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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

HBO PORTUGAL | DESTAQUES DE 26 DE JULHO A 01 DE AGOSTO

DESTAQUES 
26 de julho a 01 de agosto

Descubra as histórias da HBO Portugal para esta semana!
SEGUNDA-FEIRA, DIA 26
THE WHITE LOTUS - Episódio 3

Sem os seus gadgets, Quinn (Fred Hechinger) faz uma aula de mergulho com Mark (Steve Zahn), que luta para processar algumas revelações sobre o seu falecido pai. Na esperança de reacender a chama com Rachel (Alexandra Daddario), Shane (Jake Lacy) pede ajuda a Armond (Murray Bartlett) para o ajudar a planear uma noite romântica. Tanya (Jennifer Coolidge) conta com Belinda (Natasha Rothwell) para a apoiar enquanto espalha as cinzas da sua mãe no mar. Paula (Brittany O’Grady) guarda um segredo de Olivia (Sydney Sweeney), que age de forma suspeita. Escrito por Mike White e realizado por Mike White.

RICK AND MORTY - Temporada 5, Episódio 6
TERÇA-FEIRA, DIA 27
ROSWELL, NEW MEXICO - Temporada 3, Episódio 1
Depois de voltar com relutância para a sua cidade natal de Roswell, no Novo México, a filha de uns imigrantes sem documentos, descobre uma verdade chocante sobre a sua paixão da adolescência, que agora é polícia: ele é um alienígena que manteve as suas habilidades sobrenaturais escondidas a vida toda. Ela protege o segredo dele, voltando os dois a ligar-se e começam a investigar as suas origens. Mas, quando um ataque violento e o encobrimento de longa data do governo apontam para uma maior presença alienígena na Terra, a política do medo e do ódio ameaçam expô-lo e destruir a sua origem e romance.
CATCH AND KILL: THE PODCAST TAPES - Episódio 5 e 6
Os editores da revista New Yorker, David Remnick e Deirdre Foley-Mendelssohn, o advogado Fabio Bertoni e os Fact Checkers, Tammy Kim e Fergus McIntosh, discutem o árduo processo de verificar os detalhes da história, enquanto se defendem das ameaças legais de Weinstein.

No episódio 6, o investigador privado disfarçado Igor Ostrovsky, fala sobre a sua contratação para seguir e recolher informações sobre Farrow e a inesperada reviravolta que o levou a tornar-se a fonte de Farrow. John Scott-Railton, do Citizen Lab, também fala sobre o aumento da espionagem privada e as suas consequências, bem como sobre os esforços para a combater.
QUARTA-FEIRA, DIA 28
QUINTA-FEIRA, DIA 29
DAVE - Temporada 2, Episódio 8
Dave tem um contratempo profissional e é forçado a passar mais tempo com os pais. O tempo em família nunca foi tão revelador.
SEXTA-FEIRA, DIA 30
FILMES - EM DESTAQUE
DIA 28/07
AUTÓPSIA E.T.

DIA 30/07
13: OS SOLDADOS SECRETOS DE BENGAHZI
EIGHT MILLIMITER

DIA 01/08
OUSADAS E GOLPISTAS
KIDS - EM DESTAQUE

Estreia da ficção sonora «Paisagens Monásticas»

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Inicialmente agendado para março do ano passado, mas cancelado devido à crise pandémica Covid-19, o Ciclo de Concertos «Paisagens Monásticas» foi adaptado ao contexto digital, estando a sua estreia marcada para o próximo dia 27 julho, a partir das 15h00, no canal YouTube e página Facebook da Direção Regional de Cultura do Norte.

A iniciativa é realizada no âmbito da Operação Mosteiros a Norte (engloba os mosteiros de Arouca, Grijó, Rendufe, Tibães, Pombeiro e Vilar de Frades), promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte e cofinanciada pelo Programa Operacional Norte 2020.

