Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Um grande cartaz espera a 24ª edição do Guimarães Jazz (05 a 14 novembro)

 

image003 (2).jpg

 

Já se encontra tudo a postos para receber a 24ª edição do Guimarães Jazz! Este ano, o tão aguardado festival que coloca Guimarães debaixo dos holofotes do universo jazzístico irá realizar-se entre os dias 05 e 14 de novembro. Como obriga a tradição do evento, o Guimarães Jazz 2015 acolhe um extraordinário elenco de músicos: Oregon, Brian Blade and The Fellowship Band, Cholet Känzig Papaux Trio, Jason Moran, The Taylor Ho Bynum Quinteto, Joshua Redman, Aaron Parks, Matt Penman, Eric Harland, Archie Shepp, Maria Schneider Orchestra, entre muitos outros.

 

O concerto inaugural da edição de 2015 do Guimarães Jazz acontece já esta quinta-feira, 05 de novembro, às 22h00, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, e terá como protagonista a banda Oregon, que regressa ao festival após uma primeira presença no nosso palco no já longínquo ano de 1996. Os Oregon apresentam-se no Guimarães Jazz com uma formação que inclui dois dos seus fundadores – Ralph Towner e Paul McCandless –, acompanhados pelo baterista Mark Walker e pelo contrabaixista Paolino Dalla Porta. Este concerto terá uma incidência especial sobre o seu último álbum Family Tree, de 2012, no qual os Oregon retomam a sonoridade mais étnica e celebratória dos seus primeiros anos, mas constituirá também uma oportunidade para ver uma das bandas jazz no ativo com maior longevidade.

 

Na sexta-feira, o palco do Guimarães Jazz acolhe Brian Blade and The Fellowship Band. Brian Blade é atualmente um dos mais requisitados bateristas do mundo e um dos nomes mais afirmativos dos últimos vinte anos desta música. A Fellowship Band é o projeto em que Blade desenvolve o seu trabalho como compositor, explorando um jazz aventureiro mas consciente da sua tradição histórica, que invoca reminiscências do blues, do gospel e do folclore da América profunda. No concerto do Guimarães Jazz, Blade far-se-á acompanhar de músicos com quem cofundou a Fellowship Band e que o têm acompanhado ao longo do tempo, com a exceção dos guitarristas. A ausência da guitarra faz prever um concerto mais afirmativamente jazzístico e devotado à criação de narrativas da história americana e do seu extraordinário legado musical, compromisso que a Fellowship sempre honrou.

 

No sábado, há dose dupla de concertos. O primeiro, às 18h00, no Pequeno Auditório do CCVF, apresenta o Cholet Känzig Papaux Trio. Pianista de formação clássica, Jean-Christophe Cholet é atualmente um dos nomes importantes do jazz e da música improvisada francesa. O Cholet Känzig Papaux Trio foi criado em 2002, na sequência de uma residência artística de Cholet no Teatro de Auxerre. A ideia de criar um trio em torno das suas composições levou-o a convidar os reputados instrumentistas Heiri Känzig e Marcel Papaux. Este trio apresentará uma música de enorme amplitude estética, variando de estilo em cada movimento, e no qual a riqueza tímbrica e a densidade lírica do piano de Cholet são propulsados a um alto nível por uma secção rítmica de enorme qualidade.

 

O concerto da noite de sábado é protagonizado por Jason Moran que traz a Guimarães o projeto Fats Waller Dance Party. Aos quarenta anos de idade, Jason Moran é já um dos mais importantes e prestigiados pianistas do jazz contemporâneo. Jason Moran atua pela terceira vez no Guimarães Jazz, após uma primeira presença em 2005 (ano em que atuou a solo e como sideman de Ralph Alessi) e uma segunda cinco anos depois, integrado no New Quartet de Charles Lloyd. O público do festival, já familiarizado com o virtuosismo e a criatividade deste excecional pianista, terá neste concerto a oportunidade de ver Moran atuar com um projeto próprio. A Fats Waller Dance Party propõe a revisitação do reportório de Fats Waller, célebre pianista de jazz. Festivo e profundamente celebratório, este espetáculo corresponde a uma viagem no tempo, recriando a atmosfera do Harlem dos anos 20 e 30 do século passado, época em que o jazz se afirmava como música popular.

