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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo TÁ EMBAÇADO - COIMBRA

O Blog Cultura de Borla em parceria com a MEIO TERMO tem bilhetes duplos para TÁ EMBAÇADO em Coimbra para o dia 14 de Maio aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver TÁ EMBAÇADO com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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Em maio a MEIO TERMO traz um dos maiores nomes da comédia do Brasil a Portugal.

 

Depois do sucesso de “TO VIAJANDO”, show vencedor do prêmio Risadaria na categoria melhor show de Comédia Stand Up em 2018, FÁBIO RABIN entreia seu novo material.

“TÁ EMBAÇADO” é o novo título de seu novo show, o 4º solo de sua carreira. O título reflete o momento da sua vida de um homem que tenta escapar da rotina para salvar seu relacionamento, mas enfrenta dificuldades enormes como a TPM de sua esposa e sua própria falta de sensibilidade dentro de seu casamento. Além disso, tem que criar uma filha que está crescendo e começando a questionar o mundo para um pai que quase sempre não tem as respostas certas...

Talvez este seja seu show mais polêmico, pois além da família, aborda grandes tabus como: drogas, preconceito e o “politicamente correto”, que tenta impor ao comediante limites em sua criatividade.
A política se mantém muito presente neste show, sempre com textos sobre atualidades do país e do mundo, fator que colocou o comediante em grande destaque no cenário do humor nacional nos últimos tempos. Tudo isso, tentando enxergar o lado cômico em todas as desgraças que nos cercam, e são muitas! Afinal de contas “TÁ EMBAÇADO”...

 

Fábio Rabin, vai estar em Leiria, no dia 10 de maio, no Teatro José Lúcio da Silva, em Lisboa, a 11 de maio, no Teatro Villaret, no Porto, 12 de maio, no Sá da Bandeira e a 14 de maio ruma a Coimbra, ao Conservatório de Música de Coimbra.

 

NÃO ME FAÇAS PERDER TEMPO @ Teatro Aberto

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O Teatro Aberto vai estrear a 19 de Maio o espectáculo NÃO ME FAÇAS PERDER TEMPO, de Luís António Coelho, com encenação e dramaturgia de Rui Neto. A interpretação é de Beatriz Godinho, Daniel Viana, João Tempera, Katrin Kaasa, Leonor Seixas, Luís Gaspar, Rita Cruz e Telmo Ramalho.
 
Inspirado no universo de reality tv, este espectáculo parte do conceito de speed-dating para criar uma teia de encontros entre desconhecidos, que buscam o Amor. Não Me Faças Perder Tempo reflecte a urgência de amar na era digital. A urgência emocional é directamente proporcional à escassez de tempo. O speed-dating surge como uma alternativa analógica no mundo digital: It’s Crazy. It´s Love. It’s Crazy Love, o maior evento de speed-dating do mundo! 
 
Sinopse:
Quem não desejaria apaixonar-se à primeira vista? Encontrar um amor para a vida toda? Há quem procure realizar este desejo de hoje e de sempre através do speed-dating, um dispositivo de encontros entre desconhecidos que buscam o amor. Quatro mulheres e quatro homens têm quatro minutos para conversar com cada uma das pessoas do sexo oposto. A limitação de tempo implica que cada frase seja importante e tenha o poder de despertar interesse e cumplicidade no outro.

Não Me Faças Perder Tempo, a peça distinguida com o Grande Prémio de Teatro Português 2020, reflecte a urgência de amar na era digital, apresentando o speed-dating como uma alternativa analógica, uma fuga para a felicidade de todos os solteiros, misfits, ímpares, singulares, carentes, solitários e atarefados que trocam as aplicações de engate pelo ambiente breve e artificial de encontros ao vivo, na expectativa de um perfect match. Num mundo onde prolifera a peste, a guerra e a solidão, o amor é cada vez mais um lugar utópico. Será que é por este meio que alguém o vai encontrar?
 