Esta ficção sonora – dividida em quatro partes – resulta de uma encomenda à ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, assente na ideia de paisagem monástica e dos seus espaços. Para enriquecer o pensamento criativo foram acopladas a esse lugar imaginário quatro articuladores de sentido – silêncio, tempo, voz e água – que desencadearam o processo de criação a partir da sua própria língua composicional.

O resultado de vários meses de composição e ensaios poderá agora ser apreciado, em contexto digital, numa interpretação do Ensemble Contemporâneo e do Coro da ESMAE, com Direção Musical de Barbara Francke e Composição/Obras de Dimitris Andrikopou

los, Eugénio Amorim, Rui Penha e Telmo Marques.

 

Ficção sonora em quatro partes – silêncio, tempo, água e voz – para coro e ensemble contemporâneo:

Eugénio Amorim - “Psalm 84”

Eugénio Amorim (Psalm 84) ficou vinculado ao articulador silêncio enquanto caminho do encontro para, parafraseando Ruy Belo, aqueles que procuram nos sons um recorte para o silêncio que teima a existir no real, apesar das ameaças.

Dimitris Andrikopoulos - “Revelations”

A Dimitris Andrikopoulos (Revelations) coube o articulador tempo, por forma a torná-lo matéria da história e a ensaiar a possibilidade de reinscrever a música na agenda da memória humana.

Telmo Marques - “Aqua”

A Telmo Marques (Aqua) coube expor a força ontológica de um lugar ficcionado que conquistou, na fronteira da linguagem musical e do imaginário humano – eis a força da água - a fluidez suficiente para requisitar e tornar indispensável, em nós, o carácter flexível, poroso e metafórico de uma paisagem monástica.

Rui Penha - "Händel with care”

A Rui Penha (Haendel with care) foi proposto dar voz à voz enquanto instrumento de diálogo, enquanto ponto de partida para a elegância luminosa das palavras-sons que comunicam e que põem em comum, e no mesmo lugar, a força da sua própria enigmaticidade.

 

Festival Vaudeville traz o circo contemporâneo de volta ao Minho

Com atividades gratuitas de 19 a 24 de julho

Festival Vaudeville traz o circo

contemporâneo de volta ao Minho

 

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Evento apresenta, nas ruas de Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães, 13 espetáculos, incluindo duas estreias absolutas e cinco nacionais

 

O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous arranca já na próxima semana, com muitos espetáculos e atividades que vão percorrer diferentes espaços das cidades de Barcelos, Braga, Vila Nova de Famalicão e Guimarães. Ao longo de seis dias – de 19 a 24 de julho –, o evento promete manter a sua ousadia habitual, com a apresentação de 13 espetáculos, dos quais se destacam duas estreias absolutas (Váld e Do you still want to dance with me?) e cinco estreias nacionais (PulseRandomBaïna[na]Wake up! e Là-bas). Organizada pelo Teatro da Didascália, a sétima edição do Vaudeville mantém a missão de promover a programação nacional e internacional de circo contemporâneo, artes de rua e formas transdisciplinares no espaço público.

 

O primeiro espetáculo a ser apresentado no Festival é Váld, com estreia absoluta marcada para o dia 21 de julho, às 21h00, no Jardim do Paço dos Duques, em Guimarães. Criada pela companhia sueca Right Way Down, um coletivo de seis equilibristas, a atuação espelha a natureza simbiótica e a forma como uma única entidade prospera em unidade. Já a estreia absoluta de Do you still want to dance with me? marca mais uma presença do INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo no evento. “27 corpos, 27 cabeças, 27 corações. Apenas um grupo.” é o mote desta produção, em que um grupo de futuros artistas de circo são confrontados com uma realidade diferente, procurando respostas às questões de como podemos ainda dançar diante de uma guerra invisível ou como é que podemos aprender com o medo do outro. O espetáculo decorre no dia 22 de julho, às 18h00, no Parque da Devesa, em Famalicão.

