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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Um precípicio no mar" - Artistas Unidos | Auditório Municipal de Pinhal Novo - 22 de novembro

Artistas Unidos sobem ao palco do Auditório Municipal de Pinhal Novo com “Um precipício no mar”

 

No dia 22 de novembro, às 21h30, o Auditório Municipal de Pinhal Novo recebe a peça “Um precipício no mar”, de Simon Stephens, numa organização Artistas Unidos, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Interpretado por João Meireles, com encenação de Jorge Silva Melo, “Um precipício no mar” tem entradas no valor de 5 euros. Mais informações através dos contactos 961875195,  213916750 ou msimoes@artistasunidos.pt.

 

«As coisas correm bem a Alex. Ama a sua mulher, a sua filha, a sua cidade, o seu trabalho... mas por vezes a força da vida pode bater contra nós. E tudo pode ser-nos tirado. Alex nunca dá voz às palavras cruéis que pronunciou naquele dia. Mas podemos imaginá-las. Simon Stephens leva-nos subtilmente, em tom de confidência, ao ponto em que nos basta apenas preencher as palavras não ditas.»

 

Tradução Hélia Correia

Com João Meireles

Encenação Jorge Silva Melo

Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves

Luz Pedro Domingos

M/12

 

GUICUL | DEMO traz movimento, teatro e showbiz à Fábrica ASA com "A QUEDA, a partir do Limbo"



No próximo sábado (dia 23) às 22h00, a Black Box da Fábrica ASA, em Guimarães, prepara-se para receber “A QUEDA, a partir do Limbo”, um espetáculo que funde movimento, teatro e o showbiz. Este trabalho chega-nos pelas mãos da DEMO, um coletivo de artistas, sedeado em Guimarães, que privilegia a investigação e a criação com base no cruzamento entre as artes performativas, visuais e arte da performance, em contexto de criação e encenação coletiva.

 

“A QUEDA, a partir do Limbo” resulta do processo criativo que a DEMO iniciou a partir da investigação sobre “o fim” e que culminou no espetáculo “Limbo” (2012). O fim na sua plenitude, englobando uma multiplicidade de abordagens ao tema, entre as quais o corpo humano e os seus limites, rituais, os mitos do fim do mundo, a consciencialização do fim e da passagem do tempo, bem como o fim das relações.

 

Deste modo, o “Limbo” foi corpo, matéria, transcendência, tédio, excitação, resistência, desistência, reemergir, morrer e renascer a cada respiração. Estamos no limbo. Tudo se funde. Tudo marina na linha ténue que separa a ação da inércia. Tudo vagueia numa dimensão sufocante contra um inimigo invisível. É sobre esta realidade que o coletivo DEMO constrói este espetáculo agora apresentado.

 

A DEMO (Dispositivo Experimental, Multidisciplinar e Orgânico) é um coletivo de artistas criado em 2010 e que privilegia a investigação e a criação com base no cruzamento entre as artes performativas, visuais e arte da performance, em contexto de criação e encenação coletiva, onde tendencialmente o público assume um papel criativo e participativo. Para além da criação de espetáculos e performances realiza ainda formações, exposições e publicações. Procura fomentar também uma consciência crítica através da dinamização da arte pela partilha, troca de conhecimentos e a fusão das várias áreas artísticas. Aposta assim no estimular de novos públicos, na descentralização e internacionalização da arte portuguesa.

 

“A QUEDA, a partir do Limbo” é uma coprodução da DEMO e do CAE – Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e conta com a participação especial de alunas da Academia de Música e Bailado de Guimarães.

 

Na mesma noite, o palco do Café Concerto do CCVF é tomado por uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa

 

À meia-noite, o Café Concerto do CCVF estará a postos para acolher a atuação de Marta Ren e os seus músicos. A cantora portuguesa que fundou os Sloppy Joe, saudosa banda de culto portuense que explorou, como ninguém entre nós, os territórios jamaicanos, fez ainda parte dos desconcertantes Bombazines e do coletivo Movimento, antes de se lançar, em definitivo, numa carreira em nome próprio. Neste momento encontra-se a trabalhar no seu álbum de estreia a solo e, enquanto esse tão aguardado disco não chega às lojas, oferece-nos o single de apresentação do seu novo projeto. “Summer´s gone” é uma grande canção Soul, com um leve sabor Rocksteady, foi produzida por New Max e mostra-nos Marta Ren na plenitude da sua espantosa capacidade vocal, acompanhada por uma banda coesa e com um gosto irrepreensível, com a qual se prepara para invadir o palco do Café Concerto e dar muito que falar.

