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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

JON LUNG E BRIAN LOUDEN ESTREIAM-SE COMO OS NOVOS CAÇADORES DE MITOS NO DISCOVERY CHANNEL // ESTREIA SÁBADO, 2 DE JUNHO

 

Lendas, crenças populares, mitos urbanos… Será que são mesmo verdade? Responder a esta pergunta não é fácil, para o comum dos mortais, mas se há alguém que o consegue fazer são os famosos Caçadores de Mitos, que regressam cheios de novidades ao Discovery Channel. Jon Lung e Brian Louden estreiam-se como apresentadores do lendário programa, em substituição de Adam Savage e Jamie Hyneman. A 2 de junho, é tempo de descobrirmos novos ‘Caçadores de Mitos’, só no Discovery Channel.

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Poucas são as vezes em que paramos para analisar em profundidade se muitos dos mitos e lendas que damos como verdadeiros o são na realidade. Mas, graças a ‘Caçadores de Mitos’, a curiosidade do público aumentou nos últimos anos. Adam Savage e Jamie Hyneman conseguiram uma fórmula de sucesso onde os métodos científicos se misturavam como uma dose de engenho e curiosidade: algo que os novos apresentadores do programa, Jon Lung e Brian Louden, também pretendem fazer.

Desta forma, ‘Caçadores de Mitos’ inicia uma nova etapa a partir de 2 de junho no Discovery Channel com a estreia de Lung e Louden, os vencedores do casting feito na temporada anterior. Ambos demonstraram o potencial para continuar a confirmar ou a refutar as lendas, com técnicas e provas originais, arriscadas, e até explosivas. A temporada terá 14 episódios, com o programa a seguir o mesmo mecanismo e onde a temática dos mitos a analisar será a mais variada.

Entre as experiências da nova temporada, o espetadores do Discovery poderão acompanhar Jon e Brian a analisar mitos sobre videojogos, provando que um salto por cima de um carro pode prevenir um peão de ser atropelado ou se é possível escapar com segurança de um carro em chamas através de um cabo de alta tensão.

Jon Lung define-se a si próprio como um criador de coisas. Graças ao seu trabalho numa loja de artesanato feito de madeira e metal, Lung desenvolveu um leque de conhecimentos e habilidades em outras especialidades, incluindo o mundo digital, já que é desenhador nas horas livres. A sua versatilidade une-se ao interesse de Brian Louden pelos mitos, uma paixão anterior à emissão de ‘Caçadores de Mitos’. O programa foi uma das inspirações da sua vida nos últimos anos e gerou ainda mais curiosidade em Brian, que acabou por ir estudar biologia. Com estas características, o novo ‘casal ‘ parece perfeito para continuar o legado dos bravos ‘Caçadores de Mitos’.

 

A nova temporada estreia sábado, 2 de junho, às 19,15 horas no Discovery Channel.

 

Passatempo A FORJA - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “FORJA” para o dia 17 de Junho no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “A FORJA” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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“FORJA”

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 


 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

 

Exposição fotográfica “Dançar Abril” patente até 2 de junho | Centro Cultural de Poceirão

 

 

A exposição fotográfica “Dançar Abril”, inaugurada no dia 25 de abril, no âmbito das comemorações do 44.º aniversário da Revolução dos Cravos, promovidas pelo Município de Palmela, Juntas de Freguesia e Movimento Associativo do concelho, vai ficar patente no Centro Cultural de Poceirão até dia 2 de junho.

                A mostra apresenta fotografias de grande formato, da autoria de Paulo Nobre (Câmara Municipal de Palmela) e Mário Carromeu (Associação de Cultura e Desporto de Poceirão), instaladas em vários pontos exteriores do Centro Cultural. As imagens recordam o espetáculo de dança com o mesmo nome, realizado durante as comemorações do 25 de abril e do Dia Mundial da Dança de 2015.

Realizado no Centro Cultural de Poceirão, o espetáculo contou com direção artística de Sofia Belchior, da Passos e Compassos/DançArte, e teve a participação especial do bailarino José Lobo. Tratou-se de um espetáculo onde a dança se assumiu como a expressão dos valores de abril e em que o desafio consistiu em criar a simbiose perfeita entre o movimento e a liberdade. Esta iniciativa, de cariz comunitário, contou com a participação de 58 elementos, de diferentes associações locais, nomeadamente, da Associação de Cultura e Desporto de Poceirão, do Rancho Folclórico de Poceirão, da Associação “Os Amigos das Lagameças” e do Grupo Desportivo e Recreativo Águias da Aroeira, tendo contado com o apoio da artista Ana Nogueira (Oficina de Artes Visuais) e da União de Freguesias de Poceirão e Marateca.

