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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Joana Gama e VictorHugo Pontes apresentam "Nocturno" para a comunidade escolar no Cine-Teatro Louletano

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Hoje e amanhã, 26 e 27 de fevereiro, o Cine-Teatro Louletano promove a apresentação de quatro sessões de “Nocturno”, em estreia a sul do País, dirigidas às escolas de primeiro ciclo do concelho.

Em "Nocturno", a pianista Joana Gama e o coreógrafo Victor Hugo Pontes surgem em palco acompanhados pelo ator e bailarino João Santiago, numa encenação de música e dança que dá corpo a alguns dos medos da infância, tendo como referência o escuro e a noite, com sugestão de ambientes que remetem para a cidade e para o campo.

Na imaginação das crianças, a noite é talvez o primeiro dos grandes mistérios. As sombras, o escuro, o silêncio, os barulhos da rua e os movimentos na casa propiciam pensamentos fantasiosos, muitos medos, algum fascínio. Alicerçado num trabalho com escolas em diversas fases da criação, “Nocturno” inspira-se em muitas noites possíveis – na aldeia e na cidade, ao relento ou em abrigos improváveis. Diferentes sons e experiências, com ou sem estrelas, mas sempre sob o mesmo céu escuro.

Aranhas, trovoadas, sombras, roupa ou brinquedos que ganham vida, sons e silêncios que se ampliam, são convocados para este espetáculo, debaixo de um gigante lençol estrelado e com música original de João Godinho.

Direcionado para crianças a partir dos seis anos, o espetáculo muitas vezes sugere mais do que aquilo que mostra, estimulando a curiosidade do espetador. O processo criativo dos autores para este espetáculo incluiu visitas a escolas para falar com crianças sobre medos.

"Fomos às escolas falar com os especialistas dos medos, pedimos para nos revelarem quais eram os seus medos e receios sobre o que acontecia durante a noite. Algumas das imagens que aparecem no espetáculo aparecem porque são referências que nos foram dando", referiu o coreógrafo Victor Hugo Pontes.

O espetáculo tem uma duração prevista de 45 minutos e é de entrada gratuita.

Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano), existindo também a possibilidade de compra de ingressos nos locais aderentes ou on-line através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

CML/GAP /RP

Uma Quinzena de Comidas d'Azeite para saborear em Marvão

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Com o objetivo de homenagear os produtores de azeite locais e, sobretudo, dinamizar a economia local, aliando o turismo à gastronomia, o Município de Marvão promove, de 2 a 17 de março, em 15 restaurantes do concelho, a Quinzena Gastronómica do Azeite.

 

Numa altura em que os lagares da região terminam a sua campanha, os restaurantes marvanenses dão o papel principal a um dos produtos endógenos da região, apresentando uma ementa à base do azeite. Nesta edição, pela primeira vez, todos os restaurantes vão apresentar um prato único e original, especialmente concebido para as Comidas d’Azeite.

 

Nas ementas dos restaurantes aderentes poderá encontrar pratos tão diversos como açorda de ovas feita com azeite de azeitona galega e sável frito, lombo de bacalhau em azeite de Marvão e alho, miolo de camarão e espargos selvagens, couvada de polvo com azeite cru à portuguesa, arroz de línguas de bacalhau com azeite de azeitona galega, entre muitos outros.

 

Ao longo desta quinzena há ainda tempo para celebrar dois momentos especiais, na aldeia de Porto da Espada. A Rota do Contrabando do Azeite, a 10 de março, e o tradicional almoço convívio, no dia 17 de março, marcam também a 14ª edição das Comidas d’Azeite.

 

Servido no recinto das festas, pela Associação Cultural, Desportiva e Recreativa “Portus Gladii”, e com animação do grupo de música popular portuguesa “Quintarolas”, este almoço encerra uma Quinzena Gastronómica inteiramente dedicada aos comeres do Lagar.

 

Da ementa fazem parte, a tradicional prova dos azeites produzidos no concelho, a azeitona galega temperada com azeite, o queijo fresco com azeite e orégãos, as couves com bacalhau do Lagar, as migas de pão com carne de porco frita em azeite, a laranja com mel, azeite e canela, ou a tiborna.

Músico Marco Martins é convidado do Cine-Teatro Louletano na rubrica "Sabores da Cultura"

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A 28 de fevereiro, próxima quinta-feira, pelas 21h00, celebra-se no palco do Cine-Teatro os prazeres do espírito e do corpo, com uma tertúlia intimista e descontraída (a que não falta a dimensão gastronómica) em que o músico Marco Martins é desafiado a revisitar as múltiplas facetas do seu percurso profissional, numa boa conversa com convidados especiais, momentos de música ao vivo, projeção de imagens e muitas histórias e curiosidades no âmbito da rubrica.

