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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Bora lá mudar a Má!" - Projeto de animação de alunos da ESE Setúbal | Centro Cultural Poceirão - 15 de janeiro

“Bora lá mudar a Má!”

 

 

No dia 15 de janeiro, entre as 10h00 e as 11h00, o Centro Cultural de Poceirão é palco de “Bora lá mudar a Má!”, uma peça de teatro musical, promovida pela turma B do 3º ano da Licenciatura em Educação Básica, da Escola Superior de Educação de Setúbal, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

“Bora lá mudar a má”, é uma história de encantar, onde aprender com os erros irá tocar os corações e a imaginação de todas as crianças. Brincalhão, Ambientolas, Fixolas, Bombom, Verdades, Partilhas e Risotas - sete anões muito especiais - vão ajudar a princesa Branca de Algodão a mudar o coração da sua irmã, a terrível Rainha Má do reino da Risolândia.

Destinada a maiores de seis anos, a atividade tem entrada gratuita.

Centro Internacional das Artes José de Guimarães reabre a 25 de janeiro com novas exposições

25 de janeiro marca o arranque das exposições que irão habitar o Palácio Vila Flor e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães durante o 1º trimestre de 2014. E o ambiente desta noite promete terminar em festa.

 

O programa delineado para o último sábado deste mês tem início às 18h00 no Palácio Vila Flor onde será inaugurada a exposição “Coração e Cinzas” de Arlindo Silva. Às 22h00 é a vez do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) inaugurar as exposições “Estrela Negra” de Jarosław Fliciński e “Provas de Contacto” de José de Guimarães. Será possível ainda conhecer a intervenção do coletivo Oficina ARARA e rever os ex-libris das coleções de José de Guimarães. Ao som da música, o ambiente desta noite promete terminar em festa com um live act de The Astroboy, projeto pessoal de Luís Fernandes, guitarrista e manipulador de eletrónica dos peixe : avião. No dia seguinte, domingo (26 janeiro), às 11h00, não perca a oportunidade de conversar e visitar a exposição com José de Guimarães. A entrada no CIAJG será livre durante todo o dia deste domingo. A sucessão de atividades relacionadas com a reabertura do CIAJG não termina sem que no dia 28 (terça-feira), pelas 18h30, se realize também uma conversa e visita guiada com Jarosław Fliciński.

 

A exposição “Coração e Cinzas” – que inaugura no Palácio Vila Flor (18h00) – reúne trabalhos de Arlindo Silva. As pinturas deste artista são constituídas por pessoas do seu círculo de relações, captadas em instantâneos algo inesperados, “anti-retratos” que negam a tradicional pose das figuras retratadas, perpassando uma atitude desafetada e discreta, que é também transversal ao seu percurso artístico e humano. Porque a sua obra ainda não obteve a atenção pública que merece, esta exposição vem colmatar uma evidente lacuna no panorama das artes em Portugal, reunindo sem uma orientação retrospetiva um número expressivo de trabalhos de Arlindo Silva. A exposição poderá ser visitada de terça a domingo, até ao dia 06 de abril.

 

Após a inauguração da exposição de Arlindo Silva, a noite de 25 de janeiro promete prolongar-se em ambiente de festa no Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções de José de Guimarães (obras de arte tribal africana, arte pré-colombiana e arte chinesa antiga), mas também descobrir neste novo ciclo expositivo novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como arcaico/contemporâneo, acontecimento/história, estranho/familiar, erudito/popular, material/imaterial.

 

No piso 0 do CIAJG (salas 09, 10 e 11) será inaugurada a primeira exposição individual de Jarosław Fliciński em Portugal. Trata-se de uma intervenção de grande escala de um dos mais iminentes artistas polacos contemporâneos, incorporando paredes, pinturas, desenhos e objetos, uma mostra exemplar do trabalho que o artista tem vindo a desenvolver em relevantes instituições do contexto internacional da arte contemporânea: um projeto de expansão do campo operativo da linguagem pictórica no qual se cruzam uma aguda sensibilidade à arquitetura com uma proficiente prática de pintura sobre parede que vai para além do quadro e se alarga à escala do espaço arquitetónico.

 

O piso -1 (salas 12 e 13) dará a conhecer uma exposição que revela um segmento do trabalho de José de Guimarães pouco conhecido e de grande relevância para o entendimento da obra do artista, que cobre um arco temporal de mais de quarenta anos: um conjunto muito diversificado de trabalhos que dão corpo a uma incessante produção de imagens realizadas por transferência. Seja em torno de métodos tradicionais da gravura, seja de práticas menos convencionais, como o stencil, José de Guimarães desenvolve desde o princípio dos anos 60 até aos dias de hoje uma incansável pesquisa que concilia experimentação material, rigor formal e um vocabulário de formas que permanentemente convoca a mestiçagem como conceito central da sua obra. Abordando a prática da gravura e de processos derivados, esta exposição, de cariz antológico, mostra que essa prática continuada em vários momentos do percurso do artista se revelou estruturante e decisiva, quer enquanto processo de conhecimento, quer enquanto campo operativo de experimentação.

 

No hall do CIAJG será possível conhecer uma intervenção criada pelo coletivo Oficina ARARA. Concebido como “um espaço autónomo e aberto de experimentação em torno da produção de cartazes, livros e outras edições”, o coletivo Oficina ARARA tem vindo a repensar e a propor, com as suas intervenções no espaço público e a energia gerada em torno de diversas colaborações entre várias disciplinas e linguagens, a potência do múltiplo como forma de operacionalização do gesto artístico.