Três anos depois, o espetáculo é recordado através da exposição fotográfica “Dançar Abril”, com o objetivo de manter viva esta memória e de lançar uma semente para o futuro, com vista a dar continuidade a projetos deste cariz, envolvendo a comunidade.

 

 

Casino Lisboa recebe a banda The Joe's de 30 de Maio a 2 de Junho

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Com uma proposta revivalista, os The Joe’s regressam, na próxima Quarta-Feira, 30 de Maio, ao Casino Lisboa. A banda sobe ao palco multiusos do Arena Lounge para recriar êxitos de grandes estrelas do panorama da música internacional. Com entrada livre, a não perder, até Sábado, 2 de Junho.

 

Os visitantes do Casino Lisboa poderão reviver os ícones que marcaram as décadas de 50 a 70. De Elvis Presley a The Beatles, passando por Roy Orbinson, The Platters, The Doors, Simone & Garfunkel, Rolling Stones ou James Brown.

 

Os The Joe’s integram diferentes gerações, unindo-as no prazer da música e da dança. A banda reúne, em palco, um experiente elenco de músicos. Marco Pereira (voz, trombone e trompete), José Nuno Gonçalves (guitarra),  João Pedro Gonçalves (baixo) e André Pedro Dias (bateria) conciliam os concertos com a actividade de professores de música e apresentações em outras formações musicais, onde potenciam a sua paixão.

 

 

Ciclo de música ao vivo com os The Joe’s

Quarta-Feira, dia 30 de Maio: 22h00 às 22h50 e das 23h10 às 00h00

Quinta-Feira, dia 31 de Maio: 22h00 às 22h50 e das 23h10 às 00h00

Sexta-Feira, dia 1 de Junho: 20h30 às 21h20 e das 23h30 às 00h20

Sábado, dia 2 de Junho: 20h30 às 21h20 e das 23h30 às 00h20

 

 

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

Exposição "wave-particle hyperlightness" de Margarida Sardinha

 

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INAUGURAÇÃO >  7 junho, 19h
EXPOSIÇÃO >  8 - 29 junho
segunda - sexta  I  12h - 19h 

No próximo dia 7 de junho, às 19 horas, inaugura a exposição Wave-Particle Hyperlightness, de Margarida Sardinha, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
A exposição é composta por seis obras cinéticas em caixas de luz e um filme digital, onde também o cinetismo de movimento ilusório é concebido como a dualidade onda-crepúsculo ou matéria-energia. A analogia cinética de ilusão de movimento entre objeto e observador em cada obra da artista é, nesta exposição, associada ao paradoxo central de mecânica quântica, que concebe todas as partículas atómicas e sub-atómicas com propriedades de ondas e de crepúsculo em simultâneo, estudadas, contudo, sob o conceito de complementaridade.
A referida dualidade surge no debate sobre a natureza da luz e da matéria entre Huygens e Newton no século XVII, sendo entendida em Wave-Particle HyperLightness como a contraparte da dualidade espiritual entre corpo e alma, cujo ponto de união será o simbolismo alquímico e a geometria sagrada, utilizada como base no filme digital HyperLightness ad absurdum descodificando símbolos de fé ocidentais e orientais.
O filme HyperLightness ad absurdum, realizado em 2011, que vai ser mostrado pela primeira vez em Portugal como fundamento desta exposição, foi em 2012 seleção oficial de 26 festivais de cinema, um pouco em todo o mundo, valendo-lhe o prémio de Melhor Filme Experimental nos seguintes festivais: Hollywood Reel Independent Film Festival, USA; Creative Arts Film Festival, USA; Great Lakes Film Festival, Erie, USA; Bridge Fest, Vancouver, Canada. Recebeu também o prémio Best Religious & Spiritual Film, no Directors Circle Short Film Festival, USA. Contou ainda com uma Menção Honrosa no 23rd  New Orleans Film Festival, USA e com o Prémio de Mérito no Lucerne International Film Festival, Switzerland.
 
