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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Educação + Financeira" - Exposição Interativa de Educação Financeira | Biblioteca de Pinhal Novo - 28 a 30 de janeiro

Sensibilização para a Literacia Financeira

Biblioteca de Pinhal Novo acolhe

Exposição Interativa de Educação Financeira

 

De 28 a 30 de janeiro, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo acolhe a Exposição Interativa de Educação Financeira “Educação+ Financeira”. A mostra, com organização da Câmara Municipal de Palmela, é da responsabilidade da Universidade de Aveiro, através do Projeto Matemática Ensino, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. Esta iniciativa, de âmbito nacional - que surge no âmbito do projeto de Literacia Financeira “Educação+ Financeira”, destinado a jovens dos 7 aos 17 anos e público, em geral – integra a realização de sessões itinerantes de norte a sul do país, pelo quarto ano consecutivo, e conta já com, aproximadamente, 45 mil participantes.

O objetivo desta exposição é sensibilizar e mobilizar a população para as questões da Literacia Financeira, um conceito que se vulgarizou a partir da última década, dada a constatação da fraca capacidade das pessoas para lidar com as suas finanças pessoais. Este projeto visa, assim, contribuir para a formação de uma geração mais informada e mais consciente dos desafios financeiros do dia a dia, dotando-a de competências que a tornem mais confiante na tomada de decisões, conduzindo a um futuro mais auspicioso e financeiramente mais independente.

A Exposição “Educação+ Financeira” é modular e os conteúdos desenvolvidos são apresentados dando ênfase à experimentação e ao jogo como forma de estimular a exploração didática deste tema. O público terá à disposição três módulos articulados com a faixa etária.

Os interessados em participar, poderão inscrever-se, gratuitamente, até ao dia 24 de janeiro, pelo tel. 212336638 (Ilda Soares ou João Matos) ou através do e-mail db@cm-palmela.pt. A exposição estará patente no horário 9h00/ 12h30 e 14h00/17h30. Mais informações através do sítio http://pmate.ua.pt/educacaomais/.

 

 

PLAY | Primeiro festival de cinema dedicado ao público infantil já tem programação.

 

De 1 a 9 de Fevereiro o Cinema São Jorge e a Cinemateca Júnior recebem o PLAY – Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil de Lisboa. Aquele que será o primeiro festival de cinema português exclusivamente dedicado às crianças e aos jovens, dos 0 aos 13 anos de idade, pretende trazer uma verdadeira semana de festa para os mais novos em torno do cinema e reúne uma série de actividades: a exibição de filmes, debates, workshops, uma minifeira do livro e do filme e encontros com especialistas da área, procurando promover o acesso à cultura e, mais especificamente, o gosto pela 7ª Arte, criando os espetadores do futuro desde o primeiro ano de vida.

A programação do festival foi anunciada no passado dia 14 de Janeiro em Conferência de Imprensa . Ao todo serão exibidos cerca de uma centena de filmes ao longo dos 9 dias do festival num total de 65 sessões compostas por obras oriundas de mais de 20 países. A abrir o certame no dia 1 de Fevereiro, é exibido o filme Alfie o Jovem Lobisomem, de  Joram Lürsen, o filme é baseado no primeiro livro de uma série muito popular com mesmo nome, escrita pelo alemão Paul van Loon . O encerramento do festival é protagonizado por As Irmãs Vampiras de Wolfgang Groos. Destaque também para a antestreia em Portugal de O Meu Pé de Laranja Lima, de Marcos Bernstein, a mais recente adaptação do clássico da literatura juvenil de José Mauro de Vasconcelos.

 

O realizador português João Nicolau irá apresentar uma sessão especial do seu filme Gambozinos. Ainda dentro das actividades paralelas, está programado o ateliê Ruidagem,

orientado por Pedro Sabino. Uma plataforma de experimentação do cinema enquanto meio de expressão audiovisual, através da sonorização criativa de um excerto visual de um filme amador burlesco realizado por Luís Filipe Baptista em 1961 - dirigido às crianças dos 8 aos 13 anos de idade.  Haverá espaço ainda para uma conversa informal sobre a adaptação de livros ao cinema com a participação de Afonso Cruz, David Machado, entre outros.

O Festival Play estabeleceu uma parceria com o FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, pelo que contará com selecção de sete filmes brasileiros, produzidos nos últimos três anos e exibidos no FICI, uma longa-metragem e seis curtas. A exibição destes filmes pretende aproximar culturas, sublinhando a grande vantagem de uma língua comum, expondo os espectadores ao que de melhor e mais recente se produz no Brasil.

