Humorista angolano, Gilmário Vemba, à conquista de Portugal.
Gilmário Vemba, a estrela do stand-up em Angola vai estar no Porto, no Teatro Sá da Bandeira, com o seu espectáculo “O Imortal”. Dia 10 de Maio, o comediante promete fazer rir os portugueses com uma viagem pelo seu passado, conhecendo os melhores e mais marcantes momentos da sua vida.
Nascido em Luanda a 19 de Junho de 1985, Gilmário Vemba entrou para o mundo do teatro com 17 anos de idade. Frequentou o curso de Teatro e Cinema no Instituto Nacional de Formação Artística de Angola e em 2003 criou juntamente com os seus colegas o grupo humorístico “Os Tuneza”. O grupo, que já tem uma carreira de 16 anos, foi o grande precursor do stand-up comedy em Angola e já esgotou os coliseus de Lisboa e Porto.
Gilmário Vemba é ainda formado em Relações Internacionais e Análise Política e pai de 3 meninas. Apesar das dificuldades que a sua família teve de enfrentar, e de todas as batalhas que teve de enfrentar vivendo em Luanda, o humorista alcançou o estrelato e é um verdadeiro fenómeno de popularidade em Angola.
O espectáculo, “O Imortal”, está marcado para as 21 horas e os bilhetes estão à venda na ticketline com o preço de 12 euros.
O BONS SONS está de volta, de 8 a 11 de agosto, em Cem Soldos, uma aldeia em manifesto. Quatro dias, dois novos palcos (10 palcos) e mais de cinquenta concertos, num recinto mais alargado. Há mais aldeia e menos pessoas, tendo a lotação diminuído de 40 mil para 35 mil pessoas, nesta edição comemorativa dos 13 anos e das 10 edições.
A comemoração dos 13 anos e das 10 edições materializa-se de várias formas. Após a apresentação do manifesto com 10 pontos que definem a missão e a realidade da aldeia de Cem Soldos e do festival BONS SONS, em agosto, esta efeméride é assinalada, com três momentos especiais: concerto de abertura, 13 bandas a comemorar 13 anos e 10 edições e festa de encerramento.
No concerto de abertura, a Orquestra Filarmónica Gafanhense irá compor e interpretar 10 temas, um por cada edição do BONS SONS, sendo escolhido um tema de um músico ou de uma banda de cada edição.
A comemoração é realizada também com a atuação de 13 bandas que já estiveram no BONS SONS e fazem parte da história do festival. Uma banda e seis duplas, que se juntam e realizam seis concertos especiais, divididos por três palcos. Especificamente para esta edição comemorativa do BONS SONS, 12 bandas juntaram-se em duplas, algumas pela primeira vez, e vão dar concertos em conjunto, incluindo a apresentação de algumas composições inéditas.
13 BANDAS A CELEBRAR OS 13 ANOS DAS 10 EDIÇÕES
Diabo na Cruz First Breath After Coma + Noiserv Glockenwise + JP Simões Joana Espadinha + Benjamim Lodo + Peixe Sensible Soccers + Tiago Sami Pereira Sopa de Pedra + Joana Gama
E como até ao último momento, o espírito é de comemoração, o festival encerra com uma festa cheia de surpresas e convidados, com curadoria de Moullinex.
Para além destes 15 nomes, o BONS SONS 2019 apresenta Tiago Bettencourt, Júlio Pereira, Luísa Sobral, Helder Moutinho, Budda Power Blues & Maria João, Dino D'Santiago, Pop'Dell Arte, X-Wife, Três Tristes Tigres, Stereossauro, DJ Ride, Fogo Fogo, Scúru Fitchádu, Paraguaii, Baleia Baleia Baleia, Tape Junk, Miramar, Pedro Mafama, Senza, Afonso Cabral, Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva, Raquel Ralha & Pedro Renato, Jorge da Rocha, Mano a Mano, Sallim, Galo Cant'Às Duas, Tiago Francisquinho, Gator, The Alligator, Cosmic Mass, Francisco Sale, Rui Souza, Valente Maio, Ricardo Leitão Pedro, DJ Narciso, DJ João Melgueira, Carlos Batista, Vénus Matina, Mil Folhas, Telma, Cal, Adélia, Pequenas Espigas e Vozes Tradicionais Femininas.
