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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

PLAZA | Teatro Helena Sá e Costa | 10 e 11 Janeiro 2014

 

 

 

  10 - 11 JANEIRO | TEATRO HELENA SÁ E COSTA 

 

Os Plaza dão as boas-vindas a 2014 com um concerto no Porto, no Teatro Helena Sá e Costa, ESMAE.

No seguimento da sua WARM UP TOUR que tem percorrido as salas de espetáculos do país, os Plaza apresentam-se no Teatro Helena Sá e Costa nos próximos dia 10 e 11 de Janeiro. Esta sequência de espetáculos prepara o lançamento de segundo disco de originais, intitulado "All Together".

 

Dez anos depois do sucesso de “Meeting Point”, os PLAZA estão de volta aos discos e á estrada. Com o single de apresentação “High on Stereo” a rodar em algumas das rádios mais influentes a banda de Quico Serrano, Simão Praça e Paulo Praça promete corresponder à expectativa que tanto tempo de espera provocou nos fans. O vídeo conta com a realização de João Rei Lima, mas o disco só deverá chegar ás lojas no final deste verão. A produção é dos próprios Plaza contando com a inestimável ajuda de Rick Webster dos Unkle Bob. Ao vivo, a formação também esta renovada com Pedro Martins a assumir a sua posição na bateria e Miguel Barros no baixo.


     INFO DO ESPETÁCULO

  • Local: Teatro Helena Sá e Costa http://www.esmae-ipp.pt/thsc/
  • Data: 10 e 11 de janeiro de 2014
  • Hora: 21h30
  • Info e Reservas - 22 5193760 / 96 1631362
  • Preço doo Bilhete - 5€

Ciclo “Histórias de Jazz em Portugal” inicia-se em Guimarães com Mário Laginha

 

António Curvelo e Manuel Jorge Veloso são os autores deste ciclo coproduzido pelo Hot Clube de Portugal (Lisboa) e do Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), com arranque marcado para as 21h30 dos dias 08 e 09 de janeiro na cidade berço. A cena contemporânea do jazz em Portugal vive uma oportunidade única – a irrupção de um número crescente de músicos portadores de uma elevada qualidade jazzística, um cruzamento de gerações e uma enriquecedora coabitação de estéticas musicais. Oportunidade que o ciclo “Histórias de Jazz em Portugal” pretende sublinhar de modo incisivo, procurando fazer justiça a este momento singular que, um pouco por todo o país, bem para lá das fronteiras do eixo Lisboa/Porto, muitos de nós vivemos dia a dia. Ou, porque de jazz se trata, noite a noite. 

 

Na primeira das 16 sessões que integram o ciclo (no dia 8 de janeiro), o pianista Mário Laginha conversa com os autores sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada. Segue-se um concerto com um combo da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo - ESMAE, com peças originais de Mário Laginha, podendo a noite prolongar-se em jam session. Na segunda parte da 1ª sessão do Ciclo “Histórias de Jazz em Portugal” (no dia 9 de janeiro), os músicos Luís Figueiredo, José Nogueira e Luís Cunha falam das suas carreiras e das perspetivas atuais e futuras do jazz português, tendo como ponto de partida a importância da obra de Mário Laginha (com audição de peças gravadas). Segue-se um “concerto-mistério” de Mário Laginha, a quem os autores do ciclo deram carta-branca para a livre escolha dos seus companheiros.

 

Este ciclo visa refletir o singular estado da cena contemporânea do jazz português, sublinhando a pluralidade da sua dimensão e riqueza e contando com a participação de 11 escolas de jazz e 64 músicos, distribuídos por uma série de 16 sessões organizadas em torno de igual número de músicos-pivot, cujas carreiras lhes conferem, a vários títulos, um papel de protagonistas nas últimas quatro décadas da evolução do jazz em Portugal.

 

Não pretendendo ser uma interpretação da “História do Jazz” em Portugal, o ciclo também não visa consagrar uma qualquer lista subjetiva dos “melhores músicos” de jazz portugueses. Escolhidos os 64 participantes de acordo com critérios gerais previamente definidos — cruzamento de gerações e orientações estéticas; descentralização regional; multiplicidade de funcionalidades e experiências musicais (líderes/sideman, autores/intérpretes, docentes/discentes, etc.) —, os 16 músicos-pivot valem, apenas e tão só, como símbolos representativos, na sua diversidade, do passado, presente e futuro do jazz português, corporizando uma visão multidisciplinar capaz de testemunhar o pluralismo da identidade coletiva do jazz profissional que hoje se faz em Portugal, ultrapassando ou atenuando barreiras estéticas e tecendo uma teia de relações equilibradas no seio da comunidade jazzística.