 

Estreias nacionais “invadem” o Quadrilátero Cultural

Entre os cinco espetáculos que o Vaudeville traz pela primeira vez a território nacional, o público poderá assistir à coreografia radical de um conjunto de seis acrobatas em Pulse; ao equilíbrio, contorção, corda bamba, dança, teatro e diálogos perturbadores que marcam a história dificilmente credível contada em Random; às situações por vezes loucas e muitas vezes absurdas de Baïna[na], que irá aproveitar o espaço público para elaborar um cenário social e sonhador do nosso mundo contemporâneo; a Wake up!, uma atuação gestual e acrobática que coloca dois homens numa trajetória sem fim, num caminho linear e contínuo e em temporalidades distintas; e ainda a Là-bas, uma narrativa visual protagonizada por um jovem que migrou do seu país para novas terras e que partilhará com o público os seus sonhos, dúvidas e histórias de amor.

 

Roll with it3DCopyleftOtus ExtractsRizoma e Espera completam o leque de espetáculos que irão, ao longo de quatro dias, percorrer as quatro cidades do Quadrilátero Cultural (Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães). Nesta edição, o Festival faz também uma grande aposta nas atividades de mediação, que contemplam quatro oficinas de criação em que o público poderá criar a sua própria apresentação, duas masterclasses orientadas para profissionais das artes, uma oficina dirigida a malabaristas e skaters e uma sessão de pitching entre criadores e programadores.

 

Todas as atividades do Festival decorrerão ao ar livre e são de entrada gratuita, mas, na edição deste ano, s

Com a participação da atriz Kristin Scott Thomas estreia a 29 de julho | ‘NAS TUAS MÃOS, O DRAMA DE UM JOVEM DELINQUENTE QUE TRIUNFA COMO PIANISTA

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‘Nas Tuas Mãos’ o filme do realizador Ludovic Bernard, inspirado em factos reais (‘A Ascenção’ e ‘Mãe Fora Dia Santo Em Casa’), conta a história de um jovem que saiu da delinquência graças ao seu talento como pianista. Um filme inspirador, com a participação da atriz britânica Kistin Scott Thomas (‘A Hora Mais Negra’ - 2017) e do ator francês Lambert Wilson (saga The Matrix), para ver nos cinemas a 29 de julho.

 

Em ‘Nas Tuas Mãos’, a música é o segredo de Mathieu Malinski (interpretado pelo ator francês Jules Benchetrit), um assunto de que ele não se atreve a falar nos subúrbios onde mora e se entretém com os amigos. Quando um dos assaltos que faz com o seu bando o leva para a prisão, Pierre Geithner (Lambert Wilson), o diretor do Conservatório Nacional Superior de Música, consegue libertá-lo, a troco de trabalho comunitário.

 

Pierre detetara em Mathieu um futuro grande pianista e inscreve-o num concurso nacional. Mathieu entra assim num novo mundo, do qual desconhece as regras, onde tem aulas com a intransigente "Condessa" (Kristin Scott Thomas) e conhece Anna (Karidja Touré) por quem se apaixona.

 

‘Nas Tuas Mãos’ a história verídica e comovente de um jovem delinquente que tem um dom e se transforma num talentoso pianista, para ver nos cinemas a 29 de julho.

 

Sinopse

A música é o segredo de Mathieu Malinski (Jules Benchetrit), um assunto de que ele não se atreve a falar nos subúrbios onde mora e se entretém com os amigos. Quando um dos assaltos que ele faz com o seu bando o leva para a prisão, Pierre Geithner (Lambert Wilson), o diretor do Conservatório Nacional Superior de Música, consegue libertá-lo, a troco de trabalho comunitário.  Mas a ideia de Pierre é outra: ele detetara em Mathieu um futuro grande pianista e inscrevera-o num concurso nacional. Mathieu entra assim num novo mundo, do qual desconhece as regras, tem aulas com a intransigente "Condessa" (Kristin Scott Thomas) e conhece Anna (Karidja Touré) por quem se apaixona. Para alcançar sucesso no concurso em que se jogam os destinos de todos os participantes, Mathieu, Pierre e a Condessa têm de aprender a ir além dos seus preconceitos...