 

 

O FESTIVAL PLAY pretende afirmar-se como um território de lazer e de discussão no espaço do

cinema e da pedagogia, estimulando a perspetiva crítica destes novos espetadores e criando um diálogo fecundo entre iniciativas portuguesas e internacionais no campo do cinema.

Durante a semana, haverá 3 a 4 sessões por dia dirigidas essencialmente à rede escolar e, aos

fins de semana, mais de 15 sessões diárias dirigidas aos jovens e crianças acompanhados pelas

famílias.

«Silêncios» 2.ª Obra Poética do Filipe Marinheiro - Chiado Editora

 

 

 

«Silêncios» de Filipe Marinheiro

Chegou em Dezembro de 2013 às livrarias o novo livro de Filipe Marinheiro intitulado “Silêncios” pela Chiado Editora. A obra reúne cerca de 270 poemas inéditos em 378 páginas.

Em desdobramentos melancólicos entre poesia em prosa e verso, a realidade poética é uma densa complexificação que devora o universo e é, ao mesmo tempo, devorada por ele.

A escrita desta segunda obra do jovem poeta é pautada pela construção e desconstrução da linguagem, resultando numa poesia de transfiguração e transmutação, caracterizando o sujeito poético como plural, obscuro e enigmático. Léxicos múltiplos, caminhos diversos para dar a conhecer os diferentes acontecimentos da sensibilização, a fim de exprimir o que mais puro existe na existência. Em “Silêncios”, a rebeldia e fragmentação da linguagem quase que hipnotiza a atmosfera envolvente, desenvolvendo uma sobre-realidade alquímica e mística, purificando a própria palavra e o vazio absoluto.

A força motriz da sua obra concentra-se nesse excesso do sensível, duplamente graça e maldição. Se por um lado, confere acesso a mundos mágicos e ao encanto dos sentidos pela sensibilidade e imaginação, por outro lado, exponencia o sofrimento, a angústia, a dor, a revolta causada pela violência da opacidade e agressividade do mundo, realidade insuportável que estremece o seu universo poético. Poesia de deambulação, vigília inquieta, procura ofegante de espaço vital, grito infinito da fragilidade extrema do ser humano nesta subtil inércia das forças.

O leitor é arrastado por um turbilhão de sentidos, em desvios múltiplos, num excesso imagético — despido e desamparado encontrará a verdade do ser. Apesar de uma poesia marcadamente desassossegada e melancólica, a tónica da mensagem de Filipe Marinheiro é esperança de resolução do mundo pela suavidade, beleza e pelo amor.

Para que se possa melhor conhecer este autor, o único caminho é lê-lo, atravessar a obra para encontrar os seus próprios “Silêncios”.

É possível encontrar uma forte influência dos poetas: Al Berto, Herberto Helder, Artur Rimbaud, Mário Cesariny, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa, Lautréamont, Paul Verlaine, Stéphane Mallarmé, Charles Baudelaire, Paul Bowles, Antonio Gamoneda, entre outros...



OPINIÕES ACERCA DE "SILÊNCIOS"

«A intenção era apenas ler um, e acabei por ler todos, experimente é bem possível que lhe aconteça o mesmo.
A sua poesia, a sua crítica revestida por um inconformismo constante. Vem abalar alguns pilares que apesar de corroídos se vão mantendo, cheios de pensos rápidos. Sem ninguém se aperceber ou apercebendo-se e não querendo admitir, estes pilares se não tiverem uma reestruturação, um restauro afim de preservar o que de bom ainda têm, acabarão por cair. Não gosto do cenário. Eles deverão continuar de pé, não com o material degradado e desgastado pelo tempo e curado com pensos rápidos, e sim com uma intervenção cirúrgica que lhe forneça sangue novo. Desejo-lhe muitos leitores e Parabéns Filipe :) adorei e um bem haja à Chiado Editora :)»
Leitora Paula Duarte

«por alguma falta de “Silêncios”, paradoxalmente, ou de ruminante contenção, por algum excesso imagético, pelo menos, parece por vezes pecar o último trabalho de Filipe Marinheiro, mas chega também, paradoxalmente ainda, a alcançar, sobretudo nas passagens menos extensas, certa eficácia na mensagem e grande beleza musical.”
Filósofo Daniel Moreira Duarte

5 SENTIDOS - REDE DE PROGRAMAÇÃO CULTURAL

 

Projetos para 2014

 

A Rede 5 Sentidos foi criada em 2009, no âmbito do QREN 2007-2013, com o intuito de promover a programação cultural e a produção artística em rede. Atualmente composta por 10 equipamentos culturais do país, a 5 Sentidos procura apoiar e dinamizar o desenvolvimento das artes performativas em Portugal organizando digressões de espetáculos e apoiando a produção de novas criações através de cofinanciamentos, coproduções e residências. A estratégia da rede 5 Sentidos – assente na troca de saberes, processos e experiências de trabalho – visa fortalecer o desempenho dos parceiros, dinamizar a criação artística e alargar os públicos.

