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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo - FRAGMENTOS

 

O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO CONTRA - SENSO tem bilhetes duplos para a peça FRAGMENTOS para os dias 3 e 4 de Março no AUDITÓRIO FERNANDO PESSA aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver FRAGMENTOS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

TEATRO  

Fragmentos

de Miguel Mestre | Projecto RevelArte - Teatro Contra-Senso

3 de Março: 11:00, 15:00 e 21:00 + 4 de Março: 15:00 e 21:00

Auditório Fernando Pessa - Lisboa

 

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Grupo de jovens apresenta “Fragmentos”,

uma peça sobre a temática dos abusos sexuais

 

 

Se isto fosse televisão, a bolinha vermelha no canto superior direito do ecrã estaria sempre presente. Tal como uma marca, uma cicatriz, que, mais do que permanecer nos corpos, não se extingue da memória de tantos e tantos jovens. Sim, aqui as palavras e as imagens podem ferir a susceptibilidade do espectador. Podem e devem! Mas não irão ferir mais do que já magoaram as próprias vítimas. Tantas! São elas – as personagens-vítimas – que se expõem perante os olhares do público. Contam e revivem, ao pormenor, aqueles momentos que jamais conseguirão esquecer. Abusos. Violência. Sexo pelo sexo. Só pelo corpo. Pela carne. Como um troféu. Sem distinção de idade, género ou orientação sexual. E revelam as consequências destas agressões, impossíveis de apagar.

 

Nunca a temática dos abusos sexuais na adolescência foi abordada de forma tão directa. Sem meias palavras. Sem imagens encriptadas. Porque a realidade é esta: crua e esmagadora! E o que estes actores com idades compreendidas entre os 14 e os 22 anos denunciam é a sua realidade. Nada mais actual e pessoal.

 

Este é o terceiro e último capítulo de uma trilogia – “Revela-te” – que retrata diversas problemáticas dos jovens de hoje. A primeira peça, “Espinhos da Rosa Que Te Ofereço” tinha como tema a violência no namoro. A segunda, “Caixa Negra”, versava o bullying. Agora, e fechando a tríade, “Fragmentos” reflecte sobre os abusos sexuais.

 

O conjunto destas peças é dotado de vários elementos simbólicos que atravessam as três encenações e que perfazem um todo, o que não exclui a possibilidade de cada uma delas contar a sua história isoladamente. Outra característica comum aos três espectáculos é a linguagem directa, não com o intuito de chocar, mas sim, para alertar para as temáticas abordadas. É proibido ficar indiferente! 

 

Este ciclo de espectáculos é o resultado do trabalho do Projecto RevelArte, promovido pelo Teatro Contra-Senso, com o apoio da Junta de Freguesia de Marvila e em parceria com o Agrupamento de Escolas D. Dinis, em Lisboa.

 

O Projecto RevelArte tem como objectivo proporcionar formação teatral a jovens da freguesia de Marvila, em Lisboa, culminando na apresentação de um espectáculo para a comunidade no final do projecto. Note-se que, para a maioria destes adolescentes, este é o primeiro contacto com o universo teatral.

 

O Teatro Contra-Senso é um grupo de teatro amador, sedeado na freguesia de Marvila, em Lisboa, que em 2017 comemora 20 anos. Muitos foram os palcos que o Contra-Senso pisou ao longo deste percurso, nomeadamente, na Grande Lisboa – Teatro Municipal Maria Matos, Teatro Taborda, Teatro A Barraca, Teatro Armando Cortez, Centro Cultural Malaposta –, entre outros, um pouco por todo o País.

 

 

Fragmentos

3 de Março: 11:00, 15:00 e 21:00

4 de Março: 15:00 e 21:00

Auditório Fernando Pessa - Casa dos Direitos Sociais

Rua Ferreira de Castro, s/n

1900-697 Bairro da Flamenga, Marvila - Lisboa

 

Bilhetes: 3€

Reservas: 917897868| reservas.contrasenso@gmail.com

 

Ficha técnica

 

Texto e encenação: Miguel Mestre

Apoio ao Projecto: Gonçalo Henriques

Interpretação: Alexandre Silva, André Ribeiro, Beatriz Duarte, Bruna Antunes, Inês Martins, Jinissi Meggi, Joana Martins, Mariana Pinto, Maria Rosa Tavares, Rui Alexandre, Samuel Pacheco, Tiago Ferro, Ticha Campos, Vanessa Monteiro.