 

 

“Ver, Ouvir e Ler” traz novas sugestões de 23 a 25 de julho

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O projeto municipal “Ver, Ouvir e Ler” prossegue no fim de semana de 23 a 25 de julho, com novas sugestões: o filme “As Noites de Cabiria”, de Federico Fellini, o álbum “00:00:00:00”, de Noiserv, e o livro “Húmus”, de Raul Brandão.

Realizado em 1957 por Federico Fellini, “As Noites de Cabiria” é um filme charneira na obra do autor. Giulietta Masina, mulher de Fellini, interpreta o papel de Cabiria, uma jovem mulher pobre, prostituta de rua, com uma bondade e ingenuidade invulgares, que sonha encontrar o amor e ter uma vida normal. Sofre várias agressões e desilusões na duríssima vida que leva, mas não perde a esperança.

“00:00:00:00” foi o disco em que Noiserv deixou para trás a roupagem eletrónica, colocando o inglês em pausa e surpreendendo com temas onde apenas há piano e se canta em português. Uma transformação total ainda que, por entre as faixas, se distinga a caixa musical “noiserviana”. Sem a rede da replicação ou o artifício da eletrónica, abriu-se aqui uma porta para um outro lado da criação.

“Húmus”, publicado em 1917, é um dos livros mais singulares e importantes da literatura. É escrito como um diário, cheio de reflexões metafísicas e ficção simbólica. Alternam dois monólogos: o do narrador/autor e o do filósofo lunático, o alter-ego do autor, Gabiru. Moderno e original, este foi o romance que marcou uma nova era na literatura do século XX.

Aceda aos canais digitais do Município (site www.cm-palmela.pt, Facebook e Instagram Palmela Município), onde pode encontrar as imagens de capa e mais informação sobre as sugestões deste projeto municipal.

 

JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA | CURIOSIDADES DO FILME | NOS CINEMAS A 29 DE JULHO E NO DISNEY+ A 30 DE JULHO

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Sabia que no filme pode ser ouvida a língua italiana e o português?

CONHEÇA ESTA E OUTRAS CURIOSIDADES  DA
NOVA AVENTURA DA DISNEY,
JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA

Protagonizado por Dwayne Johnson e Emily Blunt,
JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA
estreia a 29 de julho nos cinemas e também estará disponível no Disney+ com Acesso Premium a um custo adicional único, a 30 de julho.

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Sabia que desde 1955, quando a Disneyland, o parque temático de Walt Disney, foi inaugurado, Jungle Cruise foi uma das primeiras atrações da Adventureland que emocionou multidões de visitantes? E que popular até aos dias de hoje, o passeio de barco pelo rio Jungle Cruise continua em funcionamento na localização original de Anaheim, Califórnia, bem como no Magic Kingdom do Walt Disney World, na Flórida, e em locais internacionais como na Tokyo Disneyland e na Hong Kong Disneyland? Ou que foram usadas línguas interessantes na produção do filme, incluindo o Espanhol antigo do século XVI e o ​​Omagua, que é uma língua da família de línguas Tupi-Guarani do sudoeste do Brasil e que também podem ser ouvidas o Italiano e Português? Conheça estas e outras curiosidades de JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA, a nova aventura da Disney repleta de emoção, humor e muita aventura!

Na ilha havaiana de Kauai, para o cenário ribeirinho de Porto Velho, uma equipa de mais de cem tripulantes, desde construtores, pintores e escultores, passando por paisagismo e segurança marítima, prepararam o impressionante cenário construído no interior e à volta de um lago no topo de uma colina. 

