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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“BORA LÁ AO PARQUE!” É A PROPOSTA DO MUNICÍPIO DE LOULÉ PARA ESTE SÁBADO

 

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O Grupo de trabalho da Rede Municipal de Loulé “Cidade Educadora”, com a colaboração da Autarquia, organiza no próximo sábado, 28 de maio, a 4ª edição do “Bora lá ao Parque!”.

Iniciativa que tem como objetivo promover o convívio entre as diferentes faixas etárias da população, o “Bora lá ao Parque!” leva ao Parque Municipal de Loulé - um dos principais espaços verdes urbanos do concelho - um programa diversificado de atividades sociais, desportivas e culturais, ao longo do dia, entre as 10h00 e as 17h00.

Teatro de marionetas, uma aula de Chi Kung, leitura de um livro dedicado às alterações climáticas, atividades de socorrismo, yoga para bebés, râguebi, jogos tradicionais, peddy-paper ambiental ou declamação de poesia infantil são algumas das atividades previstas.

Uma vez que este evento constitui-se também como um momento de partilha, neste dia o Parque será ainda palco da apresentação de alguns projetos sociais do concelho, como é o caso do “Marmitando”, iniciativa da Autarquia de promoção da alimentação saudável; do “Circuito dos Sentidos”, promovido pela Unidade de Cuidados na Comunidade Gentes de Loulé, uma experiência que pretende aumentar a literacia em saúde na população e refletir sobre a  inclusão de pessoas com alterações nos seus sentidos; a “Escola Segura”, um programa especial de policiamento nas imediações das escolas coordenado pela GNR; os “Encontros Comunitários do Brincar”, do projeto Famílias Up, iniciativa de capacitação parental; ou os “Jogos Com’Viver” (jogos sobre competências sociais), do Espaço K,  um centro de capacitação juvenil e desenvolvimento comunitário.

Todo o programa disponível em www.cm-loule.pt

CML/GAP /RP

Visitas ao Centro Histórico e Castelo de junho esgotadas - participe a 3 de julho!

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As Visitas Guiadas ao Centro Histórico e ao Castelo de Palmela marcadas para 4 junho já têm lotação esgotada, mas ainda pode inscrever-se para participar nas de dia 3 de julho!

A visita ao Centro Histórico tem início às 9h30, com ponto de encontro junto ao Chafariz de D. Maria I, seguindo-se a visita ao Castelo, às 11h30, com início na Praça de Armas. A atividade, organizada pelo Município, é orientada por António Lameira, Voluntário do Museu Municipal de Palmela, e tem a duração de 1h30 (em cada período).

A participação é gratuita, mediante inscrição até às 12h00 da antevéspera do dia da visita, através dos contactos: 212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt. Participe e aproveite esta oportunidade privilegiada para conhecer melhor o património cultural da vila de Palmela!

 

Próximas Visitas Guiadas 2022

 

- 3 de julho

- 6 de agosto

- 3 de setembro

- 2 de outubro

- 5 de novembro

- 3 de dezembro

Visitas Encenadas ao Castelo de Palmela regressam em junho - inscreva-se!

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Com o aproximar do verão, estão de volta as Visitas Encenadas ao Castelo de Palmela, promovidas pelo Município. A primeira realiza-se já no dia 1 de junho, integrada no programa comemorativo do Dia Mundial da Criança, decorrendo depois mensalmente, até setembro.

Sempre com ponto de encontro às 20h30, na Igreja de Santa Maria, no interior do Castelo, estas Visitas são acompanhadas por personagens de época, que orientam o olhar das/os participantes para a história e pormenores deste importante monumento, à medida que o sol se põe no horizonte.

Com 1h30 de duração, têm participação gratuita, mediante inscrição até às 12h00 da antevéspera do dia da visita (mínimo de 10 e máximo de 25 participantes). Mais informações e inscrições: patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou 212 336 640.

