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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ciclo O romance francês e sua incidência no romance português do séc. XIX



Maria Alzira Seixo coordenadora
7, 14, 21 e 28 Set 2013 - 15:30 às 17:00
5 e 12 Out 2013 - 15:30 às 17:00

Entrada Livre
mediante inscrição


O romance francês do séc. XIX – Balzac, Stendhal, Flaubert e Zola – foi determinante na constituição do romance ocidental, na via da modernidade. O seu eco em autores portugueses: Camilo, Júlio Dinis, Eça, Abel Botelho, Teixeira de Queirós.

Seis sessões
1. Balzac e Camilo
. Redes passionais nos labirintos da cidade e do dinheiro. Poder da terra e do meio, ideologia e sedução do concreto. O Pai Goriot, As Ilusões Perdidas, Memórias do Cárcere, «Maria Moisés» (Novelas do Minho, III).
2. Stendhal e Eça. Supremacia da mulher (Sanseverina e Maria Eduarda) e as derivas da incapacidade masculina. Hedonismo, espírito crítico e vitalismo amoroso (Julien Sorel, Basílio, Jacinto). O individualismo romântico face à pressão social. O Vermelho e o Negro, A Cartuxa de Parma, Os Maias, A Cidade e as Serras.
3. Inovação em Madame Bovary. Idealismo cultural e força da sociedade retardatária. Sucedâneo impensado: A Brasileira de Prazins. Ler A Educação Sentimental com Os Maias.
4. Flaubert, o génio: impassibilidade narrativa, ponto de vista, descrição, estrutura. Passagem pelo livro da estupidez (Bouvard et Pécuchet) e as Vidas de Santos.
5. Zola, o romance e a ciência. A revolução na linguagem (entre Baudelaire e Proust). O combate social: ambientes, máquinas, gritos, viragens, arte e tempo. Escrever o futuro. Germinal, O Paraíso das Damas, A Obra. Abel Botelho e Teixeira de Queirós.
6. O que é o Naturalismo? Escrita da natureza e natureza da escrita. Incongruências e caminhos cruzados. Os esquecidos: Júlio Dinis, António Pedro Lopes de Mendonça e Júlio Lourenço Pinto. Maupassant. O escritor secundário.

 

Entrada Livre mediante inscrição prévia para:
inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt

 

> Preencha a ficha de inscrição

 

Tel. 21 361 24 08

 


Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura

O DN e a Caixa Geral de Depósitos apoia a programação de Literatura e Humanidades.

Cangarra e Jibóia em simultâneo

estreia, no mesmo palco, a tocar lado a lado, de Cangarra (Ricardo Martins - Lobster, Adorno, R- e Cláudio Fernandes - Pista, Nicotine's Orchestra, Debut!) e de Jibóia (Óscar Silva - Adorno, Suchi Rukara, I Had Plans), no dia 20 de Setembro, às 23h30, no Bartô.

 

 

Concerto de Cangarra e de Jibóia, em improviso, ou Ricardo Martins, Cláudio Fernandes e Óscar Silva a partilhar, ao mesmo tempo, o mesmo palco, 20 de Setembro, às 23h30, no Bartô, em modo de disparos de bateria, guitarras e teclados, e estoiros de músicas reinventadas de ambos os projectos. Um amontoado de sons, ora mais harmoniosos, ora mais rasgados, mas sempre com (boa) energia e apelos dançantes aos corpos presentes. É a estreia deste (bonito) encontro em palco.


Cangarra + Jibóia
20 Setembro, 23h30
Bartô/Chapitô (Costa do Castelo, n.º1/7)
Entrada Livre

Links:

www.facebook.com/cangarra

http://cangarra.tumblr.com

www.facebook.com/abracodejiboia

http://loversandlollypops.bandcamp.com/album/jib-ia-ep

PALCOS INSTÁVEIS | Para Ti, Para Mim | Criação de Elisabeth Lambeck | 19 e 20 de setembro 21h30| CAFÉ-TEATRO DO TEATRO DO CAMPO ALEGRE

 

Coreografia & interpretação- Elisabeth Lambeck

Desenho & operação de luz- Pedro Vieira de Carvalho
Desenho de imagem/flyer: San2design & Carline van Oel

Produção: Ioli Georgila

Música: Sígur Ross -Takk, Ane Brun - To let myself go, Vitor Joaquim - Sunset Boulevard & Part 1 (free field),

Rick Astley - Together forever

 

 

Duração: 40 minutos

 

 

Sinopse:

Where I am going? Here, just here. Nowhere. Floating around. Sometimes a little higher, other times more fast, but always just here. Floating, shaking, watching, seeing, feeling and being touched. Screams of joy, sinking, being sinked, very deep, exploding and imploding, melting, very much melting and then, little jumps of exitement. Here, just here. Wanna come with me?