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O barco do capitão Frank Wolff, La Quila, é uma embarcação totalmente funcional e em condições de navegar. O designer de produção, Jean-Vincent Puzos, e o supervisor de efeitos especiais vencedor do ÓSCAR®, James (J.D.) Schwalm, equiparam o barco com muitos apetrechos, tornando o La Quila, como o protagonista Dwayne Johnson descreve, "um barco a vapor frágil, mas com atitude". Além do barco "herói" em condições de navegar, foi feita uma segunda versão de 136kg para acrobacias que podia ser fixada a uma plataforma giratória subaquática para tarefas específicas como rodopiar, balançar para frente e para trás e inclinar-se de lado. Não foi usado qualquer combustível para abastecer o La Quila. La Quila é um barco pesado, com 15 toneladas, pelo que o plano original era ter um motor a gasolina de 250 cavalos. No entanto, num esforço para ser mais ecologicamente correto, os cineastas optaram por motores elétricos. Os maiores motores elétricos têm 80 cavalos de potência, mas com a ajuda do fabricante e, recorrendo a dois motores, os cineastas conseguiram levar La Quila a atingir uma velocidade surpreendente e respeitável de sete nós.

Um tanque de água oval de aproximadamente 1893 litros foi construído nas traseiras dos Blackhall Studios, em Atlanta, com um sistema hidráulico subaquático que colocou o barco La Quila à prova, bombardeando-o com cerca de 273 litros de água por minuto. A plataforma giratória, com o La Quila anexado, balançou e girou, e inclinou Dwayne Johnson, Emily Blunt e Jack Whitehall em todas as direções!

A Panavision criou lentes especiais para o realizador e para o diretor de fotografia, que são os primeiros cineastas do mundo a trabalhar com elas. A Panavision colocou ainda um tom sépia amarelado nas lentes porque os cineastas queriam criar a sensação magnífica e ensolarada que a Amazónia tinha no início da década de 1900. 

jaguar de estimação do capitão Frank Wolff, Proxima, é uma besta feroz, mas não se preocupe, o jaguar é na verdade uma criação inteiramente feita através de imagens geradas por computador. As suas características realistas, sons e movimentos podem enganar um tratador!

O designer de maquilhagem vencedor do ÓSCAR®, Joel Harlow, teve um trabalho difícil com 400 personagens secundários a precisarem de tudo, desde queimaduras de sol a picadas de insetos, e 65 tribos que precisavam de piercings falsos, pintura corporal e tatuagens.

Para as personagens de conquistador, o figurinista nomeado ao ÓSCAR®, Paco Delgado, examinou exemplos de armaduras renascentistas espanholas que pertenceram à realeza ou a pessoas na corte. Não era uma armadura para ir para a guerra, mas sim uma armadura para desfiles ou espetáculos. Só que a beleza da armadura levou os cineastas a quererem combinar esses designs para o filme. Paco Delgado encontrou uma oficina em Budapeste que era capaz de replicar as armaduras de forma tradicional, esculpindo todos os detalhes à mão e usando folha de ouro! As roupas cobriam uma ampla variedade de períodos de tempo, desde os conquistadores espanhóis da década de 50 até aos cidadãos do início de 1900 e povos indígenas da selva.

A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA estreia a 29 de julho nos cinemas e também estará disponível no Disney+ com Acesso Premium a um custo adicional único, a 30 de julho.

É necessária uma subscrição ativa ao Disney+ e um pagamento adicional único pelo Acesso Premium a Jungle Cruise - A Maldição nos Confins da Selva. Desfrute nos cinemas onde esteja disponível e com Acesso Premium antes da disponibilização a todos os subscritores do Disney+.

 

 

Oficinas do Vaudeville Rendez-Vous chamam todos "ao palco"

De participação gratuita, entre 19 e 22 de julho

 

Programação do Festival integra atividades de mediação orientadas para artistas e profissionais com ações de especialização

 

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E se o público tivesse a possibilidade de apresentar uma criação artística no Vaudeville Rendez-Vous? É esta a proposta da Oficina de Criação do Festival, uma das várias atividades de mediação que integram a programação do evento, que decorre de 19 a 24 de julho, nas cidades do Quadrilátero Cultural – Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão. Organizado pelo Teatro Didascália, o Vaudeville Rendez-Vous terá 26 apresentações gratuitas em espaço público, assim como várias atividades paralelas pensadas não só para o público geral, como também para artistas e profissionais que procuram ações de especialização. As inscrições podem ser feitas no site do evento.

