Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

OS LIVROS RTP: A FILHA DO BARÃO

Uma nova coleçao de obras nacionais com a chancela da estação pública de televisão.




OS LIVROS RTP são uma iniciativa criada pela RTP em parceria com a MARCADOR EDITORA, que pretende divulgar títulos e autores nacionais incrementando o prazer pela leitura. Trata-se de uma coleção que pretende promover 12 livros em doze meses.

O primeiro Livro RTP será A FILHA DO BARÃO, um romance histórico da autora revelação Célia Correia Loureiro.

Passado nas maravilhosas paisagens do Douro, num Portugal invadido pelos franceses, A FILHA DO BARÃO é uma história de amor em tempos de guerra. Um relato de gentes apaixonadas e de resistência perante qualquer obstáculo.
 

Isto é que me dói! junta José Raposo e Sara Barradas no Cine-Teatro de Estarreja

Uma comédia deliciosa que fala sobre a dor, mas que não dói nada. “Isto é que me dói!” estreou em dezembro de 2012 e chega no próximo sábado, dia 1 de fevereiro, às 21h30, ao palco do Cine-Teatro de Estarreja. Um espetáculo com história que reúne grandes figuras do teatro português.

 

 

Em 1977, Raúl Solnado protagonizava a peça “Check-up”, do dramaturgo brasileiro Paulo Pontes. Em jeito de homenagem este texto é transportado para o século XXI. “Isto é que me dói!” foi o título escolhido para o novo formato da comédia, recebendo ainda as mãos de Francisco Nicholson na encenação. Quase quarenta anos depois de “Check-up”, comédia que se destacou no panorama do teatro nacional, “Isto é que me dói!” entrega-se a outra geração, mas mantém a crítica socioeconómica original.

O universo dos hospitais públicos e as peripécias em torno de um internamento recebem a interpretação de José Raposo, Sara Barradas, Fátima Severino, António Vaz Mendes, Mário Jacques, Ricardo Raposo e Miguel Raposo. Com um elenco bem conhecido do grande público, “Isto é que me dói!” marcou a estreia em palco de Sara Barradas e levou José Raposo a contracenar pela primeira vez com os filhos Ricardo e Miguel Raposo.

Os bilhetes encontram-se à venda e podem ser adquiridos na Bilheteira do Cine-Teatro de Estarreja, site da Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés.

 

 

Espetáculo com babysitting
O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. Com lotação limitada a 8 crianças, o serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo.

SAB 01 FEV 21H30
Isto é que me dói!

Paulo Pontes texto
Francisco Nicholson
encenação
José Raposo, Sara Barradas, Mário Jacques, Fátima Severino, António Vaz Mendes,
Ricardo Raposo, Miguel Raposo
interpretação
Frederico Corado
assistência de encenação
António Casimiro e Miguel Sá Fernandes
cenografia
Felisbela Dias
direção de produção
Teresa Rouxinal assistência de produção
António Homem Cardoso fotografia
Fernando Feiteiro
design gráfico
Mestre Manuel Vitória montagem cenográfica
Estreia, Sucesso e Despedida produção
[TEATRO - COMÉDIA] 12€ Plateia | 10€ Balcão
[CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL]
10€ Plateia | 8€ Balcão

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__

NOITE PRÍNCIPE - 31 JANEIRO

 

A primeira Noite Príncipe de 2014 acontece no próximo dia 31 de Janeiro, última Sexta-feira do mês. Reunamos em festa para saudar um novo ano a augurar prósperas avenidas de acção e expressão para a editora Príncipe e os artistas que são a razão da sua existência e relevância, cada vez mais apoiada por tanta boa gente a vir às Noites Príncipe, a comprar os discos, vinil ou digital, ouvindo em casa e rodando nas suas festas locais, um pouco pelo globo fora.
A festa de Janeiro terá início pelas 00h00 e trará um alinhamento composto por Príncipe DJs num aquecimento suave, seguido de um novo Blacksea Não Maya DJ set, desta feita por DJ Kolt com DJ Perigoso. Depois será hora do regresso de DJ Maboku & DJ Lilocox ao palco do Musicbox, terminando a festa com um raro e especial live act dos Niagara, "música de dança gerada ao vivo com mãos a mexer em botões" Flur dixit.
CDM (DJ Lilocox & DJ Marfox) - https://soundcloud.com/deejay-lilocox
Príncipe no programa 'Spun Out' da rádio NTS - https://www.mixcloud.com/NTSRadio/spun-out-11th-january-2014/

NOITE PRÍNCIPE c/ Príncipe DJs + DJ Kolt & DJ Perigoso (B.N.M.) + DJ Maboku & DJ Lilocox + Niagara (live act)
Local: Musicbox
Datas: 31 de Janeiro
Horário: 00h00
Entrada: entre a 00h e as 03h - 5€ c/ 2 senhas de consumo
entre as 03h e as 06h - 8€ c/ 2 senhas de consumo

Mais informação em http://www.musicboxlisboa.com/post.php?id=1320&cat=2

A PROVA ORAL desta semana


SEGUNDA-FEIRA

Conversa com José Manuel Fernandes e Helena Matos, autores do livro «Este País Não é Para Jovens» 


TERÇA-FEIRA

A anunciar


QUARTA-FEIRA

Blind Zero serão os convidados - no dia em que a banda completa 20 anos de carreira


QUINTA-FEIRA

Conversa com Baptista-Bastos a propósito do seu novo livro «Tempo de Combate»


Prova Oral: de segunda a quinta-feira, a partir das 19h00, na Antena 3, com Fernando Alvim.

