Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Mural Sonoro - 2ª Sessão 2014

Mural Sonoro em parceria com O Museu da Música, realizam na próxima sexta-feira a 2ª sessão, com tema:
 
"MÚSICA POPULAR NO CONTEXTO DAS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO SONORA E MUSICAL"
– Entrada Livre
 
Dia 31 - Sexta-feira  [16 horas]
— Sessão "MIDI" 
 
Com os Engenheiros de Som, Produtores, Formadores e Músicos:
— Fernando Abrantes
— Tó Pinheiro da Silva

Moderação

— Soraia Simões

Local
— Museu da Música. Rua João de Freitas Branco, 1500-359, Lisboa. 
(Fica dentro da Estação do Metropolitano do Alto dos Moinhos). 
 
http://www.museudamusica.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=709&Itemid=106&lang=pt
------
A sessão andará em torno de aspectos como: o ''Midi'', o seu surgimento, o que significa, para que serve esta ferramenta em conjunto com um computador com software Midi, como evoluiu da era dos gravadores multipista analógicos até à era digital com sequênciadores
Audio/Midi, os problemas e as formas de funcionamento nas eras analógica e digital.
Os dois intervenientes farão demonstrações da implementação de algumas das ferramentas no âmbito da música popular que por eles foi produzida em Portugal nos últimos anos. Em discos e temas específicos.
Conto com a vossa presença. A quem vier: sejam pontuais.
 
----------------------------------------------------------------------------------

 

SORAIA SIMÕES  

 

Autora Mural Sonoro. Pós Graduada em Estudos de Música Popular no Departamento de Ciências Musicais da FCSH. Investigação: Músicas Populares/Manifestações Culturais locais em contextos migratórios e de diáspora.

 
 
SOBRE O PROJECTO
 
Mural Sonoro surgiu durante a frequência do curso de pós graduação em Estudos de Música Popular no Departamento de Ciências Musicais da FCSH, e tem por objectivo o estudo e divulgação das Práticas Musicais e Manifestações culturais locais em Portugal, associadas à migração e à diáspora.

Ao longo do projecto estabelecemos diálogos entre músicos, compositores, directores musicais, pedagogos e construtores de instrumentos, através de debates, conferências e recolhas musicais com o enfoque nos campos da composição, concepção musical, pedagogia, organaria/construção de instrumentos e interpretação.

Metodologicamente entrelaçamos o método etnográfico com a pesquisa documental, na produção bibliográfica e na constituição de um Arquivo de entrevistas para memória presente e futura, que possa servir a aprendizagem, estudos, abordagem, nova leitura de todos os interessados.

Passatempo Um Precipicio no Mar

 

O Blog Cultura de Borla em parceria com os ARTISTAS UNIDOS tem bilhetes duplos para UM PRECIPÍCIO NO MAR  no TEATRO DA POLITÉCNICA para o dia 30de Janeiro aos oferecer aos leitores que, a cada intervalo de 5 participações nos:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “UM PRECIPÍCIO NO MAR”  com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

e que:

 

UM PRECIPÍCIO NO MAR de Simon Stephens
Tradução Hélia Correia Com João Meireles Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo
Co-produção Artistas Unidos / Culturgest/ Festival de Almada

No Teatro da Politécnica de 23 de Janeiro a 21 de Fevereiro
5ª e 6ª às 19h00

* ATENÇÃO: Este espectáculo tem o preço único de 5 euros

Na Culturgest (Festival de Almada) a 16, 17 e 18 de Julho de 2010
No Festival de Teatro de Mem Martins a 19 de Julho de 2010
Na Guilherme Cossoul de 28 de Outubro a 7 de Novembro de 2010
Na Antena 2 (Teatro Sem Fios) a 2 de Novembro de 2010
No Teatro de Vila Real a 4 de Março de 2011
No Teatro Aveirense a 15 de Abril de 2011
No Teatro José Lúcio da Silva (Leiria) a 23 de Junho de 2011
No TAGV (Coimbra) a 16 de Fevereiro de 2012
No CCVF, Guimarães, a 15 de Junho de 2013
Na Festa de Teatro/Setúbal, a 27 de Agosto de 2013
Em Évora, A Bruxa Teatro a 15 de Novembro de 2013
Em Estremoz, Teatro Bernardim Ribeiro a 16 de Novembro de 2013
No Pinhal Novo, Auditório Municipal a 22 de Novembro de 2013
Em Abrantes, Grupo de Teatro Palha de Abrantes a 23 Novembro de 2013
Em Cascais, Teatro Municipal Mirita Casimiro, a 18 e 19 de Janeiro de 2014

As coisas correm bem a Alex. Ama a sua mulher, a sua filha, a sua cidade, o seu trabalho... mas por vezes a força da vida pode bater contra nós. E tudo pode ser-nos tirado.