 

Maldita Broadway - humor negro numa homenagem aos grandes musicais



 

 

Dia 21 de Setembro estreia a nova criação musical do actor e encenador Ricardo Bargão, um espectáculo de humor negro numa homenagem feita de amor-ódio aos grandes musicais e aos seus criadores e interpretes. Durante mais de uma hora, num verdadeiro One-man-show, ele interpretará de forma satírica e ácida momentos de grandes musicais numa visão muito pessoal e irreverente a que já nos habituou em espectáculos como «Putas de Lisboa» e «Manifesto Antropófago»

 

FACEBOOK: https://www.facebook.com/manifestoantropofagoIII

 

 

SINOPSE

Odeio os Musicais! Odeio La Féria! Odeio a Broadway! Uma comédia negra de amor-ódio aos grandes musicais. De forma sarcástica e irónica odeia-se os musicais e a Broadway, que é uma maneira de homenagear todos eles, desta vez na forma de um invulgar e camaleónico One Man Show. Do criador de «Putas de Lisboa» e «Manifesto Antropófago»

 

Farto de ser recusado em casting, ele decide passar a odiar o mundo dos cabaret e do musicais que tanto ama, montando um espectáculo que é um verdadeiro desabafo auto-biográfico de escárnio e maldizer. Uma homenagem aos grandes musicais e ao seus respectivos criadores e interpretas nacionais e internacionais de A a Z; de Barbara Streisand a Henrique Feist, de Wanda Stuart a Elaine Page, passando por Liza Minnelli, Ute Lemper e tantos outros.

 

 

Ficha Técnica

Criação e interpretação: Ricardo Bargão

Produção: Espectacologia.com em Kinky krazy kabaret

Duração: cerca de 75 minutos, com intervalo

Género: Comédia Musical

Classificação: maiores de 16 anos

 

Duração: 75 minutos

Classificação: maiores de 16 anos

 

Espectáculos aos terceiros Sábados de cada mês -  21h30

Temporada: 21 Setembro / 19 Outubro / 16 Novembro

Preço: 12,00 euros

 

BAR CRU

Rua de S. Marçal, 170 – Lisboa

Reservas 929422513

info@espectacologia.com

www.espectacologia.com

 

Bilhetes á venda na FNAC, CTT, Bilheteira online, e outros locais habituais

 

 

OUT.FEST 2013




8 OUTUBRO | BE JAZZ CAFÉ |21h30
concertos:
FRED VAN HOVE (bel)
JOHNS LUNDS & TR KIRSTEIN (dk)


9 OUTUBRO | GALERIA MUNICIPAL DE ARTE DO BARREIRO | 21h30
concertos:
JOE MORRIS (eua)
RHODRI DAVIES (ing)


10 OUTUBRO | CONVENTO DA MADRE DE DEUS DA VERDERENA | 21h30
concertos:
OREN AMBARCHI (aus)
RAFAEL TORAL : SPACE COLLECTIVE 2 (pt)


10 e 11 OUTUBRO | GALERIA MUNICIPAL DE ARTE DO BARREIRO | 17h-20h
workshop:
“The properties of Free Music / As propriedades da Música Livre” por JOE MORRIS


11 OUTUBRO | AUDITÓRIO MUNICIPAL AUGUSTO CABRITA | 21h30
concertos:
MOHN [Wolfgang Voigt & Jörg Burger] (ale)
LEE GAMBLE (ing)
RICHARD PINHAS (fra)


12 OUTUBRO | GALERIA MUNICIPAL DE ARTE DO BARREIRO | 17h00
concertos:
STEVE GUNN & MIKE COOPER (eua / ing) *
SIRIUS [Yaw Tembé & Monsieur Trinité] (pt) *

12 OUTUBRO |PAVILHÃO DO G.D. FERROVIÁRIOS | 21h30
concertos:
THE FALL (ing)
CARLA BOZULICH’S BLOODY CLAWS (eua)
HHY & THE MACUMBAS (pt)
SKULLFLOWER (ing)

 

* entrada livre

 

 

BILHETES:

Dias 8, 9, 10 e 11: 6€ cada
Dia 12 (noite): 12€
Passe global: 25€
Dia 12 (tarde): Entrada livre

 

Descontos:
50% para menores de 18 anos e maiores de 65 (obrigatória identificação na bilheteira)

LOCAIS DE VENDA:

www.bilheteiraonline.pt e lojas associadas

Posto de Turismo do Barreiro (Mercado 1º de Maio)
Fórum Barreiro (Balcão de informações)
Matéria Prima (Lisboa)
Flur (Lisboa)

 

OUTRAS ACTIVIDADES:

 

Workshop: As propriedades da música livre (Joe Morris):
Dias 10 e 11, das 17h-20h | Inscrições e informações: workshops@outra.pt



 

BILHETES:

Dias 8, 9, 10 e 11: 6€ cada
Dia 12 (noite): 12€
Passe global: 25€
Dia 12 (tarde): Entrada livre

 

Descontos:
50% para menores de 18 anos e maiores de 65 (obrigatória identificação na bilheteira)

LOCAIS DE VENDA:

www.bilheteiraonline.pt e lojas associadas

Posto de Turismo do Barreiro (Mercado 1º de Maio)
Fórum Barreiro (Balcão de informações)
Matéria Prima (Lisboa)
Flur (Lisboa)

 

OUTRAS ACTIVIDADES:

 

Workshop: As propriedades da música livre (Joe Morris):
Dias 10 e 11, das 17h-20h | Inscrições e informações: workshops@outra.pt

 

 


 

Nascido em 1937, em Antuérpia, Bélgica, o pianista Fred Van Hove é, não tenhamos medo de o dizer, uma das lendas vivas da revolução free-jazz que na década de 60 tomou conta da Europa continental. Colaborando, desde muito cedo, com Peter Brotzmann (é um dos músicos que tocaram no seu lendário Machine Gun), desenvolveu com este e com o percussionista Han Bennink um dos grandes trios dessa lendária década. A partir de meados dos anos 70, especializou-se em trabalhos a solo (precursor no acompanhamento sonoro de filmes mudos, com particular ênfase nos trabalhos de gente como Griffiths, Murnau, Dreyer ou Lang) e em colaborações em formato duo, com gigantes como Steve Lacy, Evan Parker ou Radu Malfati, e tem desde então permanecido no activo com uma miríade de projectos interdisciplinares, educativos e comunitários que lhe valeram, a partir da década de 90, o estatuto de Embaixador Cultural da Flandres, atribuído pelo governo Belga.

