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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Abril ainda me encanta

...ainda me espanta.

...ainda é um mistério para mim.

Abril, o 25 de Abril é um dos "filmes" que eu não me canso nunca de ver. Há sempre uma história nova, uma forma de a dizer e de a sentir que me surpreende sempre.

 

E é assim que dou comigo a ver o "Alta Definição" e a escutar o Otelo Saraiva de Carvalho. O 25 de Abril, para mim que não o vivi é uma das histórias que mais gosto de ouvir, ainda e sempre.

"SÓ VISTO!" RECEBE MARIZA - Domingo, às 14h12, na RTP1

Domingo, às 14h12, na RTP1



É a cantora portuguesa mais internacional das últimas décadas. Dos maiores palcos e programas de televisão dos Estados Unidos ou Brasil, passando pela Europa ou pela Ásia, MARIZA é hoje em todo o mundo sinónimo de Portugal. De passagem pelo nosso país para o lançamento do seu álbum “Best of Mariza”, a fadista vai estar este domingo com SÍLVIA ALBERTO no SóVisto!

“MULHERES DE ABRIL”, a minissérie que marca a estreia de Mariana Monteiro na ficção da RTP, começa segunda-feira, dia 21, e será emitida ao longo de toda a semana, inserida nas comemorações dos 40 anos da revolução de 25 de Abril de 1974. No programa desta semana, vamos mostrar as gravações de várias cenas, que incluem alguns dos grandes atores que participam neste projeto como Ivo Canelas, Maria João Abreu, Anabela Teixeira, Rosa do Canto ou Carla Maciel entre muitos outros.

O The Voice Portugal continua a cativar os portugueses e a Repórter V está esta semana no SóVisto! LAURA FIGUEIREDO na primeira pessoa, para ouvir este domingo.

NILTON juntou-se a Francisco Menezes e Aldo Lima num palco de Lisboa e o resultado só podia ser um: gargalhadas! A reportagem do espetáculo de stand up deste trio a não perder…

"SÓ VISTO!" - Domingo, às 14h12, na RTP1.

Conversa sobre Arte Urbana

 

A arte urbana vista por diferentes áreas de investigação  Dimensões da Arte Urbana convida 4 investigadoras de diferentes áreas académicas a apresentar as suas dissertações de mestrado sobre arte urbana, numa conversa informal, dia 23 de Abril às 19h no DNA Lisboa.  Esta conversa entre Marta Simões, Sara Eugénio, Tamara Alves e Telma Machado pretende dar a conhecer diferentes perspectivas académicas sobre o universo da arte urbana. A apresentação das dissertações de mestrado nas áreas de História da Arte, Gestão Cultural, Design de Imagem e Práticas Artísticas Contemporâneas antecedem um debate aberto ao público, com moderação da artista Catarina Campino, Founding Mastermentor do The Radiotron.

25 DE ABRIL 40 ANOS: 6 DOCUMENTÁRIOS - De 22 a 27 de abril na RTP2


A RTP 2 vai programar entre 22 e 27 de Abril 6 documentários, três sobre figuras relevantes no combate à ditadura e três sobre “efeitos” do 25 de Abril:

 

Dia 22 de abril às 23h15

SER E AGIR



“Durante muitos anos o meu avô foi só o meu avô, mas para as outras pessoas o meu avô foi especial. Ao crescer percebi que o Côco, como nós, os netos, o chamavam, fazia coisas importantes aos olhos dos adultos.
Neste filme fujo dos típicos filmes em que os netos descobrem os avós, eu já descobri o meu há muitos anos. A minha intenção é partilhá-lo com os outros. Enquadrar o seu percurso num período histórico e contribuir para a reflexão sobre o 25 de Abril de 1974. Dar a conhecer, em conjunto com alguns entrevistados, o médico, o político e sobretudo o homem que foi João Pedro Miller Guerra.”

 


João Miller Guerra
Produção: Vende-se Filmes
Realização: João Miller Guerra

 

Dia 23 de abril às 23h15

O IMPÉRIO e os ROMÂNTICOS ARMADOS

 



“Ao todo contávamos com nove operacionais, nove soldados sem a recruta feita e dois oficiais generais para derrubar uma ditadura de quase meio século. Como então dizíamos, basta um fósforo para incendiar o mundo” Camilo Mortágua.

