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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Natureza e coleccionismo inspiram visitas gratuitas no Museu do Oriente | Jornadas Europeias do Património e Dia Europeu das Fundações e Doadores

Jornadas Europeias do Património e Dia Europeu das Fundações e Doadores

 

Natureza e coleccionismo inspiram visitas gratuitas no Museu do Oriente

 

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No âmbito das Jornadas Europeias do Património e do Dia Europeu das Fundações e Doadores, a 22 de Setembro e 1 de Outubro, o Museu do Oriente organiza visitas guiadas à sua exposição permanente. Inspiradas nos temas da natureza e do coleccionismo, as actividades são de entrada gratuita.

 

“Património e Natureza” dá o mote às comemorações das Jornadas Europeias do Património, em 2017, e à visita que o Museu do Oriente organiza no dia 22 de Setembro, às 19.00. Num périplo pelas galerias expositivas, os visitantes são desafiados a identificar vários elementos naturais representados nos objectos. A planta do chá, as peónias da China, as flores de cerejeira típicas do Japão, bem como os animais exóticos que os portugueses encontraram no Oriente, vão revelar-se em peças de porcelana, álbuns de pintura, biombos ou tecidos. Também a simbologia de muitas destas espécies será alvo de atenção ao longo da visita.

 

A 1 de Outubro, no Dia Europeu das Fundações e Doadores, às 10.30, a visita-jogo para famílias “Coleccionar para doar?” dá a conhecer, através das colecções que o Museu do Oriente alberga, o papel crucial dos colecionadores que ajudam a manter a história viva através dos seus objectos. Da parte da tarde, às 15.00, a visita “Fundação Oriente – o Museu” mostra como surgiu este espaço, em Lisboa, e como a sua missão se funde com a da própria Fundação, na valorização das relações histórias e culturais entre Portugal e a Ásia.

 

Jornadas Europeias do Património 2017

Visita orientada “Património e Natureza”

22 de Setembro

19.00-20.00

Gratuito

M/16 anos

Participantes: máx. 30

 

Dia Europeu das Fundações e Doadores

1 de Outubro

10.30-11.30 | Visita-jogo para famílias “Coleccionar para doar?”

15.00-17.00 | Visita orientada “Fundação Oriente – o Museu”

Gratuito

 

CILT promove entradas gratuitas ao domingo

 

Centro de Interpretação das Linhas de Torres abre portas ao público

 

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O Centro de Interpretação das Linhas de Torres (CILT), espaço museológico, em Sobral de Monte Agraço, promove entradas gratuitas em todos os domingos do ano. 

 

Sabia que os portugueses foram apelidados de "os galos de combate" na luta contra os franceses, pelo General Wellington? Com uma visita ao Centro de Interpretação das Linhas de Torres pode ficar a saber porque foi tão famoso o exército português. Sobral de Monte Agraço conta as histórias da Guerra Peninsular.

 

Esta é uma forma diferente de conhecer a região de Sobral de Monte Agraço, as suas histórias desde construção, estratégia e operacionalidade militar das Linhas de Torres enquanto sistema defensivo erguido a norte de Lisboa para proteger a capital da 3.ª Invasão Francesa, aos episódios, personagens, sítios e edifícios que marcaram a vivência neste território numa época tão marcante para a história portuguesa e europeia. 

 

Os visitantes podem conhecer o CILT, de forma gratuita, aos domingos e experimentar os áudio-guias disponíveis para uma visita ao património histórico-cultural.

 

Para mais informações cilt@cm-sobral.pt  ou através do (+351) 261 942 296

 

 

 

Open House Lisboa | O Ponto Alto de Lisboa vai estar de portas abertas

Amoreiras 360º Panoramic View é uma das 87 atrações do Open House Lisboa, que se realiza nos dias 23 e 24 de setembro

 

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Está a chegar o fim-de-semana em que Lisboa se esquece das trancas à porta e revela o interior de 87 edifícios icónicos, moradas privadas surpreendentes e monumentos clássicos e contemporâneos. O Amoreiras 360º Panoramic View vai ter a casa aberta na 6.ª edição do Open House Lisboa, nos dias 23 e 24 de setembro, com uma marcada homenagem ao emblemático complexo de edifícios em que se insere.