 

No domingo, dia 08 de novembro, o Guimarães Jazz acolhe novamente dois concertos. À tarde, às 17h00, o Grande Auditório do CCVF enche-se com a Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE, uma atuação fruto da residência em trabalho dos alunos da ESMAE e dos dois compositores que os dirigirão, numa semana intensiva de ensaios. Este ano, os convidados para este projeto são o emergente cornetista da cena jazzística nova-iorquina Taylor Ho Bynum e a violoncelista e compositora de Chicago Tomeka Reid. Das suas composições podemos esperar uma ampla liberdade formal e estruturas heterodoxas, pelo que o desafio a enfrentar pelos alunos da ESMAE será certamente estimulante.

 

À noite, às 22h00, na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, é a vez do Projeto Guimarães Jazz/Porta-Jazz apresentar-se em concerto. A edição de 2015 do Guimarães Jazz conhece a segunda etapa da colaboração entre o festival e a Associação Porta-Jazz, centrada na divulgação do trabalho dos músicos portugueses, em particular dos mais jovens. Este ano, foram convidados os músicos e compositores portuenses José Pedro Coelho e Eurico Costa, que reuniram uma formação que inclui os franceses Sylvain Darrifourcq e Nicolas Canot, tendo em mente a criação de um espetáculo multidisciplinar baseado no cruzamento da música com as artes visuais.

 

A segunda semana do festival tem sempre o mesmo palco, o Grande Auditório do CCVF, e os concertos decorrem às 22h00. Na quarta-feira, 11 de novembro, The Taylor Ho Bynum Quinteto sobe ao palco para dar início à segunda semana do Guimarães Jazz. Taylor Ho Bynum é considerado um dos grandes músicos da sua geração, e um dos que mais tem contribuído para a renovação do jazz. Taylor repetirá a sua presença no Guimarães Jazz, onde no ano passado atuou na banda da trombonista Reut Regev. Neste concerto, vai estar acompanhado por Tomeka Reid (violoncelo), Alexander Hawkins (piano), Neil Charles (contrabaixo) e Tomas Fujiwara (bateria).

 

Na quinta-feira, dia 12, a noite pertence a James Farm, um quarteto que reúne Joshua Redman, Aaron Parks, Matt Penman e Eric Harland, quatro instrumentistas que há mais de uma década colaboram entre si em diversos projetos, entre os quais o coletivo de compositores e improvisadores SFJazz. No centro deste espetáculo estará, previsivelmente, o seu último registo discográfico, City Folk (2014), no qual os intérpretes exploram um jazz ancorado no pós-bop, mas determinado em seguir as novas direções do jazz contemporâneo. O público do festival encontrará nele a oportunidade de reencontrar o virtuoso saxofonista Joshua Redman num contexto de maior liberdade, após a sua presença no Guimarães Jazz do ano passado enquanto solista da Trondheim Jazz Orchestra.

 

A noite de 13 de novembro está reservada para a visita de um ilustre veterano. Com quase oitenta anos de vida, quase sessenta dos quais em permanente atividade como músico, poeta e escritor, teórico, pedagogo e ativista político, Archie Shepp é uma das figuras mais marcantes da história do jazz. Saxofonista, compositor e ocasional pianista e cantor, Shepp é um dos mais distintos representantes do movimento avant-garde no jazz, embora a amplitude estética da sua música transcenda largamente o free jazz enquanto género, sendo habitada pelo espírito da música negra americana e do afrocentrismo. Archie Shepp será acompanhado neste concerto por três dos seus mais regulares colaboradores musicais: Carl Henry Morisset no piano, Darryl Hall no contrabaixo e Steve McCraven na bateria. Um momento único para mergulhar profundamente no espírito da música de um dos mais influentes e criativos saxofonistas da história do jazz.

