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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Festival ao Largo 2011

O Festival ao Largo promete animar as noites de Verão, transformando um dos seus largos mais emblemáticos num palco de excelência, com
perto de duas dezenas de espectáculos de música sinfónica, coral-sinfónica e dança entre 30 de Junho e 31 de Julho, sempre às 22h e de entrada gratuita.

 

Programação:

 

2 Jul
Polichinelo e O Amor Feiticeiro
Orquestra
Gulbenkian
Patrycja Gabrel, soprano
Joana Nascimento, contralto
Mário
João Alves, tenor
João Fernandes, baixo
Pedro Neves, direcção musical

4, 5 Jul
Músicas do Mundo - Canto Harmónico de Tuva
Ensemble TUVA (República de Tuva, Rússia)

7, 8 Jul
Estrelas e Planetas
Orquestra Sinfónica
Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Jorge Vaz de Carvalho,
barítono
Julia Jones, direcção musical

9, 10 Jul
Noite Italiana
Orquestra Metropolitana de
Lisboa
Cesário Costa, direcção musical

13, 14 Jul
Diálogos, Piano & Percussão
Mário Laginha e
Bernardo Sassetti, piano
Elizabeth Davis, Pedro Carneiro, percussão
Artur Pizarro e Vita Panomariovaite, piano

16, 17 Jul
Baile Vienense
Orquestra Sinfónica
Portuguesa
Peter Guth, direcção musical

19 Jul
Noites de Ópera: Os Grandes Coros
Coro do Teatro Nacional
de São Carlos
Kodo Yamagishi, piano
Giovanni Andreoli, direcção musical

22, 23 Jul
Noites de Ópera: Grandes Aberturas
Orquestra
Sinfónica Portuguesa
Martin André, direcção musical

27, 28 Jul
Uma coisa em forma de assim
Companhia Nacional de
Bailado
Co-criação de 9 Coreógrafos
Música e Interpretação de Bernardo
Sassetti (Piano)

30, 31 Jul
Noite de Ronda
Companhia Nacional de Bailado
Olga
Roriz, coreografia

Wall People / Muro da Felicidade

2 de Julho de 2011

Das 17h às 19h      

Travessa do Cotovelo

Cais do Sodré

Lisboa

 

“Estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes” diz a wikipedia num artigo ilustrado com uma foto do Dalai Lama. A felicidade é, provavelmente, o mais universal dos sentimentos e é também pessoal e (in)transmissível, como diria o outro da rádio. Ensinam-nos, o tempo e a vida, que não é um todo mas antes momentos. Que a podemos encontrar nos detalhes e nas coisas mais simples. E é com estes momentos e detalhes que se vai hoje fazer arte contente. É claro que poder fazer um jantar a 2 numa capital chique, comer trufas brancas apanhadas por porquitos, beber um vinho reserva xpto e voltar de jacto para a terrinha é sempre uma agradável felicidade. Mas e depois? Um intransponível vazio indigesto. Contra os muros de lamentações (e ostentações), ergam-se os da felicidade. / Raquel Ponte

Fonte: LeCool

 

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