Ficha artística:
ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA Rui Neto
CENÁRIO E FIGURINOS Marisa Fernandes
VÍDEOS Jorge Albuquerque
SONOPLASTIA Cristovão Campos
COM Beatriz Godinho, Daniel Viana, João Tempera, Katrin Kaasa, Leonor Seixas, Luís Gaspar, Rita Cruz, Telmo Ramalho
 

Passatempo RITA VIAN - Companhia Mascarenhas Martins - Montijo

 

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O Blog Cultura de Borla em parceria com a Companhia Mascarenhas Martins  tem bilhetes duplos para o concerto de RITA VIAN na Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro no Montijo, dia  14 de Maio aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ao concerto de RITA VIAN com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

 

Só há título no final - Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida, Montijo

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Sinopse
Andámos por aí, pela rua, pelas freguesias, de gravador em riste. Perguntámos o que gostariam de ver num espectáculo, o que achavam que vos representaria. As respostas não podiam ter sido mais diversas: tanto querem ser entretidos, como ver em cena sátira política; para cada um que pede revista, alguém fala de repertório clássico. História local, memórias pessoais, canções esquecidas, alertas em relação a discriminação, homofobia, xenofobia, um gato DJ, ai como o Montijo era e já não é. Sim, temos a cabeça a andar à roda, como é que vamos colocar tudo em cena? Como é que vamos conseguir construir um espectáculo que respeite todos os vossos desejos? Mas quem é que teve esta ideia? Uma coisa é certa: desistir não é opção. Pedimos os vossos contributos, o que acontecer no palco do Joaquim d’Almeida é a nossa resposta.
 
 
Só há título no final
A partir de contributos da população do concelho de Montijo, de acordo com uma ideia de Levi Martins

Um espectáculo de 
André Alves, André Reis, Diana Vaz, João Jacinto, Levi Martins, Luís Madureira, Maria Julieta Almeida, Maria Mascarenhas e Miguel Branco
Interpretação: André Alves, André Reis, Diana Vaz, João Jacinto, Levi Martins, Luís Madureira, Maria Julieta Almeida e Miguel Branco
Dramaturgia: Miguel Branco
Encenação: Maria Mascarenhas
Música: André Reis
Espaço cénico e luz: Adelino Lourenço e Maria Mascarenhas
Guarda-roupa: Ana Simão
Voz e elocução: Luís Madureira
Design gráfico: António Santiago
Fotografias de cena: Luana Santos

12 a 15 de Maio 2022
Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida, Montijo
Quinta e Sexta às 21h30 / Sábado e Domingo às 16h30

Preço: 7,5 (normal), 5 (descontos para jovens até 30 anos, profissionais do espectáculo, estudantes), gratuito para todas e todos os que participaram no processo com contributos.

M/12 | 90'

Reservas
Bilheteira Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida
De terça-feira a sexta-feira
Das 15h00 às 19h00
21 232 7882
bilheteira1@mun-montijo.pt

Informações
producao.mascarenhasmartins@gmail.com 
968 324 933
Apoio: República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes; Câmara Municipal do Montijo; Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro; União das Freguesias de Pegões; Junta de Freguesia de Canha; Junta de Freguesia de Sarilhos Grandes; Academia Musical União e Trabalho, Santa Casa da Misericórdia de Canha

Passatempo FUTEBOL - Teatro O Bando

 

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O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO O BANDO tem bilhetes duplos para a peça O FUTEBOL - ESPECTÁCULO para o dia 5 de Maio aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver ir ver O FUTEBOL - espectáculo com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | esta semana - conferência e recital

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Amanhã, quarta, 4 de Maio, pelas 18h
Entrada Livre
CONFERÊNCIA "A Sala de Música da Casa Lambertini: uma proposta de leitura e reconstituição"
Conferencistas: Ana Ester Tavares e Hugo Barreira
 
