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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

PASSATEMPO TIMÃO DE ATENAS

O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO MUNICIPAL DE ALMADA tem bilhetes duplos para "TIMÃO DE ATENAS" TMA para o dia 19 de Janeiro (21h30) aos primeiros leitores que :

 

1. enviarem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver TIMÃO DE ATENAS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e a sessão pretendida.

2. serem amigos do Cultura de Borla no Facebook e fazerem like na nossa página.

 

 

TIMÃO DE ATENAS
De William Shakespeare // Encenação de Joaquim Benite
TIMÃO DE ATENAS
// Companhia de Teatro de Almada em co-produção com o TNDMII //

Bilheteira Online

Timão de Atenas parece ter sido composta na primeira década do século XVII, julgando os críticos que Shakespeare será apenas seu co-autor e que o poeta e dramaturgo Thomas Middleton (1580-1627) terá nela intervindo também.
A peça põe em cena o desconcerto do protagonista face à vileza dos homens. Na primeira parte, Timão convida vários amigos para um deslumbrante banquete, presenteando-os e deixando-se ofuscar pelos seus elogios e manifestações de gratidão. Quando toma consciência da penúria, a eles recorre para sanar as dívidas, deparando-se com recusas e recriminações amargas e mesmo humilhantes, restando a Timão a amizade leal de Flávio, seu criado, e as advertências avisadas de Apemanto, filósofo. Decidido a vingar-se, volta a convidar os amigos para novo banquete, servindo-lhes agora somente água e pedras.

Em Agosto de 2008, por ocasião do Festival de Mérida, Joaquim Benite dirigiu uma versão de Timão de Atenas (uma adaptação de Francisco Suárez) em que acentuou o pungente (mas também patético) desencanto do protagonista. Conhecedor do universo shakespeareano - tendo já encenado Othello (1993 e 2005), O mercador de Veneza (2003) e Troilo e Créssida (2010) -, o director da CTA e do Festival de Almada busca no teatro do dramaturgo inglês o «realismo capaz de transmitir, num plano poético, as preocupações que temos em relação à vida». Coisa nem tanto assim simples de conseguir, «num momento em que o teatro se afasta da poesia e quer ser o que não pode: mera fotografia».

Intérpretes Luís Vicente, Marques D’Arede, Paulo Matos, Ivo Alexandre, André Gomes, Alberto Quaresma, Manuel Mendonça, Miguel Martins, João Farraia, Pedro Walter, Celestino Silva, Ana Cris, Joana Francampos, Jeff de Oliveira
Tradução Yvette K. Centeno
Cenário Jean-Guy Lecat
Figurinos Sónia Benite
Luz José Carlos Nascimento

Voz e elocução Luís Madureira
Movimento Jean-Paul Bucchieri
Consultoria musical Fernando Fontes


SALA PRINCIPAL
20 a 22 DEZEMBRO
Qui a Sáb às 21h30
Duração: cerca de 2h10m c/ intervalo
Reposição em Janeiro de 2013

M/12

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