 

Vídeo http://youtu.be/O_zelLqIksQ

 

 


 

Johns Lunds (ou Johannes Lund) é um dos mais promissores outsiders no jazz europeu – saxofonista, primariamente, mas sound-artist completo (no seu trabalho a solo, todo o tipo de instrumentos de sopro, violinos, percussão marcam presença), tem sido, nos últimos anos, um dos grandes dínamos do panorama experimental dinamarquês, contando no currículo com, entre vários lançamentos pelo colectivo Yoyooyoy, do qual é parte integrante, dois registos de colaboração com o gigante sueco Mats Gustafsson. Lançou, em 2011, um outro registo em colaboração com o percussionista Tobias Kirstein, outro dos nomes da frente da nova vaga dinamarquesa, num trabalho de exploração tímbrica conjunta que vem aliando à explosividade característica do free-jazz uma circularidade rítmica em transe ascendente, que o OUT.FEST tem o enorme prazer de apresentar, pela primeira vez, em Portugal.

 

Vídeo ao vivo no Jazzhouse, Copenhaga http://youtu.be/O2AhbCXfacc

 

Concerto: FRED VAN HOVE (bel) + JOHNS LUNDS & TR KIRSTEIN (dk)

Local: Be Jazz Café
Data: 8 de Outubro
Horário: 21:30
Entrada: 6€

 

Bilhetes disponíveis em www.bilheteiraonline.pt e locais habituais

 

 


 

Joe Morris nasceu em New Haven, Connecticut, em 1955. Começou, desde os 12 anos, uma carreira de auto-aprendizagem em diversos instrumentos – primeiro, a trompete, logo depois a guitarra, depois o banjo, até bem recentemente, há menos de uma década, abordar com mais seriedade o contrabaixo. Foi, no entanto, precisamente com a guitarra que construiu uma carreira ímpar no contexto do jazz mais livre: é, sem recorrer a hipérbole, o mais importante e influente guitarrista nesse contexto após o lendário Sonny Sharrock, ainda que a sua preferência por um som ‘limpo’, sem recurso a distorção ou efeitos, o situe numa linhagem de maior acessibilidade a ouvidos desprevenidos. A este facto não serão alheias as influências que sempre confessou, que, mais do que de guitarristas, provieram de grandes saxofonistas como Eric Dolphy ou Jimmy Lyons, bem como de uma particular atenção para com os instrumentos de cordas da África Ocidental ou para com o trabalho de compositores como Olivier Messiaen ou Charles Ives.
Tocou e gravou, desde finais da década de 70, com praticamente todos os nomes que têm escrito a história do jazz nestes últimos quarenta anos, desde William Parker, Matthew Shipp ou Andrew Cyrille, a Ken Vandermark, Joe McPhee e Eugene Chadbourne ou Hamid Drake.
No OUT.FEST, teremos uma oportunidade imperdível para, além de um raro solo de guitarra, testemunhar in loco a sua técnica, percurso e visão únicas no workshop que leccionará, baseado nas ideias expressas no seu mais recente livro, ´Perpetual frontier: The properties of free music’.

 

Site oficial http://www.joe-morris.com

 

 


 

Nome britânico destacado no panorama contemporâneo de executantes de harpa no âmbito da música experimental e da livre improvisação, Rhodri Davies tem vindo a procurar novas e improváveis técnicas e abordagens ao instrumento, incluindo hibridizações entre a harpa e electrónica, e desmantelamento e destruição do objecto ao vivo em contexto performativo. Com trabalho de composição editado e apresentado em concerto, escrita para solos ou para ensembles de constituição variável, de realçar também que novas peças para harpa foram compostas para si por nomes ilustres como Eliane Radigue, Christian Wolff ou Mieko Schiomi. No campo das artes expositivas, tem construído um percurso paralelo marcado por instalações audiovisuais em grande escala apresentadas em salas e festivais multidisciplinares internacionais.

 

Site oficial http://www.rhodridavies.com

 

Concerto: JOE MORRIS (eua) + RHODRI DAVIES (uk)

Local: Galeria Municipal de Arte do Barreiro
Data: 9 de Outubro
Horário: 21:30
Entrada: 6€

 

Bilhetes disponíveis em www.bilheteiraonline.pt e locais habituais

 

 


 

Compositor e multi-instrumentista australiano, Oren Ambarchi tem estado no activo desde meados da década de 90, primordialmente interessado na exploração da guitarra eléctrica e a sua recontextualização tímbrica quando operada sob o prisma da electrónica. Senhor de uma discografia rica e vasta em selos fundamentais da música experimental contemporânea como a Touch, Editions Mego ou Tzadik, e habitual colaborador dos Sunn O))), Keiji Haino ou Jim O’Rourke, foi com estes dois últimos que registou em parceria o álbum ‘Now While It Is Still Warm Let Us Pour In All The Mystery’ este ano publicado na Black Truffle, editora que também lançou ‘Cat’s Squirrel’, gravação em concerto de um duo com Merzbow.

