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Cultura de Borla

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SERRALVES APRESENTA CICLO DE CINEMA DESOBEDIÊNCIA CIVIL: O CINEMA DA INSURREIÇÃO EM TORRES

 

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SERRALVES APRESENTA CICLO DE CINEMA DESOBEDIÊNCIA CIVIL: O CINEMA DA INSURREIÇÃO EM TORRES

 

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL: O CINEMA DA INSURREIÇÃO

Ciclo de cinema organizado pela Casa de Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves, Porto.

Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras

De 18 NOV 2022 a 26 NOV 2022

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL: O CINEMA DA INSURREIÇÃO, ciclo de cinema organizado pela Casa de Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves, é apresentada no Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras, dia 18 de novembro, no âmbito da parceria entre o Município de Torres Vedras e a Fundação de Serralves. A primeira sessão deste ciclo terá lugar às 18h00, apresentará o filme La Grande Bouffe de 1973, do realizador Marco Ferreri.

 

Todas as sessões contarão com a apresentação por um convidado e serão acompanhadas pela edição de uma brochura contendo textos de análise e contextualização dos filmes programados, havendo ainda sessões especificamente orientadas para um público escolar. A apresentação do primeiro filme caberá ao programador e crítico Ricardo Lisboa.

 

Esta iniciativa da Casa de Cinema Manoel de Oliveira, dirigida por António Preto, integra-se no Programa de Exposições e iniciativas culturais Itinerantes de Serralves, com o objetivo de tornar acessível a atividade desta Fundação, em prol do desenvolvimento cultural a públicos diversificados de todas as regiões do país. Estes programas percorrem o país, apresentando diferentes exposições, obras, ciclos de cinema, conversas e conferências e ações educativas em mais de 30 municípios, cumprindo assim a missão da Fundação de Serralves de apoio efetivo à descentralização da oferta cultural.

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL: O CINEMA DA INSURREIÇÃO

Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras

De 18 NOV 2022 a 26 NOV 2022

 

Este ciclo de cinema, intitulado Desobediência Civil: o cinema da insurreição, apresenta uma seleção de títulos onde estas reflexões são centrais do ponto de vista formal, temático e narrativo. O cinema, arte popular por excelência, dialogou intimamente, desde a sua génese, com a tradição do burlesco, nomeadamente na mediação dos espetáculos de variedades e na lógica das atrações. Muito do cinema moderno afirma-se, exatamente, pela atualização dessa força disruptiva que se encontra no cinema primitivo. Os filmes que constituem este programa, oriundos de diferentes contextos culturais e momentos históricos, participam desta genealogia oferecendo retrospetivamente uma panorâmica sobre as traduções fímicas desse regime de exceção que é o carnavalesco.

 

Organizado entre dois fins de semana, este programa, pensado a partir da relevância social, histórica e cultural do Carnaval de Torres Vedras e especialmente concebido para ser apresentado no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras e em diálogo com os seus espaços expositivos, conta com quatro filmes representativos daquilo a que se pode chamar um cinema da insurreição.

 

PROGRAMA:

18 NOV | 21H00

La Grande Bouffe (1973)

Marco Ferreri

130’

M18

Retrato impiedoso da sociedade burguesa e dos paradoxos da sobreabundância capitalista à luz da tradição da comédia italiana dos anos 1970, por aquele que foi um dos mais mordazes e politicamente engajados cineastas desse período. A trama é bastante simples e desarmante: Marcello (Marcello Mastroianni), um piloto, Michel (Michel Piccoli), um executivo de televisão, Ugo (Ugo Tognazzi), um «chef», e Phillippe (Philippe Noiret), um juiz, querem comer até morrer naquilo a que se pode chamar um suicídio gastronómico. Após a primeira noite, Marcello insiste que devem juntar-se mulheres ao grupo. Três prostitutas conseguem aguentar um ou dois dias, mas é Andrea (Andréa Ferréol), uma professora local, que ficará mesmo até ao fim, fascinada pelo desejo suicidário dos protagonistas.

 

APRESENTAÇÃO

Ricardo Vieira Lisboa

Crítico e programador

 

19 NOV | 21H00

Multiple Maniacs (1970)

John Waters

96’