MARGARIDA SARDINHA (Lisboa,1978) é artista e realizadora de filmes experimentais. Durante dez anos estudou e trabalhou em Londres, onde frequentou o curso Fine Art Combined Media, na Central Saint Martins e no Chelsea College of Arts. A sua prática cross-media abrange instalação site-specific, filme experimental e animação, performance, texto, som, fotografia digital, que são por definição trabalhos abstractos e conceptuais geométrico-cinéticos.
O seu principal interesse é a produção de ilusões de óptica sobre o espiritual na arte, utilizando conceitos paralelos dentro da literatura, filosofia, religião comparativa, ciência ou cinema. Procura, através destas percepções, estágios de consciência espirituais/psicológicos e relaciona-os com ciclos de crescimento individual ou universal. A artista re-acessa a desconstrução de dogmas de uma perspetiva geométrica-arquetípica, em que a relação entre a imutabilidade e a mutabilidade é constantemente desafiada e revista através de simetria dinâmica.
Geometria arquetípica, simetria dinâmica, simbologia e cor são a base deste trabalho e são explorados num processo semiótico transmutativo de construção, fotografia e animação destes ‘sinais’, que são entendidos enquanto formas impressas/inatas de consciência que nos permitem ver, ouvir e falar de forma estética, lógica, espiritual e política.
http://www.margaridasardinha.com

 

 

MARGARIDA SARDINHA
WAVE-PARTICLE HYPERLIGHTNESS

INAUGURAÇÃO >  7 junho, 19h
EXPOSIÇÃO >  8 - 29 junho
segunda - sexta  I  12h - 19h 

No próximo dia 7 de junho, às 19 horas, inaugura a exposição Wave-Particle Hyperlightness, de Margarida Sardinha, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
A exposição é composta por seis obras cinéticas em caixas de luz e um filme digital, onde também o cinetismo de movimento ilusório é concebido como a dualidade onda-crepúsculo ou matéria-energia. A analogia cinética de ilusão de movimento entre objeto e observador em cada obra da artista é, nesta exposição, associada ao paradoxo central de mecânica quântica, que concebe todas as partículas atómicas e sub-atómicas com propriedades de ondas e de crepúsculo em simultâneo, estudadas, contudo, sob o conceito de complementaridade.
A referida dualidade surge no debate sobre a natureza da luz e da matéria entre Huygens e Newton no século XVII, sendo entendida em Wave-Particle HyperLightness como a contraparte da dualidade espiritual entre corpo e alma, cujo ponto de união será o simbolismo alquímico e a geometria sagrada, utilizada como base no filme digital HyperLightness ad absurdum descodificando símbolos de fé ocidentais e orientais.
O filme HyperLightness ad absurdum, realizado em 2011, que vai ser mostrado pela primeira vez em Portugal como fundamento desta exposição, foi em 2012 seleção oficial de 26 festivais de cinema, um pouco em todo o mundo, valendo-lhe o prémio de Melhor Filme Experimental nos seguintes festivais: Hollywood Reel Independent Film Festival, USA; Creative Arts Film Festival, USA; Great Lakes Film Festival, Erie, USA; Bridge Fest, Vancouver, Canada. Recebeu também o prémio Best Religious & Spiritual Film, no Directors Circle Short Film Festival, USA. Contou ainda com uma Menção Honrosa no 23rd  New Orleans Film Festival, USA e com o Prémio de Mérito no Lucerne International Film Festival, Switzerland.
 
MARGARIDA SARDINHA (Lisboa,1978) é artista e realizadora de filmes experimentais. Durante dez anos estudou e trabalhou em Londres, onde frequentou o curso Fine Art Combined Media, na Central Saint Martins e no Chelsea College of Arts. A sua prática cross-media abrange instalação site-specific, filme experimental e animação, performance, texto, som, fotografia digital, que são por definição trabalhos abstractos e conceptuais geométrico-cinéticos.
O seu principal interesse é a produção de ilusões de óptica sobre o espiritual na arte, utilizando conceitos paralelos dentro da literatura, filosofia, religião comparativa, ciência ou cinema. Procura, através destas percepções, estágios de consciência espirituais/psicológicos e relaciona-os com ciclos de crescimento individual ou universal. A artista re-acessa a desconstrução de dogmas de uma perspetiva geométrica-arquetípica, em que a relação entre a imutabilidade e a mutabilidade é constantemente desafiada e revista através de simetria dinâmica.
Geometria arquetípica, simetria dinâmica, simbologia e cor são a base deste trabalho e são explorados num processo semiótico transmutativo de construção, fotografia e animação destes ‘sinais’, que são entendidos enquanto formas impressas/inatas de consciência que nos permitem ver, ouvir e falar de forma estética, lógica, espiritual e política.
http://www.margaridasardinha.com
 
A exposição, com produção da Ocupart, vai estar patente no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, na Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, em Lisboa, de 8 a 29 de junho, de segunda a sexta- feira, das 12 às 19 horas, ou noutro horário mediante marcação prévia para geral@ocupart.pt.