 

Site oficial http://www.orenambarchi.com

 

 


 

Nome de referência de toda e qualquer forma musical nascida em Portugal nos últimos 20 anos, Rafael Toral tem vindo a descrever um fascinante e idiossincrático percurso. Dos seus primeiros trabalhos nos Pop D'ell Arte até ao recente Space Program (cuja evolução, desde praticamente o seu início, temos vindo a testemunhar em várias edições do OUT.FEST), Toral tem vindo a pavimentar uma obra única em território ainda por explorar. Reconhecido além-fronteiras como um dos nomes mais influentes da contemporaneidade, Rafael Toral é uma peça indispensável na construção do mosaico da música experimental, num reduto único onde as barreiras entre orgânico e electrónico, composição e improviso são constantemente desafiadas.
Na sua 3ª passagem pelo OUT.FEST, teremos oportunidade de acolher uma variação ainda pouco explorada do seu Space Collective – um duo totalmente dedicado a instrumentos electrónicos, em parceria com Ricardo Webbens.

 

Site oficial http://rafaeltoral.net

 

Concerto: OREN AMBARCHI (aus) + RAFAEL TORAL : SPACE COLLECTIVE 2 (pt)

Local: Convento da Madre de Deus da Verderena
Data: 10 de Outubro
Horário: 21:30
Entrada: 6€

 

Bilhetes disponíveis em www.bilheteiraonline.pt e locais habituais

 

 


 

Reencontro de duas das figuras mais incontornáveis na redefinição constante do continuum da electrónica alemã ao longo das últimas décadas, Mohn é a mais recente marca da cumplicidade entre Wolfgang Voigt e Jörg Burger, quase 20 anos depois do histórico 'Las Vegas’ - enquanto Burger/Ink – com alguns discretos EP's como Burger/Voigt pelo meio. O primeiro tem estado continuamente no epicentro de muitas dessas movimentações, seja enquanto um dos patrões da Kompakt Records, seja através de projectos tão meritórios como Mike Ink, M:I:5 e principalmente GAS – discografia imaculada e obrigatória nesses quatro discos. O segundo a cultivar uma miríade de identidades impossível de catalogar devidamente, com The Bionaut e The Modernist a assumirem uma maior premência editorial. Sediados em Colónia, e grandes responsáveis por aquilo que veio a ser a ser o som de marca da cidade, ambos partem dessa espinha dorsal infindável que é o techno para o dotar de linguagens que não passam necessariamente pela pista de dança, levando-o a tocar nos mais diversos pontos históricos da música electrónica. Em Mohn, o duo afunda-se numa atmosfera vagamente sombria, com a tensão de algum industrial mais estático a passar por um nevoeiro denso de batidas vindas do poço, ecos difusos e sintetizadores espectrais.

 

Vídeo 'Ebertplatz 2020’ http://youtu.be/kD4OS-S0DNQ

 

 


 

Com um par de discos muito elogiados no ano passado, lançados na berlinense PAN, este criador sediado em Londres alicerçou-se no seu passado em produção de música experimental em computador e da experiência como DJ em rádio pirata, para propor idiossincráticas desconstruções do campo lexical do jungle (no LP ‘Diversions 1994-1996’) e techno entrópico de última geração (no LP ‘Dutch Tvashar Plumes’), que gerou merecido fascínio e culto quer no mundo da música de dança quer no da música electrónica mais desafiadora. Lee Gamble editou as suas composições de laptop na editora Entr’acte e colaborou com o compositor John Wall e os artistas Yutaka Makino e Bryan Lewis Saunders.

 

Ao vivo no Boiler Room http://boilerroom.tv/lee-gamble-live-in-the-boiler-room-2

 

 


 

Mantendo ainda hoje uma proficuidade e pertinência inabaláveis, Richard Pinhas é um daqueles nomes secretamente fulcrais cujo importantíssimo legado está ainda por reconhecer e cartografar devidamente. Frequentemente considerado o “pai” da electrónica francesa – admitindo o vazio desse termo – a sua obra remonta aos anos 70, tendo contribuído decisivamente para muitos dos avanços em torno dos cruzamentos entre o rock e a electrónica operados ao longo destes anos. Espécie de análogo às movimentações que aconteciam na Alemanha nessa década por via de nomes como Cluster ou Tangerine Dream, foi enquanto mentor dos Schizo e principalmente dos Heldon – formação volátil por onde passaram músicos dos Magma – que começou a traçar um percurso sempre intrigante que parte da guitarra para a fazer confluir num miasma de sons espectrais em constante mutação. Tendo colaborado com nomes como Pascal Comelade ou Merzbow, editou já este ano o muito recomendável Desolation Row pela Cuneiform, - onde se faz rodear de gente como Oren Ambarchi, Lasse Marhaug ou Noel Akchote - num périplo cósmico por entre ritmos pulsantes, guitarras apontadas ao infinito e texturas psicotrópicas.