 

Os equipamentos que integram esta rede de programação cultural são: Teatro Viriato (Viseu), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Centro de Artes de Ovar (Ovar), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), Maria Matos Teatro Municipal (Lisboa), Teatro Micaelense (Ponta Delgada), Teatro Municipal da Guarda, Teatro Nacional São João (Porto) e Teatro Virgínia (Torres Novas).

 

Em 2014, a rede 5 Sentidos irá coproduzir, apoiar e apresentar as seguintes obras:

 

Margarida Mestre & António Pedro – “Poemas para bocas pequenas” (público jovem)

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Centro de Artes de Ovar, Teatro Micaelense, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Nacional de São João, Teatro Virgínia e Teatro Viriato

Apresentação: O Espaço do Tempo

Estreia: janeiro de 2014

 

“Poemas para bocas pequenas” é construído a partir de poemas de autores portugueses, de visitas ao cancioneiro popular e de pequenas pontes verbais que guiarão a linguagem, o corpo, o pensamento e a imaginação numa viagem plena de experiências musicais e sensoriais acerca de questões importantes da vivência entre os 3 e os 5 anos, como a família, a casa, a rua, o tempo, a terra, o ar ou o medo.

 

Inês Barahona & Miguel Fragata – “A Caminhada dos Elefantes” (público jovem)

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Viriato

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, Teatro Virgínia

Estreia: janeiro de 2014

 

“A Caminhada dos Elefantes” conta a história de um homem singular que dedicou a vida à salvação de elefantes. Quando ele morre, os animais vêm inexplicavelmente a sua casa prestar-lhe uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles. Neste espetáculo, reflete-se sobre a existência, a vida e a morte, aceitando as perguntas e os pensamentos das crianças e oferecendo-lhes uma série de possibilidades de caminho.

 

Tonan Quinto & Pedro Gil – “Fausta” (teatro)

Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Académico de Gil Vicente

Apresentação: Centro Cultural Vila Flor, Teatro Micaelense e Teatro Viriato

Residência: O Espaço do Tempo

Estreia: fevereiro de 2014

 

Fausta nasce do desafio lançado pelos atores Pedro Gil e Tonan Quito à escritora Patrícia Portela. O espetáculo tem como ponto de partida o mais recente romance da autora, O Banquete, editado pela Caminho. A partir de uma seleção de excertos do livro, pretende-se reescrever a história de uma Fausta e das suas trocas diárias de almas.

 

João Sousa Cardoso & Ana Deus – “Mima-Fatáxa” (a partir de 3 textos de José de Almada Negreiros – teatro)

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal da Guarda e Teatro Viriato

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, Teatro Nacional de São João e Teatro Virgínia

Estreia: fevereiro de 2014

 

Mima-Fatáxa é um espetáculo concebido pelo artista visual João Sousa Cardoso, contando com a interpretação da cantora Ana Deus e de um ator, a partir de três textos de José de Almada Negreiros: “Os Ingleses fumam Charuto”, “Mima-Fatáxa” e “A Cena do Ódio”.

 

Marlene Freitas – “De Marfim e Carne – As estátuas também sofrem” (dança)

Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal

Apresentação: Centro Cultural Vila Flor, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico de Gil Vicente e Teatro Virgínia

Residência: O Espaço do Tempo

Estreia: maio de 2014

 

Quatro personagens, interpretados por Andreas Merk, Betty Tchomonga, Luís Guerra e Marlene Monteiro Freitas, dançam a sua imobilidade hierática de estátuas, figuras presas, como que enclausuradas no interior do seu contorno exterior. Figuras grotescas.

 

Carla Galvão & Crista Alfaiate – “Lá Fora” (público jovem)

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, O Espaço do Tempo, Teatro Virgínia e Teatro Viriato

Estreia: maio de 2014

 

“Lá Fora…” propõe um espaço de fruição para bebés e pais, num ambiente lúdico de sensibilização sonora e sensorial, onde as palavras, os sons e os gestos não precisam de explicação. “Lá Fora…” é um jogo evolutivo entre a voz e o corpo de duas intérpretes, com recurso aos objetos em cena, potenciando os estímulos percetivos no processo de desenvolvimento das crianças.

