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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Maramgoní apresenta nova exposição “Lugares” no Casino Estoril

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A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo dia 8 de Outubro, a partir das 17 horas, a exposição individual de pintura “Lugares”, da autoria do artista plástico Maramgoní. A entrada é gratuita.

 

Com um conjunto de cerca de 40 trabalhos, o artista brasileiro, natural de São Paulo, conversa com o passado e com o futuro, revelando uma mestria ímpar bem evidente nesta nova exposição de pintura.

 

Maramgoní expressa na sua obra uma visão nostálgica e ao mesmo tempo vigorosa de diferentes lugares no mundo. Em busca de uma nova leitura artística, baseada em novas questões estéticas que se refletem num desenho primoroso, o artista revela na sua elegante obra um vasto conhecimento pictórico e procedimento fundamentado numa arquitetura filosófica.

 

Artista por natureza

Maramgoní nasceu em São Paulo, 1972, interessando-se desde a infância por desenho e demonstrando grande habilidade com formas e proporções. Com apenas 10 anos de idade, traça as diretrizes do seu destino artístico: a pintura. Após alguns anos como autodidata, em 1987 abre o seu próprio atelier onde passa a lecionar e de maneira definitiva aprofunda-se na arte contemporânea. Indiferente aos modismos, a sua obra mantem-se autêntica e as suas técnicas e cores revelam o seu genuíno dom e amor pela Arte.

 

 

A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe a exposição individual de pintura “Lugares” da autoria do artista plástico Maramgoní. Com entrada gratuita, a não perder, de 8 de Outubro a 7 de Novembro.

"PUM THAO E O BEIJO DO SAGUIM | Inauguração | galeria Sá da Costa

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A Galeria Sá da Costa tem o prazer de a/o convidar para a inauguração da exposição colectiva “Pum Thao e o Beijo do saguim”, das artistas Filipa Pestana Rocha, Flávia Germano Barra e Sofia Campilho, que se realiza na próxima 6ª feira, dia 30 de Setembro, entre as 17h e as 20h.

A exposição ficará patente até ao dia 21 de outubro, podendo ser visitada de 4ª a Sábado, das 14h30 às 19h.

(Galeria Sá da Costa, Rua Serpa Pinto, 19, Chiado. Lisboa)

Exposição “Silêncios e Outros Discursos” em destaque no Casino Lisboa

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Inaugurada recentemente, a exposição “Silêncios e Outros Discursos”, da autoria da artista Teresa Sousa, está a suscitar o interesse dos visitantes do Casino Lisboa. Com entrada gratuita, esta mostra individual de pintura está patente, até 20 de Novembro, na Galeria de Arte.

 

A exposição “Silêncios e Outros Discursos” apresenta vinte e seis pinturas que relatam situações e pequenas histórias, com três ou menos personagens, que mostram e em simultâneo omitem, intenções, incertezas, emoções, sendo desafiante escutar o que dizem os seus silêncios, assim como as conversas, diálogos e monólogos que se adivinham.

 

As obras apresentadas tiveram como inspiração memórias, poemas e meras situações do quotidiano, observadas ou ficcionadas. Deste processo resulta uma crónica ou um conto, que é registado sob a forma de pinturas, patentes para que os visitantes da Galeria de Arte do Casino Lisboa possam ler e interpretar estas narrativas coloridas.

 

Nascida em 1959, natural de Lisboa, a Teresa Sousa, após uma longa carreira profissional, iniciou a sua formação em Desenho e Pintura em 2016 na Oficina do Desenho, na Associação Cultural em Cascais onde o seu percurso artístico se desenvolveu a partir dessa data.

 

 

A Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe, até 20 de Novembro, a exposição de Pintura “Silêncios e Outros Discursos”, da autoria da artista Teresa Sousa. A entrada é gratuita.