Baixista e compositor, Marco Martins regressa ao Algarve em finais de 2017 após uma estadia de cinco anos em Paris, viagem que deu origem ao grupo Marco Martins Quintet e ao seu primeiro disco de originais intitulado Roadbook. O convidado reside atualmente no Concelho de Loulé, cofundou a associação Mákina de Cena e lidera o grupo Marco Martins Quartet e o projeto “The West Sessions”.

A nível académico, frequenta o mestrado em Jazz Performance da Escola Superior de Música de Lisboa. É licenciado em Interpretação Jazz – Baixo Elétrico pela Universidade de Évora e conta igualmente com um curso profissional de Gestão e Produção de Espetáculos ministrado pelo Fórum Dança.

Ao longo da sua carreira fundou e integrou vários projetos musicais, como Marco Martins Project, Flajazzados e Viviane, entre outros, bem como formatos interdisciplinares, casos de “Ardente”, produzido pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, “Paris Praia do Hawai” de Madalena Victorino e Gonçalo Amorim, e “Público x Lorca” de Matilde Javier Ciria, apoiado pela Iberescena.

Tem atuado em diversos clubes, auditórios e festivais de jazz e world music de renome, destacando-se ainda a sua atividade docente em Faro, Tavira e Paris. Atualmente leciona Baixo Elétrico no Conservatório d’Artes de São Brás de Alportel.

O encontro tem uma duração aproximada de 120 minutos e dirige-se a maiores de 6 anos, sendo que a entrada é gratuita.

Para mais informações os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano).

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

 

CML/GAP /RP

Multidisciplinaridade ● Fevereiro na Rua das Gaivotas 6

TEATRO
NINA, NINA
ColectivoRetorno

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7-9 fevereiro | quinta-sábado | 21h30
10 fevereiro | domingo | 19h30
7,50€ | 5€ [desconto] | 60min



"Nina, Nina" resulta num pequeno retrato ficcional de Nina, personagem fulcral na obra “A Gaivota” de Anton Tchékhov, que tenta dialogar com o nosso tempo. Por outro lado, há uma Nina ficcional do nosso tempo que tenta dialogar com o tempo da Nina da obra. 
 
 
ARTES VISUAIS
RED SEES
Exposição de Francisca Sousa

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inauguração 7 fevereiro | quinta | 18h
8-10 fevereiro | sexta-domingo | 14h-20h
entrada gratuita


"Red Sees" é um ensaio sobre o Vermelho, um projeto que fala sobre o domínio dos corpos e sobre demonstrações de poder, invertendo os papéis que ainda nos são incutidos em sociedade. Este projeto expositivo reúne trabalhos que vão da pintura, à ilustração e à produção de objetos que nos falam sobre violências escondidas, problemas de género e que defendem um debate aberto sobre a importância do sexo.​​​​​​​
 
 
WORKSHOP
A (IN)VISIVILIDADE
DA POPULAÇÃO LGBTI
Acesso Cultura

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18 fevereiro | segunda | 9h30-17h
30€ | 25€ [estudantes / desempregados]
20€ [associados Acesso Cultura]


Esta acção de sensibilização vem no seguimento da nossa conferência “E este património? A presença LGBTQI+ no Ano Europeu do Património Cultural” (2018). Procuraremos conhecer melhor as especificidades da discriminação contra pessoas lésbicas, gay, bissexuais, trans e intersexo e a forma como a discriminação, muitas vezes de forma subtil, afecta a visibilidade das experiências e realidade da população LGBTI. 
 
 
TEATRO
TRISTANA:
O NOME QUE NUNCA TIVE
Bárbara Bruno

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20-24 fevereiro | quarta-domingo | 21h30
7,50€ | 5€ [desconto]  | 50min | M/12



​​​Este espectáculo surge num ambiente de discoteca dos anos 80, a partir do universo literário e biográfico de Susan Sontang e Patty Smith. Poderia dizer que estes dois universos se cruzam com os meus próprios dados biográficos, eu que sou Tristana, o nome que a minha mãe me teria dado, não fosse ter escolhido aquele que hoje me designa.
 