 

Visitas Encenadas 2022

 

- 1 de junho

- 2 de julho

- 27 de agosto

- 17 de setembro

ARENA SHOPPING, SPACIO SHOPPING E BRAGA PARQUE CELEBRAM DIA DA CRIANÇA

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Nos próximos dias 1, 4 e 5 de junho, o Spacio Shopping, nos Olivais, o Arena Shopping, em Torres Vedras, e o Braga Parque, em Braga, prepararam uma série de atividades gratuitas especialmente dedicadas aos mais pequenos.

 

O Spacio Shopping vai celebrar o Dia Mundial da Criança com pinturas faciais, das 15h00 às 19h00 no dia 1 de junho, no piso 0, onde será possível escolher pinturas com heróis, animais, princesas, ou qualquer outra personagem. 

 

No dia 4 de junho, o Braga Parque vai receber um concerto muito especial do Avô Cantigas, parte do imaginário infantil há mais de 30 anos, para animar pais e filhos. O espetáculo inicia-se às 15h, na escadaria central do Braga Parque, e promete ser um momento inesquecível.

 

Já nos próximos dias 4 e 5 de junho, das 12h às 19h, no piso 2, o Arena Shopping vai promover dois dias onde se esperam horas de diversão, com os mais pequenos a poderem fazer pinturas faciais e a brincar na piscina de bolas (até aos 5 anos).

50 anos do ISEL em Marvila celebrados com exposição sobre a sua história

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Celebrando 50 anos de atividade no seu campus em Marvila, o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) inaugura uma nova exposição onde conta a história da sua construção, os projetos e a conjuntura do ensino à data. “ISEL 50 anos em Marvila: memórias da sua construção” é composta por posters, fotografias e documentos de arquivo, é aberta ao público e está patente no átrio principal do Instituto.

 

Com mais de 100 anos de atuação nos domínios do ensino, da formação profissional e da investigação, e uma forte ligação à indústria e serviços, o ISEL está instalado na freguesia de Marvila desde 1970. Esta exposição relata a história da construção do campus do Instituto Industrial de Lisboa (IIL), antecessor do ISEL, e explica por que razão foi construído neste local, os projetos, os custos, como foi equipado, quais as perspetivas para o ensino e ainda os problemas vividos pelos seus alunos.

 

Para José Nascimento, presidente do ISEL, «esta exposição assinala um marco fundamental na história do ISEL e um acontecimento determinante para o desenvolvimento da escola e da engenharia no país. Aqui encontramos relatados os antecedentes e o processo da construção deste campus, o contexto da sua implementação em Marvila, o equipamento com o qual entrou em funcionamento e o agitado início das aulas.»

 

Aproveitando a inauguração e invocando o subtítulo “Memórias da sua construção”, o presidente do ISEL falou sobre «diversos projetos, alguns já concluídos, outros em curso e outros ainda em fase de desenvolvimento, que têm sido levados a cabo no sentido de transformar o edificado à luz dos novos paradigmas: o conforto da comunidade, a eficiência energética, a transformação digital e a gestão eficiente dos recursos, assente na responsabilidade ambiental e social.»

 

A exposição "ISEL 50 anos em Marvila: memórias da sua construção" foi inaugurada pelo presidente do ISEL, José Nascimento, pela vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, Filipa Roseta, e pela vice-presidente do Instituto Politécnico de Lisboa, Maria João Escudeiro.

 

Patente no átrio principal do edifício P, a exposição é aberta ao público e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 9h e as 21h, e aos sábados entre as 9h e as 13h.

 

Eternal Forest Exposição a solo por Evgenia Emets

Eternal Forest
 
Exposição a solo por Evgenia Emets
 
2 de junho – 2 de julho 2022
 

Universidade de Lisboa
 
MUNHAC-ULisboa, Museu Nacional de História Natural e da Ciência
 
Programa
 
Inauguração
 
2 de junho entre as 17.00 – 20.00
 
Eternal Forest Filme
 
7 de junho das 17.30h às 20h
 
Performance no Jardim Botânico de Lisboa
 
4, 10, 11, 17 de junho das 15h às 17h
 
Finissage & Apresentação do Livro
 
30 de junho das 17h às 20h
 
 
 
A exposição “Eternal Forest” no MUNHAC-ULisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim Botânico de Lisboa, da Universidade de Lisboa, apresenta obras do projeto “Eternal Forest” de 2018 e 2022, pela primeira vez exibida em conjunto em Portugal.
 
