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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo O Meu Jantar com André

O Blog Cultura de Borla em parceria com O TEATRO DA GARAGEM tem bilhetes duplos para "O Meu Jantar com André" no TEATRO TABORDA para o dia 8 de Novembro (21h30) aos primeiros leitores que:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver O Meu Jantar com André com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Penicos de Prata - 11 NOV @ Teatro Aberto

No próximo dia 11 de Novembro, os Penicos de Prata apresentam, na Sala Vermelha do Teatro Aberto, o seu  Livro CD com antologia da poesia erótica e satírica portuguesa de autores do séc. XX. Serão 2 concertos, um às 19h e outro às 21h30 onde se celebrará o melhor do repertório poético erótico português.


 


 

Penicos de Prata: um quarteto de cordas e vozes formado por Catarina Santana no ukulele, André Louro na guitarra, João Paes no violoncelo e Eduardo Jordão no contrabaixo.

Comprometem-se a partilhar património poético erótico português, provocando reacções e desafiando emoções. A música dos Penicos de Prata acompanha cada palavra, cada poema, cada poeta. A composição não é resultado da matemática exacta das notas nem da relação de intervalos em tempo certo, melódico, tonal e até banal: é a mancha sonora que o E. M. de Melo e Castro nos indicou no seu Ar Recticulado, é a rudeza e clareza do António Botto que sem papas, põe tudo a nu, é a elegancia de Liberto Cruz que seduz a cada palavra. São uns Penicos de uma geração finalmente embalada pela qualidade e o prazer de se ser português, sem vergonha nem orgulho. Cresceram a ouvir pauliteiros, adufes, polifonias minhotas e alentejanas, a tocar repertório de José Afonso, António Pinho Vargas ou Emanuel Nunes. Carlos Seixas ou Victorino d’Almeida também fazem parte do menu. Tantos outros, sem esquecer o Bach, Zappa e afins, que compõem este mundo, o nosso, visto de uma janela portuguesa.

António Botto, Carlos Queirós, Ernesto Manuel de Melo e Castro, Liberto Cruz, Ana Abel-Paúl, Francisco Eugénio dos Santos Tavares, António Maria Eusébio (O Calafate), José Anselmo Correia Henriques, João Vicente Pimentel Maldonado e Fernando Pessoa escrevem os poemas.  Liberto Cruz escreve o prefácio.
José Grazina, Rui Silvares, Teresa Silva, António Jorge Gonçalves, Bárbara Assis Pacheco, Luis Manuel Gaspar, João Lima, Paulo Capelo Cardoso, Paulo Araújo e António Viana ilustram as canções.
João Lima, na Guitarra Portuguesa e voz, Gonçalo Santos, na percussão, os cantores Catarina Molder e Rui Baeta, aquele arranjo de Tiago Derriça e a participação especial de Victor de Sousa, temperam uma ou outra música.

ESPECTÁCULO
11 de Novembro
Sessões: 19h00 e 21h30
 
BILHETEIRA
4ª a sábado das 14h às 22h00; domingo das 14h às 19h
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com

PREÇO ÚNICO
10 €

Literatura e Humanidades - Ciclo Grandes Clássicos da Antiguidade Greco-Latina

 



Com Mafalda Viana
9, 16, 23 e 30 Nov 2013 - 15:30 às 16:30
7 e 14 Dez 2013 - 15:30 às 16:30
Sala Fernando Pessoa

Integram este ciclo os grandes clássicos da antiguidade greco-latina, Homero, trágicos, Virgílio, Horácio e Ovídio. Em grande parte, estes modelam a linguagem dos grandes poetas das várias línguas da Europa, reinventando-os em novo tempo.
Mesmo em tom vespertino, a Ilíada representa para nós um começo, traçado com o gesto da Aurora, que ilumina a acção dos heróis em Tróia. Tão apaixonada, ao pedir a Zeus a imortalidade para Titono, ela esquecera-se de pedir também a juventude eterna para o seu amado, que definhará até ser um sopro. Todas as manhãs se levanta de junto dele, e os seus dedos róseos tocam o rosto do herói, que, como Mémnon, filho de ambos, morrerá cedo, na planície de Tróia, mas cuja acção inaugura um tempo literário de imortalidade. À mesma luz, Ulisses navega até Ítaca, sulcando o caminho poético de nova epopeia. Seguem-se a lírica e o drama. Em Roma, o caminho prossegue com a imitação dos gregos em latim e a consolidação daqueles géneros.


