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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Hamlet – últimas apresentações em Almada

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Já mais de cinco mil espectadores assistiram à co-produção entre o Teatro da Cornucópia e a Companhia de Teatro de Almada, com um total de 17 sessões esgotadas. A mais recente encenação de Luis Miguel Cintra entra agora na última semana de carreira no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Luis Miguel Cintra será homenageado no domingo, dia 15, às 21h30, no Teatro Nacional D. Maria II, no âmbito do Estoril-Lisboa Film Festival.

 

FICHA ARTÍSTICA

Intérpretes Alberto Quaresma, Bernardo Souto, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Guilherme Gomes, Isac Graça, João Reixa, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luís Madureira, Luis Miguel Cintra, Marques D’Arede, Nídia Roque, Rita Cabaço, Sílvio Vieira, Teresa Gafeira e Tiago Matias

Assistência de encenação Rodrigo Francisco, Sofia Marques Cenografia e figurinos Cristina Reis Luz Cristina Reis, Guilherme Frazão, Luis Miguel Cintra, Rui Seabra Voz e elocução Luís Madureira

TMJB | SALA PRINCIPAL | M/12 Até 15 NOV | QUA e QUI às 20H00 | SEX e SÁB às 21h00 | DOM às 16h00 PREÇO: 6€ a 13€  | Jantar + espectáculo 14€ RESERVAS: +351 212 739 360 COMPRAR: http://cta.bilheteiraonline.pt/

Baixa do Porto está mais colorida

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A conhecida Rua de Santa Catarina, localizada na baixa da cidade do Porto, está mais colorida e quem por ali passa não fica indiferente à nova fachada que o ViaCatarina Shopping, empreendimento comercial emblemático inserido nesta zona da cidade, tem neste momento exposta a “céu aberto”.

 

No total, são cerca de 7000 funis de várias cores que constituem a instalação de arte que se encontra na fachada do Centro, cuja criatividade é da responsabilidade de Alberto Vieira (ceramista e escultor) e José Pedro Santos (arquiteto e designer), vencedores da 2ª edição do Concurso VIArtes.

 

Sob o mote “Faz a tua Arte Pública”, os artistas aceitaram o desafio lançado pelo Centro, em abril deste ano, e desenvolveram esta instalação artística de elevado impacto visual e design muito inovador. Os cerca de 7000 funis coloridos utilizados na sua conceção representam 66 azulejos, montados em prumos verticais que permitem obter inúmeras configurações geométricas, através do seu jogo de cores, e cujo projeto dá por nome “AZULagir”. O recurso à imagem do azulejo faz alusão a uma tradição secular portuguesa (e também da cidade do Porto) que, nesta instalação de arte, é reinventada através do uso de um objeto tridimensional (o funil, e que também pode estar, em certa medida, associada ao vinho do Porto).

 

Alberto Vieira e José Pedro Santos salientam que, através desta ideia criativa e que lhe valeu o prémio de vencedores do Concurso VIARtes 2015, pretendiam “cativar o maior número de pessoas e assim obter um projeto coletivo construído a várias mãos, cujo resultado final reflita a presença das pessoas, adquirindo uma dimensão mais humana. Essa humanidade sai reforçada pelo produto final, que pretende evocar o ambiente das festas tradicionais (como o S. João), caracterizado pela alegria, cor e movimento próprios dos encontros sociais onde todos podem e gostam de participar.”

 

Este projeto cultural teve um grande envolvimento da comunidade local: os visitantes do Centro e os transeuntes desta Rua puderam dar o seu contributo artístico na construção desta instalação, através de um quiosque digital que esteve presente no Centro, em setembro e, também, através do website www.viacatarina.pt/viartes2015.

 

Motivos não faltam para visitar a Rua de Santa Catarina e apreciar o que cerca de 7000 funis conseguem fazer, pela mão de dois artistas portugueses, na fachada de um espaço comercial. Uma instalação de arte inovadora, que pode ser vista até setembro de 2016, à luz do dia ou ao cair da noite, mantendo sempre todo o seu encanto e jogo de cores.