 

Os bilhetes para o espetáculo “A QUEDA, a partir do Limbo” têm o custo de 5 euros ou 3 euros (com desconto) e para o concerto de Marta Ren o preço único de 4 euros, encontrando-se já disponíveis na bilheteira do Centro Cultural Vila Flor e da Plataforma das Artes e da Criatividade, Lojas Fnac, El Corte Inglés, entidades aderentes da Bilheteira Online, e via online em www.ccvf.pt, www.facebook.com/GUICUL e oficina.bilheteiraonline.pt.

HISTÓRIA estreia em exclusivo a série BIG HISTORY

 

 

 

Depois de “A Humanidade”, BIG HISTORY é a próxima grande produção do HISTÓRIA,com estreia no canal a partir do dia 25 de novembro, pelas 22h50.

 

Esta série de 16 episódios e um especial de duas horas, será exibida em 150 países e vai derrubar as divisões entre a ciência e a história para revelar um percurso unificado do universo e como tudo está relacionado.

 

Bryan Cranston o protagonista de Breaking Bad representou o papel de professor de química mais amado (ou insultado) na televisão. Agora, torna-se professor de história, sendo o narrador desta série.

“A melhor forma de entender Big History é pensar como aprendemos História na escola. Podemos chamar-lhe “história tradicional”. Olhamos para a história tradicional como uma linha temporal com um ponto de partida no início das primeiras civilizações humanas em locais como a Mesopotâmia e Egito. Seguindo essa linha temporal, a história tradicional ensina-nos sobre factos significativos que aconteceram no mundo entre essa época e a atualidade - impérios, religiões, conquistas, revoluções, indústrias, democracia - até chegarmos a 2013.” – revela Paul Cabana, vice-presidente séniore diretor de programação, e Kristen Burns, produtora executiva

 

A história humana tem sido fantástica, mas o facto verdadeiramente notável é que todos estes acontecimentos importantes, desde os hieróglifos até ao iPad, basicamente aconteceram nos últimos 5500 anos. Big History pede-nos para pensar numa escala maior. A nossa casa, o planeta Terra, é quase 1 milhões de vezes mais velho que isso, cerca de 4600 milhões mais velho. E o próprio universo é quase três vezes mais velho – 13.000 milhões de anos. Quando se pensa a essa escala repara-se que limitámos o nosso conhecimento da história ao defini-la tão limitadamente. Em vez de deixar a cargo da ciência a explicação de milhares de milhões de anos, Big History em 10horas, junta tudo o que alguma vez aconteceu numa história completa que vai mudar a forma como olhamos para a história e como tudo aconteceu. Big History revela ligações épicas e surpreendentes entre o espaço e tempo e mostra como as coisas mesmo numa pequena escala podem ter um grande impacto.

 

“Big History é mais uma das nossas ambiciosas e surpreendentes produções que revela uma rede quase infinita de ligações entre momentos icónicos na história e eventos épicos, por isso o segredo foi contar uma grande história em apenas 10horas, sem aprofundar muito um só tema. Esta série vai levantar questões com que a humanidade se tem debatido desde que existe no planeta. Não podemos afirmar que temos todas as respostas, mas o final oferece uma teoria que vai alterar a forma como olhamos o mundo à nossa volta e mudar a nossa perspetiva sobre os acontecimentos históricos que pensávamos conhecer.” – revela Carolina Godayol, diretora geral do The History Channel Ibéria.

 

Sabia que o legado do 'Titanic' nos acompanha diariamente no nosso bolso? Sempre que fazemos uma chamada telefónica de um telemóvel, estamos a utilizar ondas de rádio, que foram introduzidas na sequência de pedidos de socorro fracassados, transmitidos por telégrafo e que inviabilizaram o resgate do icónico transatlântico. Além disso, este dispositivo está também relacionado com o Big Bang, já que aquela explosão deu origem ao tântalo, elemento misterioso, e que é utilizado em pequenas quantidades na fabricação de telemóveis. Sem isso, estes dispositivos seriam 12 vezes maiores. Outros episódios vão abordar temas como o dos pais fundadores dos Estados Unidos, a guerra da secessão ou a revelação dos mistérios antigos, tudo polvilhado com ícones da ciência surpreendentes, protagonizados pelo sal, gelo, conchas, etc.

 

Big History é um movimento académico que teve origem há duas décadas quando um grupo de professores começou a acreditar que estava a refrear a imaginação dos estudantes ao ensinar as disciplinas divididas. Tiveram uma ideia revolucionária: juntar ciência e história e usar a história para revelar o poder da ciência.