 
DANÇA 
SLOWSTEPPER
Hygin Delimat

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28 fevereiro - 2 março | quinta-sábado | 21h30
10€ | 50min


No Limite Da Sobrevivência. Na necessidade essencial de Sobrevivência, não somos diferentes de outras espécies. No entanto, o que é que somente nós humanos precisamos para sobreviver? A Sobrevivência é visível em dualidades físicas: fraca-forte, virtuosa-vulnerável … Por um lado, há corpo na borda, corpo em crise, corpo de um sobrevivente de acidente de avião, corpo drenado de água e energia. 
 
 
LANÇAMENTO DE JORNAL
COREIA
com uma leitura-demonstração
de Ana Rita Teodoro

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24 fevereiro | domingo | 18h
entrada livre


"Coreia" é um novo projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança. Independente, experimental e internacionalista, o jornal, de tiragem semestral e distribuição gratuita, está focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, e preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. 
 
 

Palmela presente na cerimónia Prémio Árvore Portuguesa do Ano 2019

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O Município de Palmela marcou presença na cerimónia de entrega do Prémio Árvore Portuguesa do Ano 2019 que se realizou no passado dia 12 de fevereiro, em Mértola, junto à árvore vencedora, a Azinheira Secular do Monte Barbeiro. Selecionada entre dez candidatas, a Azinheira Secular foi a árvore eleita para suceder ao nosso Sobreiro Assobiador, para representar Portugal no concurso europeu Tree of the Year 2019.

 

A Câmara Municipal de Palmela esteve representada no evento pelo Eng.º Daniel Rodrigues, técnico do Departamento de Ambiente e Gestão Operacional do Território, que durante a cerimónia foi convidado a partilhar a experiência  do Município de Palmela no concurso Árvore Europeia do Ano 2018.

 

Durante o mês de fevereiro, através do site https://www.treeoftheyear.org/home , o público poderá conhecer quais as árvores europeias e concurso e votar na sua preferida.

A recordar que o Concelho de Palmela ficou inscrito na história desta iniciativa com a eleição do Sobreiro Assobiador como Árvore Europeia do Ano 2018, património que pode ser apreciado na aldeia Águas de Moura, em Marateca.

 

Com mais de duzentos anos, o Assobiador está classificado como Árvore de Interesse Público e ficou conhecido por ser o Sobreiro mais produtivo do mundo. Descortiçado mais de 20 vezes desde 1820, a extração de cortiça realizada em 1991 obteve 1.200 kg, produzindo cortiça suficiente para o fabrico de mais de cem mil rolhas.

 

Com vista a valorizar este exemplar, a Câmara Municipal de Palmela investiu na reabilitação paisagística da área envolvente com a criação de uma zona de contemplação e interpretação do Sobreiro de Águas de Moura.

 

O Município de Palmela  regozija-se com a representação  do nosso património natural e do pais, no referido concurso, pela Azinheira Secular do Monte Barbeiro, esperando que a votação face jus à sua singularidade e relevância.

 

Mais duas bandas apuradas para a final do Warm Up "Março a Partir"

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Chá do Chile e Paper Hearts

 

Mais duas bandas apuradas para a final do Warm Up “Março a Partir”

 

 

A 2.ª eliminatória do 4.º Concurso de Bandas Amadoras de Palmela - Warm Up “Março a Partir” decorreu no dia 23 de fevereiro, sábado, na Sociedade Recreativa e Cultural do Povo do Bairro Alentejano, na freguesia de Quinta do Anjo e teve como banda convidada os Claraboia, vencedores da edição de 2018.

 

Os Chá do Chile (Setúbal) e os Paper Hearts (Águas de Moura) foram as bandas apuradas nesta 2.ª eliminatória e que irão juntar-se aosBrazil Dub (Quinta do Anjo) e Midcake (Pinhal Novo) na final do concurso, disputada no dia 16 de março, às 22h00, na Sociedade Filarmónica Humanitária, em Palmela.

 

O Concurso de Bandas Amadoras de Palmela, promovido pela Câmara Municipal de Palmela com associações juvenis, grupos informais de jovens e entidades que trabalham com a população juvenil, integra a 24.ª edição do “Março a Partir” - Mês da Juventude.