Exposição Flor de Abril na Biblioteca Municipal do Barreiro

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A exposição “Flor de Abril” encontra-se patente ao público até 2 de junho, na Biblioteca Municipal do Barreiro.

 

A mostra é baseada no livro “A Flor de Abril – Uma História da Revolução dos Cravos”, de Pedro Olavo Simões, com ilustrações de Abigail Ascenso.

 

Em "A Flor de Abril", o autor “conta aos mais novos os acontecimentos do 25 de Abril, usando uma linguagem simples e expressiva. Um pai explica ao filho como um cravo vermelho no cano de uma espingarda se fez símbolo da alvorada de um novo Portugal”.

 

 

 CMB

Histórias Vivas na Biblioteca | Grãozinho de Areia | 2 de junho | 11h00 | Sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro

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No próximo sábado, 2 de junho, pelas 11h00, terão lugar as “Histórias Vivas na Biblioteca” dedicadas ao livro “Grãozinho de Areia”, de Joana Maurício e Cristina Arvana, na Sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro.  A criação e interpretação é da Arteviva – Companhia de Teatro do Barreiro. 

 

Sinopse

“E se uma garrafa abandonada se transformasse numa prova de amizade? Amoroso e Grãozinho são os protagonistas desta aventura com sabor a mar”.

 

Público-Alvo: Famílias com crianças dos 3 aos 8 anos

Duração: Cerca de 60 min

Entrada livre sujeita à lotação da sala

 

Informações 21 206 86 59

Horário: 2ª feira – 9h30 - 12h30 e das 14h00 - 17h45

De 3ª feira a 6ª feira – 9h30 - 19h45

Sábado – 9h30 - 12h30 e das 14h00 - 17h45

 

CMB

O Dia da Criança chega mais cedo à FNAC

Programação Dia Mundial da Criança – De 26 de maio a 3 de junho 

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O Dia da Criança comemora-se a 1 de junho mas, como as crianças são o melhor do mundo, a FNAC antecipa a festa! A partir do dia 26 de maio, os Fóruns FNAC de todo o país estarão recheados de eventos e atividades que irão fazer as delícias dos mais novos!

 

Os futuros chefs vão ter a oportunidade de experienciar um animado e apetitoso showcooking desenvolvido pela Mattel e a Philips, no dia 31 de maio na FNAC Vasco da Gama, pelas 16h, e na FNAC Gaia, às 14h. No dia seguinte, dia 1 de junho, o showcooking acontecerá também, a partir das 15h, na FNAC Colombo.

 

Os mini fanáticos da ciência e da tecnologia, poderão divertir-se enquanto aprendem com o “Workshop Ciência e Tecnologia”, dado pela Science4You. O workshop está agendado para o dia 31 de maio nas FNAC: NorteShopping e Vasco da Gama às 11h30, e, ainda, na FNAC Colombo no dia 1 de junho pelas 18h30.

 

Os eventos prolongam-se durante seis dias com Leituras, Workshops e Aulas de Música para o gosto de todas as crianças. Consulte, abaixo, a programação completa do Dia da Criança: 

 

Dia 26 de maio 

Concerto para bebés, “A Árvore dos Sonhos” - FNAC Oeiras às 11h; 

Hora do Conto - FNAC Colombo, às 11h30;

“Once Upon a Time in FNAC”, por British Council – FNAC Mar Shopping, às 15h30. 

 

Dia 27 de maio

Hora do Conto - FNAC Almada, FNAC Évora, FNAC Oeiras, às 11h; 

Hora do Conto - FNAC Alfragide e FNAC Cascais, às 11h30; 

“Trompa e a Disney”, por Mickael Faustino – FNAC Leiria, às 11h;

“Piratinha dos Sons”, História Encenada – FNAC Braga, às 11h30; 

“Uma Trapalha de Histórias”, por Nina, Narradora de Histórias – FNAC NorteShopping, às 11h30.

 

Dia 31 de maio

“Workshop Ciência e Tecnologia”, por Science4You – FNAC NorteShopping e FNAC Vasco da Gama, às 11h30; 

“Showcooking Dia Mundial da Criança”, por Mattel e Philips – FNAC Gaia Shopping, às 14h; 

“Showcooking Dia Mundial da Criança”, por Mattel e Philips – FNAC Vasco da Gama, às 16h; 

“Workshop Smart Kids”, por Amberscience – FNAC NorteShopping, às 16h

“Aula de Guitarra”, por Turma do Violão – FNAC Faro, às 18h.

