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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Palmela | Mural 18: fins de tarde com “Jazz nos Miradouros”

Mural 18: fins de tarde com “Jazz nos Miradouros”

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A 15 e 16 de maio, os fins de tarde convidam a apreciar as sonoridades jazz em alguns dos mais bonitos miradouros da vila de Palmela, com a nova iniciativa “Jazz nos Miradouros”.

Integrado na programação Mural 18 e no “Palmela é Música”, o evento terá como palcos o Largo da Boavista, o Miradouro Municipal de Palmela e o Largo 5 de Outubro, com três espetáculos em cada dia, às 17h00, 17h45 e 18h30, para relaxar e apreciar a paisagem circundante ao som da música jazzJazzin, INDRA Trio, Rúben Garção da Silva Quarteto, Manuel Teles, Rodrigo Correia e Tom Maciel, Mariana Mendes Quinteto e Desidério Lázaro Quarteto são os artistas que vão atuar.

Através do Mural 18, que resultou de uma candidatura apresentada pela AML - Área Metropolitana de Lisboa e pelos seus 18 Municípios, no âmbito do Programa Operacional Regional de Lisboa 2020, está a ser desenvolvida, desde janeiro, uma programação cultural diversificada, que une agentes culturais, municípios e cidadãs/ãos em defesa da comunidade artística e do património cultural, imaterial e material.

Consulte o programa completo para maio e junho em www.cm-palmela.pt (sujeito a alterações, devido à pandemia COVID-19).

 

15 de maio

 

17h00 | Largo da Boavista

Jazzin

Ivo Soares e José Soares

 

17h45 | Miradouro Municipal de Palmela

INDRA Trio

Jorge Moniz (bateria), João Custódio (contrabaixo) e Luís Barrigas (piano)

 

18h30 | Largo 5 de Outubro

Rúben Garção da Silva Quarteto

Rúben Garção da Silva, Tom Maciel, Tiago Martins e Pedro Nobre

 

16 de maio

 

17h00 | Largo da Boavista

Manuel Teles, Rodrigo Correia e Tom Maciel

 

17h45 | Miradouro Municipal de Palmela

Mariana Mendes Quinteto

Mariana Mendes, Pedro Ferro, Eunice Barbosa, Pedro Silva e Samuel Palhas

 

18h30 | Largo 5 de Outubro

Desidério Lázaro Quarteto

Desidério Lázaro (saxofones), Ricardo Pinheiro (guitarra), Cícero Lee (contrabaixo e baixo eléctrico) e Carlos Miguel Antunes (bateria)

 

Shakespeare de volta à Casa das Artes

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Encenação de Paulo Calatré nos dias 13 e 14 de maio

Macbeth é uma tragédia escrita pelo dramaturgo inglês William Shakespeare, sobre um regicídio e suas consequências. Esta é a shakespeariana mais curta sobe ao palco da Casa das Artes de Famalicão, dias 13 e 14 de maio, às 20h30. A encenação é uma responsabilidade de Paulo Calatré e o elenco é formado pelos alunos do 1º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes.

Esta coprodução da Casa das Artes de Famalicão e da ACE Escola de Artes de Famalicão revisita a herança dramaturga de William Shakespeare numa peça que fala sobre um nobre escocês e sua esposa que assassinam o rei pelo seu trono. Nela se mapeia os extremos de ambição e culpa e se dramatiza os seus efeitos físicos e psicológicos sobre aqueles que buscam o poder.

Encenada pela primeira vez em 1606, as três bruxas de Macbeth e outras imagens sombrias entraram na nossa imaginação coletiva.

No mundo teatral anglófono, muitos acreditam que a peça é "amaldiçoada", e nem mesmo mencionam seu nome em voz alta, referindo-se a ela como "The Scottish play" ("A peça escocesa").

A entrada custa 4 euros ou 2 euros para estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e pessoas com 65 anos ou mais.

