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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“O Olhar de Milhões” é o maior cruzeiro do mundo e está prestes a atracar no CCVF (04 novembro)

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Este sábado, dia 04 de novembro, às 21h30, o palco do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor recebe o mais recente projeto de Raquel Castro, espetáculo que resulta do programa de estímulo à criação promovido pela Rede 5 Sentidos, da qual o CCVF faz parte desde a sua génese. A encenadora traz a Guimarães o maior cruzeiro do mundo, batizado de “O Olhar de Milhões”. Uma ilha flutuante onde cabem todos os desejos e caprichos, onde nada é impossível e tudo se quer para ontem. Uma montra da sociedade contemporânea e da sua sede pelo consumismo desenfreado que faz esquecer outros valores. A alienação mora aqui, embarquemos.

 

É o maior cruzeiro do mundo e está prestes a levantar âncora em direção ao infinito azul. Desenganem-se aqueles que pensam que se trata apenas de mais um navio de cruzeiro. As caraterísticas do Olhar de Milhões conferem-lhe o estatuto de um mega resort flutuante – o maior da Europa – e o único capaz de proporcionar a derradeira experiência, ilimitada e total. Para além das aclamadas atrações Ultimate Abyss, Fetiche Arena, Wind Tunnel, Chemical Enhanced Racing, Mummy`s Milk Shot, Full Communication Zone, há novidades para todos os perfis, a não perder. Porque só se vive uma vez.

 

Concebido e dirigido pela encenadora Raquel Castro, “O Olhar de Milhões” enfrenta o tempo presente, operando sobre temas como o consumo, o vício, a alienação, o excesso de informação, o primado do imediato, o aborrecimento. É um dos espetáculos resultantes do programa de estímulo à criação artística nas áreas do teatro e da dança promovido pela Rede 5 Sentidos, uma rede de programação cultural e artística, fundada em 2009 com o intuito de estabelecer uma colaboração mais estreita entre os vários Teatros envolvidos e assente na troca de saberes, processos e experiências de trabalho. Uma estratégia que visa fortalecer o desempenho de todos os parceiros e que permite apoiar os artistas e responder às suas necessidades através de ações concertadas no âmbito da coprodução, dos circuitos de apresentação, das residências, do acompanhamento artístico e das parcerias internacionais. Raquel Castro com “O Olhar de Milhões” e Luís Guerra com “A Tundra” foram os escolhidos para o biénio 2016/2017, sendo este ano visíveis os resultados deste investimento.

 

Raquel Castro, atriz e encenadora, conta já inúmeras participações em trabalhos que percorrem vários ângulos artísticos. Enquanto encenadora, criou as peças “Os Dias São Connosco” e “Dona de Casa”, entre outras. Como atriz, participou, mais recentemente, nas peças “Oslo”, de Mikael Oliveira, e “Ricardo III”, de Tónan Quito, entre muitas outras ao longo de uma carreira que arrancou em 2008. Raquel Castro tem ainda o seu nome em 3 produções cinematográficas.

 

Os bilhetes para o espetáculo já se encontram à venda, podendo ser adquiridos, como habitualmente, nas bilheteiras do Centro Cultural Vila Flor, da Plataforma das Artes e da Criatividade e da Casa da Memória de Guimarães, bem como nas lojas Fnac e El Corte Inglês, entre outros pontos de vendas, e na internet em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt.

 

Jorge Palma no TMJB dia 11 de Novembro

 

 

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O reconhecido  cantautor Jorge Palma está a comemorar os 45 anos de carreira e vem ao Teatro Municipal Joaquim Benite dia 11 de Novembro, às 21h, para um concerto em que mistura grandes êxitos com as suas mais recentes criações.

 

Está previsto para 2017 o lançamento do novo álbum de originais de Jorge Palma. É possível que do alinhamento do concerto em Almada já façam parte alguns dos temas desse novo trabalho, como é o caso de “Amor digital”. Foi o que aconteceu, de resto, no ciclo de seis concertos a solo (piano e voz) com que o músico esgotou recentemente a lotação de salas como o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, disposto a celebrar os 25 anos da edição de , incluído na lista dos 30 melhores álbuns portugueses que a revista Blitz elaborou em 2014. Mas neste concerto não faltarão também os êxitos que muitos sabem cantar de cor. “Deixa-me rir”“Frágil”“A gente vai continuar” e “Encosta-te a mim” atravessam gerações e estão entre os temas mais emblemáticos do cantautor.