 

Estas exposições do CIAJG ficarão patentes até ao dia 13 do mês de abril, podendo ser visitadas de terça a domingo, das 10h00 às 19h00.

Concurso para o arrendamento da Carpintaria de São Lázaro


 

 

 


A Câmara Municipal de Lisboa abriu um concurso para o arrendamento da antiga Carpintaria de São Lázaro, tendo em vista a criação de um polo dedicado à cultura e criatividade.

 

 

 

 

 

Na antiga Carpintaria de São Lázaro (Rua de São Lázaro, 72), um edifício imponente ao gosto art déco, vai nascer um novo polo cultural. É essa a intenção da Câmara Municipal de Lisboa (CML) que lançou um concurso para o arrendamento deste espaço localizado no centro da cidade, numa zona de crescente vitalidade cultural e atualmente alvo de um programa de regeneração urbana.

 

 

 

Junto ao Martim Moniz e ao bairro da Mouraria, a antiga Carpintaria, com amplas janelas para a Rua de São Lázaro e vista desafogada a tardoz para a Graça e Colina do Castelo, tem uma área total de 1630m2, distribuída por três pisos e terraço/cobertura.

 

 

 

Com este concurso a CML pretende dar resposta à crescente procura de espaços para o desenvolvimento de atividades ligadas às artes e às indústrias criativas e, simultaneamente, criar um equipamento para a fruição dos habitantes e visitantes da cidade. As candidaturas estão abertas até 4 de abril e o programa do concurso assim como o caderno de encargos podem ser consultados no site da CML, em www.cm-lisboa.pt.

 

 

 

 

 

ANACONDA ZULMIRA COM CASA NOVA

Crescimento obriga a mudar de residência no Fluviário de Mora

 

 

 

Mora, 13 Janeiro – O Fluviário de Mora viu-se obrigado esta semana a mudar a anaconda Zulmira para um novo espaço, mais condizente com o tamanho do animal.

 

A espécie ali presente desde a abertura do Fluviário, uma Anaconda-amarela (Eunectes notaeus), também conhecida por Sucuri, na região amazónica de onde é oriunda, tinha na época, em 2007, um pouco mais de um metro, mas hoje atinge cerca de quatro metros de comprimento e pesa cerca de 25kg.

 

Este crescimento saudável levou os responsáveis do Fluviário a equacionar a ampliação do seu habitat de modo a garantir as melhores condições de bem-estar animal. Nas últimas semanas, foi construído um grande terrário com 2,70 m de largura por 1,2m de profundidade e 2,10m de altura, que providenciará todas as condições à Zulmira.

 

O novo espaço tem a particularidade inovadora de integrar uma grande cúpula de acrílico, que permitirá às crianças mais destemidas, verem a anaconda dentro do seu aquário!

 

Trata-se de uma espécie da família das Boas, da Região Central da América do Sul, que habita rios e pântanos das florestas tropicais e que pode ultrapassar os quatro metros de comprimento.

 

Não é venenosa e integra o grupo das chamadas constritoras. Sufocam as suas presas num “abraço da morte”, enrolando-se em seu redor e asfixiando-as com um aperto muito forte antes de as engolir. São igualmente conhecidas por caçarem as suas presas por emboscada e são predadores activos preferencialmente no período nocturno. Em adultas não têm predadores, estando no topo da cadeia alimentar.

 

Na natureza vivem cerca de 18 anos, mas em cativeiro podem alcançar os vinte e três anos. Alimentam-se de peixes, répteis, aves e mamíferos. Reproduzem-se uma vez por ano, podendo parir até oitenta e duas pequenas cobras após seis meses de gestação. Não põem ovos em ninhos pois são ovovivíparos, ou seja, incubam os ovos internamente.

 

Ao fim de sete aanos, por onde passaram mais de 700 mil visitantes, crianças, famílias, escolas e outros grupos, o Fluviário de Mora continua a inovar e a  renovar-se, a afirmar-se como a maior e mais reconhecida instituição em Portugal, e também na Europa, de divulgação do maravilhoso mundo dos Rios e Lagos. Com mais de 600 exemplares de 70 espécies, continua hoje a valer a pena visitar e revisitar o Fluviário de Mora.

 

 

Exposição "White & Black" - Foyer do Cineteatro S. João | Inauguração dia 18 de janeiro (entrada livre)

 

 

No Foyer do Cineteatro S. João

Exposição “White & Black” inaugura no dia 18

 

Entre 18 de janeiro e 10 de março, a exposição fotográfica “White & Black” estará patente no Foyer do Cineteatro S. João, em Palmela, numa organização da Câmara Municipal.

A inauguração terá lugar no dia 18, sábado, às 16 horas. Trata-se de uma mostra coletiva de fotografia do grupo “Uma fotografia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia”, com a participação de quatro dezenas de amantes desta forma de expressão artística. O grupo informal, criado nas redes sociais, cresceu rapidamente e conta, já, com mais de duas dezenas de elementos, e a organização regular de várias atividades. “White & Black” – como o nome indica, dedicada à fotografia a preto e branco - é a segunda mostra dinamizada pelo grupo.

A exposição “White & Black” poderá ser visitada no horário de funcionamento do Cineteatro S. João, de segunda a sexta-feira, entre as 08h30 e as 20h00 (aos fins de semana, o equipamento também abrirá quando houver espetáculos). Entrada livre.