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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SERRALVES // 24 NOV 17H30 // CICLO DE CONVERSAS "SOMOS aRVORES" // USO CULTURAL DAS ARVORES

USO CULTURAL DAS ÁRVORES

Luis Mendonça de Carvalho e Helena Freitas 

 

CICLO DE CONVERSAS “SOMOS ÁRVORES”

 

 

Biblioteca

24 NOV 17:30

Evento hibrido, de acesso gratuito, com inscrição obrigatória em www.serralves.pt

 

As árvores e os humanos partilham uma longa história, que terá tido início quando os nossos antepassados nelas encontraram abrigo, alimento e suporte para a sua cultura material. A sedentarização das comunidades humanas, com o alvor da agricultura, trouxe novos desafios, não só aos humanos, mas também às árvores. Estas, começaram a desempenhar novos papéis: crescente origem de matérias-primas e, certamente, elementos de códigos simbólicos inovadores.

 

Estes serão alguns dos temas tratados durante a conversa que terá lugar na Biblioteca de Serralves e online, dia 24, pelas 17h30, dedicada ao tema USO CULTURAL DAS ÁRVORES.A conversa, moderada por Helena Freitas, Coordenadora-Geral da equipa diretiva do Parque de Serralves, contará a presença de Luis Mendonça de Carvalho, investigador e professor no Instituto Politécnico de Beja e diretor do seu museu botânico.

 

Serão também apresentadas dezenas de matérias-primas, obtidas a partir de árvores, que se utilizam em arte (madeiras, resinas, gomas, óleos essências) e recordaremos, também, os usos simbólicos que, na nossa cultura, se atribuíram às árvores, aos seus frutos e sementes.

 

USO CULTURAL DAS ÁRVORES é a terceira conversa do ciclo SOMOS ARVORES que foi inaugurado pelo biólogo Jorge Paiva, que tratou o tema ÁRVORES - TESTEMUNHOS E SINGULARIDADES, a que seguiu uma conversa realizada pela historiadora Fernanda Rollo que apresentou uma comunicação sobre  a A FESTA DA ÁRVORE, COMO PRÁTICA CÍVICA E PEDAGÓGICA.

 

Somos Árvores é o tema nuclear do Plano de Atividades do Parque para o ano 2022. O ciclo de conversas SOMOS ARVORES assume assim como objetivo apresentar a árvore, na sua diversidade e complexidade biológica, as suas interações com as outras formas de vida, bem como dar a conhecer os distintos contextos e formas da relação entre as árvores e nós - a sua relação com o Homem, na ciência, na arte, na cultura, na literatura.

 

Imagem:   https://we.tl/t-R2P5chAt0y

 

PROGRAMA

17h30 - Boas vindas

Professora Helena Freitas (Direção do Parque)

17h40 - Intervenção

Professor Luís Carvalho (Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja)

18h40 - Observação das amostras do estudo in loco e conversa aberta com o público

19h00 - Encerramento

Professora Helena Freitas

 

Nota biográfica:

Luís Mendonça de Carvalho, Professor Coordenador no Instituto Politécnico de Beja, Director do Museu Botânico (IPBeja), Investigador no Instituto de História Contemporânea (FCSH, NOVA), Visiting Scholar (Universidade de Harvard).

 

 

 

Arranque do 6ª edição do BINNAR

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Com a primeira edição em 2016, BINNAR é um festival de arte nascido em Vila Nova de Famalicão, Portugal. É organizado pela plataforma com o mesmo nome, com o apoio da Câmara Municipal. Agrega várias parcerias e diferentes espaços da cidade (museus, galerias, fundações, escolas e outros) para apresentar um programa que junta artistas consagrados e emergentes. A entrada é sempre gratuita em todos os eventos e actividades.

 

LAB/MEDIA 
Escolar // OFICINA- ESCOLA PROFISSIONAL DO INA
Co-curadoria com LÍMITES - CORPO COLECTIVO TRANSFRONTEIRIÇO
 

Laboratório criativo e formativo, com trabalho a desenvolver em colaboração com os alunos de multimédia e artistas pertencentes ao LÍMITES, colectivo em residência nesta edição do festival BINNAR.


 
 Escolar // AECCB
 (RE)LEITURAS


 Leituras visuais de obra, a partir de uma primeira leitura e escrita de obra. Com um espaço de um ano a separar esta intervenção (realizada no âmbito do BINNAR), abre-se a criação de energias entre as crianças e a obra exposta, em confronto com as suas visões prévias e posteriores.