Jorge Palma é compositor, poeta, intérprete e pianista. Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e editou, desde 1975, vários discos de originais, tendo atingido a marca da dupla platina com Voo nocturno. Venceu o Prémio José Afonso em 2002, o Globo de Ouro para Melhor Intérprete em 2008 e 2012, e o Prémio Pedro Osório da SPA pelo seu último disco de originais: Com todo o respeito (2011).

 

 

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | SALA PRINCIPAL | M/6

11 NOV | SÁB às 21H

 

 

PREÇO: 8,5€ a 17€  

 

RESERVAS: +351 212 739 360
COMPRAR: http://cta.bilheteiraonline.pt/

O Criado | André Murraças | Temps D'Images | Rua das Gaivotas 6

 

 

 

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O CRIADO
André Murraças
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​2 - 5 nov | qui - dom | 21h30 | 5€

 

Uma novela? Um filme? Uma peça? Um role play? Uma audição?

O Criado é um espectáculo baseado na novela The Servant, escrita por Robin Maugham, e adaptada ao cinema por Harold Pinter e Joseph Losey. Vamos recuperar o texto original e usá-lo para rever a artificialidade dos papéis sociais e a teatralidade da sua representação. Um quase espectáculo. Um upstairs/downstairs virado do avesso. Teatro com cinema onde actores são criados e encenadores são senhores, perante uma plateia de voyeurs. Uma noite sem subtextos e cheia de jogos de submissão carregados de frustração sexual, questionando o que é isso das classes sociais, o desejo e o dinheiro. E o teatro, já agora.



+ info sobre o espetáculo:
temps d'images  |  rua das gaivotas 6

 

 

Oeste Underground Fest já neste sábado, dia 4 de novembro

Segunda edição do Oeste Underground Fest 

realiza-se

já no próximo sábado, dia 4 de Novembro, na Malveira

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Realiza-se no próximo dia 4 de novembro, no Pavilhão Multiusos da Malveira (concelho de Mafra, distrito de Lisboa), a segunda edição do festival de Metal e Hardcore Oeste Underground Fest.

 

De cariz solidário, dado que visa auxiliar os bombeiros locais, o evento será constituído por nada menos do que 14 bandas portuguesas e estrangeiras, praticantes da melhor música pesada que atualmente se faz na Europa. Numa decisão arrojada, o festival abre-se pela primeira vez à inclusão de grupos estrangeiros.

 

O alinhamento já se encontra fechado, tendo como cabeças-de-cartaz os alemães Acranius. Antes, ainda, tocam os suíços Enzephalitis (cujo vocalista é Ricardo Proença, ex-frontman dos portugueses Analepsy), os ucranianos sediados em Portugal Yar, os espanhóis Heid e os portugueses Raw Decimating Brutality (RDB), Bleeding Display, Sacred Sin, Revolution WithinDead MeatKonadHumanart, F.P.M., Ravensire e Trepid Elucidation, num pacote de luxo que, sem dúvida, irá satisfazer os fãs de Metal e Hardcore.


Abertura de portas: 15:00 | Início: 15H30 | Preço: 10 Chamas (Inclui 1 bebida) - Coordenadas GPS: 38.936564,-9.260772 

 

Filme do Desassossego de João Botelho

Filme do Desassossego de João Botelho

A acção decorre em três dias e três noites, num quarto de uma casa na Rua dos Douradores, em Lisboa. Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros, é um homem solitário e atormentado que vai anotando os seus pensamentos e angústias num livro, que intitula de "Livro do desassossego"...
Realizado por João Botelho, uma adaptação cinematográfica da mais autobiográfica obra de Fernando Pessoa, teve o apoio do Ministério da Cultura/Ica, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian e Rádio e Televisão de Portugal.

É exibido no Mini-Auditório Salgado Zenha no próximo dia 2 de Novembro às 22:00. A entrada é livre.

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Introdução Histórica

João Botelho rodou em Lisboa «O filme do desassossego», a sua versão para cinema de «O livro do desassossego», de Fernando Pessoa, uma «teoria sobre os sonhos» que privilegia a palavra.

No Arquivo Histórico do Exército, em Lisboa, por entre longos e apertados corredores, João Botelho recria o escritório de Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros, semi-heterónimo de Fernando Pessoa e autor de «O livro do Desassossego».

Sentado a uma mesa está o actor Cláudio da Silva, protagonista neste filme intemporal sobre um homem complexo, solitário, que anotou os seus pensamentos no fragmentado livro do desassossego.

Dada a complexidade do texto de Pessoa, um livro em aberto, disperso, João Botelho sabia que tinha pela frente um projecto difícil.