Passatempo Hugo Rosa é...muito mais do que o gajo dos cartazes

O Blog Cultura de Borla em parceria com HUGO ROSA tem para oferecer bilhetes duplos para o espectáculo de Stand-Up comedy  Hugo Rosa é...muito mais do que o gajo dos cartazes aos leitores que de 5 em 5 participações

:

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver HUGO ROSA é...muito mais que o gajo dos cartazesCARNE VIVA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone:

 

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“MUITO MAIS”

Espetáculo de Stand Up Comedy de Hugo Rosa

 

Hugo Rosa é “MUITO MAIS” do que o “gajo dos cartazes”. No dia em que celebra 6 anos de carreira,

apresenta um espetáculo de Stand Up Comedy que cobre temas tão variados como a sua passagem pelo

Got Talent Portugal, os direitos dos homens e o seu gato. Está em cena no Teatro Villaret, em Lisboa,

no dia 13 de Novembro de 2015.

 

Depois do sucesso da participação no Got Talent Portugal, onde o seu vídeo se tornou viral ao ser visto por

mais de um milhão de pessoas em Portugal, (e outro milhão na Polónia), o Hugo Rosa vai agora dissertar de

uma forma humorística sobre o acontecimento televisivo que marcou o inicio do ano e, pelo meio, proferir ainda

barbaridades muito pessoais como “ofereci um gato à minha namorada, porque já não tenho muitas coisas para

lhe oferecer que não sejam um anel de noivado”.

 

É uma oportunidade única de ver ao vivo, a revelação da comédia portuguesa de 2015, num espetáculo inédito

que inclui também um “best of” do seu trabalho. O Hugo Rosa é um comediante imperdível, aclamado pela

crítica:

- Robin Williams: “Um dos melhores comediantes vivos em Portugal. 5 estrelas!”

- Ex-Namorada do Hugo: “É um estupor, filha da mãe!”.

- Gato do Hugo: “Miau”

 

Venha conhecer o “gajo dos cartazes”… quer dizer… muito mais que o “gajo dos cartazes”, dia 13 de Novembro às 23h55 – com o apoio Mega Hits – no Teatro Villaret.

 

Santa Casa ConVida :: Visitas guiadas ao património da Santa Casa de Lisboa

Visitas guiadas a vários espaços da instituição

 

Santa Casa ConVida

 

 

  • Início da Visita às 11h no Largo Trindade Coelho
  • Aos sábados, visitas quinzenais, a partir de 3 de outubro

 

a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa convida novamente o público a conhecer espaços que normalmente não podem ser visitados. A instituição abre portas a locais como o Gabinete do Provedor, a Sala de Sessões, o Arquivo Histórico, entre outros, num roteiro que começa no Largo Trindade Coelho e termina no Convento de São Pedro de Alcântara.

 

Depois de uma interrupção no período do verão, a iniciativa realiza-se quinzenalmente aos sábados, conjugando espaços de trabalho na Sede da Misericórdia e locais que podem ser visitados habitualmente. Destaca-se a Igreja e o Museu de São Roque, a Biblioteca ou o Arquivo Histórico, onde está a documentação histórica da Santa Casa ou o Convento de São Pedro de Alcântara, onde pode ser vista a Igreja e a Capela dos Lencastres.

 

Estas visitas dão a conhecer espaços que acompanharam os 517 anos de existência da Misericórdia de Lisboa, e, outros mais recentes, mas não menos importantes historicamente, como a Sala de Extrações da Lotaria.

 

A História da Santa Casa é escrita nos locais onde diariamente se cumpre a sua missão. Uma visita guiada a alguns dos espaços habitualmente inacessíveis ao público vai levá-lo por um roteiro desenhado para lhe dar a conhecer por dentro uma instituição com 517 anos de vida.