Sinopse:
Partindo do estudo das sete obras de José Malhoa encomendadas para a Sala de Música da Casa Lambertini, atualmente integrantes do acervo do Museu da Música (quatro medalhões com retratos dos compositores J.S. Bach, W. A. Mozart, R. Schumann e J. Brahms e também duas telas de grandes dimensões para as paredes norte e sul) e do acervo do Museu José Malhoa (medalhão central), propõe-se uma análise formal e iconológica das obras no espaço arquitetónico para o qual foram idealizadas, através de uma reconstituição da Sala da Música e do seu programa iconográfico.
A reconstituição da sala assenta em informações obtidas a partir de registos fotográficos e descrições da época, segundo uma metodologia de análise da imagem e da cultura visual, bem como do espaço arquitetónico, promovendo uma reflexão crítica acerca do lugar da Música no espaço privado daquela que foi uma das figuras maiores da música portuguesa do seu tempo e que mais contribuiu para a coleção do Museu Nacional da Música, Michel’Angelo Lambertini (1862-1920), assinalando a comemoração do 160º aniversário do seu nascimento.
 
Notas biográficas dos autores
Ana Tavares é licenciada em Música – Composição (2012), pela Universidade de Aveiro e Mestre em Ensino de Música – Composição (2014) pela mesma instituição. É licenciada também em História da Arte (2021) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e iniciará o curso de Doutoramento em Estudos do Património em setembro de 2022. É colaboradora do CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da FCSH – Universidade Nova de Lisboa desde 2020. Desenvolve atividade docente no ensino artístico especializado desde 2012, interessando-se pela interdisciplinaridade e por projetos colaborativos entre as diferentes disciplinas no âmbito do Domínio da Autonomia e Flexibilidade Curricular. Paralelamente à atividade docente, tem realizado trabalhos de investigação cruzando a História da Arte e a Iconografia Musical dos séculos XIX e XX, apresentando comunicações em conferências nacionais e internacionais, contando também com algumas publicações.
Hugo Barreira é licenciado em História da Arte (2010), pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Mestre (2013) e Doutor em História da Arte Portuguesa (2017) pela mesma instituição. É Docente do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória. As suas áreas de investigação principais são a história da arquitetura e a história urbana da época contemporânea em Portugal, destacando-se a dissertação de mestrado – Improvisos de progresso: arquiteturas em Espinho (1900-1943), a imagem em movimento e a cultura visual, destacando-se a tese de doutoramento – Imagens na Imagem em Movimento. Documentos e Expressões e diversos artigos em publicações nacionais e internacionais, bem como a produção artística e cultural dos séculos XIX e primeira metade do século XX e a história local. Desenvolve e colabora regularmente em formações no âmbito dos seus temas de investigação na FLUP e em outras instituições.

Conferência -Deuses egípcios 6: Hórus

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CONFERÊNCIA
| DEUSES EGÍPCIOS - HÓRUS 
por JOSÉ CARLOS FERNÁNDEZ


CONFERÊNCIA - 5 maio de 2022 às 19.30H



Ciclo de Conferências: «DEUSES EGÍPCIOS»

«Hórus é, juntamente com Ísis e Osíris, o deus mais importante do Egipto, até ao ponto dos Faraós governarem em seu nome. E quando um Faraó morria e começava a reinar o seguinte, fazia-se a cerimónia de passagem do Ka de Hórus, para que pudesse exercer o seu governo com legalidade e justiça, sendo o representante de Deus na terra de Kem. É também símbolo da luz solar, do III Logos - no contexto da cosmovisão neoplatónica - do Herói Interior ou Eu superior (Manas), filho do Eu Divino (Osíris).  (José Carlos Fernández)