Passatempo QUASE NORMAL - Casino Estoril

O Blog Cultura de Borla em parceria com a ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo QUASE NORMAL para o dias 25 de Fevereiro no CASINO DO ESTORIL aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver QUASE NORMAL com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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Fevereiro | Palmo e Meio

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Em fevereiro, o Barreiro recebe, mais uma vez, o PALMO E MEIO, um ciclo de programação cultural, promovido pela Câmara Municipal do Barreiro, dedicado ao público infantil.

 

 

 

18 fevereiro até maio | VAGA MENTE | EXPOSIÇÃO DE ILUSTRAÇÃO de ANDRÉ LETRIA | Auditório Municipal Augusto Cabrita - Piso 0, Galeria Azul

Nasceu em Lisboa, em 1973. Trabalha como ilustrador desde 1992. Ganhou o Prémio Gulbenkian, o Prémio Nacional de Ilustração, um Award of Excellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA), medalhas de prata e bronze do Children’s Book Annual, da revista americana 3×3, entre outros. Tem livros publicados em diversos países, como EUA, Brasil, Espanha ou Itália. Participou em exposições como a Bienal de Bratislava, a Exposição de Ilustradores da Feira de Bolonha, Sarmede ou Ilustrarte. Realizou filmes de animação e fez cenários para teatro. Foi membro do Júri do Prémio Digital da Feira do Livro Infantil de Bolonha. Em 2010, criou o Pato Lógico. O livro MAR, com ilustrações suas e texto de Ricardo Henriques, recebeu em 2014 uma menção dos Bologna Ragazzi Awards, na categoria Não Ficção.

 

26 fevereiro | domingo | 15h00 e 16h30 | CONCHAS | d´Orfeu AC, Marionetas de Mandrágora, Franzisca Aarflot | Auditório Municipal Augusto Cabrita | Teatro de Marionetas

“Conchas” é uma coprodução internacional para bebés, resultante do projeto «Hands full of Shells and Feet full of Flowers», um processo criativo colaborativo desenvolvido entre Portugal e Noruega.

Partindo da memória coletiva de ambos os países (Portugal e Noruega), misturou-se a música, a expressão dramática e corporal, o movimento e as marionetas e encontrou-se um compromisso cultural identitário. Um espetáculo icónico onde a abordagem não-verbal ganha forma através da fusão fonética das duas línguas, criando novas palavras e sons, aliada à musicalidade e à linguagem corporal. "Conchas" conta a história de viajantes, pintados na tela, reais e imaginários, privilegiando os bebés e as suas famílias, porque este público é a semente que germina.

www.dorfeu.pt/conchas

 

FICHA TÉCNICA: Encenação | Filipa Mesquita

Elenco Portugal: Clara Ribeiro - interpretação e manipulação-Ricardo Falcão - interpretação e música

Elenco Noruega: Idun Losnegård - interpretação e dança Lenka Rozenahl - interpretação e manipulação Apoio à Dramaturgia- Franziska Aarflot Criação musical- Manuel Maio e Ricardo Falcão|Marionetas, cenário e adereços - enVide neFelibata Produção Executiva - Tiago Castro|Coordenação do Projeto - Luís Fernandes

 

Faixa Etária – Dos 0 aos 5 anos

Duração  – 35´aprox.

Ingresso  – 7,50 € (Bebé e adulto)

 

 

CMB

Passatempo - COMPOTA DE POESIA - Teatro da Malaposta

O Blog Cultura de Borla em parceria com a LÍNGUA DE TRAPO tem bilhetes duplos para o espectáculo COMPOTA DE POESIA para o dia 23 de Fevereiro no TEATRO DA MALAPOSTA aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver COMPOTA DE POESIA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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 COMPOTA DE POESIA
Produção LÍNGUA DE TRAPO

TEATRO

FEV 16 a 26

QUI e SEX – 14H30 [PARA ESCOLAS POR MARCAÇÃO]
QUI a SÁB – 21H45 | DOM – 16H15

CAFÉ TEATRO

7€ | 5€ [DESCONTO PARA ESTUDANTES] 

 

 

Devido ao elevado teor emocional, aconselha-se uma compota de poesia, 3 a 4 vezes por semana.
Um consumidor assíduo descobrirá o sentido oculto das palavras e perceberá que a poesia pode tomar a forma de teatro, dança, canto…
Não tem efeitos secundários perniciosos, mas atenção: causa habituação. Venha experimentar esta compota, sem qualquer compromisso!


