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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EXPOSIÇÃO "PRÉMIO ESTAÇÃO IMAGEM 2020 COIMBRA" LEVA A LOULÉ REPORTAGEM SOBRE O DRAMA DOS LUSO-VENEZUELANOS

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É inaugurada esta sexta-feira, 7 de agosto, na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé, a exposição de fotografia "Prémio Estação Imagem 2020 Coimbra".

Os resultados deste prémio foram divulgados no passado dia 18 de julho e Loulé é o primeiro local onde a exposição do “Prémio Estação Imagem 2020 Coimbra” é publicamente apresentada.

“Prémio Estação Imagem” é o principal prémio internacional de fotojornalismo que se disputa anualmente em Portugal desde 2010. Acolhe também candidaturas de fotojornalistas dos PALOP e da Galiza, e dos fotojornalistas portugueses aí residentes. O fotojornalista José Sarmento Matos foi o grande vencedor desta 11ª edição. Trata-se de uma reportagem em torno dos dramas de uma família luso-venezuelana na sua migração de regresso a Portugal com imagens obtidas na Madeira e naquele país do Caribe mergulhado numa profunda crise humanitária.

Para Fotografia do Ano, a escolha dos jurados foi para uma foto de Leonel de Castro obtida durante uma reportagem na cidade da Beira, em Moçambique, na sequência da destruição provocada pelo furacão Idai. O fotojornalista da Global Imagens obteve também o prémio na categoria Assuntos Contemporâneos e ainda uma menção honrosa na categoria Vida Quotidiana, cujo prémio foi atribuído a Gonçalo Fonseca. Nas restantes cinco categorias, o júri internacional premiou os fotojornalistas Rui Duarte Silva/Notícias, Ana Brígida/Artes e Espetáculos, Carlos Folgoso Sueiro/Ambiente, António Pedro Santos/Série de Retratos e Rodrigo Antunes/Desporto. A Bolsa Estação Imagem 2020 Coimbra foi este ano atribuída ao fotojornalista Ricardo Lopes, que se propõe desenvolver um trabalho sobre as tradições rurais e conhecimento popular no interior do país, que caminham para o desaparecimento com uma população envelhecida e dispersa.

A inauguração da exposição irá decorrer pelas 18h00, com a entrada condicionada a um limite máximo de 10 pessoas de cada vez no interior do espaço e ao uso obrigatório de máscara.

A exposição pode ser visitada até 12 de setembro, no seguinte horário: de terça-feira a sábado, das 10h00 às 16h30.

Mais informação sobre o Prémio aqui https://www.estacao-imagem.com/pt/

CML/GAP /RP

Está quase a chegar o Lisboa na Rua

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Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
 
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.
 
Abrimos o programa com o Festival Política (que normalmente acontece em abril) no Cinema São Jorge que apresenta propostas variadas durante 4 dias (entre 13 e 16 de agosto), num convite à reflexão sobre a temática do Ambiente e do desenvolvimento sustentável, no ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia.
 
Celebramos também a Capital Verde com a estreia de “Outro Olhar”, uma instalação artística da dupla de artistas Luke Egan e Pete Hamilton (do Reino Unido), que se destacou pela sua inovação no panorama internacional de arte urbana e que durante um mês dará vida às árvores um pouco por toda a cidade
 
Em setembro assinalamos um aniversário muito especial, os 70 anos de Jorge Palma, com um concerto exclusivo que será transmitido online no Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC – Cultura na Rua, no dia 12, pelas 21h30. Neste espetáculo, intitulado “70 Voltas ao Sol”, o cantor, compositor e músico estará ao piano, acompanhado por uma pequena orquestra e com Cristina Branco e Dead Combo, como convidados.
 
Ainda antes, nos primeiros dias de setembro, continuamos a celebrar Amália, dando voz à diva maior do Fado, desta vez no grande ecrã com “Amália no Cinema”, um ciclo de cinema no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta. Quatro filmes protagonizados por Amália e comentados, ao vivo, por vários convidados.
 
O jardim do Museu de Lisboa, será igualmente palco para o Dançar a Cidade. Um desafio para experimentar vários estilos de dança, ao ar livre e a solo, que se estende ao Palácio Baldaya (em Benfica), todos os domingos de setembro.
 