M18

O filme que afirmou John Waters como o rei do mau gosto e a atriz Divine como a campeã da perversidade é, nos limites da comédia, um retrato irreverente do “american way of life” e uma paródia à sociedade de consumo nos seus contornos mais conservadores e moralistas. Nas palavras do próprio realizador, “o enredo é bastante complicado: Lady Divine (Divine) e o namorado, Mr. David (David Lochary), dirigem um espetáculo itinerante de horrores (a Cavalgada da Perversão) que atrai jovens donas de casa, empresários e swingers suburbanos para fora das suas casas de campo até uma pequena tenda onde os deixam boquiabertos com seus horrores favoritos (viciados, pornógrafos, homossexuais), prontos para serem roubados e às vezes assassinados pela psicótica Lady Divine e o seu gangue de drogados. Mr. David percebe que o seu romance de seis anos com Lady Divine está a desmoronar-se e tenta a sua sorte com Bonnie (Mary Vivian Pearce) […]. Lady Divine descobre o caso através da denúncia de uma empregada de balcão intrometida (Edith Massey) e começa a perder o controlo. Visita uma igreja vazia para rezar, mas é seduzida por uma religiosa pervertida (Mink Stole) que se esconde em confessionários, onde dá ‘trabalhos de rosário’. Mink e Lady Divine ‘apaixonam-se’, e Mink concorda em ajudar Lady Divine a assassinar o seu marido e a sua nova amante. Depois de trinchar e comer as entranhas das suas vítimas, Lady Divine perde completamente a cabeça e é atacada e violada por uma lagosta grelhada de quatro metros e meio (Lobstora). Atordoada e enlouquecida, ela cambaleia até à rua, causando pânico em massa, e finalmente é morta a tiro pela polícia.” Produzido num contexto de cinema underground, a obra de John Waters passou de objeto de culto a marco fundamental na história do cinema norte-americano do último meio século, tendo a sua filmografia sido alvo de inúmeras retrospetivas e homenagens pelos mais prestigiados museus e cinematecas.

 

APRESENTAÇÃO

Vasco Araújo

Artista visual

 

25 NOV | 21H00

A Raiz do Coração (2000)

Paulo Rocha

118’

M12

O filme acompanha um conturbado processo eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa, colocando um candidato populista que apela a um regresso à ordem e aos bons costumes em confronto com uma aguerrida milícia de transformistas. Uma das últimas obras de Paulo Rocha, e aquela que melhor demonstra o gosto pela experimentação que caracteriza a segunda metade da sua obra. Tudo se passa durante as Festas de Santo António, patrono dos namorados e da cidade velha. Catão (Luís Miguel Cintra), político nacionalista, carismático e sem escrúpulos, persegue obcecadamente Sílvia (Joana Bárcia), um jovem travesti algo místico. Certa noite, entretanto, Sílvia cruza-se com Vicente (Melvil Poupaud), dito "o Corvo", polícia perseguidor dos travestis que, disfarçados de Noivas de Santo António, atacam as Festas da Cidade. Protetora de Sílvia, a misteriosa Ju vive de pequenas chantagens. Estranhas fotografias comprometedoras de Catão circulam entre os Partidos da Oposição. Pronto a tudo, Catão vai pôr em causa a sua carreira ao bater-se pelo regresso de Sílvia.

 

APRESENTAÇÃO

Regina Guimarães

Escritora e videasta

 

26 NOV | 21H00

Sedmikrásky (Daisies, 1966)

Vera Chytilová

74’

M16

Título seminal da Nova Vaga Checa, Dasies relata as desventuras de duas jovens que, entre risos e brincadeiras, vão destruindo tudo por onde passam. Assinado por Věra Chytilová, cineasta do estilo e da visualidade, o filme viria a ser banido e a realizadora proibida de filmar por vários anos. Marie I e Marie II decidem que se tornarão tão mesquinhas, obscenas e mimadas na mesma medida em que a sociedade que a rodeia é mesquinha, obscena e mimada. A partir desse momento de viragem, elas iniciam uma jornada por diferentes lugares, situações e encontros, não deixando pedra sobre pedra. A sua transgressão não tem limites e, no fim de contas, não levam nada a sério, nem a comida, nem as roupas, nem os homens, nem a guerra.

 

APRESENTAÇÃO

Teresa Vieira

Jornalística, crítica e programadora

 

PROGRAMA EDUCATIVO:

Rita ou Rito?… (1927)

Reinaldo Ferreira

41’

M12

 

Distribuído pela Repórter X Film, Rita ou Rito?... explora um caso alegadamente real ocorrido na cidade de Aveiro e referenciado na imprensa da época, sendo o primeiro filme português a abordar a temática do travestismo. Mais do que uma mera comédia de enganos, o filme enfrenta – de um modo tão desassombrado quanto polémico – todo um conjunto de temáticas incómodas, que vão do colonialismo à representação dos negros no cinema (nomeadamente a prática do blackface, em que as personagens negras são interpretadas por atores bancos com a cara pintada de preto), passando igualmente pelos estereótipos de género e respetivos papeis sociais; ou seja, questões que se prestam a ser discutidas, numa perspetiva de problematização, com um público escolar.

