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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Grândola, Vila Jazz apresenta Cantigas do Maio

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A temporada 2023 do “Grândola, Vila Jazz” apresenta este mês Cantigas do Maio, um projeto constituído por Bernardo Moreira no contrabaixo - um nome histórico e uma referência Jazz nacional -  Ricardo J. Dias no piano, André Santos na guitarra e João Neves na voz. O espetáculo está agendado para sexta-feira, dia 30 de junho, às 21h30, no Cineteatro Grandolense. A entrada é gratuita

O projeto Cantigas de Maio surge como uma consequência quase natural no trabalho de mais de 30 anos de Bernardo Moreira na música.

Com um início marcado pela linguagem do jazz, universo em que se move até hoje, cedo enveredou por um diálogo com outros géneros musicais, com outros compositores e intérpretes.

As Cantigas de Maio retomam esse trajeto, homenageando os grandes autores que marcam uma viragem na página da história social, política e cultural do nosso país. O repertório é exclusivamente dedicado à música de autores como José Afonso, Fausto Bordalo Dias, Sérgio Godinho ou José Mário Branco.

O «Grândola, Vila Jazz» faz agora uma pausa e regressa em outubro com o espetáculo «Long Ago and Far Away» pela banda residente do Hot Clube de Portugal.

«Grândola, Vila Jazz» surge no âmbito da parceria entre a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (SMFOG-Música Velha) e o Município de Grândola, para a dinamização do Cineteatro Grandolense através da realização de concertos de Jazz, que remonta a 2014.

 

Margarida Rebelo Pinto conversa em Albergaria-a-Velha

 

A escritora Margarida Rebelo Pinto vai estar à conversa na Biblioteca Municipal na tarde de 1 de julho, às 16h. A sessão “Encontro com Letras” integra a programação da Albergaria conVIDA – Feira Regional de Artesanato e Gastronomia de Albergaria-a-Velha.

Com apenas 22 anos, Margarida Rebelo Pinto começou a escrever crónicas - um dos seus géneros de eleição - no lendário jornal “O Independente” e tem sido uma presença regular na imprensa escrita e na televisão ao longo das últimas três décadas. Tinha 33 anos quando lançou “Sei Lá”, que foi um enorme sucesso e deu origem a um filme. A sua obra literária conta com 30 livros publicados, nas quais aborda o género epistolar, a literatura infantil, o romance histórico e o romance urbano contemporâneo. Vários dos seus romances estão publicados na Europa, no Brasil e na América Latina.

“A Lenda do Belo Soldado” é o seu mais recente livro e combina mistério, magia e paixão no tempo de Viriato, o famoso guerreiro que lutou contra a expansão romana na Península Ibérica. Reza a lenda que um belo e misterioso soldado seguiu Viriato desde o início da luta contra os romanos até ao último dia da sua vida. Conta-se que, ao ver o chefe imolado na pira, revelou a sua verdadeira identidade e saltou para as chamas, unindo o seu destino ao do herói luso. O nome do bravo soldado perdeu-se no tempo. Neste romance, a história ganha outra vida.

O encontro com Margarida Rebelo Pinto é de entrada livre.

Pacheco Pereira inaugura exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia” na ESTBarreiro/IPS

Pacheco Pereira inaugura exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia” na ESTBarreiro/IPS

Iniciativa resulta de uma parceria entre a instituição e o Arquivo Ephemera

 

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 “O conhecimento, o saber e a leitura” são ferramentas fundamentais para “um incremento de lucidez” sobre o mundo pós-COVID-19 e para melhor preparar, sobretudo os mais jovens, para os seus “riscos e perigos”, afirmou esta segunda-feira, 17, José Pacheco Pereira, fundador do Arquivo Ephemera, por ocasião da inauguração da exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia”, patente na Biblioteca da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTBarreiro/IPS).

Numa mensagem dirigida aos estudantes, o responsável pelo maior arquivo privado português, que reúne nesta exposição um acervo único de material relacionado com a COVID-19 e seu impacto na sociedade portuguesa, lembrou que “em História, nada é previsível, tudo é surpresa” e que esta pandemia, sendo prova disso, deixou “consequências ainda longe de serem inteiramente conhecidas”.