 

 

 

Final | 16 de março

 

- Brazil Dub (Quinta do Anjo)

- Midcake (Pinhal Novo)

- Chá do Chile (Setúbal)

- Paper Hearts (Águas de Moura)

 

 

 

 

Transmissão completa da 2.ª Eliminatória em:

https://www.facebook.com/cataventopalmela/videos/2002118260092080/

 

Mascote do Mercadito Caramelo já é conhecida

 

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O espantalho elaborado pelo Infantário Cantinho dos Sonhos foi o vencedor do Concurso da Mascote para o Mercadito Caramelo, que decorreu ao longo da semana passada, no Mercado Municipal de Pinhal Novo, e será a imagem do espaço infantil do Mercado Caramelo já na edição deste ano (10, 11 e 12 de maio, em Pinhal Novo). Os autores do espantalho vencedor são ainda premiados com uma visita guiada ao Museu Agrícola da Atalaia.

O Concurso foi organizado pela Confraria da Sopa Caramela e pela Junta de Freguesia de Pinhal Novo, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Ao longo da última semana, os espantalhos em exposição, elaborados pela comunidade educativa (público e privado), na sequência do desafio lançado pela cerca de uma dezena de parceiros (IPSS, colégios e associações de pais) que dinamizam o Mercadito Caramelo, atraíram muitas/os visitantes e receberam mais de 1.200 votos. A revelação do trabalho vencedor e entrega dos prémios decorreu no domingo, dia 24.

 

 

Festival Walk&Talk completa nove edições com novo pavilhão e múltiplos circuitos de arte

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Em 2019, o Walk&Talk volta a ter “casa nova” no Largo de São João, em Ponta Delgada, onde será construído um pavilhão temporário assinado pelo coletivo Artworks & GA Studio e com um projeto inspirado, no seu conceito e forma, pelo tradicional capote açoriano. O pavilhão Walk&Talk acolhe o público e abre-se à cidade como o principal palco, ponto de encontro e convívio do festival. O novo projeto foi selecionado no âmbito da primeira edição de um concurso internacional de arquitetura, que envolveu vinte ateliers convidados e, além dos vencedores, teve como finalistas o atelier BUREAU e PMPG - Pedro Mosca & Pedro Gonçalves, Arquitetos, Lda.. O concurso foi promovido pela Anda&Fala, Associação Cultural responsável pelo Walk&Talk, e o júri constituído pelos Mezzo Atelier, dupla de arquitetos que criou o primeiro pavilhão do festival em 2018, a Direção Regional das Obras Públicas e Comunicações (DROPC)/Governo dos Açores e a Trienal de Lisboa.

 

CIRCUITO DE ARTE: UMA EXPEDIÇÃO MOTIVADA PELA EMPATIA

Com curadoria dos The Decorators, um coletivo multidisciplinar sediado em Londres e constituído por Carolina Caicedo, Mariana Pestana, Suzanne O’Connell e Xavi Llarch Font, em 2019 o Circuito de Arte recupera a ideia de expedição. Porém, ao contrário das expedições realizadas às ilhas no século XIX, por mentes racionalistas em sintonia com o espírito do Iluminismo, a expedição ao Walk&Talk será realizada por artistas motivados por fenómenos imensuráveis, irracionais e ininteligíveis. A proposta curatorial toma uma abordagem empática, incentiva a “fundir em vez de medir, personificar em vez de classificar, viver e não explicar”. Os sete novos projetos que serão criados em vários locais de São Miguel vão procurar “incorporar a ilha e produzir experiências no terreno, em colaboração com as comunidades e as paisagens, paralelamente, pretendem repensar a nossa relação atual com a natureza e ensaiar abordagens alternativas”.

 

CIRCUITO DE EXPOSIÇÕES: UNTITLED PARA EXPLORAR IDENTIDADE(S)

Sete projetos individuais inéditos apresentados em simultâneo, em cinco locais da cidade de Ponta Delgada, pelos artistas Andreia Santana, Gonçalo Preto, Maria Trabulo, Rita GT, Mónica de Miranda, Miguel C. Tavares & José Alberto Gomes e Diana Vidrascu. Os projetos mapeiam o Circuito de Exposições Walk&Talk, que pela primeira vez será organizado em torno de uma proposta curatorial a cargo do curador Sérgio Fazenda Rodrigues. O circuito Untitled explora a ideia de “identidade”, na sua relação com questões de género, história, paisagem, arquitetura, arqueologia e outros campos das ciências, para refletir a ação do coletivo na construção do “lugar” geográfico, ao mesmo tempo lugar social, cultural e emocional, síntese e contentor de identidades autónomas. Resulta de residências realizadas pelos artistas e o curador nos Açores, entre 2017 e 2019, e vai expandir-se por espaços públicos, privados, museológicos e devolutos, fazendo emergir a criação artística contemporânea da malha urbana, diversificada, por vezes tensa e assimétrica, da própria cidade. Em paralelo, no dia 4 de julho, o artista Olivier Notellet inaugura a individual que assinala a pré-abertura do festival, como habitual, na Galeria Fonseca Macedo. No sábado, dia 6 de julho abre portas na MIOLO - Livraria, Galeria, Editora, a exposição coletiva com curadoria do estúdio de design Ilhas, fundado por Catarina Vasconcelos e Margarida Rêgo.