 

Agora o canal HISTÓRIA será o suporte de divulgação, já que o seu target gosta de informação através de storytelling e não há maior história que a história de tudo.

 

 

SINOPSES:

SAL

É evidente que o ser humano não consegue viver sem ar, comida ou água e, embora não seja tão reconhecido, também não pode viver sem sal. Este composto tem sido o pilar da nossa civilização: na agricultura, na tecnologia e até na construção da Grande Muralha da China. Mas o sal também provocou guerras e fez rebentar revoluções. Trata-se de um elemento-chave para descobrir a nossa grande História e compreender tudo o que há no Universo, porque, de um ponto de vista molecular, os nossos pensamentos estão cheios de sal.

Segunda-feira 25, 22:50h | Repetição: Terça-feira 26, 01:55h/ 12:25h/ 19:40h.

 

OURO

O fascínio do Homem pelo ouro deve-se a um capricho da evolução. O ouro tornou-se a moeda do mundo por causa de um erro na tabela periódica e só existe na superfície terrestre devido a uma peculiaridade nas antigas órbitas de Júpiter e Saturno. Este metal precioso sempre representou a estabilidade, mas, mesmo assim, derrubou impérios. Transformou-se em todo o tipo de objetos, desde dinheiro a alianças de casamento, e é possível encontrá-lo em qualquer computador ou telemóvel que utilizamos. Mas a verdadeira razão que nos leva a cobiçar o ouro reside no nosso cérebro.

Segunda-feira 25, 23:15h | Repetição: Terça-feira 26, 02:25h/ 12:50h/ 20:05h.

 

CAVALO

O cão pode ser o melhor amigo do homem, mas foi o cavalo que construiu os nossos impérios. Mais do que qualquer outra criatura no planeta, o cavalo tem sido a força motriz por trás da expansão do comércio, da inovação e da indústria. Transformou a forma como comunicamos, sendo uma chave vital para revelar a Grande História da civilização.

Segunda-feira 02, 22:50h | Repetição: Terça-feira 03, 01:50h/ 12:25h/ 19:40h.

 

FRIO

O frio levou a repetidas extinções em massa, mas, sem ele, o Homem nunca teria evoluído para começar a caminhar ereto. O frio dividiu o mundo ancestral em agricultores e nómadas, despoletando guerras intermináveis, mas também travou as investidas de Napoleão e Hitler. O frio afundou o Titanic, mas também fez erguer edifícios gigantescos até ao céu. É uma perdição e um benefício, mas é uma parte inevitável da nossa Grande História.

Segunda-feira 02, 23:10h | Repetição: Terça-feira 03, 02:15h/ 12:50h/ 20:05h.

 

MEGA ENGENHARIA

Desde a Grande Pirâmide de Gizé ao imponente Burj Khalifa no Dubai, o Homem tem vindo a projetar sempre grandes construções, pelo menos, há 5000 anos. Por que razão algumas culturas criam megaestruturas e outras evitam-nas? Como é que o tamanho de um império afeta o tamanho das suas estruturas? E até que ponto a estrutura se torna demasiado grande para a sua própria infraestrutura… levando ao colapso?

Segunda-feira 09, 22:50h | Repetição: Terça-feira 10, 01:50h/ 13:10h/ 19:40h.

 

ARMAS

De todos os mamíferos à face da Terra, o Homem é a única espécie que utilize armas para matar à distância e isso nunca poderia ter acontecido sem um pulso único que lhe permite lançar com precisão. Mas lançar foi só o início da grande história das armas. Da invenção do arco longo até à descoberta acidental da pólvora por parte de um alquimista chinês, ou ao desenho de uma metralhadora da autoria de DaVinci, a História tem sido moldada por uma procura sempre crescente de domínio sobre os outros. Os mesmos imperativos moldam outras criaturas. É por isso que os biólogos afirmam que a evolução em si é, finalmente, uma corrida às armas.

Segunda-feira 09, 23:10h | Repetição: Terça-feira 10, 02:15h/ 13:35h/ 20:05h.

 

CARNE DE VACA

Em certas sociedades, as vacas são veneradas, noutras são grelhadas em churrascos, e o seu hambúrguer preferido da famosa comida de plástico é mais do que um simpático petisco. É a chave para desvendar a Grande História de como a Humanidade migrou pelo globo e a forma como vivemos hoje em dia. Fornecendo carne e leite, nenhum outro animal doméstico alimentou mais a Humanidade do que a vaca, e desde que a primeira manada foi domesticada em 8500 a.C., a nossa relação com o gado deu-nos a vantagem que precisamos para sobreviver.