 

 

 

 

 

 

ESPAÇO ESPELHO D'ÁGUA - Memória e Património em Destaque | Exposição

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Luís Jesus inaugura exposição no dia 1 de outubro. Será a terceira de cinco exposições a apresentar no âmbito das celebrações finais do Espaço Espelho D’Água.

Inaugurado em setembro de 2014, o projeto do Espaço Espelho D’Água em Belém, Lisboa cumprirá o seu propósito. O de evidenciar neste local histórico o lado afetivo da viagem dos portugueses pelo mundo, através da gastronomia, da música e das artes plásticas.

Dia 1 de outubro inaugura “Memórias de Um Futuro Passado” de Luís Jesus. Aqui, temáticas como a Memória e o Património ganham destaque, num momento em que se aproxima a data de conclusão do projeto Espaço Espelho D’Água a 5 de novembro, após vários anos a aproximar pessoas e culturas. Recebeu mais de 300 mil pessoas em eventos privados e clientes passantes, e realizou cerca de 300 concertos e mais de 60 exposições. Tendo presente que o mote do projeto tem sido o de, neste local histórico, evidenciar o lado afetivo da viagem dos portugueses pelo mundo, pode concluir-se que o mesmo foi cumprido.

 

Nesta exposição, somos guiados numa viagem intemporal. De elementos característicos e facilmente reconhecíveis, a experiências abstratas fora do tempo e do espaço. Nas suas obras sente-se a força das cores como espelho de um património físico, palpável e facilmente identificável.

 

Entre aguarelas de casas típicas, onde o traço é o elemento principal, e obras de cariz abstrato, onde a mancha de cor ganha força, cruzam-se nesta exposição o passado, o presente e o futuro. Luís Jesus sempre se interessou pelo desenho de locais emblemáticos, no entanto é a primeira vez que trabalha estes conceitos de forma tão consciente. Através das técnicas e materiais que utiliza em conjunto, experimenta e transmite sensações distintas de elementos e memórias que lhe são familiares. Por um lado, a pintura em aguarela sobre desenhos a caneta, permite-lhe explorar esta proximidade, lembrando os tantos Sketchbooks que tem vindo a fazer. Por outro, as manchas de cor nos seus trabalhos abstratos possibilitam uma expansão de horizontes, uma procura por novos caminhos e relações entre grupos de cores.

 

Luís Jesus (n. 1963) nasceu em Lisboa, local onde vive e trabalha. É um autodidata na área do desenho e da pintura, interesse que nutre desde cedo. Mais tarde, o trabalho que desempenhou enquanto ilustrador ao longo de 15 anos permitiu-lhe desenvolver o desenho a um nível profissional. “Memórias de Um Futuro Passado” será a segunda exposição individual que apresenta, depois de expor em Loures em 1994. Conta também com exposições coletivas, na Ericeira (1995) e na Câmara Municipal de Loures (2017 e 2019).

Visite a Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Saramago!

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A Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de José Saramago “Voltar aos Passos que Foram Dados” é inaugurada no dia 1 de outubro, às 16h00, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro, onde vai poder ser visitada até 31 de outubro. A inauguração vai contar com a presença de representantes da Fundação José Saramago.

O nome da Exposição é inspirado na frase que o Nobel da Literatura diz no final de “Viagem a Portugal”: «É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já».

A mostra, com seleção e composição de textos de Carlos Reis e Fernanda Costa e design de André Letria, conduz as/os visitantes numa viagem pela biografia literária de José Saramago, levando-as/os a encontrar ou a reencontrar as obras e o legado cultural e cívico deste grande escritor.

“Voltar aos Passos que Foram Dados” tem um propósito de divulgação e de orientação pedagógica, permitindo um contacto de iniciação ou de revisão com a literatura e com o pensamento de Saramago.

Com entrada livre, poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e aos sábados, das 14h00 às 19h00.