 

Dia 1 de junho

Hora do Conto - FNAC Évora, às 11h; 

“Showcooking Dia Mundial da Criança”, por Mattel e Philips – FNAC Colombo, às 15h;

“Workshop Ciência e Tecnologia”, por Science4You – FNAC Colombo, às 18h30;

“Workshop Lego”, por Ivan Pacheco – FNAC Leiria, às 18h30;

“Caixa Pam”, workshop por ZunZum Associação Cultural – FNAC Viseu, às 19h. 

 

Dia 2 de junho

“Escola de Artes SAMP”, por Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP) – FNAC Leiria, às 11h; 

Hora do Conto - FNAC Cascais, às 11h30;

“Cuscas na Torre de Belém”, livro de Paulo Santos – FNAC Coimbra, às 11h30; 

“Vem Brincar com a Majora” – FNAC Cascais, às 15h. 

 

Dia 3 de junho

Hora do Conto - FNAC Évora e FNAC Oeiras às 11h; 

Hora do Conto - FNAC Cascais e FNAC Colombo às 11h30;

“Peixes de Todas as Cores”, oficina de expressão plástica por Pós de Prilimpimpim - FNAC Coimbra, às 11h30; 

“Música para Bebés”, por Mundo Infantil - FNAC NorteShopping, 11h30; 

“Workshop de Origami”, por Carlos Silva – FNAC Viseu, às 11h30; 

“Pinturas faciais”, por Alexandra Pires, blogue Boneca Carlota – FNAC Almada, às 15h. 

 

 

As Festas de Lisboa estão a chegar

 

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Está quase a chegar o mês de junho e com ele as Festas de Lisboa, com música, cinema, exposições e muitas atividades culturais gratuitas, em vários locais da cidade, para todos os gostos e idades.

As Festas arrancam no dia Mundial da Criança, 1 de junho, com a abertura de um novo teatro na cidade, dedicado aos mais novos. O LU.CA - Teatro Luís de Camões - na Ajuda, irá ao longo do mês apresentar vários espetáculos gratuitos e possibilitar visitas a este novo espaço cultural de Lisboa.

No dia 2, a Orquestra Geração – projeto de inclusão social que forma jovens músicos de comunidades desfavorecidas – sobe ao palco com a Orquestra Gulbenkian no Terreiro do Paço, com um programa musical para toda a família que inclui o repertório de filmes como a Guerra das Estrelas.

A acompanhar os arraiais e os casamentos, retomamos a recuperação dos Tronos de Santo António com o Museu de Lisboa e apresentamos as Marchas Populares que este ano são inspiradas por Vasco Santana, no ano em que se assinalam os 120 anos do seu nascimento e 60 do seu desaparecimento. Vasco é Saudade é o tema vencedor da Grande Marcha, que será interpretado por todas as Marchas Populares na noite de Santo António.

Esta edição das Festas não poderia passar ao lado dos 20 anos da Expo ’98, um momento de viragem na vida cultural da cidade. Através de um espetáculo multimédia e o regresso dos Olharapos, na Pala do Pavilhão de Portugal, vamos recordar a Expo ’98. Nas ruas do Parque das Nações será também possível ver a exposição Você Não Está Aqui, que reúne cerca de 70 fotografias de Bruno Portela que relembram como era a zona antes da intervenção urbana da Expo.

A diversidade cultural da cidade estará presente com o Festival Lisboa Mistura e a Festa da Diversidade, na Ribeira das Naus, e no Castelo será possível assistir a concertos de nomes tão emblemáticos do fado como Carminho, Camané e Carlos do Carmo.
 
Com as ilustrações de Lisboa de Rui Sousa em pano de fundo nesta edição das Festas de Lisboa, vamos conhecer as cinco sardinhas vencedoras de 2018, eleitas pelo júri, e também as cinco menções honrosas escolhidas pelo público. A partir do dia 1 de junho e durante todo o mês, vai poder ver de perto, as vencedoras e muitas outras dezenas, na exposição Salvem a Sardinha que terá lugar na Galeria Millenium bcp, na Baixa.
 
As Festas despedem-se com Gilberto Gil no Jardim da Torre de Belém, no dia 30. Refavela 40 traz-nos um concerto de entrada livre que promete contagiar com os sons quentes do reggae, samba e funk americano.

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