Atualização - Semana(s) da Dança: ateliês e espetáculos para toda a família!

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Em novembro, há ateliês e espetáculos de dança para toda a família, nos equipamentos culturais do concelho. A 24.ª edição das Semana(s) da Dança, que decorre entre os dias 2 e 27, organizada pela Câmara Municipal de Palmela e Passos e Compassos, apresenta ainda atividades especialmente dirigidas à Comunidade Educativa.

O público em geral vai ter a oportunidade de participar nos ateliês de dança “Horas a DançAr”, dia 13, e também no Ateliê de Dança e Expressão Criativa - Pé ante Pé, para crianças dos 8 aos 10 anos, dia 20. Vai ainda poder assistir ao espetáculo para crianças e famílias “Pé ante Pé”, pela DançArte, dia 21, e a “Outras Pontes”, pela Companhia de Danças Ciganas OPRÉ, dia 27.

Para a Comunidade Educativa, o programa integra a Ação de Capacitação - Criação e apresentação de um objeto artístico, destinada a educadoras/es e professoras/es do concelho de Palmela, com cinco sessões a decorrer de 2 a 12 de novembro. Entre os dias 15 e 19 e 22 e 26, há sessões diárias do espetáculo “Pé ante Pé”, destinadas a alunas/os do pré-escolar e 1.º ciclo. A Comunidade Educativa terá ainda acesso a conteúdos online (espetáculos e aulas).

Com os objetivos gerais de divulgar a dança, criar novos públicos e contribuir para a partilha de ideias, desde 1997 que as Semana(s) da Dança oferecem uma programação diversificada. Esta iniciativa é hoje um programa integrado no panorama cultural da vila e do concelho de Palmela, mas também no contexto cultural do país e no panorama da dança em Portugal.

 

Programa

 

14 novembro | 15h00 | Centro Cultural de Poceirão

Horas a DançAr

Ateliês de dança para todas/os

Entrada gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

20 novembro | 10h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Ateliê de Dança e Expressão Criativa - Pé ante Pé

Um momento partilhado nos bastidores do espetáculo. Habitar o espaço de “Pé ante Pé”, para criar e brincar com as ideias e as emoções.

Destinatários: 8-10 anos 

Bilhete: 2€

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

21 novembro | 16h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Pé ante Pé

Pela DançArte

Pé ante Pé é um apelo à imaginação, à criatividade e à sintonia entre vários “Eus”.

Destinatários: crianças e famílias

Bilhete: 4€

Lotação limitada

 

27 novembro | 21h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Outras Pontes

Pela Companhia de Danças Ciganas OPRÉ

Espetáculo de Danças Romani (ciganas) de diferentes partes do mundo.

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete

 

Info./reservas: 212 336 630 | www.bol.pt | Fnac e Worten

 

Comunidade Educativa

 

2 a 12 novembro (5 sessões) | Cine-Teatro S. João, Palmela

Ação de Capacitação - Criação e apresentação de um objeto artístico

Destinatários: educadoras/es e professoras/es do concelho de Palmela

Participação gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

15 a 19 novembro | 10h30 e 14h30 | Cine-Teatro S. João, Palmela 

23 a 26 novembro | 10h30 e 14h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Pé ante Pé

Pela DançArte

Destinatários: pré-escolar e 1.º ciclo

Entrada gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

Info./reservas: decs@cm-palmela.pt | 212 336 606

 

Visita a exposição de Filigrana, jogos tradicionais e Cor(p)o Metropolitano este domingo em Gondomar

 

O MATER 17, roteiro cultural pelo património prossegue viagem com atividades em Gondomar, já este domingo, dia 7 de novembro. Com entrada gratuita, será um dia preenchido na Casa Branca de Gramido, a começar no interior, onde está patente a exposição de Filigrana, alastrando-se ao seu jardim, no exterior.

 

Depois do concerto de Tânia Oleiro, inserido na iniciativa “Sons no Património”, a programação do MATER 17, organizada pela Área Metropolitana do Porto e apoiada pelo NORTE 2020, prossegue pelos 17 municípios que a compõem, chegando agora a Gondomar.

 

Este domingo, estão previstas três atividades para um dia em cheio na Casa Branca de Gramido. Às 10.30 horas, o dia começa com a projeção do vídeo “A Indústria Artesanal da Filigrana em Gondomar” (2013), seguida pela visita guiada à exposição de Filigrana. Não basta conhecer o património, é preciso também tocar e experimentar as artes e ofícios; por isso, poderão assistir ao vivo à demonstração de trabalho em filigrana, pelas mãos de uma enchedeira local.

