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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

TOP GEAR REGRESSA AO DISCOVERY CHANNEL | Top Gear e Esse Carro Será Meu | Discovery Channel | 14 de maio a partir das 22 horas

 

 

Os motores já se fazem ouvir e a inconfundível voz de Jeremy Clarkson também! O Discovery Channel apresenta no mês de maio uma dupla estreia que fará as delícias de todos os amantes de automóveis. ‘Top Gear’ está de volta com a 21ª temporada a estrear dia 14 de Maio às 22 horas, seguindo-se de ‘Esse Carro Será Meu’ com estreia marcada para às 23 horas.

 

 

 

Motores, velocidade e carros é tudo o que vai preencher os serões das quintas-feiras do Discovery Channel. O género mais popular do canal está de volta com a estreia da 21ª temporada da série de culto, Top Gear. Aperte bem o sinto de segurança que os programas serão de alta cilindrada!

 

‘Top Gear’, o programa líder entre todos os amantes dos automóveis, está de volta ao Discovery Channel com a estreia da 21ª temporada. Jeremy Clarkson vai apresentar um showroom automobilístico de primeira classe e promete agradar todos quantos sintonizarem no canal. Na companhia dos seus convidados, Jeremy apresentará como já é hábito, vários modelos de carro com todos os detalhes.

 

Logo após ‘Top Gear’ estreia a segunda temporada de ‘Esse Carro Será Meu’. Depois do sucesso da primeira temporada a série que retrata o lucro da transformação automóvel, está de volta. De todo mundo até Dallas, viajam milhares de pessoas à procura dos melhores negócios com automóveis. Depois de restaurados estas relíquias podem valer autenticas fortunas! ‘Esse Carro Será Meu’ tem estreia marcada para o dia 14 de maio às 23 horas no Discovery Channel.

 

Maio é o mês dos grandes motores no Discovery Channel! As duas estreias vão deliciar os mais apaixonados por este setor!

 

Discovery Channel estreia no dia 14 de maio ‘Top Gear S21’ às 22 horas e ‘Esse Carro Será Meu S2’ às 23 horas.

 

 

Motel Pantanal apresentam ep de estreia

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Motel Pantanal são Alberto Ferraz, Jorge Domingues, Fernando Lucas e Pedro Matos.
Oriundos de Coimbra, trazem no sangue décibeis aos saltos, por vezes embebidos numa pop quase nostálgica.

 

TOUR | PRÓXIMAS DATAS
12 Maio - Coimbra, Queima das Fitas 
23 Maio - Porto,  17h00, Fnac NorteShopping 
23 Maio - Porto, 22h00, Fnac MarShopping 
31 Maio - Coimbra, 16h00, Feira Cultural 
10 Junho - Coimbra, 22h00, Salão Brazil 
18 Julho - Porto, 17h00, Fnac Santa Catarina 
18 Julho - Porto, 22h00, Fnac GaiaShopping

Câmara Municipal de Palmela | Colóquio reflete sobre importância do Enoturismo

Em Fernando Pó

Colóquio reflete sobre importância do Enoturismo

para o desenvolvimento da região

 

No âmbito da 20.ª Mostra de Vinhos em Fernando Pó, concelho de Palmela, a organização promoveu, no dia 9 de maio, o Colóquio “Importância do Enoturismo para o desenvolvimento da região”.

Dirigido, em especial, aos vitivinicultores e outros profissionais do setor, este momento de reflexão e debate, reuniu um painel de oradores com perspetivas e experiências diversas, no que respeita à valorização do património e da atividade vinícola, associando-os à construção de oferta turística específica para um nicho de mercado cada vez mais significativo. Participaram no Colóquio, o Vereador Luís Miguel Calha, responsável pelo Turismo da Câmara Municipal de Palmela, Mário Cravidão, do Instituto Politécnico de Setúbal, Fátima Silva, da Rota de Vinhos da Península de Setúbal, Manuela Sampaio, da ADREPES – Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal, José Arruda, da Associação dos Municípios Portugueses do Vinho e  Jorge Humberto, da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERTRL).

Na ocasião, o Vereador Luís Miguel Calha deu a conhecer a estratégia de desenvolvimento turístico que o Município tem vindo a concretizar, com o Enoturismo como prioridade. «Este produto turístico reinventa-se todos os dias e, por isso mesmo, estamos a desenvolver novos projetos e mais parcerias. Sublinho a participação na Associação das Rotas de Vinhos de Portugal e a recente criação da Associação Internacional de Enoturismo, como exemplos da aposta do Município em atrair cada vez mais turistas, dinamizar a economia do concelho e promover Palmela e os seus excelentes vinhos em todo o mundo», adiantou.