 

Festival arranca com Oficina de Criação

Na sua sétima edição, o Vaudeville Rendez-Vous vai arrancar com a realização das atividades de mediação. A primeira é a Oficina de Criação, uma atividade que se destina a pessoas de todas as idades e que, ao longo de quatro dias, terão a oportunidade de criar a sua apresentação no Festival. As atividades vão ser guiadas por duplas de artistas que vão “transformar cada lugar num habitat particular”.

 

As Oficinas de Criação vão decorrer nas quatro cidades que recebem o Festival – em Guimarães e Barcelos, de 19 a 22 de julho, das 14h00 às 18h00, e em V.N. Famalicão, de 20 a 23 de julho, no mesmo horário –, culminando com as apresentações finais. Para o dia 22 de julho, às 18h00, estão agendadas as apresentações finais em Barcelos (no Parque Municipal) e em Guimarães (Jardim do Paço dos Duques). Em Braga (Museu D. Diogo de Sousa) e V.N. Famalicão, os participantes da oficina sobem “ao palco” no dia 23, às 17h30 e às 18h00, respetivamente.

 

Atividades de especialização para artistas e profissionais

Nos dias 20, 21 e 22, Dulce Duca, a reconhecida malabarista de espetáculos surrealistas, vai conduzir o Workshop intensivo de skate - streets with attitude. A formação destina-se a skaters e a estudantes de circo que dominem este aparelho, realizando-se no Pavilhão Municipal de Hóquei, em Barcelos. Os participantes têm ainda a possibilidade de integrar o espetáculo que a artista apresenta no Vaudeville, Roll With It, e cujas apresentações decorrem em Barcelos (22 de julho, às 19h00, na Praça dos Poetas), Braga (23 de julho, às 19h00, no Museu D. Diogo de Sousa) e em Guimarães (24 de julho, às 11h00, no Jardim do Paço dos Duques).

 

Dedicadas aos artistas e a profissionais das artes, vão ser promovidas duas Masterclasses, partindo de espetáculos apresentados no Vaudeville Rendez-Vous. No dia 22 de julho, entre as 15h00 e as 17h00, o Gnration, em Braga, recebe a Masterclass - corpo, aparelho e som: o caso 3D. A sessão de formação dirige-se a público especializado em torno das matérias especificamente desenvolvidas na criação do espetáculo 3D – que se apresenta ao público em Braga, às 19h00 desse mesmo dia, e no dia 24, às 19h00, no Jardim do Paço dos Duques. Já no dia 24, das 15h00 às 17h00, na Casa do Território, em V. N. de Famalicão, decorre a Masterclass - circo contemporâneo e espaço público, com base no espetáculo Copyleft, que irá ser apresentado no Parque da Devesa nesse mesmo dia, às 11h00. Antes, passará também por Guimarães, no dia 22, e Braga, a 23.

 

Destaque ainda para a Conferência de apresentação do projeto de cooperação europeia Circuslink, que terá lugar no dia 21 de julho, às 15h00, no Jardim do Paço dos Duques. O momento tem como objetivo apresentar este projeto, da qual o Teatro da Didascália é cofundador, a par da Archaos (Bienal de Circo de Marselha, França), Festival Dynamo (Dinamarca), Letni Letna (República Checa). Ainda com o intuito de sublinhar o forte caráter internacional do Festival, e aproveitando a presença de um número crescente de programadores internacionais, vai ser promovida uma Sessão de pitching, no dia 23 de julho, às 10h30, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. O showcase de artistas e trabalhos na área de circo integrará, por isso, este ano uma apresentação em formato de discurso expositivo. A iniciativa é restrita a programadores e agentes artísticos.