 

Site oficial http://www.richard-pinhas.com

 

Concerto: MOHN (ale) + LEE GAMBLE (ing) + RICHARD PINHAS (fra)

Local: Auditório Municipal Augusto Cabrita
Data: 11 de Outubro
Horário: 21:30
Entrada: 6€

 

Bilhetes disponíveis em www.bilheteiraonline.pt e locais habituais

 

 


 

Sem qualquer necessidade de invocar uma expressão tão frívola quanto “encontro geracional” para que este encontro faça sentido, podia apenas recorrer-se à guitarra enquanto elo de ligação entre Mike Cooper e Steve Gunn. Na necessidade de algum conforto contextual, dada a aparente disparidade dos trajectos, e sem se reduzir ao denominador comum de um “mero” instrumento, pegue-se nos fantasmas dos blues e da folk como assombração beatífica a pairar sobre os dois músicos. Cimentando pacientemente a sua indiscutível relevância, Steve Gunn regressa ao OUT.FEST um ano depois de um belíssimo concerto e com o transcendente 'Time Off' acabado de sair na Paradise of Bachelors. Pelo meio editou um maravilhoso disco de estrada na companhia do baterista John Truscinski, num reconhecimento crescente que, ainda assim, é insuficiente para com a verdadeira dimensão das suas canções. Mike Cooper é uma daquelas lendas vivas cuja invisibilidade se reveste de uma enorme injustiça poética perante um imponente legado construído ao longo de mais de 40 anos. Artista multifacetado, cuja obra se estende até aos campos da electrónica ou da instalação, Cooper trabalhou como músico de sessão em incontáveis álbuns, ao mesmo tempo que era um dos maiores responsáveis pelo boom que os blues tiveram na Inglaterra no final dos anos 60, desbravando caminho através da experimentação em torno dessas mesmas raízes. Profundo conhecedor da música do Pacífico, tem desenvolvido um estudo minucioso e apaixonante em torno da exotica – presciente secreto para muitas das visões tropicais que têm tomado forma ao longo dos últimos anos – registado em inúmeros discos de descoberta essencial. Numa altura em que se preparam para gravar um álbum em conjunto, a estreia deste duo de Gunn e Cooper reveste-se de uma aura especial de imprevisibilidade que a torna num acontecimento imperdível.

 

Site oficial http://steve-gunn.com
Site oficial http://www.cooparia.com

 

 


 

Yaw Tembe é músico (trompetista, principalmente, mas multi-instrumentalista), escultor, poeta (premiado, por exemplo, na edição de 2011 do Lisboa Poetry Slam) e artista de rua. Nascido na Suazilândia no final dos anos 80 mas radicado em Lisboa, é dos mais promissores e talentosos músicos em território nacional a operar num processo de autoconhecimento e busca de uma linguagem própria, tendo nos últimos anos colaborado com uma miríade de improvisadores portugueses. Dessas muitas colaborações, o duo Sirius, com o percussionista e improvisador Monsieur Trinité (Francisco Trindade, que já tivemos oportunidade de ver no OUT.FEST integrando a Variable Geometry Orchestra, em 2007) é talvez a face mais visível: com ecos de grandes figuras que fizeram do processamento do som da trompete um novo caminho para a expansão sónica do instrumento (como o incontornável Jon Hassell), e reminiscências da free music comunitária norte-americana do início do milénio ou das viagens kosmische dos grandes nomes alemães da década de 70, a música de Sirius, totalmente improvisada, possui desde muito cedo uma identidade vincada, de subtil complexidade, que o futuro se encarregará de confirmar.

 

Concerto ao vivo http://archive.org/details/MonsieurTniniteYawTembe

 

Concerto: STEVE GUNN & MIKE COOPER (eua / ing) + SIRIUS (pt)

Local: Galeria Municipal de Arte do Barreiro
Data: 12 de Outubro
Horário: 17:00
Entrada: LIVRE

 

 


 

A mais duradoura das bandas nascidas na explosão do post-punk em terras britânicas no final dos anos 70, os The Fall são um verdadeiro manual de sobrevivência contra todas as intempéries e expectativas, assegurando sempre uma relevância e premência assinaláveis. Liderados desde sempre pelo cáustico e carismático Mark E. Smith – único elo comum desde a sua génese -, têm visto a sua formação sofrer constantes mudanças conduzidas pelos impulsos do seu líder: espécie de pregador de rua em versão cool – um verdadeiro "Hip Priest", como a canção – que vai lançado farpas à sociedade, carregadas de veneno, jogos de palavras abstractos e contaminados por um humor seco e corrosivo. Influência fulcral em muito do rock marginal nascido nas últimas três décadas, os ecos do seu punk de tendências arty, alicerçado em ritmos repetitivos e guitarras cortantes, podem ser encontrados um pouco por todo o lado – dos Sonic Youth aos Jesus Lizard, dos Pavement aos Dead C. Donos de uma discografia imensa, onde se encontram álbuns tão clássicos como Hex Enduction Hour, This Nation's Saving Grace ou The Infotainment Scan, mantém ainda hoje uma saudável actividade discográfica do qual Re-Mit, editado já este ano pela Cherry Red, é o mais recente tomo. Foram também a banda preferida de John Peel, que melhor do que ninguém os soube definir: “They are always different, they are always the same”.

 

Vídeo 'Mr Pharmacist' http://youtu.be/56dxJjXbnjg

 

 


 

Grande e carismática figura, paradigmática de um certo underground norte-americano, Carla Bozulich, guitarrista, letrista, cantora e compositora construiu para si, ao longo de anos repletos de projectos e colaborações (com Nels Cline, Ches Smith, Marc Ribot, Okkyung Lee, Mariane Faithfull ou Thurston Moore, entre tantos, tantos outros), um lugar único na fronteira contemporânea entre canção e experimentação. Fundadora dos The Geraldine Fibbers e dos mais recentes Evangelista (autores do primeiro lançamento de uma banda não-canadiana na mítica Constellation Records), é uma figura nómada cuja intensidade marca, de forma indelével e em tonalidades negras e elegíacas, tudo o que toca – estes Bloody Claws são disso exemplo primordial: uma formação livre, espontânea e em constante mutação, que reflecte o muito mundo que há em Carla Bozulich.