 

As vistas guiadas para o público em geral são gratuitas e requerem marcação prévia através dos números 213 235 325/ 273 ou endereço de e-mail: relacoes.publicas@scml.pt. Mediante contacto prévio há ainda a hipótese de visitas para grupos organizados.

 

O percurso começa no Largo Trindade Coelho, passando pelo Arquivo Histórico, Biblioteca, Igreja e Museu de São Roque, edifício central e termina no Convento de São Pedro de Alcântara.

O mandarim em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite

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O mandarim, de Eça de Queiroz, com encenação de Teresa Gafeira, estará em cena na sala experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, entre 11 e 22 de Novembro. O espectáculo é uma produção da Companhia de Teatro de Almada. No dia 14, às 18h00, haverá uma conversa com o público no foyer do TMJB.

O mandarim estreou em Novembro de 2014 e esgotou as 15 sessões que ao longo desse mês se realizaram. Ficámos a conhecer a história de Teodoro, o amanuense do Ministério do Reino que vê na morte de um mandarim decrépito a oportunidade de satisfazer as ambições burguesas que tanto alimentava. O Diabo tenta-o: para matar Ti Chin-Fu basta tocar a campainha, “como quem chama um criado” e sem que uma gota de sangue suje vergonhosamente os punhos da sua camisa. Teodoro cede. Mas o que se prepara para viver está longe da existência despreocupada e opulenta com que sonha.

Esta obra, que rompe com o naturalismo dominante da época, apela sem restrições à imaginação, mantendo ao mesmo tempo a veia realista, tipicamente queirosiana – por meio da crítica social que é inerente a este autor e ao seu legado. N’O mandarim mantém-se: a crítica incessante a um sistema político decadente, ao nepotismo, ao compadrio, aos preconceitos que guiam a sociedade, à burocracia; faz-se o retrato da burguesia frívola de Lisboa; e lança-se um olhar saudosista sobre a terra natal e os hábitos familiares. Nas palavras de Eça:“justamente porque esta obra pertence ao sonho e não à realidade, porque ela é inventada e não fruto da observação, ela caracteriza fielmente, ao que me parece, a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português”.

Eça de Queiroz (1845-1900) é um dos maiores romancistas da nossa literatura. Para além de escritor, foi jornalista e diplomata, tendo sido cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Na sua obra distinguem-se três fases: a primeira, de influência romântica (até 1870, com O mistério da estrada de Sintra), a segunda, de afirmação do Realismo (1871-1880), e a terceira, aberta ao experimentalismo e à conciliação de influências diversas (nomeadamente com A cidade e as serras, publicada postumamente em 1901). O mandarim (1880) integra actualmente o Plano Nacional de Leitura como obra recomendada para o 9º ano de escolaridade.

 

FICHA ARTÍSTICA

Intérpretes: André Alves, Celestino Silva, Joana Franco Campos, João Farraia, Maria Frade e Pedro Walter

 

 

Dramaturgia Pedro Proença e Teresa Gafeira

 

Cenário e figurinos Ana Paula Rocha

 

Luz José Carlos Nascimento

 

Som Miguel Laureano

 

Voz e elocução Luís Madureira

 

Projecções Pedro Proença

 

TMJB | SALA EXPERIMENTAL | M/12 11 a 22 NOV | TER a QUI às 15h00 | SEX às 15h00 e às 21h30 | SÁB às 16h00 e às 21h30 | DOM às 16h00 PREÇO: 5€ a 10€ RESERVAS: +351 212 739 360 COMPRAR: http://cta.bilheteiraonline.pt/

Pedro Zegre Penim estreia O NOME DA ROSA com Rosa Mota no Teatro Municipal do Porto - Rivoli

Pedro Zegre Penim e Rosa Mota 
em estreia no Rivoli 


  

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Pedro Zegre Penim apresenta esta sexta-feira e sábado no Rivoli (Porto) a sua nova criação “O Nome da Rosa”, uma homenagem à multi-medalhada maratonista nacional Rosa Mota, no âmbito do programa “Ícones do Desporto”.
O programa convida Rosa Mota e Fernando Gomes, e dois destacados encenadores da atualidade, Pedro Penim e Miguel Loureiro, para darem corpo a um desafio muito particular: criar um espetáculo desportivo-teatral.
 