 

Agenda

 

18 a 26 de novembro 2022

Ciclo “Desobediência Civil. O Cinema da Insurreição”

Os três dias do Carnaval marcam um período em que as regras sociais estabelecidas e as convenções impostas são temporariamente suspensas ou parodiadas. É, portanto, um momento em que se desfazem hierarquias, se invertem os papéis de classe e de género, se joga entre o sagrado e o profano e (...)

Saber Mais

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA CONVIDA À DESCOBERTA DO ESPAÇO PÚBLICO DE SANTA CRUZ

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Flâneur ao Centro – Fotografia no Espaço Público é a exposição com vista para o Oceano Atlântico que está patente na Rua Dr. João de Barros, em Santa Cruz. A mostra reúne trabalhos dos fotógrafos portugueses Catarina Botelho e Fábio Cunha, do britânico Joshua Phillips e da irlandesa Róisín White e foi inaugurada no passado sábado, 5 de novembro.

Na ocasião, a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, destacou que “estes trabalhos são muito identitários”, tratando-se de uma “miscelânea de fotos e de composições que realmente mostram aquilo que é o caleidoscópio da nossa vida, dos nossos espaços.” Afinal, cada fotógrafo dedicou-se a trabalhar um dos concelhos envolvidos no projeto: Torres Vedras, Leiria, Bombarral e Lourinhã.

Róisín White esteve em residência artística em Torres Vedras e desafiou alunos de várias escolas do Concelho a partilhar a sua visão sobre o território através de desenhos, que viriam a dar o mote ao trabalho da fotógrafa. O processo envolveu crianças das Escolas Básicas (EB) 1 de Varatojo, Serra da Vila e Torres Vedras, das EB 2,3 Padre Vítor Melícias e do Maxial e do Externato de Penafirme.

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O projeto é liderado pela associação cultural Procur.arte, em parceria com as várias câmaras municipais envolvidas. “É um projeto de intervenção no território e no seu espaço público” explicou o fundador e presidente da associação, Nuno Ricou Salgado, acrescentando que o mesmo “vive da presença dos públicos. É muito interessante ver como ele intervém em cada um dos espaços, como aqui em Santa Cruz, com o por do sol e essa belíssima localização.”

A inauguração da exposição (que tem em Santa Cruz a sua última paragem) contou, ainda, com a presença do Diretor-Geral das Artes, Américo Rodrigues. Às intervenções iniciais, seguiu-se uma visita guiada pelas obras dos quatro fotógrafos. O périplo terminou na Azenha de Santa Cruz, onde foi exibido um vídeo em que os artistas apresentam o seu trabalho e apresentado o catálogo da exposição, que estará patente até 27 de novembro.

O “Flâneur ao Centro” conta com o apoio à programação cultural em rede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro e da Direção-Geral das Artes.

 

“Hora do Conto - Famílias”: novas atividades em outubro e novembro

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Nos meses de outubro e novembro, há novas atividades da “Hora do Conto - Famílias” nas Bibliotecas Municipais de Palmela e de Pinhal Novo, de participação gratuita, com diferentes abordagens lúdicas e pedagógicas.

A atividade “Queres que te conte?”, de leitura em voz alta a partir de álbuns ilustrados, decorre a 5 de outubro e a 12 de novembro, na Biblioteca de Palmela, e a 22 de outubro e 19 de novembro, na Biblioteca de Pinhal Novo, sempre às 15h00.

A 29 de outubro, na Biblioteca de Pinhal Novo, e a 26 de novembro, na Biblioteca de Palmela, às 15h00, há “Sons de almofadas”, uma atividade que, através do contar de uma história ou lengalenga, ajuda a aprofundar a relação das mães com os seus bebés e a estimular a leitura desde o ventre materno.

No âmbito deste projeto, promovido pela Câmara Municipal de Palmela, estão também disponíveis para empréstimo os “Saquinhos dos contos”, recursos lúdico didáticos para explorar, de forma criativa, as rotinas das crianças.

Mais informações e inscrições através dos contactos: 212 336 632 ou bibliotecas@cm-palmela.pt.

 

Próximas atividades

 

15 outubro e 12 novembro | Biblioteca Municipal de Palmela

22 outubro e 19 novembro | Biblioteca Municipal de Pinhal Novo

15h00

Queres que te conte?

Leitura em voz alta a partir de álbuns ilustrados. Ouvir e contar estimula o gosto pela leitura e faz-nos sonhar.

 

29 outubro | Biblioteca Municipal de Pinhal Novo

26 novembro | Biblioteca Municipal de Palmela

15h00

Sons de almofadas

Contar uma história ou lengalenga ajuda a aprofundar a relação com os seus bebés e a estimular a leitura desde o ventre materno.

 

Saquinhos dos contos

Recursos lúdico didáticos para explorar, de forma criativa, as rotinas das crianças.

“Hora da paparoca” | “Fazer Ó Ó” | “Cheira tão mal” | “Miminhos”

Disponíveis para empréstimo por tempo determinado.