 

Lafontana Formas Animadas – “A Peregrinação” (público jovem)

Coprodução: Teatro Nacional de São João

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, Teatro Micaelense, O Espaço do Tempo, Teatro Viriato e Teatro Municipal da Guarda

Estreia: maio de 2014

 

“A Peregrinação” centra-se na aproximação do teatro de formas animadas e da cinematografia, revisitando alguns dos mais importantes episódios da nossa história trágico-marítima. O projeto tem como ponto de partida as técnicas do Teatro de Papel, promovendo a sua evolução tecnológica e sua relação com os recursos audiovisuais e a multimédia.

 

Jacinto Lucas Pires & Alma Palacios – “Libretto

Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal e Centro Cultural Vila Flor

Apresentação: Teatro Académico de Gil Vicente e Teatro Micaelense

Residência: O Espaço do tempo

Estreia: julho de 2014

 

O dramaturgo/encenador português Jacinto Lucas Pires e a bailarina/actriz francesa Alma Palacios juntam-se numa tentativa de fazer conviver a dança e a palavra. “Um escritor conta uma história sobre uma mulher. A mulher entra na história e começa a mudá-la. (…) Ele tenta ensinar-lhe a língua dele através da música, cantando canções. Ela começa a mexer-se. Ela mostra-lhe como é que se dança, mas ele é incrivelmente mau naquilo.”

 

Gonçalo Waddington & Carla Maciel – “Albertine” (teatro)

Coprodução: Teatro Nacional de São João

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, Teatro Micaelense, Teatro Viriato Residência: O Espaço do Tempo

Estreia: setembro de 2014

 

“Albertine” pretende revisitar o universo do Marcel Proust e a obra “Em Busca do Tempo Perdido”, através da memória de duas personagens que colocam em evidência o processo literário de transposição da vida quotidiana do célebre autor francês para o universo da ficção, característica patente ao longo da sua obra.

 

Tânia Carvalho – “A Tecedura do Caos” (dança)

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Virgínia e Teatro Viriato

Apresentação: Teatro Académico de Gil Vicente

Estreia: setembro de 2014

 

“A Tecedura do Caos” é a nova criação de Tânia Carvalho para 2014. Estreia em Setembro na Biennal de la Dance de Lyon - Hangar Saone (Les Subsistances) e será apresentada em Portugal no âmbito da rede 5 Sentidos no início de 2015.

 

Artistas Unidos – “Gata em Telhado de Zinco Quente

Coprodução: Teatro Nacional São João e Teatro Viriato

Apresentação: Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico de Gil Vicente, Teatro Virgínia e Teatro Municipal da Guarda

Estreia: setembro de 2014

 

Dentro do ciclo que têm dedicado a Tennessee Williams, os Artistas Unidos estreiam mais um texto do autor: “Gata em Telhado de Zinco Quente”, um texto que nos apresenta uma sociedade imobilizada no tempo, conservadora, personificada muitas vezes em caracteres que conflituam com o novo, o sonho, a vida. 

 

Os Primeiros Sintomas – “Cyrano de bergerac” (teatro)

Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Viriato

Apresentação: Centro Cultural Vila Flor, Centro de Artes de Ovar, Teatro Micaelense, Teatro Virgínia

Estreia: outubro de 2014

 

Cyrano de Bergerac  é uma peça do final do século XIX (apesar da acção decorrer no séc. XVII francês) e funcionou como um verdadeiro meteorito na época: apesar do ambiente, altamente atractivo, onde a peça se movimenta – o universo de capa e espada – e da comovente história de amor - dois elementos que facilmente seduzem e atraem o público em geral - a peça reveste-se de uma arquitectura textual onde a  liberdade poética e dramática vive à margem das unidades clássicas de tempo, espaço e acção.

 

John Romão – “Pocilga”

Coprodução: Teatro Nacional São João, Teatro Viriato e Teatro Virgínia

Apresentação: Teatro Académico de Gil Vicente 

Residência: O Espaço do Tempo

Estreia: novembro de 2014

 

O projeto “Pocilga” pretende homenagear um dos autores e cineastas mais profícuos e controversos do nosso tempo, Pier Paolo Pasolini, através de um espetáculo que dialoga com o texto dramático e o filme homónimos de Pasolini, datado de 1969.