Sem recorrer a um modelo de biografia narrativa e linear, “O Nome da Rosa” olha para o passado de Rosa Mota. Penim investiga um momento-chave da carreira da atleta e marco do desporto mundial, a Maratona Feminina de Atenas de 1982, a partir dos diferentes significados da palavra META nos contextos desportivo e de criação artística.
 
Nas palavras do criador: “A Rosa Mota é uma figura que acompanha toda a minha infância e adolescência. Lembro-me de ver, pela televisão, as suas participações medalhadas nas Maratonas Olímpicas e de sentir, através das reações eufóricas dos adultos, o entusiasmo patriótico “pela Rosa”. Acredito que o patriotismo no pós 25 de Abril começa a reconstruir-se e a regenerar-se à volta de figuras com projeção internacional como a Rosa ou o Fernando Gomes.”
 
“O Nome da Rosa” tem texto de Pedro Zegre Penim e Hugo van der Ding, que integram também o elenco de intérpretes, acompanhados por Rosa Mota, Mariana Magalhães, Joana Magalhães, Mafalda Banquart, Xana Novais e Luísa Osório. A luz é assinada por Rui Monteiro e o vídeo por Jorge Quintela. O espetáculo é uma co-produção Teatro Praga / Teatro Municipal do Porto - Rivoli.
 
“Ícones do Desporto” está em cena na sexta-feira, 13, e sábado, 14 de novembro, às 21h30, no Teatro Municipal do Porto - Rivoli. A noite divide-se em duas partes, “O Nome da Rosa”, com Rosa Mota e Pedro Zegre Penim, e “Bibota Douro”, com Fernando Gomes e Miguel Loureiro.

  
Fotografia © José Caldeira/TMP download
 

TEATRO
SEX 13 & SÁB 14 NOV / 21H30

ÍCONES DO DESPORTO
O Nome da Rosa de Rosa Mota com Pedro Penim +
Bibota Douro de Fernando Gomes com Miguel Loureiro

Grande Auditório Manoel de Oliveira TM Rivoli
7,50€ • M/12
 

"Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo" de Ricardo Neves-Neves no recuperado Cineteatro Municipal D. João V (Damaia) | 14 e 15 de Novembro

Novembro 2015

"Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo" de Ricardo Neves-Neves no recuperado Cineteatro Municipal D. João V (Damaia) | 14 e 15 de Novembro
 

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Texto e Encenação RICARDO NEVES-NEVES Elenco ANA VALENTIM, CUSTÓDIA GALLEGO, PATRÍCIA ANDRADE, RAFAEL GOMES e VÍTOR OLIVEIRA Vídeos JOÃO OOM Adereços RAQUEL ALBINO e RICARDO TRINDADE Luz EL DUPLO Montagem e Operação Técnica FILIPE OTERO PUREZA Apoio ao Movimento BERNADETE SANT'ANNA Fotografia RAQUEL ALBINO Vídeos promocionais EDUARDO BREDA Comunicação MAFALDA SIMÕES M/12

Um espectáculo do TEATRO DO ELÉCTRICO

NO CINETEATRO MUNICIPAL D. JOÃO V
Rua da Igreja, Damaia, Amadora
14 de Novembro (sábado) às 21H30

15 de Novembro (domingo) às 16H00

Horário da bilheteira:
5ª e 6ª | 11H às 18H

Sáb. | 11H às 21H30
Dom. 11H às 16H

Informações: 214 975 187

Duração aproximada: 
60 minutos


"Surpreendente, enigmático, divertido, ligeiro, profundo, analítico, rigoroso, disfarçado de ingénuo, escudando-se na lengalenga infantil, no imaginário pop (ou mesmo sub-pop, como se diz dos sub-20s), o Ricardo Neves-Neves tem vindo a construir, como autor e como encenador, os espectáculos mais soltos, mais livres, mais desamparados que tenho visto por cá. Eu cá por mim, adoro." 