Segunda-feira 16, 22:50h | Repetição: Terça-feira 17, 01:55h/ 13:25h/ 19:40h.

 

MONTANHAS

São as casas dos deuses e as bases dos observatórios modernos que penetram pelos céus. Formam fronteiras naturais, ditam rotas de comércio, criam defesas naturais e afetam, de forma poderosa, o nosso clima. Desde os Dez Mandamentos no Monte Sinai aos deuses do Olimpo, aos mosteiros do Tibete, as montanhas inspiraram a veneração religiosa. Mas desde as sangrentas batalhas nos Balcãs, no Cáucaso e nos vales do Afeganistão, as montanhas dividiram pessoas e despoletaram guerras. A vida em si pode ter surgido de vulcões submersos e a vida pode estar seriamente comprometida se mega vulcões como Yellowstone entrassem em erupção.

Segunda-feira 16, 23:10h | Repetição: Terça-feira 17, 02:15h/ 13:45h/ 20:05h.

 

A ADRENALINA

Em todo o mundo, as pessoas começam o dia com uma dose de cafeína fornecida numa chávena de café ou chá. Mas como nos tornámos tão dependentes e por que razão foram, um dia, considerados tão subversivos ao ponto de terem sido proibidos na Suécia e na Prússia? Estes produtos tão simples despoletaram grandes transformações na nossa civilização, desde a exploração ao iluminismo e à revolução.

Segunda-feira 23, 22:50h | Repetição: Terça-feira 24, 01:45h/ 13:10h.

 

VOAR

As árvores que purificam o ar que respiramos e as plantas que produzem o alimento que comemos só existem à face da Terra porque os animais desenvolveram a capacidade de voar. De DaVinci aos Irmãos Wright, o Homem passou séculos e séculos a perseguir o sonho de voar, mas, para consegui-lo, tivemos primeiro de dominar a nossa Grande História e as propriedades únicas do nosso planeta que nos permite desafiar a gravidade.

Segunda-feira 23, 23:10h |Repetição: Terça-feira 24, 02:05h/ 13:35h.

 

TELEMÓVEL

Reviste os bolsos de todos os seus conhecidos e encontrará um elo de ligação: o telemóvel. É a peça de tecnologia mais universal no planeta e apesar de ser um dispositivo verdadeiramente moderno, já conta com milhares de milhões de anos no fabrico. A história do aparecimento e funcionamento do telemóvel liga episódios aparentemente desconectados no espaço e no tempo, desde o Big Bang ao naufrágio do Titanic ou à Segunda Guerra Mundial.

Segunda-feira 30, 22:50h | Repetição: Terça-feira 31, 01:50h/ 13:10h/ 19:40h.

 

METEOROS

Trouxeram água e minerais para a Terra, tornando possível a existência de vida neste planeta. Ao provocar a extinção dos dinossauros, o impacto de um asteroide permitiu a evolução dos seres humanos. Mas um futuro impacto também pode ser o fim de toda a Humanidade. Os cometas e meteoros têm sido vistos como sinais de Deus e arautos da desgraça. Mas novos estudos revelam que pode ter sido o impacto de um cometa que trouxe a vida ao nosso planeta, há milhares de milhões de anos. E, num sentido mais vasto, vivemos num planeta formado originalmente por milhares de milhões de meteoros, asteroides e cometas.

Segunda-feira 30, 23:10h | Repetição: Terça-feira 31, 02:10h/ 13:35h/ 20:05h.

 

CÓDIGOS SECRETOS

Desde o primeiro sinal de linguagem humana, há 100 mil anos até à linguagem binária de zeros e uns, utilizada pelos atuais piratas da Internet, a Humanidade sempre dependeu de códigos. Júlio César inventou códigos secretos para os militares, e Kama Sutra inventou os códigos secretos para o sexo. Os descodificadores da Segunda Guerra Mundial levaram ao código binário dos computadores modernos, enquanto os códigos da Física Digital parecem controlar a estrutura da realidade. E toda a vida na Terra está enraizada no outrora secreto código chamado ADN.

Segunda-feira 6 janeiro, 22:50h | Repetição: Terça-feira 7, 01:45h/ 13:10

 

A PRATA

A prata é o ingrediente secreto na nossa Grande História. É essencial para o fabrico de espelhos; sem ela, não haveria fotografia ou filmes. Por causa da prata, os Gregos antigos derrotaram os Persas e salvaram a civilização ocidental. Por causa da prata, o Império britânico transformou a China numa nação de viciados no ópio. A prata criou a primeira moeda global e permitiu o nascimento do Populismo moderno. Andamos com ela nos bolsos como trocos, mas a sua verdadeira origem reside no calor das estrelas que explodem.