Alex nunca dá voz às palavras cruéis que pronunciou naquele dia. Mas podemos imaginá-las. Simon Stephens leva-nos subtilmente, em tom de confidência, ao ponto em que nos basta apenas preencher as palavras não ditas.

Monólogo perfeito de trinta minutos, parece a história trivial de um jovem amor, da paternidade e da família, mas com a ratoeira de uma tragédia sem sentido. Pode ser Deus responsável pela beleza da vida e também pela crueldade inexplicável?

Esta peça sobre a família, o medo, o luto e a perda é como um falso mar calmo debaixo do qual se esconde uma corrente violenta de mágoa e tristeza.

“Arte em Toda a Parte” é o projeto de street art do Alegro Setúbal

 

 

PROJETO 03 - ART’IN’MOTION: BETONEIRAS TRANSFORMADAS EM ARTE PÚBLICA

 

 

 

Três designers nacionais intervencionaram as betoneiras da obra do futuro Centro Comercial Alegro Setúbal, naquele que é o Projeto 03 - ART’IN’MOTION do “Arte em Toda a Parte”. André Beato, Cátia Tomé e João Dantas encontraram nas máquinas da obra do Alegro Setúbal o suporte ideal para transmitir as vivências da cidade.

 

“You are about to be Hypnotized!!” (André Beato), “Watermelon” by According to Panda” (Cátia Tomé) e “Rabonaboca” (João Dantas) são os nomes que cada um dos designers atribuiu à sua intervenção. As máquinas estarão a partir de agora em circulação na obra do Centro Comercial Alegro Setúbal, num estaleiro que é já considerado uma galeria de arte em espaço público. De salientar que no final do ano passado, artistas consagrados e emergentes intervencionaram os tapumes da obra.

 

Esta é mais uma iniciativa integrada no projeto “Arte em Toda a Parte”, da responsabilidade da Immochan,  que conta com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal e visa consolidar a Arte e a Cultura como um eixo estratégico no posicionamento da marca Alegro, em perfeito alinhamento e sintonia com tudo aquilo que os Centros Comerciais Alegro vêm realizando.

 

O “Arte em Toda a Parte” assume-se como um projeto de natureza artística que ao longo de mais de um ano promoverá a realização de intervenções artísticas no município de Setúbal, bem como a conceção e exposição de obras de arte em espaços públicos, entre muitas outras iniciativas.

 

O projeto contará com a participação de artistas portugueses consagrados e artistas locais (região de Setúbal), tendo sempre uma componente de integração e participação da população setubalense. De salientar que as obras realizadas durante o projeto serão integradas na arquitetura do futuro Centro Comercial Alegro Setúbal.

 

Até agora o “Arte em Toda a Parte” apresentou 3 projetos: Projeto 01 – ART IN PROGRESS (intervenções nos tapumes da obra do Alegro Setúbal); Projeto 02 – ALEGRO HAPENNINGS (recolha de resíduos para criação de escultura. Bisnau é um golfinho de 5 metros que está agora no Parque Urbano de Albarquel em Setúbal); Projeto 03 – ART’IN’MOTION (intervenções nas betoneiras da obra do Centro Comercial Alegro Setúbal).

 

Sobre os artistas:

 

ANDRÉ BEATO - http://www.andrebeato.com/

Designer gráfico português sediado em Londres. O seu trabalho é conhecido pela tipografia que desenvolve em todo mundo. Tem trabalhado com grandes marcas mundiais, Louis Vuitton, Nike, Carhart. É um dos grandes talentos nacionais da sua geração.

 

JOÃO DANTAS - http://www.dantfolio.com/

Designer gráfico de longa experiência, trabalhou em grandes agências nacionais, entre elas 37design. Hoje em dia freelancer continua o seu percurso, especializado em Branding.

 

CÁTIA TOMÉ - http://accordingtopanda.blogspot.pt/

Designer gráfico na agência BBDO e membro da Society6 Artists Community desenvolve um trabalho gráfico de padrões sem igual. Cheio de minimalismo e cor. Tem ainda o conhecido blog According to Panda.

 

Sobre a IMMOCHAN e a marca Alegro

A Immochan promove, investe, comercializa e gere conjuntos comerciais de diversos formatos. Depois do Alegro Alfragide (2007) e do Alegro Castelo Branco (2008), a Immochan deu início à construção do terceiro centro comercial da marca, o Alegro Setúbal, com inauguração prevista para o próximo ano. Alegro é um novo conceito de espaços comerciais dotados de uma vida e atmosfera especiais. Este conceito traduz-se numa proposta universalista, porque se destina a todas as pessoas e a todos os elementos da família e porque responde a uma diversidade de possibilidades: Conviver, Passear, Divertir, Conhecer, Comprar. Alegro é um espaço de carácter simultaneamente comercial e social, quase um espaço público que permite uma rede infinita de fluxos, intercâmbios, relações, traduzida numa experiência gratificante. A marca destaca-se, assim, pela sua personalidade alegre, divertida, sociável, dinâmica e acolhedora, fazendo com que o consumidor se sinta como em sua casa.