Criado em 1992, o programa Open House abrange, atualmente, 30 cidades em todo o mundo, sendo que Lisboa faz parte da rede desde 2012. O evento, realizado anualmente, pretende reforçar a ligação dos lisboetas e visitantes com a própria cidade, através de visitas guiadas, exclusivas e gratuitas, a locais de grande relevo. Silhueta destacada da skyline lisboeta e vencedor do Prémio Valmor em 1993, o Complexo das Amoreiras personifica o conceito do Open House nas ousadas torres, símbolos da cultura pop, que, desde os anos 80, fazem parte do quotidiano da cidade. Classificado como um projeto ambicioso para a época, o empreendimento alberga 75.000 m2 de escritórios e habitação e é a casa do primeiro e mais reconhecido centro comercial da capital, o Amoreiras Shopping Center.

Este é o mote que lança a visita guiada ao miradouro mais alto de Lisboa. Localizado a 174 metros de altura, no topo da Torre 1, o Amoreiras 360º Panoramic View desvenda a topografia única da cidade das sete colinas, desde o rio Tejo ao Parque Nacional de Monsanto, permitindo um enquadramento ímpar do típico casario e dos principais monumentos, como a Sé, a Basílica da Estrela ou a Torre de Belém. Aberto ao público desde abril de 2016, o projeto do arquiteto Frederico Valsassina já se afirma como o rooftop mais in da capital.

As visitas gratuitas e comentadas ao Amoreiras 360º Panoramic View vão decorrer no sábado e no domingo, às 10h, 10h30, 11h e 11h30, com uma duração aproximada de 30 minutos e limite máximo, por ordem de chegada, de 24 pessoas. O ponto de encontro para a visita tem lugar na entrada do miradouro situada no 2.º piso do shopping.

O convite está feito; agora é impossível ficar de fora da 6.ª edição do Open House Lisboa.

GALERIAS ROMANAS DA RUA DA PRATA

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A EGEAC e o Museu de Lisboa abrem, pela segunda vez este ano, as galerias romanas de Lisboa, no âmbito das Jornadas Europeias do Património. Nos dias 22, 23 e 24 de setembro, as galerias receberão mais de três mil visitantes e as inscrições, já estão esgotadas.

Esta estrutura romana, descoberta no subsolo da Baixa de Lisboa, em 1771, na sequência do Terramoto de 1755 e posterior reconstrução da cidade, tem sido objeto, ao longo do tempo, de múltiplas interpretações quanto à sua função original. Atualmente, teses quase unânimes avançam a possibilidade destas galerias romanas terem sido um criptopórtico, solução arquitetónica que criava, em zona de declive e de pouca estabilidade geológica, uma plataforma horizontal de suporte à construção de edifícios de grande dimensão, normalmente públicos.

A descoberta de uma inscrição consecratória a Esculápio, Deus da Medicina, em nome de dois sacerdotes do culto imperial e no do Município de Olisipo, gravada numa das faces de um bloco paralelepipédico de calcário e datada do séc. I a.C., atualmente no Museu Nacional de Arqueologia, poderá ser uma confirmação do carácter público deste edifício.

No início do séc. XX, estas galerias ficaram conhecidas como as “Conservas de Água da Rua da Prata” por serem utilizadas pela população como cisterna.

Hoje, o monumento romano, quando se encontra fechado, tem um nível de água superior a um metro de altura, proveniente de lençóis freáticos que correm por baixo de Lisboa, havendo por isso necessidade de uma operação de bombeamento da água para possibilitar a visita ao seu interior e ainda uma limpeza posterior para que as visitas se realizem em segurança.

 

Saiba mais sobre as Galerias Romanas da Rua da Prata aqui ou no site www.museudelisboa.pt

Visita Especial ao Forte da Graça

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Inscrições abertas para o dia 23 de setembro

 

A Câmara Municipal de Elvas organiza nova visita especial ao Forte da Graça, proporcionando o acesso a novos locais da obra maior da arquitetura militar, classificada como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

No dia 23 de setembro estão agendadas duas visitas para as 10.00 e as 14.00 horas, mediante inscrição prévia. O número de inscrições é limitado e devem ser realizadas através do email: forte.graca@cm-elvas.pt, ou pelo número de telefone: 268 625 228. O valor da inscrição é de 15 euros.

A visita permite o acesso às contraminas e à cisterna, locais que se encontram normalmente fechados ao público. Durante a visita, os participantes serão acompanhados por um guia que efetuará o enquadramento e a explicação histórica dos locais visitados.