Mário Cravidão apresentou um estudo sobre o perfil do enoturista na região e sublinhou «as condições excelentes do território, para a sua evolução e o papel indispensável do trabalho em parceria», entre entidades públicas e privadas, para atrair turistas.

Jorge Humberto  abordou a importância do Plano Estratégico do Turismo para a região, referindo que o Enoturismo e o Turismo de Natureza são as principais prioridades da ERTRL para a centralidade Arrábida. «Estamos a trabalhar com os municípios de Palmela, Setúbal e Sesimbra para promover e valorizar este território excecional, e reforçar a sua atratividade turística» adiantou.

Fátima Silva deu a conhecer o diversificado leque de atividades programadas para 2015, ano que a Rota assinala os 15 anos de existência. «Este projeto continua a evoluir e conta com cada vez mais associados, empenhados na promoção do vinho e do enoturismo. A eleição para a direção da associação da Rota de Vinhos de Portugal representa, para nós, o reconhecimento do trabalho desenvolvido na região».

Manuela Sampaio apresentou a evolução do conceito de Enoturismo, com a introdução de novas atividades e reafirmou a disponibilidade da ADREPES para continuar a apoiar o desenvolvimento regional.

Por último, José Arruda sublinhou «a união dos municípios em torno da promoção do Enoturismo, na valorização dos seus territórios e dos vinhos portugueses». Aproveitou, ainda, para divulgar  a realização da Feira de Vinhos Europeus, a realizar em Oeiras, e o concurso internacional de vinhos La Selezione del Sindaco, que decorrerá, este ano, pela primeira vez, no nosso país.

 

 

 

CENDREV ACOLHE A ACTA - A COMPANHIA DE TEATRO DO ALGARVE| ESPECTÁCULO "NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA"| HOJE NO TEATRO GARCIA DE RESENDE| 21H30

NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve

3.ª Feira, 12 de Maio – TEATRO GARCIA DE RESENDE  Duração: 80m · M/14

 

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O Cendrev acolhe a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve no âmbito da programação do Circuito Ibérico de Artes Cénicas e da rede das companhias da descentralização. Este circuito consiste na organização de uma rede de circulação de espectáculos entre nove estruturas artísticas portuguesas e espanholas.

Este espectáculo integra ainda a rede das companhias da descentralização (A Escola da Noite, Teatro do Montemuro, Teatro das Beiras, A Companhia de Teatro de Braga, a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve e Cendrev)

 

 

Em meados dos anos 60 do século passado numa aldeia algures no Algarve litoral, quando aqui ainda eram pujantes a faina da pesca e a indústria da conserva de peixe, e os homens e mulheres viviam do mar e para o mar. Os turistas encetavam as primeiras incursões a um Algarve deles curioso mas ainda distraído...e tinha já começado a guerra colonial. A peça revela-nos encadeadas sequências de condenações diversas, umas evidentes, outras obscuras, narradas por uma personagem do tempo dos nossos avós. Fala-se de um outro tempo, portanto, também de uma outra memória. Mas a essência da natureza humana, imune ao tempo, habita-a com um hoje de ontem presente no hoje de hoje. O que a personagem diz é em muitas ocasiões risível, mas é colectivamente trágico; assim como é em muitas ocasiões trágico, mas colectivamente risível. É a vida!  
Texto: Luís Campião I Criação e Interpretação: Luís Vicente I Participação: Jeaninne Trévidic I Execução Cénica: Tó Quintas I Desenho de Luz: Octávio Oliveira I Operação de Luz: Nuno Silvestre I Apontamento Musical: Celina da Piedade I Fotografia: Rui Serra Ribeiro

 

Espectáculo integrado na Programação do Teatro Garcia de Resende, organização a cargo do Cendrev e conta com o apoio da Câmara Municipal de Évora.

 

 

Preço: 4 €

Funciona o Cartão PassaporTeatro Estudante – 3€

Funciona o Cartão PassaporTeatro Sénior

 

VI FESTIVAL ENCONTROS – Cores, Sons, Sabores e Saberes

 

Três dias de animação, cultura e convívio

 

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A Praça de Santa Cruz recebeu, durante três dias, de 8 a 10 de maio, o VI Festival Encontros, num ambiente de muita animação e convívio e ‘troca’ de ‘cores, sons, sabores e saberes’ entre pessoas naturais de diversos países. A gastronomia, a música, a dança, o diálogo fizeram parte de um vasto programa, promovido pela Câmara Municipal do Barreiro, associações de imigrantes do Concelho e Rumo e CLDS + Barreiro. 