“Espero que esta exposição ajude a perceber que o mundo não é fácil, é muitas vezes complicado, e que a melhor maneira de diminuir essa sensação de facilidade, a ideia de que a vida é essencialmente lúdica, e o egoísmo que daí advém, é o conhecimento.  Procurar saber, ler e não viver dependurado no mundo virtual, nas redes sociais, onde se perde a oportunidade de melhor se defender do mundo do futuro, que – insisto – não vai ser fácil”, rematou.

O acervo, que começou  a ser coligido desde o primeiro dia de confinamento, permite recordar objetos tão diversos como cartazes artesanais e institucionais, primeiras páginas de imprensa, autocolantes, t-shirts, material de aviso sanitário, e ainda parte de uma vasta de coleção de máscaras, viseiras, gel, luvas, fatos cirúrgicos, kits de vacina e outra parafernália nacional e internacional. A coleção contempla ainda filmes de manifestações contra o confinamento captados pelos voluntários do Ephemera, fotografias dos períodos de confinamento ou milhares de posts que foram aparecendo nas redes sociais, relacionados com a pandemia.

Nesta versão, desenvolvida em parceria com a ESTBarreiro/IPS, a exposição surge também uma oportunidade para assinalar a 10ª edição da licenciatura em Biotecnologia, área do saber que assumiu especial destaque na mitigação dos efeitos da pandemia, e que também surge aqui documentada através de vários objetos, como lembrou na ocasião Catarina Delgado, pró-presidente do IPS“Uma instituição de ensino superior, além da sua missão de ensino e aprendizagem, deve ser também capaz de dar resposta aos problemas da comunidade onde se insere. E a pandemia foi um momento em que o IPS mostrou essa capacidade”.

Recorde-se que o IPS pôs em marcha, logo em abril de 2020, um conjunto de ações para apoiar o esforço dos serviços de saúde e forças de segurança na resposta à pandemia, como é o caso dos cerca de 9 mil litros de álcool gel produzidos sob responsabilidade técnica do seu corpo docente e em parceria com a Casa Ermelinda Freitas, com a Câmara Municipal do Barreiro e as escolas do concelho. Ainda nesse ano, a instituição vê certificado o IPS COVID Lab, unidade laboratorial de testes de diagnóstico que permitiu prevenir e identificar potenciais surtos no seio da comunidade académica e que se mantém em funcionamento na ESTBarreiro/IPS, também com uma componente de investigação.

Além de preservar a memória de um mundo que mudou, ao ponto de se poder falar de um  antes (aC) e um depois da COVID-19 (dC), a exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia” tem também como objetivo equacionar a comunicação de ciência em tempos excecionais, numa reflexão que se estende a toda a comunidade envolvente. “Somos uma instituição de ensino superior aberta à sociedade, em que a formação/educação ocupam um lugar central. A arte, a história, a cultura são aspetos considerados essenciais no que respeita à formação das pessoas. Exemplo disso são as exposições que acolhemos, abertas ao público em geral e sempre de entrada livre”, sublinhou ainda o diretor da ESTBarreiro/IPS, Pedro Neto.

A mostra pode ser visitada até ao próximo dia 30 de junho, todos os dias úteis, entre as 10h00 e as 16h30.

 

COCOMELON E RUCA SÃO CABEÇAS DE CARTAZ DO FESTIVAL PANDA 2023

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“Cocomelon” “Ruca”, convidados especiais do Panda+, são os cabeças de cartaz da 16ª edição do Festival Pandao maior evento infantil em Portugal, que este ano acontece em Oeiras (Parque dos Poetas), nos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho; na Maia (Estádio Municipal Dr. José Vieira de Carvalho), nos dias 15 e 16 de julho, terminando no Estádio Municipal da Figueira da Foz, a 22 de julho.