CICLO DE CONFERÊNCIAS SOBRE OS DEUSES EGÍPCIOS

«A religião egípcia é de grande beleza e profundos significados. Frutos das Escolas de Mistérios, os seus símbolos velam ensinamentos sobre a Natureza, a Alma e a Vida, que mantêm toda a actualidade nos nossos dias. Certamente que o conhecemos não será praticamente nada em comparação com o que aprendia o mais humilde dos discípulos ou fiel destes cultos. No entanto, podemos conhecer algumas coisas por analogia com outros simbolismos, pelos próprios textos egípcios e sobretudo pelo esforço dos filósofos gregos e das escolas neoplatónicas, e inclusivamente por certas tradições herméticas conservadas até aos nossos dias. Por exemplo: "Ísis sem Véu" de H. P. Blavatsky (1831-1891), pelos livros e conferências do Professor Jorge Ángel Livraga (1930-1991) e outros autores como Schwaller Lubicz (1887-1961).
Isto permite-nos não só penetrarmos na beleza dos seus mitos e símbolos, mas também extrair ensinamentos através da sua Filosofia e cosmovisão. Analisaremos também em cada um destes Deuses, os seus nomes, hieroglifos e epítetos, uma vez que em diferentes chaves cada um tem significados muito diferentes e complementares.» (José Carlos Fernández)


Sessões às 19h30, em Oeiras
1 - Ísis (24/9/2019)
2 - Osíris (12/11/2019)
3 - Sekhmet (21/01/2019)
4 - Ptah (03/03/2020)
5 - Hathor (17/03/2022)´
6 - Hórus (5/5/2022)
7 - Amon
8 - Mut
9 - Kepher
10 - Jepet
11 - Thot
12 - Seshat
13 - Hapi
14 - Maat
15 - Seth
16 - Selkit
17 - Bes
18 - Neith
19 - Anúbis
20 - Neftis
21 - Montu
22 - Mau (Bastek)
23 - Shu
24 - Nuth
 



INSCRIÇÕES ABERTAS 
Entrada Livre
com Inscrição no formulário:

https://bit.ly/3OHBpxz


Local:
Evento Presencial

Salão Nobre do Palácio Marquês de Pombal, Oeiras -


Orador do evento:
Conferência por José Carlos Fernández
Escritor, investigador e Director Nacional da Nova Acrópole

 

 
Mais informações:
novacropoleoeirascascais@gmail.com
925872778

Maat doa receita de bilheteira do fim-de-semana de 7 e 8 de maio aos refugiados da Ucrânia

 

A Fundação EDP vai doar o valor integral da receita de bilheteira do maat do fim de semana de 7 e 8 de maio do Maat para apoiar respostas de emergência Humanitária em curso na Ucrânia. O saldo de bilheteira que resultar das visitas realizadas no museu, ao longo desses dias, vai ser duplicado pela Fundação EDP, sendo a verba total doada à Médicos do Mundo. Esta associação está a fazer chegar materiais médicos e medicamentos aos hospitais ucranianos, bem como a prestar cuidados médicos em abrigos coletivos e a responder às necessidades de quem foge do país e cruza as fronteiras da Ucrânia.

 

Neste fim de semana, poderão ser visitadas no maat e na Central Tejo seis exposições temporárias: Vhils. Prisma; Interferências; Naturezas Visuais; Traverser la Nuit – Obras da Coleção Antoine de Galbert; Universo Olivetti e Poly-Free, de João Pimenta Gomes. Na Centra Tejo é ainda possível visitar a exposição permanente que conta a história desta antiga fábrica de eletricidade.

 

Esta iniciativa da Fundação EDP enquadra-se nas várias medidas e campanhas que a EDP tem vindo a desenvolver para responder à emergência humanitária na Ucrânia, com o envolvimento de recursos e equipas em várias geografias onde o grupo está presente. Destas iniciativas, destacamos, por exemplo, o apoio financeiro a organizações que estão na linha da frente, a entrega de bens essenciais através de colaboradores e clientes, a oferta de equipamentos de material elétrico para o local do conflito e a disponibilização de locais para acolhimento ou ofertas de energia a refugiados em Portugal.