 

O Guimarães Jazz 2015 encerra no sábado, dia 14 de novembro, e o palco torna-se território da Maria Schneider Orchestra. Maria Schneider é uma compositora e líder de orquestra multipremiada, vencedora de vários Grammys, com uma longa e prestigiada carreira no jazz e na música clássica. Maria Schneider estará no Guimarães Jazz pela terceira vez após duas presenças anteriores, dando provas de que, ao fim de 30 anos, a sua música, formada por sofisticadas paisagens melódicas, mantém intactos o seu lirismo e expressividade emocional. A Maria Schneider Orchestra, composta por um conjunto de extraordinários músicos, é o veículo ideal para a interpretação desta música tão sofisticada e complexa como poética e emotiva. Deste espetáculo espera-se que constitua um momento de êxtase sensorial e comunhão espiritual com o qual o Guimarães Jazz poderá despedir-se do seu público e dar por encerrada a sua edição deste ano.

 

Este ano, o Guimarães Jazz volta a apresentar as já habituais atividades paralelas, entre as quais as animações musicais que, ao longo do festival, surgem de forma inusitada em vários locais da cidade. Como já faz parte da identidade do festival, as jam sessions voltam a repetir-se nesta edição, na primeira semana no Café Concerto do CCVF e na segunda semana no Convívio Associação Cultural.

 

Do programa consta ainda a apresentação do primeiro capítulo do documentário “Uma História de Jazz”, um projeto de Cristina Marvão e da produtora Os Fredericos, que pretende contar a história do jazz em Guimarães através de conversas com quem o vive: quem o produz, quem o critica, quem nele toca e quem a ele assiste. Não pretendendo ser um registo histórico, este documentário é antes uma visão pessoal de quem quer contar histórias boas. O 1º capítulo deste projeto inclui entrevistas com Manuel Jorge Veloso, António Curvelo, Ivo Martins, José Pedro Coelho, Adam Lane, Carlos Alpoim, César Machado, José Bastos, José Nobre e a intervenção de Eduardo Meira e António Canaveira do Vale. A estreia do documentário está agendada para esta quarta-feira, 04 de novembro, às 22h00, havendo depois uma repetição no dia 14 de novembro, às 18h00.

 

A segunda semana do festival (dias 09, 10, 12 e 13 de novembro, entre as 14h30 e as 17h30) será preenchida pelas habituais oficinas de jazz que, tal como as jam sessions, são dirigidas pelos músicos residentes que se deslocam propositadamente dos E.U.A. a convite do festival, fixando-se em Guimarães durante duas semanas. Este ano, as oficinas de jazz serão orientadas pelo pianista Alexander Hawkins, pelo contrabaixista Neil Charles e pelo baterista Tomas Fujiwara, três extraordinários músicos representantes da “nova vaga” do jazz, que integram o The Taylor Ho Bynum Quinteto. As inscrições para as oficinas de jazz poderão ser efetuadas, até ao dia 04 de novembro, no Centro Cultural Vila Flor ou no site www.ccvf.pt através do preenchimento do formulário disponível online.

 

Os bilhetes para os concertos, assim como as assinaturas do festival, encontram-se à venda nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor e da Plataforma das Artes e da Criatividade, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt

FILHO ÚNICO - B Fachada + Pega Monstro, anúncio de tour nacional conjunta

B Fachada e as Pega Monstro decidiram encetar uma breve mas sumarenta tour conjunta nacional em finais de Novembro. A ideia surgiu de uma forma natural pois ambas as partes já têm uma relação de trabalho previamente estabelecida, além, claro, da afinidade pessoal e das multirreferências na respetivas produções - tudo isto sempre tornado público - que já vêm de 2010-2011 (a das Pega, como é óbvio, na malha 'B Fachada', a do B em 'Está na hora da passa', por exemplo).
 
Eis as datas:
 
19 de Novembro - Maxime Sur Mer, Lisboa > https://www.facebook.com/events/1704481216453037
20 de Novembro - Maus Hábitos, Porto > https://www.facebook.com/mhabitos/?fref=ts 
21 de Novembro - Festival Cellos Rock, Barcelos > https://www.facebook.com/events/599495986857402 
22 de Novembro - Salão Brazil, Coimbra > https://www.facebook.com/events/1659688780982833 
 
Em Lisboa, o concerto, promovido pela Filho Único, tomará lugar no novo Maxime de Manuel João Vieira, agora rebaptizado Maxime Sur Mer, situado num amplo e renovado armazém junto ao rio, no Cais do Sodré, ali ao pé do B.Leza.