Jorge Silva Melo 

Workshops para alegrar um Natal tradicional | Novembro e Dezembro no Museu do Oriente

Novembro e Dezembro no Museu do Oriente

 

Workshops para alegrar um Natal tradicional

 

Já a pensar na quadra que se aproxima e para a tornar ainda mais colorida e especial, o Museu do Oriente organiza vários workshops dedicados ao Natal. O desafio é aplicar as técnicas da cartonagem e as práticas tradicionais japonesas do kumihimo, kanzashi, kusudama e origami, para executar enfeites, embrulhos e presentes de Natal.

 

Em duas sessões, a oficina “Natal Nippon!”, que se realiza a 19 de Novembro e 3 de Dezembro, explora a técnica de entrançar fios - ou kumihimo - para executar um porta-chaves, e o kanzashi, a construção de flores em papel, para fazer um delicado postal de Natal 3D.

 

No workshop de cartonagem criativa, a 5 de Dezembro, o objetivo é criar peças personalizadas através de técnicas versáteis e de fácil execução. Ideais para presente de Natal ou para preparar a chegada de 2016, os participantes vão construir um calendário de secretária e um copo para canetas.

 

A 16 de Dezembro, “Kusudama para a festa de Natal” vai basear-se nos modelos de Tomoko Fuse (n. 1951) para construir ornamentos e decorações para a quadra natalícia, mais concretamente, globos de 12 unidades, segundo esta técnica de origami modular.

 

É também a dobragem de papel que dá o mote para a oficina “Origami para o Natal”, no dia 19 de Dezembro. Entre modelos tradicionais e modernos, uns simples, outros mais elaborados, vão-se dobrar caixas para embrulhos e enfeites tradicionais como estrelas, explorando as possibilidades de papéis festivos com motivos e papéis japoneses coloridos.

 

Workshop “Natal Nippon!”

19 de Novembro e 3 de Dezembro

Horário: 10.15-12.15

Preço: € 40 ou € 20/ sessão

Participantes: Mín. 10, Máx. 15

Público-alvo: Maiores de 16 anos

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Workshop de Cartonagem Criativa

5 de Dezembro

Horário: 10.00-13.00

Preço: € 30,00

Participantes: Mín. 6; Máx. 15

 

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Workshop “Kusudama para a festa de Natal”

16 de Dezembro

Horário: 15.00 às 17.00

Preço: € 20

Público-alvo: Adultos

Participantes: Mín. 7; Máx. 12

 

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Workshop “Origami para o Natal”

19 de Dezembro

Horário: 10.30 às 12.30

Preço: € 20,00

Participantes: Mín. 7; Máx. 12

Público-alvo: Maiores de 16 anos

 

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Museu do Oriente, Avenida Brasília | Doca de Alcântara (Norte) | 1350-362 Lisboa

Tel.: 213 585 200 | E-mail: info@foriente.pt

www.museudooriente.pt

Museu de Lamego destaca gravura da “Adoração dos Pastores” em novembro

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O Museu de Lamego destaca em novembro, no âmbito da sua rubrica "Um Ano. Um Tema", uma gravura desenhada e gravada por Gaspar Fróis Machado - "Adoração dos Pastores" -, a partir de uma pintura com o mesmo nome executada em 1720 pelo conceituado pintor italiano Sebastiano Conca, atualmente na coleção do J. Paul Getty Museum, em Los Angeles (EUA).

Como temos vindo a fazer ao longo de todo ano, solicitamos mais uma vez a melhor divulgação deste projeto em 2015 dedicado à gravura, no ano em que se celebram os 500 anos da viagem do rinoceronte e da execução da gravura que o imortalizou por Albrecht Dürer.