 

Site oficial http://www.carlabozulich.com

 

 


 

Os HHY & The Macumbas são um elenco de formação variável de músicos sediados no Porto, reunido e liderado por Jonathan Saldanha (HHY), membro co-fundador do colectivo Soopa. Têm vindo a trabalhar nestes cerca de 5 anos de percurso público uma linguagem audiovisual evocativa do jazz como pensado e praticado por Sun Ra e a sua Arkestra, fazendo uso de estratégias da herança do dub para deslaçamento do campo sónico que os consome, conluiado com um fascínio imagético pela cosmologia voodoo, expressa em cenografia de palco e nos seus admiráveis trabalhos gráficos e de vídeo, abertamente chamando a si a influência da obra de Ballard, Sherwood, Burroughs e Carpenter.

 

Site oficial http://soopa.org/artist/hhy-macumbas

 

 


 

Verdadeira instituição nos meandros mais aventureiros da música nascida em ilhas britânicas, Skullflower tem sido o veículo primordial para as mais diversas divagações em torno das zonas limítrofes do rock de Matthew Bower – também responsável por projectos tão meritórios como Sunroof!, Hototogisu ou Total. Com um imponente legado que remonta ao final dos anos 80 e uma formação mutável por onde passaram músicos de bandas igualmente luminárias como Coil, Nurse with Wound, Vibracathedral Orchestra ou Ramleh, têm sido pedra basilar na mutação das condições estéticas e anímicas do rock, com responsabilidade em muitos dos seus avanços desde então – sejam eles noise, drone, stoner ou mesmo algum metal mais esotérico. Inicialmente conotados com a cena industrial que então se espraiava em Londres, mas demarcando-se desde logo de qualquer categorização mais estanque, foram dinamitando as premissas bases do rock até um ponto de ruptura tão feérico quanto libertário, antes de Bower instalar uma pausa sabática em 1996. Sete anos depois reaparece embrenhado em poeiras cósmicas e conluios kraut, apenas para se lançar novamente a caminhos esquivos e sempre inconformados. Recentemente têm-se apresentado como um duo, com Bower na guitarra e Samantha Davies no violino, envoltos numa aura quase cerimonial, conduzindo uma torrente de som totalizante até novos patamares de elevação.

 

Blog oficial http://skullflower-skullflowertruth.blogspot.pt

 

Concerto: THE FALL (ing) + CARLA BOZULICH’S BLOODY CLAWS (eua) + HHY & THE MACUMBAS (pt) + SKULLFLOWER (ing)

Local: Pavilhão do G.D. Ferroviários
Data: 12 de Outubro
Horário: 21:30
Entrada: 12€

 

Bilhetes disponíveis em www.bilheteiraonline.pt e locais habituais

 

 

HERÓIS DE PORTUGAL - EMISSÃO ESPECIAL DA RTP TAMBÉM COM EMISSÃO WEB - Domingo, entre as 14h30 e as 20h00 e as 21h15 e as 00h15, na RTP1

 Domingo, entre às 14h30 e as 20h00 e as 21h15 e as 00h15, na RTP1




No próximo domingo a RTP vai homenagear todos os Bombeiros ao longo do dia numa grande emissão que não vai querer perder, também na Web.  

Em simultâneo com a emissão da RTP1 decorrerá uma emissão web também ela recheada de convidados que aderiram a esta homenagem. Todos eles estarão online, em direto, numa emissão que pode ser vista e comentada no Facebook da RTP.  

O foco da emissão web são alguns dos rostos conhecidos da RTP e da Antena3 que têm forte presença nas redes sociais - Nilton, Luís Filipe Borges, Pedro Fernandes, Zé Pedro Vasconcelos, Joana Teles, Catarina Camacho, Rita de la Rochezoire, Diogo Beja, Luís Franco-Bastos -, mas também vamos receber outros nomes bem conhecidos do grande público, para quais estes Blogues, Sites ou YouTube’s são visita assídua, como por exemplo:
  • Ana Lemos – CacoMãe
  • Ana Gomes – A Melhor Amiga da
  • Barbie ·     
  • José Cabral – O Alfaiate Lisboeta
  • Nurb, Diogo Sena, Kiko is Hot, Peperan, Mr Pakystan, AnnyisKandy, Conguito, Rita Listing e The Remedy – YouTuber’s ·     
  • Paulo Querido – Blogger
  • Sofia Patrício – Entre Biberons e Batons ·     
  • José Lourenço – instagrammer
  • Celso Martinho e Maria João Nogueira (Jonas) – Portal e Blogues SAPO
Nesta emissão especial contamos também com a presença de vários blogues de Televisão (A Televisão, Espalha Factos, Propagandista Social) e alguns dos grupos de bombeiros que têm feito crescer nas redes sociais os eventos e projetos de apoio e homenagem que têm recolhido milhares de seguidores nos últimos meses. 

As imagens mais partilhadas, as perguntas dos espectadores e as mensagens de apoio e homenagem – na RTP1, mas também em www.rtp.pt, www.facebook.com/rtp e no Twitter.
 

A Troka regressa a Portugal. Também o jogo...

A TROIKA REGRESSA A PORTUGAL! TAMBÉM EM JOGO…



Lisboa, 13 Setembro – O jogo "Vem aí a Troika", que bateu recordes de vendas durante o Natal de 2012 e que pôs os portugueses a tentar controlar a vida política da Portugalândia, está disponível a partir deste fim de semana na Fnac, e em breve noutras superfícies.