Evgenia é uma artista que trabalha para conciliar, curar e aprofundar a relação humana com a natureza através de obras visuais, filmes e intervenções ecológicas. Ela tem vindo a trabalhar no “Eternal Forest” desde que se mudou para Portugal, do Reino Unido em 2017. Depois de testemunhar as consequências dos incêndios, decidiu começar a trabalhar com florestas e comunidades para entender as raízes da questão da desflorestação em Portugal.
 
“Eu experienciei o desastre ambiental mais chocante que testemunhei na minha vida – as consequências dos devastadores incêndios florestais de 2017, com quilómetros e quilómetros de restos carbonizados de árvores que marcavam os estragos sofridos pela terra. Uma paisagem sobrenatural de devastação criada pelos incêndios que varreram as intermináveis plantações de eucaliptos que invadiram o interior português. Florestas queimadas, jardins e aldeias. Vidas humanas, vegetais e animais perdidas”.
 
Desde então, através de poesia, conto de histórias, trabalhos visuais e filmes, Evgenia tem vindo a trabalhar na consciencialização sobre os valores tangíveis e intangíveis das florestas naturais biodiversas. Deste trabalho surgiu uma visão para a criação de 1000 santuários de “Eternal Forest” em todo o mundo que através da arte apoiam e protegem a biodiversidade e conectam a floresta às comunidades locais.
 
 
A exibição “Eternal Forest” inclui o ciclo de obras “Eternal Forest” de 2018: filme “Eternal Forest”, série de obras visuais e livro de artista, os ciclos de obras de 2019: “Eternal Forest Manifesto Scroll”, filme “Eternal Forest Manifesto” o livro da artista. Evgenia irá criar uma nova instalação e uma performance artística site-specific como resultado da sua pesquisa no Jardim Botânico de Lisboa sobre histórias de sementes e árvores, inspirados pelas histórias das árvores e os usos nas culturas indígenas.
A exibição terá lugar no Laboratório de Química Analítica. Um catálogo da exposição com novas obras será publicado e apresentado na finnisage no dia 30 de junho.
 
Para se inscrever para as performances e exibição dos filmes, envie um e-mail para geral@museus.ulisboa.pt
 
Exposição aberta de terça a domingo, das 10.00 às 17.00
 
 

A Fundação ”la Caixa” apresenta em Vila Nova de Gaia a exposição Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar. Georges Méliès e o cinema de 1900

Exposição Georges Méliès e o cinema de 190

  • Em colaboração com a Cinémathèque Française, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, o Cais de Gaia e o BPI, a exposição, apresentada pela primeira vez em Portugal, aborda o contributo de Georges Méliès para a sétima arte.

 

  • O cineasta francês foi ilustrador, mago, encenador, ator, cenógrafo e técnico de cinema, além de produtor, realizador e distribuidor de mais de 500 filmes entre 1896 e 1912. Reinou no mundo do género fantástico e da trucagem cinematográfica durante quase vinte anos, para depois cair no esquecimento e na ruína financeira, levando-o a destruir os negativos de todos os seus filmes.

 

  • A exposição pode ser vista num inovador formato itinerante que, num espaço de 200 metros quadrados, transporta os visitantes para o ambiente do início do século XX para assim poder explicar-lhes o nascimento do cinema como fenómeno popular.

 

  • A exposição inclui reproduções de aparelhos, maquetes, objetos da época e cópias de fotografias, assim como a projeção de vários filmes, com especial destaque para Le voyage dans la Lune (1902).