Pelas 11.15 horas, terá lugar a projeção do documentário “Eu Nasci para a Filigrana – As enchedeiras de Gondomar” (2020), produzido pelo Município de Gondomar no âmbito da candidatura da Filigrana de Gondomar ao Inventário Nacional do Património Cultural.

A manhã termina com a tertúlia “Um ofício característico de Gondomar”, com partilha de experiências.

Segue-se às 14.30 horas, uma sessão de jogos tradicionais, ideal para um momento de diversão em família.

 

O dia encerra com a atuação do Cor(p)o Metropolitano, pelas 18 horas no Auditório Municipal de Gondomar. Trata-se da apresentação do resultado do trabalho colaborativo entre uma equipa de artistas e membros da comunidade de cada município, com obras inéditas inspiradas pelo património cultural e imaginário coletivo de cada local. Um coro que se transforma num cor(p)o, numa identidade intermunicipal e polifónico, capaz de mapear o território e as suas comunidades, numa partilha do pensamento sobre si próprias, a partir do trabalho vocal e da prática artística colaborativa. São 17 formações distintas, cada uma representativa de um município da AMP; que se unem com o propósito de celebrar a cultura que os identifica.

 

Todas as atividades do MATER 17 são de entrada livre, mas a visita guiada à exposição de Filigrana, durante o período da manhã, e o concerto do Cor(p)o Metropolitano estão condicionados à reserva de bilhetes. Garanta o seu lugar no site da Câmara Municipal de Gondomar (na visita guiada, aqui; no concerto, aqui).

Mais informações aqui.

VISITA ORIENTADA | Domingo, 28 novembro, 15h30

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Boba Kana Muthu Wzela: Aqui É Proibido Falar!
Visita orientada à exposição, com a presença do artista.
Destinada a público em geral.
Vagas limitadas: levantamento de bilhete 30 min. antes do início da visita na bilheteira principal (por ordem de chegada, máximo de 2 bilhetes por pessoa).
Gratuito.
📸©DGPC, Arlindo Homem

BENJAMIM E CLÃ VENCEM PRÉMIOS DA SPA

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"Vias de Extinção", de Benjamim, e "Tudo no Amor", dos Clã, receberam os prémios de Melhor Trabalho de Música Popular Portuguesa e Melhor Tema de Música Popular Portuguesa, respectivamente, na última edição dos Prémios da Sociedade Portuguesa de Autores.
 
"Vias de Extinção", reconhecido com a distinção máxima dos prémios SPA, na categoria de música popular, é o terceiro álbum de originais de Benjamim. O disco constou ainda da lista de melhores do ano em mais de uma dezena e publicações. Em celebração do primeiro aniversário do álbum, Benjamim e a sua banda apresentam "Vias de Extinção" no Lux Frágil já no próximo dia 25 de Novembro, numa noite onde as canções vão estar em casa e a festa acontece na pista.
 
"Tudo no Amor", tema de autoria de Hélder Gonçalves (Clã) e Sérgio Godinho, integra o álbum "Véspera", editado em Maio de 2020, que foi também alvo de uma série de distinções, incluindo a de melhor grupo na passada edição dos Prémios Play.
 
Os Clã regressam a Lisboa já no próximo dia 20 de Novembro, para um concerto no Grande Auditório da Culturgest.
 
Noiserv esteve também nomeado na categoria de Melhor Tema de Música Popular Portuguesa com "Eram 27 Metros de Salto", do álbum "Uma Palavra começada por N".
 
O anúncio dos prémios foi feito pela SPA, no passado Sábado. À semelhança do que aconteceu em 2020 este ano não há gala para assinalar a atribuição dos prémios.

 

CLÃ
Culturgest, Lisboa

20 de Novembro | 21h
Comprar AQUI


BENJAMIM
Lux Frágil, Lisboa

25 de Novembro | 22h30
Comprar AQUI

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

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Até 31 de Janeiro: Abertas as Candidaturas aos Prémios de Dança, Música e Teatro 2022

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

 

Estão abertas as candidaturas para a segunda edição dos Prémios de Dança, Música e Teatro da Fundação Mirpuri, iniciativa que visa a promoção do mérito artístico nacional e internacional, através da aposta na distinção do melhor da cultura e no fomento das atividades culturais em Portugal e no mundo.