"Em cada espetáculo 2 actores dramatizam as várias pessoas de Pessoa"


Ficha Técnica

Texto - Poesia de Fernando Pessoa e heterónimos
Encenação - Paula Antunes
Elenco - Ana Videira, Francisco Gomes, Hugo Baptista, Natacha de Noronha e Pedro A. Rodrigues
Direção Musical e Sonoplastia - Hugo Baptista
Desenho de Luz e Operação técnica - Ricardo Ladeira e João Rocha
Cartaz - Pedro Miguel Sousa
Produção e Comunicação - Bruna Pereira
Direção Artística - Teatro Língua de Trapo


45 MINUTOS

M/12

O Nome da Rosa

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reposição

 

de Pedro Zegre Penim
com Rosa Mota


20 janeiro / Cine-Teatro Louletano
28 janeiro / Centro Cultural de Ílhavo

No desporto assiste-se, muitas vezes, a verdadeiros espetáculos. Actores princi-pais e secundários, audiências apaixona-das, drama, suor e lágrimas... como no teatro. Em “O Nome da Rosa”, Pedro Zegre Penim e Rosa Mota partem numa maratona teatral que começou com um convite do Teatro Municipal do Porto em 2015. Depois da estreia em Novembro do mesmo ano, "O Nome da Rosa" continua a passar as várias etapas desta maratona, desta vez com paragens em Loulé e Ílhavo.

"Nunca se trata de uma biografia narrativa e linear. Será sempre uma Rosa dentro de uma Rosa dentro de uma Rosa, que no fim corta a Meta.”

Pedro Zegre Penim

De Pedro Zegre Penim
Texto Pedro Zegre Penim com a colaboração de Hugo van der Ding
Com Rosa Mota, Mariana Magalhães, Pedro Zegre Penim, Hugo van der Ding, Joana Magalhães, Mafalda Banquart, Xana Novais e Luísa Osório
Desenho de luz Rui Monteiro
Som Tiago Pinto
Edição vídeo Jorge Quintela
Operação vídeo Hugo Moutinho
Produção executiva Teatro Praga e Teatro Municipal do Porto
Uma produção Teatro Municipal do Porto
Coprodução Teatro Praga

O PAI EM CENA ATÉ 12 DE MARÇO | PRESIDENTE DA REPÚBLICA ASSISTE AO ESPECTÁCULO 26 FEVEREIRO

stá em cena no Teatro Aberto o espectáculo O Pai, com texto de Florian Zeller e encenação de João Lourenço. O êxito do espectáculo levou-nos a prolongar a carreira até dia 12 de Março. Desde a estreia, já recebemos no Teatro Aberto o autor do texto, o dramaturgo Francês Florian Zeller

 

 

 

No próximo dia 26 de Fevereiro Sua Excelência o Presidente da República virá ao Teatro Aberto para fazer a imposição das insígnias da Ordem da Instrução Pública e assistir ao espectáculo.

 

O Pai estará em cena no Teatro Aberto até dia 12 de Março.

SINOPSE
Não sabe onde deixou o relógio e em que casa está. Suspeita que o andem a roubar e lhe queiram ficar com a casa. O tempo, o lugar, as pessoas, o mundo à sua volta tornam-se cada vez mais estranhos. Quem está esquecido, confuso, errado? O pai? A filha? O genro? Os outros, que aparecem para ajudar?

No labirinto em que a vida se transformou, são muitas as encruzilhadas porque as grandes questões da existência irrompem na normalidade do quotidiano. É preciso encontrar soluções para a perda de autonomia, o desvanecer da identidade e a solidão. E continuar a viver.
 

FICHA ARTÍSTICA

Versão João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia Vera San Payo de Lemos

Encenação João Lourenço

Cenário António Casimiro | João Lourenço

Figurinos Dino Alves

Luz Alberto Carvalho | João Lourenço

Vídeo Luís Soares

COM Ana Guiomar | João Perry | João Vicente | Patrícia André | Paulo Oom | Sara Cipriano  

 

VÍDEOS PROMOCIONAIS

 

 

 

 

ESPECTÁCULOS 
4ª a Sábado às 21h30 
Domingo às 16h 

 

M/12

 
BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com  
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)

  

PREÇOS

Inteiro - 15   €

Jovem (até 25 anos) – 7,5€

Sénior (mais de 65 anos) – 12 €

Grupo de jovens apresenta “Fragmentos”, uma peça sobre abusos sexuais

 

TEATRO  

Fragmentos

de Miguel Mestre | Projecto RevelArte - Teatro Contra-Senso

3 de Março: 11:00, 15:00 e 21:00 + 4 de Março: 15:00 e 21:00

Auditório Fernando Pessa - Lisboa

 

 

 

Grupo de jovens apresenta “Fragmentos”,

uma peça sobre a temática dos abusos sexuais

 

 

Se isto fosse televisão, a bolinha vermelha no canto superior direito do ecrã estaria sempre presente. Tal como uma marca, uma cicatriz, que, mais do que permanecer nos corpos, não se extingue da memória de tantos e tantos jovens. Sim, aqui as palavras e as imagens podem ferir a susceptibilidade do espectador. Podem e devem! Mas não irão ferir mais do que já magoaram as próprias vítimas. Tantas! São elas – as personagens-vítimas – que se expõem perante os olhares do público. Contam e revivem, ao pormenor, aqueles momentos que jamais conseguirão esquecer. Abusos. Violência. Sexo pelo sexo. Só pelo corpo. Pela carne. Como um troféu. Sem distinção de idade, género ou orientação sexual. E revelam as consequências destas agressões, impossíveis de apagar.