«É demente, toda a gente diz que é impossível adaptar O Livro do Desassossego. É um disparate louco, mas é sobretudo uma coisa que tentei preservar: o texto é mais importante que tudo», disse João Botelho.

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pesar da complexidade, João Botelho encontrou no texto algumas indicações cinematográficas.

«Este texto só funciona lido em voz alta. Tem uma camada de música por cima da camada do sentido» e Pessoa escreveu ainda que «devem iluminar-se os sapatos das pessoas normais com a mesma luz com que se ilumina a cara dos santos», referiu.

Meticuloso com o jogo de luz e sombra, João Botelho revelou que para «O filme do desassossego» procurou pintores contemporâneos, como Gherard Richter e Lucian Freud, e manteve-se fiel ao contraste claro/escuro.

«Acho que o cinema é luz e sombras e as pessoas à rasca no meio delas, sempre», defendeu.

Filme sobre a palavra, que João Botelho mantém praticamente inalterada a partir do texto original, «O filme do desassossego» é também sobre um homem, Bernardo Soares.

«Não tem data de nascimento nem de morte, tinha a mesma profissão do Fernando Pessoa, ajudante de guarda-livros, vivia num quarto modesto, podia ter escrito tudo sem sair do quarto».

O filme, que conta com as participações de Cláudio Silva, Rita Blanco, Alexandra Lencastre, Miguel Guilherme, Catarina Wallenstein, Caetano Veloso, Lula Pena e a fadista Carminho; não será exibido, por exigência do realizador, em qualquer sala de cinema nos centros comerciais.

 

 

Próximos concertos no Museu Nacional da Música | Juan Almada (2 de Novembro) e José Carlos Araújo no Cravo Antunes (4 de Novembro)

Quinta, 2 de NOVEMBRO | 19H

 

​Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música

 

Juan Almada | Viola (guitarra clássica)

interpreta 

Silvius Leopold Weiss e Agustín Barrios 

 

 

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O argentino Juan Almada é graduado em guitarra clássica na Faculdade de Belas Artes (UNLP Argentina) onde obteve distinções da UNLP e do Governo Municipal. Assistiu a seminários com Fábio Zanon, Pablo Márquez, Eduardo Fernández, João Luiz, Jordi Mora. Realizou estudos de pós-graduaçao com o Maestro Eduardo Isaac, tendo obtido as mais altas classificações na Especializaçao em Música Latino americana em violão (Conservatório Luis Gianneo, Mar Del Plata). 
Foi premiado em concursos instrumentais e convocatórias académicas em Espanha (Concurso Internacional de Música de Benidorm 2015), Uruguay (Concurso César Cortinas 2005) e Argentina (Mozarteum Santa Fe 2010, Escala Docente AUGM). 
Participou nos Festivais Guitarras del Mundo 2007, Bienal Arte y Cultura UNLP, La Plata Baila Tango, Seminario Entre Diagonales, 3º Festival Puntah, Festival Internacional de Guitarra Arpeggiato, 1º Seminário Internacional do Violao do IGRS e 1º Seminário Internacional do Violao do Pampa (Brasil). Foi bolseiro nos Festivais Campos do Jordão e FEMUSC (Brasil). 
Participa frequentemente como guitarrista e mandolinista em óperas do Teatro Colón Buenos Aires (Falstaff -Verdi-, Beatrix Cenci -Ginastera-, Don Giovanni -Mozart-, Die Soldaten -Zimmermann-). 
Tocou como solista com Orquesta (Eduardo Sívori, La Trama, Municipal de La Plata), realizou concertos e ministrou masterclasses na Argentina, Brasil, Uruguay, Portugal e Espanha. 
Actua como concertista do violão e músico de cámara (Trío Uzal-Meza-Almada) com uma ampla actividade de concertos, complementada com a sua actividade de Professor da Cátedra de Guitarra na Facultad de Bellas Artes (UNLP). 
Actualmente é bolseiro do Fondo Nacional de las Artes (Argentina).



Bilhetes: €5 | sócios: €3

 

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Sábado, 4 DE NOVEMBRO | 18H | Entrada Livre

5º CICLO UM MÚSICO, UM MECENAS

Temporada de concertos com instrumentos históricos | José Carlos Araújo no Cravo Antunes de 1758

 interpreta 

Música Portuguesa do século XVIII

 

 

 

 

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Apontado como «um dos mais importantes intérpretes portugueses da actualidade» (Jornal de Letras), José Carlos Araújo tem desenvolvido o seu trabalho sobretudo em torno da música para tecla de autores ibéricos do período barroco e, muito particularmente, da obra de Carlos Seixas.