1961 marca o início do fim do império português. Do outro lado do Atlântico, um grupo de jovens corajosos comandados pelo capitão Henrique Galvão sonham em deitar abaixo uma ditadura repressiva. Esperam a chegada do Paquete de Santa Maria à Venezuela e tomam de assalto o navio, gerando uma onda de choque nacional e chamando a atenção mundial para o regime que se vive em Portugal. Pela primeira vez, Salazar olha à sua volta e não tem o apoio dos seus aliados tradicionais. Aqueles que o regime acusa de terroristas são considerados pelos Estados Unidos como combatentes pela liberdade. Pela primeira vez na História é desviado um navio para fins políticos. Camilo Mortágua estava lá.
No mesmo ano, um voo da TAP descola de Casabranca com destino a Lisboa e durante o voo é tomado de assalto por um grupo de portugueses que pretendem distribuir panfletos em Portugal e regressar a Marrocos. Pela primeira vez na História é desviado um avião para fins políticos. Camilo Mortágua estava lá.
1967, Figueira da Foz. Um grupo armado entra na agência do Banco de Portugal e faz um assalto de cerca de 1 milhão de dólares para financiar a luta armada contra o regime, naquela que ficaria para a história como a primeira ação da LUAR. Camilo Mortágua estava lá.
Três momentos simbólicos da luta armada contra a ditadura que se vivia em Portugal. O prolongamento da guerra colonial, as condições de pobreza da generalidade dos portugueses, a inexistência da tão esperada transição pacífica para a democracia e o descontentamento entre os estudantes e os operários ajudam a criar um clima crescente de oposição radical ao regime, enquadrado por uma conjuntura internacional propícia ao ambiente revolucionário. É neste contexto que 1970 marca o desencadeamento de várias ações armadas com a ARA e as Brigadas Revolucionárias a provocarem explosões em equipamentos e instalações militares de apoio à guerra colonial.
Terroristas ou combatentes pela liberdade? Camilo Mortágua é um entre muitos que sem meios mas com um grande espírito de entrega, levaram muitas vezes ao limite a luta pela democracia. Partiu de Portugal como emigrante económico aos 17 anos, voltou como revolucionário e exilado político quinze anos depois. Foi como correio da revolução venezuelana e da revolução cubana que compreendeu a necessidade de lutar pelo seu país.
Um documentário sobre aqueles que de uma forma ousada e radical ousaram afrontar a ditadura. Com testemunhos de Camilo Mortágua, Amândio Silva, Isabel do Carmo, Carlos Antunes, Raimundo Narciso, Fernando Rosas, Ana Sofia Ferreira, Miguel Cardina, José Duarte de Jesus, Joana Mortágua e Mariana Mortágua.
 
Produção: Panavideo
Realização: António José de Almeida
Portugal, 2014

 

Dia 24 de abril às 23h15

CAPITÃO DESCONHECIDO

 



Conhecemos os rostos e as histórias de Otelo Saraiva de Carvalho e Salgueiro Maia. Sabemos dos regressos de Mário Soares e Álvaro Cunhal. Vimos os cravos colocados nos canos das espingardas e o Largo do Carmo inundado de populares vitoriosos. Ouvimos e cantámos “E Depois do Adeus” e “Grândola Vila Morena”. Mas o 25 de Abril de 1974 começou muito antes dos seus sons e imagens mais icónicos. Começou nos confins da Guiné e nos matos de Angola e Moçambique, nas cabeças e nos corações de soldados e capitães, revoltados com as condições em que combatiam numa guerra que não podiam ganhar.
Nos 40 anos do golpe militar que abriu caminho à democracia, a RTP regressa aos antecedentes da revolução para recordar o Movimento dos Capitães. Para contar a história de homens como Diamantino Gertrudes da Silva, que, na noite de 24 para 25 de Abril de 1974, saiu de sua casa em Viseu sem saber se alguma vez regressaria. Homens que, muito antes da entrada em cena da política, da adesão popular ou do romantismo dos cravos, decidiram arriscar a vida para acabar com a Guerra e derrubar uma ditadura que, durante 48 anos, parecera intocável.
 
Produção: Companhia de Ideias
Realização: João Osório
Portugal, 2014

 

Dia 25 de abril às 23h15



As Primeiras Damas da Terceira República
O que têm em comum Manuela Ramalho Eanes, Maria Barroso, Maria José Ritta e Maria Cavaco Silva? São as quatro Primeiras Damas da Terceira República cujos maridos foram eleitos democraticamente, mas são também quatro mulheres ativas, mães, profissionais, solidárias, que marcaram a política e a sociedade portuguesas.
Ver o mundo pelos seus olhos, compreender o seu percurso pessoal e profissional, perceber o que mudou nas suas vidas, como encararam o seu papel, como orientaram a família, que recordações guardam das grandes personalidades que conheceram e das situações históricas de que foram testemunhas privilegiadas, é a proposta do documentário Primeiras entre Iguais.
 