 

 

Bragança assinala o 15.º aniversário do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

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O Município de Bragança assinala o 15.º aniversário do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (CACGM) com um programa multifacetado e atividades diversas. Visitas guiadas às exposições, apontamentos musicais, performances teatrais e registos gráficos são algumas das iniciativas propostas. Do programa destaca-se ainda a conversa sobre “O papel do CACGM para a coesão social e cultural do território”, moderada pela jornalista Fátima Campos Ferreira. As comemorações decorrem até dia 30 de junho. Por ocasião do aniversário, durante estes dias, a entrada no CACGM será gratuita.

 

Até dia 30 de junho, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais abre portas a um programa de atividades que assinala os quinze anos da instalação deste equipamento cultural em Bragança, e que pretende continuar a promover o conhecimento da arte contemporânea, nomeadamente da obra da pintora Graça Morais. 

 

Hernâni Dias, presidente do Município de Bragança destaca: “A pintora Graça Morais é uma embaixadora de Trás-os-Montes em Portugal e no Mundo inteiro e o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais é um equipamento cultural muito importante para Bragança. Através de um conjunto diversificado e permanente de iniciativas organizadas no CACGM, Bragança aposta na sensibilização e promoção do conhecimento de arte contemporânea, com especial abordagem à obra da pintora, junto da comunidade local e de quem nos visita”.

 

A partir das duas exposições patentes no CACGM – “Os Rituais do Silêncio” e “Linhas da Terra/Os Olhos Azuis do Mar”, estão programadas sessões de formação do público. “Os silêncios do Ruído – outros modos de sentir uma exposição” é o mote para uma reflexão sobre a forma de fruição da exposição, com medições sensoriais (incorporação de ruídos, fragâncias e diferentes pontos de vista). As sessões realizam-se de 27 a 29 de junho, às 10h30, com uma hora de duração e limite de oito participantes.

 

Durante estes dias decorre ainda o desafio “À descoberta de Graça Morais” que através das duas exposições patentes, incentiva à criação imaginária da figura da pintora por meio de desenho e pintura. A iniciativa decorre às 10h30 e às 15h30, de 27 a 29 de junho.

 

Estão ainda programadas visitas guiadas (mediante marcação) às exposições da pintora Graça Morais e de Joana Baião e haverá espaço para apontamentos musicais, performances teatrais e registos gráficos, protagonizados por estudantes do Instituto Politécnico de Bragança.

 

No último dia, 30 de Junho, às 17h30, Graça Morais apresenta uma Instalação e um desenho inédito. Ao final da tarde, pelas 18h00, o Jardim do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais será palco para a conversa “O Papel do CACGM para a coesão social e cultural do território” que conta a participação da pintora Graça Morais, de Laura Castro, Diretora Regional e Cultura do Norte e de Raquel Henriques da Silva, Professora Catedrática jubilada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A jornalista Fátima Campos Ferreira modera esta conversa.

 

A encerrar a programação que celebra os quinze anos do CACGM realiza-se às 19h00, no Jardim do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, o concerto pela Orquestra de Cordas do Conservatório de Música e Dança de Bragança.

 

Sobre o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (CACGM):

Inaugurado em 2008, o CACGM é um projeto arquitetónico de referência da autoria do Arquiteto Souto de Moura, prémio Pritzker2011. A dinâmica deste centro de arte assenta num programa de exposições temporárias dos mais conceituados artistas nacionais e estrangeiros dos nossos dias e de grandes coleções de Arte Contemporânea, resultantes de coproduções e parcerias com outras instituições nacionais e internacionais de referência.

 

O CACGM dispõe ainda de um núcleo de sete salas dedicadas à obra da pintora Graça Morais, num programa expositivo frequentemente renovado, reforçado ainda por outras iniciativas de âmbito pluridisciplinar, nomeadamente programas educativos, oficinas de prática artística, concertos, performances e atividade editorial.

 

A cafetaria com esplanada e o pequeno jardim constituem ainda um local privilegiado como complemento à fruição deste espaço único, paradigma da arquitetura e da arte contemporâneas.

Instituto Leonardo da Vinci organiza workshop de Biblioterapia nos dias 24 de junho e 1 de julho

Instituto Leonardo da Vinci organiza workshop de Biblioterapia nos dias 24 de junho e 1 de julho

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Nos dias 24 de junho e 1 de julho, decorre o workshop “Biblioterapia”, entre as 10h00 e as 14h00, em Lisboa, nas instalações do Instituto Leonardo da Vinci, com limite de inscrições.

