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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Sala VIP de Jorge Silva Melo

Está aberta a temporada dos Artistas Unidos com o espectáculo SALA VIP de Jorge Silva Melo Com Andreia Bento, Maria João Falcão, Elmano Sancho, António Simão e João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha Construção Thomas Kahrel Música João Aboim Luz Pedro Domingos assistido por João Chicó Assistente de Encenação João Delgado Encenação Pedro Gil Uma produção Pedro Gil/Artistas Unidos/Culturgest

 

Duração 90 min M16

 

No Teatro da Politécnica de 4 de Setembro a 19 de Outubro

 

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00

 

 

 

Workshop Planificação e Organização de Exposições. O Papel do Curador | Lisboa | 5 e 6 de Outubro

WORKSHOP

PLANIFICAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES
O PAPEL DO CURADOR
 

5 e 6 de Outubro | Ateliers de São Vicente

 
Nos dias 5 e 6 de Outubro de 2013 decorrerá em Lisboa, nos Ateliers de São Vicente, o Workshop Planificação e Organização de Exposições: o Papel do Curador, por Cláudia Camacho*.


Módulo I: O trabalho do Curador | Módulo II: Como se cria um projecto de exposição |Módulo III: Como se organiza uma exposição | Módulo IV: Como se divulga uma exposição


* Cláudia Camacho | Curadora Independente. Doutoranda em História da Arte (Facultad de Bellas Artes, Universidad Complutense, Madrid) defenderá a sua tese de doutoramento, sob Menção Europeia, em 2014. Comissariou as exposições: High Speed Press Plate de José Luís Neto (CBA, Madrid); Se Busca Memoria Perdida de Kristoffer Ardeña (Centro 14, Alicante); Representação Portuguesa no DVD-Project (Fundação Telefónica, Peru); Contemplaciones (Festival Loop, Barcelona); For Nothing de Pedro Torres (Round The Corner, Lisboa). Coordenadora de actividades no PhotoEspaña|07. Curadora residente convidada pela Academy of Fine Arts and Design para o European Month of Photography/09, em Bratislava. Curadora portuguesa convidada para projecto Jugada a 3 Bandas, Camera Oscura, Madrid|12 e Arte Santander|12, com a exposição Histórias e Desejos de quem Dorme (Ana Rito, Cecilia de Val, Margarida Paiva e Johann Ryno de Wet). Curadora portuguesa convidada para o "Ideological Guide to the Venice Biennial 2013". Organizou o Ciclo de Debates da ARTELISBOA 2011. É coordenadora do projecto português AntiFrame – Independent Curating Project. 


O mesmo workshop irá decorrer no Porto nos dias 16 e 17 de Novembro.

Mais informações / Inscrições:

Facebook

AntiFrame | Art Consulting
Ateliers de São Vicente

MUSEU DA MÚSICA: Violoncelo Stradivarius Rei de Portugal vai voltar a tocar (14 Set., entrada livre) 4º concerto do ciclo de Instrumentos Históricos 'Um Músico, Um Mecenas'

Dois Tesouros Nacionais vão sair das vitrinas do Museu da Música e são o mote para o 4º concerto do ciclo de instrumentos históricos "Um Músico, um Mecenas", no dia 14 de Setembro, pelas 18h. A entrada é livre!




UM MÚSICO, UM MECENAS
Sábado, 14 de Setembro, pelas 18h, entrada livre

A cravista Jenny Silvestre e o violoncelista Levon Mouradian interpretam GIUSEPPE VALENTINI, PIETRO LOCATELLI  e LUIGI BOCCHERINI, três compositores italianos contemporâneos de dois instrumentos musicais: O cravo Antunes (construído em Lisboa em 1758) e o violoncelo Stradivarius Rei de Portugal (que pertenceu ao Rei D. Luís, datado de 1725).

Envio os seguintes anexos:  Artigo da Revista Strad sobre violoncelo; fotografias de instrumentos e músicos; cartaz do concerto

Muito obrigada,

Helena Miranda

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BREVE HISTORIAL DOS INSTRUMENTOS:

VIOLONCELO STRADIVARIUS REI DE PORTUGAL

Datado de 1725 e classificado como Tesouro Nacional, pertenceu ao rei D. Luís I (1838-1889) e é o único instrumento com a assinatura do construtor Antonio Stradivari em Portugal.

Primeiramente conhecido por Violoncelo Chevillard, por ter pertencido ao violoncelista belga Pierre Chevillard (1811-1877), foi posteriormente propriedade de um dos irmãos da família de luthiers franceses Vuillaume, que o vendeu ao Rei D. Luís.

O Chevillard – Rei de Portugal tem a famosa forma «B», a mais célebre entre as diferentes utilizadas por Antonio Stradivari. Esta forma foi utilizada de 1707 a 1726, o período de ouro do construtor. Restam-nos hoje 25 violoncelos deste tipo em todo o mundo, entre os quais o «Davidoff», o «Duport», o «Piatti», o «Mara» e o «Batta».