As visitas especiais ao Forte da Graça são um momento único para conhecer a riqueza histórica, patrimonial e cultural do emblemático monumento da cidade de Elvas.

 

Vista Especial ao Forte da Graça

Data : 23 de setembro | 10.00 e 14.00 horas

Condições : Mediante inscrição (vagas limitadas)

E-mail: forte.graca@cm-elvas.pt

Valor : 15€ por pessoa

Tel.: 268 625 228

 

Ler e decifrar “A Ópera Chinesa” no Museu do Oriente | Visitas temáticas mensais a partir de 26 de Maio

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Os enredos, os tipos de personagens, os códigos gestuais e simbologia das cores são algumas das chaves de leitura através das quais o Museu do Oriente propõe decifrar o universo da exposição “A Ópera Chinesa”, em visitas temáticas mensais, de Maio a Dezembro.

 

Combinando a melodia dos instrumentos tradicionais chineses, canto, dança, acrobacias e artes marciais, a ópera chinesa destaca-se pela caracterização única das suas personagens e pela riqueza do seu repertório. De entre os diferentes tipos de óperas chinesas destaca-se a ópera de Pequim, reconhecida pela UNESCO, em 2010, como Património Cultural Intangível da Humanidade e um dos tesouros a descobrir no Museu do Oriente.

 

A primeira visita tem lugar no dia 26 de Maio, às 17.00, e é dedicada aos enredos da ópera chinesa que integram as narrativas fundadoras da Ásia, tais como relatos históricos e mitológicos.

 

Visitas orientadas “A Ópera Chinesa”

Sextas-feiras

Horário: 17.00-18.00

Preço: € 5

Público-alvo: M/16

Participantes: mín. 5-máx. 25

Necessária inscrição

 

Informações adicionais para a Comunicação Social:

Margarida Pereira

Casa da Memória de Guimarães inaugura programa "Espalha Memórias" (maio a setembro)

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De maio a setembro, Guimarães descobre-se ou redescobre-se através de um programa de visitas a partir da Casa da Memória

Em maio, a Casa da Memória de Guimarães (CDMG) inaugura o “Espalha Memórias”, um programa de visitas que tem na Casa o ponto de partida mas que daqui sairá para a cidade convidando os participantes a descobrir diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e pessoas, que são a força viva do que este projeto simboliza e materializa. De maio a setembro, Guimarães descobre-se ou redescobre-se através deste programa: do Património Industrial ao Mundial, das Gualterianas a D. Afonso Henriques, por trás das portas, para beber um copo ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha. No mês da sua estreia, o programa é composto por duas datas e dois temas. O primeiro “Espalha Memórias” acontece no próximo dia 01 de maio, às 10h30, e irá explorar um conjunto de espaços fabris. No dia 20, à mesma hora, há nova saída, desta vez para uma viagem pela arquitetura vimaranense.

 

A primeira sessão do “Espalha Memórias” está agendada para o dia 01 de maio, às 10h30. Numa alusão ao Dia do Trabalhador terá como mote a Indústria Moderna e Contemporânea e propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória coletiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.

 

O segundo “Espalha Memórias” acontece no dia 20 de maio, também às 10h30. Ao longo de um percurso pela cidade orientado por João Rosmaninho, vamos visitar, através do olhar da Arquitetura, alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos. 

 

De maio a setembro, a Casa da Memória propõe, assim, (re)descobrir Guimarães, levando os participantes à rua e convidando-os a serem parte ativa na exploração e disseminação da memória individual e coletiva desta histórica cidade.

 

As descobertas pela cidade já têm dias marcados até setembro. No dia 10 de junho, Eduardo Brito propõe uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias. No dia 24 de junho, Raul Pereira deslinda a história de Guimarães e o dia 01 de Portugal. No dia 15 de julho, o “Espalha Memórias” organiza uma visita à Associação Artística da Marcha Gualteriana onde haverá ainda tempo para construir uma figura alegórica. No dia 05 de agosto, Samuel Silva será o guia convidado de um percurso pelas tascas de Guimarães. A 09 de setembro, o “Espalha Memórias” está a cargo de Ricardo Rodrigues que vai desvendar Guimarães Património Mundial, pela obra de Fernando Távora. A última sessão está agendada para 16 de setembro, com Maria Manuel Oliveira a mostrar o “Toural: antes e agora”. O “Espalha Memórias” é uma atividade gratuita e terá sempre como ponto de encontro a Casa da Memória.