Entrada Livre mediante inscrição prévia para:
inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt

 

> Preencha a ficha de inscrição

 

Tel. 21 361 24 08

SING & TELL @ THE MUSEUM NA CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA - 24/11 (DOM) - 11H00


 

Para os mais pequenos dos 2 aos 6 anos

aprender inglês é fácil e económico

 

SING & TELL @ THE MUSEUM NA

CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA

 

Tomar nota na agenda: dia 24 de novembro às 11h00 é o próximo “Sing & Tell @ The Museum” na Casa-Museu Medeiros e Almeida. Este é um divertido momento em família com histórias, cantigas e jogos em inglês, que já vai na terceira edição, com a contadora de histórias bilingue Sofia Maul.

 

As crianças dos 2 aos 6 anos – que poderão estar acompanhadas por um familiar – têm diversão garantida durante 45 minutos com Sofia Maul, que pretende promover o contacto com a língua inglesa de forma simples, didática e afetuosa.

 

As inscrições podem ser feitas através do endereço emailsingandtell@gmail.com ou através do telefone 962 781 915. O programa tem um custo de 3€ para os adultos e 1€ para as crianças, sendo o limite máximo 12 adultos e 12 crianças.       

                                                     

 

 

Passatempo O Meu Jantar com André

O Blog Cultura de Borla em parceria com O TEATRO DA GARAGEM tem bilhetes duplos para "O Meu Jantar com André" no TEATRO TABORDA para o dia 7 de Novembro (21h30) aos primeiros leitores que:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver O Meu Jantar com André com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Colóquio Internacional Almada Negreiros

 

13, 14 e 15 de Novembro na Fundação Gulbenkian



no ano em que se comemoram os 120 anos do nascimento de Almada Negreiros e os 100 anos da sua primeira exposição, o Projecto Modernismo Online, o IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional e o IHA - Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, organizam o Colóquio Internacional Almada Negreiros.

Figura ímpar da vanguarda portuguesa, Almada celebrizou-se em diversas áreas artísticas, da pintura e do desenho à dança e ao teatro, da escrita à crítica de arte. É essa obra imensa - e ainda tão desconhecida - que este Colóquio se propõe reavaliar no encontro de 48 investigadores de várias gerações e nacionalidades.

José-Augusto França, Rui Mário Gonçalves e Duarte Ivo Cruz são algumas das figuras que primeiro reflectiram sobre a obra de Almada e que com ele privaram, e disso nos darão testemunho. Nuno Júdice, Fernando Cabral Martins, Manuela Parreira da Silva e Ana de Freitas analisarão inéditos do espólio do artista, revelados pelo trabalho do Projecto Modernismo Online. Sara Afonso Ferreira, Mariana Pinto dos Santos, Sílvia Laureano Costa e Simão Palmeirim Costa trarão alguns dos contributos mais recentes da investigação sobre Almada, da Literatura à obra plástica, do Teatro à Geometria.

Aos estudiosos portugueses das universidades de Lisboa, Porto e Coimbra juntam-se investigadores estrangeiros como Andrea Ragusa e Manuele Masini, tradutores da obra de Almada para italiano, António Saez Delgado, que abordará a recepção de Almada em Espanha, Ellen Sapega, professora da Universidade do Wisconsin com vários trabalhos publicados sobre Almada, Tânia Martuscelli, investigadora brasileira que tratará a relação de Almada com o Surrealismo, ou o alemão Günter Berghaus, que encerrará o colóquio com uma comunicação sobre Almada e o movimento futurista.

Além das palestras e debates, o Colóquio vai ao cinema, janta no Chiado e percorre a cidade.

Nos dias 13 e 14 de Novembro, a Cinemateca Portuguesa dedica duas sessões a Almada, a primeira das quais é preenchida pela estreia do raríssimo mixed media de Ernesto de Sousa, Almada, um Nome de Guerra, espectáculo sobre o qual podemos ouvir o próprio autor aqui.