É conhecido o interesse que D. Luís tinha pela música. Como compositor, deixou-nos algumas obras musicais: uma Avé Maria, uma Barcarola, uma Missa (a parte de violoncelo) e cinco valsas. Parte do seu acervo instrumental encontra-se hoje, no Museu da Música. São de realçar o violoncelo Stradivarius e um piano que pertenceu a Franz Liszt.

CRAVO ANTUNES

Classificado como Tesouro Nacional e construído por Joaquim José Antunes em 1758, é uma das peças mais valiosas da colecção, deixando reconhecer uma forte e bem estabelecida tradição de artesanato musical português. Sendo um dos poucos exemplares sobreviventes da escola portuguesa de construção de cravos de meados de setecentos, é de extrema importância para a reconstituição da autêntica sonoridade da música cravística pré-barroca e barroca, produzida em Portugal por compositores como Domenico Scarlatti ou Carlos Seixas.

Joaquim José Antunes foi um dos mais importantes construtores portugueses de cravos do século XVIII e provavelmente o membro mais notável da família Antunes (construtora de instrumentos de tecla activa em Lisboa durante três gerações). Do mesmo autor é conhecido apenas mais um cravo, datado de 1785, que integra actualmente a colecção de instrumentos musicais Finchcocks, em Kent (Inglaterra). Existe ainda um pianoforte assinado "Antunes 1767" no National Music Museum, em Vermillion (EUA).

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SOBRE OS MÚSICOS

A cravista Jenny Silvestre estudou cravo na Escola de Música do Conservatório Nacional.
Em 1997, ingressou na ESML, na classe de cravo de Cremilde Rosado Fernandes, onde concluiu o Curso de Licenciatura no ano de 2001.
Em 2007, terminou um curso de formação avançada na Escola Superior de Música da Catalinha (ESMUC), com a cravista Béatrice Martin, tendo, em paralelo, estudado órgão com o organista João Paulo Janeiro.
Ao longo da sua formação, participou em diversas classes de alto aperfeiçoamento com cravistas como Ketil Haugsand, Hilton Wiuniwsky, Hermann Stinder, Rosanna Lancelote, Kenneth Weiss, Chiara Banchini e Laurence Cummings, entre outros. Paralelamente, tem realizado diversos concertos, tanto em Portugal como no estrangeiro.

O violoncelista Levon Mouradian nasceu na Arménia. Começa a tocar o violoncelo aos seis anos de idade e actua em público pela primeira vez aos dez anos, altura em que ganha o Primeiro Prémio para Interpretação numa competição dedicada a jovens músicos arminianos. Aos catorze, já é solista da Orquestra Sinfónica do Estado da Arménia, completando o seu Mestrado no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo.

Em 1982, ganha o Terceiro Prémio da Competição da União Soviética, seguido pela Medalha de Prata do Concurso Internacional de Violoncelo Pablo Casals de 1985, premiado pelo Concurso Internacional Tchaikovsky de 1986 em Moscovo, e o Primeiro Prémio de Violoncelo no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, na Covilhã, sendo mais tarde júri deste mesmo concurso, em 2003.

Como solista e professor, e mesmo enquanto membro de grupos de música de câmara, Levon Mouradian participa em vários festivais e recitais por todo o mundo, para além de ter tocado com várias das maiores orquestras da antiga União Soviética.  

Em Portugal integra actualmente o naipe de violoncelos da Orquestra Gulbenkian, com o seu violoncelo veneziano Grofiller do século XVIII. 

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PROGRAMA DO CONCERTO:

UM MÚSICO, UM MECENAS
Sábado, 14 de Setembro, pelas 18h, entrada livre

Jenny Silvestre e Levon Mouradian já escolheram o programa que vão interpretar no dia 14 de Setembro, pelas 18h, em dois dos nossos mais emblemáticos tesouros nacionais, o Cravo Antunes (1758) e o Violoncelo Stradivarius Rei de Portugal (1725).
Os músicos apresentarão repertório de três compositores italianos contemporâneos do cravo e do violoncelo:


GIUSEPPE VALENTINI (1681-1753)
SONATA em E-major
1-Grave
2-Allegro
3-Allegro.Tempo di Gavotta
4-Largo
5-Allegro

PIETRO LOCATELLI (1695-1764)
SONATA
1-Allegro
2-Adagio
3-Minuet, Tema e variações

LUIGI BOCCHERINI (1743-1805)
SONATA em La-major
1-Adagio
2-Allegro

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Reportagem da Sic Notícias sobre o último concerto dado pelo Violoncelo Stradivarius (com o violoncelista Bruno Borralhinho)

 

 

 

O outono recebe as cores de Mayra Andrade e Rodrigo Leão no Cine-Teatro de Estarreja


Além do Estarrejazz que está de volta no mês de novembro, a programação do CTE para os últimos meses de 2013 apresenta trabalhos novos e de excelência dentro das artes performativas. Ocidente, de Victor Hugo Pontes, Class Enemy, de Nuno Cardoso, e Salto, de André Mesquita, são bons exemplos. Rodrigo Leão e Mayra Andrade são destaques de luxo, aos quais se junta The Weatherman.


