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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Asas da Liberdade” - Sessões de Contos assinalam Dia Internacional do Livro Infantil

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A Câmara Municipal de Palmela assinala o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril) com duas sessões de contos “Asas da Liberdade”, no dia 6 de abril, por Ângela Ribeiro.

A sessões, com entrada gratuita, decorrerão às 11h00, na Biblioteca Municipal de Palmela e às 16h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.

Ângela Ribeiro, atriz, marionetista, mediadora e educadora artística, apresenta o seu trabalho de contadora em “Asas da Liberdade”, que parte de algumas obras relacionadas com a temática da Liberdade, nomeadamente, “A história de uma flor”m “7x25 – Histórias da Liberdade”, “O Tesouro” e “Romance do 25 de Abril”.

A iniciativa integra o programa comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril e reforça o trabalho desenvolvido pelo Projeto “Os Direitos Habitam nas Histórias”, no âmbito dos Direitos Humanos e da Criança. Concorre para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade).

Mais informações/inscrições: 212 336 632 | bibliotecas@cm-palmela.pt

 

 

Palmela: Visite a Exposição sobre Mário Viegas  até 30 de abril!

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A Câmara Municipal de Palmela inaugurou, no dia 1 de abril, a Exposição “O Sonho ao Poder”, patente ao público no Cine-Teatro S. João, em Palmela, com as presenças da Vereadora da Cultura, Maria João Camolas e de João Brites, do Teatro O Bando, entre outras/os convidadas/os.

A mostra, que poderá ser visitada até 30 de abril no horário de funcionamento daquele equipamento cultural, aborda as diferentes facetas do homem, ator e recitador Mário Viegas.

Esta exposição, que integra o programa comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril no concelho, é promovida pela Associação LPV – Museu do Bem Estar e é composta por painéis e peças do espólio pessoal de Mário Viegas, homenageando o artista, a língua portuguesa e o teatro.

António Mário Lopes Pereira Viegas nasceu a 10 de novembro de 1948, em Santarém. Foi considerado como o maior ator do pós-25 de abril. Aos 15 anos, já fazia teatro amador. Após ter frequentado a Faculdade de Letras e o Conservatório Nacional em Lisboa, estreou-se no Teatro Experimental de Cascais (TEC). Em 1969 ingressou no Teatro Universitário do Porto e em 1970 regressou ao TEC.

Começou a ser conhecido como declamador, tendo gravado diversos discos. Iniciou-se no cinema em 1975 com a curta-metragem O Funeral do Patrão. Foi um dos elementos fundadores do grupo A Barraca, em 1976. Aqui, assinaria um dos papéis mais inesquecíveis da sua carreira teatral: D. João VI (1979), que lhe valeu o prémio de melhor ator no Festival de Teatro de Sitges.

Cinematograficamente, foi um dos “atores-fétiche” de José Fonseca e Costa, com quem trabalharia em Kilas, o Mau da Fita (1981), Sem Sombra de Pecado (1983), A Mulher do Próximo (1988) e Os Cornos de Cronos (1991). Trabalhou também sob a orientação de Artur Semedo em O Rei das Berlengas (1978), de Manoel de Oliveira em A Divina Comédia (1991) e de Roberto Faenza em Afirma Pereira (1996).

Fez, também, televisão, apresentando os programas Palavras Ditas (1986) e Palavras Vivas (1990), onde declamou poemas de Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, António Nobre, Cesário Verde e Pablo Neruda.

Mas foi no teatro que atingiu os seus maiores momentos: em 1991, fundou a Companhia Teatral do Chiado onde o seu maior sucesso viria a ser Europa Não! Portugal Nunca! (1995). Paralelamente, tentou uma carreira política: nas Legislativas de 1995 integrou as listas da UDP e no mesmo ano anunciou a sua candidatura à Presidência da República, com o slogan «O Sonho ao Poder», obtendo algum feedback entre a classe universitária lisboeta. No entanto, a síndrome da imunodeficiência adquirida, da qual viria a falecer, acabaria por inviabilizar a sua ida às urnas. 