Este workshop contará com a intervenção da Dra. Cristina Reis, licenciada e pós-graduada em Reabilitação e Inserção Social e Enfermeira especialista em Psiquiatria e Saúde Mental, com formação em Psicoterapia Emocional e Biblioterapia.

Neste evento serão transmitidos conhecimentos que permitem usar de forma individual ou coletiva a leitura como uma intervenção terapêutica. A Biblioterapia é também uma ciência ou prática que permite o desenvolvimento pessoal e o bem-estar emocional”.

A leitura terapêutica oferece alguns benefícios como:

  • Promove o bem-estar;
  • Melhora o vocabulário e a escrita;
  • Facilita o diálogo;
  • Gera a capacidade de resolver problemas do dia a dia com mais clareza;
  • Estimula a criatividade e a imaginação;
  • Aumenta o nível de motivação;
  • Fornece meios para a descoberta de novas formas de sentir e pensar;
  • Ajuda na expressão de pensamentos e sentimentos;
  • Auxilia na compreensão do outro e no desenvolvimento de empatia;
  • Potencializa o autoconhecimento pela reflexão.

 

Inscrições em - https://avbc.me/i3c9YkvU

Um palco, dois concertos na despedida das Festas de Lisboa

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As Festas de Lisboa chegam ao fim esta semana, com dois grandes concertos. Uma dupla despedida que terá lugar no Jardim da Torre de Belém.
Dia 29, a partir das 22h, o Concerto Sinfónico de Verão reúne em palco uma centena de vozes do Coro do Festival de Verão, dirigido por Paulo Lourenço, e a Sinfonietta de Lisboa, sob a direção de Cesário Costa. Um concerto que apresenta um repertório festivo de música clássica que conta também com Cecília Rodrigues (Soprano), Carolina Figueiredo (Alto), Carlos Guilherme (Tenor) e Luís Rodrigues (Baixo). No dia 30, também às 22h, Miguel Araújo propõe uma Dança de um dia de Verão que revisita os temas mais dançáveis do seu repertório interpretados ao lado de artistas convidados: Bárbara Tinoco, Os Quatro e Meia e Tatanka.

QUARTETO STACCATO É O PRÓXIMO CONCERTO A DECORRER NA CAPELA DO PAÇO DUCAL DE VILA VIÇOSA, NO DIA 30 DE JUNHO

A entrada é livre e decorre pelas 21h00

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A Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa acolhe o concerto 'Quarteto Staccato' no próximo dia 30 de junho, pelas 21 horas, mais um evento musical da temporada de concertos de 2023, organizada pelo Museu-Biblioteca da Casa de Bragança. O quarteto formado em 2020, é constituido por João Sebastião, tenor, Bárbara Duarte, violoncelo, Marcos Lázaro, violino, Viktorya Gakman, piano.

Programa

"Música Romântica - Au bord de l'eau"
 

 Gabriel Fauré:         "Au bord de l'eau"

                                  " Les berceaux"

 

Charles Trenet:         "La mer"
 

 Maurice Ravel          "Jeux de l’eau" (piano solo)
 

 Franz Schubert:      1. "Am Meer" (No Mar)
                                  2."Am See» (No Lago)

                                 3."Am Flusse" (No Rio)
                                 4. 4 primeiras canções de "A Bela Moleira”: 

                                   "Der Wanderer”; “Wohin”; “Halt”; “Danksagung an den Bach”

Federico Mompou       “El Lago” (piano solo)

                                        “Jo et pressentia com la mar”

                                       

                             
João Sebastião
Iniciou os seus estudos no Instituto Gregoriano aos 8 anos, prosseguindo-os no
Conservatório Nacional. Em 2001, ingressou a licenciatura em Canto, em Amesterdão, na classe do professor alemão Udo Reinemann tendo realizado masterclasses com Noelle
Barker, Jill Feldman, Peter Harrison, Richard Miller, entre outros.