Entre 06 e 15 de fevereiro, Guimarães move-se ao ritmo da dança contemporânea

Festival traz à cidade 15 espetáculos, 5 em estreia, apresentados no Centro Cultural Vila Flor e na Plataforma das Artes e da Criatividade

 

 

 

Na sua 4ª edição, o GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea, que se realiza em Guimarães – volta a mostrar-se com natural destaque no mês de fevereiro, apresentando este ano um modelo aumentado relativamente às três anteriores edições, oferecendo dois blocos de programação distintos: ao final da tarde, artistas emergentes encontram na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade um palco privilegiado para mostrar o seu trabalho; à noite, os auditórios do Centro Cultural Vila Flor acolhem companhias e criadores consagrados que convivem num programa de duas semanas que celebra, acima de tudo, a dança contemporânea enquanto expressão artística capaz de despertar as mais inúmeras emoções.

 

Com esta aposta, o GUIdance apresenta um caráter programático ainda mais completo na deteção de novos talentos e na afirmação das novas ideias assentes na exploração do corpo e respetivo movimento. O festival cumpre assim um caminho de afirmação dentro deste universo, projetando Guimarães como um palco essencial para o entendimento das principais visões criativas desta particular linguagem. Num total de 15 espetáculos, serão apresentadas 5 estreias (2 absolutas e 3 nacionais) entre os dias 06 e 15 de fevereiro.

 

O primeiro espetáculo desta edição a pisar o palco será uma estreia absoluta. A 06 de fevereiro, às 19h30, “Matilda Carlota”, de Jonas Lopes, revela um mundo de contradições e ambiguidades, desde logo assumidas por uma personagem andrógina, artificial e psicologicamente grávida de desejo. Num desenhar paulatino de desadequada existência, a incoerência do real revela-se coerente no universo simbólico da representação: a “intimidade despojada”, o preto e branco, a experiência anómala da conexão com o mundo que a melancolia de “Sposa no mi conosci”, de Giacomelli, tocada ao piano pelo mordomo e cantada em contratenor por Matilda, faz assomar.

 

No mesmo dia de abertura do festival, “Fica no Singelo”, da companhia Clara Andermatt, será apresentado às 22h00. “Fica no Singelo” é um trabalho coreográfico que expõe rituais e celebrações, histórias e vozes de trabalho, que se vestem de terra e do suor de que são feitos os costumes. Clara Andermatt trabalha o património tradicional português e, com isso, recorre à riqueza do passado transmitida através do folclore e dos bailes populares. Uma vontade que lhe vem de projetos anteriores e que encontra em “Fica no Singelo” mais uma oportunidade para fertilizar os terrenos da pesquisa etnográfica. No final do espetáculo, os espetadores serão convidados a participar num baile no qual podem experimentar algumas das danças que inspiraram a peça.

 

O segundo dia de apresentações (07 fevereiro) inicia-se às 19h30 com dois espetáculos sucessivos. Primeiramente, Ludvig Daae apresenta “MM”. Este criador e performer relaciona-se consigo próprio. Negoceia. Realiza um dueto virtual com a sua imagem projetada. Uma poética possível a partir da tecnologia que confere primazia ao movimento, pois é no vídeo que ele se manifesta mais pertinente. Do diálogo da tridimensionalidade de Ludvig com a bidimensionalidade de Daae, nasce uma obra com uma linguagem inovadora e cada vez mais explorada na dança contemporânea: a interação entre dança e vídeo. Seguidamente, no mesmo espaço, uma coreografia de Flávio Rodrigues transporta-nos para um lugar em branco, em suspenso, sem referências temporais, inócuo. Este é o lugar proposto por “Nil-City”, uma reflexão provocada pela crescente saturação dos dias que correm, metáfora de fluxos constantes e interações de um sistema capitalista, moldado por estratégias políticas, de intertextualidades e redundâncias. Este “fim” preconizado não é uma explosão. É antes o seu contrário. Uma inversão de eixos que implode.