 

Ficha Artística e Técnica

Tradução: João Palma-Ferreira

Encenação: Paulo Calatré

Cenografia: Patrícia Pescada

Desenho de Luz: Pedro Correia

Som: Rui Vieira

Figurinos: Paula Cabral

Fotografia de Cena: Nelson D`Aires

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa

Interpretação| Alunos do 1º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes: André Leonardo, Arabella, Bia Soares, Cláudia Silva, Diana Cruz, Érica Baptista, Filipa Silva, Francisca Marques, Gabriel Gaspar, Guilherme Palha, Inês de Castro, João Duarte, Kiara Silva, Kylie Bloom, Leonor Luz, Lucas Shawn Oliveira, Luísa Bessa, Mafalda Re, Margarida Moura, Rafael Faria, Rafaela Alves.

"A Senhora e a Ilha", novo romance de Alberto João Jardim, editado pela Casa das Letras a 11 de maio

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Uma reflexão sobre os principais desafios que os portugueses têm pela frente, “A Senhora e a Ilha” é o título do novo livro do antigo presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, editado pela Casa das Letras, que chegará às livrarias na próxima terça-feira, 11 de Maio.

“Este livro propõe-se a reflectir sobre algumas questões essenciais, decisivas para o nosso futuro. É um romance, torna a leitura mais atractiva e mais leve. Dedico este trabalho a todos os que me ajudaram na vida política e utilizo algumas palavras do falar madeirense”, escreve Alberto João Jardim na introdução sobre esta metáfora em que a ilha fala a Maria Inês, a protagonista, que ouve o que o futuro reserva a si e aos madeirenses.

 ALBERTO JOÃO JARDIM nasceu no Funchal em 1943. Licenciou‑se em Direito pela Universidade de Coimbra e é doutor Honoris Causa em Ciências Políticas pela Universidade de S. Cirilio (Itália/Malta). Em 1976, ingressou na Função Pública enquanto director do Centro de Formação Profissional da Madeira. Foi jornalista profissional, director do Jornal da Madeira e é colaborador em vários meios de comunicação social. Co‑fundou, na Madeira, o Partido Social- Democrata. Desempenhou vários cargos políticos na Madeira e a nível nacional e internacional. Foi presidente do Governo Regional da Madeira entre 1978 e 2015 e vice-presidente do Partido Popular Europeu entre 2003 e 2007. Pertence aos corpos sociais de várias IPSS e é presidente não executivo do Instituto Social Democrata da Madeira. Autor de vários livros, publicou em 2017 o livro de memórias Relatório de Combate e no ano seguinte o romance diz “NÃO!

PAÇOS ACOLHE EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA RETROSPETIVA DO LABORATÓRIO DE DANÇA DA ESTUFA

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Uma exposição fotográfica retrospetiva do Laboratório de Dança da ESTUFA - Plataforma Cultural vai estar patente de 8 de maio a 27 de junho na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras.

De referir que o Laboratório de Dança da ESTUFA, um projeto de experimentação e criação artística na área da dança contemporânea, tem trazido a Torres Vedras coreógrafos portugueses de renome como Tânia Carvalho, Jonas & Lander, Marina Nabais, Joana Castro, Marco da Silva Ferreira, Clara Andermatt ou Victor Hugo Pontes. Fotógrafos como Vitorino Coragem e José Caldeira contribuíram para um notável registo dos trabalhos apresentados no âmbito daquele laboratório de dança.

Com a co curadoria de João Henriques e Jorge Reis, a exposição Laboratório de Dança: uma retrospetiva pretende assinalar e celebrar a primeira década de atividade da ESTUFA, bem como realçar o contributo do Laboratório de Dança desta associação no panorama artístico nacional.

 

Organização: ESTUFA - Plataforma Cultural
Co produção: Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras
Co curadoria: João Henriques e Jorge Reis
Coordenação de projeto e produção: Magda Matias
Crédito fotográfico: José Caldeira
Parceria: Câmara Municipal de Torres Vedras e Teatro-Cine de Torres Vedras

 

TERCEIRA PESSOA APRESENTA TEATRO "TEKNÉ" NO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS

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A Terceira Pessoa vai apresentar o seu novo espetáculo - TEKNÉ - no Teatro-Cine de Torres Vedras, no próximo dia 14 de maio, pelas 20h00.

TEKNÉ é um teatro que se desenrola à medida que uma companhia faz a montagem técnica de um espetáculo intitulado O Bananal.