            A Exposição é organizada pela Câmara Municipal de Palmela, com o apoio da Fundação José Saramago, e integra o programa das Comemorações do Centenário do Nascimento de José Saramago, que o Município está a promover ao longo deste ano para homenagear o Nobel da Literatura. Consulte a programação completa em www.cm-palmela.pt.

 

CENTRO DE ARTE E CULTURA DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA APRESENTA TOPOMORPHIAS, UMA EXPOSIÇÃO DE JORGE MARTINS

A partir do dia 22 de outubro de 2022, o Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, convida ao encontro com a obra pictórica de Jorge Martins na exposição Topomorphias

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Com uma intensa carreira internacional fortemente premiada, atestando o reconhecimento crítico que faz dele uma referência incontornável, Jorge Martins mantém, desde 1961 e até aos dias de hoje, a atividade artística, sendo frequentes as suas exposições, nomeadamente de desenho, campo em que nos últimos anos tem trabalhado de forma intensiva. Pintura e desenho dialogam em múltiplos planos, mas seguem caminhos perfeitamente autónomos e distintos. A sua pintura explora frequentemente as grandes dimensões, numa intensa aproximação à cor e a uma plasticidade exuberante. Durante a pandemia desenvolveu várias séries de trabalho que permanece inédito, parte do qual será agora apresentado em Évora, no Centro de Arte e Cultura.

Como escreve Sérgio Mah, no catálogo que acompanha a exposição: «As obras reunidas nesta mostra foram escolhidas pelo artista seguindo um desejo prévio: o de conceber uma exposição a partir da sua produção mais recente em pintura. Algumas obras remontam ao início dos anos de 2010, mas a grande maioria foi produzida após 2018, incluindo inúmeras obras realizadas durante o período do surto pandémico. É, pois, revelador que, num tempo de angústia, isolamento social e desencanto anímico, o artista não tenha esmorecido a sua verve criativa. Pelo contrário, o volume e a qualidade das obras patenteiam um fulgor inventivo que, contornando os constrangimentos do mundo exterior, compõem um imaginário pleno de luminosidade e vitalidade estética.” Estas características são, na verdade, uma constante no seu trabalho: «Desde o final da década de cinquenta que Jorge Martins, movido por uma inesgotável e inconformada energia criativa, vem produzindo obras que configuram um mundo singular e incomensurável, onde se observam inúmeros fenómenos, movimentos, avanços, desvios ou regressos, mais acelerados ou subtis, sintomas de uma geofísica estética extraordinariamente idiossincrática.»

É este mundo singular de declinações estéticas que, através das pinturas convocadas pelo artista, a exposição Topomorphia convida a conhecer até 26 de março, de 3ª feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, com entrada livre.

"Festival Manobras apresentado em Palmela: conheça o programa aqui"

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A 5.ª edição do Manobras – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, foi apresentada dia 12 de setembro, na Biblioteca Municipal de Palmela. A sessão contou com as presenças da Vereadora da Cultura do Município de Palmela, Maria João Camolas, da Diretora Executiva da Artemrede, Marta Martins e com a artista Iza da Costa, que integra o projeto “Bom Anfitrião”.

           Maria João Camolas sublinhou, na ocasião, a «nobre missão do Manobras de criar novos públicos, destacando-se, também, na sua essência, conceitos tão importantes como as parcerias e cooperação».

O Festival - promovido pela Artemrede e municípios associados - decorrerá entre 17 de setembro e 30 de outubro, a maior edição de sempre, com 23 espetáculos, 5 oficinas para crianças e uma instalação, num total de 72 apresentações ao público em 15 municípios. Reafirmando a sua natureza internacional, o evento aposta também em estreias absolutas em Portugal.

Do programa, destaca-se a estreia nacional do projeto "Bom Anfitrião". Com apresentação no Cine-Teatro S. João, em Palmela, a 8 de outubro, o espetáculo é uma coreografia de Filipa Francisco em cocriação com quatro artistas locais (Santarém, Sesimbra, Palmela e Montemor-o-Novo), na exploração da emergência climática e do papel que as artes podem desempenhar no seu questionamento.