 

Nunca a temática dos abusos sexuais na adolescência foi abordada de forma tão directa. Sem meias palavras. Sem imagens encriptadas. Porque a realidade é esta: crua e esmagadora! E o que estes actores com idades compreendidas entre os 14 e os 22 anos denunciam é a sua realidade. Nada mais actual e pessoal.

 

Este é o terceiro e último capítulo de uma trilogia – “Revela-te” – que retrata diversas problemáticas dos jovens de hoje. A primeira peça, “Espinhos da Rosa Que Te Ofereço” tinha como tema a violência no namoro. A segunda, “Caixa Negra”, versava o bullying. Agora, e fechando a tríade, “Fragmentos” reflecte sobre os abusos sexuais.

 

O conjunto destas peças é dotado de vários elementos simbólicos que atravessam as três encenações e que perfazem um todo, o que não exclui a possibilidade de cada uma delas contar a sua história isoladamente. Outra característica comum aos três espectáculos é a linguagem directa, não com o intuito de chocar, mas sim, para alertar para as temáticas abordadas. É proibido ficar indiferente! 

 

Este ciclo de espectáculos é o resultado do trabalho do Projecto RevelArte, promovido pelo Teatro Contra-Senso, com o apoio da Junta de Freguesia de Marvila e em parceria com o Agrupamento de Escolas D. Dinis, em Lisboa.

 

O Projecto RevelArte tem como objectivo proporcionar formação teatral a jovens da freguesia de Marvila, em Lisboa, culminando na apresentação de um espectáculo para a comunidade no final do projecto. Note-se que, para a maioria destes adolescentes, este é o primeiro contacto com o universo teatral.

 

O Teatro Contra-Senso é um grupo de teatro amador, sedeado na freguesia de Marvila, em Lisboa, que em 2017 comemora 20 anos. Muitos foram os palcos que o Contra-Senso pisou ao longo deste percurso, nomeadamente, na Grande Lisboa – Teatro Municipal Maria Matos, Teatro Taborda, Teatro A Barraca, Teatro Armando Cortez, Centro Cultural Malaposta –, entre outros, um pouco por todo o País.

 

 

Fragmentos

3 de Março: 11:00, 15:00 e 21:00

4 de Março: 15:00 e 21:00

Auditório Fernando Pessa - Casa dos Direitos Sociais

Rua Ferreira de Castro, s/n

1900-697 Bairro da Flamenga, Marvila - Lisboa

 

Bilhetes: 3€

Reservas: 917897868| reservas.contrasenso@gmail.com

 

Ficha técnica

 

Texto e encenação: Miguel Mestre

Apoio ao Projecto: Gonçalo Henriques

Interpretação: Alexandre Silva, André Ribeiro, Beatriz Duarte, Bruna Antunes, Inês Martins, Jinissi Meggi, Joana Martins, Mariana Pinto, Maria Rosa Tavares, Rui Alexandre, Samuel Pacheco, Tiago Ferro, Ticha Campos, Vanessa Monteiro.

 

“QUASE NORMAL | Celebra 4 MESES em cena com lotação ESGOTADA!

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O Auditório do Casino Estoril abre portas, novamente, para mais uma semana de sessões do musical "Quase Normal".

"Quase Normal", um musical rock, tocado e cantado totalmente ao vivo, estreou em Outubro e celebra no próximo domingo, dia 19 Fevereiro, o seu 4º mês em cena, numa sessão já esgotada!

Com um elenco de luxo, acompanhados por 7 músicos ao vivo, sob a direcção de cena de Henrique Feist e direcção musical de Nuno Feist, o musical "Quase Normal" é já considerado um dos melhores musicais feitos em Portugal.

O sucesso da Broadway no Estoril!

Despido de plumas e lantejoulas, duas horas de fortes emoções, onde todos são convidados a viverem a fantástica história de amor e dedicação de uma família que tinha tudo para ser normal mas.. não o é!

