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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Storytelling" é tema de formação na Biblioteca de Loulé com Clara Haddad

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A Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, irá receber a formação “Storytelling - A Arte de Encantar com Palavras”, no dia 16 de março, sábado, dinamizada por Clara Haddad.

Qual é a importância de contar histórias no século XXI? Os contos continuam a ser um meio de transmissão de afetos e valores importantes para pessoas de todas as idades?

Nesta formação pretende-se desenvolver um trabalho com apontamentos práticos, permitindo, assim, esclarecer dúvidas frequentes em relação à escolha das histórias dentro da faixa etária e interesses das crianças, jovens e adultos.

Serão abordadas algumas temáticas: O que é Storytelling? Quais os diferentes contextos na arte de narrar. Como contar? O que é mais importante na narrativa? Sugestões de histórias conforme o espaço e o público. Quais os recursos que podemos usar para contar histórias; a diferença entre contar uma história e ler uma história; como fazer uma boa seleção de livros. Também serão abordadas a expressão corporal e a voz na narração; a estrutura do conto; o conto popular e o conto de autor; preparação de uma sessão de histórias.

Com exercícios individuais e em grupo, pretende-se explorar as qualidades de cada participante enquanto narrador e desenvolver as suas competências na arte de contar histórias.

Esta iniciativa tem como público-alvo maiores de 18 anos.

A entrada é gratuita mas é necessária inscrição prévia através do telefone 289 400 850 ou endereço eletrónico biblioteca@cm-loule.pt. As vagas são limitadas. Confere-se diploma de participação.

CML/GAP /RP

Fevereiro no Museu Coleção Berardo

Exposições temporárias

WAIT
Até 14 de abril.

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Saudade, China e Portugal – Arte Contemporânea
Até 10 de fevereiro.

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Quel Amour!?
Até 17 de fevereiro.

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Purple
de John Akomfrah.
Até 10 de março.

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Exposição permanente

Coleção Berardo (1900-1960)

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Programação de encerramento da exposição Quel Amour!?

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Conversa / mesa redonda: Falem-nos de Amor
Oradores: Éric Corne, José Gameiro, Marta Crawford, Rita Lougares. Moderador: Fabrícia Valente.
16 de fevereiro, sábado | 16h00 | Entrada gratuita.

 

Visitas à exposição Quel Amour!?

Visita geral à exposição Quel Amour!?
3, 10 e 17 de fevereiro, domingos | 16h00 | Sem marcação prévia | Participação gratuita, mediante aquisição de bilhete de entrada no Museu.

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Fogo que arde sem se ver
Visita temática à exposição Quel Amour!? | 9 de fevereiro, sábado | 16h00 | Sem inscrição prévia | Entrada e participação gratuitas.

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All you need is Love / Tudo o que é preciso é Amor
Visita temática à exposição Quel Amour!? | 16 de fevereiro, sábado | 15h00 | Sem inscrição prévia | Entrada e participação gratuitas.

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Visita à exposição WAIT

A Máquina do Tempo
Visita temática em torno da exposição WAIT | 23 de fevereiro, sábado | 16h00 | Sem marcação prévia | Entrada e participação gratuitas.

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Púrpura imagem para o futuro
Visita temática à exposição Purple, de John Akomfrah | 23 de fevereiro, sábado | 16h00 | Sem inscrição prévia | Entrada e participação gratuitas.

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Outras atividades em fevereiro

Todas as cartas de amor são ridículas

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Atividade contínua em torno da exposição Quel Amour!? | 2, 9 e 16 de fevereiro, sábados | 15h00-18h00 | Sem inscrição prévia | Entrada e participação gratuitas.

 

O futuro é um filme incerto

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Atividade contínua em torno da exposição temporária Purple de John Akomfrah.
23 de fevereiro, sábado (entrada e participação gratuitas), e domingos (participação gratuita, mediante aquisição de bilhete de entrada no Museu) | 15h00-18h00 | Sem marcação prévia.

 

Tratado do Tempo: ciclo de conversas temáticas em torno da exposição Purple


1.ª sessão: Alegoria.
24 de fevereiro, domingo | 16h00 | Sem marcação prévia | Participação gratuita, mediante aquisição de bilhete de entrada no Museu.