TEKNÉ constitui-se como a continuação do trabalho que Ana Gil, Nuno Leão e Óscar Silva têm criado em torno da experimentação do teatro enquanto lugar de diálogo aberto entre o espetáculo e o público. Um trabalho que se iniciou com o espetáculo The Old Image of Being Loved (2016), a que se seguiu Senso Comum – uma vaga lembrança de um espetáculo (2018). Segundo a estrutura cultural Terceira Pessoa: “Neste terceiro trabalho interessa-nos partir da técnica e do fazer teatral para continuar a pensar e a experimentar aquilo que pode ser o teatro e de como as suas convenções e fronteiras podem estar em constante redefinição”.

Ainda segundo a Terceira Pessoa, “TEKNÉ é um projeto performativo no qual a procura do espetáculo reside na sua montagem e preparação técnica. Tendo como ponto de partida o imaginário de O Fazedor de Teatro de Thomas Bernhard, o espetáculo constitui-se como um dispositivo que propõe o descarnar da experiência do fazer teatral, onde a preparação dos elementos cénicos - luz, objetos, texto, som, figurinos, interpretação, encenação - se assume como objeto de diálogo entre os fazedores de teatro”.

O preço dos bilhetes para se assistir ao espetáculo TEKNÉ no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

 

Ficha Artística e Técnica

Um espetáculo de Ana Gil, Nuno Leão, Óscar Silva com Ana Gil, Nuno Leão, Óscar Silva, Pedro Fonseca, Rui M. Silva, Vera Kalantrupmann

Dramaturgia e Texto_ Ricardo B. Marques

Desenho de luz_ pedro fonseca/colectivo,ac

Desenho de som_ miguel garcia/colectivo,ac

Construção de espaço cénico_ criação coletiva

Fotografia e Vídeo do processo_ Nuno Leão, Tiago Moura

Produção executiva_ Bruno Esteves

Produção_ Terceira Pessoa

Financiamento_ Direção Geral das Artes / República Portuguesa-Cultura, Câmara Municipal de Castelo Branco, Teatro Municipal da Guarda, Teatro-Cine de Torres Vedras

Residência de Criação_ Fábrica da Criatividade de Castelo Branco

CIMfonia ecoa por toda a Serra da Estrela com programa musical inovador e estreia de 2 obras

Dezenas de espetáculos itinerantes em espaços inusitados e históricos na Serra da Estrela

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O primeiro concerto “Concerto do Dia da Europa” acontece a 9 de maio, na Sé Catedral da Guarda com a Orquestra Filarmónica Portuguesa conduzida pelo maestro Osvaldo Ferreira e com a soprano Raquel Camarinha. Até novembro, os 15 municípios da Serra da Estrela e ainda os municípios de Foz Côa e Aguiar da Beira recebem vários concertos e músicos, entre os quais Júlio Resende, Rui Massena, Valéria Carvalho e IAN (finalistas do festival da canção RTP). Vão ainda estrear no CIMfonia as obras das compositoras Fátima Fonte e Ana Seara.

O CIMfonia é o primeiro grande evento de 2021 integrado nos projetos "Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica", que visam promover a itinerância cultural no território, dando assim continuidade à iniciativa “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela”, criada entre 15 municípios e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).

 

O Concerto do Dia da Europa” acontece já no próximo dia 9 de maio (domingo), na Sé Catedral da Guarda, sob a batuta do maestro e curador do CIMfonia, Osvaldo Ferreira, e com a participação da soprano Raquel Camarinha. Mas até novembro, todo o território será ‘palco’ para vários concertos icónicos em espaços inusitados e de elevado valor patrimonial, que integram o Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica – em castelos, ruínas romanas, num parque, num pelourinho, num povoado pré-histórico.

Serão vários os músicos e artistas convidados a atuarem nos 15 municípios que compõem a CIM-BSE e nos dois municípios convidados, Vila Nova de Foz Côa e Aguiar da Beira. De destacar as obras de Fátima Fonte e Ana Seara, encomendadas para o CIMfonia, e também a criação de obras que resultam da interação entre os artistas Rui Massena, IAN, Filipe Raposo, Júlio Resende e jovens músicos da bandas filarmónicas e escolas de música da região. Os artistas, a população local e as associações “são decisivos para criarmos uma primeira edição de sucesso do CIMfonia esperamos assim que esta e outras iniciativas estimulem novas ideias e a desejada transformação para as futuras gerações”, justifica o maestro e curador do CIMfonia, Osvaldo Ferreira. Sob a égide do “apelo do interior”, esta iniciativa pretende “através das artes, criar laços orgânicos com a terra, com o passado, na tentativa de proporcionar a melhoria da qualidade de vida nesta região”, concretiza Osvaldo Ferreira.