 

 

Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar. Georges Méliès e o cinema de 1900. Datas: de 18 de maio a 11 de junho de 2022. Local: Cais de Gaia. Organização e produção: exposição organizada pela Fundação ”la Caixa”, com a participação da Cinémathèque Française. Comissariado: Sergi Martín, guionista e escritor.

       @FundlaCaixaPT

 

 

 

Vila Nova de Gaia, 17 de maio de 2022. Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, e Artur Santos Silva, curador da Fundação ”la Caixa” e presidente Honorário do BPI, acompanhados pelo comissário da exposição, Sergi Martín,apresentaram hoje Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar. Georges Méliès e o cinema de 1900, exposição que explica o nascimento do cinema e presta homenagem àquele que foi considerado o seu primeiro ilusionista. A exposição chega a Vila Nova de Gaia graças à colaboração da Fundação ”la Caixa” com a Cinémathèque Française, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, o Cais de Gaia e o BPI.

 

No âmbito da sua programação cultural, a Fundação ”la Caixa” dedica especial atenção a manifestações artísticas fundamentais para a formação da sensibilidade contemporânea. Nesta linha incluem-se as exposições consagradas ao cinema, que, juntamente com a fotografia, é a forma de arte mais característica do século XX. Deste modo, nos últimos anos, a Fundação “la Caixa” tem dedicado exposições retrospetivas a grandes nomes do mundo do cinema, como Charles Chaplin, Federico Fellini e Georges Méliès.

 

Depois da grande retrospetiva sobre o cineasta francês, que pôde ser visitada nos últimos dois anos nos centros CaixaForum - centros culturais espalhados pelo território espanhol- a Fundação “la Caixa” apresenta agora um inovador projeto expositivo. Trata-se de uma viagem no tempo que transporta os visitantes para a época em que o cinema se transformou num espetáculo popular, devido, em grande parte, às invenções e técnicas desenvolvidas por Georges Méliès.

 

Filho de um empresário do calçado, Méliès (1861-1938) foi ilustrador, mago, construtor de artefactos, encenador, ator, cenógrafo e técnico de cinema, além de produtor, realizador e distribuidor de mais de 500 filmes entre 1896 e 1912. Reinou no mundo do género fantástico e da trucagem cinematográfica durante quase vinte anos, e o seu contributo para a sétima arte foi fundamental: introduziu o sonho, a magia e a ficção no cinema quando este apenas dava os seus primeiros passos e consistia unicamente em documentários.

 

Perante o cinema documental dos irmãos Lumière, o ato inovador de Méliès consistiu em combinar o universo de Jean-Eugène Robert-Houdin, pai da magia moderna, com a cinematografia de Marey, e em dar impulso ao cinema como espetáculo.

                                                                                                             

Como génio dos efeitos especiais, Méliès aplicou ao cinema truques de magia, pirotecnia, ilusões de ótica, deslocações horizontais e verticais, paragens de câmara, transições encadeadas, sobreposição de imagens, efeitos de montagem e de cor e a técnica da lanterna mágica, entre outros. Tudo parece ter sido inventado e utilizado por este virtuoso da técnica cinematográfica.

 

Méliès gozou de uns bons anos de glória, de extraordinária popularidade, que culminaram com a estreia, em 1902, de Le voyage dans la Lune (A Viagem à Lua), filme visto por milhões de espetadores. Infelizmente, a expansão da indústria cinematográfica e o surgimento de grandes produtoras como a Pathé e a Gaumont conduziram Méliès à ruína e ao esquecimento. Em 1923, totalmente arruinado, destruiu os negativos de todos os seus filmes e acabou a sua vida profissional a vender brinquedos na estação parisiense de Montparnasse. O jornalista Léon Druhot reconheceu-o na estação e foi então que a sua obra começou a ser valorizada e recuperada.