 

CCB | Moving Constructions > Workshop > dia 20 de fevereiro das 17:00 às 20:00 , na Garagem Sul, Exposições de Arquitetura do CCB

Moving Constructions 
Workshop

20 FEV 17H às 20H GARAGEM SUL 

Por ocasião da exposição Construções em Movimento: Filmes do Arquivo de Arquitetura do gta / ETH Zurique, patente na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém de 19 de fevereiro a 26 de maio.

Uma sessão de trabalho e debate em torno do estatuto do filme e dos modos de produção da história nos arquivos de arquitetura. Com a participação de Tiago Baptista, Véronique Boone, Francisco Ferreira, Mélanie van der Hoorn, Andreas Kalpakci, Jacqueline Maurer, Joaquim Moreno, Daniela Ortiz dos Santos, François Penz, André Tavares e Filine Wagner.

Entrada livre com inscrição até 15 de fevereiro para garagemsul@ccb.pt.

 

O workshop será conduzido em inglês.

 

Organização: Garagem Sul + Lab2PT, Laboratório de Paisagens, Património e Território
Comissário: André Tavares
Curadores: Andreas Kalpakci, Jacqueline Maurer, Daniela Ortiz dos Santos
Colaboração: gta Institute at ETH Zurich
Apoio: Swiss Arts Council Pro Helvetia

Futuro Doméstico Primitivo | O mundo de Sou Fujimoto em exposição no Museu do Oriente

“Futuro Doméstico Primitivo”

 

O mundo de Sou Fujimoto em exposição no Museu do Oriente

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Uma arquitectura inspirada na ideia de floresta, que se mostra através de um percurso sinuoso com núcleos que replicam o jogo de escalas e volumetrias característico da obra de Sou Fujimoto, é a premissa da exposição “Futuro Doméstico Primitivo” que o Museu do Oriente inaugura no dia 21 de Fevereiro, às 18h30.

 

Comissariada por João Almeida e Silva, arquitecto e investigador que contactou de perto com a obra de Fujimoto, em cujo ateliê estagiou ao abrigo de uma bolsa da Fundação Oriente em 2013, esta exposição procura reconduzir o público às origens do espaço construído, partindo de uma selecção de 14 casas projectadas e construídas em território nipónico, apresentadas através de plantas de grandes dimensões, maquetas, vídeos e fotografias.

 

“Futuro Doméstico Primitivo” incide sobre a concepção do habitar explorada por aquele que é um dos mais influentes arquitectos japoneses da sua geração, com especial enfoque no modo flexível como este actua através das diversas escalas, afirmando a pluralidade da actividade humana e a diversidade espacial daí decorrente, dando a conhecer a esfera do privado japonês.

 

Edifícios de assinalável rigor geométrico, espacial e construtivo diluem a percepção da escala dos objectos, dos seus limites e respectivos usos, procurando conformar, assim, uma arquitectura ligada à história primordial da humanidade, definindo um futuro primitivo.

 

Ao investigar a relação mais íntima do indivíduo com o espaço que habita, e consequentes relações deste com o contexto, as construções daqui resultantes potenciam novas noções de natureza e outras formas de ambiente construído (a casa como cidade e a cidade como casa), tornando o habitante em elemento orgânico desta concepção do ambiente doméstico.

 

Explorando gradações onde, no Ocidente, se encontram tradicionalmente oposições (transparência/opacidade, interior/exterior, luz/sombra), este enquadramento conceptual é particularmente operativo nos projectos de âmbito residencial, onde a casa se assume simultaneamente elemento singular (árvore-casa) e parte interactiva de um todo plural (floresta-cidade), onde materiais, mobiliários e fachada se encontram organicamente ligados.