Na Estufa Fria apresentamos, especialmente para os mais novos, mais uma das Antiprincesas, dando a conhecer, desta vez, a médica feminista Beatriz Ângelo em histórias dramatizadas com sessões de manhã e à tarde, durante todos os fins de semana também do mês de setembro.
 
Ainda no âmbito da Capital Verde Europeia, o festival Lisboa Soa (24 a 27 de setembro) ocupará vários locais da cidade com esculturas sonoras, e a comunidade de leitura em espaços verdes Ecotemporâneos instala-se na Quinta da Alfarrobeira (em São Domingos de Benfica), para mais duas sessões à volta dos livros, desta vez protagonizadas por Jorge Silva Melo (29 de agosto) e Gisela João (27 de setembro).
 
Nesta edição do Lisboa na Rua reservamos música clássica para todos, com a Orquestra Gulbenkian e os seus Solistas a interpretarem obras intemporais em três concertos de entrada gratuita. Continuamos também a aliar a cultura à descoberta de novos lugares e é a isso mesmo que convida a Open House, este ano num novo formato, com um programa de passeios sonoros realizado apenas no exterior.
 
Entre agosto e setembro o Lisboa na Rua convida ainda a ver Cinema no Estendal, a desfrutar dos festivais Bairro em FestaFUSOLisboa Mágica e Chapéus na Rua ou a ouvir música experimental nas Noites de Verão da Galeria Quadrum (em Alvalade) e também no espaço O’Culto da Ajuda com Formações Extraordinárias.
 
Este ano a ilustração do programa tem a assinatura de AKA Corleone (alter ego de Pedro Campiche), numa combinação original de cores, personagens e formas que caracterizam este artista visual natural de Lisboa.
 
Toda a programação em www.culturanarua.pt 

SERRALVES // 07 AGO 18H00 // MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA // CABRITA: OBRAS NA COLEÇÃO DE SERRALVES // DE 08 AGO A 29 NOV 2020

CABRITA: OBRAS NA COLEÇÃO DE SERRALVES é uma exposição a ser apresentada no Museu Municipal de Caminha, pelas 18 horas de dia 07 de agosto. A cerimónia de inauguração contará com as presenças dos Vice- Presidentes da Fundação de Serralves, Isabel Pires de Lima e Manuel Ferreira da Silva e do Presidente da Câmara Municipal de Caminha, Luis Miguel Alves.

 

SERRALVES EXPÕE OBRA DE CABRITA REIS EM CAMINHA

 

CABRITA: OBRAS NA COLEÇÃO DE SERRALVES 

DE 08 AGO2020 A 29 NOV 2020

 

MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA

 

Inauguração: 07 AGO ÀS 18H00

 

No âmbito da parceria estabelecida com o Município de Caminha, a Fundação de Serralves apresenta no Museu Municipal de Caminha a exposição CABRITA: OBRAS NA COLEÇÃO DE SERRALVES. 

Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves, especificamente selecionadas para vários espaços, com o objetivo de tornar este acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do País. Serralves cumpre, assim, a sua missão ao promover o alargamento da rede de acesso e de aproximação de públicos variados à arte e à cultura em mais de 30 municípios.

 

CABRITA: OBRAS NA COLEÇÃO DE SERRALVES

08 AGO - 29 OUT 2020

 

Cabrita, Celebratio, 1989 (detalhe). Col. Privada em depósito na Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Depósito em 1991. Foto: João Ferrand / JFF, © Fundação de Serralves, Porto.

 

A exposição reúne um conjunto de obras de Pedro Cabrita Reis (Lisboa, 1956) pertencentes à Coleção de Serralves, oferecendo uma perspetiva sobre a evolução formal e conceptual da obra do artista ao longo das décadas de 1980 e 1990.

 

Com reconhecimento internacional consolidado, o trabalho de Cabrita tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho e instalações compostas de materiais encontrados e de objetos manufaturados. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Cabrita recicla reminiscências de gestos, ações, objetos e espaços primordiais do quotidiano. Centradas em questões relativas à condição humana e a conceitos paradigmáticos como o sagrado, a morte, a casa e a memória, as suas obras adquirem um sugestivo poder de associação que, transpondo o visual, alcança uma dimensão metafórica.