Faça já a sua reserva pelo 214667708 ou em http://reservasartfeist.tk

Reservas de grupos: reservas@artfeist.pt

Condições especiais para grupos e descontos a partir de 10px!

Passatempo A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO - Rua das Gaivotas 6

O Blog Cultura de Borla em parceria com a Rua das Gaivotas 6 tem um bilhete duplo para A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO

  para o dia 18 de Fevereiro às 21h30 ao primeiro leitor que:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone:

 

A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO António Torres e Ana Jezabel

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17-19 fev | sex-dom | 21h30
7€ [bilhete normal]
​5€ [descontos] 

 

Nascemos sozinhos e, por isso, precisamos fazer o luto. O tempo de nos encontrarmos e apreciarmos, de nos precipitarmos e assim abandonar algo no passado. A luta de uma identidade. O luto enquanto decorre a luta.

 

Assédio Teatro apresenta espectáculo duplo, de 15 a 19 de Fevereiro - DERIVA+LOT e o DEUS DELE

Lot e o Deus Dele_Assédio Teatro_6_©António Alv

 

O fundamento do tempo é a Memória síntese originária do tempo que constitui a vida do presente que passa; A Memória é a síntese fundamental do tempo que constitui o ser do passado (o que faz passar o presente). O passado encontra-se encerrado entre dois presentes: aquele que ele foi e aquele em relação ao qual ele é passado…


DERIVA é uma peça de Áudio-Teatro performativa no espaço cénico. projecção sonora de um filme sem imagem em movimento. É um diálogo, de uma só actriz, de um tripartido. Um texto sobre a perda da memória, em que a fragmentação e a recursos na busca da identidade, sendo o tempo a única constante.


Notas de encenação Num espaço vazio, sem referência de um tempo ou local, espera O espaço é mental. O diálogo é de um corpo presente em 3 entidades. Supõe a presença de 3, apesar do pensamento ser a 2, sendo que a presença não é a do corpo, é meta entanto há acções e há movimento, deslocação no espa Existe a quarta dimensão “associada ao deslocamento sucessivo do ângulo visual, à qual foi atribuída a designação de “tempo”. Mas, a quarta dimensão, pode ser desdobrada em múltiplas dimensões, as necessárias para que exista uma correcta compreensão do invólucro mural que delimita o espaço interior” (TÁVORA, Fernando – que se deslocam e fazem acções. Existem 3 entidades dispostas no espaço. Existe caderno e uma caneta, apesar de não haver escrita. Há uma corporeidade implícita, não apenas na oralidade, ou verbalização, dos pensamentos e da relação entre os 3 Eu's.


Esta peça é apresentada no âmbito da pelos criativos da ASSéDIO: Francisco Leal, Nuno Meira e Sissa Afonso.
ASSéDIO TEATRO www.assedioteatro.com


DERIVA
O fundamento do tempo é a Memória (...) A Memória (…) repousa sobre o Hábito. O Hábito é a síntese originária do tempo que constitui a vida do presente que passa; A Memória é a síntese fundamental do tempo que constitui o ser do passado (o que faz passar o presente). O passado encerrado entre dois presentes: aquele que ele foi e aquele em relação ao qual ele
Gilles Deleuze, in “Diferença e Repetição”, 2000


Teatro em que a sonoplastia e a iluminação são os meios de linguagem no espaço cénico. É uma espécie de teatro radiofónico sem a mediação da telefonia, uma projecção sonora de um filme sem imagem em movimento. É um diálogo, de uma só actriz, de um tripartido. Um texto sobre a perda da memória, em que a fragmentação e a repetição das ideias são os recursos na busca da identidade, sendo o tempo a única constante.
Num espaço vazio, sem referência de um tempo ou local, espera-se. O espaço é mental. O diálogo é de um corpo presente em 3 entidades. Supõe a presença de 3, apesar do pensamento ser a 2, sendo que a presença não é a do corpo, é meta-física e é uma reflexão sobre si. No entanto há acções e há movimento, deslocação no espaço e distanciamento em relação a um ponto. Existe a quarta dimensão “associada ao deslocamento sucessivo do ângulo visual, à qual foi atribuída a designação de “tempo”. Mas, a quarta dimensão, pode ser desdobrada em múltiplas dimensões, as que exista uma correcta compreensão do invólucro mural que delimita o espaço Da Organização do Espaço. Porto: FAUP publicações, 2006 que se deslocam e fazem acções. Existem 3 entidades dispostas no espaço. Existem 2 relógios. Há um caderno e uma caneta, apesar de não haver escrita. Há uma corporeidade implícita, não apenas na oralidade, ou verbalização, dos pensamentos e da relação entre os 3 Eu's.
Esta