 

“Acredito que este projeto vai continuar e crescer mais”, referiu Regina Janeiro, no terceiro dia do Festival, aos membros das associações de imigrantes. A Vereadora da CMB, responsável pela cultura, educação e intervenção social, referiu que este festival segue “um dos princípios da nossa gestão: fazermos todos juntos”. A Autarca considera que foi uma “decisão certa” aumentar os dias do festival, abri-lo à comunidade e alargar o programa.

A possibilidade de, através deste festival, poderem mostrar a cultura, os hábitos e costumes de cada povo, é uma mais-valia, salientada pelos responsáveis das associações de imigrantes, que foram unânimes na vontade de continuar este projeto. MBayade Hilário, da Associação dos Filhos e Amigos da Ilha das Galinhas – “GHAM-ATHÉ” afirmou, inclusive, que seria interessante mostrar o trabalho desenvolvido no Barreiro noutros locais do País.

Augusto de Sousa, da RUMO, salientou que “a diversidade é um valor, a partilha é o alimento”, considerando que “temos de fazer um caminho partilhado. Cada um de nós tem de celebrar a sua própria cultura e pô-la em contacto com os outros”.

“É muito importante para o Barreiro esta convivência solidária”, referiu.

Na Abertura Oficial do VI Festival Encontros, a 8 de maio, João Rodrigues, em representação das Associações de Imigrantes do Concelho do Barreiro, referiu que esta iniciativa marca o início de uma sã convivência e que será uma oportunidade de afirmar e promover a cultura e os costumes de outros países.

Por seu lado, o Presidente da CMB salientou que “é muito importante para o Barreiro esta convivência solidária”. Carlos Humberto de Carvalho referiu também a importância de “juntar culturas e de construirmos em conjunto. A partir do que cada um de nós é, construímos um Mundo cada vez mais global e solidário”.

“Era bom que não fossemos obrigados a sair do nosso País por razões económicas e politicas”, referiu, considerando que iniciativas como o Festival Encontros são também uma “chamada de atenção para estas questões”.

 

Ciclo de documentários

Após a abertura oficial, decorreu a visita ao recinto do Festival, nomeadamente ao espaço reservado às associações, onde a gastronomia do mundo podia ser apreciada pelos visitantes do Festival, e à Casa-Mãe, onde esteve patente a exposição de fotografias de imigrantes residentes no Barreiro, “O Mundo é de Todos”, captadas pelo Clube de Fotógrafos do Barreiro. De salientar que algumas destas fotos estão também em exposição na fachada dos Paços dos Concelho.

De seguida, na Sala Multiatividades do CLDS+ Barreiro, decorreu a exibição dos Documentários “A Minha Pátria” e “Sfântã ni-i casa”. Estes documentários inserem-se no Projeto Municipal Identidades – Encontro de Culturas, desenvolvido pela Câmara Municipal do Barreiro em conjunto com as associações de imigrantes do Concelho, e refletem a vida de uma família angolana e de uma moldava residentes no Barreiro. Pretende-se que este projeto tenha continuidade e que abranja outras famílias de outros países.

João e Helena, naturais de Angola, imigraram para Portugal ainda em crianças. É neste País que têm vivido, que trabalham, que casaram e onde estão a criar os filhos. Mas a cultura angolana - na gastronomia, na música, nos trajes… - está presente nas suas vidas e na sua casa. David e Sofia não conhecem a terra natal dos pais, mas aceitam, gostam e adaptam à sua maneira de estar e de ser o que lhes é transmitido da cultura angolana. O Documentário pode ser visualizado em http://youtu.be/SfkGJNvP3mY

Rodica e Viorel imigraram para Portugal. Somaram amor, dividiram responsabilidades. Nasceu a Madalena e decidiram ficar por cá, em Portugal, onde os sonhos de uma vida melhor, aos poucos, se tornam realidade. Mas não esquecem as origens. E as saudades. A casa de ambos reflete a cultura moldava, em cada objeto, em cada livro. E há um canto, que é Santo. Rodica e Viorel escolheram São Miguel para cumprir o papel de protetor e trazer sorte às suas vidas. E assim tem sido! O Documentário pode ser visualizado em http://youtu.be/kJCF8kvrZyQ.

Ainda no dia 8, teve lugar a Palestra “A Verdadeira História da Língua Portuguesa” (1214-2014), pelo professor mestre Roberto Moreno, que defende que o português deriva do galego. “O galego é um diamante bruto. Portugal lapidou o diamante ao longo de oito séculos”, referiu, entre outros aspetos, Roberto Moreno.