 

Sou Fujimoto (Hokkaido, 1971) é licenciado em Arquitectura pela Universidade de Tóquio. Fundou o seu ateliê - Sou Fujimoto Architects – em 2000, onde desenvolve um trabalho de cunho pessoal, paradigmático no contexto da história da Arquitectura e que rompe com princípios e métodos habituais da disciplina. Inspirada pela cultura tradicional japonesa, e pela cidade de Tóquio, a sua prática projectual está fortemente marcada pelas ideias de cidade-floresta e edifícios-árvore. Defende o retorno à origem do espaço construído, a uma arquitectura que nos reconduza ao primitivo, à gruta, à inversão criativa (creative miscronstruction), como ponto de partida para chegar ao futuro, a uma prática constructiva morfologicamente complexa e variada, à semelhança de uma floresta e das suas árvores que, apesar de entidades singulares e distintas, se organizam numa rede de co-relações e interdependências. Uma arquitectura que espelhe a árvore e a floresta, promove simultaneamente a autonomia de cada elemento e a integração da complexidade social na cidade. Entre os seus projectos mais icónicos encontram-se o Serpentine Gallery Pavillion (Londres), L’Arbre Blanc (Montpellier) e House NA (Tóquio).

 

A exposição está patente até 26 de Maio.

 

Exposição “Futuro Doméstico Primitivo” - Sou Fujimoto

Inauguração | 21 Fevereiro | 18.30

Até 26 Maio

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

"Três Embaixadas Europeias à China" em conferência no Museu do Oriente

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Pacheco de Sampaio na China dos Qing

 

O Museu do Oriente organiza um ciclo de conferências em torno da exposição “Três Embaixadas Europeias à China”, com a primeira a realizar-se a 25 de Janeiro, às 18h00, com entrada gratuita, sobre o percurso de Pacheco de Sampaio na China dos Qing.

 

Numa sessão intitulada “Num mundo diferente: Pacheco de Sampaio na China dos Qing (1752-1753)”, o historiador António Vilhena de Carvalho regressa aos tempos de uma Europa ainda à procura da Ásia, em novos moldes e com novos protagonistas. Um mundo em que já participam activamente a América e África, graças a novos caminhos marítimos, mais largos e mais rápidos. Um mundo no qual se começam a descortinar já as grandes mudanças que a Revolução Científica e a Revolução Industrial iriam trazer à escala global, às quais a China da dinastia Qing não foi impermeável, como muitos ainda julgam. Este mundo que levou a embaixada de Francisco Pacheco de Sampaio ao Imperador Qianlong, da dinastia Qing, em 1752, numa altura delicada para os interesses portugueses em Macau e na China.

 

António Vilhena de Carvalho é doutorando pela Universidade Católica Portuguesa (PiudHist, Programa Interuniversitário de Doutoramento em História) e possui um mestrado em Estudos Asiáticos e uma licenciatura em Direito pela mesma universidade. Os seus trabalhos de investigação actuais centram-se sobre a China das primeiras décadas do século XX e sobre a imagem que ela projecta, à época, em países como Portugal e o Reino Unido.

 

As próximas sessões são dedicadas aos temas “O primeiro embaixador europeu à China Ming: Tomé Pires (1517-1577)”, por Jorge dos Santos Alves (22 Fevereiro) e “A Europa e a Pax Mongólia. A embaixada de Frei Lourenço de Portugal (1245)”, com Ana Cristina Costa Gomes (29 Março).

 

Ciclo de Conferências “Três Embaixadas Europeias à China”

25 Janeiro, 22 Fevereiro, 29 Março

18.00

Entrada gratuita

 

25 Janeiro

“Num mundo diferente: Pacheco de Sampaio na China dos Qing (1752-1753)”

António Vilhena de Carvalho

 

22 Fevereiro

“O Primeiro embaixador europeu à China Ming: Tomé Pires (1517-1577)”

Jorge dos Santos Alves

 

29 Março

“A Europa e a Pax Mongólica. A embaixada de Frei Lourenço de Portugal (1245)”

Ana Cristina Costa Gomes

 

MAIA JARDIM ASSINALA CENTENÁRIO DO ESCRITOR PAPINIANO CARLOS

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  • Exposição “Papiniano Carlos – Escritor Insubmisso”

 

No passado dia 5 de dezembro de 2018, o poeta Papiniano Carlos alcançaria o marco dos 100 anos. Tendo passado grande parte da sua vida na Maia, o Centro Comercial Maia Jardim homenageia o escritor e inaugura, no dia de 4 fevereiro,  a exposição “Papiniano Carlos – Escritor Insubmisso”.