Pega_TioB2011_Polaroid_Crédito_EduardoVinhas_MAIL

 

 
"Civilidade
 
não tussa madame 
reprima a tosse   
 
não espirre madame 
reprima o espirro   
 
não soluce madame 
reprima o soluço   
 
não cante madame 
reprima o canto   
 
não arrote madame 
reprima o arroto   
 
não cague madame
reprima a merda   
 
e quando estourar 
que seja devagarinho 
e sem incomodar, ok madame?   
 
ok, monsieur."
 
Alberto Pimenta  
in "Ascensão de dez gostos à boca" (1977) 
 
 
 
Concertos: B Fachada + Pega Monstro
Local: Maxime
Data: 19 de Novembro
Horário: 21h30
Entrada: 8€ pré-venda / 10€ na noite do espectáculo

Bilhetes na 
Ticketline e locais habituais até ao dia do espectáculo a 8€
 
Bilhetes na porta do Maxime na noite do espectáculo a 10€

Novo Canal CAMPO PEQUENO TV lançado no MEO e NOS

RollUp_matador%20-%20Campo%20Pequeno%20TV.jpg

 

 

O Campo Pequeno lança a partir de 11 de novembro a Campo Pequeno TV, que promete 365 dias de emoções.

Trata-se de um canal temático que convida a viver as grandes emoções da tauromaquia portuguesa, com conteúdos exclusivos: corridas comentadas, documentários, entrevistas, lides e pegas históricas e muito mais. O universo de aficionados em Portugal ronda os 3 milhões e trezentos mil, dados divulgados por estudo da Eurosondagem.

O canal vai estar disponível On-Demand por subscrição mensal com um valor de 7,5€.

Passatempo Boémia Vadia | "Cabaret dos Vampiros" | Novo Single

 

O Blog Cultura de Borla em parceria com a Music in my soul tem um single dos BOÉMIA VADIA aos leitores que de 5 em 5 participações

:

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ter o novo single dos BOÉMIA VADIA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone:

A COLEIRA DE BÓRIS, de Sérgio Roveri

 

image1.JPG

 

                                                                                              M/12

Dias: 6 (estreia), 7, 8, 13, 14 e 15 de Novembro.

 

Local: Casa das Artes – Rua Ruben A, 210, Porto.

 

Horários: Sextas e Sábados às 21h45

                   Domingos às 16h00

 

Ficha Artística:

 

Autor – Sérgio Roveri

 

Elenco – Rui Spranger e Pedro Dias

 

Cenografia – José Carlos Barros

 

Direção – Júlio Cardoso

 

Desenho de Luz – Júlio Filipe

 

Assistente de Encenação – Daniel Oliveira

 

Produção – SEIVA TRUPE

 

Sinopse:

 

A Coleira de Bóris é um espetáculo que explora a distância que pode haver entre duas pessoas – ainda que exista apenas uma parede pouco sólida entre elas.

A peça é uma oportuna discussão sobre o isolamento e a cegueira voluntária – sobre aqueles que se distanciaram do conjunto da sociedade simplesmente porque, em um determinado momento da vida, decidiram fechar os olhos a tudo e, assim, apartaram-se por opção do convívio com seus pares.

 

CIDADELA ART DISTRIC [4] INAUGURA EXPOSIÇÃO DE ANTONIO BOKEL

“ALIGN”

 

CIDADELA ART DISTRIC [4] INAUGURA EXPOSIÇÃO DE ANTONIO BOKEL

 

sem nome (4).png

 

 

. A exposição é o resultado de uma residência de três semanas do artista no local e ficará patente no Project Room, até 31 de Outubro.

 

O “Project Room” é um espaço de intervenção e criação artística, parte integrante do CAD, onde residem periodicamente artistas convidados, o resultado são intervenções “site specific” ou exposições temporárias no “Exhibition Room.