Do património construído que deixou à cidade daremos conta num percurso de autocarro pela “Lisboa de Almada”, no dia 16 de Novembro (início às 10h, na Fundação Calouste Gulbenkian; gratuito, mas sujeito a inscrição). No circuito de obra pública de Almada em Lisboa encontramos, por exemplo, os vitrais do edifício do Diário de Notícias e da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, os painéis decorativos das fachadas de vários edifícios da Cidade Universitária, o painel da Fundação Gulbenkian ou os dos átrios da Estação Marítima de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos. Um vasto itinerário que podemos explorar desde já na aplicação gratuita para smartphones Lisboa de Almada, a primeira feita para um escritor português.

No dia 15 de Novembro haverá um jantar de encerramento no Café no Chiado, às 20h (22.50€/ pax., sujeito a reserva).

O preço da entrada para os três dias é de 30€ (10€ para estudantes) até ao dia 10 de Novembro e 50€ (30€ para estudantes) a partir do dia 11 de Novembro.

Inscrições através do email inscricoesalmada2013@gmail.com .

Mais informações no site do Colóquio, em http://coloquiointernacionalalmadanegreiros.wordpress.com , ou através do email almadanegreiros2013@gmail.com .

Voluntariado em Sintra a atingir limite de inscrições

 

 

 

A Ação de Voluntariado que a Parques de Sintra está a organizar para a manhã de 9 de novembro na Tapada de Monserrate, com vista à erradicação de espécies arbóreas infestantes (arranque de plantas invasoras, tais como as acácias), conta já com cerca de 250 voluntários inscritos, aproximando-se do limite de capacidade de receção de participantes.

 

 

 

Esta ação de voluntariado contará com a presença do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto, que se aliou à iniciativa, juntando-se às centenas de voluntários inscritos para a atividade.

 

 

 

As inscrições encerram dia 6 (amanhã), e o limite de participantes é definido de acordo com a capacidade dos colaboradores da empresa em coordenar os vários grupos e com o respeito pelas condições de segurança necessárias. Os voluntários serão acompanhados por técnicos, na sua maioria biólogos que, durante todo o ano, estão presentes nas ações do projeto BIO+Sintra, conduzido pela Parques de Sintra.

 

A inscrição prévia é obrigatória e, devido ao elevado número de inscritos, a empresa disponibiliza um autocarro a partir da estação de comboio de Sintra, entre as 8h30 e as 9h15, para transporte até à Quintinha de Monserrate. As equipas seguem posteriormente para vários talhões da Tapada de Monserrate.

 

 

 

A iniciativa terminará ao final da manhã com a celebração do Magusto, ou seja, com castanhas e água-pé, enquanto os participantes têm também a oportunidade de visitar as instalações da Quintinha de Monserrate, nomeadamente as áreas hortícolas, linha de água e os animais que ali habitam (burro, ovelhas, coelhos, galinhas, entre outros).

 

 

 

As espécies infestantes (introduzidas como ornamentais no século XIX) são muito difíceis de erradicar, apresentando-se como uma forte ameaça não só para a flora como também para a fauna da Serra de Sintra. Devido ao seu rápido crescimento dominam as espécies autóctones, prejudicando o desenvolvimento de árvores como o Carvalho Português, o Carvalho Alvarinho, o Sobreiro e os Medronheiros, entre outros. No que respeita à vida animal são de particular perigo para alguns tipos de aves, como é o caso da Águia-de-Bonelli, dado que formam habitats cerrados pouco adequados para garantir acesso a alimento, e também para espécies como o Lagarto de Água, uma vez que as infestantes não permitem o crescimento da vegetação ao longo das margens das ribeiras e linhas de água, onde estes animais nidificam e procuram abrigo.

 

 

 

Nesta ação de voluntariado, organizada no âmbito do projeto BIO+Sintra (conduzido pela Parques de Sintra com cofinanciamento da Comissão Europeia), o arranque de infestantes (Acácias, Pitosporos e Áquias) será manual (pedindo-se aos participantes que tragam luvas), dado que as espécies são ainda jovens e esta é a forma mais eficaz. Após terem sido arrancadas serão acumuladas e recolhidas pelas equipas da Parques de Sintra.