No âmbito da parceria de programação entre o BONS SONS e o Festival Materiais Diversos e o Curtas em Flagrante, o Auditório Agostinho da Silva recebe os espetáculos Coexistimos, de Inês Campos, Danza Ricercata, de Tânia Carvalho, Nem a Própria Ruína, de Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos e uma seleção de curtas-metragens a anunciar em breve. Ainda no âmbito da programação do auditório, foi estabelecida uma nova parceria entre o festival e o Fumaça, um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente, responsável pela organização de alguns debates e conversas durante o festival.
ALINHAMENTO
ALINHAMENTO
PALCO
8 AGOSTO
9 AGOSTO
10 AGOSTO
11 AGOSTO
LOPES GRAÇA
Diabo na Cruz
Budda Power Blues & Maria João
Tiago Bettencourt
Júlio Pereira
Fogo Fogo
Helder Moutinho
Pop Dell'Arte
Dino D'Santiago
ZECA AFONSO
First Breath After Coma + Noiserv
Stereossauro
Luísa Sobral
Orquestra Filarmónica Gafanhense
Lodo + Peixe
Miramar
Sopa de Pedra + Joana Gama
ANTÓNIO VARIAÇÕES
Joana Espadinha + Benjamim
Scúru Fitchádu
Glockenwise + JP Simões
Sensible Soccers + Tiago Sami Pereira
X-Wife
Paraguaii
Baleia Baleia Baleia
Tape Junk
AMÁLIA
Senza
Afonso Cabral
Três Tristes Tigres
Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva
GIACOMETTI – INATEL
Raquel Ralha & Pedro Renato
Gator, The Alligator
Jorge da Rocha
Pedro Mafama
Mano a Mano
Sallim
Tiago Francisquinho
Galo Cant'Às Duas
AGUARDELA
DJ João Melgueira
DJ Narciso
DJ Ride
Moullinex (festa de encerramento)
CARLOS PAREDES
Francisco Sale
Rui Souza
Valente Maio
Ricardo Leitão Pedro
MPAGDP
Carlos Batista
Cal
Mil Folhas
Telma
Vénus Matina
Adélia
Pequenas Espigas
Vozes Tradicionais Femininas
AUDITÓRIO AGOSTINHO DA SILVA
Coexistimos de Inês Campos
Danza Ricercata de Tânia Carvalho
Curtas em Flagrante
Nem a própria ruína de Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos
NOVOS PALCOS
Estes concertos dividem-se em três palcos: Lopes-Graça, Zeca Afonso e num novo palco: Palco António Variações. Este palco situa-se no local do antigo Palco Eira e é uma homenagem ao cantor e compositor português que marcou a década de 1980 em Portugal. Apesar de curta, a sua discografia foi marcante e continua a influenciar os músicos e a música portuguesa até hoje. Irreverência, excentricidade e muito talento na criação de um estilo aculturado. Aqui podemos encontrar projetos que gravitam entre o pop rock, as sonoridades mais eletrónicas, até ao punk.
A outra novidade em termos de palcos é o lagar de Cem Soldos, novo local dedicado à programação da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (MPAGDP), que deixa a igreja de São Sebastião, que, este ano, passa a chamar-se Palco Carlos Paredes e irá receber atuações instrumentais, contemplativas e virtuosas de músicos exímios que reinventam a forma de tocar certos tipos de música ou certos instrumentos, nomeadamente violas de arco, guitarras, alaúde ou sonoridades electrónicas desenhadas especificamente para a acústica especial de igrejas.
Há também algumas novidades em termos dos palcos existentes: o Palco Zeca Afonso é também um palco para gente sentada, um local para ver concertos de uma forma mais descontraída, tirando partido do cenário envolvente.