 

No caso de “ALIGN” Antonio Bokel apresenta, através da instalação e desenho, uma constante tentativa de alinhamento (impossível) dentro do espaço físico e matéria. A obra reflete o caminho, a direção, o percurso e a tendência, resultante de uma busca no campo das dualidades material e imaterial, uma pesquisa assente numa linha de transição e campos mais subtis.

 

Actualmente, Antonio Bokel é  representado pela galeria Mercedes Viegas , no Rio de Janeiro e faz parte das maiores colecções brasileiras, como a de Gilberto Chateubriand e BGA Investimentos, e do acervo do MAN, museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

 

O Pestana Cidadela Cascais Pousada & Art District, membro da “The Leading Hotels of the World”, continua a promover a arte e iniciativas culturais para o público em geral e a assumir-se como um hub de criação artística. O CAD é um reflexo desse compromisso ao promover artistas contemporâneos, consagrados e emergentes, nacionais e internacionais. Trata-se de um projeto diferenciador que alia o turismo e a arte, proporcionando ao público o contacto direto com diferentes formas artísticas e o acesso gratuito a iniciativas de caráter cultural.   

 

259.ª Festa de Todos os Santos - Quinta do Anjo, Palmela | 29 outubro a 1 novembro

 

Tradição com quase três séculos

Festa de Todos os Santos celebra identidade de Quinta do Anjo

 

Entre 29 de outubro e 1 de novembro, a aldeia de Quinta do Anjo vive a 259.ª edição da Festa de Todos os Santos, em honra de N.ª Sr.ª da Redenção.

A comunidade continua a evocar e a agradecer a proteção que a aldeia recebeu, saindo ilesa do terramoto de 1755, que devastou toda a região, e mantém a tradição, com um programa festivo diversificado, que alia devoção, animação e promoção da cultura e dos saberes que definem a identidade da freguesia.

A música e o desporto, com diversas iniciativas do movimento associativo local e a participação de artistas nacionais, como os Anjos, têm lugar de destaque no programa, da responsabilidade da Associação de Festas de Quinta do Anjo.

O Município de Palmela é parceiro da Festa e, além do apoio logístico e de divulgação à realização do evento, atribuiu um apoio financeiro no valor de 2.900 euros.

 

 

1 de novembro | 12ª aniversário AMAC

 

 

DSC_8191.jpg

animacao-a-la-minute.jpg

 

O Auditório Municipal Augusto Cabrita comemora, no dia 1 de novembro, 12 anos. Para celebrar 12 anos de cultura neste espaço de excelência do Concelho do Barreiro, são promovidas, no AMAC, no dia 1, a partir das 15h00, iniciativas inseridas na programação do Mês da Fotografia.

 

Programa

 

15h00 – Abertura do Mês da Fotografia

Animação A LA MINUTE – Companhia Maribondo

 

Sorria! Não consegue? Não tem qualquer tipo de problema, os nossos fotógrafos tratarão disso num instante. A nossa máquina fotográfica tem algo que nenhuma outra tem – o sorriso incorporado!

Animação itinerante que anda pela cidade.

 

 

17h00 - Inauguração de exposições

 

DANIEL RODRIGUES

AWA GUAJA

Piso 1 | 1 novembro 2015 – 17 janeiro 2016

Galeria Amarela

 

Fotógrafo, natural de Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, venceu em 2013 o primeiro prémio da categoria “Daily Life” (vida quotidiana) do World Press Photo.

Esta exposição retrata a tribo indígena Awá que vive na Floresta Amazónica, no estado brasileiro do Maranhão. Um total de 400 pessoas a viver o mais perto possível da pureza das suas origens.

 

 

HELENA GONÇALVES

NOVEMBRO

Piso 1 | 1 novembro 2015 – 17 janeiro 2016

Galeria Branca

 

Helena Gonçalves n. 1978, Portimão. Em 2004 concluiu Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co, em Lisboa, sendo Professora de Fotografia no Ar.Co., desde 2005.

Colaborou com a Kameraphoto, no laboratório Kprint, entre 2009 e Março de 2014.