Cada categoria tem associado um prémio de 30 mil euros, perfazendo um total de 90 mil euros que será entregue aos nomes que mais se destacarem nas áreas artísticas dos Prémios, numa Gala que se realizará no Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa, com data marcada para 8 de julho de 2022.

O nome dos Prémios foi inspirado em figuras nacionais incontornáveis para cada uma das suas áreas: Carlos Avillez, Anna Mascolo e Carlos de Pontes Leça. Este ano pela primeira vez, poderão concorrer artistas de todo o mundo na sua respetiva área, aumentando o alcance da cerimónia.

Recorde-se que, na primeira edição, realizada em 2018, o prémio na área da dança foi para Fernando Duarte, Mestre de Bailado, Coreógrafo e Professor Convidado do Conselho Internacional de Dança/UNESCO.

Na área da música, o galardoado foi o Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa (MPMP), prémio entregue a Edward Abreu (Presidente do MPMP) e Duarte Martins (Vice-Presidente do MPMP). O Ensemble MPMP é um grupo de instrumentação flexível que tem desenvolvido um trabalho com vista à redescoberta de património passado e à valorização de repertórios contemporâneos.

Por fim, na área de teatro, o contemplado foi Elmando Sancho, ator que frequentou as mais conceituadas escolas e universidades como a Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid, a Universidade São Paulo/Escola Comunicação e Artes e o Conservatoire National Supérieir D’art Dramatique de Paris. Tanto no teatro, como em televisão e cinema, fez parte do elenco das mais variadas peças, séries e filmes.

 

A gala de entrega de prémios contou com os reconhecidos apresentadores, Catarina Furtado e Paul Rose da BBC, e com a atuação de vários bailarinos internacionalmente reconhecidos dos maiores palcos do mundo. Estiveram presentes artistas internacionais como Ekaterina Kondaurova, bailarina principal do Ballet do Teatro Mariinsky, de São Petersburgo, Maria Alexandrova, bailarina aclamada que fez carreira no Ballet Bolshoi, Andrey Ermakov, Nina Ananiashvili, atual diretora do Ballet da Geórgia, Marcelo Gomes, bailarino brasileiro e bailarino principal do American Ballet Theatre, Patrícia Henriques, distinguida pela revista Dance Europe, Miguel Ramalho, que recebeu o prémio da imprensa em 2012 como bailarino no ano.

 

Para mais informações sobre o regulamento, visite: https://mirpurifoundation.org/programs/performing-arts/applications-now-open-for-dance-music-and-theatre-awards-2022/

 

 

 

 

🐝 Arquivo Presente do Porto

Arquivo Presente do Porto é a mais recente criação da atriz e encenadora Rita Morais e tem estreia marcada no espaço Confederação, no Porto, de 4 a 6 de dezembro, inserida na programação da iniciativa da Câmara Municipal do Porto, Cultura em Expansão 2021. Neste âmbito, no dia 4 de dezembro, sábado, o espetáculo terá entrada gratuita.
 
Partindo de uma investigação sobre a atividade teatral da cidade do Porto, Arquivo Presente do Porto é um espetáculo de teatro que assenta na relação entre o artista e a sociedade, a documentação e a ficção e o passado e o futuro de uma cidade.
 
O ponto de partida para o espetáculo foi uma série de encontros-jantares entre artistas portuenses contemporâneos, que têm em comum a sua relação com a cidade do Porto e o desenvolvimento de trabalho artístico na área do teatro. Destes encontros resultou um trabalho de investigação e debate sobre o tecido artístico do Porto, com o objetivo de trazer o ato de arquivar para os dias de hoje, auscultando e "arquivando o presente", gerando discurso e ação sobre o passado, o presente e o futuro do fazer teatral.

Arquivo Presente do Porto conta com interpretação de Alexandre Sá, Célia Fechas, Diana Sá e Teresa Coutinho, sob orientação de Rita Morais. Através de um cruzamento inevitável entre a mesa e o palco, o espetáculo explora a relação do artista com a cidade, estimulando a partilha de memórias passadas e de intenções futuras. 
 
Arquivo Presente do Porto é a segunda incursão de Rita Morais pela investigação da atividade teatral contemporânea de uma cidade, depois de Arquivo Presente de Guimarães, um espetáculo produzido pelo Teatro Oficina e estreado em julho deste ano no Centro Cultural Vila Flor. Partindo da mesma premissa inicial, estes dois "arquivos teatrais" resultam num objeto artístico final distinto, fruto dos contributos de cada artista e do processo de investigação inédito e vivo.