Em Lisboa, estudou instrumentos históricos de tecla e interpretação de música antiga. Desde cedo influenciado pelas perspectivas interpretativas reveladas por Cremilde Rosado Fernandes e José Luis González Uriol, a oportunidade de trabalhar, mais tarde, com ambos estes mestres viria a informar de forma muito acentuada a sua concepção e abordagem aos repertórios para instrumentos de tecla do Sul da Europa.

A parte mais importante da actividade artística de José Carlos Araújo consiste em recitais a solo, quer em órgãos históricos, quer em cravo, clavicórdio e pianoforte, dedicando-se frequentemente a repertórios raramente explorados dos séculos XVII e XVIII e a instrumentos históricos particularmente significativos, alguns dos quais veio a gravar em CD.

Colaborou com o Teatro da Cornucópia para a produção de A Tempestade de Shakespeare assinada por Luís Miguel Cintra e Cristina Reis, em 2009. Apresentou-se com numerosos solistas vocais e instrumentais, orquestras e agrupamentos modernos, como Alma Mater, o Coro Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sendo, todavia, com a orquestra barroca Divino Sospiro que tem vindo a trabalhar mais intensamente. Com este agrupamento, sob a direcção de Massimo Mazzeo, gravou as Siete Palabras de Cristo en la Cruz de García Fajer e o Stabat Mater de José Joaquim dos Santos para a editora Glossa.

José Carlos Araújo dedicou-se ainda ocasionalmente à música para órgão e cravo de autores do séc. XX, em particular Luiz de Freitas Branco, Armando José Fernandes e Clotilde Rosa, que tocou com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e o Ensemble MPMP.

Gravou para a RTP e para a Antena 2. Em 2004, foram-lhe atribuídos o Primeiro Prémio e o Prémio do Público no concurso Carlos Seixas, pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal. Inaugurou o selo discográfico Melographia Portugueza (MPMP) em 2012, com os primeiros CDs da primeira gravação integral da obra para tecla de Carlos Seixas. Deste projecto estão já disponíveis 7 CDs, gravados em instrumentos históricos, alguns dos quais em estreia discográfica.

Licenciou-se pela Faculdade de Letras de Lisboa, onde estudou Filologia Clássica. É actualmente investigador do Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa, onde tem vindo a trabalhar na primeira tradução em português das Epistulae de Plínio e, em parceria, dos Facta et Dicta Memorabilia de Valério Máximo e das Vitae Philosophorum de Diógenes Laércio. Publicou estudos sobre Filologia Clássica e apresentou comunicações a congressos de Estudos Clássicos e Comparatistas. Colabora regularmente em Euphrosyne – Revista de Filologia Clássica.

 

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             PRÓXIMOS EVENTOS NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA:

https://www.facebook.com/pg/museunacionaldamusica/events/?ref=page_internal

 

Sobre o cravo Antunes: na exposição permanente do Museu da Música, encontra-se um exemplar único de um cravo construído por Joaquim José Antunes em 1758. É uma das peças mais valiosas da colecção, deixando reconhecer uma forte e bem estabelecida tradição de artesanato musical com orientações próprias. As suas características históricas e organológicas fazem dele um exemplar único no conjunto patrimonial do país e importante no âmbito internacional.

Sendo um dos poucos exemplares sobreviventes da escola portuguesa de construção de cravos, de meados de setecentos, é de extrema importância para a reconstituição da autêntica sonoridade da música cravística pré-barroca e barroca, produzida em Portugal por compositores como Domenico Scarlatti ou Carlos Seixas. Por todos estes motivos, mas também porque se encontra em óptimas condições, tem atraído a atenção de músicos e organólogos de todo o mundo. Assim sendo, as ocasiões em que é tocado publicamente são sempre oportunidades a não perder para quem gosta de música.

Joaquim José Antunes, oriundo de uma família de construtores de instrumentos de tecla, que se manteve activa em Lisboa durante três gerações, foi um dos mais importantes construtores portugueses de cravos do século XVIII. A julgar pelos instrumentos sobreviventes, Joaquim José foi provavelmente o membro mais notável da sua família, não se sabendo muito mais sobre a sua vida.

Deste construtor, assinado com o seu nome completo, é conhecido apenas mais um cravo, datado de 1785, que integrou a colecção de instrumentos musicais Finchcocks em Kent (Inglaterra) e que, em 2016, foi vendido a um privado. 

