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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

JAH I RAS LANÇAM SINGLE "SELASSIE I VIVE" E ANUNCIAM TOUR EUROPEIA

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O projeto de Ras Kadhu, aclamado por alguma crítica como um dos maiores projetos da nova geração do reggae brasileiro e internacional, tem como especialidade fazer da música uma narrativa da vida dos seus integrantes. 

O vocalista e líder dos Jah I Ras, Ras Kadhu, foi igualmente premiado como “Melhores do Reggae 2013”, eleito como o melhor vocalista de Reggae, através de votações via internet e Revista Reggae Brasil.

Na   sequência   deste   percurso   incrível,   apresentam  agora o   single "SELASSIE I VIVE", no dia 27 de maio. Para o verão está marcada uma digressão europeia, que passará por Portugal, Espanha e Reino Unido, de 21 de agosto a 15 de setembro, onde mostrarão ao público toda a sua filosofia baseada na harmonia e paz dos povos.

 

Concerto Marta Menezes

Sábado, 22 de junho // 19 horas // Estúdio da Orquestra Jazz de Matosinhos

 

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Uma sonata de Ludwig van Beethoven, quatro mazurcas de Chopin, duas peças de Vianna da Motta e as “Harmonies du soir”, do húngaro Franz Liszt, compõem o programa do penúltimo recital do ciclo de piano de Matosinhos, oficiado por Marta Menezes. O concerto tem início marcado para as 19 horas de sábado, 22 de junho, no Estúdio da Orquestra Jazz de Matosinhos (Avenida Menéres, 456), sendo, como é habitual, de entrada gratuita.

 

Marta Menezes interpretará obras de alguns dos compositores mais notáveis do reportório para piano, iniciando o recital com a “Sonata nº 7 em Ré Maior, op. 10 nº 3”, de Ludwig van Beethoven, peça marcada pelo humor, pela paixão e pelo dramatismo, mas também pela gravidade e pela controvérsia.

 

Nas quatro mazurcas (op. 17, 24, 68 e 59) que Marta Menezes interpretará, compostas entre 1831 e 1849, fica evidente o génio de Frédéric Chopin, transformando a dança popular polaca num conjunto de sofisticadas peças de salão, cromáticas e compostas para serem ouvidas e não para serem dançadas.

 

Seguir-se-ão “Balada op. 16” e “Meditação”, de José Vianna da Motta, composições marcadas ora pelo pendor nacionalista, ora pela complexidade harmónica e melódica. O recital encerrará com as “Harmonies du soir”, um dos estudos mais deslumbrantes do reportório para piano solo de Franz Liszt. Com óbvios propósitos simbolistas, a obra cruza a eloquência da poesia da imagem com o virtuosismo técnico e musical.

 

Vencedora de vários prémios nacionais e internacionais, Marta Menezes estudou na Escola Superior de Música de Lisboa, no Royal College of Music, em Londres, e na Universidade de Indiana (EUA), tendo sido distinguida, em 2014, com a "Medalha de Prata de Valor e Distinção", atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa, pelo seu percurso enquanto pianista. Como solista, colaborou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orchestre Régional de Cannes, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, entre outras.

 

O ciclo de piano do programa Música em Matosinhos vai, recorde-se, decorrer até 29 de junho, reunindo nomes como os de Mário Laginha, Pedro Burmester, Fausto Neves, Luís Pipa ou Vasco Dantas. A Música em Matosinhos, programa de música erudita da CMM, acontece há mais de uma década e inclui este ano, entre outros, um conjunto de recitais também gratuitos do Quarteto de Cordas de Matosinhos nas igrejas do concelho, com o objetivo de descentralizar e democratizar o acesso e a fruição da música clássica.

 

 

Matosinhos, paços do concelho, 19 de junho de 2019  

 

 

Mais de 2000 pessoas celebram o Dia Internacional do Yoga em nome da Sustentabilidade e da Paz - dia 23

 

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Domingo, dia 23 de junho, em Lisboa

 

É já no próximo domingo, dia 23 de Junho, que irá decorrer a maior celebração do Dia Internacional do Yoga em Portugal.

Em nome de um Planeta Sustentável e Pacífico, mais de 2000 praticantes do Yoga de todo o País irão juntar-se nesta iniciativa organizada pela Confederação Portuguesa do Yoga e co-organizada pela Embaixada da Índia em Portugal e pela Câmara Municipal de Lisboa.