 

 

Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

 

 

Exposição ORDEM MILITAR DA TORRE E ESPADA - 80 ANOS DO GRANDE-COLAR

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Por ocasião dos 80 anos do Grande-Colar da Ordem Militar da Torre e Espada (2019), o Museu organiza uma exposição evocativa da condecoração mais alta do Estado português. 
O Presidente da República é por inerência o Grão-Mestre das Ordens Honoríficas Portuguesas, que se constituem como um dos núcleos permanentes do Museu e, portanto, uma área de interesse e investigação da colecção.
Na exposição, pode acompanhar a evolução e história da condecoração, conhecer o seu valor simbólico e todos os agraciados, bem como, o seu valor artístico e os experientes artífices que lhe dão forma.
EXPOSIÇÃO - ORDEM MILITAR DA TORRE E ESPADA - 80 ANOS DO GRANDE-COLAR
LOCAL - Museu da Presidência da República
DATA - 1 de agosto a 1 de novembro
HORÁRIO - 10h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00
Entrada incluída no bilhete do Museu
Contactos - 21 361 46 60 | museu@presidencia.pt | sítio web | facebook

CASA E COZINHA ASSINALA DIA MUNDIAL DA CERVEJA

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No dia 7 de agosto, o canal Casa e Cozinha festeja o Dia Mundial da Cerveja com o especial “Tarde de Petiscos”, apresentando três propostas refrescantes para acompanhar esta bebida e usufruir dos dias longos e quentes característicos deste mês.

 

Neste especial, vamos conhecer as sugestões de petiscos elaborados pelos chefs Julius, Maria José Sousa e Pablo Vivari para acompanhar com uma cerveja bem fresquinha: desde as sanduiches, aos petiscos, tudo será uma óptima desculpa para beber uma cerveja.

Festival Internacional de Teatro de Setúbal - XXII Festa de Teatro

 

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Festival Internacional de Teatro de Setúbal - XXII Festa de Teatro

 
 
Mais um ano, mais uma volta ao sol, mais uma Festa do Teatro!
 
Para vocês, em todo o seu esplendor, segue agora a nossa programação em vários formatos e feitios!

Ao fim de 22 Edições, o Teatro Estúdio Fontenova e o Festival Internacional de Teatro de Setúbal guardam memórias diversas: peripécias artísticas; constrangimentos económicos; decisões e mudanças políticas. A memória de 2020 manter-se-á e, queremos acreditar, que em parceria com o Município de Setúbal, co-organizador do Festival, a Festa do Teatro se realizará com o mesmo espírito de família na qual crescemos.

O que pode fazer uma companhia de Teatro em Setúbal?

Pode tanto quanto couber no nosso coração.
O Festival Internacional de Teatro de Setúbal é feito também por quem nos tem acompanhado, seja durante a Festa do Teatro ou nas diversas produções do TEF, este ano em particular incluímos na nossa programação e equipa trabalhadores das artes da nossa comunidade para os quais que possamos contribuir um pouco mais na sua sustentabilidade. Comunidade essa para a qual nos viramos, criando este ano 22 vídeos, assinalando as nossas 22 Edições, com comércio local (locais a visita), criando assim uma rota representativa do Festival para o local em que se insere.

Menos é mais. Nem sempre a quantidade é representativa de qualidade. Reunimo-nos este ano à volta de uma Secção Oficial com menos companhias, maioritariamente nacionais e uma Secção Off reduzida. No entanto, nunca tanto como este ano valorizámos o diálogo e a escuta. Procurámos saber como estávamos e do que precisávamos, do que podíamos fazer por quem está mais próximo.
Do norte ao sul do país, várias são as companhias que integrarão o programa, algumas trazendo uma estreia (Hotel Europa), outras marcando presença pela primeira vez no Festival (Teatro do Noroeste, Teatro Extremo e Companhia Mascarenhas-Martins), não contando com os participantes da Secção OFF - Mais Festa.

Contamos este ano com 18 espectáculos de Teatro, entre outros espectáculos de música, projecção de curtas-metragens e conversas de teatro!

Gratas e gratos por nos lerem e estarem presentes.


De 21 a 29 de Agosto a festa faz-se.
 