 

Ainda nessa sexta-feira, às 22h00, a Útero Associação Cultural leva a sua “Pele” até ao palco do Pequeno Auditório do CCVF. Dois corpos de pele, nus, uma pianista, uma atriz. A música, micro-sonoridades construídas como uma tapeçaria. Corpos invertidos que ganham verticalidade, nova poesia. “Pele” é um requiem, um local onde podemos voltar a sentir de uma forma radical, o que há muito fica esquecido, o que insistimos em perder. Um questionamento. Um lugar de abstração. Um apelo à descodificação através dos sentidos. Uma estética da receção. “Pele” é a água como elemento emocional, os corpos que renascem noutro lugar, a luz como lugar da contemplação, a música como elemento perturbador e definidor dos elementos em palco e os intérpretes e suas diferentes leituras. “Pele” é uma partitura única.

 

Já no fim de semana, a 08 de fevereiro (sábado), serão apresentados quatro espetáculos, dois às 19h30 e dois às 22h00. Ao final da tarde, Mara Andrade apresenta a sua “Oxitocina”, uma performance densa, convulsionada, que parece remeter-nos para a efemeridade do prazer, da mulher como instrumento, de corpo como depósito de sémen, que a cada dia sofre melancolicamente. A mesma Mara Andrade junta-se a Marco da Silva Ferreira para interpretar “Por minha culpa, minha tão grande culpa”, explorando o sentimento de felicidade que sentimos quando a tristeza e o infortúnio atinge os outros e questionando se este ato sádico desperta em nós o que se esconde no subconsciente. Mara Andrade e Marco da Silva Ferreira, em palco, raramente se olham ou se tocam, evidenciando a agressividade que a indiferença pode carregar.

 

A fechar a primeira metade desta edição do GUIdance, surgem às 22h00 duas estreias nacionais trazidas pela companhia CCN – Ballet de Lorraine. O primeiro é uma coreografia de Emanuel Gat, que coloca o ser humano em causa com “Transposition#2”. Segunda parte de um conceito coreográfico que coloca a natureza humana no processo de transposição, “Transposition#2” recorre à simplicidade de meios. O corpo de bailarinos preenche o palco. Há grandes movimentos em conjunto que fazem da coreografia uma massa dinâmica intensa, colorida, misturando o tecido da roupa com a pele de corpos parcialmente despidos. No espetáculo que se segue é a vez de Mathilde Monnier apresentar “Objets re-trouvés”, uma coreografia que indaga a relação de vinte e três intérpretes com as obras que dançaram. Um espetáculo que a própria prepara para homenagear este corpo de dança e que abre o espaço necessário para que este diga alto o que pensa em silêncio. O espaço para que os seus corpos possam traduzir as partes do real que albergam, revelando os seus mecanismos de perceção, a sua força e o seu poder criativo, revelando a identidade formada ao longo do tempo numa partilha com o espetador.

 

A segunda semana de espetáculos decorre de 13 a 15 de fevereiro e conta com mais 6 espetáculos, incluindo uma estreia absoluta e outra nacional. Na quinta-feira (dia 13), “Hale” apresenta-se em estreia absoluta pelas 19h30. Esta performance de grande plasticidade, cor, movimento reúne cinco bailarinos em palco e é da autoria de Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Ramírez, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher. À noite, chega a vez de Tiago Guedes apresentar “Hoje”, um exercício de reflexão do presente, do que somos e do que nos move, refletindo como nos devemos comportar perante a realidade que hoje é apenas um passado abandonado. No dia seguinte (dia 14), às 19h30, Teresa Silva e Filipe Pereira mostram “O que fica do que passa”, um jogo impressionista intimista e intenso. Mais tarde, às 22h00, é apresentada mais uma estreia nacional, “Grind”, uma criação de Jefta van Dinther, Minna Tiikkainen e David Kiers. “Abstand”, de Luís Marrafa, às 19h30, e “Paraíso - colecção privada”, de Marlene Monteiro Freitas, encerram o GUIdance 2014 no dia 15 de fevereiro.

 

Todos os espetáculos com início marcado para as 19h30 têm lugar na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade. À noite, às 22h00, é a vez do Pequeno e do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor acolherem as apresentações do festival.

 

À semelhança das edições anteriores, o GUIdance inclui atividades paralelas que possibilitam a bailarinos e alunos de dança de nível avançado uma dimensão mais participativa, através da frequência de masterclasses com inscrição gratuita em www.ccvf.pt até 04 de fevereiro (com Marco da Silva Ferreira, Clara Andermatt, Luís Marrafa e António Cabrita). Para todos os interessados serão ainda realizadas duas conferências com a dança como temática subjacente. A primeira conferência (dia 08), intitulada “Contágios e Negociações Transdisciplinares”, será moderada por Rui Horta e terá como convidados Maria José Fazenda, João Sousa Cardoso e Miguel Moreira. A segunda acontece no último dia do festival sob o mote O Corpo e a Arte na Era Digital” e contará com os convidados Paulo Cunha e Silva, José Bragança de Miranda e Tiago Guedes sendo moderados por Daniel Tércio.

 

O custo dos bilhetes para os espetáculos do GUIdance 2014 situa-se entre os 3,00 e os 10,00 euros, existindo a possibilidade de adquirir a assinatura do GUIdance por 50,00 euros para quem desejar assistir aos 15 espetáculos da edição deste ano.