 

Depois da estreia do CIMfonia a 9 de maio na Guarda, no dia 28 de maio o Toy Ensemblevisita o Castelo de Trancoso com os “Autos das Barcas de Gil Vicente”; a 10 de junho, em Gouveia, atuam João Barradas e o Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Gouveia; a 20 de junho Belmonte recebe Drumming Grupo de Percussão; a 26 de junho, Pinhel conta com a prestação de Júlio Resende, Valéria Carvalho e solistas das Bandas Filarmónicas de Pinhel e Pínzio; a 6 de julho em Figueira de Castelo Rodrigo e dia 30 de julho, em Celorico da Beira, será a vez do concerto do Toy Ensemble; a 31 de julho no Fundão atuam Les Secrets des Roys. No mês de agosto a IAN e a Filarmónica de Manteigas marca presença dia 13 em Manteigas; dia 27 em Fornos de Algodres sobem ao palco do CIMfonia Filipe Raposo e Rita Maria; dia 28 no Pelourinho de Aguiar da Beira atua Valéria Carvalho. O mês de setembro terá os seguintes concertos: Covilhã recebe dia 4 o maestro Rui Massenaa solono piano; Mêda a 9, Sabugal a 10 e Seia a 11 e dia 12 em Foz Côa do mesmo mês terão em palco a Orquestra Académica Filarmónica Portuguesa. O último concerto desta iniciativa acontecerá no dia 21 de novembro em Almeida com a atuação do Rare Folk.

O CIMfonia é o culminar de todo um trabalho de cooperação e de construção de sinergias entre 15 Municípios e a CIM-BSE numa estratégia clara de afirmação cultural, de visibilidade e notoriedade externa do território e de divulgação de todo o seu potencial turístico e económico constante do projeto geral "Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica".

O CIMfonia está diretamente associado à candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027 e ao compromisso conjunto assumido por 18 parceiros: a CIM-BSE, os 15 Municípios da região das Beiras e Serra da Estrela e ainda os Municípios de Vila Nova de Foz Côa e de Aguiar da Beira na implementação de uma estratégia e plano de ação que contribua para fortalecer o posicionamento da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura.

 

Os Festivais “Cultural da Serra da Estrela”, “Cultural das Beiras” e “Cultural da Raia Histórica” são cofinanciados pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

 

Festival READ ON ALMADA | 11-14 de maio | Iniciativa online quer promover e divulgar o gosto pela leitura nos jovens dos 12 aos 19 anos

A 4ª edição do Festival READ ON ALMADA, que tem como objetivo promover e divulgar o gosto pela leitura entre os jovens dos 12 aos 19 anos, decorre entre os dias 11 e 14 de maio, em formato online.

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O Festival, que conta com mais de 500 inscrições e 25 escolas por todo o país, propõe 37 atividades, ao longo de 4 dias, entre as 9h30 e as 21h30.

 

A edição deste ano contará com a participação de várias personalidades, nomeadamente os escritores Ondjaki (Angola), Louise O'Neil (Irlanda); Margarida Fonseca Santos, David Machado, Gonçalo M. Tavares, Gonçalo Cadilhe, José Fanha, Ana Pessoa, entre outros. Assim como os contadores de histórias vindos do Brasil, Maurício Leite, Benita Prieto e Tâmara Bezerra e Joaninha Duarte de Portugal e ainda as ilustradoras Rita Alfaiate e Giovana Medeiros. 

 
Estarão também presentes no evento e nas várias atividades programadas ao longo dos dias, os músicos Fernando Daniel e Nuno Ribeiro e o humorista Salvador Martinha.