 

Daí que os 16 nomes – André Fernandes, André Sousa Machado, Bernardo Moreira, Carlos Azevedo, Carlos Barretto, Carlos Bica, Gonçalo Moreira, João Paulo Esteves da Silva, Jorge Reis, José Pedro Coelho, Maria João, Mário Barreiros, Mário Laginha, Nelson Cascais, Pedro Moreira e Zé Edu- ardo – retratem, lado a lado e à revelia de estatutos hierárquicos sem sentido, personalidades reconhecidas nacional e internacionalmente, músicos em recente e contínua afirmação e, também, jovens promessas que indiciam já, na opinião dos autores deste ciclo, uma progressiva evolução merecedora de especial atenção.

 

Em consonância com a já referida descentralização geográfica, parcialmente responsável pela qualidade atual da cena do jazz, o ciclo “Histórias de Jazz em Portugal” traduziu idêntica preocupação convidando para sedes da sua realização duas entidades: o Hot Clube de Portugal, a natural casa-mãe de uma iniciativa desta natureza, e o Centro Cultural Vila Flor, como exemplo da citada descentralização, complementada por um continuado e importante trabalho de formação, centrado no Guimarães Jazz, um dos quatro festivais nacionais que já celebrou os 20 anos de vida.

 

Constituído por 16 sessões, equitativamente distribuídas pela sede do Hot Clube de Portugal e pelo Centro Cultural Vila Flor, o ciclo Histórias de Jazz em Portugal tem periodicidade mensal, cobrindo um período de 15 meses, de janeiro de 2014 a maio de 2015, com uma breve interrupção na época alta de Verão (julho e agosto de 2014). Cada uma das 16 sessões, de caráter público, decorre em duas noites sucessivas e com um programa duplo, constituído por quatro módulos distintos (dois por noite).

 

A noite inaugural do ciclo (08 de janeiro) decorrerá no Café Concerto do CCVF e a entrada será livre. A noite de 09 de janeiro reparte-se entre o Café Concerto e o Pequeno Auditório do CCVF e os bilhetes para este segundo dia têm o custo de 5 euros, podendo ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural Vila Flor e da Plataforma das Artes e da Criatividade, Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten e Sport Zone, entidades aderentes da Bilheteira Online, e via online em www.ccvf.pt, www.facebook.com/GUICUL e oficina.bilheteiraonline.pt.

 

Apresentação do livro "A Conquista de Angola - Os Três Reinos", de Henrique Fonseca Santos | Biblioteca Pinhal Novo - 11 de janeiro

“A Conquista de Angola – Os Três Reinos”

Henrique Fonseca Santos apresenta livro na Biblioteca de Pinhal Novo

 

             No dia 11 de janeiro, sábado, às 16 horas, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo é palco do lançamento do livro “A Conquista de Angola – Os Três Reinos”, de Henrique Fonseca Santos.

             A obra, com a chancela da Chiado Editora, apresenta os resultados da investigação levada a cabo sobre a conquista de três reinos de Angola: Congo, Ndongo e Matamba. Sobre o trabalho efetuado, o autor sublinha que «ainda que a história seja antiga, o prazer da descoberta, movida pela sede do conhecimento, revela sempre novos caminhos». 

             Henrique Fonseca Santos nasceu em Silva Porto, Angola, em 1946, e, desde cedo, dividiu o percurso académico e profissional entre o seu país e Portugal. Depois do curso de Regente Agrícola e de vários cargos técnicos em Luanda e no Huambo, ingressou no Ministério da Educação em Portugal, como professor do Ensino Secundário, tendo-se reformado em 2008. Entretanto, licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Clássica de Lisboa e foi Presidente da Associação Cultural Artes do Seixal, participando em várias exposições coletivas e individuais.

              Promovida pela Câmara Municipal de Palmela, esta sessão é mais uma oportunidade para falar sobre Angola e a história das suas relações com Portugal. A entrada é livre.

 

 

"Contos Connosco" - sessões de contos literários | Bibliotecas Municipais de Palmela e de Pinhal Novo - janeiro

“Contos Connosco”

Continuam os encontros sobre literatura nas

Bibliotecas Municipais de Palmela e Pinhal Novo

 

Em janeiro, as Bibliotecas Municipais de Palmela e de Pinhal Novo voltam a receber a iniciativa “Contos Connosco” - sessões de contos literários, com entrada livre, numa organização da Câmara Municipal de Palmela. Estas sessões destinam-se a divulgar o melhor da literatura, através da leitura de um conto selecionado, seguida de um momento de conversa e debate, partilha de ideias e convívio entre os participantes.

           

Calendário de janeiro:

Dias 6 e 20 | 14h30 | Biblioteca Municipal de Pinhal Novo

Dias 13 e 21 | 14h00 | Biblioteca Municipal de Palmela