 

Uma viagem à época em que o cinema se transformou num espetáculo popular

 

Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar. Georges Méliès e o cinema de 1900 transporta os visitantes para um ambiente de feira no virar do século, com as suas barracas e o seu ambiente de festa. Foi precisamente neste contexto que o cinema ganhou forma como espetáculo de diversão e de emoções. E, em grande medida, foi graças a um homem, Georges Méliès, que soube entender o que as pessoas desejavam e como devia entretê-las efazê-las sonhar . Os seus filmes traçaram o caminho que os primeiros cineastas iriam percorrer na Europa e nos Estados Unidos.

 

Os diferentes espaços e recursos expositivos mostram como era o mundo e o lazer naquela época, assim como alguns dos aspetos-chave para entender a importância de Georges Méliès. A exposição inclui vários filmes de Méliès (que são complementados com uma seleção de filmes dos irmãos Lumière), peças audiovisuais, cópias de fotografias da época e reproduções de cartazes, desenhos, uma maquete do estúdio de Méliès em Montreuil e alguns objetos da época, como a pasta fantástica de Robert-Houdin, ou o cinematógrafo dos irmãos Lumière.

 

A Fundação ”la Caixa” produziu várias peças audiovisuais que ajudam a entender o mundo de Méliès e a sua influência. Destacam-se três peças que dão a conhecer a opinião de conhecidas figuras do cinema da atualidade, como os realizadores Juan Antonio Bayona e Javier Ruiz Caldera, o guionista e realizador Oriol Capel, o cenógrafo Ignasi Cristià, a crítica de cinema Desirée de Fez, o diretor de fotografia Óscar Faura, a atriz Greta Fernández, o produtor Enrique López Lavigne, o realizador de spots publicitários Fernando Mainguyague, o especialista em maquilhagem e efeitos especiais David Martí e o técnico de montagem Jaume Martí.

 

A exposição Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar. Georges Méliès e o cinema de 1900 está dividida em três partes. A primeira parte apresenta-nos o contexto de Georges Méliès, uma primeira abordagem à viragem do século e aos principais aspetos sociais, políticos e populares do mundo de 1900.

 

Do outro lado da cortina, os visitantes encontrarão a segunda parte, que apresenta o mundo de Méliès e a experiência cinematográfica propriamente dita. O ambiente de feira remete para o cinema do final do século e para a importância de Georges Méliès naqueles primeiros passos do novo espetáculo.

 

A última parte é dedicada a Le voyage dans la Lune, o primeiro filme pensado, criado e distribuído para alcançar o êxito, em 1902. Neste ponto, aprofunda-se a forma como o cinema evoluiu desde a época de Méliès e a influência deste pioneiro na criação da linguagem cinematográfica e na conceção do cinema como espetáculo popular. Explica-se igualmente a trajetória do cineasta, que acabou a sua vida profissional a explorar uma loja de brinquedos em Montparnasse, e como foi novamente redescoberto em 1926 para vir a ocupar, até aos nossos dias, o lugar de uma das figuras-chave do cinema.

 

Fundação ”la Caixa”: 40 milhões de euros para 2022

 

A Fundação ”la Caixa” iniciou em 2018 a sua implantação em Portugal, consequência da entrada do BPI no grupo CaixaBank. Em 2022, irá destinar 40 milhões de euros a projetos sociais, de investigação, educativos e de divulgação cultural e científica. A Fundação mantém o seu compromisso de alcançar um investimento de até 50 milhões de euros anuais nos próximos anos com a implementação de todos os seus programas em Portugal..

 

Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

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Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

Entre os dias 16 e 18 de setembro de 2022 irá realizar-se em Grândola, no âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto*, uma nova edição do Encontro da Canção de Protesto**.

De entre as iniciativas previstas, destacam-se desde já a apresentação da peça de cinema documental da autoria de Pedro Fidalgo designada N'Effacez Pas Nos Traces ! — Dominique Grange, Une Chanteuse Engagée (Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto), dedicada à cantora, voz do maio de 68, activista, escritora e guionista de banda desenhada, Dominique Grange, a realização de uma sessão testemunhal em que irão participar Pedro Fidalgo, Dominique Grange e o ilustrador Jacques Tardi, e a participação de Dominique Grange na sessão de canto livre que o Observatório da Canção de Protesto produz anualmente.  