Pela sua carreira e méritos artísticos foi várias vezes premiado por diferentes entidades culturais, nomeadamente, pela Casa da Imprensa, pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e pela Secretaria de Estado da Cultura. Em 1993 foi agraciado com a Medalha de Mérito da cidade de Santarém e, em 1994, recebeu, pelas mãos do então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, a comenda da Ordem do Infante D. Henrique.

 

 

Exposição de Joana Vasconcelos no MAAT conta já com mais de 260 mil visitas

  • Dia 6 de abril: Unplug – Finissage 12 horas em festa com Yoga, conversa com a artista e performances de dança
  • Exposição encerra ao público no dia 8 de abril

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A exposição Plug-In, da artista Joana Vasconcelos patente no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, já recebeu mais de 260 mil visitas. A exposição, que está patente desde o dia 29 de setembro de 2023, reúne obras inéditas e algumas peças icónicas produzidas pela artista, que podem ser vistas nos edifícios MAAT Gallery e MAAT Central.

Joana Vasconcelos foi a primeira artista a vencer o Prémio Novos Artistas Fundação EDP, em 2000.

A exposição encerra ao público no próximo dia 8 de abril.

 

 

6 de abril: 12 horas em festa

Para assinalar o encerramento de Plug-In, o MAAT e a artista propõem um dia completo com visitas, sessões de yoga e de meditação, uma conversa entre Joana Vasconcelos e Fernando Alvim e performances de dança contemporânea em diálogo próximo e imersivo com as obras da exposição.

INSCRIÇÕES ABERTAS: Elaboração de orçamentos em Excel e Google Sheets para projetos culturais

 

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09 ABR, 10H-13H
Sessão presencial - Polo Cultural Gaivotas | Boavista
Gratuito, mediante inscrição (limitado a 30 vagas)

 
Inscreve-te aqui
 

És artista ou agente cultural nas artes performativas e tens dificuldade em gerir o orçamento dos teus projetos?

Esta formação de três horas foi criada para ti. Irás desenvolver competências de gestão financeira, fundamentais para o êxito de qualquer projeto, tais como: elaborar orçamentos sólidos, controlar despesas, otimizar recursos, planear e gerir projetos. A formação inclui ainda noções básicas de trabalho no Excel e Google Sheets.

 

Formadora 
Andreia Carneiro é doutoranda em Estudos Artísticos - Arte e Mediação na FCSH-UNL, leciona na Escola Superior de Teatro e Cinema (IPL), na licenciatura em Teatro - ramo de produção, é diretora do mestrado em Teatro, especialização em Produção na mesma instituição. Especialista em Produção de Artes/Teatro, pelo Instituto Politécnico de Lisboa, com louvor e distinção, por unanimidade. Fundadora e diretora da Produtores Emergentes, plataforma de investigação e capacitação de produtores culturais. Trabalhou e assumiu funções de direção de produção com a ACCCA - Clara Andermatt, Bomba Suicida, P.O.R.K, Teatro Praga, Materiais Diversos. Já colaborou com inúmeros artistas e estruturas de artes performativas, e desenvolve acções de formação em diversos locais, como EPTC, Chapitô, PISTA, Coffeepaste, entre outros.

 

Aviso sobre as condições de acesso ao espaço: edifício com degraus na entrada principal e no acesso à sala da formação. 

A seleção de participantes é feita por ordem de inscrição e será confirmada por e-mail. Para qualquer dúvida ou informação adicional contactar ionara@alkantara.pt

Mais informações em alkantara.pt

“HISTÓRIAS DE RESISTÊNCIA” É O TEMA DA SEXTA EDIÇÃO DE “TORRES VEDRAS – CIDADE DOS LIVROS”

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Entre os dias 12 e 23 de abril, Torres Vedras será “Cidade dos Livros”. Tendo como pano de fundo a evocação dos 50 anos do 25 de Abril, a sexta edição desta iniciativa tem como tema “Histórias de Resistência”.