A participação internacional vai passar, também, por Palmela com "Conservando Memória" (30 de outubro). Os espanhóis Izaskun Fernández e Julián Saenz-López escrevem, constroem, iluminam e brincam numa bonita peça onde questionam os seus avós sobre as suas vidas passadas com uma delicadeza e uma beleza que é comovente.  Por outro lado, os catalães L'Home Dibuixat revelam os "Sapatos Novos" (16 de outubro) de uma criança que descobre o mundo e acumula experiências ao crescer. Destaque, ainda, para espetáculos da Trupe Fandanga, “Qubim” (8 de outubro) e dos PédeXumbo, “Aprometido” programados para o Concelho de Palmela.

Consulte o programa completo do Festival Manobras em https://www.artemrede.pt/pt_pt/festivalmanobras-outono-2022/?fbclid=IwAR0xENaf-Q8QXdHb96-d0wgZ-LbT_E2yYDGdPwSnBnGxA2HNRDC0IVYu9gE

Mais informações/reservas: 212 336 630 | cultura@cm-palmela.pt.

 

 

 

Programa | Palmela:

 

8 outubro | 16h00 | Coreto dos Portais da Arrábida, Quinta do Anjo

QUBIM

Pela Trupe Fandanga

Teatro de Marionetas

Duração: 40 min.

Destinatários: M/6

Entrada gratuita

Lotação máxima: 30 pessoas

 

8 outubro | 21h30 | Cine-Teatro S. João, Palmela

BOM ANFITRIÃO

Por Filipa Francisco, em cocriação com artistas locais: Luís Coelho (Santarém), Nuno Reis (Sesimbra), Iza da Costa (Palmela) e Ana Vaz (Montemor-o-Novo)

Bilhete: 4€

 

15 outubro | 21h00 | Centro Cultural de Poceirão

APROMETIDO

PédeXumbo

Dança Tradicional, Dança Contemporânea e Música Tradicional

Duração: 50 min.

Destinatários: M/6

Entrada gratuita

Lotação máxima: 200 pessoas

 

 

16 outubro | 16h00 e 17h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

SAPATOS NOVOS (“NEW SHOES”)

Criação: Tian Gombau - L´Home Dibuixat (ES) 

Teatro de Objetos

Duração: 30 min.

Destinatários: M/3

Bilhete: 1€

Lotação máxima: 110 pessoas (sessão famílias)

 

30 outubro | 17h00 | Centro Cultural de Poceirão

CONSERVANDO MEMÓRIA

Criação: El Patio Teatro (ES)

Teatro de Objetos

Duração: 45 min.

Destinatários: M/12

Bilhete: 1€

Lotação máxima: 80 pessoas          

 

 

Obra de Fernando Pessoa serve de inspiração à nova exposição “Aurora” de Yohei Yamakado

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“Aurora” é o nome da mais recente exposição do artista japonês Yohei Yamakado, com curadoria de João Pedro Amorim, artista visual e investigador do CITAR da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. A exposição será inaugurada a 22 de setembro, pelas 18h30 na sala MoCap da Escola das Artes e ficará patente até 21 de outubro de 2022. “Autora” surge na sequência do projeto fílmico realizado pelo artista em 2021 a partir da leitura da obra “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa e conta com o apoio do programa Criatório, da Câmara Municipal do Porto.

 

Yohei Yamakado esteve em residência artística na Escola das Artes no final de 2019, período esse em que preparou o seu projeto fílmico a partir da leitura de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa, filme que conta com o mesmo título da obra do poeta e que também será apresentado na inauguração da exposição. A exposição “Aurora” apresenta uma composição de obras visuais e sonoras que acompanharam o artista ou que surgiram durante a produção do filme “O Marinheiro” e inclui quatro movimentos:  uma instalação, um ciclo de cinema, um concerto e uma publicação. Inspirado na visão mutável de incerta/certeza do autor, “Aurora” materializa-se numa composição temporal e espacial, com a intenção de agenciar o conjunto das suas práticas artísticas. Trata-se de uma proposta que se debruça sobre a impossibilidade da palavra – o silêncio, isto é, a dimensão do indizível e da indeterminação, na linguagem.