 

Com a colaboração da Biblioteca Municipal da Maia, a exposição no Centro Comercial Maia Jardim reaviva a memória do escritor ao mostrar, até ao dia 3 de março, os trabalhos desta que foi uma das vozes mais singulares na literatura para a infância. Em 1962 publicou "A Menina Gotinha de Água", o livro infantil que se tornou no seu maior êxito editorial e que influenciou a renovação deste género literário, sobretudo na sua função educativa. Papiniano Carlos, que editou obras infantis, poesia, dramartugia e ainda de ficção, é até hoje uma figura de referência na história da cidade.

O Centro Comercial Maia Jardim aposta continuamente numa estratégia de diversificação e de aposta em eventos capazes de trazer aos seus visitantes uma oferta cada vez mais vasta de experiências únicas.

 

Entrada: Gratuita

Horário: Domingo a Quinta-feira e Feriados 08h30 às 23h00

Sexta, sábado e vésperas de feriado 08h30 às 24h00

Local: Centro Comercial Maia Jardim

 

 

Sobre o autor

Papiniano Manuel Carlos de Vasconcelos Rodrigues, nasceu em Lourenço Marques a 9 de novembro de 1918. Aos 10 anos veio com a mãe para o Porto e depois para a Maia, tendo frequentado os estudos secundários no Liceu Alexandre Herculano e ingressado na universidade.

Em 1942 publica "Esboço", um livro de poesia que constitui a sua primeira obra editada. Em 1946 sai "Estrada Nova" – Caderno de Poemas (com a particularidade de a capa ser de Júlio Pomar) e que teve muita aceitação pelo público e pela PIDE, já que esta a apreendeu pouco depois de publicada. Começa aqui uma espécie de jogo do gato e do rato entre publicação e apreensão. À escrita, ao ativismo político e à intervenção cívica junta-se a atividade cultural, tendo sido, por exemplo, colaborador das revistas "Seara Nova" e "Vértice" e dirigente do Círculo de Cultura Teatral do Teatro Experimental do Porto. Em 1962 publicou "A Menina Gotinha de Água", livro de literatura infantil que se constitui no seu maior êxito editorial e que é uma das grandes responsáveis pela renovação deste género literário, sobretudo da sua função educativa. Entre outros livros, distribuídos pela Poesia, pela Dramaturgia e pela Ficção, publicou: Mãe Terra (poemas, 1948); As Florestas e os Ventos – contos e poemas (1952); A rosa nocturna (crónicas, 1961); A ave sobre a cidade (poemas, 1973), O rio na Treva (romance, 1975) e A Memória com Passaporte: Um tal Perafita na ‘Casa del Campo’ (memórias, 1998). Para a infância e juventude escreveu ainda: Luisinho e as andorinhas (1977), O grande lagarto da pedra azul (1989) e A Viagem de Alexandra (2008). Faleceu em Pedrouços, Maia, a 5 de dezembro de 2012.

 

 

“Tertúlias no Convento” abordam “Memórias” da CUF/Quimigal do Barreiro

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“Memórias da CUF”, a 28 de janeiro, pelas 15h00, no Convento da Madre de Deus da Verderena, no Barreiro, é o tema da primeira das várias “Tertúlias no Convento” agendadas para os próximos meses. Leal da Silva, engenheiro, com um vasto currículo académico, ligado à Companhia União Fabril/Quimigal, será o convidado da sessão. Com entrada gratuita, esta programação tem como mote “Ao Encontro de…”.

