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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Viva a Música" em janeiro

 

Quintas, às 15h00, na Antena 1

"Viva a Música" em janeiro


Com o início deste novo ano, inicia-se a segunda parte da 17ª temporada do programa VIVA A MÚSICA.

Depois do ano de 2012 se ter concluído com uma série de cinco apresentações, o Palco da Rádio vai voltar a iluminar-se durante este mês de janeiro com algumas das expressões musicais que nos diferenciam e distinguem. Vai ser assim até ao final de junho, sempre em direto e ao vivo: viajar por diferentes paisagens sonoras, reafirmando diferenças e desvendando novos caminhos.

Entre as novas propostas jazzísticas de "Miguel Calhaz" e a revisitação das nossas memórias através de "O Baú", lá estarão também, como se impõe, os devaneios fadistas de uma figura nuclear em todo este movimento de renovação, com "Jorge Fernando".


Aí fica então o cartaz do VIVA A MÚSICA:
 
Dia 17 – MIGUEL CALHAZ
Dia 24 -  JORGE FERNANDO
Dia 31 -  O BAÚ


"Viva a Música" –  quintas, às 15h00, na Antena 1. 


Palmela cumpre tradicional Bênção das Fogaças

 

Na próxima terça-feira, dia 15 de janeiro, Palmela realiza a tradicional Bênção das Fogaças, numa cerimónia a decorrer na Igreja Matriz de S. Pedro, às 18 horas, por iniciativa da Confraria Gastronómica de Palmela e da Igreja Paroquial, com o apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Palmela.

Promover a Fogaça de Palmela e manter viva a tradição são os principais objetivos deste ritual comunitário, ligado às celebrações do Dia de Santo Amaro, que se assinala a 14 de janeiro. Nesta data, as Fogaças de Palmela - biscoito típico da vila, de sabor aromático marcado pela erva doce e pela canela – eram preparadas para oferecer ao Santo, e a sua forma variava consoante a promessa feita. Cozidas nos fornos comunitários ou nas padarias, já que poucas famílias dispunham de forno próprio, as Fogaças eram transportadas até à Igreja, no dia 15, em cestos de verga, ricamente decorados, para serem benzidas e leiloadas. As restantes eram distribuídas pelos fiéis, que as levavam para casa para serem comidas por todos, incluindo os animais.

A Confraria Gastronómica de Palmela retomou o ritual há vários anos e os Confrades irão levar ao altar as suas fogaças, confecionadas com produtos regionais, que, depois de benzidas, serão distribuídas pelos presentes. A cerimónia é aberta à participação de todos os interessados, que poderão levar, também, as suas fogaças para benzer e partilhar com a comunidade.

 

 

Sons pela Cidade

Os Sons pela Cidade regressam entre os dias 18 e 20 de janeiro. Durante três dias, o programa conjunto da Câmara Municipal de Lisboa e da Orquestra Metropolitana (OML) percorre mais três freguesias levando a música clássica ao coração da cidade.

 

 

 

Em 2013, os Sons pela Cidade iniciam o périplo pelas freguesias de Lisboa em São Sebastião da Pedreira. No dia 18 de janeiro pelas 21h30, o Auditório da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho recebe o concerto da Formação de Sopros da Orquestra Metropolitana de Lisboa, que repete nos dias seguintes na Ajuda (Salão Polivalente do Império do Cruzeiro, 19 de Janeiro às 17h) e São João (Salão Multiusos da Junta de Freguesia, 20 de Janeiro às 17h).

 

O programa, que tem proporcionado a muitos habitantes dos bairros da cidade um primeiro contato com a música clássica, integra, nesta edição obras de Carl Reinecke, Charles Gounod e Jean Françaix, com comentários de Rui Leitão. A entrada é gratuita

 

Arte urbana de pés bem assentes na Praça D. João I

É já a 18 de Janeiro que a cidade do Porto pode conhecer a instalação Take a Walk de Anthony Heywood, na Praça D. João I. Resultado da residência artística do escultor britânico em Portugal, a convite da CAT, esta obra de intervenção urbana convida todos a visitarem o coração da Invicta até ao dia 31 de Janeiro.

Este projeto, cujo mecenas exclusivo é a CAT, contou com o apoio da Câmara Municipal do Porto e do Porto Lazer.

 

Take a Walk pretende explorar o sedentarismo contemporâneo contrapondo-o à mobilidade sustentada, convidando os espectadores a explorar a pé os centros urbanos. Como refere o artista, “esperamos que [Take a Walk] inicie um debate acerca de temas como o da importância do ambiente que nos rodeia e como a audiência interage com esse ambiente.”

 

O resultado é esta instalação de grandes dimensões na forma de um par de botas composto essencialmente de botas usadas doadas por todo o país para este efeito. A assistir o artista durante este projeto estiveram quatro alunas da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Cláudia Almeida, Luísa Amaral, Miroslava Kachalka e Nádia Ferreira.

 

Sobre Anthony Heywood

 

O artista plástico Anthony Heywood inspira-se na história da arte e na cultura contemporânea bem como na atualidade politica. Trabalhando materiais “pobres”, produtos da cultura de massas, Heywood transforma-lhes o sentido, subvertendo desta forma os valores e cânones da arte ao mesmo tempo que questiona o sistema de classificações jogando com as funções dos objetos trabalhados.

Anthony Heywood, nasceu em 1952 em Hartlepool, Inglaterra, frequentou a Hartlepool College of Art, o Newcastle Polytechnic e a University Christ Church Canterbury. Colabora desde 1989 com a University for the Creativy Arts em Canterbury onde actualmente diride o departamento de escultura.