Uma grande Aula do Yoga, entre outras atividades que irão decorrer a partir das 10h00, irá transformar a Capital Portuguesa num dos epicentros mundiais das Comemorações Oficiais do Dia Internacional do Yoga na Pista de Atletismo Prof. Moniz Pereira, na Alta de Lisboa.

O Presidente da Confederação Europeia do Yoga, H.H. Jagat Guru Amrta Súryánanda Mahá Rája e a Embaixadora da Índia em Portugal, Mrs. Nandini Singla serão duas das personalidades presentes.

Esta será a 18.ª comemoração em Portugal, o primeiro País do Mundo a celebrar o Dia Internacional do Yoga a 21 de Junho no ano de 2002, por iniciativa da Confederação Portuguesa do Yoga candidata, desde 2001, às Nações Unidas e à UNESCO como International Day of Yoga - IDY / Dia Internacional do Yoga.  

Recorde-se que a 11 de Dezembro de 2014, por maioria generalizada da Assembleia Geral da ONU, por 177 Países, o maior número de apoiantes de sempre de todas as resoluções das Nações Unidas, o Dia Internacional do Yoga viria a ser oficializado. No dia 1 de Dezembro de 2016 o Yoga da Índia - a Filosofia prática mais antiga do Planeta - foi reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Esta Grande Comemoração, a maior em Portugal e a mais antiga no Mundo será precedida pelo Dia do Darshana, o Dia da Filosofia e da Ciência que se irá realizar no sábado dia 22, no Tivoli. 

Pelas 14h30, será apresentado o espetáculo “O Céu na Terra” pelo Pashupati – Grupo de Demonstradores do Yoga Avançado da Confederação Portuguesa do Yoga.

Com entrada livre e gratuita este espetáculo será seguido de uma tarde de Conferências sobre o Yoga, entre as quais as de:

 - Prof. Máximo Ferreira – Astrónomo e Diretor do Centro de Ciência Vida de Constância – que irá falar sobre “Buracos Negros, 100 anos depois da Confirmação da Teoria da Relatividade”.

 - Florin Badita, Ativista, irá falar sobre o projeto “Corrupção Mata” do qual é Fundador e que o levou a ser o vencedor do Prémio de European Personality of the Year em 2018 atribuído no âmbito do European Leaderhip Awards, uma iniciativa da European Business Summit.

Oficialmente reconhecido pela ONU, o Dia Internacional do Yoga – 21 de Junho- Solstício de Verão, é tradicionalmente comemorado em Portugal no Domingo seguinte, para que mais pessoas possam unir-se para praticar Yoga e contribuir para a causa da Sustentabilidade e Paz Mundial.

No dia 21 esta efeméride irá ser também assinalada pela Embaixada da Índia no Jardim da Torre de Belém, com uma Aula do Yoga dada pela Confederação Portuguesa do Yoga, a partir das 18h30.

Recorde-se que o Dia Internacional do Yoga é agora candidato precursor na ONU a Primeiro Dia Global da Humanidade - que seja Lúcida e Fraterna, pela Raça Humana e seu ADN, e pela Importância da Vida, valorização do que todos têm em comum, e pela Sustentabilidade da Diversidade, no Solstício, Junho, 21.

 

Mafalda Mendonça: a artista que quer partilhar com o mundo a razão impetuosa que rente à alma a faz pintar

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A exposição chama-se Journey Through Infinity e será apresentada na galeria Welcome to Art no Príncipe Real, Lisboa, até dia 27 de junho. Uma viajem pela mão da artista Mafalda Mendonça,  uma “eternizante” de histórias de amor – o local onde a obra ganha densidade e uma suprema razão de ser.

 

Arquiteta de profissão, foi na pintura e na ilustração que Mafalda Mendonça mergulhou mais fundo e se apaixonou. Depois de apresentar algumas das suas coleções no Brasil e na Foire Internationale du Dessin, em Paris, a artista revela, agora, a sua obra bem aqui perto de nós: na galeria Welcome to Art, no Espaço da Embaixada em Lisboa.