Segunda-feira 6 janeiro, 23:10h | Repetição: Terça-feira 7, 02:05h/ 13:35

 

O SOL

Os ciclos solares guiam a civilização humana desde o desenvolvimento da agricultura há 12.000 anos até aos períodos de fome extrema que atingiram a Europa na Pequena Idade do Gelo do século XIII. Os sacerdotes ancestrais tentaram controlar o Sol através de calendários elaborados, enquanto os cientistas modernos monitorizam o Sol através de dezenas de satélites, protegendo o nosso planeta de uma explosão solar fatal, passível de destruir a nossa civilização tecnologicamente ligada.

Segunda-feira 13 janeiro, 22:50h | Repetição: Terça-feira 14, 01:45h/ 13:10.

 

ÁGUA

Uma molécula composta por dois átomos de hidrogénio e um átomo de oxigénio é a chave da própria vida. É possível acompanhar a história da água do princípio dos tempos até à atualidade. A civilização surgiu de vales banhados por rios, o recuo dos glaciares abriu a Europa à sobrevivência humana, e os projetos com água têm sido a imagem de marca de certos impérios, desde os aquedutos romanos à Barragem Hoover. A vida começou na água e é alimentada por ela, mas, hoje em dia, uma falta de água em todo o planeta pode ameaçar a civilização tal como a conhecemos.

Segunda-feira 13 janeiro, 23:10h | Repetição: Terça-feira 14, 02:05h/ 13:35

 

ESPECIAL DE 2 HORAS

Segunda-feira 20 janeiro, 22:50h | Repetição: Terça-feira 21, 01:45h/ 13:10

 

 

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico.

 

HISTÓRIA

Faz-se cada dia. Ontem, hoje e amanhã, o HISTÓRIA é diferente, porque todos os dias existem temas para contar e ouvir. História de pessoas e objetos cheias de entusiasmo e irreverencia é assim o HISTÓRIA, um canal onde se desvendam segredos milenares e presentes. Um canal repleto de pormenores e de ousadia.

O HISTÓRIA chega a mais de 300 milhões de espectadores, distribuídos por 150 países. A marca de qualidade do HISTÓRIA torna-o uma referência incontornável com séries exclusivas como “A Humanidade”, “O preço da História”, “Alienígenas”, “O Universo”, entre outros.

Produzido especificamente para o mercado português, o HISTÓRIA resulta de uma joint-venture entre a Chello Multicanal e a A+E Networks formada em 1998.

BEM-VINDOS A BEIRAIS - ESTA SEMANA: DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, ÀS 21H00, NA RTP1

 

 

De segunda a sexta, às 21h00, na RTP1



Na nova temporada de "Bem-vindos a Beirais" o futuro da aldeia permanece incerto. Diogo destaca-se, liderando a oposição da aldeia à construção da barragem. Agostinho tentará descredibilizá-lo aos olhos da população, mas Diogo tudo fará para provar a sua inocência e depois, irá candidatar-se contra o atual presidente, nas eleições para a Junta de Freguesia, corrida essa que ganhará. Inicia-se, então, uma nova fase da sua vida enquanto presidente da Junta de Freguesia de Beirais. Diogo tentará mostrar a toda a gente que, com boa vontade e transparência, muitos problemas podem ser resolvidos.

Saiba todas as novidades no Facebook da série: www.facebook.com/bemvindosabeirais 
E acompanhe todos os desenvolvimentos em :www.rtp.pt/beirais

Fluviário de Mora: Cristiano Ronaldo e Mariza pais de 4 bebés Lontra

Espaço conta com 12 exemplares no Lontrário

 

 

 

FLUVIÁRIO DE MORA É NOVA MATERNIDADE NO ALENTEJO

 

 

 

Mora, 18 Novembro – A Mariza e o Cristiano Ronaldo, o casal de lontras que inaugurou o Fluviário de Mora em 2007, são pais de quatro bebés.

 

 

 

A primeira ninhada de lontras nasceu em 2011, onde a Anita, Faísca e Bolota passaram a fazer as delícias dos visitantes e equipa do Fluviário de Mora. Um ano depois, a família crescia novamente, com o casal de lontras Mariza e Cristiano Ronaldo a serem pais de uma segunda ninhada de três crias saudáveis e brincalhonas.