 

 

 

*Encontra-se ainda em curso o processo de restauro do cravo Antunes de 1789, razão pela qual o concerto será realizado com o cravo Antunes de 1758. Em breve anunciaremos a data do recital com o instrumento de 1789!

         

TUNEZA de regresso ao Teatro Villaret, a partir de 13 de Novembro

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TUNEZA de regresso

ao Teatro Villaret

O melhor do humor angolano está de regresso a Portugal todas as segundas-feiras de 13 de Novembro a 18 de Dezembro no Teatro Villaret em Lisboa.
Depois do sucesso dos espectáculos de Verão, os mestres da comédia angolana regressam para 6 espectáculos únicos: cada segunda-feira um espectáculo diferente e irrepetível, com muitos convidados supresa.
Com uma carreira de 14 anos, os Tuneza, dispensam apresentações, são os grandes percursores de stand-up comedy em Angola e um verdadeiro fenómeno de popularidade no seu país e também em Portugal, onde já esgotaram os coliseus de Lisboa e Porto.

Com: Gilmário Vemba, Tigre Chieta, Costa Vilola, Cesalty e Orlando

Teatro Villaret
Segundas-Feiras às 21h30
Novembro dias 13, 20, 27
Dezembro dias 4, 11, 18

Preço do bilhete 15€

Bilhetes já à venda na Ticketline, Fnac, bilheteira do teatro e pontos de venda habituais

SESSÕES DE CINEMA INFANTIL GRÁTIS AOS DOMINGOS - PARQUE NASCENTE

AOS DOMINGOS NO PARQUE NASCENTE

sessões de cinema Grátis para toda a família

 

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A partir do próximo dia 1 de Outubro e ao longo de todo o ano, o Parque Nascente passa a oferecer sessões de cinema gratuitas todos os domingos de manhã, destinadas a crianças entre os 3 e os 12 anos de idade e respetivos acompanhantes.

 

As sessões estão marcadas para as 11h e na sessão de abertura está já agendado o filme “Boss Baby”.

 

CDMG | Novembro é prenúncio de nova exposição, visitas, conversas e oficina alusiva às Nicolinas na Casa da Memória de Guimarães

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O mês de novembro reserva especiais novidades na Casa da Memória de Guimarães (CDMG). Logo no dia 04, às 16h00, a Casa abre portas para nos desvendar uma mostra fascinante, preservada por um dedicado colecionador vimaranense. “Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” é o título desta mostra programada no âmbito do ciclo de exposições temporárias “Memento”, cuja primeira edição (“Jantar de Domingo à Tarde”) terminou em finais de outubro. No dia da inauguração da sua exposição, Raimundo Fernandes será igualmente o protagonista do Guia de Visita deste mês. No dia 10, a Casa da Memória acolhe uma nova sessão no âmbito do ciclo de conversas “Têxtil: A Memória do Futuro”, e a fechar a programação, no dia 19, o Domingos em Casa propõe uma oficina de construção de instrumentos de percussão com materiais inusitados, numa alusão ao Pinheiro, número que abre as tradicionais Festas Nicolinas.

 

No primeiro sábado do mês, dia 04, às 16h00, a CDMG dá a conhecer, em primeira mão, a exposição “Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães”. Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães. A exposição tem entrada livre e ficará patente na Casa da Memória até 04 de março de 2018.

 

No mesmo dia, às 16h00, coincidindo com a inauguração da sua exposição, a Casa da Memória convida Raimundo Fernandes para ser o Guia de Visita do mês de novembro. Nascido em Guimarães, em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do setor têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição “Território e Comunidade” para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilhará e explicará as suas memórias de colecionador e vimaranensista.

 

No dia 10, às 21h30, terá lugar uma nova conversa inserida no ciclo “Têxtil: A Memória do Futuro”. Para trás ficam as memórias da Revolução Industrial do séc. XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para se embarcar numa nova etapa deste conjunto de conversas. É chegado o tempo em que ciência e técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política, económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas, transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e tecnologia no centro desta nova era. Nesta sessão vai tentar perceber-se de que forma a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.

 

No penúltimo domingo do mês, 19 de novembro, às 11h00, uma das oficinas previstas na mediação da Casa da Memória abre-se ao público geral. Em mês de Festas Nicolinas, o Domingos em Casa convida os participantes a replicar o ritmo e som de uma caixa. Vão-se construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca. Esta atividade carece de inscrição até ao dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt.

 

A Casa da Memória encontra-se aberta de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada é gratuita. A programação pode ser consultada em www.casadamemoria.pt.