 

ANTAS MEGALÍTICAS FOTOGRAFADAS E REINVENTADAS PELA PINTURA, EM EXPOSIÇÃO NO CENTRO DE ARTE E CULTURA

PR_ANTAS MEGALÍTICAS FOTOGRAFADAS E REINVENTADAS

 

Créditos: Luísa Ferreira

Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida apresenta, a partir de 17 de junho, a exposição “Santuários”, de Renée Gagnon

O Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida apresenta, a partir de 17 de julho de 2021, em Évora, a exposição “Santuários”, de Renée Gagnon, com curadoria de Manuel Costa Cabral.

Renée Gagnon, artista canadiana a residir em Portugal há várias décadas, apresenta nesta exposição fotografias de grande formato, que representam antas irlandesas, bretãs, holandesas e portuguesas. Sobre cada fotografia – que edita e prepara com transformações por vezes subtis – a artista usa com gestos precisos guache, lápis, aquarela. Frente às fotografias de antas realizadas na Bretanha, na Bélgica e em Portugal, num corpus não exaustivo de 21 peças, Renée Gagnon transforma, aprofunda, inventa, clarifica.

Num dos textos incluídos no catálogo que acompanha exposição, assinado por João Pinharanda, Diretor do Instituto Camões, em Paris, pode ler-se: “A ambiguidade de estatutos e indizibilidade de sentidos das obras de Renée Gagnon é acentuada pela ambiguidade disciplinar em que se situam. São, de facto, fotografias pintadas: embora pudesse parecer que uma simples manipulação digital bastaria para alcançar resultados sensivelmente idênticos, o registo mecânico é contrariado por uma máscara pictórica de lenta e preciosa execução num cruzamento de tal modo subtil que pode escapar a olhares menos atentos. O tempo imediato da fotografia e o tempo lento da pintura, o tempo histórico longo e o tempo da sua / da nossa própria experiência cruzam-se no campo do discurso especulativo que a artista desenvolve. É este conjunto de recursos sobrepostos que nos oferece as cenografias instáveis onde podemos introduzir de novo a dominante Tempo como eixo de entendimento da série.”

Na mesma publicação, o arqueólogo Manuel Calado afirma que o trabalho de Renée Gagnon se focou, sobretudo, “em monumentos relativamente anónimos, embora imponentes, em quatro áreas bastante diferenciadas, na Europa ocidental (Bretanha, Holanda, Portugal e Irlanda), cujas relações com as respetivas paisagens se mantêm relativamente intactas, bem integradas, e onde se pode sentir, com menos interferências, a força intemporal destas verdadeiras obras de arte, muito valorizadas, certamente, nas suas épocas, patinadas entretanto pelo passar do tempo e amplificadas, hoje em dia, pelo distanciamento e pela estranheza.” E acrescenta: “Os monumentos megalíticos europeus são obras da criatividade humana que atravessaram milénios e aterraram, mais ou menos incólumes, no nosso tempo. Olhá-las com olhos de ver e, de certo modo, recriá-las, é uma homenagem justa aos nossos antepassados, os artistas megalíticos, sonhadores como nós e, como os artistas do nosso tempo, abrindo caminhos novos e, como sempre, insondáveis.”

Por seu lado, José Alberto Ferreira, Diretor do Centro de Arte e Cultura, considera Renée Gagnon uma viajante que, “na sua busca destes santuários que pontuam há milénios as paisagens da Europa, percorreu e fotografou antas na Irlanda, Bretanha, nos Países Baixos. Fotografou também antas do Alentejo, território de eleição no qual apresenta agora o seu trabalho. É este mapa de afetos que o Centro de Arte e Cultura agora tem o gosto de acolher e partilhar”.

A exposição poderá ser visitada de 3ª feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, com entrada livre. 

Mais informação em https://www.fea.pt/centrodearteecultura/santuarios.