 

A exposição chama-se “Journey Through Infinity”, ou, em português, Percurso Pela Infinitude, e divide-se entre acrílicos sobre tela, onde Mafalda imprime histórias de amor como as de Frida Kahlo e Diego Rivera, assim como a de Salvador Dali ao lado de Gala – como que um impulso reflectido na tela, um coeficiente subjetivo que se tornou concreto, denominador comum de uma forma de arte sensível e sincera que a artista tanto admira e cujo âmago tenta conhecer melhor. Mas o destaque da exposição vai para o quadro “As Paixões de Picasso”, um políptico, isto é um quadro que é associado em 9 telas.

 

Haverá também espaço para ilustrações em aguarela - com interpretações pessoais da artista – algumas delas sobre o clássico de Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas”, recriações de memórias de infância - e ainda óleos sobre tela com várias figuras de bailado, que representam na perfeição uma das outras grandes paixões de Mafalda: a dança.

 

A exposição estará presente na galeria Welcome to Art, em Lisboa, entre os dias 14 e 27 de junho.

Festival de Jazz de Viseu divulga programação completa do que acontece de 24 a 28 de Julho

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A 7.ª edição do Que Jazz É Este? celebra-se de 24 a 28 de julho no Parque Aquilino Ribeiro em Viseu.

Para esta 7.ª edição, Viseu irá receber nos seus palcos, ruas, varandas e até mesmo hospital, um sem número de artistas nacionais e internacionais com uma diversidade estilística e musical – dentro e fora do jazz – capazes de contaminar as gentes um pouco por toda a cidade.

No cartaz inserem-se alguns dos mais destacados músicos do panorama musical contemporâneo: o multicultural baixista/guitarrista Munir Hoss, o saxofonista e MC Soweto Kinch, o concerto único do Coletivo Gira Sol Azul feat. Roger Biwandu e R!X, a estreia do novo álbum do saxofonista galego Xosé Miguelez com Jean-Michel Pilc., o noise-jazz-rock dos holandeses Cactus Truck, os Centauri pela mão do inconfundível guitarrista André Fernandes, a energia dos Triciclo Vivo feat. Rodolfo Embaló, o pote musical étnico dos Terra Livre e elegância dos Osso Vaidoso e dos Homem ao Mar.

A programação do festival, tal como já mencionado, vai passar pelos cinco palcos espalhados pelo Parque Aquilino Ribeiro mas não só. O festival, irá desenvolver outras iniciativas noutros lugares mais ou menos íntimos de Viseu, um pouco por toda a cidade com Jazz Na Rua, Jazz Nas Varandas e Doutor Jazz. A música vai estar em todo o lado, ao alcance de todos. Até mesmo na rádio...

A Rádio Rossio (um clássico deste festival) estará este ano em força máxima, com uma grande variedade de programas de autor da mais diversa índole, em horários intercalados com a programação diária, com 19 radialistas oriundos de Viseu.

Destaque também para a aposta na música de jovens da região de Viseu, como por exemplo no Jazz na Rua com os colectivos Suspendis e Osso Ruído e no projecto Oh yes pigs, can fly – encomendado ao guitarrista e compositor Leonardo Outeiro, em estreia.

Não podemos esquecer de mencionar, que irá existir o Mercado do Festival, onde se poderão encontrar entre outros produtos, comida e bebida, para melhor se apreciar a música e a festa que se faz.

Génese do Festival de Jazz de Viseu e os seus objectivos

Desde 2013 que o Festival de Jazz de Viseu tem procurado afirmar-se como um projeto de relevo e prestígio na região centro, destacando-se pelos concertos que organiza, mas também pelas diversas atividades que promove desde formação na área do jazz e música pela rua.

Organizado pela Gira Sol Azul, as mais recentes edições do Que jazz É Este? pautam-se por objetivos bem concretos: divulgar música jazz de qualidade; promover episódios de formação selecionada e perspetiva aberta; incentivar e investir em músicos e grupos da região apoiando a mostra do seu trabalho; envolver ativamente as comunidades mais e menos inusitadas; cimentar a sua dimensão internacional convidando músicos e coletivos de topo além-fronteiras e, acima de tudo, contribuir para a criatividade e troca de conhecimento.

Para além de um festival de música, Que jazz É este? é simultaneamente um grito de apelo à formação, criação e profissionalização musical e uma convocatória à comunidade em geral para se envolver.