 

'#Estou Aqui' - A 20 DE AGOSTO NOS CINEMAS

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Stéphane (Alain Chabat) tem uma vida agradável no País Basco, com os seus dois filhos, já adultos, a sua ex-mulher e a sua profissão de chef. Ele encontra uma nova emoção com Soo (Doona Bae), uma jovem Sul Coreana, com quem se envolve nas redes sociais. Num impulso, decide ir para a Coreia ter com ela. Quando chega ao aeroporto de Seul, um novo mundo aguarda-o.

 

 

Teatro Experimental de Cascais estreia “Camino Real” de Tennessee Williams ao ar livre

Teatro Experimental de Cascais estreia “Camino Real” de Tennessee Williams ao ar livre 

Em cena de 7 a 20 de Agosto | 3ª feira a Domingo, às 18h00  

CAMINO REAL é uma das peças mais controversas de Tennessee Williams, não só pela estética do seu texto cénico, como também devido à critica nele implícita à ideologia dominante do imperialismo., Graça P. Corrêa – versão e dramaturgia da produção.

 

Créditos: Ricardo Rodrigues.

 

 

Elenco: Francisco Monteiro Lopes, João Pecegueiro, Leando Paulín, Luiz Rizo, Renato Pino, Rodrigo Cachucho, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real e os alunos finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais (ver elenco completo no fim do texto) 

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Com uma reinvenção e adaptação constantes a esta nova fase de pandemia mundial, o Teatro Experimental de Cascais estreia a sua segunda produção em menos de um mês, desta feita com uma proposta num palco diferente, para um programa de fim de tarde de Verão em total segurança e ao ar livre. “Camino Real”, de Tennessee Williams, estará em cena de 7 a 20 de Agosto, no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona, em Cascais, com entrada de público pelo portão da Casa Museu Condes de Castro Guimarães. É também aqui que funcionará a bilheteira, de Terça-feira a Domingo, das 15h00 às 18h00. Esta produção conta, no elenco, com a participação de 40 alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, 33 deles finalistas. 

Embora o tempo histórico de Camino Real nunca seja enunciado pelo autor, “torna-se evidente que a peça alude à sociedade ferozmente capitalista dos EUA” (algures nos anos 30), começa por explicar Graça P. Corrêa. A acção acontece “numa atmosfera opressiva de uma pequena aldeia sob um regime militar autoritário, [com] personagens como Marguerite Gautier (do romance e peça de teatro A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho), Dom Quixote e Sancho Pança (do romance de Cervantes), a cigana Esmeralda (do romance Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo) e o Barão de Charlus (do romance Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust)” a interagir com “figuras históricas reais, tais como o poeta Romântico Lord Byron e o famoso libertino Giacomo Casanova.”, contextualiza. 

Desta forma, torna-se desafiante definir o género do texto, que foge ao drama psicológico convencional de Tennessee Williams. Quem o diz é Graça P. Corrêa, que o enquandra como uma obra “permeada de um onirismo poético muitas vezes próximo do surrealismo, do absurdo e do expressionismo”. Nesta produção do Teatro Experimental de Cascais, como versão base é usada a segunda do dramaturgo, publicada em 1953 (Camino Real havia tido uma primeira composição em 1946), em que os elementos ficcionais do primeiro texto surgiram mais completos e encorajados. 

“Todos os anos apresentamos uma produção com os finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais, e este não poderia fugir à regra. Fazêmo-lo ao ar livre, mais tarde do que o habitual, mas com a certeza, desde o início, de não deixar para trás esta tradição anual. É muito importante o regresso e o apoio de todos nesta nova fase e, por isso mesmo, também adaptámos o contexto e apresentamos este “Camino Real” numa atmosfera completamente diferente e também desafiante para todo o elenco e produção, para podermos também oferecer uma proposta diferenciada ao público. Neste momento, e em ensaios há várias semanas, estamos ansiosos por mais esta estreia, a segunda em menos de um mês, que conta com verdadeiras revelações dos nossos alunos, ao lado de um elenco experiente que aporta muito valor ao resultado final”, refere Fernando Alvarez, responsável de Programação, Cenografia e Figurinos do Teatro Experimental de Cascais.  

Com encenação de Carlos Avilez, e versão de Graça P. Corrêa, esta história garante um programa familiar diferente, numa proposta cultural descontraída e extremamente enriquecedora para todas as idades. 