You Can’t Win, Charlie Brown apresentam novo álbum em Guimarães

 

“Diffraction / Refraction” é o mais recente disco dos You Can’t Win, Charlie Brown. Depois do sucesso da apresentação em Lisboa, no CCB, é a vez de Guimarães conhecer, ao vivo, o novíssimo álbum dos You Can’t Win, Charlie Brown, atuação que terá como palco a Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade. O concerto é já este sábado (01 de fevereiro) e tem início marcado para as 22h00.

 

Os You Can’t Win, Charlie Brown (YCWCB) formaram-se em 2009, gravando neste mesmo ano o seu primeiro registo, um EP homónimo, ainda como quarteto formado por Luís Costa, Salvador Menezes, Afonso Cabral e David Santos. Espelhando a vontade de crescer na sua réplica ao vivo, os YCWCB contaram com a entrada Tomás Sousa e João Gil, algo que se refletiu não só no número de pessoas em palco mas também na sua sonoridade.

 

“Chromatic”, o primeiro longa-duração editado em 2011, seria a prova desta nova identidade. As sonoridades folk do registo anterior começavam a dar espaço, aos poucos, a outros caminhos, como a eletrónica. A boa receção do disco por parte do público e da crítica abriu as portas para pisar palcos um pouco por Portugal inteiro e não só, já que os YCWCB também contam com um par de passagens por Inglaterra e uma ida aos EUA para o festival South by Southwest, no Texas.

 

Em 2012, a convite do radialista Pedro Ramos, da rádio Radar, abraçaram o desafio de fazer uma versão do famoso “disco da banana” dos Velvet Underground com a Nico que apresentaram ao vivo apenas em duas ocasiões, no Lux Frágil em Lisboa (em outubro desse ano) e no festival Optimus Primavera Club em Guimarães (em novembro do mesmo ano).

 

Neste momento, os YCWCB estão prontos para mostrar o seu mais recente registo. “Diffraction / Refraction”, o seu segundo longa-duração, é um disco muito mais desafiador do que “Chromatic”. Se é verdade que neste novo disco encontramos uma boa parte do vocabulário já enunciado no trabalho anterior (harmonias vocais exemplarmente construídas, combinação entre elementos folk e eletrónicos, diversidade rítmica, construção de ambientes quase sinfónicos), verificamos que agora tudo isso foi levado a patamares ainda mais sofisticados. Inesperados mesmo. As estruturas são mais complexas, afastando-se da simplicidade construtiva típica da música pop, a paleta sónica é mais ampla e densa, as harmonias vocais expandem-se para novos territórios, a voz de Afonso Cabral (principal vocalista da banda) revela maior maturidade e capacidades expressivas, as soluções instrumentais são mais inventivas. Disco sumptuoso, construído laboriosamente, “Diffraction / Refraction” contou com a colaboração de Tiago de Sousa (sound engineering) durante as sessões de gravação, foi misturado por Luís “Walter Benjamin” Nunes e masterizado por Rafael Toral.

 

Os YCWCB são hoje uma banda em completo domínio da sua linguagem. Para isso contou a imensa rodagem de palco destes dois últimos anos. Agora, depois do primeiro single “Be My World”, um novo caminho se inicia para Afonso Cabral, Salvador Menezes, Tomás Sousa, David Santos, Luís Costa e João Gil. Se há algo que podemos esperar baseado no que fizeram até ao momento, é um concerto certamente tão único quanto as várias personalidades que compõem esta banda.

 

Mais tarde, nessa mesma noite, também o músico vimaranense Diogo Alves Pinto, mais reconhecido por Gobi Bear, atua às 24h00 no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor para desvendar o seu primeiro longa-duração.

 

Depois de 3 EP’s e da integração na compilação Novos Talentos FNAC 2012, no seu novo disco – “Inorganic Heartbeats & Bad Decisions” – Gobi Bear apresenta-se definitivamente num formato one-man band / multinstrumentista, sem perder a sua identidade, mas caminhando por trilhos mais maduros e também mais experimentais. Este longa-duração, que conta com a produção de Paulo Miranda (Old Jerusalem, The Legendary Tigerman, Long Way to Alaska), resulta dos primeiros dois anos de vida do Urso, inspirado em vivências que incluem vários concertos de norte a sul de Portugal e também um pouco por Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha e Suécia.

 

O custo dos bilhetes para o concerto dos YCWCB é de 7,50 euros ou 5,00 euros com desconto e de 3,00 euros no caso de Gobi Bear.