 

“A Fundação EDP tem acompanhado atentamente a atual crise humanitária e procurado apoiar de diversas formas as comunidades mais afetadas por este conflito, através de iniciativas como a doação de verbas do maat à organização Médicos do Mundo. É com um profundo sentido de missão que continuaremos a promover os direitos humanos e a inclusão, algo que no grupo EDP

impulsionamos ao investir 30 milhões de euros por ano a nível social até 2030”, afirma Vera Pinto Pereira, presidente da Fundação EDP.

Estreia esta semana! "Dá Raiva Olhar Para Trás"

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“DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS”

(Look Back in Anger)

de John Osborne

encenação de Frederico Corado

 

ESTREIA A 5 de MAIO - às 21.30h

Dias 5, 6, 7, 13, 14, 15 e 27 de Maio às 21.30

GALERIA JOSÉ TAGARRO 

(traseiras da Câmara Municipal do Cartaxo)

 

Info e reservas:

Área de Serviço - 964032279

 

 

É já esta semana que estreia "Dá Raiva Olhar Para Trás" de John Osborne com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Vânia Calado, João Vitor, Gabriel Silva, Inês Custódia e a participação especial de Joel Branco numa produção da Área de Serviço. 

Depois da grande inundação que aconteceu no passado dia 14 Abril no Centro Cultural do Cartaxo, foi a Galeria José Tagarro o espaço encontrado para estrear esta nova produção da Área de Serviço, a sua 28ª, e que com este espectáculo celebra o seu décimo aniversário. 

A aposta em "Dá Raiva Olhar para Trás" (Look Back in Anger) é feita num dos maiores clássicos do teatro britânico que reflete o clima na Grã-Bretanha em meados dos anos 50, olhando de forma extremamente pertinente para o contexto histórico, político, cultural e social. 

John Osborne, um dos “angry young man” escreveu um dos marcos do teatro inglês ao pôr em palco jovens ingleses que não tinham participado na Segunda Guerra Mundial e onde descobriam que as suas consequências não eram promissoras.

Jimmy Porter, parece não conseguir melhor do que o seu trabalho numa loja de doces, é um jovem inteligente, mas insatisfeito, proveniente da classe operária, casado com Alison, uma jovem de classe média-alta com quem mantém uma relação tóxica, entre a cumplicidade e o abuso. A melhor amiga de Alison, Helen, aconselha-a a abandonar Jimmy, mas acaba por se envolver romanticamente com ele. História de um triângulo amoroso, "Dá Raiva Olhar Para Trás" é também um retrato desolado da vida das classes trabalhadoras inglesas no fim os anos 50 e um olhar crítico sobre o sistema de classes.

Este espectáculo, encenado por Frederico Corado, conta com as interpretações de Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação muito especial do grande actor Joel Branco que nos dá o grande prazer de se juntar ao elenco da Área de Serviço neste espectáculo que ficará para sempre marcado nas nossas memórias.

 

Joel Branco com a Área de Serviço

Joel Branco, que todos conhecemos como sendo um dos mais populares actores do teatro ligeiro em Portugal, foi bailarino e primeira figura de várias revistas do Parque Mayer. A sua interpretação em “Godspell” no Teatro Villaret, revelou-o como actor/cantor de enormes recursos, que confirmou ao lado de Ivone Silva em “Não Há Nada Para Ninguém”, onde foi distinguido com o Prémio de Melhor Actor do Ano atribuído pela Casa da Imprensa e Nova Gente. Variadíssimas atuações na televisão em telenovelas, série e programas como “Liberdade 21” (2011), “A Minha Família” (2009), “Floribella” (2007), ”Tu e Eu” (2007), “Fala-me de Amor” (2006), “Camilo Em Sarilhos” (2006), “Inspector Max” (2005), “Uma Aventura” (2004), “O Olhar da Serpente” (2002-2003), “Fábrica de Anedotas” (2002), “Ganância” (2001), “Capitão Roby” (2000), “A Loja de Camilo” (2000), “Sra. Ministra” (2000), “Todo o Tempo do Mundo” (1999), “Médico de Família” (1998-1999), Os Lobos (1998-1999), Terra Mãe (1998), “Bom Baião” (1998), “A Grande Aposta” (1997-1998), “Cuidado com o Fantasma” (1997), “As Aventuras do Camilo” (1997), “Todos Ao Palco” (1996), “Os Imparáveis” (1996), “A Mulher do Sr. Ministro” (1995), “Nico d'Obra” (1993-1994) “O Romance da Raposa” (1988), “Que Pena Não Ser a Cores” (1987), “Carnaval infernal” (1986), “Ponto e Vírgula” (1984), “Origens” (1983), “Branco, Sousa e Companhia” (1981), “Sabadabadu” (1981), “A Feira” (1977), entre outros.