No Palco Encontros, atuaram, nessa noite, o Grupo Coral Alentejano “Os Amigos do Barreiro”, Lil´Wallace - LWC (Rap Brasileiro) e Henriquinho Júnior (Músico Guineense).

Urbanvibsz encerraram o programa de dia 8, no Palco Festival, ao qual assistiram centenas de pessoas.

 

A 9 maio, na Sala Multiatividades, o Debate “O papel das associações de imigrantes na sociedade de acolhimento” contou com a participação de vários intervenientes das associações de imigrantes. Na sessão de abertura, MBayade Hilário afirmou que “a diversidade só pode enriquecer. Mas temos de aceitar a diversidade porque, ao contrário, só geramos conflitos. O nosso desafio principal é aceitar a diversidade”.

O Presidente da CMB, lembrou que, “quando cada um de nós está fora do seu meio tradicional tem problemas específicos e concretos. E é essa reflexão que teremos oportunidade de fazer. Qual o papel das associações do ponto de vista concreto e prático, não apenas do ponto de vista da cultura e dos saberes”.

Reunidos em grupos, os participantes apresentaram várias sugestões para facilitar a integração dos imigrantes, ao nível do trabalho, da habitação, do ensino, da saúde, entre outras áreas.

O Teatro Infantil “Viajando com Violeta – Destino China” e o Workshop com DC – Dance Coolture (Dança Júnior) animaram os mais novos, durante a tarde.

 No Palco Encontros, a animação esteve a cargo do Grupo Muzenza | Associação Pernada Carioca (demonstração de capoeira), Rancho Folclórico do Lavradio, Rancho Folclórico do Barreiro, Grupo Coral Alentejano UTIB, Miorita – Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos, Sevilhanas (Poente Del Rio | Professora Isabel Soares), Grupo de Dança Angolana "Os Pacificadores" do Centro Social "Bom Samaritano", Jon Luz (Músico Cabo-Verdiano) e Batuque Finka Fé (Grupo de Batucadeiras do Moinho da Juventude). Os HMB animaram o final da noite no Palco Festival.

No último dia do Festival Encontros, a 10 maio, a manhã foi dedicada aos mais novos com Dança Criativa / Contemporânea Infantil “O Beijo da Palavrinha”.

No Palco Encontros, à tarde, atuaram o Grupo Coral Alentejano Unidos do Lavradio, Dragostea (Música Moldava) e African Shine (Dança Decale e Afro House).

No Palco Festival, o público assistiu ao espetáculo de Roda de Choro de Lisboa.

A organização do VI Festival Encontros esteve a cargo de CMB; RUMO - Cooperativa de Solidariedade Social CRL; CLDS + Barreiro; Associação Africana do Barreiro; Associação Angolana do Barreiro; Associação de Filhos e Amigos de Bachil; Associação dos Filhos e Amigos da Ilha das Galinhas – “GHAM-ATHÉ”; Miorita – Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos, e insere-se no Projeto Municipal Identidades – Encontro de Culturas.

 

CMB

Fluviário de Mora com nova bióloga

Luísa Sousa, 40 anos, é a nova bióloga coordenadora do Fluviário de Mora.

 

Licenciada em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve, o novo quadro possui um Mestrado em Matemática Aplicada às Ciências Biológicas e é estudante de Doutoramento em Biologia na Universidade de Évora (2015-2018)

 

Antes de ingressar no Fluviário de Mora, Luísa Sousa desenvolveu trabalho de investigação durante sete anos na Universidade de Évora nos domínios da biologia e ecologia de peixes (espécies diádromas e dulciaquícolas) aquáticas, gestão e conservação de populações ictíicas e  estudos de monitorização da qualidade ecológica em  ecossistemas lóticos e lênticos.

 

A generalidade dos trabalhos desenvolvidos permitiu o contacto com variadas técnicas de amostragem da fauna piscícola. Participou em vários projectos científicos e aplicados. Publicou 1 artigo em revistas internacional, 2 em revista nacionais, 2 capítulos de livros, 2 artigos em actas de congressos, diversos relatórios técnico-científicos e material de divulgação. Participa em diversos trabalhos na componente de análise estatística. Realizou trabalhos de consultoria na área de gestão de projectos.

 

Ao fim de oito anos, por onde passaram mais de 700 mil visitantes, crianças, famílias, escolas e outros grupos, o Fluviário de Mora continua a inovar e a  renovar-se, a afirmar-se como a maior e mais reconhecida instituição em Portugal, e também na Europa, de divulgação do maravilhoso mundo dos Rios e Lagos. Com mais de 600 exemplares de 70 espécies, continua hoje a valer a pena visitar e revisitar o Fluviário de Mora.