Aulas abertas, encontros com escritores, espetáculos, exposições e performances são algumas das atividades que dão forma ao programa desta edição, que foi apresentado no dia 1 de abril, na Biblioteca Municipal de Torres Vedras.

A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, explicou que “o grande propósito desta iniciativa é criar um ambiente de celebração que aproxime os livros e a leitura dos cidadãos e cidadãs”, promovendo, para tal, um diálogo com diferentes práticas artísticas, nomeadamente a ilustração, as artes plásticas, a escrita criativa, a dança, o teatro, a música, a narração oral e o design gráfico.

“Nesta edição, é notória a intenção de envolver os públicos em idade escolar, muito particularmente os jovens, recorrendo a abordagens inovadoras”, referiu Ana Umbelino, acrescentando que as formas de participação dos jovens incluem metodologias que convidam à cocriação. São exemplo desta participação as exposições Histórias com resistência, que resulta de uma residência artística orientada pela ilustradora Vanessa Éffe com alunos do Curso de Artes da Escola Secundária Henriques Nogueira; e Blackout Poetry - Reconstituição portuguesa, que apresenta trabalhos desenvolvidos por três turmas da referida escola e a associação EMERGE.

“O programa da ‘Cidade dos Livros’ conta com um leque diversificado de propostas culturais, nas quais participam vários escritores e ilustradores de renome no panorama literário português”, referiu a responsável pela Biblioteca Municipal de Torres Vedras, Goretti Cascalheira. Na sua sexta edição, “Torres Vedras – Cidade dos Livros” terá a presença dos escritores Afonso Cruz, Sandro William Junqueira, David Machado, Susana Cardoso Ferreira, João Pedro Mésseder e Ana Cristina Silva, bem como das ilustradoras Inês Viegas Oliveira e Rachel Caiano.

Por fim, coube a Joana Maia, da Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino, apresentar as sete exposições que integram a programação, assim como as atividades que daí decorrem, como aulas abertas com escritores e ilustradores, concertos, oficinas e contação de histórias.

Consulte o programa “Torres Vedras – Cidade dos Livros” aqui.

Festas do Império do Divino Espírito Santo atravessam Alenquer mais de 700 anos depois

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As Festas do Império do Divino Espírito Santo (FIDES) são um dos momentos altos da vida dos alenquerenses e estas celebram-se por todo o concelho há mais de 700 anos. Em 2023 foi assim e em 2024 o Município mantém a tradição seguida por milhares de visitantes, com o arranque da programação agendada já para este Domingo de Páscoa: na Igreja de São Francisco Alenquer (12 horas) dá-se a Missa Solene com Entronização das Insígnias do Espírito Santo.

 

TODA A PROGRAMAÇÃO.

 

Até ao Domingo de Pentecostes (19 de maio) e durante 50 dias, Alenquer, Aldeia Gavinha, Aldeia Galega da Merceana, Atalaia, Carregado, Ota, Pereiro de Palhacana e Paúla partilham uma ideia de bem comum instituída pela Rainha D. Isabel e o Rei D. Dinis, no longínquo século XIV (1321), que perdura até hoje. As ruas surgem ornamentadas, as celebrações religiosas dão-se pelas várias localidades, as pessoas cruzam-se em momentos de procissão e o tradicional bodo congrega um espírito de fraternidade entre locais e forasteiros. Em Alenquer, o "Espírito sopra onde quer".