Na música cantou "Amigos Até ao Fim", defendeu a Árvore como um Amigo, a cantar a natureza, a paz e a amizade.
O disco "Dez Anos de Cantigas", editado pela Movieplay Portuguesa, inclui o tema "E a Peça Acabou"; (uma estreia em 1986) e outros sucessos do actor-cantor nos dez anos anteriores — inclui nove das suas mais conhecidas canções e entre elas o popularizado dueto com Herman José "Olho Vivo e Zé de Olhão".

Durante alguns anos entrou em diversos espectáculos encenados por Filipe La Féria no Teatro Politeama como foi o caso de “Maldita Cocaina”, “My Fair Lady”, “Amália – o Musical”, “A Canção de Lisboa”, “Música no Coração”, “Um Violino no Telhado”, “A Gaiola das Loucas”, “A Flor do Cacto” e “Pinóquio”, onde trabalhou com Frederico Corado, assim como em “Isto é Que me Dói!”  (na versão encenada por Francisco Nicholson - de quem Frederico Corado foi assistente - no Teatro Villaret) e que agora o convida para se vir juntar à Área de Serviço neste "Dá Raiva Olhar Para Trás" num papel diferente daquilo que está habituado a fazer mas a que se entrega, como sempre, de alma e coração.

 
“Dá Raiva Olhar Para Trás” e o Teatro em Portugal”

Na História do Teatro Português, a peça “Look Back in Anger” tem algumas produções histórias. Em 1967 com o título "O Tempo e a Ira", numa tradução de José Palla e Carmo e encenação de Fernando Gusmão é levado à cena pelo Teatro Experimental do Porto com Luiz Alberto, José Cruz, Isabel de Castro, Fernanda Alves e David Silva. Depois o Teatro Experimental de Cascais em 1968 com a mesma tradução encena pela mão de Artur Ramos e cenografia de Paulo-Guilherme com José de Castro, Lourdes Norberto, Maria do Céu Guerra, Luís Santos e Canto e Castro. Em 1992 é Rui Madeira que a encena na sua Companhia de Teatro de Braga e em 1996 já com o titulo "Dá Raiva Olhar Para Trás" numa tradução de Gustavo Rubim é Juvenal Garcês que faz a sua encenação no Teatro-Estúdio Mário Viegas com a interpretações de Simão Rubim, Rita Lello, Pedro Tavares, Mafalda Vilhena e Carlos Lacerda  

 

Com  Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação especial de Joel Branco

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: John Osborn | Tradução: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado e Mário Júlio | Execução Cenográfica: Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Mário Júlio, Rui Manel, Florbela Silva e Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Coordenação de Guarda-Roupa: Florbela Silva | Direcção Técnica e Desenho de Luz: Miguel Sena | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes


Parceiros: Câmara Municipal do Cartaxo


Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Passatempo O SANGUE DAS PALAVRAS - Casino do Estoril

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O Blog Cultura de Borla em parceria com ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo O SANGUE DAS PALAVRAS no CASINO DO ESTORIL para os dias 5, 7 e 8 de Maio aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver O SANGUE DAS PALAVRAS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.