Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Orquestra Metropolitana de Lisboa; Paulo Ferreira, tenor; Alberto Roque, dir. musical

27 de Novembro de 2010

21h

Universidade Nova de Lisboa

Campus de Campolide

Lisboa

Imagem:

Homenagem ao Maestro Victorino d'Almeida

No ano em que António Victorino d’Almeida comemora 70 anos de idade e 55 de carreira, a Câmara Municipal de Lisboa e a Metropolitana organizam um concerto de homenagem ao maestro. A Orquestra Metropolitana de Lisboa interpreta, nesta noite sob a direcção musical de Alberto Roque, duas obras do maestro, compositor e pianista e uma peça, em estreia absoluta, de Anne Victorino d’Almeida - filha mais nova do homenageado. O concerto conta ainda com a participação do tenor Paulo Ferreira.

 

Informações Úteis: Entrada livre até ao limite da lotação disponível. Marcação para metropolitana@metropolitana.pt

Werner Herzog

26 de Novembro de 2010

19h

 

Goethe Institut

Campo dos Mártires da Pátria 37
Lisboa

 

Bem-vindo à primeira parte da faceta documentarista de Werner Herzog. De 22 a 26 de Novembro serão exibidos 9 filmes do autor,  sempre às 19h e "à borla". Poderás ver, entre outros, Herzog por Herzog ( "Eu sou os meus filmes", dia 24 ) numa fase inicial da sua carreira, ou uma espécie de Sebastianismo nas pistas de corridas de cavalos ( "Medidas contra fanáticos", dia 25 ). Sabes, há muita palha e muito pulha num estábulo doente como o nosso. Os nossos "heróis" voltaram para nos salvar! Mas quem nos salvará dos nossos "heróis"??... A "verdade extática", escondida nos rostos, nos lugares e nas paisagens. Heróis de verdade, como tu. Os sofrimentos e alegrias do jovem Werner colidem com Goethe. Estilhaço bom. / Henrique Amoroso

20 Anos da RE.AL

De 25 a 30 de Novembro de 2010

Sempre às 18h, excepto dia 27 às 21h

 

Atelier Real

Rua Poço dos Negros 55

Lisboa

 

Será um aniversário Real duma estrutura que acompanha já tanto o crescimento da cidade que se lhe constitui já rama também! Para celebrar dois decénios de espectáculos monta-se no Atelier Real um efémero Museu Real, com apresentação em mural de imagens da sua história, percorrendo os anos de criação desde a génese até a actualidade. Escolheram-se 6 produções que irão ser comentadas ao vivo por João Fiadeiro e por um interveniente no respectivo espectáculo: 6 produções escolhidas entre muitas, a ser mostrada ao longo de 6 dias, cada uma a cada dia, em quase uma semana a celebrar vinte anos! Espera-se, além de outros, a presença de Delfim Sardo, de Jorge Silva Melo e de Tiago Guedes. E da tua, claro - mas essa nem eu questiono. É real. / Rafa El

Conferências sobre Banalidades

25 de Novembro de 2010

18h30

 

Santiago Alquimista

Rua de Santiago, 19
Lisboa

 

Este texto era para ser outro até ver a definição de “banalidade” na Wikipedia. Grande erro. Banalidade como tributo feudal pago pelo servo para utilizar instalações e equipamentos do senhorio, com incumprimento a valer pena de morte, não me espaço para nada mais. Uma banalidade pode ser tudo menos vulgar, tudo menos frívola, tudo menos insípida. Adoro também que a banalidade tenha viajado no tempo até à actualidade, intocável, com outros disfarces e outros nomes (o que chamar aos servos da gleba independentes que obedientemente cortam a sua vida em dois uma vez por mês para pagar Segurança Social da qual usufruem apenas serviços mínimos? Banalidades!). Santiago Alquimista devolve a dignidade à banalidade, e nós participamos na festa. / Bananita

Los Explosivos

25 de Novembro de 2010

23h30

 

Rua da Moeda 1
Lounge

Lisboa

Depois da Manifestação, a Explosão! É preciso atravessar o Atlântico para fazer ferver alguma coisa por estes lados?!? Parece que sim e Los Explosivos vêm da Cidade do México com uma bagagem de cocktails molotov para pegar fogo no Lounge (cabum!). Estamos a falar de música, é claro, e o Rock por mais arrumadinho que pareça, nunca há de deixar de ser Roll. Mas estes rapazes, netos latinos dos Sonics não tocam baladas, rasgam as músicas de um ruidoso proto-punk, cantadas em espanhol pelo homem da bateria. São quatro, e consta que, ao vivo, esta banda de garagem faz justiça ao próprio nome. Pela mão da nossa Groovie Records, regressam a Portugal, já com dois LPs e dois singles. Não sabemos como vai ser, mas o Lounge não vai estar calminho nesta quinta até porque o Dj Mário Valente vai manter os ânimos acesos logo após o concerto. / Luísa Baptista

Inaugurações no Transboavista

25 de Novembro de 2010

22h

 

Transboavista

Rua da Boavista 84
Lisboa

André Banha. Até o nome é físico, sensorial. O autor, como a obra, é um mago de sensações. Os desenhos são presenças, instalações redimensionadas. As esculturas, mais do que profundidade, têm tempo e espaço. Esculturas de papel; desenhos com textura. Ambos ásperos, secos, a gretar. Da sua obra disse-se seruma equação controlada”. Uma erupção cautelosa de criatividade, viva e física. Percorra-se o trilho de lava por entre o armazém de arte rarefeito. No Transboavista, claro. Nem podia ser de outra maneira. Bem-vindos ao cubo mágico de Lisboa. Viciante, intemporal, multifacetado. Tão sério e consequente como uma brincadeira de crianças. / Inês Alvim

II Festival de Música de Santa Catarina - Rodrigo Leão & Cinema Ensemble

25 de Novembro de 2010
21h30

 

Igreja de Santa Catarina

Calçada do Combro
Lisboa

 

Rodrigo Leão está pronto para revelar o seu mais recente trabalho. "A Mãe" tem apresentação marcada para dia 25 de Novembro, em Lisboa.

 

O disco foi gravado em cidades como Goa e Nova Iorque, deixando adivinhar o eclectismo, exotismo e sofisticação que já marcava a obra anterior do músico. Mas a melhor definição é a do próprio, que distingue "A Mãe" pelo carácter "mais vincadamente melancólico". Afinal, o registo corresponde a uma homenagem às raízes e ao amor puro de quem o despertou para o universo da música e da poesia, permacendo uma fonte de inspiração. Leão dedica o álbum à sua mãe, Maria Manuela Luna de Costa Leão Muñoz Miguez, já falecida.

 

Os palcos abrem-se invariavelmente a Rodrigo Leão. A memória dos Madredeus e Sétima Legião permanece, mas o principal estimulante está na forma como tem apurado o trabalho a solo, desde a estreia com "Ave Mundi Luminar". A sua música viaja delicadamente por géneros e ritmos, que se misturam com o respeito pelo silêncio e com o encontro sem complexos entre o clássico e o electrónico. Paixão e intemporalidade são palavras que ocorrem quando se ouve o disco ou se presencia um concerto de Leão. Outra palavra possível: genialidade.

 

 

http://www.rodrigoleao.pt/