 

A segunda edição inclui um novo Líder: "O (Ex) Licenciado", e vem também com um livro de regras melhorado. Segundo um dos responsáveis da empresa portuguesa Tabletip Games, que edita o jogo, estão em curso negociações para a adaptação do jogo a outros países.

 

Criado pela empresa portuguesa Tabletip Games, o jogo é uma obra de ficção, passada num país chamado Portugalândia, onde existem líderes corruptos e incompetentes, interesses financeiros obscuros e grupos de interesses que se estão nas tintas para o país, provocando a bancarrota do Estado e a vinda da Troika. A empresa avisa claramente que qualquer semelhança com factos, entidades ou pessoas reais é mera coincidência.

 

O jogo é uma sátira da dinâmica de poder, pressão e influência, que dominam a vida de uma sociedade democrática. Cada jogador representa um mais ou menos obscuro grupo de interesses que através de manipulação política, social e económica, tenta ganhar poder, votos e dinheiro.

 

Agora, e de novo, qualquer um pode levar o país à falência, que alguém há-de pagar…

 

Ficha técnica:

(http://www.tabletipgames.com/)  

 

Autores / Game Design: Carlos Mesquita e Pedro A. Santos

Desenvolvimento: Carlos Mesquita, André Pereira, Pedro A. Santos, Marco Vala

Design Gráfico: Filipe Preto

Ilustrações: Vasco Gargalo, Nuno Saraiva e Filipe Preto

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zgr9mk7q1o0

 

http://www.facebook.com/tabletipgames

Primeiro Carro de Exteriores da RTP na IBC 2013 em Amsterdão

Entre 13 e 17 de setembro



A Internacional Broacasting Convention (IBC) 2013, maior feira do audiovisual da Europa, conta este ano com uma participação especial: o primeiro carro de exteriores da RTP. Trata-se de uma carrinha Mercedes-Benz LP-312/36 de 1957. O veículo vai integrar o stand da Broadcast Technology Solutions (BTS), uma empresa de soluções audiovisuais que solicitou à RTP o empréstimo da viatura para a IBC 2013, que decorre entre 13 e 17 de Setembro, em Amsterdão.

O veículo, encomendado pela RTP à Mercedes-Benz, foi construído em 1957 em Manheim, na Alemanha. Foi especialmente transformado para possibilitar a cobertura televisiva de eventos no exterior pela Fernseh GMBH, precursora da BTS cujo stand agora integra. Equipado com as mais evoluídas tecnologias da época e constituindo um verdadeiro estúdio móvel, foi o primeiro veículo do género em Portugal. Tem um motor de seis cilindros a diesel com 110 cavalos, que lhe permite atingir uma velocidade máxima de 76 km/h.

Entrou em acção pela primeira vez a 9 de Fevereiro de 1958, para a transmissão de um jogo entre o Sporting Clube de Portugal e o FC Áustria, no Estádio José Alvalade em Lisboa. Esteve ao serviço da RTP até 1980.

Em 2006, numa pareceria entre a RTP e a Mercedes-Benz, foi feito um extenso restauro da viatura. O processo durou mais de um ano a completar, incluídas reparações mecânicas e eléctricas. Os exteriores e interiores do veículo foram inteiramente renovados. A RTP forneceu material audiovisual histórico, mantendo o equipamento técnico da viatura o mais fiel possível ao original. O veículo faz parte do Museu da RTP.
 

ESTREIA: OS NOSSOS DIAS - SEGUNDA, ÀS 12H15, NA RTP1

Segunda, às 12h15, na RTP1



"Os Nossos Dias", é a telenovela do meio-dia apostada em preencher as suas semanas com histórias atuais e humanas do quotidiano de gente comum no Portugal contemporâneo.

Pessoas que têm de enfrentar a falta de emprego, a dificuldade em pagar uma casa, a necessidade de emigrar para procurar trabalho, mas que recusam baixar os braços e lutam para ter uma vida melhor, seguindo as tendências de mudança na nossa sociedade, encontrando novas formas de trabalhar, diferentes modelos de habitação e apostando no crescimento da inovação e do empreendedorismo.

É neste contexto ...que Marta Brito, uma mãe solteira e humilde, se esforça por dar uma vida sem privações às suas duas filhas. Mas quando se sabe que a filha mais nova, Beatriz, tem um problema de saúde raro e grave tudo muda na vida desta família. Susana, a outra filha de Marta, resolve procurar Rodrigo Macedo Gouveia, o pai da irmã, um homem abastado que pode pagar a operação no estrangeiro de que Beatriz precisa. Rodrigo, que nem sequer sabia que tinha uma filha, aceita pagar a operação, mas em troca exige ficar com a guarda da criança. Marta fica então no maior dilema da sua vida: para salvar a filha, não tem outro remédio senão abdicar dela.

Rodrigo acabará por se servir de Beatriz para, de forma tortuosa, conseguir reaproximar-se de Marta. Porém, o regresso a Portugal do seu primo Gabriel dificultar-lhe-á os planos. Gabriel também se apaixonará por Marta, tornando-se rival do primo no amor, ao mesmo tempo que disputará com ele e com o tio o controlo da MobLine, a fábrica de móveis da família Macedo Gouveia.