 

ARTISTAS EM RESIDÊNCIA

Durante o festival iniciam novas residências no Walk&Talk, na área das artes visuais, os artistas Abbas Akavan, Daniel Bracken, Nadia Belerique e Madalena Correia, vencedora Jovens Criadores Açorianos 2018. Continuam em residência as artistas Luísa Salvador e Polliana Dalla Barba, e a dupla Sofia Caetano & Elliot Sheedy prossegue a produção da longa-metragem The Happiest Man. Na área da música, Michelle Blades e Rodrigo Araújo (Vaiapraia) vão compor nos Açores um novo álbum de inéditos que será editado pela Midnight Special Records, apresentar uma performance ao vivo e, em colaboração com o realizador Tomás Paula Marques, produzir um documentário sobre o processo artístico. A este grupo de artistas vão ainda juntar-se os vencedores dos Open Call 2019 e os convidados pelo curador Miguel Flor para a sexta edição da RARA - Residência de Artesanato da Região dos Açores, onde designers de todo o mundo e artesãos locais cruzam técnicas, matérias-primas, “saber fazer” e afetos para a criação de novos objectos. 

 

ESPETÁCULOS EM ITINERÂNCIA

At the Still Point of The Turning World de Joana Gama e Luís Fernandes, com direção e orquestração de José Alberto Gomes, vídeo de Miguel C. Tavares e a participação especial dos alunos do Conservatório Regional de Ponta Delgada, é o espetáculo que abre o programa Walk&Talk no palco do Teatro Micaelense. Na principal sala de espetáculos da região, destaca-se também a apresentação de Lento e Largo, a nova criação da dupla Jonas & Lander que teve estreia absoluta no Festival GUIdance 2019, em Guimarães, e é co-produzida pela Rede 5 Sentidos. Noutras salas e espaços não convencionais da ilha, serão apresentadas as performances Silent Disco de Alfredo Martins e Marco da Silva Ferreira e Burning Pricks de António Branco & Riccardo T., dois trabalhos que partilham o desejo de anular barreiras entre os seus intérpretes e o público ou até fundir as ações de ambos.

 

A maioria das atividades do programa do Festival Walk&Talk são de acesso livre, com excepção das exposições, espetáculos e concertos acolhidos em museus, salas e outros espaços parceiros, geridos de forma independente e com regras de admissão próprias.

 

EM AGENDA:

15 DE MARÇO_Abertura Open Calls W&T 2019: Reabrem no dia 15 de março as três chamadas destinadas a envolver no Walk&Talk jovens artistas açorianos ou sedeados na região - Jovens Criadores Açorianos, artistas de qualquer origem geográfica ou disciplinar que desejem desenvolver projetos em residência nos Açores - Open Call for Artists, e jornalistas culturais ou críticos de arte que queiram acompanhar o festival - Open Call for Journalists. As pessoas interessadas poderão consultar os regulamentos e candidatar-se através da página e redes sociais do Walk&Talk.

 

 

SOBRE O WALK&TALK – ANDA&FALA:

 

Walk&Talk designa o Festival de Artes dos Açores, que acontece todos os anos em julho, e o programa anual de residências que se mantém em funcionamento ao longo de todo o ano. De carácter experimental e participativo, o Walk&Talk motiva a criação de objetos inéditos em diálogo com o território e as especificidades socioculturais da região dos Açores. O projeto atua no envolvimento de comunidades locais e migrantes em torno do conhecimento gerado no campo alargado das artes, intersetando arte, dança, performance, teatro, arquitetura, design, cinema e música.

O Festival Walk&Talk realiza-se em São Miguel desde 2011, em 2016 alargou a sua dinâmica à ilha Terceira e ao longo de nove edições já acolheu mais de duas centenas de artistas de múltiplas origens geográficas e disciplinares. O Festival tem dado forma a um Circuito de Arte formado por mais de 70 intervenções, de carácter mais ou menos efémero, mapeadas e visitáveis em espaços públicos, urbanos e rurais, nas duas ilhas do arquipélago. O programa do festival integra também um Circuito de Exposições com projetos resultantes, na sua maioria, de residências artísticas, a apresentação de espetáculos, concertos, performances, conversas, eventos paralelos em vários espaços culturais da região e iniciativas que promovem a produção e partilha de conhecimento.