O Palco Amália volta a ter concertos apenas à tarde e passa a ser um palco com quatro frentes, proporcionando uma proximidade incrível entre artistas e o público.
Os bilhetes estão à venda por 45€ até final de julho. É sempre importante ter em conta que os bilhetes de cada fase têm um número de unidades limitado e podem esgotar antes de terminar cada uma das fases. Esgotado o número de bilhetes da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte.
PASSE 4 DIAS 45€ ABRIL — JULHO 50€ AGOSTO*
BILHETE DIÁRIO 22€ ABRIL — JULHO 25€ AGOSTO*
Bilhetes à venda nos locais habituais. * Também disponível nas bilheteiras do recinto
PERFORMANCE WATER CLOSET UM PROJECTO DE HIGIENE PARA O FUTURO
Criação colectiva 18-20 abril | quinta-sábado | 21h30 5€ | 60min | M/18
Copia, transforma, combina. Este é o mote do projecto colectivo iniciado por Catarina Campos Costa, que o alavancou com um processo de investigação exaustivo sobre a noção de originalidade e autenticidade. Esta investigação partiu do estudo decretos de lei integrados no Código Civil, Código Penal e do Código de Direitos de Autor, de entrevistas, de justaposição e comparação de referências, citações e inspirações de artistas icónicos de áreas tão diversas como a música, o cinema e as artes plásticas e performativas.
Reflectindo sobre a apropriação, manipulação e transformação inerentes à produção artística contemporânea, Catarina Campos Costa, Francesco Napoli, André Loubet, Kevin Gleeson e André Pollux impõem este fenómeno como condição de criação.
TEATRO A GAIVOTA Pedro Baptista 24-28 abril | quarta-domingo | 21h 7,50€ | 5€ [desconto] | 90min | M/12
TEATRO A GAIVOTA Pedro Baptista 24-28 abril | quarta-domingo | 21h 7,50€ | 5€ [desconto] | 90min | M/12
Este espectáculo assume-se, desde logo, como uma reescrita da peça de Anton Tchékhov, “A Gaivota”.
Interessa fundamentalmente estabelecer um diálogo com os pensamentos, argumentos e acções daquelas figuras tchekhovianas – seres errantes, desassossegados, que buscam incessantemente um sentido qualquer, ora na arte, ora no amor, e sem saber às tantas o que é que separa o quê. A proposta foi a de escrever a partir de algumas passagens concretas, adensando-as por outro caminho, como se se tratasse de esticar o cordão que Tchékhov primeiramente concebeu.
O Blog Cultura de Borla em parceria com ARTISTAS UNIDOS tem bilhetes duplos para a peça BALLYTURK de Enda Walsh no TEATRO DA POLITÉCNICA para o dia 20 de Abril (16h00) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:
- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver BALLYTURK com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.
Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.
Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.
No Teatro da Politécnica de 27 Março a 4 Maio 3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
VOZ 1 Sempre senti que o meu corpo me seguia.
3 Quer dizer, como um estranho?
VOZ 1 Mais como um amigo de quem fora próximo, mas já não sou.
Ballyturk, Enda Walsh
Dois homens num armazém. Mas onde? Quem são? Que quarto é este e o que poderá estar para além das paredes? Presos numa sala, passam o tempo imaginando que ainda estão numa aldeia irlandesa.
“Enda Walsh é único, só ele sabe aliar o grotesco mais sórdido ao sublime, a tragédia à paródia, só ele pode gostar dos Karamazov e dos Três Estarolas, aliar a cerveja operária ao sonho da vida, só ele sabe encarcerar as personagens nos seus sonhos de poder, pesadelos horrivelmente cómicos, é um extraordinário escritor. É tão bom viver ao mesmo tempo que este rapaz (nasceu em 1967, que raio!) - e ele mostra-me tão bem estes tempos escuros que nos foi dado viver.”