 

Sobre a CAT

 

Benjamin Holt e Daniel Best criaram a Caterpillar Inc em 1904, nos EUA, uma das 100 marcas mais reconhecidas no mundo pela revista Fortune. Há cerca de 20 anos a empresa diversificou-se nascendo a CAT, a marca que ficaria associada ao calçado de trabalho confortável e durável por excelência e que teria uma evolução a par e passo com as tendências da moda, de forma a acrescentar ao seu portefólio, modelos que agradam a quem tem um estilo definido entre o clássico e o casual. Atualmente a CAT encontra-se à venda em 141 países e mantém a sua filosofia: “Forged by work, Driven by Life”. Os variados modelos da CAT primam pela sua autenticidade, qualidade e estilo.

 

 

 

PARA FAZER DOWNLOAD DAS IMAGENS E VIDEO TEASER CLIQUE AQUI:

http://www.mediafire.com/?6am2ajamk6z1egu

 

UM ZERO AZUL ao vivo

 

19 de Janeiro | 22:00 | Pinhal Novo - Auditório Municipal

 

Depois de um ano de trabalho em estúdio e já com o disco de estreia na manga, os Um Zero Azul preparam-se para subir ao palco do Auditório Municipal do Pinhal Novo, dia 19 de Janeiro, onde teremos oportunidade de apreciar, ao vivo, alguns dos temas que compõem o seu número um.

 

A margem sul do Tejo tem sido berço de algumas das mais emblemáticas bandas nacionais desde o primeiro "boom" do Rock Português, no inicio dos anos 80, até aos dias de hoje. São vários os projetos oriundos da margem sul que têm marcado a musica de expressão urbana nacional, nas suas diferentes vertentes.

 

Os Um Zero Azul são um exemplo vivo de que essa força criativa continua e atravessa gerações.

 

Trio formado por Kapa de Freitas, Eurico Orvalho e David Sequeira, os Um Zero Azul cruzam programações e eletrónica com a musculatura Rock para darem vida a boas e estruturadas canções, em Português, diretas à veia, carregadas de sentimento e cheias de garra.

 

Sob a chancela da Valentim de Carvalho, os Um Zero Azul preparam para breve a sua estreia em disco, que contou com a produção de João Martins, um dos nomes grandes da margem sul. Enquanto isso não acontece está aí "Quem não quer ver", o single de apresentação da banda, com um convidado de peso – Tim, a voz inconfundível dos Xutos e Pontapés.

 

 

 

Bilhetes à venda no Cineteatro S. João em Palmela e no Auditório Municipal de Pinhal Novo Informações: vania.dias@umzeroazul.com 
reservas – 212336634

CHÃO DE ÁGUA

 

 

As Troianas de Eurípides, este clássico da tragédia grega, serve de matriz ao paralelismo criado entre o desenraizamento  provocado pela deslocalização compulsiva das populações dos seus territórios e a solidão revoltada das mulheres troianas quando a guerra lhes rouba os seus homens. João Monge pega neste dilacerante drama e transporta-o para os nossos dias. Em Chão de Água, a tragédia do povo de Tróia é entrelaçada com as vivências do povo alentejano no afogamento de territórios ancestrais. Esta é uma grande parábola sobre a vida e a morte, uma epopeia dedicada ao povo alentejano, mesclada com referências da vida contemporânea e com o intuito de potenciar uma visão crítica abrangente.
 
 
Texto  João Monge, a partir de As Troianas de Eurípides
Encenação Maria João Luís
Figurinos Rafaela Mapril
Desenho de som José Fortes
Direcção de produção e Desenho de luz Pedro Domingos
Interpretação Catarina Guerreiro, Heitor Lourenço, Helena Montez, Maria João Luís, Patrícia André, Pedro Mendes, Susana Blazer, Rui Gorda
Coral Polifónico de Ponte de Sôr dirigido pelo maestro Rui Martins Picado 
Figuração Carolina Pita, Filipa Rosa, Inês Lopes, João Oliveira, Maria Eduarda, Mónica Lanzinha, Paulo Roque, Rita Martins, Rodrigo Martins, Salomé Palmeiro, Tânia Maurício, Vanessa Campff
Canto em voz-off  Paulo Ribeiro
Produção Teatro da Terra
 

Parceiro Município de Ponte de Sôr
Apoio Direcção Regional de Cultura do Alentejo  


Passatempo MEMÓRIA DE PEIXE

O Blog Cultura de Borla em parceria com o CINE-TEATRO DE ESTARREJA  tem bilhetes simples para o concerto dos "MEMÓRIA DE PEIXE" no CINE-TEATRO DE ESTARREJA para o dia 11 de Janeiro (23h) aos primeiros leitores que enviarem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver os MEMÓRIA DE PEIXE com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

Memória de Peixe

Música em tempo real

Miguel Nicolau loops e guitarra
Nuno Oliveira bateria

Memória de Peixe é um projeto nascido em 2011 de Miguel Nicolau (lopps e guitarra) e Nuno Oliveira (bateria), que assenta na construção em tempo real de canções curtas, a partir de uma guitarra e de uma bateria, usando loops de cerca de 7 segundos. Tal como a memória de um peixe, as melodias reinventam-se à medida que são construídas e repetidas. O Bar do CTE recebe o seu primeiro concerto de 2013 pelas mãos destes dois peixes cheios de memória. Até lá procurem os excelentes temas "Fish&Chick", "Fishtank" e "Estrela Morena" e percebam como se transformam ao vivo.