 

Aquilo que me espanta em O Marinheiro de Fernando Pessoa, esse drama sem drama, esse drama em alma, como diria o autor, é antes de tudo a qualidade da linguagem: as palavras. As personagens da peça – as três Veladoras, por exemplo – não são com efeito mais do que uma aparência, uma espécie de nomes, mas nomes vazios, onde todas as palavras estão enterradas,” refere o artista Yohei Yamakado.

A obra foi filmada na cidade do Porto e trata-se do seu terceiro filme e segunda longa-metragem. Já a exposição “Aurora” será a sua primeira exposição em nome individual.

 

Uma exposição a não perder, patente na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto até 22 de outubro. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

 

Inauguração

18H30 · Abertura da exposição

19H30 · Projeção do filme O Marinheiro (2022)

 

INAUGURAÇÃO EXPOSIÇÃO “AURORA”

YOHEI YAMAKADO · 21 SET · 22 OUT 2022       

Curadoria de João Pedro Amorim

Entrada Livre · de terça a sexta · 14H00 – 19H00

Sala MoCap da Escola das Artes da Católica

Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

 

ARTISTAS DE ALTE EXPÕEM “SAUDADE DO CHEIRO A TERRA MOLHADA”

Daniel Vieira e Jorge Graça são os dois artistas altenses autores da exposição “Saudade do cheiro a terra molhada”, que pode ser visitada até 19 de novembro, no Convento de Santo António, em Loulé.

Com curadoria de Miguel Cheta, esta mostra apresenta-se como um diálogo questionador e (im)provável entre dois artistas de Alte - cujos percursos têm marcado de forma indelével a comunidade artística Louletana -, e que nos levam a olhar e refletir sobre algumas questões universais do nosso tempo: a água, a fertilidade do solo, a habitação e a identidade.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00. A entrada é livre.

MNSR acolhe exposição Fernão de Magalhães - Pelos Mares do Mundo Inteiro

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A Direção-Geral do Património Cultural, através do Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR), e em parceria com a Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário da Primeira Circum-Navegação, inaugura a 27 de julho (quarta-feira), às 18h00, a exposição temporária FERNÃO DE MAGALHÃES. PELOS MARES DO MUNDO INTEIRO.

 

A exposição, patente até 16 de outubro, centra-se na expedição concebida e comandada inicialmente por Fernão de Magalhães, posteriormente concluída por Sebastián Elcano, e faz alusão a importantes descobertas para o conhecimento do Mundo como é o caso do Oceano Pacífico. 

A visita à exposição permitirá um maior conhecimento sobre Fernão de Magalhães e os seus percursos de vida. Sem se focar de forma exclusiva na sequência cronológica da armada de Magalhães, a mostra permite, ainda, saber mais sobre os impactos e marcas no presente da “pegada Magalhânica”.

 

O circuito é composto por um conjunto documental, proveniente de arquivos nacionais e estrangeiros, de cartografia, tratados e correspondência vária, com destaque para o incontornável Tratado de Tordesilhas, do acervo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. A mostra integra, ainda, numerosos exemplares da cultura material dos povos da Melanésia, uma região da Oceânia.

 

Paralelamente, o momento servirá para a inauguração da exposição MAGALLANES Y LOS PUEBLOS DE FUEGO Y MAR, que explora em 3D, com a utilização de smartphones e tablets, a descoberta do Estreito de Magalhães e o contacto com os povos originários do sul do Chile. 



 

 

Horário

3ª feira a domingo | 10h / 18h

ENTRADA 3 EUR*

*gratuito aos domingos das 10h às 14h para residentes em Portugal