 

 

 

É um encanto ver esta família de oito lontras a cuidar das quatro crias bebés. Felizmente, são uma família muito unida onde todos ajudam. E os cuidados são muitos e diversos, pois até têm de ensinar as pequeninas a nadar, como se estivessem a ter aulas de natação.

 

 

 

Toda a gente poderá participar na escolha do nome destas bebés dentro em breve. Á semelhança do que ocorreu com os pais e crias da primeira ninhada, o nome foi escolhido pelo público que participou na iniciativa de baptismo das lontras. Um claro sinal do apreço pelas personalidades, não fosse esta família de lontras uma das mais acarinhadas pelos visitantes do Fluviário de Mora.

 

 

 

As lontras Mariza e Cristiano Ronaldo são da espécie lontra-de-garras-curtas, e ao contrário da lontra-europeia que agora também poderá conhecer no Fluviário de Mora, formam núcleos familiares de mais de uma dezena de indivíduos. O risco de consanguinidade foi resolvido por outra mãe, a mãe natureza, que assegura que somente o casal alfa se reproduza dentro do mesmo núcleo familiar. E assim, esta espécie de lontras forma um casal para toda a vida.

 

 

 

Famílias grandes precisam de espaço e condições, e dessa forma, o Fluviário de Mora apostou e investiu num novo lontrário – um novo habitat concebido a pensar nas necessidades das lontras, nas suas brincadeiras, na sua inteligência e enorme interactividade e curiosidade por tudo o que as rodeia. Foi já neste novo lontrário, inaugurado no dia 23 de Março deste ano, que a família voltou a crescer. Não poderia haver melhor certificado de qualidade do que este!

 

 

 

O Fluviário de Mora vê assim recompensados os seus esforços por produzir condições de grande qualidade – desde infraestruturas a cuidados levados a cabo pelos tratadores e equipa - que permitem a reprodução de uma espécie, infelizmente, já Vulnerável na natureza e sujeita a um nível crescente de pressões e ameaças. E porque falamos de conservação, de natureza, de cuidados humanos e de famílias, brincadeiras, inteligência e curiosidade natural, venha fazer parte desta aventura do Fluviário de Mora!

VIDA, SAÚDE E DOENÇA A BORDO DAS NAUS DA CARREIRA DA ÍNDIA

MUSEU DO ORIENTE

6 Dezembro
Conferencista: Germano de Sousa   
18.00


Entrada livre (até à capacidade da sala)
Um panorama do que foi a viagem, a “medicina e a doença embarcada”, as condições sanitárias, a saúde psicológica, a alimentação, a fome e o sofrimento e o que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias e o Japão.
A forma como os médicos e os boticários participaram na Expansão e relatar as doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas será outro tema em destaque.
Germano de Sousa é médico, patologista clínico, director do Serviço de Patologia Clínica do Hospital Fernando Fonseca. Bastonário da Ordem dos Médicos entre 1999 e 2005, foi ainda um dos responsáveis pela realização, em 1990, do First International Congress on the Great Maritime Discoveries and World Health. Publicou este ano História da Medicina Portuguesa durante a Expansão.

VI FESTA DO LIVRO DO MUSEU DO ORIENTE

MUSEU DO ORIENTE

 

15 Novembro a 15 Dezembro
Horário: 10.00 às 18.00; sexta-feira das 10.00 às 22.00
Encerra à segunda-feira

A Fundação Oriente, em parceria com outras editoras e livrarias nacionais e estrangeiras, disponibiliza, durante um mês, a preços muito inferiores aos habitualmente praticados, centenas de títulos das mais diversas temáticas tendo a Ásia como denominador comum.


Do romance e poesia de autores asiáticos consagrados a catálogos de exposições e livros técnicos sobre a sociedade, a cultura ou a arte dos países asiáticos, passando também pela sua gastronomia, é possível nesta VI edição da Festa do Livro do Museu do Oriente viajar pela Ásia através dos livros.

“O Natal das Bruxas Vendaval” | Equipamentos culturais do concelho de Palmela - Dezembro


 

Entre 2 e 14 de dezembro, a equipa de animação da Divisão de Bibliotecas da Câmara Municipal de Palmela apresenta a peça de teatro “O Natal das Bruxas Vendaval” em vários equipamentos culturais do concelho. A peça será apresentada à Comunidade Educativa (1º ciclo do ensino básico e pré-escolar) de 2 a 6, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, nos dias 9 e 10, no Cineteatro S. João, em Palmela e nos dias 11 e 12, no Centro Cultural de Poceirão. Para o público em geral, haverá uma sessão no dia 14, às 16h30, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, com entrada gratuita.