Colaborou com o fotógrafo Luís Pavão na área de “Fotografia” e “Digitalização e Tratamento de Imagem”, 2004 – 2009.

Entre 2001 e 2004 foi Impressora a Preto e Branco em laboratório analógico, e em 2014 tornou-se Co-Fundadora do Black Box Atelier.

 

Esta exposição, intitulada "Novembro," reúne três trabalhos, "Monchique", "Espaço Ginjal" e "Split", com datas distintas.

 

E ainda durante todo o mês de novembro, destacam-se, no AMAC, a Exposição de fotografia de  Joel Santos, a partir de dia 14, e o espetáculo para a família “Retrato Falado”, a 22 de novembro.

Consulte toda a programação do Mês da Fotografia em http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/694?event_id=156.

 

 

 

CMB

Garagem – Centro Difusor de Artes inaugura a 20 de setembro com exposição coletiva de 24 artistas portugueses

image.png

 

Já se imaginou a estacionar o carro numa garagem onde pode desfrutar de uma exposição ou mesmo adquirir uma obra e, ainda, assistir a conversas com artistas e a momentos musicais e de dança? A partir de 20 de setembro, tudo isto será possível na garagem do n.º 1 da Travessa do Maldonado, junto ao Intendente, em Lisboa.

A Garagem – Centro Difusor de Artes é isso mesmo: uma garagem privada em plena atividade, que funcionará em simultâneo com um centro difusor de artes. A Garagem receberá exposições de arte contemporânea, conversas com artistas, momentos musicais, visitas guiadas e espetáculos de dança clássica e Sevilhanas, pois outra das particularidades desde espaço é acolher uma academia de dança. Se for almoçar ou jantar à Cervejaria Ramiro, poderá estacionar o carro nesta garagem criativa. Se não for esse o caso, pode simplesmente visitar a exposição ou assistir às atividades programadas.

A programação da Garagem arranca já dia 20 de setembro, domingo, pelas 17h30, com a inauguração da exposição MAC 2015 - Mostra de Arte Contemporânea, uma coletiva comissariada por Ana Dâmaso, que conta com a participação de 24 artistas. Artur Varela, Branislav Mihajlovic, Catarina Monteiro, Engrácia Cardoso, Filipe Curado, Hugo Lucas, Irina Solovyova, Isabel Sousa, Jaime de Carvalho, José Mendes de Almeida, Luís Camacho, Luís Nobre, Luiz Morgadinho, Luz São Miguel, Martin Brion, Mena Brito, Moisés Preto Paulo, Nuno Lacerda, Pedro Palrão, R. Gritto, Rogério Timóteo, Sofia Areal, Tiago Alexandre e Tiago Cutileiro foram  os artistas desafiados a intervir num espaço correspondente a um lugar de estacionamento. Não lhes foi imposta qualquer temática, apenas o necessário convívio entre a obra de arte, o local da intervenção e a função do espaço.

A MAC 2015 decorre nos pisos 0 e -1, sendo que no piso 0 haverá também uma mostra de pequenos formatos dos artistas que integram a exposição, para que colecionadores e público em geral possam adquirir obras, apoiando a criação artística nacional e, simultaneamente, valorizar o seu património pessoal.

 

A mostra MAC 2015 estará aberta ao público de 20 de setembro a 6 de dezembro, na Garagem – Centro Difusor de Artes, no n.º 1 da Travessa do Maldonado, em Lisboa, de terça a sexta feira, entre as 18h00 e as 00h00. Sábados, domingos e feriados, das 14h00 às 00h00. A entrada na Garagem é  feita mediante um donativo mínimo de 1 euro à "Lagostina Solidária", que há quatro anos tem como missão  angariar verbas  para diversas instituições. Neste caso, a instituição apoiada será a APPT21 - Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21, através do Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS, um dos mais criativos e avançados da Europa, que acompanha mais de 10 mil crianças em todo o país e apoia cerca de 1.200 pessoas com Trissomia 21.  

A Garagem – Centro Difusor de Artes pode ser visitada fora dos horários acima referidos, mediante marcação prévia.

Pág. 29/29