 

Associação Renovar a Mouraria promove visitas turísticas guiadas por refugiados e imigrantes

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Evento: Visitas guiadas Migrantour - gratuitas
Ponto de encontro: Largo da Igreja de São Domingos, Lisboa
Dias: 22 e 29 de junho
Hora: 10H30


Celebrado no dia 20 de junho, o Dia Mundial do Refugiado dá o mote para a realização de 2 visitas gratuitas guiadas ao bairro da Mouraria, asseguradas por guia refugiada e guias imigrantes, no âmbito do projecto europeu Migrantour – New Roots, nos dias 22 e 29 de junho, às 10h30.

Nos dias 22 e 29 de junho, sábado, as visitas são abertas ao público em geral que devem fazer a sua inscrição para visitasguiadas@renovaramouraria.pt

As visitas são gratuitas e ocorrem no bairro da Mouraria, um dos mais multiculturais de Lisboa com 30% de população imigrante e mais de 50 nacionalidades diferentes, dando a conhecer o olhar singular de cada guia sobre a Mouraria, mas também as suas histórias pessoais e culturais.

Os guias Migrantour são oriundos do Brasil, Japão, Polónia, Roménia, Rússia, Ucrânia, Venezuela, Argentina, Angola e descendente de Cabo-verdianos. Estes asseguram visitas com a duração estimada de 2h30 que são uma experiência única.

Migrantour – New Roots visa promover a integração e a participação activa de refugiados e imigrantes recém-chegados ao país, na criação de uma nova narrativa sobre imigração, tendo implementação em 5 países e 10 cidades europeias.

Em Portugal, a Associação Renovar a Mouraria conta, na implementação do projecto, com a parceria da Associação Crescer, que trabalha por uma inclusão na comunidade de grupos em situação de maior vulnerabilidade e exclusão.

Para mais informações sobre o projecto, pode visualizar o vídeo e visitar a página de facebook e o site.

zet gallery: Escultura Volker Schnüttgen e pintura de Domingos Loureiro | Exposição de entrada livre | até 29 de junho

Escultura de Volker Schnüttgen e pintura de Domingos Loureiro

 

DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA

EM EXPOSIÇÃO NA ZET GALLERY

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A zet gallery, em Braga, apresenta até dia 29 de junho "DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA", um exercício curatorial que reúne obras de Volker Schnüttgen e Domingos Loureiro.

 

Mais do que uma exposição, “DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA” é, de acordo com Helena Mendes Pereira, curadora da galeria, “um encontro e um exercício curatorial de contágio conceptual entre as produções artísticas de Volker Schnüttgen e Domingos Loureiro, entre as suas esculturas e pinturas (respetivamente)”. As ligações que estas trazem da natureza e as que estabelecem com um processo de pensamento sobre o Homem  despertam, de acordo com a curadora, “o apelo da fuga para a frente, para o cosmos dos nossos delírios, voltando ao sonho de criança de sermos astronautas e podermos flutuar no universo enquanto observamos a vida na Terra com a distância dos sábios.”

 

O nome da exposição parte de uma obra de arte de Costa Pinheiro (1932-2015), percursor da integração de práticas conceptuais que marcaram a conjuntura de rutura artística de 1960/70. Segundo a curadora da zet gallery, “as suas palavras e a irreverência proporcionaram o mote para o casamento entre os dois artistas, que resulta na emergência da madeira-suporte da obra de arte e que combina as dimensões do vídeo e da performance, com a das possibilidade de pintura”.

 

Em DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA, Habitat,de Volker Schnüttgen, artista que integra a coleção de obras de Arte do dst group, proporciona um cenário feito de objetos escultóricos de madeira de carvalho que vertem a identidade plástica de um artista que, desde 1993, escolheu Sintra como local de residência fixa. Cada escultura de Habitat tem um universo interior para ser descoberto pelo espetador, “como se a respiração e a alma das árvores contivessem a senda dos nossos quereres e não quereres. Poderiam ser esculturas falantes ou a natureza a indagar, mas é antes a multidisciplinaridade da proposta artística que faz o objeto integrar um monitor e uma coluna que servem de palco virtual à dança”.