A peça – um original de Ilda Soares, técnica do Município, com música de José Ricardo - conta a história das irmãs Vendaval, três bruxas que não costumam celebrar o Natal. A única coisa que fazem, nessa época, são compras fúteis, como, por exemplo, pentes para carecas ou canetas que não escrevem. Certo dia, recebem uma carta do Tribunal dos Anjos a convocá-las para uma audiência urgente. A sentença proclamada pelo Juiz dos Anjos vai mudar para sempre a forma como as três irmãs vivem a celebração do Natal.

 

 

DO PAQUISTÃO A SAGRES: A VIDA NA VERTICAL no Museu do Oriente

MUSEU DO ORIENTE

1 Dezembro
Orador: Leopoldo Faria
16.00
Entrada livre

 

Quando o Leopoldo Faria viajou para o Paquistão para escalar uma montanha, não sabia que estava a embarcar na viagem que mudaria a sua vida. Retido numa remota aldeia, isolado por cheias repentinas, viveu as dificuldades que assolam os habitantes do vale de Hushe.
Depois veio a expedição, a escalada de um dos gigantes dos Himalaias e o acidente que o confrontou com os seus piores receios. De volta a casa, procurou refúgio em Sagres onde, ao longo de dois anos, recuperou a forma e a confiança que o levou a alcançar um dos seus maiores feitos.
Nesta conferência, Leopoldo Faria fala-nos da sua experiência no Paquistão, da sua vivência nos dias passados no vale de Hushe, das dificuldades, das alegrias e do carácter que molda este povo de montanha.
Numa era em que os sítios verdadeiramente remotos são cada vez mais escassos e em que o termo exploração muda de significado, o conferencista fala da sua própria exploração interior, da superação pessoal e dos desafios que encontra na escalada.
Leopoldo Faria tem 29 anos e escala há 14. Vive em constante movimento, percorrendo o mundo em busca do próximo desafio. Chama casa a refúgios de montanha, tendas penduradas a centenas de metros do solo. Escalador profissional de rocha, completou este ano um dos seus maiores feitos desportivos, realizando a ascensão da via de escalada mais difícil em Portugal.


Organização do Coletivo Indus Doc com o apoio da Nomad – Evasão e Expedições.

Feiras do Livro | Bibliotecas Municipais de Palmela e de Pinhal Novo

 

 

 

A Câmara Municipal de Palmela vai realizar, em parceria com o Grupo Porto Editora, duas Feiras do Livro, que antecipam o período natalício.

 

A primeira feira decorrerá na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, entre 26 e 30 de novembro, e entre os dias 10 e 14 de dezembro, será a vez da Biblioteca de Palmela receber o evento. Estarão disponíveis para venda cerca de cinco centenas de títulos, com desconto de 15% sobre o preço de capa.

 

Os objetivos de promoção da leitura são aprofundados com um programa de encontros com escritores para a comunidade escolar. 

 

As Feiras do Livro de Pinhal Novo e Palmela podem ser visitadas entre terça e sexta feira, das 10h30 às 19h00 (encerram à quarta feira, no período da manhã) e aos sábados, das 14h00 às 19h00.

 

 

 

 

Grande Prémio Fundação EDP/Arte 2010 - Jorge Molder no Museu do Chiado e Museu da Eletricidade

Grande Prémio Fundação EDP/Arte 2010

Jorge Molder no Museu do Chiado e Museu da Eletricidade
A Fundação EDP e o Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado apresentam “Rei Capitão  Soldado  Ladrão”, uma exposição antológica de Jorge Molder, vencedor do Grande Prémio Fundação EDP/Arte 2010. A exposição inaugura dia 27 de novembro 2013, às 19h00, no Museu do Chiado.

No dia 5 de Dezembro, Jorge Molder inaugura no Museu da Eletricidade, “A Escala de Mohs”, onde são expostos os seus trabalhos mais recentes. Ambas exposições, comissariadas por João Pinharanda, são realizadas no âmbito da atribuição, a Jorge Molder, do Grande Prémio Fundação EDP / Arte 2010, o mais significativo prémio atribuído em Portugal na área das artes visuais que para além do valor pecuniário inclui a organização de uma exposição retrospectiva ou antológica da obra do artista premiado e edição do respectivo catálogo.