 

"O culto e as Festas do Império do Divino Espírito Santo são hoje a maior manifestação de religiosidade no concelho de Alenquer, depois de um trabalho rigoroso e dedicado de inúmeros alenquerenses ao longo dos últimos anos. Sob o lema, o "Espírito sopra onde quer”, estas celebrações, à imagem daquilo que foram no passado, foram-se reavivando, reinventando e revitalizando", começa por explicar a vereadora Cláudia Luís, aludindo ao ressurgir das festas no concelho em 2007 após a recuperação material dos edifícios da antiga Casa do Espírito Santo (Igreja e Arcada). "As Festas ajustaram-se à realidade do tempo contemporâneo, concedendo-lhes um importante lugar popular, social e cultural que assegura a sua sustentabilidade futura. Estes sete séculos de história criam nas nossas Festas um ambiente inesquecível, quase místico, que retrata de forma única a crença e a fé de um povo, que ao longo dos tempos, através de múltiplas expressões, restauraram o princípio da igualdade entre os homens e mulheres fraternos e renovam a confiança na vida de todos ", considera a responsável autárquica.

 

A tradição com mais de 700 anos, e génese em Alenquer, viu o culto reavivado há 17 anos, tendo como principais impulsionadores o pároco e provedor da Misericórdia de Alenquer, José Eduardo Martins e D. Manuel Clemente (à data Bispo de Lisboa). Uma candidatura a Património Cultural Imaterial Nacional encontra-se a ser preparada pela autarquia.

Stomping at Six recriam era dourada do swing no Arena Lounge do Casino Lisboa

Com entrada livre, no próximo Domingo, 7 de Abril

 

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Os Stomping at Six reencontram-se, no próximo domingo, 7 de Abril, com os visitantes do Casino Lisboa. A banda estará em destaque no palco central do Arena Lounge, das 17h30 às 19h00. A entrada é gratuita.

 

Com um estilo muito próprio, os Stomping at Six são uma banda de swing e blues de Lisboa que surgiu quando 6 estudantes de música jazz viram bailarinos de lindy hop a dançar na rua. O seu repertório é composto pelas músicas da era dourada do swing das décadas 20 e 30, com arranjos próprios e uma energia contagiante.

 

Os Stomping at Six apresentam-se no Casino Lisboa em versão quinteto com uma cumplicidade e energia que deixam toda a gente a bater o pé. A vocalista Margarida Martins será acompanhada por José Andrade no saxofone, Tiago Paiva na guitarra Jorge Figueiredo no contrabaixo e Pedro Rodrigues na bateria.

 

Intervenção, resistência e memória democrática no arranque do mês da Revolução dos Cravos

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Intervenção, resistência e memória democrática no arranque do mês da Revolução dos Cravos


O Cinema São Jorge é o primeiro palco do mês das Festas de Abril, acolhendo a partir de hoje o Festival Política. Durante três dias haverá espaço para diversas expressões artísticas, mas também para debates e conversas num encontro de artistas, jovens, criadores, ativistas e académicos dedicado este ano ao tema da Intervenção

A dança ocupa o Teatro do Bairro Alto, dias 3, 4 (às 18h30), 6 e 7 (às 17h30) com Utopia, uma performance da bailarina e coreógrafa Diana Niepce que explora e homenageia o corpo entre a transgressão e a opressão dos limites físicos.

25 de Abril, SEMPRE! é a nova exposição temporária que inaugura amanhã no Museu do Aljube. Assinalando os 50 anos do 25 de Abril, esta mostra propõe uma reflexão sobre as resistências e também sobre preservação, construção e partilha de memória democrática, a partir de materiais de arquivo diversos. 

As Festas de Abril incluem também propostas para os mais novos que passam, esta semana, pelo LU.CA com a apresentação de cinco histórias para puxar pela imaginação, numa sessão do Festival Play (dias 6 e 7, às 16h30), e a criação de uma emissão de rádio, sob o mote Sintonizar Abril com as antenas no ar, num desafio lançado todos os sábados do mês, às 10h30.

Até 26 de maio, há para ver no Mercado do Forno do Tijolo, em Arroios,  a exposição 10 dias que abalaram Portugal, do Arquivo EPHEMERA. Uma iniciativa integrada nas Comemorações Municipais e Nacionais dos 50 anos do 25 de Abril que testemunha o início da democracia após a Revolução.