Marcos Lázaro
Natural de Cascais. Inicia os estudos de música aos sete anos na classe de violino de
Marie Louise Fischer e de Dov Bartov na Grundmusikschule Arlesheim na Suiça onde
obtêm um 2o prémio de músicos juvenis dessa mesma instituição. Em Basileia,frequenta a Jugendsinfonie Orchester der Régio com o maestro Albert E. Kaiser realizando inúmeros concertos em toda a Suiça, Alemanha, Alsácia, Lichtenstein, Itália e Áustria.

Bárbara Duarte

Nasceu em Lisboa e iniciou os seus estudos musicais na Fundação Musical dos Amigos
das Crianças, onde concluiu o 8o grau de violoncelo e onde lhe foi atribuído o Prémio
Fernando Costa. Posteriormente, estudou na Academia Nacional Superior de Orquestra,
em Lisboa. Licenciou-se em violoncelo, na Escola Superior de Artes de Castelo Branco, na classe dos professores Miguel Rocha e Catherine Strynckx.


Viktorya Gakman
Iniciou os seus estudos musicais na cidade de Chernivtsi, na Ucrânia, onde concluiu o
Curso Básico de Piano e o Curso Superior de Direcção Coral. Trabalhou como pianista e maestrina no Teatro de Arte Dramática e Musical de Chernivtsi onde permaneceu quinze anos. Realizou inúmeros arranjos para Orquestra e Piano. Foi pianista acompanhadora em diversos concursos nacionais e internacionais - Kiev, Lviv, M. Strihardge, Novie Imena e Vesennaya Rapsódia. Na Ucrânia foi professora de Canto e de Piano.

 

Politécnico de Setúbal acolhe acervo único sobre a pandemia em parceria com o Arquivo Ephemera

Politécnico de Setúbal acolhe acervo único sobre a pandemia em parceria com o Arquivo Ephemera

Exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia”  é inaugurada a 17 de abril 

 

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 O Instituto Politécnico de Setúbal, através da sua Escola Superior de Tecnologia do Barreiro (ESTBarreiro/IPS), associa-se ao Arquivo Ephemera acolhendo a exposição “aC/dC – Tempos de Pandemia”, que reúne um acervo único no país de material relacionado com a COVID-19 e o seu impacto na sociedade portuguesa.

 

A mostra, com inauguração marcada para o próximo dia 17 de abril, pelas 15h00, na Biblioteca da ESTBarreiro/IPS, será também uma oportunidade para assinalar a 10ª edição do curso de Licenciatura em Biotecnologia, área do saber que assumiu especial destaque na mitigação dos efeitos da pandemia.

 

Recorde-se que o IPS pôs em marcha, logo em abril de 2020, um conjunto de ações para apoiar o esforço dos serviços de saúde e forças de segurança na resposta à pandemia, como é o caso dos cerca de 9 mil litros de álcool gel produzidos sob responsabilidade técnica do seu corpo docente e em parceria com a Casa Ermelinda Freitas, com a Câmara Municipal do Barreiro e as escolas do concelho. Ainda nesse ano, a instituição vê certificado o IPS COVID Lab, unidade laboratorial de testes de diagnóstico que pemitiu prevenir e identificar potenciais surtos no seio da comunidade académica e que se mantém em funcionamento na ESTBarreiro/IPS, também com uma componente de investigação.

 

Vários materiais que documentam estas iniciativas vão assim juntar-se ao espólio reunido pelo Arquivo Ephemera desde o início da pandemia, objetos tão diversos como cartazes artesanais e institucionais alusivos à COVID-19, primeiras páginas de imprensa, autocolantes, t-shirts, material de aviso sanitário, e parte da vasta de colecção de máscaras do Ephemera, viseiras, gel, luvas, fatos cirúrgicos, kits de vacina e outra parafernália nacional e internacional. A coleção contempla ainda filmes de manifestações contra o confinamento captados pelos voluntários do Ephemera, fotografias dos períodos de confinamento ou milhares de posts que foram aparecendo nas redes sociais, relacionados com a pandemia.