O documentário supramencionado será estreado em Portugal em 12 de maio de 2022, no Cinema City Alvalade***, e terá, nesse e nos dias que sucedem, sessões de testemunho associadas. Numa dessas sessões, em 13 de maio, irão participar elementos em representação do Observatório da Canção de Protesto.

*
O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC). Os seus objectivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

 

Para saber mais sobre esta iniciativa, consultem-se os seguintes sítios em rede:

- 2019 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_10904)

- 2020 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_11263 )

- 2021 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto-de-2021-_11502 )

 

***

Texto produzido pelo realizador:

Estreia a 12 de Maio no Cinema City Alvalade o novo filme do realizador português Pedro Fidalgo intitulado N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique Grange, uma cantora de protesto.

O realizador continua a filmar a História através da canção de protesto, no seguimento do filme Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra(2014), co-realizado com Nelson Guerreiro. O realizador escolheu desta vez Dominique Grange, também ela cantora de intervenção, porque as suas canções transportam os rastos do Maio de 68 até aos nossos dias. O filme conta com a participação do consagrado desenhador de banda desenhada Tardi que ilustra e dá voz ao filme..

NÃO APAGUEM OS NOSSOS RASTOS! (em português) debruça-se também sobre as recentes lutas em França. O filme insere-se na atualidade, pois Dominique Grange define o seu trabalho como um «compromisso perpétuo». O slogan de 1968 « Isto é só o início, continuemos a luta! » repercute tanto nela como em nós. Foi neste estado de espírito que Pedro Fidalgo filmou e acompanhou o movimento social em França dos últimos anos. Estes arquivos do presente entrecruzam-se e misturam-se com imagens e canções de Dominique Grange, mas também com desenhos de Tardi. O filme realça as lutas do passado e recheia-as com o real do presente.

Um filme para ver e ouvir num espírito libertário. N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! é uma obra militante ao mesmo tempo um documentário cinematográfico filmado e produzido através de 'crowdfunding', com uma das pessoas a contribuir para este filme a ser Jean-Luc Godard. Haverá sessões comentadas em presença do realizador e convidados surpresa nos dias 12, 13 e 14.

 

MAIO MADURO MAIO EM LISBOA

Dia 11 de Maio - 18H30 - Quarta-feira - Núcleo da AJA de Lisboa

MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra

em presença dos realizadores Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo

 

Estreia - Dia 12 de Maio - 19H00 - Quinta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate: Filmar a canção de protesto

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Nelson Guerreiro, co-realizador de Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra

 

Dia 13 de Maio - 19H00 - Sexta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate : A influência do Maio de 68 na canção de protesto em Portugal

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Hugo Castro e Ricardo Andrade, membros do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança e do Observatório da Canção de Protesto.

 

Dia 14 - 18 de Maio - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Sessão diária.

E caso se mobilizem as massas...  a luta pode continuar mais dias!

Informações e contactos:

Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso

Rua de São Bento, 170

1200-821 Lisboa

Tel: +351 21 131 82 90

ajalisboa.nucleo@gmail.com

Cinema City Alvalade

Av. De Roma, 100

1700-352 Lisboa

Contactos +351 214 221 030 | Ext. 4 // alvalade@cinemacity.pt

Lotação 4 Salas // 389 lugares

Trailer👇  - Legendado em português

https://www.youtube.com/watch?v=QUgzubyy5LY

 

Mais informações sobre o filme 👇

https://www.kinomargem.net/team-3

 

LISBON ART WEEKEND APRESENTA A PRIMEIRA EDIÇĀO DO PROGRAMA SPOT LISBON COM A EXPOSIÇÃO SEQUÊNCIA DE SONHOS

 

 

O Lisbon Art Weekend inaugura Sequência de Sonhos no MAD - Marvila Art District, a sua primeira exposição coletiva, parte do programa SPOT Lisbon, nova iniciativa que trará anualmente a Lisboa uma mostra com artistas emergentes sediados em Lisboa, resultado de uma convocatória aberta.