 

A Anda&Fala é uma organização cultural sem fins lucrativos, responsável pelo Walk&Talk e pelos projetos seminário Periférica - Brainstorming Culture and Geographies, RARA - Residência de Artesanato da Região dos Açores e PARES – Programa de Apoio à Atividade Artística nos Açores.

A associação promove novas centralidades para a criação contemporânea nos âmbitos das artes visuais e artes performativas, ativa a circulação do conhecimento, de artistas e projetos, e operando a partir do arquipélago dos Açores ambiciona envolver comunidades de todo o mundo. A Anda&Fala desenvolve contextos favoráveis à cocriação, coproduz com artistas e agentes e trabalha em rede com estruturas parceiras. A Anda&Fala foi fundada em 2011 e está sediada em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel. Desde 2016 é declarada de Utilidade Pública pelo Governo dos Açores e no biénio 2018/19 as suas atividades e projetos são apoiados pelo Ministério da Cultura / DGARTES. A associação é um dos nove parceiros do programa Centriphery, vencedor do Creative Europe 2019-2021 da Comissão Europeia e o Festival Walk&Talk é membro da EFFE – Europe for Festivals Festivals for Europe.

 

walktalkazores.org

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Violino e piano em destaque na abertura do ciclo "Serões Musicais no Palácio da Pena" | 1 e 2 março

 

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Os concertos no Palácio da Pena começam na próxima sexta-feira, 1 de março, com um recital de violino e piano por Bruno Monteiro e João Paulo Santos. Esta será uma oportunidade para ouvir diversas peças de violinistas virtuosos. Na noite seguinte, os “Serões Musicais no Palácio da Pena” continuam com um recital pela pianista Marta Menezes. A jovem intérprete tem vindo a divulgar internacionalmente a obra de José Vianna da Motta e o programa que traz para a sua estreia no Palácio da Pena reflete esse trabalho.

O ciclo “Serões Musicais no Palácio da Pena”, com direção artística de Massimo Mazzeo, inaugura no fim de semana de 1 e 2 de março com dois concertos instrumentais que evidenciam, respetivamente, o violino e o piano.

 

No primeiro serão, na sexta-feira, 1 de março, às 21h00, o Salão Nobre do Palácio recebe o violinista Bruno Monteiro acompanhado por João Paulo Santos, no piano, naquela que é uma das colaborações em música de câmara mais duradouras em Portugal. Neste concerto, apresentam o programa “O violino entre o profundo e o superficial, no qual empreendem uma viagem que atravessa a quase totalidade do século XIX.

 

O programa inaugural dos “Serões Musicais no Palácio da Pena” explora dois âmbitos: sonatas de Mendelssohn e de Brahms e peças breves de violinistas virtuosos, como Wieniawski, Kreisler ou Sarasate. No Palácio da Pena ouvir-se-á ainda uma peça ‘salonesque’ do português Luiz Barbosa, pai do violinista Vasco Barbosa (1930-2016) e da pianista Grazi Barbosa (1922-2012).

 

No segundo dia deste ciclo, sábado, 2 de março, às 21h00, a jovem pianista Marta Menezes apresenta “Um programa ‘à sombra’ de Vianna da Motta”, que homenageia a figura de José Vianna da Motta, protegido do rei D. Fernando II e da Condessa d’Edla. No programa, obras deste autor figuram ao lado de composições de Beethoven, Liszt e Chopin.

 

Os Serões Musicais prolongam-se até 30 de março, todas as sextas-feiras e sábados, no Salão Nobre, espaço com uma capacidade de 80 lugares.

 

O ciclo Serões Musicais no Palácio da Pena é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal (CEMSP), tendo por diretor artístico o maestro Massimo Mazzeo. Os “Serões Musicais” iniciam a Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra, que prossegue em maio com os “Reencontros – Memórias musicais no Palácio de Sintra” e termina com o ciclo “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, em outubro e novembro.

 

 

Informações úteis:

Preço de bilhete por concerto: 15€

Preço de Bilhete Ciclo (7 concertos, nas datas: 1, 2, 8, 9, 15, 22 e 29/03): 89€

Capacidade do Salão Nobre: 80 lugares

Locais de venda: Bilheteiras da Parques de Sintra, FNAC, Worten, El Corte Inglés, Altice Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.

Online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt

M/6