 

Preservar a memória e equacionar a comunicação de ciência em tempos excepcionais são objectivos desta exposição, que estará patente até 30 de junho, documentando um mundo que mudou com o impacto deste novo vírus, ao ponto de se poder falar de um  aC/dC – um antes e um depois da COVID-19.

 

A mostra estará patente todos os dias úteis, entre as 10h00 e as 16h30, com entrada livre.

 

Sintra recebe a primeira Queer Party para unir toda a comunidade em redor da diversidade e aceitação

Sintra recebe a primeira Queer Party para unir toda a comunidade em redor da diversidade e aceitação


Durante o mês de junho, Sintra tem sido palco de diversas iniciativas de comemoração do Pride Month (mês do orgulho): desde a II Marcha LGBTQIA+ de Sintra, passando por workshops, palestras ou círculos de partilha. Para terminar este mês de celebração, o PrideTeens, grupo de jovens sintrenses criado no âmbito do projeto PARTEJ - Práticas Artísticas para o Empoderamento Juvenil, promovido pelo Chão de Oliva, organiza a primeira festa Queer de Sintra. O evento decorre no dia 30 de junho, no Skate Park do Ringue da Tapada das Mercês, e tem início às 19h00.

A festa é de entrada gratuita e aberta a todos, pensada para qualquer pessoa que pretenda participar, sem excepção. Durante toda a noite, a animação está a cargo da Rafeira, a atriz Mafalda Luís de Castro, que brindará os presentes através do seu set musical. Não faltarão ainda espaços de comida e bebida, assegurados pela Fresh No Meat No Fish

“Este é o evento final de um mês de celebração em redor da diversidade, inclusão e aceitação, em que reunimos toda a comunidade para juntos lutarmos por uma causa comum: os direitos LGBTQIA+. É precisamente por isso que, mais uma vez, convidamos toda a comunidade a estar presente na primeira Queer Party de Sintra, para um evento que se espera marcado pela diversão e convívio”, afirma Susana C. Gaspar, da direção do Chão de Oliva e responsável pelo projeto PARTEJ.

“Esta é uma festa para todos os que queiram celebrar este Pride Month, independentemente da idade, origem ou orientação sexual, sendo ainda uma excelente iniciativa para reunir a família: desde os avós aos netos”, acrescenta Yolanda Santos, técnica pedagógica no projeto PARTEJ.

A festa marca o término de um mês de programação dedicada ao Pride Month, pensada para toda a comunidade e organizada pelo grupo PrideTeens, em vários pontos do concelho de Sintra. Antes do evento final, terão lugar ainda duas palestras abertas à comunidade. A primeira conta com a AMPLOS, Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género e tem como tema “A Família e a Comunidade LGBTQIA+”, no Espaço Tapada Com.Unidade, das 11h00 às 13h00, do dia 17. A segunda debate a Intersecção de Lutas e terá como orador o ativista Danilo Moreira, no dia 24 de junho, das 11h00 às 13h00, no mesmo espaço.

A estas duas iniciativas, juntam-se ainda dois círculos de partilha, todos os domingos até ao final do mês, na Casa da Juventude da Tapada das Mercês, das 10h30 às 12h00. Estas serão conversas abertas sobre diversas temáticas relacionadas com o universo LGBTQIA+, em que os participantes partilharão na primeira pessoa as suas experiências, refletindo em conjunto com a comunidade. Os temas destes momentos são “Sexualidade, Identidade e Expressão de Género” e “Mulheres na Comunidade”.

 É possível aceder à agenda completa do mês no site do Chão de Oliva. O PARTEJ - Práticas Artísticas para o Empoderamento Juvenil - é um projeto do Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural que tem como objetivo promover atividades artísticas para a juventude como veículo de reflexão sobre a sua relação com a comunidade e orientação profissional, sendo cofinanciado pelo Programa Lisboa 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu no valor de 99 207.17€. O Chão de Oliva é uma entidade financiada pela Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Sintra. O projeto PARTEJ e as iniciativas do PrideMonth são ainda apoiadas pela Junta de Freguesia de Algueirão Mem Martins e acontecem com o apoio logístico da Casa da Juventude da Tapada das Mercês.