Ideal para um final de tarde em família, esta peça é recomendada para maiores de 12 anos e estará em cena, no Parque Marechal Carmona (entrada pela Avenida Rei Humberto II de Itália, Museu Condes de Castro Guimarães), de 7 a 20 de Agosto, todas as semanas de Terça-feira a Domingo, às 18h00. Para informações e/ou reservas: 214 670 320 | 968 780 966. 

 

CAMINO REAL 

de TENNESSEE WILLIAMS 

CAMINO REAL 

de TENNESSEE WILLIAMS 

versão | dramaturgia GRAÇA P. CORRÊA 

encenação CARLOS AVILEZ 

cenografia | figurinos FERNANDO ALVAREZ 

coreografia NATASHA TCHITCHEROVA 

canto e voz ANA ESTER NEVES 

desenho de som HUGO NEVES REIS 

assistência de encenação RODRIGO ALEIXO 

direcção de montagem MANUEL AMORIM 

montagem RUI CASARES 

mestra de guarda-roupa ROSÁRIO BALBI 

execução de guarda-roupa  LUÍSA NOGUEIRA, MILA CUNHA  

fotografias de cena RICARDO RODRIGUES 

produção RAUL RIBEIRO  

secretariado MARIA MARQUES  

contabilidade ANA LANDEIROTO  

assistência de figurinos, adereços e maquilhagem RICARDO REIS  

assistência ao espectáculo DAVID BALBI, SOFIA RAMOS  

manutenção de guarda-roupa CLARISSE RIBEIRO  

interpretação FRANCISCO MONTEIRO LOPES, JOÃO PECEGUEIRO, LEANDRO PAULÍN, LUIZ RIZO, RENATO PINO, RODRIGO CACHUCHO, SÉRGIO SILVA, TERESA CÔRTE-REAL 

e ANA GARCIA, BALTASAR MARÇAL, BEATRIZ DOMINGUES, CAROLINA FERRÃO, DAMIAN IACOB, DANIELA D’OR, DIOGO GUIMARÃES, DIOGO LETRA, DIOGO NUNES, FRANCISCA PORTELA, GABRIELA NEVES, INÊS SARAMAGO, INÊS PROENÇA, INÊS RIBEIRO, IZABELA REIS, JAIME GAMBOA, LARA SANTOS, LARA SOARES, LEANDRO DA COSTA, MARCO SÁ PEDROSO, MARIA ALMEIDA, MARIA FONSECA, MARIANA LOPES, MATILDE GRAÇA, NUNO PERESTRELO, RITA ROQUE, ROSANA MARINHO, SAMANTA CORREIA, SARA JORGE, SOFIA MORAIS, SUSANA LUZ, TÂNIA FERREIRA, TOMÁS CANTEIRO 

finalistas da ESCOLA PROFISSIONAL DE TEATRO DE CASCAIS 

CAROLINA FARIA, GONÇALO ALMEIDA, IRIS CAÑAMERO, LAURA BAPTISTA, RIVANIA SARAIVA, RODRIGO SILVA 

alunos da ESCOLA PROFISSIONAL DE TEATRO DE CASCAIS 

FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA ALARGA O CICLO DE VISITAS GUIADAS AO MOSTEIRO DE SANTA MARIA SCALA COELI

Revelado o grande interesse do público pelo Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli e a enorme adesão ao programa, a Fundação Eugénio de Almeida aumenta o número de visitas guiadas permitindo que mais pessoas conheçam um lugar único, de grande valor histórico e simbólico para a cidade de Évora e para o país, num compromisso de partilha da cultura, do património e de descoberta da espiritualidade cartusiana.

 

O ciclo de visitas decorrerá entre 15 de agosto e 20 de setembro, todos os sábados e domingos. A participação é gratuita mediante inscrição prévia, através do formulário disponibilizado todas as quartas-feiras no siteda Fundação Eugénio de Almeida, que permite a marcação para o fim de semana imediatamente mais próximo.

 

Novas datas:

  • 15 de agosto | 8h
  • 16 de agosto | 8h
  • 23 de agosto | 8h
  • 29 de agosto | 8h
  • 30 de agosto | 8h
  • 6 de setembro | 19h
  • 12 de setembro | 8h
  • 13 de setembro | 8h
  • 20 de setembro | 19h