Produção: Take and Sound
Realização: Paulo Rodrigues
Portugal, 2014
 


Dia 26 de abril às 21h50

ESTÉTICA, PROPAGANDA E UTOPIA NO PORTUGAL DO 25 DE ABRIL

 



O 25 de abril fará da propaganda uma desenfreada exaltação, da estética um laboratório e da utopia uma excitação.
Após o 25 de Abril de 1974, a Estética e Propaganda mais significativa está ligada aos suportes Políticos de produção rápida e na maioria das vezes de baixo orçamento como o caso dos murais políticos que preencheram as paredes de todo o Portugal. É principalmente através do uso do suporte cartaz que nos surgem alguns dos trabalhos mais relevantes desse período.
A tradição cartazista, que é transversal ao design português do século XX (foi pela mão do Fred Kradolfer que entraram em Portugal), vai encontrar no contexto do PREC e nos anos que se lhe seguem um momento de crescente Criação, sobretudo via cartaz político (onde se destacam Marcelino Vespeira, Rogério Ribeiro, João Albel Manta, Charters de Almeida, Augusto Cid, Mário Correia e Robin Fior), mas também através dos mecanismos culturais, públicos ou privados (em especial A ALTERNATIVA ZERO de Ernesto de Castro e de alguns projetos de edição própria onde se destacam as descolagens de Ana Hatherly. Com um uso mais intencional da tipografia ou da ilustração, abrem novas possibilidades, a exploração e experimentação de linguagens... um certo contexto de vanguarda português.
Por outro lado surgem os cartoonistas, Cid, Sam, João Abel Manta e Vilhena. Os projetos orientam-se num mesmo sentido: festivo, provocatório e utopicamente dialogante com todos os cidadãos.
Aparecem as ações performativas dos grupos Acre (Clara Menéres, Alfredo Ribeiro e Lima de Carvalho) e Puzzle (Albuquerque Mendes, Carlos Carreira, Dario Alves, Gerardo Burmester, Graça Morais, João Dixo, Jaime Silva e Pedro Rocha). Trazer a arte e o design para a rua não foi, contudo, iniciativa apenas de artistas e designers, foi, sobretudo, um processo que mobilizou autores anónimos, que encheram os muros e paredes com inscrições, pinturas murais e grafitis a utilizaram democraticamente os materiais impressos, sobretudo cartazes e panfletos, tornando as ruas num meio, vivo e dinâmico, por vezes caótico, de comunicação. Culminam num “diálogo entre as diferentes vanguardas” na Alternativa Zero – Tendências Polémicas da Arte Portuguesa Contemporânea concebida por Ernesto de Sousa.
Aparecem novos jornais, como a Luta, o Jornal, o Jornal Novo, O Diabo, A Rua, o Avante, o Povo Livre, etc, a par da Seara Nova, da revista Opção, do Expresso, Capital, DN, Diário Popular, O Retornado, Tal e Qual, surgem também as revistas humorísticas, Gaiola Aberta.
Depoimentos de Rui Afonso Santos, Helena Barbosa, Fernando Rosas, Augusto Cid, Charters de Almeida, Henrique Cayatte, Vítor Dias, José Araújo, Pedro Lapa, Rui Mário Gonçalves, Jorge Silva, Artur Portela.
 
Produção: Galeria Zé dos Bois
Realização: Paulo Seabra
Portugal, 2014 
 
 

 

Dia 27 de abril às 21h45
 


TERRA DA FRATERNIDADE



Um documentário de Lourenço de Almeida Barbosa de Carvalho
A 40 anos da Revolução dos Cravos, Portugal é novamente abalado por ventos de revolta. Alvo do descontentamento popular já não é o punho de ferro político e social de uma ditadura interna mas a austeridade económica imposta por governos estrangeiros, mercados financeiros e organizações supranacionais. Todavia, a palavra de ordem que inflama as praças continua a ser a mesma: o povo é quem mais ordena.
Um pai e uma filha, com percursos distintos mas unidos na mesma luta, guiar-nos-ão numa viagem através da revolução que foi e daquela que, porventura, virá a ser.
 
Produção: Coprodução Hora Mágica, Kino Produzioni, Rai Cinema e RTP
Realização: Lorenzo d’Amico de Carvalho
Portugal, 2014

THE RAMBLERS & MOBYDICK RECORDS APRESENTAM

 

 

 

 

«7 YEARS OF BAD LUCK» MINI-TOUR

 

 

 

 

 

 

Os The Ramblers arrancam já amanhã a mini-tour comemorativa dos 7 anos de banda 

 

e começam em grande com um evento recheado do melhor que se faz na música portuguesa,

 

 o Festival Jameson Beatzmarket

 

19 de Abril – Festival Jameson BeatzMarket (Porto)
 
3 de Maio - Sabotage Rock Club (Lisboa)

16 de Maio
 – Station Blues (Braga)

17 de Maio
 – Casa Amarela - Café Concerto (Guimarães)

27 Junho
 – BB Blues Fest (Moita; Setúbal)


 

 

 



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Capitão Fausto + Zanibar Aliens @ Stairway Club

 

Sábado , dia 19 de Abril os portugueses sobem ao palco do Stairway Club em Cascais, para mais um concerto da sua tour nacional, a acompanhar como banda suporte vão estar os The Zanibar Aliens. 

A festa continua com mais uma edição das melhores festas electro house da linha DARKROOM com a presença de Mikalogic.
Abertura de portas 22H.