Programação Cultural Cine-Teatro de Estarreja
Nova Temporada – setembro, outubro, novembro, dezembro

O outono é também sinónimo de Outonalidades. O circuito de música de pequeno formato ao vivo marca presença no Bar do CTE, pelo 9º ano consecutivo, e com ele chegam os concertos de Birds Are Indie (25 de out.), Kimi Djabaté (29 nov.) e Peixe (13 dez.). Mas não só o Outonalidades se encarrega da programação do Bar. O arranque da temporada no espaço do 1º andar é dado pelo fantástico The Weatherman (27 set.), num concerto acústico e intimista, seguido dos Lissabon (11 out.) e Little Friend (15nov.).

O mês de outubro leva Rodrigo Leão (5 out.) ao auditório do Cine-Teatro de Estarreja. A apresentação de “Songs (2004-2012)” motiva o regresso de um dos melhores músicos e compositores portugueses àquela sala de espetáculos municipal. No final do mês, André Mesquita (Tok’Art) coloca em cena “Salto” (26 out.), trabalho estreado em junho, com dois bailarinos em palco que mantêm um diálogo abstrato entre o corpo e o pensamento.

Já em novembro, mas ainda dentro das artes performativas, Estarreja recebe “Class Enemy” (16 nov.), uma adaptação do encenador Nuno Cardoso ao original de Nigel Williams. Antes chega a 8ª edição do Estarrejazz que este ano conta com a estreia absoluta da Big Band Estarrejazz (2 nov.), composta por jovens músicos e que concretiza o passo seguinte na vertente formativa do festival. Do restante cartaz sobressaem nomes como Perico Sambeat (1 nov.), Tahina Rahary (Afterhours 1 e 2 nov.), Daerr-Bica-Stick (8 nov.), Carlos Barretto “Lokomotiv” (9 nov.) e Paulo Santo Trio (Afterhours 8 e 9 nov.).

Mayra Andrade ilumina o mês de dezembro no Cine-Teatro de Estarreja, inserido na digressão de “Lovely Difficult”, último álbum da diva cabo-verdiana. “Ocidente”, a nova peça de Victor Hugo Pontes que aborda a vida contemporânea, marca presença no Cine-Teatro de Estarreja a 7 de dezembro. A caminhar para o espírito natalício, as celebrações arrancam com os Gospel Collective, num concerto de música espiritual negra, e terminam com o clássico Quebra-Nozes, pelos bailarinos da Russian Classical Ballet, convidando a entrar num universo de sonho e fantasia.

Os bilhetes já se encontram à venda online. A Bilheteira do CTE reabre ao público na próxima terça-feira, dia 10 de setembro.

 

Projeto Educativo no grande ecrã

 

O cinema é uma das novidades inseridas no Projeto Educativo do Cine-Teatro de Estarreja. “Filminhos Infantis” são sessões de curtas-metragens de animação para crianças do pré-escolar ao 1º ciclo, seguidas de oficinas temáticas onde os participantes aprendem técnicas que dão movimento aos desenhos por si criados. Os “Filminhos Infantis” vão estar em exibição no Cine-Teatro de Estarreja nos dias 24 de outubro, 21 de novembro e 19 de dezembro, às 10h30.

Além do cinema, também as artes performativas, que fazem do Projeto Educativo do CTE um programa cada vez mais procurado por famílias e escolas, marcam as propostas do quarto trimestre. Barriga da Baleia (13 e 14 out.), Mito Móvel (17 e 18 nov.) e Pé Ante Pés (15 e 16 dez.) chamam novos públicos ao teatro.


Para os mais jovens, a competição PANOS está à porta e com ela chegam as inscrições para o Grupo de Teatro Juvenil do CTE que decorrem até dia 21 de setembro.

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__

AGORA - Domingo, às 21h39, na RTP2

Domingo, às 21h39, na RTP2



Esta semana, o programa Agora revela todo o romantismo do renovado Chalet da Condessa D'Edla, em Sintra, erguido pelo rei D. Fernando II e a sua segunda esposa, Elise Hensler.

Fomos conhecer as novidades da 5ª edição do Festival Todos – Caminhada de Culturas, que decorre em Lisboa entre dia 12 e 15 de setembro, e ficamos a conhecer um projeto que transforma pipas de vinho em objetos musicais.

Esta semana ainda revelamos o trabalho de Marco Martins, para além do cinema e do teatro. Víctor Gama, músico e construtor de instrumentos, mostra Antártica e África no palco do Teatro S. Luiz, em Lisboa. O fadista Pedro Moutinho diz-nos que o amor não pode esperar, e nós também não, por ouvir o seu mais recente álbum.  

AGORA tem uma edição de 2ª a 6ª feira, com a agenda diária, às 22h20 depois do Síntese 24 Horas, com a duração de cinco minutos.  

 
Apresentação: Filomena Cautela
Edição: João Carlos Barradas
Coordenação: Cláudia Galhós
Produtora: Até ao Fim do Mundo
Duração: 40 min (Semanal); 5 min. (Diária) Portugal, 2013