 

Esta iniciativa tem como foco principal a faixa etária dos 12 aos 19 anos, contudo é aberta a todos os públicos para os quais a leitura e a escrita seja objeto da sua atenção. Quem se inscrever no festival READ ON ALMADA terá a possibilidade de participar em workshop de Banda Desenhada Digital ou de escrita criativa, em webinares como “A importância do Humor na Comunicação” ou a “Política na música”, entre outras atividades das mais diversas áreas culturais.

 

Graça Carvalha, diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, da Charneca de Caparica, e que integra a equipa coordenadora do projeto internacional de leitura READ ON (Reading for Enjoyment, Achievement and Development of Young People) revela que “O projeto READ ON ALMADA inspira os mais novos a ler, escrever, ilustrar, criar bandas desenhadas, entrevistar autores, criar as suas próprias histórias com base nos seus livros preferidos, e a participar em eventos e festivais de literatura, tanto nos seus países como no resto da Europa”.

 

Organizada pelo Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté e com o apoio da Câmara Municipal de Almada, o Projeto READ ON ALMADA tem como parceiros o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), sendo que muitas outras entidades locais com atividades na área da leitura, da escrita, da ilustração, da BD, da música, estão também envolvidas na organização.

 

O projeto procura envolver diferentes grupos e entidades para cada iniciativa: festivais literários, bibliotecas, grupos de leitura, associações, centros juvenis e outros institutos que atuam no setor da educação. O Festival READ ON não é apenas dirigido aos jovens, mas também pretende fornecer ferramentas, exemplos e boas práticas para professores, educadores e pessoas da área da cultura para promover políticas pró-leitura entre os adolescentes e, consequentemente, em toda a sociedade.

 

O projeto READ ON é co-financiado pelo programa Europa Criativa, da União Europeia.

 

Veja o programa completo aqui.

 

Inscreva-se gratuitamente em: http://bit.ly/inscricoesfestivalreadon

O videoclip “Me Estraga” já está disponível no Youtube

Depois do lançamento do tema Me Estraga, inserido no EP Seguir Em FrenteJay-s disponibiliza hoje aos seus fãs o videoclip oficial.

Gravado na praia de Macaneta, em Maputo (distrito de Marracuene), o vídeo de “ Me Estraga” retrata o amor e adoração a uma mulher em que ela com o seu jeito malicioso, “o tira do sério”, fazendo com que não olhe para mais ninguém, sendo só ela que lhe faz bem e dá sentido à sua vida. 

“(…) E ela é que me faz bem , E ela é que me faz bem, Me toca como ninguém (…)”

 

Me Estraga (Kizomba) e Stay Home (Trap) são os primeiros temas que Jay-s apresenta ao mercado e fazem parte do EP Seguir Em frente

Além de cantor e compositor, Jay-s é produtor de vários artistas moçambicanos de renome.

"Me Estraga" já está disponível no Youtube e também nas plataformas digitais e na Vodacom • Movitel • Unitel

CÍNTIA lança novo single e vídeo "SMOKE"

CÍNTIA LANÇA SMOKE
Novo single já disponível em todas as Plataformas Digitais

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Vídeo Disponível às 17h no canal de Youtube
 
“Smoke” é o primeiro single de 2021 lançado por Cíntia. Com este novo single, Cíntia traz uma nova forma de expressão ainda que sempre melódica e com sonoridades Afro. Num registo mais Rap, a artista continua a expressar-se com ousadia, autenticidade e apelando à união.

O tema foi gravado nos estúdios Ground Zero e conta com a Produção, Mistura e Masterização de Charlie Beats, produtor com quem a artista da Loco Knight tem encontrado uma boa ligação em estúdio e já colaborou no passado.

“Smoke” sucede a “Gyals & Gyals”, o EP de estreia de Cíntia lançado em novembro de 2020 e que conta com os single de sucesso “Grana”, “Shooters” e “Savana”.

O seu trajeto ascendente começou aos 18 anos quando lançou o single “Grana”, que rapidamente atingiu Milhões de visualizações no Youtube e lhe garantiu um lugar de destaque como a nova revelação do Afro Swing. Desde então, Cíntia já lançou diversos singles e conta atualmente com mais de 4 Milhões de visualizações no Youtube, 25 mil subscritores, 60 mil seguidores no Instagram e várias centenas de milhar de streams no Spotify. Na sua bagagem destacam-se também as colaborações com marcas como a Nike e Sumol.