição e o director do quinzenário JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias” José Carlos Vasconcelos ganhou, já este ano, a segunda edição do Prémio Vasco Graça Moura.

 

O Prémio será atribuído por um Júri presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, cuja base é comum ao dos Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís - ao qual presidiu Vasco Graça Moura - acrescentado pelos representantes da Editora Babel, parceira da iniciativa.

Presidente da República entrega Prémios da Estoril Sol a 12 de Outubro no Casino Estoril

Em cerimónia solene, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, entrega o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural e o Prémio Literário Fernando Namora, instituídos pela Estoril Sol, e referentes a 2016, respectivamente, a José Carlos Vasconcelos e a Afonso Cruz, no próximo dia 12 de Outubro, a partir das 18 horas, no Auditório do Casino Estoril.

 

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Nesta segunda edição do Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural, o Júri distinguiu, por unanimidade, o jornalista, poeta e jurista José Carlos Vasconcelos, director do quinzenário “JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias”. Lançado pela Estoril Sol, em parceria com a Editora Babel, o Prémio, com periodicidade anual e no valor de 40 mil euros, constitui uma homenagem à memória de Vasco Graça Moura.

 

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Da acta do Júri, presidido por Guilherme d`Oliveira Martins, ressalta que depois de apreciados os nomes das várias candidaturas propostas, José Carlos Vasconcelos recolheu a unanimidade por ser uma “personalidade que se tem afirmado em todos os domínios em que tem exercido atividade como das figuras mais marcantes da vida portuguesa nos dias de hoje”. O Júri valorizou a biografia de José Carlos Vasconcelos que “ilustra bem o papel muito relevante que sempre desempenhou e desempenha – como advogado e homem de leis, como poeta e escritor, como jornalista e interveniente activo na valorização da língua, da literatura, das artes e ideia”.

 

O Júri salientou “especialmente, uma vez que se trata de um prémio de cidadania cultural, o papel desempenhado com grande generosidade e determinação, inteligência e elevado sentido profissional, pelo premiado na fundação, direcção e manutenção do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias. Trata-se de uma iniciativa única – destaca ainda o Júri – pela permanência e regularidade, que projeta a cultura e a língua portuguesa no mundo, com uma qualidade digna de reconhecimento”.

 

Em relação à 19ª edição do Prémio Literário Fernando Namora, promovido pela Estoril Sol, com o valor pecuniário de 15 mil euros, o Júri distinguiu Afonso Cruz pelo romance “Flores”.

 

Na acta, o Júri destacou no romance de Afonso Cruz “a elevada qualidade estética. O domínio da linguagem de ficção, a capacidade de construção de uma história e das suas personagens, sabendo lidar com a introdução do aleatório numa estrutura bem montada”.

 

O Júri foi ainda sensível nesta obra do escritor ao “registo lírico de apreensão do real”, aliando “a cultura clássica a referências correntes – através de uma assinalável compreensão do quotidiano e da sua riqueza multifacetada”.

 

O Júri desta 19.ª edição do Prémio Literário Fernando Namora, além de Guilherme d`Oliveira Martins, foi ainda constituído por José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e, ainda, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

 

Por sua vez, o Júri que atribuiu o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural, além dos elementos do júri do Prémio Literário Fernando Namora integrou, ainda, José Carlos Seabra Pereira, em representação da Babel.

APOM:Prémio Comunicação Online museu e três prémios para Vale do Varosa + Livro "A Diocese de Lamego em três Histórias"

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O Museu de Lamego vem por este meio solicitar a melhor divulgação das notas de imprensa em anexo, duas das quais relativas aos Prémios APOM, que premiaram o museu na categoria "Melhor Comunicação Online" e o projeto Vale do Varosa, da responsabilidade da Direção Regional de Cultura do Norte, sob gestão de proximidade do Museu de Lamego, nas categorias "Melhor Intervenção em Conservação e Restauro" e "Melhor Informação Turística". O Vale do Varosa contou ainda com a atribuição de uma menção honrosa, na categoria "Melhor Museografia", para o Centro Interpretativo do Mosteiro de São João de Tarouca.
 
Por fim, remetemos ainda nota sobre um extraordinário contributo para a História de Lamego e da sua Diocese, com a publicação da obra “A Diocese de Lamego em Três Histórias”. Da autoria de Joaquim Correia Duarte, a apresentação decorreu no Museu de Lamego, integrada nas comemorações do Centenário, e esteve a cargo da Presidente da Academia Portuguesa da História, Professora Doutora Manuela Mendonça.