TOURBILLON MASAAKI MIYASAKO no Museu do Oriente

20 Novembro a 29 Dezembro
GALERIAS SUL E NASCENTE

No ano em que se comemoram 470 anos da chegada dos primeiros portugueses ao Japão, o Museu do Oriente apresenta uma exposição de Masaaki Miyasako, um dos mais prestigiados artistas japoneses da actualidade.
Referência maior da arte nipónica contemporânea, pelo seu talento e sensibilidade, e pelo que nos transmite de uma identidade tão rica, Masaaki Miyasako é conhecido internacionalmente por reutilizar uma técnica antiga da pintura japonesa, datada do período Edo (1603-1868) que consiste em pintar também o tardoz da tela ou do desenho, com o intuito de acentuar a cor. O recurso a esta técnica, fruto da formação e da investigação feita na área da conservação e restauro, em que o autor se foi destacando, importa o passado para a contemporaneidade, numa demonstração de que a simbiose deste com o presente continua a ser um tema muito apreciado na arte japonesa.
A presente exposição, integrada no périplo europeu do artista, o qual incluiu passagens por Moscovo, São Petersburgo e Budapeste, contou com a colaboração do International Art Management.
 

“ABERDEEN – Um Possível Kurt Cobain”, de Sérgio Roveri


 

                                                                                                                                                                                              M/16

De 22 a 28 de Novembro

 

Local: Teatro Municipal Constantino Nery, em Matosinhos.

Horários: de 3ª a sábado – 21h45

                   Domingo – 16h00

 

Produção: SEIVA TRUPE

 

 

Autor: Sérgio Roveri

Interpretação: Miguel Ramos e Luís Trigo  

Cenografia: José Carlos Barros

Encenação: Júlio Cardoso

Desenho de Luz: Júlio Filipe

Desenho de Som: Miguel Craveiro

Fotografia: Anabela Gonçalves

 

Sinopse:

A peça mostra parcelas da vida de Kurt Cobain, fundador de uma das bandas mais famosas do mundo - Nirvana, revelando a sua humanidade imensamente frágil.  O espetáculo passa-se ao longo dos três dias em que o músico foi dado como desaparecido – até o seu corpo ser encontrado na estufa da mansão de Seattle, nos Estados Unidos, onde vivia. Numa conversa com Boddah, um amigo imaginário que tinha na infância, Kurt Cobain discorre sobre temas como a música, a família, o abuso de drogas e a solidão…

JFK: A BALA PERDIDA: Amanhã, às 21h00, na RTP2

 Amanhã, às 21h00, na RTP2



Há 50 anos, precisamente a 22 de novembro de 1963, John Fritzgerald Kennedy foi mortalmente ferido por disparos enquanto circulava no automóvel presidencial na Praça Dealer, em Dallas, no Texas. Kennedy foi o quarto presidente dos Estados Unidos a ser assassinado, e o oitavo que morreu no exercício do cargo. Neste dia 22 de novembro, a National Geographic assinala os 50 anos do assassinato de Kennedy com este documentário JFK: A Bala Perdida.

Um documentário com uma nova perspetiva sobre a morte do presidente Kennedy. A compilação de todos os vídeos caseiros captados pelos cidadão que se encontravam na Praça Dealer, em Dallas, no fatídico dia 22 de novembro de 1963. Colocados em formato HD reúnem novos detalhes e revelam as provas necessárias à narrativa do assassinato do presidente John F. Kennedy. A maioria dos especialistas concordam que três tiros foram disparados em JFK, com uma bala perdida que nunca mais foi recuperada.

JFK: A BALA PERDIDA: Amanhã, às 21h00, na RTP2
 

Não pode perder! FATMA de M`Hamed Benguettaf



   
Encenação: Elsa Valentim     
Interpretação: Sofia de Portugal        
M/12


 Recreios da Amadora 
(Av.Santos Mattos, 2 | à estação da Cp)

21 de Novembro a 01 de Dezembro  
(qua. a sab. 21h30 | Dom. 16h)

Sinopse

Fatma, a única personagem da peça, é mulher de limpeza num ministério e na Câmara de Argel. Um dia por mês o terraço do prédio onde mora pertence-lhe para estender a roupa. É um dia feliz de total liberdade. Fatma é uma mulher como as outras, que cruzamos na rua sem nada saber do seu destino, dos seus sofrimentos, das suas alegrias. Fatma incarna todas as mulheres do mundo, sufocadas, exploradas, amordaçadas com ou sem véu. Escrita em 1990 pelo dramaturgo Argelino M'Hamed Benguettaf, FATMA é um monólogo vigoroso sobre a fragilidade da Humanidade.  


VENHA ESPREITAR aqui

Preço: 5 euros (sujeito a descontos)

RESERVAS: 
916648204 teatrodosaloes@sapo.pt | 
producaoteatrodosaloes@gmail.com

Lotação limitada.

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