 

Por sua vez, Domingos Loureiros apresenta quatro séries de trabalhos - Blind Lanscape, Landscape_Body_Landscape,  Manmade Landscape e Building Utopia - e, ainda, a obra Visible, non visible landscape, que não sendo pertença de nenhuma das séries, cruza as fases Blind e Manmade Landscapes. As obras em exposição correspondem a uma visão antológica do seu percurso e representativas das diversas fases da sua carreira, ainda que a maior parte das produções artísticas sejam resultado de criação recente ou recuperações de processos inacabados.

 

A exposição é de entrada livre. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

 

Junho com várias propostas de cinema nos equipamentos culturais

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No mês de junho, há filmes de vários géneros para ver na Biblioteca Municipal de Palmela, Cineteatro S. João e Auditório Municipal de Pinhal Novo, com destaque para o cinema infantil.

Na Biblioteca Municipal de Palmela, as tardes de sábado continuam a proporcionar sessões de cinema para o público infantil/juvenil, organizadas pela Câmara Municipal de Palmela. Em junho, vão ser exibidos os filmes para maiores de 6 anos “Zootrópolis”, no dia 8, e “Hop”, no dia 22, sempre às 16h00, com entrada livre.

            O cinema infantil vai também marcar presença no Cineteatro S. João, em Palmela, que exibe “A Idade da Pedra”, de Nick Park, no dia 9, às 16h00. O filme de animação/comédia, para maiores de 6 anos, é de 2018 e tem 89 minutos de duração. “Astérix – O segredo da Poção Mágica”, de Alexandre Astier e Louis Clichy, é a sugestão para dia 23, às 16h00, no Auditório Municipal de Pinhal Novo. Trata-se de um filme de animação/comédia para maiores de 6 anos, de 2018, com 105 minutos de duração. As duas sessões são organizadas pela Câmara Municipal e os bilhetes têm o valor de 2,16 euros.

            O Auditório Municipal de Pinhal Novo recebe também as já habituais sessões do Cineclube Odisseia, em junho com três propostas: “O Fantástico Senhor Raposo”, de Wes Anderson, no dia 12 (animação, aventura e comédia, de 2009, para maiores de 6 anos e com 1h27min. de duração); “Cold War”, de Pawel Pawlikowski, no dia 19 (drama, música e romance, de 2018, para maiores de 14 anos e com 1h29min. de duração); e “Get Out”, de Jordan Peele, no dia 26 (horror, mistério e thriller, de 2017, para maiores de 16 anos, com 1h44min. de duração). Todas as sessões têm início às 21h30 e são organizadas pela Associação Juvenil Odisseia, com o apoio da Câmara Municipal. Informações: cineclubeodisseia2017@gmail.com.

Que Jazz É Este? | Primeiro nomes anunciados

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Primeiros nomes revelados do Festival de Jazz de Viseu que acontece de 24 a 28 de julho

Foram avançadas as primeiras confirmações para a 7ª edição do Que Jazz É Este? - Festival de Jazz de Viseu, que se realiza entre os dias 24 e 28 de julho Parque Aquilino Ribeiro e diversos pontos na cidade.

Munir Hossn, Centauri, Soweto Kinch Trio, Xose Miguélez / Jean-Michel Pilc Quartet e Triciclo Vivo feat. Rodolfo Embaló são os primeiros cinco nomes anunciados.


Na edição de 2019 o festival irá ter música espalhada pela cidade de Viseu e, em locais fora do habitual como varandas, assim como a 11º edição do Workshop de Jazz com o formador Pedro Neves.

Génese do Festival de Jazz de Viseu e os seus objectivos

Desde 2013 que o Festival de Jazz de Viseu tem procurado afirmar-se como um projeto de relevo e prestígio na região centro, destacando-se pelos concertos que organiza, mas também pelas diversas atividades que promove desde formação na área do jazz e música pela rua.

Organizado pela Gira Sol Azul, as mais recentes edições do Que jazz É Este? pautam-se por objetivos bem concretos: divulgar música jazz de qualidade; promover episódios de formação selecionada e perspetiva aberta; incentivar e investir em músicos e grupos da região apoiando a mostra do seu trabalho; envolver ativamente as comunidades mais e menos inusitadas; cimentar a sua dimensão internacional convidando músicos e coletivos de topo além-fronteiras e, acima de tudo, contribuir para a criatividade e troca de conhecimento.