 

Sequência de Sonhos foi o tema e título escolhido por Manon Klein, curadora da exibição: “A ideia é que esta exposição permita ao visitante imergir na sua própria sequência de sonhos através da multiplicidade de expressões artísticas apresentadas. O sonho pode tornar-se um refúgio da violência esmagadora exibida nos nossos ecrãs. Pode ser um espaço de maior consciência e emancipação. Paradoxalmente, então, sonhar pode ser uma espécie de despertar. Pode ser um exercício de construção do mundo, uma forma de sugerir outras realidades” explica Klein.

 

O Lisbon Art Weekend recebeu mais de 300 candidaturas para esta primeira edição do SPOT Lisbon, apenas dez foram os escolhidos pelo comité de seleção. Participam da exposição os artistas: Barbara Portailler, Bruno José Silva, Clara Imbert, Gabriel Ribeiro, Guilherme Curado, Léna Lewis-King, Lisette van Hoogenhuyze, Maria Rebela, Nithya Iyer e S4RA.

 

Para os fundadores do programa e do Lisbon Art Weekend, Merve Pakyürek e Marc Kean Paker, o SPOT Lisbon foi pensado para ser um espaço anual de apresentação e apoio para artistas emergentes residentes em Lisboa e ser parte do calendário artístico da cidade.

 

A inauguração da exposição Sequência de Sonhos será dia 13 de maio, sexta-feira, das 18:00 às 21:00. A mostra tem entrada gratuita e poderá ser visitada até 28 de Maio, de segunda a sábado, das 10:00 às 18:00.

Local: MAD Marvilla Art District - Rua Fernando Palha 1, Lisboa

Apoio financeiro: República Portuguesa – Cultura, Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa

Em parceria com MAD - Marvilla Art District

 

SOMERSBY OUT JAZZ REGRESSA PARA ANIMAR AS TARDES DE DOMINGO E, PELA PRIMEIRA VEZ, SERÁ OEIRAS O PALCO DA MÚSICA DE VERÃO

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Após 15 anos a dar música em locais icónicos da capital, o festival ruma, pela primeira vez, para a ensolarada cidade de Oeiras

 

O Somersby Out Jazz, o melhor festival de verão da cidade, que enche de música e boas vibrações as tardes de domingo, terá lugar entre maio e setembro e, desta vez, serão os jardins de Oeiras a garantir as tardes mais bem passadas da estação ao som do melhor jazz, soul, funk e hip-hop. Com o objetivo de convidar a desfrutar dos espaços verdes da cidade, a entrada é gratuita.

 

Pela primeira vez com nova paragem marcada, o Somersby Out Jazz terá lugar na cidade de Oeiras, mantendo a promessa de continuar a proporcionar momentos inesquecíveis, protagonizados por bandas nacionais, que a partir das 17h dão arranque à festa até ao pôr do sol. Assim, será no Parque dos Poetas – no coração da cidade de Oeiras – que o Somersby Out Jazz arranca já no dia 15 deste mês, percorrendo, até ao final do verão, outros jardins icónicos da cidade, de que são exemplo o Parque Urbano do Jamor, o Parque Urbano de Miraflores, o Jardim da Quinta Real de Caxias e os Jardins do Palácio Marquês de Pombal.

 

Mais uma vez com a Somersby como mainsponsor¸ o Somersby Out Jazz promete refrescar as tardes de verão. Esta 16ª edição conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e com a parceria da CP. Assim, dá-se continuidade à bonita história que nasceu em Lisboa, onde, durante 15 anos, o Somersby Out Jazz convidou as pessoas a conhecerem os locais icónicos da cidade, desde largos, miradouros, hotéis, museus, entre muitos outros.

 

Este ano o festival ruma a Oeiras, onde promete continuar a impulsionar a dinamização dos jardins e da vida ao ar livre, a apoiar artistas e músicos portugueses e, sobretudo, a proporcionar memórias felizes a quem por lá passa.