"Os Nossos Dias" é uma novela atual, um espelho dos nossos tempos e da nossa gente, onde acompanhamos a vida de pessoas comuns que recusam baixar os braços e lutam para ter uma vida melhor, que riem e choram, que se encontram e desencontram.

"OS NOSSOS DIAS" - Estreia segunda, às 12h15, na RTP1

Câmara Municipal de Palmela | Jornadas Europeias do Património 2013

 

 

No âmbito das Jornadas Europeias do Património 2013, a Câmara Municipal de Palmela promove, dia 21 de setembro, às 10h00 (ponto de partida – Posto de Turismo), a atividade “Pé ante pé…descobrindo o que o centro histórico é”.

 

Este ano, as Jornadas, dinamizadas pela Direção-Geral do Património Cultural, são subordinadas ao tema Património/LUGARES, com o objetivo de chamar a atenção para a dimensão humana de que o património se reveste, expressa materialmente em espaços e paisagens – urbanos e não urbanos – que nos marcam, que exploramos e com que convivemos, numa relação de proximidade.

 

Os interessados em participar na iniciativa, limitada a um grupo de 25 pessoas, devem fazer a inscrição prévia até às 16h00 do dia 20 de setembro, através do tel. 212336640 ou pelo e-mail: património.cultural@cm-palmela.pt.

 

 

 

 

HERÓIS DE PORTUGAL - Domingo, entre as 14h30 e as 20h00 e as 21h15 e as 00h15, na RTP1

 Domingo, entre às 14h30 e as 20h00 e as 21h15 e as 00h15, na RTP1



Não há coragem triste. Há a resistência ao medo. Há a bravura que vem do sangue, e a coragem do pensamento. Ir mais longe. Sem temor. Com a eloquência do caráter. A medição da força à dimensão do obstáculo. Com bravura, numa luta desigual contra o poder do fogo, numa luta da memória contra o esquecimento.

Estes são os valores sobre os quais se celebra a dedicação, o esforço, a coragem daqueles que sem esperar nada em troca oferecem o seu apoio e o seu tempo para o bem do próximo — todos os Bombeiros, os portugueses, no individual e no coletivo, os nossos, os HERÓIS DE PORTUGAL.

No próximo domingo, ao longo da tarde e noite, a RTP homenageia num grande espetáculo de televisão, todos os Bombeiros. Pelo palco do Meo Arena vão passar todos os rostos da RTP, figuras públicas, instituições e vários músicos - Sérgio Godinho, Boss AC, André Sardet, João Pedro Pais, David Fonseca, Amor Electro, Paulo de Carvalho, Lucky Duckies, Secret Lie, Claud, Sophia, Rogério Charraz e Ricardo Carriço, Ala dos Namorados, Shout, Saint Dominic Gosple Choir, Ultraleve, Marco Rodrigues, Tambor  e João Só - que se associam também a esta homenagem aos HERÓIS DE PORTUGAL.

Para o Diretor de Programas da RTP, “estamos 100% empenhados - todos os profissionais da família RTP e os melhores nomes da música portuguesa atual, em prestar uma grande homenagem aos nossos Soldados da Paz, numa maratona televisiva com muitos convidados, com dois grandes objetivos: homenagear os homens e mulheres que entregam a sua vida ao auxílio dos outros e angariar todos os donativos possíveis para o Fundo de Proteção Social dos Bombeiros. Sempre de braço dado com a Liga Portuguesa dos Bombeiros e com a colaboração de muitas entidades, patrocinadores e parceiros, estamos todos unidos com o único objetivo de agradecer, em nome de todos os portugueses, o notável trabalho destes verdadeiros Heróis de Portugal."

HERÓIS DE PORTUGAL é uma emissão global que envolverá a família RTP, unirá todas as antenas e plataformas, e todos os seus rostos. Serão dezenas de figuras públicas, instituições e artistas. Histórias na primeira pessoa, depoimentos que nos orgulham e emocionam. A homenagem e o louvor àqueles que dedicam o seu esforço na defesa de todos num espetáculo, de entrada livre, domingo no Meo Arena e com emissão em direto na RTP1.  

HERÓIS DE PORTUGAL – Domingo na RTP1
Entre as 14h30m e as 20h00 / 21h15 e as 00h15 (Em direto do MEO ARENA. Entrada livre)
Veja na RTP 1 e participe no Facebook da RTP.
 

Festa Africana no Cacém conta com Don Kikas, Olavo Bilac, Dani Silva e Luís Represas


Festa irá juntar cultura, gastronomia e música este domingo, no Cacém

 

Festa Africana “Há Sintra na Linha” este domingo a partir das 12h00, no Cacém, contará com concertos de Don Kikas, Olavo Bilac, Dani Silva e Luís Represas.

A festa começará pelas 12h00 na Av. Dr. Miguel Freire da Cruz, no Cacém, com gastronomia, insufláveis, farturas e algodão doce e prolonga-se até à noite.

Além dos cabeças de cartaz haverá concertos de bandas do Concelho de Sintra e também espectáculos de dança com grupos locais. O animador da tarde será o Nenuco.

O QUE É O MOVIMENTO HÁ SINTRA NA LINHA?

“Há Sintra na Linha” é um movimento social independente que agrega pessoas de diferentes etnias moradoras na linha de Sintra para promover os direitos cívicos e sociais de todos os cidadãos portugueses.

 

·        Domingo, 15 de Setembro de 2013

·        Início às 12h00 até 21h30

·        Av. Dr. Miguel Freire da Cruz, Cacém (5 m a pé da estação de comboios)