 

 

“Semana(s) da Dança”: livro “Dança” apresentado na Biblioteca de Palmela

 

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O livro “Dança” vai ser apresentado no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela, pela autora, Inês Fonseca Santos, e pelo ilustrador, André Letria, no dia 26 de novembro, às 16h00.

A sessão é destinada a crianças e famílias e a participação é gratuita, mediante inscrição através dos contactos 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt.

A apresentação integra o programa das “Semana(s) da Dança”, que a Passos e Compassos/DançArte e a Câmara Municipal de Palmela promovem até ao final do mês, com espetáculos, ateliês, bailes, encontros, exposições e outras iniciativas em todo o concelho. Consulte a programação completa em www.cm-palmela.pt.

 

Sinopse

 

«O ser humano dança desde que começou a bater mãos e pés para comunicar ou aquecer-se. Que arte é, então, esta que anima os corpos, que faz do movimento uma linguagem, que já serviu para erguer muros e que hoje une as pessoas? E, se a dança nasceu connosco, não devíamos ser todos bailarinas/os? Podemos ser, tentamos ser, em diferentes medidas e de diferentes formas. Junta-te, por isso, à dança. Pode ser a solo, aos pares ou em grupo, mas prepara-te para piruetas, pliés e moonwalks. Os ensaios, as marcações e os agradecimentos ficam por nossa conta, os aplausos ficam do teu lado.

“Dança” fala-nos de uma arte tão antiga como a humanidade, uma arte que se renova dia após dia em cada espetáculo que sobe ao palco, noite após noite em cada abertura de pista».

 

 

Feira do Livro de Fotografia de Lisboa

FEIRA DO LIVRO DE FOTOGRAFIA DE LISBOA REGRESSA AO ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA
DIAS 25, 26 E 27 DE NOVEMBRO

A ENTRADA É LIVRE E ABERTA A TODOS

Entre 25 e 27 de novembro, o Arquivo Fotográfico vai receber a 12ª edição da Feira do Livro de Fotografia de Lisboa. Assumindo-se como um espaço experimental de exposição, venda, discussão e debate em torno do livro de fotografia e das diferentes formas que este pode assumir, constitui-se como um ponto de encontro para os apaixonados pelo Livro de Fotografia, grande público e profissionais.

Organizada por um grupo informal, este é um evento anual que reúne autores, editores independentes e livreiros, especializados em publicações fotográficas, fotolivros e fotozines, que conta com o apoio institucional e colaboração do Arquivo Fotográfico desde 2015. 

Com entrada livre, esta iniciativa - marcada por um ambiente de proximidade, informal e intergeracional em torno do fotolivro, onde se facilita a comunicação direta e a partilha - tem-se constituído como um polo dinamizador e valorizador da criação editorial no domínio fotográfico em Portugal, contando com uma significativa adesão de públicos.

A colaboração com o Arquivo Municipal de Lisboa, favorece esse encontro em torno do livro de fotografia e lembra, a cada um dos amantes da fotografia, a relevância cultural deste espaço, evidenciando uma vez mais, que o Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico é a única instituição pública na capital integralmente dedicada à fotografia.

Para além das suas facetas de divulgação, pretende-se que esta edição continue a desempenhar um papel agregador e dinamizador na construção, transmissão e distribuição do Livro de Fotografia, de modo a gerar o interesse da comunidade vinculada à linguagem fotográfica, incentivando novos projetos e continuando a favorecer a criação de novos públicos.

Do programa da Feira fazem parte um mercado de fotolivros, que conta com a presença de editores, livreiros e alfarrabistas; uma exposição de maquetas - mostra de dummies / fotolivros em fase de projeto; haverá um espaço para autores e pequenos editores, com a venda de publicações / fotolivros auto-editados e a apresentação de projetos potográficos autorais, em desenvolvimento ou já concluídos.

O espaço pode ser visitado na sexta-feira, dia 25, entre as 18:00 e as 20:00; e ao sábado e domingo, dias 26 e 27, das 11:00 às 20:00.

No domingo, pelas 10:30, será promovida uma oficina de conservação preventiva de álbuns fotográficos. A iniciativa é de entrada livre mas necessita de marcação prévia através do email arquivomunicipal.se@cm-lisboa.pt.

Oficina de Artes Circenses no Centro Cultural de Poceirão

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O Circo Dallas, uma das companhias mais antigas do país, residente no concelho de Palmela, dinamiza uma Oficina de Artes Circenses no Centro Cultural de Poceirão, no dia 26 de novembro, das 11h00 às 13h00.

A atividade, organizada pela Câmara Municipal de Palmela, destina-se a maiores de 6 anos e é de participação gratuita. Mais informações: 935 321 218.