 

Programação para o primeiro trimestre de 2019: 

JANEIRO – “Memórias da CUF”

Convidado: Leal da Silva

28/01/2019 – 15h00

 

FEVEREIRO “E o Tejo aqui tão perto”

Convidada: Lina Soares

25/02/2019 – 15h00

 

MARÇO – “A Odisseia da Pesca do Bacalhau”

Convidada: Elvira Carvalho

25/03/2019 – 15h00

 

Fundação AFID Diferença inaugura exposição ‘Quatro ao Quadrado’

Exposição acontece em parceria com as instituições AMORAMA, CERCIAMA e RECOMEÇO

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 A Fundação AFID Diferença, que apoia jovens com deficiência, crianças e idosos no concelho da Amadora, inaugura no próximo sábado, dia 26 de janeiro, a primeira exposição artística do ano. A exposição ‘Quatro ao Quadrado’ é uma partilha de experiências em conjunto com as associações AMORAMA, CERCIAMA e RECOMEÇO, que ficará patente na galeria Artur Bual na Amadora, até 24 de fevereiro. 


À semelhança do que aconteceu no ano passado, a Fundação AFID Diferença inaugura no próximo dia 26 de janeiro, na Galeria Artur Bual, a primeira mostra artística de 2019, uma exposição partilhada com as instituições de solidariedade social do concelho da Amadora a AMORAMA, CERCIAMA e a RECOMEÇO.
 
As instituições juntam-se numa só exposição que procura mostrar a aposta na expressão artística como forma de beneficiar o bem-estar das pessoas com doença ou deficiência mental e de as ajudar por forma a conhecer a sua verdadeira identidade, estabelecendo um território de igualdade nas obras que resultam desta prática
 
“Não é preciso saber resolver equações para pintar um quadro, mas a verdade é que pode dar muito jeito. A matemática está presente em qualquer ato criativo, por mais livre e caprichoso que ele aparente ser. E é por entendermos isto que sorrimos ao depararmo-nos com o título desta mostra: Quatro ao Quadrado (42) é uma conta simples, mas complexa”, explica o monitor do Atelier de Pintura da Fundação AFID Diferença, Nuno Lacerda.
 
“Quatro ao quadrado (42) não é uma soma, é uma multiplicação, uma combinação exponencial de vontade e talento. E se o cálculo parece evidente a quem domina o campo das ciências exatas, deixemo-nos a desfrutar o momento em que não sabemos ainda o que esperar, ou quantas histórias e vidas se escondem sob a frieza nua dos números”, acrescenta.
 
A par de quatro eventos que terão lugar durante a exposição ao longo do mês de fevereiro, reuniram-se ainda as condições para concretizar uma ideia nascida do primeiro encontro: a elaboração de um painel coletivo com autores das diferentes casas. Esta será também a primeira participação do Atelier de Costura da Fundação AFID Diferença. 
  
Esta exposição é o arranhar da superfície num mundo de sonhos que quer brotar de cada artista. Cabendo ao espetador o gesto de se debruçar e alegrar com cada um.
 
A exposição coletiva será inaugurada a 26 de janeiro, sábado, e ficará patente até 24 de fevereiro na Galeria Artual Bual, na Amadora.


Sobre a Fundação AFID Diferença:  


A AFID – Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência celebrou em 2018 33 anos de existência. Ao longo do seu vasto percurso criou também a Fundação AFID Diferença, que por sua vez comemorou 11 anos, uma instituição particular de solidariedade social que se dedica a iniciativas de reabilitação, educação, formação e inserção socioprofissional de pessoas com deficiência. Desenvolve igualmente um conjunto de atividades de apoio à comunidade e serviços de proximidade nos domínios da assistência e solidariedade social, apoio à infância e à terceira idade. É a primeira Instituição da área social, em Portugal, certificada pelas Normas ISO 9001:2008, pela Marca ISS, Nível A e pelo EQUASS Excellence.   

Atualmente, a AFID, na sua globalidade, atende perto de 1500 pessoas – Infância (AFIDKIDS), Pessoas com Deficiência (AFIDREAB) e Pessoas Idosas (AFIDSÉNIOR) - e para as quais trabalham diariamente 211 colaboradores. Trata-se de uma das principais instituições sociais do país – pela dimensão, abrangência e complementaridade dos seus serviços e, sobretudo, pela qualidade impressa na gestão e intervenção técnica. A AFID enquanto associação de famílias mantém o seu objetivo ao nível da representação dos direitos das famílias e das pessoas com deficiência.