A RTP E A MARCADOR EDITORA CRIAM «OS LIVROS RTP»

 
 Uma nova coleçao de obras nacionais com a chancela da estação pública de televisão.



"OS LIVROS RTP" são uma iniciativa criada pela RTP em parceria com a MARCADOR EDITORA, que pretende divulgar títulos e autores nacionais incrementando o prazer pela leitura. Trata-se de uma coleção que pretende promover 12 livros em doze meses.

"O regresso de “Os Livros RTP” é o recuperar de uma chancela de qualidade feita no passado pela RTP com o objetivo de oferecer aos seus leitores um conjunto de obras de autores nacionais de valor reconhecido", segundo a RTP.

"OS LIVROS RTP" vão propor uma oferta generalista, divulgando obras de ficção e não ficção, que podem passar por romance histórico, nova literatura portuguesa, livros práticos, saúde e bem-estar, culinária, entre outros. Sempre em português e com autores nacionais. Poderá conhecer toda oferta de "OS LIVROS RTP" através da promoção nos vários canais e programas da estação publica de televisão.
 
Para João Gonçalves, responsável da MARCADOR EDITORA: «Está é uma oportunidade única de divulgar e promover autores nacionais e mostrar que ler é um prazer ao alcance de todos e que em doze meses haverá certamente uma ou mais obras que encantará os telespectadores RTP.»

O primeiro livro RTP será A FILHA DO BARÃO, um romance histórico da autora revelação Célia Correia Loureiro.

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES no Auditório São Vicente

19 e 26 de Janeiro | Domingos| No AUDITÓRIO CINEMA SÃO VICENTE

16H | M4anos

Duração 50m 

 

Um espectáculo destinado a toda a família com um cariz de improviso interactivo, cómico e divertido!

Queremos, cada vez mais, a interacção do público, graúdo e miúdo; que cada um se sinta parte integrante da história e que em cada representação surjam elementos novos e surpreendentes. O espectáculo não se esgota em 50 minutos, podemos considerar que cada representação é apenas um acto e que assim como gostaríamos que acontecesse na nossa vida, pudéssemos mudar, retirar e compor uma nova história cheia de novas possibilidades.

Uma bela menina nasce com a pele branca como a neve, lábios vermelhos como uma rosa, e os cabelos mais negros que o carvão, infelizmente a sua mãe morre e o pai encontra noutra mulher a sua felicidade. Mas esta mulher, invejosa da beleza de Branca de neve, decide terminar com a sua vida.

O caçador incumbido de levar avante esta terrível missão, enfraquece no último instante, e recua nos seus intentos. Branca de neve foge para a floresta e lá encontra os sete anões que a irão ajudar.

No entanto a madrasta de Branca de neve, tem conhecimento, através do seu espelho mágico, que esta continua viva e decide enfeitiça-la com uma simples maçã.

Branca de neve terá de esperar que um príncipe encantado venha destruir este feitiço. Será que ele chega?

Encenação. Paulo Cintrão | Direcção de improviso. André Sobral | Interpretação. André Sobral, Fábio Ferreira, Joana Lobo, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis | Cenografia e figurinos. bYfurcação Teatro | Design. André Sobral | Produção. Ana Luísa Ribeiro | Direcção. Paulo Cintrão.

PAREDES MEIAS no Espaço Animateatro

18 e 25 de Janeiro| Sábados | no ESPAÇO ANIMATEATRO

21H30 | M12A

Duração 60m 

 

“Depois de ter perdido a mulher, a mãe e o emprego, Paulo Jorge, incapaz de tentar uma aproximação com o pai, apercebe-se de que está sozinho no mundo e decide criar um espaço onde vizinhos se encontram para partilharem as suas histórias, os seus medos e os seus sonhos. Numa tentativa de conciliar solidões e necessidades, Paulo Jorge enlaça-se nas retorcidas malhas da natureza humana.”

Criação colectiva | Interpretação. Afonso Lagarto, Anaísa Raquel, Cláudia Semedo e João Ascenso | Design Gráfico. Luís Covas | Créditos fotográficos. Inês Torres da Silva | Produção. Companhia de Actores.

Passatempo "Viva o Casamento" - Arteviva/Barreiro

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ARTEVIVA tem bilhetes duplos para a peça VIVA A CASAMENTO para os dias 18 e 19 de Janeiro às 21h30 no TEATRO MUNICIPAL DO BARREIRO aos primeiros leitores que: